O acordo permitirá o acesso a financiamento britânico (UKEF) e apoiará negócios na área de defesa no valor de até 1 bilhão de libras, contribuindo com o compromisso do Presidente Lula de modernizar a base industrial do Brasil

Durante evento dos Ministros de Relações Exteriores do G20, no Rio de Janeiro, o Ministro de Relações Exteriores do Governo Britânico, Lord David Cameron, encontrou-se com o Ministro de Relações Exteriores Brasileiro, Mauro Vieira para falar sobre como o sistema multilateral pode responder aos principais desafios globais.

Eles assinaram um Termo de Implementação do Acordo de Colaboração em Defesa, que permitirá o acesso à UK Export Finance (Agência de Crédito à Exportação do Governo do Reino Unido) e apoiará os negócios no setor de defesa no valor de até 1 bilhão de libras, contribuindo com a visão do Presidente Lula de desenvolver a base industrial de defesa do Brasil e revitalizar a indústria de construção naval do país.

David Cameron visitou o NAM Atlântico, ex-HMS Ocean

O Reino Unido reafirmou a prioridade da Presidência do G20 do Brasil sobre a reforma da governança global e quer trabalhar em estreita colaboração com o país na reforma das instituições multilaterais. O Reino Unido continua a apoiar o Brasil a ter um assento permanente no Conselho de Segurança da ONU.

Os ministros também discutiram sobre o conflito em Gaza e concordaram com a necessidade urgente para que Israel permita a entrada de mais ajuda em Gaza. O Ministro Cameron apresentou também o plano do Reino Unido para uma pausa imediata para permitir a entrada de ajuda e a saída dos reféns e, em seguida, avançar para um cessar-fogo permanente e sustentável, sem um regresso à destruição, aos combates e à perda de vidas.

Falaram ainda sobre a invasão ilegal da Rússia na Ucrânia, enfatizando o impacto humano devastador da guerra e a importância da perspectiva do Brasil no cenário mundial para a construção da paz. Os dois países continuarão a empenhar-se para alcançar esse objetivo.

FONTE: www.diplomaciabusiness.com

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Inhotep

EDITADO:
COMENTARISTA BLOQUEADO.

Camargoer.

Caro. Este tipo de financiamento serve apenas para produtos novos. O valor de uma FCT é da ordem de US$ 500 milhões. O valor do crédito é de cerca de US$ 1 bilhão (aproximado, porque está em libras). Isso significa duas fragatas simitares ás FCT, mas isso não faz sentido, já que existe o estaleiro no Brasil fazendo isso, ou apenas um navio de combate mais pesado, no limote de 6~7 mil ton. Faz mais sentido pensar que esta linha de crédito servirá para a aquisição de sistemas de armas ingleses para equipar as forças armadas. Podem ser os sensores… Read more »

Moriah

US$ 1,267 bilhão

Camargoer.

Olá Moriah. Obrigado pela conversão.Valeu,

Samuel Asafe

Será que dava pra levar um Type 45 pra casa? Imagina só. 1 grupo de batalha composto pelo atlântico, 2 Tamandarés, 1 Type 45 e 1 navio de apoio. Com um Riachuelo a distância. Dava pra dar um trabalhozinho pra grande parte das marinhas do mundo, ou eu tô maluco?

RSmith

Não creio que esse valor seja para a compra de navios usados, muito menos novos, o mais provável é que seja credito para garantir o pagamento dos equipamentos já encomendados para as Fragatas Tamandaré, tipo radares, o SAM Seaceptor, dentre outras coisas…

Camargoer.

Crédito para exportação é sempre para venda de produtos novos. Ainda que algum banco privado possa financiar uma compra de material de segunda mão, geralmente este tipo de negociação é feita governo-governo. Até o FMS é um contrato governo-governo. Esta linha de financiamento poderá ser usado para adquirir componentes para as FCT, assim como comprar componentes para reequipar outros navios. Poderá ser usado para empresas privadas importarem componentes e sistemas para outros equipamentos. Poderá até ser usado para comprar componentes para as NaPa500Br, por exemplo. É mais ou menos como a linha de financiamento do BNDES para exportação de produtos… Read more »

Fernando Vidal

Mas nesse caso se já estão no orçamento com suas fontes e programação financeira definida desde a assinatura do contrato. No governo não se assina contrato sem fonte de recurso definido. Lembra o caso dos Gripens primeiro acerta o financiamento depois assina o contrato… Acredito que estes sistemas já estão contratados em fase de entrega, pois caso contrário o cronograma das Tamandaré foi para o espaço. Além disso a notícia se refere a sistemas navais e não sistemas de comando e controle, ou sistemas de armas… Pode ser até novos navios varredores, um navio tanque novo, etc… afinal a MB… Read more »

Camargoer.

Então… a BID destaca que a aquisição de material de defesa deve ser nacional ou nacionalizado prioritariamente.

Navios de combate são equipamentos que podem ser construídos no Brasil com nacionalização entre 35~45%, dependendo o modelo.

Novos navios para a MB continuarão sendo construídos no Brasil, seja em Itajaí ou em outro estaleiro.

Linhas de financiamento são usadas para exportação de produtos novos, sejam equipamentos completos ou componentes.

US$ 1,2 bilhão é bastante dinheiro, mas pode ser pouco dependendo a intensidade de comércio entre os dois países. Geralmente, uma vez que os contratos atingem o teto, é aberto um novo crédito.

Fernando Vidal

Acredito que estes sistemas já estejam no contrato das Fragatas Tamandaré e portanto no orçamento da União cujas fontes necessariamente já estão previstas,pois caso contrário o mesmo não seria aprovado. Por isso penso que está linha de crédito seja para novas aquisições. Além disso considerando o cronograma das fragatas Tamandaré os seus sensores e sistemas de armas já devem estar contratados. E por fim a matéria se refere a sistemas navais e não sistemas de armas ou comando e controle… Enfim pura dedução mas prefiro imaginar que o governo tenha se atentado para a penúria da esquadra e solicitado apóio… Read more »

Paulo Sollo

Deixando claro que não tenho políticos e partidos de estimação, é inegável o excelente trabalho que a política externa do atual governo vem fazendo desde os primeiros dias de governo. Muito diferente daquela época das trevas de isolamento e repúdio mundial na qual o finado desgoverno nos atirou, o Brasil agora é recebido de braços abertos em qualquer lugar e tem colecionado um após o outro uma, série de acordos muito vantajosos para nós. Os caras sabem trabalhar. Nem mesmo as justas e corajosas declarações do nosso Presidente contra o bando de genocidas que está no poder em Israel abalou… Read more »

Leandro Costa

“Justas e corajosas?” Mais para “despreparado, lunático e criminoso.” Típico de alguém que não tem qualquer tato diplomático, conhecimento histórico ou mesmo contato com a realidade. Foram declarações danosas que prejudicaram sim nossa imagem. Enquanto isso todo o resto nos vê como um ‘meio’ para atingir um fim, e por isso houve ‘vista grossa.’ A América do Sul hoje está em uma encruzilhada, ficando entre caminhos e pressões opostas. Ou você acha que caras como Blinken e Cameron disseram as mesmas coisas que Lavrov à toa, já que eles tem visões de Mundo e objetivos totalmente opostos? Estão ambos tentando… Read more »

Paulo Sollo

Discordo radicalmente de seus pontos de vista.

Leandro Costa

Direito seu. Ainda bem que o temos.

Helio

Visão desassistida de razão e do ponto de vista da realidade não passa de uma bobagem. Como deve agir um grande estadista diante de tragédias (Rússia-Ucrânia, Israel-Palestina) se não oferecer saídas e denunciá-las. Calar, consentir perdas aviltantes, desumanas, a troco de de deter simpatias locais ou internacionais da extrema-direita não parece ser digno de um homem com história tão grande da opção pelo diálogo, quem sempre defendeu a bandeira da paz.

Yuri Matos

Parabéns, não conseguiria ser tão educado na resposta!

Leandro Costa

Desconheço um grande estadista que fale de maneira com que suas palavras sejam consideradas uma ofensiva afronta, e sendo assim contraprodutivo em relação à sua declarada intenção, ao invés de utilizar uma forma mais diplomática, que consiga de forma efetiva transmitir sua preocupação e repúdio à qualquer determinado ato. Um grande estadista teria sido diplomático, tentado uma aproximação sóbria, contendo opções de intermediação de conflito, tentando oferecer formas de tornar o seu intento (a cessação de hostilidades em Gaza, nesse caso) uma realidade. O que foi feito pelo ‘estadista’ em questão foi antagonizar a parte mais forte do conflito, fazendo… Read more »

Alexandre

Caro, você e qualquer um pode falar o que bem entender, mas nada vai mudar o fato de que o presidente Luis Inácio Lula da Silva falou uma verdade insofismável ( como bem disse Pepe ), uma verdade nescessária no momento nescessário! O Estado de Israel tem agido de forma criminosa e injustificável! Quem está desrespeitando TODA comunidade internacional e se negado a recorrer a diplomacia é o Estado de Israel! O presidente Luis Inácio Lula da Silva está simplesmente denunciando as atrocidades do Estado de Israel! Isso além de ser um fato é uma verdade que a História da… Read more »

Leandro Costa

Alexandre, para finalizar, antes que recebamos outro puxão de orelha da moderação por estarmos realmente já nos desviando bastante do assunto, o que não é legal. O que você e o outro colega não entendeu, é que simplesmente não importa se o presidente falou verdade (o que não foi o caso), se foi mentira, se foi uma linda estória de ficção científica ou uma piada de bom ou mal gosto. O que importa é como se passa a mensagem. E a forma como se passa a mensagem é tão importante, dentro da diplomacia, quanto seu conteúdo. Via de regra, quando… Read more »

Carlos

Desculpa-me discordar, porque existe uma questão de que ninguém fala. A quem importa mais um número elevado de mártires, e a quem não importa muito o número de mártires? No fim são os palestinos a perder, seja qual for o interesse, por isso tomar posição é completamente irrealista.

João Moita Jr

O que acontece na Palestina é um genocidio. Politicagens de lado, não há como apoiar aquilo.

Fernando

Perfeito.

Yuri Matos

___

COMENTÁRIO APAGADO. LEIAM OS AVISOS ANTERIORES DOS EDITORES

João Moita Jr

Com raríssimas exceções, América do Sul, e especialmente o Brasil estão aonde sempre estiveram, e sempre estarão. Ou seja, no quintal do Tio Sam. Não se o preocupe não, por aí só manda quem a facção democrata ou republicana autorize. E assim continuará sendo, por o último estadista brasileiro de verdade foi Getúlio Vargas.
Aliás, não foi for aí por exemplo, um tal_______
_________

COMENTÁRIO EDITADO. CONTINUAM INSISTINDO EM DESVIAR O DEBATE PARA A DISPUTA POLÍTICA E PARTIDÁRIA. ISSO NÃO VAI ACABAR BEM.
LEIAM AS REGRAS DO BLOG:
https://www.naval.com.br/blog/home/regras-de-conduta-para-comentarios/

Leandro Costa

Acho sua generalização mucho loca, Moita. Há um fundo de verdade sim, mas bons exemplos de que não é bem por aí. Leia sobre Geisel, por exemplo.

João Moita Jr

Ernesto Geisel, grande brasileiro. Não foi ele que se negou a mandar sargentos brasileiros como instrutores na Angola?

Leandro Costa

Não sei, mas foi ele quem ‘rompeu’ com os EUA e investiu pesado em tecnologia nuclear, à contragosto de Washington, fazendo acordo de tecnologia nuclear com a Alemanha. Geisel exerceu uma política externa pragmática.

E ele não foi o único. Tivemos exemplos tanto de maior pragmatismo em alguns pontos e maior alinhamento em outros pontos.

Fernando Vidal

Por favor me desculpem o Off Topic! Mas Geisel representava apenas a elite e o corporativismo de caserna brasileiro que mandava no país na epoca. Estava longe de ser um líder legítimo do nosso país. Independente das escolhas e ações que tenha feito no poder. O regime de 64 seria respeitado se houvesse restaurado a democracia brasileira de imediato e permanecido no poder o tempo suficiente para estabilizar o país . Ao invés disso optaram por se prolongar no poder só saindo quando já não possuíam nenhum apoio interno ou externo, e deixando para trás um país endividado, uma inflação… Read more »

Leandro Costa

Fernando, sua opinião sobre isso é totalmente irrelevante em relação ao que estávamos debatendo antes. Se era um líder legítimo ou não, se ele contribuiu para o aumento da violência ou não, se sua política econômica fora eficiente ou não, se suas políticas sociais eram boas ou não, não fazem a menor diferença quando estamos dentro de um contexto de política externa.

E nisso, Geisel acertou.

No mais, concordo e também discordo de muito do que escreveu.

Sequim

O Brasil é grande demais pra caber no quintal de alguém caro ex-brasileiro patriota americano.

Fernando

Danosas mesmas foram as açoes do governo anterior, que isolou o nosso pais do resto do mundo.

Pedro Moura

Imagina se tivesse.

Kommander

Na maioria das vezes concordo contigo, mas dessa vez, só falastes abobrinhas.

Paulo Sollo

Ao dizer que “só falastes abobrinhas”, se fosse uma opinião minha cima de informações técnicas erradas, isto teria sentido, mas como se trata de um ponto de vista pessoal meu sobre fatos ocorridos na atuação do Governo Brasileiro em sua política externa, seu julgamento demonstra uma posição arrogante de alguém que julga que o seu ponto de vista pessoal é a verdade absoluta.

Reforço aqui tudo o que eu disse acima sem tirar uma vírgula.
Avante Brasil!!!

Luís Henrique

Se essa porcaria de comentário que defende o governo que acabou de comparar o governo de Israel e sua guerra contra os terroristas do Hamas de ser igual ao que os nazistas fizeram no holocausto, não for apagado, então deixa o meu também. Porque só nessa porcaria de país que um condenado deixa a prisão para assumir a cadeira e ainda é idolatrado pela massa. AVISO DOS EDITORES: NÃO USEM O ESPAÇO DE COMENTÁRIOS PARA PROSELITISMO POLÍTICO. ESSA DISCUSSÃO TERMINA AQUI. SE INSISTIREM OS COMENTÁRIOS SERÃO APAGADOS POIS A DISPUTA POLÍTICA ENTRE DEFENSORES DESTE OU DAQUELE GOVERNO NÃO É OBJETIVO… Read more »

Yuri Matos

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COMENTÁRIO APAGADO. LEIAM OS AVISOS ANTERIORES DOS EDITORES

Alexandre

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COMENTÁRIO APAGADO. LEIAM OS AVISOS ANTERIORES DOS EDITORES

Santamariense

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COMENTÁRIO APAGADO. LEIAM OS AVISOS ANTERIORES DOS EDITORES.

Samuel Asafe

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COMENTÁRIO APAGADO. LEIAM OS AVISOS ANTERIORES DOS EDITORES.

Heinz

Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk kkkk só rindo mesmo

Macgaren

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COMENTÁRIO APAGADO. LEIAM OS AVISOS ANTERIORES DOS EDITORES.

Joelson

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COMENTÁRIO APAGADO. LEIAM OS AVISOS ANTERIORES DOS EDITORES.

Burgos

Só não pode Construir ou fornecer navios que podem se tornar as “Rainhas do Cais”, como no Reino Unido.
Entendedores, entenderão 😏

Rui Mendes

Rainhas do cais????
Os navios do Reino-Unido, correm mundo, tirando EUA, Rússia e França, não estou a ver quem navegue mais.

Vinicius Soares

Navegue mais?? Já viu a disponibilidade da Royal Navy?? Os problemas infindáveis das Type 45??

Moriah

Arrowhead A140 com Sea Ceaptor, Mansup e Sea Snake. Com R$ 6,33 bilhões compro 4 dessas Babcock?

Leandro Costa

Melhor usar a grana para tapar aquele buraco que está faltando na Engeprom para a conclusão das Tamandaré e/ou já pedir mais duas.

Camargoer.

Leandro São coisas diferentes. O crédito inglês é para importação de produtos de defesa pelo Brasil. É mas ou menos com o BNDES faz para a esportação de produtos brasileiros. Isso pode ser usado tanto para compras diretas do governo federal quanto para empresas brasileiras importarem componentes para a frabricação de produtos no Brasil, incluindo assentos para os caças, avônicos, sistemas de comunicação e sensores, etc.

Leandro Costa

Se você tirar o valor do orçamento atual da Engeprom que englobe os sistemas e armamentos ingleses dos navios das Tamandaré, talvez a conta feche. Assim usa-se esse financiamento para a aquisição desses sistemas. Pelo menos na minha cabeça pode ser bem útil, mas claro que seria necessário investigar se isso seria contratualmente possível.

Moriah

faça-se outro contrato, é plausível outro programa que envolva navios britânicos (da Babock) para recompor a frota e, como a situação é crítica, nem deveríamos reclamar de 2 eventuais construções no UK mesmo até se definir um estaleiro no Brasil.

Leandro Costa

Diversificar tipos de navios de combate em tempos de vacas magras não é uma boa. Melhor deixar a manutenção o mais uniforme possível. Quem sabe no futuro. Existem diversas formas de utilizarmos financiamentos assim. Que inclusive não precisam englobar apenas a Marinha.

Moriah

Exatamente, A140 até combina com A140 Atlântico, inglês, visita britânica, rsrs olha as coincidências…

Moriah

Ixi, nem lembra disso kkkk melhor pegar essa grana de outro lugar para não misturar os canais

Andromeda1016

Saiu da União Europeia e agora está tendo de correr atrás do prejuízo financeiro e estratégico que isso lhe causou.

Alex Barreto Cypriano

Falou em crédito, logo todos se põem a pensar no que poderiam gastar sem sequer pensar no prazo de quitação ou no serviço da dívida (juros). Sabem que isso é a característica de consumidores compulsivos?
Olha o Cameron aí, gente: Ferreira Netto dizia que gente assim nunca leva tombo, só muda de poleiro. Regra universal, parece, 😀

Last edited 1 mês atrás by Alex Barreto Cypriano
Esteves

Depois de alemão faz navio bom, chegou a hora do inglês.

Willber Rodrigues

Aproveita que a Inglaterra “parece” estar de boa vontade conosco, e pergunta pra eles quando eles váo liberar o Wave Ruller pra que a gente o compre e, se possível, se eles podem nos vender alguns caça-minas em bom estado num precinho camarada….

Moriah

esquece Wave… devemos pensar nas escoltas. mas, se for uma contrapartida, que venha o petroleiro.

Willber Rodrigues

Negativo. Navios de abastecimento logístico é uma das (muitas ) áreas aonde a MB tem carência. Esse Wave Ruller cairia como uma luva pra MB.

Moriah

é grande demais

Heinz

Eu compraria os dois

Skyme

Como coloca foto de perfil? Queria colocar no meu perfil, por favor me ajuda

Alexandre Galante

Vá no site gravatar.com crie um perfil lá com foto usando o mesmo e-mail que usa para comentar aqui.

Felipe Morais

acho que esse bonde passou.
A conjuntura mudou e não acho que persista o interesse dos britânicos de se desfazer de ativos de sua frota, apesar dos problemas que estavam enfrentando e enfrentam com os custos.

Maurício.

David Cameron visitou o Atlântico, sei não, acho que ele trouxe os Phalanx junto na viagem…
* É só uma pequena provocação, não levem para o coração! Rsrsrs

Esteves

“reforma das instituições multilaterais.”

São ações de aconselhamento. Vão aconselhar a MB à desistir dessa tolice de protótipo de submarino nuclear de tecnologia dos anos 1980 ao custo de 100 bilhões e entrar no AUKUS.

Perfeito.

Sequim

Comprar os 2 Waves e os 2 navios de desembarque que estão para ser descomissionados da Royal Navy. Seriam mais 4 excelentes navios para a MB.

Moriah

e as escoltas?

Sequim

Estão sendo construídas em Itajaí/SC.

Camargoer.

4 delas.

Souto

Boa tarde amigo Camargo vc sabe se a construção das 4 Tamandaré está garantida?

Camargoer.

Geralmente eu digo que existem as coisas impossíveis e possíveis. Entre as possíveis existem as prováveis e improváveis. Considerando que existe um contrato para a construção de 4 FCT, que existem recursos (mesmo com as notícias sobre a necessidade de um novo aporte) e que as duas primeiras duas FCT foram iniciadas, acredito que o cancelamento do contrato das quatro primeiras FCT é improvável. O futuro é aberto. Há menos incerteza nas decisões a curto prazo e há maior incerteza noas decisões a longo prazo. Muita gente disse que seriam cancelados dois dos quatro submarinos. Ainda há quem diga que… Read more »

Luís Henrique

Acho que é somente a possibilidade de um financiamento.
Mas bem que poderia ser usado para adquirir 2 Fragatas para a MB.

2 Fragatas da Babcock novas e 4 Type 23 de brinde. rss

Moriah

Sim, menos as T23 de brinde, pq nenhuma delas chegará aqui em condições boas.

Helio

Obviamente que o UK está financiando a sua, hoje decadente, indústria militar. Entretanto, isso poderá ser um bom ou mau negócio a depender das condições concordadas. Transferência de tecnologia, restrições de vendas futuras, condições compensatórias pedidas por eles etc.
O que o UK oferece é praticado no mundo, todavia a extrema-direita brasileira fica furiosa quando o governo progressista brasileiro faz o mesmo com intuito de abrir e cativar mercados – disputado geopoliticamente a ferro e fogo e as guerras são o fogo dessa disputa – nos mercados que consegue atuar em condição competitiva atualmente.

adriano Madureira

Acho que a MB poderia ser bem estruturada, ao invés de gastar dezenas de milhares de dólares em navios grandes , poderia muito bem produzir navios de menor porte mas bem armados.

Claro que navios de águas azuis são necessário, para atuarem pelo nosso grande litoral ou bem além da nossa ZEE, e até mesmo exercícios internacionais ou missões como a UNIFIL.

mas acho que investir em navios litorâneos deveriam também ser prioridade, e como disse: navios bem armados.

comment image

Fernando Vidal

Essa linha de crédito seria muito bem usada se fosse destinada a aquisição de um par de Fragatas pesadas de 5000 ton. da classe Type 31 para complementar as nossas Fragatas Leves classe Tamandaré. Ainda mais se viesse “de troco” um dos +q necessários navios tanques classe Wave…