A Austrália delineou na terça-feira um plano de dez anos para dobrar sua frota de principais navios de guerra e aumentar os gastos com defesa em US$ 7 bilhões adicionais, diante de uma corrida armamentista acelerada na Ásia-Pacífico.

Sob o plano, a Austrália terá uma marinha com 26 navios de combate de superfície principais, contra 11 atualmente.

“Será a maior frota que teremos desde o fim da Segunda Guerra Mundial,” disse o Ministro da Defesa Richard Marles.

A Austrália construirá seis fragatas da classe Hunter, 11 fragatas de propósito geral e seis navios de guerra de superfície de última geração que não precisam ser tripulados.

Pelo menos parte da frota será armada com mísseis Tomahawk capazes de realizar ataques de longo alcance em alvos profundos dentro do território inimigo – uma capacidade de dissuasão significativa.

O anúncio vem após um acúmulo massivo de poder de fogo por rivais como China e Rússia, e em meio a um confronto crescente entre aliados nervosos liderados pelos EUA e governos autoritários cada vez mais belicosos.

O plano faria com que a Austrália aumentasse seus gastos com defesa para 2,4 por cento do produto interno bruto, acima da meta de dois por cento estabelecida por seus aliados da OTAN.

Alguns dos navios serão construídos em Adelaide, garantindo mais de 3.000 empregos, mas alguns serão originados de designs americanos e um design ainda não decidido da Espanha, Alemanha, Coreia do Sul e Japão.

FONTE: AFP

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Wellington R. Soares

Que inveja dos Australianos rsrr…

Na minha opinião o Brasil precisaria de pelo menos:

8x Tamandaré
4x Fragata pesada 5 ou 6 mil Ton.
8x Sub Convencional
10x Patrulha Oceânico

Ainda tenho esperança 🇧🇷

Sulamericano

O Brasil precisa acordar, pois já dorme em berço esplêndido há muito tempo.

RPiletti

Ainda temos condições de aumentar as encomendas das Tamandares, antes isto do que nada…

Willber Rodrigues

Eu tinha esperanças de, pelo menos, mais um lote de FCT’s.
Mas depois daquela matéria do PN sobre o sobre-preço “misterioso” desse programa, não creio em mais nada…

GFC_RJ

O comandante da marinha afirmou há poucos dias que o programa de construção das fragatas está com previsão de mais de 2BB BRL deficitário em relação à capitalização da Engepron.
Isto é, a grana que puseram não é suficiente para todo o programa e terá de ser complementada no futuro.

Willber Rodrigues

Ótimo, mais um motivo pra esquecer-mos essa história de 2° lote de FCT’s…
A MB deveria ser, por lei, proibida de continuar com essa historinha furada de “compra com ToT”….

Marcelo Andrade

kkkkkk, pois é , eles imprimem dinheiro né? Cara a Sociedade tem que cobrar dos Governos uma Defesa a altura do Brasil. Aqui o que mais se ouve na fila da padaria é se vai fazer sol no próximo fim de semana!

Augusto José de Souza

Os navios Anzak da Austrália são uma boa opção como tampão e complemento a classe Tamandaré até virem mais lotes?

RPiletti

Só erraram em 3bi, troco de pinga. Sinceramente, joguei a toalha…

Rafael Coimbra

Eu vejo o futuro repetindo o passado, eu vejo um museu de grandes novidades..

Paulo

É só verem a última apresentação do comando da MB sobre os seus projetos! Chega a dar pena de tão amador. E o comandante ainda reclamando da redução do efetivo de 80 para 70 mil.

No One

Padroniza tudo em um único projeto aberto e modular de 5/6 mil t. de deslocamento concebido desde o começo para receber 3 configurações, fácilmente escalável: leve ( para patrulhar a ZEE e ameaças de baixa intensidade) ; média e multifunçao, com um maior foco nas ameaças ASuW e ASW; pesada e parruda, com uma maior concentração e densidade de VLS, sistemas/sensores, dedicada a luta antiaérea para fornecer cobertura a esquadra e ataque em profundidade. 8+8+ 4 Uns três navios de apoio logístico e os 8 subs que você mencionou. OPV deixaria para a futura guarda costeira brasileira ou PF e… Read more »

Sensato

Ah sim. PF ou PM operando OPV, guarda costeira pra ter mais um ramo nas forças armadas quando deveríamos é ter a unificação delas. Quantas boas ideias…

ANTONIO CANDIDO DE SOUZA

Acho difícil com o atual governo que não está nem aí para a defesa.

AVISO DOS EDITORES: NÃO USE O ESPAÇO DE COMENTÁRIOS PARA PROSELITISMO POLÍTICO.

LEIA AS REGRAS DO BLOG:
https://www.naval.com.br/blog/home/regras-de-conduta-para-comentarios/

Charle

Faz muito mais para e pelos militares do que antecedente. Os soldos, pensões, benefícios e aposentadorias estão em dia. Quer mais o quê? Até dá para melhorar substancialmente os equipamentos à médio/longo prazo, mas para isso haveria de se passar por profundas e substanciais mudanças estruturais e paradigmáticas nas três forças. Alguém de fato, no âmbito das forças, quer que isso aconteça? AVISO DOS EDITORES A TODOS NESTA SEQUÊNCIA DE COMENTÁRIOS: A DISCUSSÃO ESTÁ DESVIANDO PARA A DISPUTA POLÍTICA BRASILEIRA, QUE NÃO É TEMA DA MATÉRIA, E PARA O PROSELITISMO POLÍTICO, QUE VAI CONTRA AS REGRAS DO BLOG. VOLTEM AO… Read more »

Sensato

Quando foi que criticar o governo passou a ser proselitismo? Leio a trilogia a muitos anos e lembro bem que não era desta forma. Curioso que criticar as FAs não é considerado proselitismo.

AVISO DOS EDITORES: A ADVERTÊNCIA NÃO FOI PARA VOCÊ. CUIDE DE SEUS PRÓPRIOS COMENTÁRIOS.

Fabio

Inveja da marinha de papel Australiana? Nós tínhamos no papel também planejamento até melhor, 30 submarinos, porta aviões, fragatas…

Last edited 1 mês atrás by Fabio
No One

Não ponho em dúvida o parco gerenciamento de recursos e os planejamentos terríveis dos australianos, mas entre e nós passam 2 consideráveis diferenças: dinheiro de sobra e aliados pesados extremamente interessados em tornar a Austrália um asset valioso e decisivo na região.

Nós, quando e se falhamos, pagamos todas as consequências das péssimas escolhas e planejamentos; já eles, na maioria dos casos, encontrão um jeito para tapar o buraco das péssimas decisões .

Henrique

“Nós tínhamos no papel também planejamento”

e morreu no papel…

não pra explicar pq se não vai fugir do tema da matéria kkkk
(mas não tem nada ver com FA)

Last edited 1 mês atrás by Henrique
Pedro

Diferença é que a deles não vai ficar no papel.

Luís Henrique

Diferença que eles investem 2% do PIB e pretendem aumentar para 2,4%. Aqui, investimos 1,2% sendo 0,6 para aposentadorias e 0,6 para o pessoal da ativa e não sobra quase nada para aquisições. E quando falam em aprovar no congresso um aumento escalonado para se atingir 2% do PIB em vários anos, o pessoal que acompanha os sites sobre Defesa e deveriam ser os maiores defensores da área, são contra, imagine o restante da população, ou seja, os 99% que estão mais interessados em Futebol, Carnaval, etc. Então esse país só levará defesa a sério, o dia que entrarmos em… Read more »

Vovozao

21/02/2024 – quarta-feira, btarde, Wellington, a marinha australiana, planeja desativar 2 fragatas; uma ja no segundo trimestre de 2024, e, outra em 2026, ai esta uma oportunidade para a MB, perdemos as Adelaides para o Chile, e, hoje os chilenos festejam a ótima compra de oportunidade. Se houver oportunidade, acho que seria bom acrescentar essas 2.

Augusto José de Souza

Anzac também é uma boa em complemento as Tamandaré no lugar das T-22 e mais lotes das fragatas Tamandaré junto com elas ia dar uma enorme alavancada na nossa esquadra.

Carlos Campos

a gente poderia ter tudo isso a MB não tivesse entrado no Brasil Puthenfia (9), que ia comprar sub e fazer um sub nuclear, se tívessemos ficado com o pé no Chão, tentando desenvolver um SUB a partir do IKL, comprado navios mais baratos que os Europeus no Japão ou C. do Sul, estaríamos agora terminando de fazer nossos OPV, e com drones de patrulha marítima aérea e naval

Jefferson B

Esse projeto de submarino nuclear é uma piada.
Quem não consegue fazer corveta e fragata não pode torrar bilhões de dólares em submarino nuclear.

Miguel Carvalho

Já ninguém confia no EUA. Toca a investir nas FA.

Dalton

Pelo contrário, Austrália e EUA seguem firmes com o “AUKUS” que envolve mais do que submarinos de propulsão nuclear e fuzileiros navais dos EUA, por exemplo continuam baseados em território australiano.

ChinEs

A vantagem do Brasil é ter um projecto próprio de submarino nuclear, o potencial do Brasil é similar ao da China + Rússia + India + França + EUA + UK , o Brasil vai entrar nesse selecto grupo de nações, o Brasil vai construir o primeiro submarino nuclear do hemisfério sul.

Emmanuel

E depois de entrar para esse seleto grupo a MB vai terminar de quebrar.
Já não construiu praticamente nada por causa de submarino nuclear. Está mais para câncer sugando o paciente até o último suspiro.
Falta um presidente sério para acabar com esse devaneio da MB e trazê-la para a realidade.
A MB precisa de patrulha.

Sulamericano

Os devaneios da MB não estão na construção e desenvolvimento do Submarino Nuclear. Apesar de parecer um poço sem fundo de dinheiro, é um projeto que pode botar o Brasil em um seleto grupo.

Os devaneios da MB estão nos A4, KC-2 Turbo Trader, NA São Paulo, 80 mil marinheiros, pensões de “não militares”, etc…

Last edited 1 mês atrás by Sulamericano
Emmanuel

Os custos desse submarino podem chegar a 40 bilhões de reais.
Não existe grupo seleto que justifique esse gasto para 1 navio. Um ÚNICO navio.

A4 e todo o resto é besteira perto disso.

Nativo

____

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Emmanuel

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EduardoSP

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Akhinos

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Orivaldo

Tomara que tenha um Troféu de Primeiro do Hemisfério Sul

Charle

O mundo se arma. Deus nos livre e guarde, mas parece que estão todos, com poucas exceções, esperando pelo pior – a Terceira Guerra Mundial.

Alex Barreto Cypriano

O Brasil perdendo chances, uma atrás da outra: a Austrália quer fragatas, talvez uma MeKo A-200 Au. A gente aqui com o estaleiro TKMS Brasil Sul com capacidade registrada de processar 15 mil toneladas de aço por ano e produzindo uma Meko A-100 Heavy Br (com 2,5 mil toneladas de aço) a cada, grosseiramente, dois anos. 90% de capacidade ociosa. Fala com os Aussies que o VLS de comprimento tático cabe no casco e a meia nau, no parquinho TEU, bota dois containers somando 16 Tomahawks. Vai lá que é tua, Brasil, e é em dólar.

No One

Brasil e Austrália, nenhuma chance disso acontecer . A Austrália observar potências do primeiro escalão, parcerias consolidadas que vão além do mero import de material bélico, está buscando consolidar buma rede de alianças e defesa estratégica, não apenas o aspecto comercial de conveniência ( que nem isso Brasil teria ) .

Nativo

A Austrália segue suas potências irmãs anglo saxônicas.

Alex Barreto Cypriano

Claro, a MeKo A-200, a Mogami 30FFM, a Daegu class FFX batch II & III e a Navantia Alfa3000, todas são anglosaxãs da gema.

No One

Não, mas são todos aliados próximos do EUA, inseridos na cadeia de defesa americana, a Austrália inclusive está pressionando para ampliar a colaboração com o Japão no âmbito do AUKUS. Está difícil até para os europeus acessar o mercado de defesa australiano no obstante os offset industriais/tecnológicos e econômicos… imagina para o Brasil que não tem quase nada para oferecer a Austrália.

Willber Rodrigues

Que mal lhe pergunte, como vamos exportar algo que não é projeto nosso, e que dá pra contar nos dedos de uma mão o que tem de nacional nessa fragata?
Porque eles deixariam de comprar MEKO diretamente da Alemanha, ou o projeto diretamente do país que o criou, pra comprar da gente?
É como dizer que alguem vai comprar Scorpénes da gente, ao invés de comprar diretamente da França: não faz sentido nenhum.

Alex Barreto Cypriano

Não fui eu quem começou dizendo que daria pra exportar Tamandaré ou Scorpenes: foram os responsáveis por estes programas que os justificaram em algum momento com essa possibilidade comercial internacional. Mas você está certo, não se pode vender o que não é propriedade. Que a TKMS proponha seu barquinho aos aussies e construa em uma de suas instalações (inclusive no TK-EBS, Itajaí , SC, Brasil, que pertence à TKMS).

Bardini

Óbvio que sua intenção aqui, é simplesmente falar mal do PFCT…
.
Na prática e dentro do tema, não faz o menor sentido para a Austrália adquirir um navio via Brasil, quando se pode negociar diretamente com a Alemanha e obter enormes vantagens comerciais, já que os primeiros navios dos onze, por necessidade de prazo de entrega, devem ser produzidos inicialmente no país do projeto escolhido.

Alex Barreto Cypriano

“Óbvio que sua intenção aqui, é simplesmente falar mal do PFCT…” Engano seu, mestre Bardini: seria uma contradição falar mal daquilo mesmo que se gostaria de oferecer (o projeto coringa MeKo A-100 alargado, conhecido como light frigate). Justamente porque os vasos tier 2 (as 7 a 11 fragatas de propósito geral) serão inicialmente construídos fora da Austrália, enquanto se procede à nacionalização da construção, há a possibilidade da TKMS construí-los aqui, já que o estaleiro Brasil Sul (que inclusive está contratando), salvo engano, é dela e está muito ocioso. Segundo a TKMS, sua intenção adquirindo o Oceana seria não apenas… Read more »

Last edited 1 mês atrás by Alex Barreto Cypriano
Bardini

De tudo o que se sabe até o momento, o interesse seria pela Meko-A200. . O Estaleiro Brasil Sul estar muito ociosso, é puro achismo. Existem garglos produtivos dentro daquela estrutura, que simplesmente impedem a produção e a união dos blocos do casco de mais do que uma Fragata. Desda forma, o processo de construção do navios da MB está escalonado. . O Estaleiro está em processo de expansão de seu quadro de pessoal, pelo simples fato de que ainda vai iniciar várias etapas de montagem e integração referentes as componentes do primeiro navio, que ainda não teve seu casco… Read more »

Last edited 1 mês atrás by Bardini
Alex Barreto Cypriano

“O Estaleiro Brasil Sul estar muito ocioso, é puro achismo.” Mestre Bardini, está registrada a capacidade de processamento de aço anual do antigo Oceana não apenas na notícia da sua inauguração em 2.013 (se não me falha a memória), notícia que partilhei em comentário de matéria anterior (aqui: https://g1.globo.com/sc/santa-catarina/noticia/2012/07/itajai-no-litoral-norte-de-sc-recebe-estaleiro-para-construcao-naval.html ), mas inclusive em trabalho acadêmico: trata-se de Base Industrial de Defesa: Análise da Capacidade dos Estaleiros Nacionais Para Construção Naval Militar, de Mario Luiz Castro Rodrigues, Rio de Janeiro, 2.022 , p. 48 e 49, disponível em pdf na net. 15 mil toneladas anuais. Está processando grosseiramente umas mil a,… Read more »

Bardini

O estaleiro foi dimensionado e otimizado para processar o material que seria empregado na construção anual de um punhado de cascos de simples navios de apoio offshore, dentro dos interesses do grupo CBO. Navio de apoio é um ser muito mais simplório e com lead time muito menor que o de uma Fragata.
.
Sobra capaciade no começo, em termos de processar aço… E daí? Falta capacidade na ponta final, em termos de montagem e integração.

Alex Barreto Cypriano

Entendo seu argumento, mestre: o antigo Oceana fez instalações com mais de cem mil metros quadrados pra processamento de 15 mil toneladas/ano de aço mas só podia montar em galpão (e a céu aberto na carreira) um ou dois AHTS 18.000 de 3.200 tpb cada ano. De acordo com CBO, aqui: https://www.grupocbo.com.br/pt-br/embarcacoes/cbo-bossa-nova Cada AHTS 18.000 da família Terra Brasilis, e foram contratados seis no Oceana, tinham 83 por 19 por 4,5, supondo um coeficiente de bloco 0,7, teriamos quase cinco mil toneladas de deslocamento (se o calado for maior…); menos o DWT cravamos num vaso com umas 1.800 toneladas, das… Read more »

Moriah

É Meko A210, já apresentaram o navio, embora a mídia internacional tenha ignorado.

Alex Barreto Cypriano

Moriah, por favor poste o link. Obrigado.

Alex Barreto Cypriano

Conforme entrevista, Vavasseur refere a MeKo A-210 da TKMS como proposta pro tier 1. No fim da entrevista, Xavier expõe a Australian Light Frigate da Gibbs&Cox como proposta pro tier 2. Não devemos confundir tier 1 com tier 2. A FCT e a AusLF têm deslocamento semelhante.

Alex Barreto Cypriano

E perdendo chances decisivas. Foi assim com nosso charuto atômico. Houvéssemos feito uma joint venture com os Aussies talvez o Álvaro Alberto já estivesse navegando. Não entendo a recusa do Brasil em fazer parceiros pagantes. O JSF tem muitos sócios, as Connies arriscam ser Joint FFG.

carvalho2008
Bardini

A parte mais engraçada desse vídeo, é quem acredita que isto aí retrata a grande problemática que os australianos tem de enfrentar na região.
.
No mundo real, o que tira o sono deles é a Indonésia, suas projeções de futuro e a estabilidade do seu entorno.

Carvalho2008

Aí sim… correto

Luís Henrique

hahahahahahahahahahahaahah

Moriah

Previsão do cmd da MB para 2028: 7 escoltas (2 bem velhas se não forem as Lafayettes) e 3 navios anfíbios/tanque… Ah! Pelo menos teremos 6 subs (4 novos) e 1 aeródromo (dito assim). Parabéns aos envolvidos nos vastos campos verdejantes do interior do país…

Last edited 1 mês atrás by Moriah
Vovozao

21/02/2024 – quarta-feira, btarde, Moriah, segundo informações divulgadas a marinha australiana pretende desativar 2 fragatas a curto prazo, uma no 2 trimestre de 2024 e outra em 2026, acho que a MB deveria dar uma olhada, anteriormente perdemos as Adelaides; e, os chilenhos consideram que fizeram uma ótima aquisição. Temos que pensar que só as Tamandare’s não resolveram os problemas da MB, as nossas escoltas hoje estão velhas, desatualizadas e superadas em qualquer confronto; então dependendo de $$$$$, podemos fazer um otimo negocio.

Marcos Silva

As Adelaides eram belonaves da Classe Oliver Hazard Perry, da USN?

Moriah

Sim e duas foram para o Chile.

Last edited 1 mês atrás by Moriah
Dalton

Só para deixar mais claro, 4 delas foram construídas nos EUA para à Austrália
não foram compradas de segunda mão e outras duas – as que eventualmente foram adquiridas pelo Chile – construídas na Austrália.

Moriah

O problema das Anzac é o estado de uso, vbamos dizer assim, muito rodadas, além do padrão do armamento. As da NZL seriam mais interessantes pelo sistema de armas próximo das FCT. Creio que, nessa previsão, as 2 lafayettes, num acordo para mais 2 subs riachuelo, poderiam ser modernizadas no ICN para o mesmo padrão das FCT, adicionando-se em armas mansup, sea snake e sea ceptor. Realmente, apenas as 4 FCTs não farão verão por aqui.

Dalton

O “Tupi” não chega até 2028 e o “Tikuna” será descartado pois não valerá a pena
investir em um “PMG” para estender a vida dele – como também não valeria a pena ter estendido a vida do “Riachuelo” classe Oberon descartado em 1997 com 20 anos – o
Almirante Olsen mencionou que dois submarinos serão retirados até 2028.

Luís Henrique

Para quem tinha o plano (PEAMB) de possuir 15 submarinos convencionais + 6 nucleares, é muito estranho não terem investido nos Tupi para que pudessem operar por mais 10 anos e mais estranho ainda não investiram no Tikuna que só possui 18 anos de uso.

Dalton

É como se diz: ” De boas intenções o inferno está cheio” ! O “São Paulo” seria substituído por um NAe muito maior construído no Brasil com ajuda francesa
já deveria até estar em serviço com aviões Gripen navalizados oh bons tempos 🙂

Luís Henrique

Pois é. Nunca tivemos, mas pelo menos esses planos colocados no papel e divulgados, nos enchiam de esperança. Rss.

Eu quando ia para o litoral, olhava para o mar e imagina 18 FREMM. kkk

Emmanuel

MB, vem aqui rapidinho olhar um negócio…

Moriah

Ela tem que olhar para mais 4 FCTs pelo menos, mas o tempo está contra… É preciso uma compra de oportunidade ou dobrar o Brasil Sul. A situação já é emergencial.

Akhinos

O nível de drama que rola nessse blog partindo de alguns floristas é algo surreal. Eu acho que vocês não entendem a dimensão da crise econômica e institucional que o Brasil teve na última década. Para mim o maior milagre da última década foi a permanência dos principais programas nessa conjuntura tão adversa. O país teve o pior desempenho econômico dos últimos 80 anos até pouco tempo atrás. Não adianta vocês ficarem com comparações esdrúxulas com Austrália, China ou sei lá o que, sem levar em consideração que existe uma correlação direta, praticamente de 1 entre gastos militares e condições… Read more »

Last edited 1 mês atrás by Akhinos
FABIO MAX MARSCHNER MAYER

A Austrália está certa, terá que reforçar suas estruturas militares não só em face das tensões entre EUA e China, mas também pelo excessivo número de conflitos regionais que podem causar ondas migratórias e até mesmo escassez de recursos naturais.

Aliás, Brasil, Africa do Sul, Argentina, Chile, e demais paises relativamente estáveis e com riquezas naturais, deveriam seguir o exemplo de Austrália, Japão, Coreia do Sul com preocupação em reforçar suas defesas. Numa era de conflitos, pouco se respeitarão zonas econômicas exclusivas no mar, tampouco controles migratórios em terra…

Moriah

Pois é, e com a sedução chinesa forte sobre países da África Ocidental.

FABIO MAX MARSCHNER MAYER

Não apenas o conflito entre China e EUA, mas o nacionalismo que resolveu reaparecer depois de quase 80 anos, a polarização ideológica que não é exclusividade do Brasil e um sem número de demandas identitárias que estão causando conflitos internos em muitos lugares. Antigamente se dizia que o barril de pólvora do mundo era o Oriente Médio, hoje em dia, há barris por toda a parte…

Hcosta

Terá pessoal para isto tudo?
E para os submarinos, navios anfíbios, etc…
É um país com 25 milhões de habitantes… Deve ser a maior marinha per capita…

Binho

Que medo da China heim….

Alex Barreto Cypriano

Quem quiser ler o documento do governo australiano sobre a expansão da sua frota, aqui:
https://news.usni.org/2024/02/21/report-on-royal-australian-navy-surface-fleet-expansion

Last edited 1 mês atrás by Alex Barreto Cypriano
Abner

Pensei que a Austrália tinha Porta Helicópteros também.

Alex Barreto Cypriano

E tem. Mas os primos do BPE Juan Carlos I, os LHDs classe Canberra, não são combatentes de superficie…