Na CREDN, Comandante da Marinha anuncia: 50% da Esquadra já desmobilizada e mais 40% até 2028

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O ministro da Defesa, José Mucio Monteiro, esteve ontem com os comandantes das Forças Armadas na reunião da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional (CREDN).

Durante a reunião, o Comandante da Marinha, Almirante de Esquadra Marcos Sampaio Olsen, assinalou que, “nos últimos 20 anos, a esquadra desmobilizou 50% dos seus meios e até 2028, mais 40% serão desmobilizados dos 50% que sobraram”.

Olsen salientou que a indústria naval do Brasil já foi a segunda do mundo e que apenas o projeto dos submarinos atualmente em construção emprega em torno de 63 mil pessoas e envolve 700 empresas.

O Comandante da Marinha também disse que o Brasil é a nona economia do mundo, mas a 25ª em defesa marítima. “Me surpreende ver a Rússia como o 11º PIB, sustentando um conflito há dois anos e meio e mantendo todos os programas estratégicos que tem, seja no espaço, no Ártico, na pesquisa”, exemplificou.

Abaixo, destacamos alguns slides da apresentação do Comandante da Marinha:

SAIBA MAIS:

Ministro da Defesa pede ajuda e propõe novas relações com a CREDN

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Gabriel Oliveira Batista

Opinião ímpopular,já que tá difícil fazer nacional a um custo plausivel atualmente e porque não deixamos o orgulho de lado e sejamos pragmáticos?

Camargoer.

Caro. A produção nacional de meios navais de projetos estrangeiros otimizados é o mais pragmáticos que se pode pensar. Supondo um índice de nacionalização de 40%, isso significa que 40% dos gastos são feitos em moeda nacional. Isso significa que este valor continua circulando na economia gerando demanda no setor produtivo ligados diretamente ou indiretamente com o projeto. Já mostrei que um índice de nacionalização de 40% representa um retorno fiscal de 25% do valor do projeto. Isso significa que a produção nacional de meios navais representa um valor 25% abaixo do que seria a compra direta. Já apresentei estas… Read more »

Rafael Coimbra

Apresentou aqui? Qual objetivo?

comenteiro

Fomentar a discussão?

Camargoer.

Olá Rafa. Mais ou menos, seguindo o ciclo lunar, alguém comenta que seria mais barato comprar navios prontos fabricados em estaleiros estrangeiros porque seria mais barato, seja na discussão sobre submarinos ou sobre as FCT. Nas primeiras vezes mostrei, do modo mais pedagógico que pude fazer, como as contas indicam o contrário. Mostrei que todo país que tem uma base industrial tem vantagens econômicas quando escolhe construir localmente navios de combate, como no caso das FCT, no caso em que os níveis de nacionalização ficarem no na faixa superior a 35%. Quem teve paciência de ler e refazer as contas… Read more »

GuiBeck

Prezado, isso aí é na teoria. Na prática, se mostrou caro e ineficiente. Afunda a marinha em programas intermináveis, de poucas unidades, caros por causa de TOT que no frigir dos ovos não serve pra nada, porque não se constroi nada além daquelas meia meia dúzia contratadas, e por aí vai. Acho teu raciocínio um pouco desconectado da realidade, se me permite (mas respeito.. hehehe) ab

Camargoer.

Então… há um estudo da marinha chilena (que foi tema de uma matéria aqui no PN) que chega á mesma conclusão sobre a construção de meios navais localmente. Também é comum lermos que outras marinhas de países que possuem uma base industrial optarem pela construção doméstica. Não existe razão objetiva para ser diferente no Brasil. O impacto sobre a economia e sobre o setor industrial é proporcional ao núimero de meios construídos. Se for construído um navio (como no caso do navio de apoio polar), o impacto será proporcional ao valor do índice de nacionalização. Se forem construídos quatro navios… Read more »

GuiBeck

Agradeço a resposta. Não há dúvidas sobre o que escreveste, a questão é a realidade nacional.. infelizmente. Saudações

bartolomeu

Seus argumentos são bons se….o produto final for entregue! E muitas vezes não o são ou tem acréscimos financeiros. E o custo operacional dos atrasos?

Last edited 1 mês atrás by bartolomeu
Camargoer.

Olá Bart. Custo operacional da base industrial ou da operação dos meios? Se for a operação dos meios, isso depende da complexidade e das características dos meios construídos. Agora, sobre o custo operacional da base industrial, isso depende do que se faz dela. Uma infraestrutura industrial ociosa perde a viabilidade econômica a médio e longo prazo, seja um estaleiro ou uma fábrica de panelas. Um projeto pode ou não ter acréscimo financeiro, seja ele feito no Brasil ou em qualquer lugar, isso em qualquer setor. O programa do F35 nos EUA é um bom exemplo, assim como está acontecendo com… Read more »

Paulo Sollo

Caro Camargoer, o problema é que na pratica o retorno fiscal é anulado devido a este velho tipo de vício arraigado:

https://www.naval.com.br/blog/2015/08/07/tcu-detecta-sobrepreco-de-r-406-milhoes-em-construcao-de-base-naval-e-estaleiro/

Camargoer.

Então… supondo um nível de nacionalização de 40%, sendo metade disso em salários de empregos diretos e 20% em encomendas de bens e serviços, isso significa que, em um primeiro momento, estes recursos geram impacto no PIB e na geração de impostos (inclusive contribuição previdenciária). Como as encomendas de bens e serviços também geram empregos e outras encomendas, isso tem um efeito no PIB e na arrecadação. O recurso pago em salários também irá gerar demanda de consumo que, por sua vez, demandam mais empregos… etc… isso cria uma série convergente, a qual pode ser calculada, mesmo de modo simplificado,… Read more »

marcus mendes

Taxa de Juros de Longo Prazo do Japão são atualizados por mês, com uma média de 0.93 % por ano.
O brasil escolhe um projeto japonês de fragata, trativas entre governos,contrata 30 unidades financia em 25 anos juros fixos. Dez unidades construídas nos estaleiros do Brasil, 20 unidades construídas no Japão.

TeoB

onde assino? já comentei em outro post… 4 a 6 corvetas de 2 mil toneladas, básicas pra carregar o piano…. compra de prateleira mesmo, bofors igual da Tamandaré, um segundo canhão menor, 4 mansup, 4 torpedos, lançadores óctuplos mk29 RIM 162. radar e sonar básicos e fechou… coloca na função de patrulha oceânica (já que não temos patrulhas) vamos ter tripulação com expertise nessas armas e doutrinas, navios baratos e volume que tanto precisamos. se encomendar hoje la na Koreia ano que vem já pode ir buscar… não gastaria dinheiro em patrulhas oceanos de 1800 toneladas sem armas! não faz… Read more »

Carvalho2008

Isto aí é a proposta do Mestre Vovosao….sobre as Abukumas Japonesas…

Burgos

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Elas estão no cais esperando por um dono ⚓️

Burgos

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Único inconveniente é que não tem convoo, mas não é fator impeditivo

Dalton

Não é o único inconveniente, os navios já tem mais de 30 anos mesmo que adquiridas chegariam aqui com 34 anos em média e a Marinha já declarou que não tem interesse em combatentes com mais de 30 anos. . Não vejo a Marinha investindo em “ASRoc” e “Phalanx” – ainda mais para navios que durariam pouco – este último tornou-se um enfeite no “Mattoso Maia” porque não se quis ou não valia a pena investir nele seria único, então se teria um canhão de 76 mm e os “Harpoon” substituídos por 2/4 “Exocet. . A Marinha precisará de navios… Read more »

Burgos

Só uma observação Dalton !!!
A classe Niterói tem mais de 50 anos de uso e uma modernização, essas aí podem ser modernizadas ou atualizadas para uma versão patrulha oceânico podendo navegar por mais uns 15/18 anos.
Mas enfim, são só suposições nada que deva ser levado a sério.
Eu a 10/15 anos atrás era favorável da aquisição das T 23 da UK.
Hoje quero ver todas elas “Canibalizadas” e entregue as “baratas” em Aliaga na Turquia 👍

Dalton

Mais de 50 ainda não Burgos 🙂 A mais antiga é de 1977, portanto com 48 anos já que se conta a idade de um navio a partir de sua incorporação e não do lançamento. . Manter um navio por mais de 50 anos como será o caso das 3 últimas classe Niterói é uma coisa, outra é adquirir navios beirando 35 anos de idade, que pouco acrescentariam ainda mais que apenas uma fração das 6 existentes seria adquirida. . Duas “OHP” com pouco menos de 30 anos teriam feito um pouco mais de sentido em 2016. . Adquirir, pagar… Read more »

Burgos

OHP na MB ?! Os Classe Garcia de um eixo e queima por alta pressão das caldeiras foram a maior dor de Kbeça da história na MB. Ainda mais sendo turbina/turbina as OHP na MB também não iriam vingar 👀 A MB fez bem ter corrido disso !!! E vc está esquecendo de outra coisa a Marinha Japonesa é muito criteriosa com a manutenção dos seus meios esses navios ainda estão manutenidos e muito bem conservados, mas infelizmente muitos não pensam assim 🤷‍♂️. Como falei anteriormente, são somente suposições nada que seja uma alternativa emergencial, pois a escalada da violência… Read more »

Dalton

Seriam apenas duas Burgos que permitiriam no mínimo já se ter dado baixa na “Rademaker” e na “Constituição” e se o Paquistão consegue manter uma única “OHP” adquirida com 30 anos e que continua na ativa com cerca de 44 hoje a Marinha também conseguiria e o “Pará” permaneceu em serviço por 19 anos apesar de toda a “dor de Kbeça” que aliás todo navio “velho” dá. . Os japoneses só meio que recentemente estão usando mais seus navios e submarinos pois se dava baixa neles relativamente cedo evitando-se maiores revitalizações, mas, números são importantes então passaram a usar até… Read more »

Burgos

Pois é !!!
Infelizmente se for ver por esse ângulo País aliado nenhum vão vender pra gente algo com 15/20 anos de uso.
Na atual conjuntura, com a subida da escalada da violência mundial, digamos assim, ninguém tá ajudando ninguém, Lamentável 😞

Last edited 29 dias atrás by Burgos
marcus mendes

Taxa de Juros de Longo Prazo do Japão são atualizados por mês, com uma média de 0.93 % por ano.
O brasil escolhe um projeto japonês de fragata, trativas entre governos,contrata 30 unidades financia em 25 anos juros fixos. Dez unidades construídas nos estaleiros do Brasil, 20 unidades construídas no Japão.

Mauricio Autorino Veiga

Tudo o que você falou faz sentido e foi dito antes inúmeras vezes mas nós não temos outra opção, precisamos de compras de prateleira o mais rápido possível ou o Subnuc não irá acontecer!!! Nossa frota será uma combinação de meios novos e usados não tem outra solução…

Dalton

Mesmo “compra de prateleira” tem que ser criteriosa, não se pode adquirir qualquer coisa e não há muita coisa boa de segunda mão no mercado.
.
Meu palpite para o fim da década são 4 Tamandarés, as 3 Niteróis mais novas e a Barroso, mantendo-se o número atual de 8 “escoltas” só que mais capazes já que a “Rademaker” nem mesmo tem seus principal sistemas de armas operante há anos e a “Constituição” ganhou uns poucos anos mais para cumprir missões limitadas.

marcus mendes

Taxa de Juros de Longo Prazo do Japão são atualizados por mês, com uma média de 0.93 % por ano.
O brasil escolhe um projeto japonês de fragata, trativas entre governos,contrata 30 unidades financia em 25 anos juros fixos. Dez unidades construídas nos estaleiros do Brasil, 20 unidades construídas no Japão.

Augusto José de Souza

Será que tem como virem para a MB? Além de dinheiro creio a posição do Brasil na geopolítica influência o Japão a ceder ou não seus navios usados ao Brasil.

ln(0)

Pode ser a própria A-100 da ThyssenKrupp, é a versão menor da Tamandaré. Aproveita o estaleiro e toda a cadeia logística já instalada.

Willber Rodrigues

Pragmatismo deveria começar nas “cabeças pensantes” do almirantado e do pessoal com estrelas nos ombros da MB.

Se nem eles fazem isso, porque o resto deveria fazer?

Wellington R. Soares

Em minha visão valeria a pena a produção nacional se houvesse continuidade.
Pagamos transferência de tecnologias dos Tupi, agora já estamos pagando dos Scorpenes, daqui 30 anos será outra..
Fragata Niterói mesma coisa.
Os Gripens serão uma fortuna e sinto muito, não vai passar de 40 unidades.
Avibras falida, não tem demanda….
Sei lá, Brasil deveria comprar fragatas, caças e outros equipamentos complexos de prateleira.
Aí produzir localmente os mais “faceis”, como os Guarani, Imbel, Navios Patrulhas, Super Tucano, etc…

João

O problema é q “sempre” nos escoramos e compramos baixas da OTAN, q ainda substituíam navios q davam pra ser muito utilizados.
Com o fim da. Guerra Fria, eles usam até o osso, e não tá fácil comprar assim.
Aí vai pros ganhos diretos e indiretos x custos de se fazer aqui, ou comprar novos de fora.

Kommander

Até que enfim alguém pra falar umas verdades.

Satyricon

Nada de desespero!

Afinal, dentro de uma década (ou mais) teremos nosso novíssimo submarino nuclear!

NÃO existe almoço grátis.
Essa foi a escolha que a MB fez. Sacrificar a frota de superfície em prol de um “sonho”.
Agora, que pare de reclamar, e viva com a decisão que tomou.
Ou então mude de curso.

Kommander

Submarino nuclear que não pode realizar ataques nucleares ou de mísseis balísticos. Pra mim, é o mesmo que nada. Rsrs

Dalton

O HMS Conqueror discordaria de você 🙂

Fernando Vieira

“Me surpreende ver a Rússia como o 11º PIB, sustentando um conflito há dois anos e meio e mantendo todos os programas estratégicos que tem (…)” Tenho certeza que o almirante sabe como a Rússia faz isso. A Rússia é uma ditadura, Putin gasta o dinheiro russo onde ele quiser e não precisa dar satisfação a ninguém sobre isso. Se alguém perguntar, essa pessoa acaba caindo pela janela. Além disso, as sanções do ocidente são para inglês ver porque o gás e o diesel russo continuam aquecendo e movendo muita gente pelo mundo. O Brasil é uma democracia e existe… Read more »

Allan Lemos

De novo essa ladainha, meu caro, o Brasil tem um orçamento militar equiparável aos da Austrália e Israel, em alguns casos até maior.

Longe de mim querer defender político, mas o fato é que nesse caso específico, o principal eles já fazem, que é liberar o faz-me-rir.

Agora, se tem almirante querendo manter uma marinha de 70k homens, então a culpa não é da classe política, a não ser que seja omissiva, já que há tempos deveriam ter imposto uma redução radical no efetivo da FAB e da MB.

Então —— EDITADO ——

Felipe Augusto Batista

Embora eu concorde que o efetivo é inchado, eu não acredito que a redução do efetivo vá gerar aumento dos investimentos, basta ver os gráficos acima que tanto o dinheiro quanto o efetivo estão com tendencia decrescente. Se a marinha ou o congresso decidissem hoje cortar 50% do efetivo, amanhã mesmo 50% da verba seria contingenciada e no próximo orçamento eliminada de vez. É o mesmo motivo que acredito a MB demorou tanto tempo a aposentar o São Paulo, concordem ou não com esta necessidade, a MB pretendia ter um navio aeródromo, mas eles sabiam que no minuto que aposentassem… Read more »

Fernando Vieira

A redução de efetivo só surtirá efeito no longuíssimo prazo. Os militares que passam para a reserva, mesmo que não sejam substituído por novos, ainda geram despesas pois eles recebem aposentadorias. Até onde sei as Forças Armadas não possuem um PDV onde militares podem deixar as forças sendo indenizados mas sem pensão.

Um Capitão de Mar e Guerra que se aposenta continuará dando despesa para a Marinha até seu falecimento. Isso não está errado, ele teve uma carreira e merece aposentadoria. Por isso só reduzir o efetivo dessa forma não basta. A menos que façam o citado PDV.

Marcos

Porque não fechamos as escolas de formação até terminar o mandato deste governo…. isso iria acabar com essa despesa absurda
E colocarmos meio expediente geral em todas unidades…fechassemos o rancho isso seria uma economia astronômica e se isso fosse feito no exército e aeronáutica….
Podemos fazer acordos de antecipação de reforma aposentadoria para quem já tiver 50% do tempo de serviço concluído

O Brasil não precisa de forças armadas
Somos um país harmônico…
E serviço militar não deveria ser obrigatório…
Estamos gastando absurdos de dinheiro do contribuinte pra nada.

Carlos Góes

Pensar desta forma chega a ser infantil. Para esta utopia funcionar, então nenhum pais deveria ter forças armadas, pois assim não haveria nenhum tipo de ameaça a ninguém. Não existe como uma nação existir e garantir seus interesses e soberania, sem ter uma força militar. Ela se faz necessária para defender os nosso interesses, vide as interceptações aéreas da FAB nas fronteiras, a defesa das fronteiras pelo EB, já tendo até mesmo casos no passado de combates terrestres na Amazônia, ou então a apreensão de barcos ilegais de pesca em nossa costa marítima. Outro caso recente, a própria situação entre… Read more »

Last edited 1 mês atrás by Carlos Góes
Joao

Todos os países do mundo, com exceção de Costa Rica, q é defendida pelos EUA, Islândia, q é, pela OTAN, e mais alguma ilha não visualizada a olho nu, nos mapas, discordam de vc… Em 1991 e em 2001, as FARC sentiram o que é a Defesa nossa. Na década de 90-00 (pra não ficar muito óbvio, o q não se pode falar muito), um determinado país vizinho, achou melhor não assolar os brasileiros em seu território, depois de algumas unidades nossas decolarem e entrarem em Ordem de Marcha. Em Defesa e em catástrofes, a prontidão em tirar brasileiros do… Read more »

Jose Vicente Neto

A Marinha do Egito tem bem mais meios que a MB, com 30.000 militares. Foi criada um situação anti expansão de meios navais no Brasil por motivos óbvios – centrar o orçamento em despesas com pessoal, lotados em terra, por falta de meios navais.
Os comandantes não podem resolver isso, só se tivéssemos um Congresso que fosse responsável

Willber Rodrigues

Embora eu concorde 100% com o que você disse, não conxordo com essa idéia de “parecer” que as FA’s BR são uma “sociedade secreta” a margem da sociedade.
O que mais teve nos últimos anos foram a alta classe das FA’s recebendo benesses. Eles estarem fora da última Reforma da Previdência apenas mostra isso.
Então, as FA’s são tão parte do problema qua to o resto da casta política e judiciária.

Joao

Realmente é impossível imaginar que o TCU, MPM, Congresso e GF não fiscalizam as FFAA.

Sobre previdência, nem falo… essa ladainha de quem não faz conta básica.

Robson Rocha

Ao meu ver tudo está ocorrendo como planejado. Se a MB sabe da idade de seus meios naais, sabe de qual a previsão de descomissionamento de cada um deles. Se, ao longo desses 20 anos onde 50% dos meios foram descomissionados, a única novidade foi a licitação de apenas 4 corvetas que se tornaram fragatas no final da licitação. Se, ao longo desses anos, a MB reiteradas vezes disse que não iria fazer compras de oportunidade para complementar essas 4 fragatas classe Tamandaré, então está acontecendo exatamente aquilo que foi plajejado para acontecer com a esquadra.

Augusto José de Souza

Essas fragatas Tamandaré devem ter outros lotes depois dessas quatro primeiras,o negócio é manter a mão de obra e assim renovando mais rápido aos meios de superfície,os submarinos a mesma coisa,espero que venham mais lotes e não fiquem só em submarino nuclear podendo ampliar os submarinos diesel elétricos para a esquadra.

Leandro

Isso pra mim vai virar a Classe Baroso 2.0..
Necessidades demais unidades.. que serão prometidas.. porém serão canceladas por falta de improbalidade administrativa do governo.. que vai cortar gastos das FA.. pq cortar verba política perde apoio..e cortar verba social perde engajamento.. as poucas que vão ser tiradas do papel vão se arrastar em atrasos por corte de verba e a última quando entrar no mar vai precisar de uma atualizar pq vai estar “obsoleta”.

Augusto José de Souza

A primeira fragata está bem adiantada então está longe de ser uma Barroso,e outras unidades devem vir depois.

leandro

infelizmente ja existe um défice de 2 bilhões no projeto, com a desvalorização do real, aumento da inflação e o PIB patinando aos poucos vai cerceando os recursos desses projetos. a FAB teve que fazer cortes nos kc 390… o exército teve que fazer cortes nos guaraní.. e quase não conseguiu comprar o caça tanque… pq a marinha (que é a força que os meios são os mais “caros”) vai ser diferente? ja temos um porta helicopetos para manter, sem contar que em situação de combate ele precisaria mininamente de 1 ou 2 escoltas… um porta aviãoes eu entendo a… Read more »

JOAO

Infelizmente não vai rolar. Os Franceses já querem empurrar os equipamentos deles para manter ativo o estaleiro em a Itaguaí

Augusto José de Souza

Eles tem boas opções de meios navais para complementar as Tamandaré como as fragatas Belharra como navios pesados e as corvetas Gowind e ambas já ofertadas a MB e também OPVs oceânicos,mas mesmo sendo excelente construir outros meios de superfície em Itaguaí é um retrocesso ficar em quatro submarinos.

Wellington R. Soares

Caro Augusto, no passado pagamos transferência de tecnologia para produzir localmente as Niterói. Hoje estamos pagando denovo para fazer novas Fragatas.
Mesma coisa com a classe de submarinos Tupi, hoje estamos pagando para produzir localmente os Scorpenes.
Sinto muito, mas daqui 30 anos estaremos nesse mesmo processo, adquirindo uma nova transferência de tecnologia para fragatas, submarinos e caças.
Não temos demanda, Avibras praticamente falida.
Sinto muito, mas no final de toda essa gastança vai ser 4 Tamandaré, 4 Scorpene e uns 40 gripens.
Sub Nuclear eu particularmente não acredito que alguma dia chegue a navegar.

Augusto José de Souza

Gripen já existe negociação para o segundo lote,as fragatas estão bem adiantadas,o negócio é depois virem outros depois dessas quatro,agora os submarinos é um erro ficar só nesses quatro e gastar dinheiro com submarino nuclear que não é certeza se vai decolar ou não.

Jorge Knoll

Se o Brasil não destinar verbas extras, não sujeitas contingenciamento, as Forças Armadas, continuarão tendo dificuldade de manter seus meios, e muito menos renová-los, como requer, ainda mais que todos os dias vemos nova tecnologia sendo apresentada, empregada pelas outras nações.
A folha de pagamento, deveria ser suportada pelo Tesouro Nacional, e não estar inclusa no orçamento das três armas.

Josué Jürgen

O problema não são apenas verbas extras (que poderiam ter um orçamento maior), mas também são os salários altíssimos para uma FA de um país pobre.
Proporcionalmente os militares dos EUA e Alemanha ganham menos se comparados ao PIB do que no Brasil.

Rinaldo Nery

Salários altíssimos? Onde? O que é um salário altíssimo pra você? Valores. Militares dos EUA e Alemanha ganhando menos? Bebeu…

Heinz

Caro Rinaldo, acho que o salário dos americanos é muito bem pago, mais que a maioria dos países, já a Alemanha eu não sei.

Josué Jürgen

Caro Rinaldo, temos de começar a pensar não isoladamente na carreira e sim no contexto geral do país. O rendimento médio mensal do BR em 2023 foi de 2.979, segundo o IBGE. Um militar em início de carreira já ganha nesta faixa de 2k a 3k, um oficial ganha entre 10k e 20k. Para oficiais, os valores são de 3x a 6x a média do Brasil. Isto faz com que sejam entre os top 5% da população. Então, sob este olhar, os militares ganham muito bem. Também sob a perspectiva de de orçamento, o EB tem 92% em folha de… Read more »

Joao

20k? Porcentagem do orçamento, pq aqui faz parte do orçamento, desde quando acabou o fundo de pensão, gasto pra construir a capital. Porcentagem alta, pq o orçamento é baixo. Aumenta o orçamento, e a porcentagem que é fixa diminuirá. Um sargento tem a responsabilidade por um Guarani de 6 milhões, e mais seus homens, numa rotina de 87 horas por semana, por anos e anos e anos. Ou vai pra Barcelos, com 175 casos/ano de malária no vila de 70, pessoas, que ele não ficará, pois estará em operação e exercício full time. Não há nada, absolutamente nada, nas FFAA… Read more »

Joao

Outra coisa…
Brasil país podre????

O Brasil é um país roubado, roubado e roubado, que só não afunda, pq é maior q o buraco.

Joao

Altíssimos!!! Risos pra caramba….

Oficiais saindo pra ser Agente Federal e órgãos, e até técnico em Tribunal… Capitão aperfeiçoado, zero de turma indo pra TRT, como técnico….
Sargento aperfeiçoado saindo para trabalhar em prefeitura cuidando do auditório e do projetor de imagens… q no EB é um Sd q faz….

Realmente…. Altíssimo….

Allan Lemos

As verbas já existem, o que falta é a competência de seus administradores.

Matheus

Você tem razão, mas se não for investido uma grana extra, corremos o risco de descontinuidade de programas estratégicos, como o Gripen, o Prosub e as Tamandarés e perder grande parte do dinheiro investido nisso.

Willber Rodrigues

Essa “grana-extra” vive sendo necessária porque a grana “normal” é mal administrada.
Se fosse melhor administrada, não seria preciso ficar com a corda no pescoço e solicitar essa “grana-extra” a todo momento

Wellington R. Soares

Caro Matheus, mas é exatamente isso que vai acontecer, vamos perder toda essa tal de transferência de tecnologia.
Perdemos nas Fragatas Niterói, nos Submarinos Tupi…
Porque agora seria diferente ?

Augusto José de Souza

As fragatas Niterói não dá nem para dizer que houve transferência de tecnologia pois as quatro primeiras foram os ingleses que construíram por lá mesmo e mandaram para o Brasil já prontas só para navegarem e as duas últimas só foram construídas por aqui porque os ingleses não queriam mais ficar usando seus estaleiros para construir navios para outros países podendo usar para a sua própria marinha real e assim as duas últimas foram construídas no AMRJ,as fragatas Tamandaré estão sendo construídas aqui da primeira unidade até a última e outros lotes deverão ser construídos aqui. As Niterói são basicamente… Read more »

Dalton

“as duas últimas só foram construídas por aqui porque os ingleses não queriam mais ficar usando seus estaleiros para construir navios para outros países”
.
Isso não é verdade Augusto o Brasil de fato queria voltar a construir navios, além das duas Niterói aqui construídas desenvolveu-se a partir delas o NE Brasil e paralelamente as corvetas classe Inhaúma uma opção mais barata que se esperava resultaria em um número de unidades maior, mesmo assim 4 foram construídas.

Leonardo Cardeal

Verba extra? P favor não inventa!

José Luiz

Ladainha de sempre. Na década de 80, 90 sempre faltou verba. Mas a carreira militar com os benefícios de ser oficial de alta patente não é assim prejudicada. A responsabilidade dessa situação é da própria Marinha. A mentalidade do povo é dos políticos sempre foi a mesma de costas para o Mar. Cabe ao comando da Marinha fazer o melhor com as verbas que tem e não ficar se lamuriando. Desse jeito teremos muitos almirantes e apenas 4 subs e 4 a 6 fragatas

Josué Jürgen

Eu iria além, todas as 3 FAs ganham mais comparativamente do que os militares do EUA e da Alemanha.

Os caras focaram em aumento de salário, que não tem como reduzir no BR, e agora choram falta de grana.

Joao

Mais?

Não ganha mais messssmo.

Vivi isso em curso em um e em intercâmbio em outro.

Augusto José de Souza

Essa comissão deveria fiscalizar o destino das verbas dos militares,se destinarem verbas para mais fragatas Tamandaré e caças gripen,eles deveriam ficar encima para garantirem que estão sendo devidamente empregadas nesses projetos e não gastando com pessoal ou mordomia,só assim as coisas andam.

Josué Jürgen

Caro Augusto, não tem como alterar o orçamento de folha de pagamento no Brasil.

Existe o conceito de verbas obrigatórias e não-obrigatórias.

Folha de pagamento é obrigatória, eu não posso deixar de pagar e colocar em outra coisa.

Por isto, a melhor forma é retirar benefícios adicionais, deixar a inflação corroer os salários (mantendo o orçamento em % do PIB e, com isto, liberando para projetos e equipamentos) e dimensionar o efetivo real de carreira e temporários.

Vovozao

18/04/2024 – quinta-feira, bdia: Como entusiasta gostaria de saber qual a formula mágica a MB iria adotar: para não haver aumento de despesas de aposentadorias/transferências/diarias; de nada adiantará passar para 2% ou mais, se houver aumento das despesas. Deveriam sim…. pegar o valor total das despesas do ano anterior e reajustar pela inflação, ai poderia se começar a melhoria/modernização da MB; fora isso, dentro de 2/3, o comandante voltara a pedir para aumentar a verba.

Leonardo

Falaram sobre um projeto de atrelar 0,5% do PIB a indústria de defesa,achei uma alternativa interessante aos 2% do PIB para defesa

Zorann

O efetivo esta diminuindo. E isto é uma excelente noticia.

Camargoer.

Olá Z, Exato, Há quem possa ter a impressão que isso fosse um sinal de deterioração das forças armadas. É o contrário. Demanda muito mais.

No One

Excelente será quando serão não maís de 50.000 , qualquer número acima é inaceitável e completamente desnecessário. Isso sem mencionar o tema mais vexatório dos inativos.

Willber Rodrigues

Tá diminuindo…mas na base.
Do que adianta cortar concursos e mandar praças e marinheiros pra rua, se a MB continuará tendo mais almirantes e contra-almirantes que a USNavy?

Aí é fácil, né?

Camargoer.

A redução do efetivo de todas as forças, principalmente do EB não significa uma deterioração das forças armadas. O atraso na substituição dos meio sim, a incapacidade de produzir material nacional ou nacionalizado também. O fato de ser gastar mais com pessoal inativo que pessoal ativo também é um dado de deterioração das forças armadas A redução do efetivo pode, em tese, resultar de uma distribuição mais eficiente do pessoal, do aumento do emprego de meios remotos ou do aumento da capacidade tecnológica do combatente. Não se precisa mais de 500 marinheiros para colocar carvão em uma caldeira para gerar… Read more »

Joao

Caô

FERNANDO

Pois é, acredito que se tivéssemos uma política de estado para a defesa.
Mas,……………………

Zorann

Espera chegar a hora do PMG destes Scorpene. Se nem IKL conseguiram fazer PMG por falta de grana, imagina este ai. capaz de ficar parado 1 década em PMG e depois desistirem.

Camargoer.

Creio que a MB desistiu os Tupis porque percebeu que seria mais vantajoso a operação dos Scorpenes. O custo do PMG dos Tupis era da ordem de US$ 30 milhões. È alto mas é razoável dentro do orçamento da MB.

Dalton

Também não seria factível manter 7 ou 8 submarinos e de duas classes diferentes
com diferente logística.

Camargoer.

Olá Dalton. Você tem razão, ainda que se o contexto estratégico demandasse uma frota maior de submarinos, teria sido possível manter os dois modelos operando juntos, mesmo que isso demandasse mais recursos.

A MB decidiu retirar os Tupis de serviço dentro do seu planejamento que deve ter levado em conta muitas coisas, inclusive o custo do PMG, mas parece-me inapropriado imaginar que foi o custo do PMG que determinou a retirada de serviço dos Tupis.

Dalton

É por aí, “PMG” só se fosse possível aumentar o número de unidades
e arcar com os custos de operação durante anos depois, mas, me parece
que eventualmente o número voltaria a cair a menos que mais “Riachuelos” fossem encomendados após o “Angostura” para daí sim substituir os “Tupis” que dariam baixa na próxima década.

Willber Rodrigues

Melhor ainda:

Imagine, apenas IMAGINE, quando chegar no dia em que tiver que fazer reabastecimento do reator do subnuc…

Apenas imagine…

Wellington R. Soares

Amigo quanta esperança, eu não acredito que um dia chegue a navegar rsrr..
Já fazem tantas décadas e bilhões de dólares investidos, que daria pra ter uns 10 sub convencional no lugar com o tanto que já foi gasto nesse projeto rsrr…
Pobre com celular da Apple, não dá pra acompanhar não rsrr

José Luiz

Outro ponto. Procurar soluções próprias e parar com esse tradicionalismo de copiar a Royal Navy ou a US Navy. Não vai conseguir e cada vez está pior, hoje nao temos mais excedentes de navios usados em boas condições e os novos são caríssimos. Precisa ser muito pragmático. Uma vez na guerra fria o comandante da Marinha Soviética chegou para Nikita Khrushchov e pediu mais verbas e este indagou se eu te der mais verbas você consegue igualar a US Navy. O comandante da Marinha Soviética respondeu que não. Então o presidente disse está ai a sua resposta. Qual afinal é… Read more »

guilardo

O problema é que nós nos recusamos a ver o óbvio. Decisões erradas do AC, cálculos equivocados, objetivos estratégicos que mudam constantemente e, por fim, mania de grandeza à sombra de um pueril pensamento de projeção geo política absolutamente fantasioso. Hoje não temos uma esquadra, mas pretendíamos ter duas ( pelo menos num livro ridículo), fato absolutamente inexequível. Somos uma gigantesca ” marinha” terrestre”onde marinheiros esbarram entre sí, sem objetivo definido. Gastamos rios de dinheiro com projetos mirabolantes tais quais o assentamento polar e uma engenhoca submarina nuclear, sobre a qual viemos tomar conhecimento, agora, que precisaremos da França ou… Read more »

Matheus

Concordo. Projeção geopolítica quando não se tem nem um navio-tanque com casco duplo sequer.

Last edited 1 mês atrás by Matheus
Willber Rodrigues

Somos uma MB que sonha com NaE’s, sua ala aérea embarcada, subnuc’s, mas que, pra fazer um navio-patrulha de 500 toneladas, é um parto.

A MB olha pra USNavy e Royal Navy com desejo, ao mesmo tempo em que não consegue sequer fazer o básico.

Mars

Bangladesh???

No One

Querem o quê de uma marinha que apresenta slides com classificações de um site que não tem credibilidade nem entre os entusiastas … ?

João

Chega lá. Devagar, mas pode chegar…

Josué Jürgen

Faltou ele dizer que 70%-80% do orçamento vai para folha de pagamento. Se os militares recebessem 10% menos isto seria resolvido.

Narrativa de orçamento me irrita meio nos funcionários públicos.

TeoB

é uma das coisas mais importantes a se planejar para garantir que a MB ainda exista daqui alguns anos…

Wagner Figueiredo

Aí eu pergunto aos senhores aqui!!! Qual país tem de 4 a 6 navios, para vender a MB ???
Pra segurar a onda até às Tamandaré ficarem prontas?!?! Complicado

Wellington R. Soares

No atual cenário mundial quem tem vai segurar consigo.
Nossa realidade vai ser 4 Tamandaré e 4 Scorpene. Nada além disso.
Muitos estão acreditando em segundo lote, delírio total.
Tem que reservar bilhões e bilhões pro SubNuc dar uma voltinha em algum ano distante rsrr..

Allan Lemos

Já passou da hora do Congresso tomar as rédeas da situação e forçar a MB e a FAB a reduzirem drasticamente o quadro de pessoal, bem como determinar a % máxima do orçamento que poderá ser destinada à despesas com o efetivo. Essa é a única solução cabível.

Deveriam focar nisso, não nessa conversa fiada de 2% do PIB.

No One

Eles poderiam ter colocado um ranking das marinhas com os maiores efetivos , perderíamos apenas para americanos, chineses e russos… Isso a globo não mostra rsrs .

Leonardo

Interessante saber quais das outras marinhas faz papel de guarda costeira, fiscalização de rios,represas…, patrulha na Amazônia etc.

Allan Lemos

Quem nāo quer a criaçāo de uma guarda costeira é a própria MB.

Camargoer.

Tanto faz quem vai comandar a guarda costeira. Pode ser a MB, pode ser um outro comando dentro do MinDef ou pode ser uma autarquia civil do MInJustiça…. se ficar na MB, tem que manter o orçamento com ela. Se for criado outro comando, os recursos da MB para isso serão realocados para este outro comando, Se for criada uma autarquia na Justiça ou um Departamento, como a PF e a PRF, os recursos serão destinados para esta nova instituição.

Para o orçamento geral, tanto faz.

Joao

Ah, sim… ótima ideia…. Criar outra instituição, parir estruturas de comando, ensino e administrativas pra ela, e arrumar orçamento no jogo do bicho…
Boa ideia…

Joao

Perfeito!!! 👏👏👏

MMerlin

Allan. Falta capacidade e competência no quesito gestão financeira para o Almirantado e oficiais que definem os projetos da MB. Mas querer colocar o congresso, bastante conhecido pela “facilidade” no desvio de verba publica, para exercer algum papel de gerenciamento orçamentário é querer acabar de vez com a moral já combalida da Marinha.

Last edited 1 mês atrás by MMerlin
Jose Vicente Neto

O Congresso está muito mais
preocupado é com distribuição das emendas parlamentares. Não temos Congresso que saiba como lidar com questões de interesses maiores p/ o país. O Congresso é falso na suas forma de representação, esta, na Constituição, é sob medidas p/ eles representarem eles mesmos. É situação até idiota, mas está na Constituição. Pior, ninguém percebe um absurdo desse nível, é Roberto Carlos In Totten: TODOS ESTÃO SURDOS !!!

Joao

Diminuir igual a Europa, né?
Que agora tá na correria pra aumentar…

Emmanuel

Defesa não dá voto. Se desse, a MB estaria entre as 10 melhores e maiores marinhas do mundo.
Sem contar que existem grupos políticos que preferem ficar alimentando ranço de 64 que ver a importância da Defesa para a criação de empregos e novas tecnologias.

Last edited 1 mês atrás by Emmanuel
Bardini

comment image
.
É vergonhoso ver o Comandante da Marinha do Brasil apresentando uma galhofa destas, de “ranking” de poder naval.
.
E quem editou a fonte, não teve capacidade de diferenciar “WDMM Aircraft” de “WDMM Warships“…
.
Onde raios que a Indonésia tem poder naval superior a do Japão, Coréia do Sul, França e Reino Unido? Como que Bangladesh tem poder naval superior a de Espanha, Alemanha e Austrália?

Last edited 1 mês atrás by Bardini
Juarez

🏡, vivemos e assistimos um mundo de loucos. Eu, to aqui rindo muito. Lá atrás nós avisamos, mas a prioridade é/era o Baleia Brancas das profundezas abissais, quando nem mesmo um classe Tupi by”fusquinha” conseguiram manter e operar.
Agora, —— EDITADO ——

Bardini

O PROSUB já ultrapassou a marca de R$ 60 bilhões de reais… E a dívida só tende a se tornar maior. . Não pagamos sequer metade deste programa. Metade! Já se foram mais de 15 anos, em que várias frentes dentro da MB foram penalizadas por conta da priorização deste programa sobre todo o resto. Para pagar tudo o que ainda falta pagar do PROSUB, significa que a MB será penalizada por praticamente mais 20 anos! E simplesmente não existe um plano de contenção de danos. É isso e ponto, não se discute. Vão ser 20 anos sangrando a MB,… Read more »

Santamariense

Juarez e Bardini, e tem quem defenda (aqui tem vários) que estão no caminho certo. Acreditam piamente em dezenas de corvetas travestidas de fragatas, mais vários Scorpene e a cereja do bolo da fantasia, o subnuc. Além disso, tem o mais novo delírio, na forma de um porta-aviões. Mesmo com a verdade e a realidade sendo mostradas ao vivo e a cores na sua frente, se negam a enxergar.

Willber Rodrigues

Aposto que o pessoal do EB realmente leva a sério e acredita naquele “military power ranking” que diz que o Brasil está entre as 12 maiores potências militares, ombro a ombro com os russos e chineses, e acima de países como Israel 🤣🤣🤣

Marcelo Soares

Boa kkkkkkk

Joao

Tu vê esses sites????
Impressionante. ..

Antonio

deve ser ranking de salários, por isso a gritaria da MB

Marcelo Soares

Sou leigo mas a primeira coisa que estranhei nesse gráfico foram indonésia e Bangladesh com esse poder todo..rs

Renan

Está matéria está muito bem escrita parabéns
Deveria ficar em destaque por muitos meses

Willber Rodrigues

A imensa soete dos militares BR, é que a classe política BR não entende nada do assunto. Isso permite aos militares fazerwm o que bem entenderem, serem perdulários, e continuarem soltando notinhas e power-point’s mequetrefes, pra enganar encautos.

Eu ADORARIA que algum senador desses apresentasse aquela notícia do PN em que mostra que a MB tem mais almirante e contra-almirantes do que a USNavy.
Eu pagaria pra ver alguem da MB tentando “explicar” o inexplicável nisso…

Joao

Que mais almirante, mane almirante!!!
Nota que não diz nada de real.

Pra começar, os postos aqui e lá são diferentes.

Contra almirante lá tem de 1 e 2 estrelas.
O de 2 estrelas lá é o de 3 aqui.

O Vice Almirante (3 estrelas) e o Almirante de lá (4 estrelas) são os 4 estrelas daqui,

BraZil

Boa tarde. Alguns colegas falaram em pragmatismo. Penso que pragmático hoje, em se tratando de nossa Marinha é o pessoal dela começar a estudar para concursos…

Dragonfly

Defendo a reunião de verbas e foco na construção das Tamandarés. Mas, contudo, todavia, não vai ter jeito: vão ter que comprar alguma coisa usada que estiver dando sopa por aí. Guardadas as devidas proporções, um “Mirage2000 da Marinha”, ou seja, alguma solução tampão, em números pequenos, e que depois serão desativados para pressionar a compra de novos meios zero km. Enfim, mero chute né, mas o meu seria esse. E por fim, não menos importante, tem que enxugar essa máquina! É muita gente, e digo aqui das três forças. Fica aqui o registro da minha maior indignação: sistema de… Read more »

Nativo

Onde está um tal Roberto Santos pra mostrar a mesma indignação com essa notícia, como mostrou ao saber de exercícios da MB com o togo e a Nigéria?

DANIEL ALVES E SILVA

Nunca vi Oficiais Generais passarem tanta vergonha como ontem no Congresso Nacional. Sendo Militar da Reserva, Precursor Paraquedista e passando anos da minha vida entre EB e PM, para onde fui devido aos péssimos salários atuais do EB. Sempre vi problemas sérios nas três Forças. Na Marinha, vivem em um universo paralelo. Querem meios que são onerosos de manter mesmo para Marinhas de países desenvolvidos. De vez em quando sonham com Porta Aviões. Na Força Aérea, mas parece uma empresa de táxi aéreo. Basta olhar a quantidade de jatos executivos que a instituição possui. No EB, não temos defesa antiaérea,… Read more »

Natan

Te entendo meu camarada.

Fui cabo do eb e hoje graças a Deus estou na PM do meu estado a alguns anos, fazendo meus extras consigo tirar o mesmo que um tenente do eb sendo soldado.

E digo sem medo de errar, em caso de guerra a PM é mais bem preparada que 80% das forças armadas brasileiras.

Aqui sua vida está em jogo, e isso não deixa margem pra tanto pragmatismo igual ao EB, onde tudo é lindo no mundo da teoria, na hora que o pau comer vai todo mundo colar placa

Joao

Pelo amor de Deus…..

É sim…..

Com todo respeito, depois de anos e anos trabalhando com a PM…

Não é meeeeesmo.

Jose Vicente Neto

Já passou da hora de se criar as Secretarias de cada força e se extinguir o cargo de Comandante que passaria a ser Chefe de Estado Maior. Problemas administrativos que iria ao Congresso seria os secretários, é a coisa mais óbvia. Mas vai levantar essa questão !
No Brasil nem o óbvio se percebe, quanto mais em prospecto, travados que estamos em mentalidades retrospectas e infantilizadas.
Há mais de 100 anos que países produzem submarinos, até barcos costeiros o Brasil compra do exterior !

Joao

Praticamente todos os ministros da defesa não sabiam a diferença de Cabo pra Major.
E saíram sem entender ainda.
E tu quer por mais os secretários?

Jose Vicente Neto

Não fica bem é oficiais generais fardados sendo praticamente insultados por parlamentares bolsominions. Pega mal. O que escrevi é sobre abordagens que deve haver quanto ao aspecto político/administrativo do meio militar.
Se estão nomeando ministros da Defesa e incompententes p/ o cargo e passam numa sabatina do Congresso, só confirma o que tenho defendido – estamos sem Congresso de verdade, apenas uma fantasia do que deveria uma instituição desse porte.

Joao

Já saiu há um bom tempo, pq esse perrengue no EB de antigamente acabou faz tempo.

Haroldo Amorim

…Brasil país da rolha bêbada ! Ficam discutindo rolha, gastando com rolha, gastando dinheiro com a Globo, com a máquina governamental absurda e não fazem o que deve ser feito. Um dia a conta dessa brincadeira eterna vai chegar. País atrasado que perde tempo com fofocas e discussões políticas etéreas.

Diego Tarses Cardoso

Bom, se o objetivo de alguém era deixar nossa nação sem defesa, fizeram o serviço direitinho.

Luiz Carlos

É mesmo ?
Torraram a grana em 4 navios inúteis (devido a situação precária da força), regalias etc, e agora querem mais grana ?
Porquê não fizeram como o Chile, comprando navios de segunda mão, modernizando etc.
Teríamos uma marinha muito mais enxuta e capaz.
Com a grana desse CCT/ Meko, daria para modernizar os 4 sub Tupi, comprar uma Lafayette e modernizar etc.
Mas não enxergam um palmo a frente da cara, a não ser para aprontarem, como fizeram nos últimos 4 anos !

Natan

Pse, mas na hora de gastar BIlhoes em submarino nuclear tinha dinheiro.

Na hora de gastar BIlhoes em porta aviões e em aviões velho tbm.

Na hora de comprar lagosta e caviar tinha.

Dinheiro nunca faltou para a marinha, agora planejamento e cortar na carne onde precisava, isso nunca foi feito

eder

Muito justo e correto a reinvindicação do ministro da Defesa, só precisa explicar que 85% do orçamento da Defesa e para pagar SALARIOS e pensão, então NUNCA vai sobrar dinheiro para a compra de equipamentos!!!!!!!!!

soldado imperial

Indonésia em 4º lugar???? absurdo. Parei de ler aí.

Scudafax

É necessário previsibilidade, um programa permanente de construção naval militar. A China produz meios militares em estaleiros comerciais, muitos dos quais são estatais. Por exemplo, um programa de construção constante de meios escalonado ao longo dos anos de maneira relativamente homogênea permite a manutenção de capacidade crítica, mesmo sem efetivo volume, e.g. 1 fragata a cada dois anos, 1 corveta a cada 18 meses, etc. Fluxo constante permite que os recursos humanos e cadeias de suprimentos sejam mantidas.

Jose

Triste ver as Forças Armadas envolvidas em politica. Nossos comandantes têm que voltar os olhos para seus homens, que a custa de muita dedicação enfrentam as adversidades sem u. Retorno, pequeno que seja, haja vista a lei 13954 que destruiu o pouco que nos praças tinhamos

Moriah

Por isso, eu tanto falo no ano de 2028, ele está chegando, nós veremos a MB numa situação que nem na WWII tínhamos. Por isso, penso naquele contrato do UK com o BR de £ 1 bi como sendo a compra de fragatas AH140. É preciso, é urgente! O offset já temos com a TKMS, o Brasil não precisa abrir agora um segundo estaleiro para fazer poucos navios. É preciso agilidade e no que tange ao que a MB deseja como navio e plataforma de armas, é o navio certo, com preço certo e na hora que se mais precisa.… Read more »

Moriah

Sobre a AH140, a versão de emprego geral, a mais simples, tem 24 Sea Ceptor, 1 torre de 76 mm, 2 de 30/40 mm, 6 tubos de torpedo, 1 ou 2 sonares (VDS opção) e mais espaço para 8 SSM. Só motores diesel, 7.000 toneladas, 138 m e 20 m de boca. É o porte que a MB deseja, mais estável que as Tamandarés. Mas, mesmo elas, são mais que necessárias. Li aqui que as chamam de “navios inúteis”. Se tomarmos como exemplo a Type 31 da RN, derivada da AH140 comercial, veremos que comparativamente, as Tamandarés são superiores. 1… Read more »

Leonardo

8 Tamandaré+ 4 ah140 seria excelente!

Moriah

Seria, mas hoje só penso em 4 de cada e a MB já estaria feliz com isso…

David Dantas

Marinha do Brasil! Uma verdadeira sucata mundial. É o fim. Podemos ficar 30 anos sem convocar nenhum marinheiro que não faz efeito nenhum.

David Dantas

Buscar trabalhadores, engenheiros navais no Paquistão, Tailândia, Índia, na Rússia , Coreia para fazer um mutirão naval no Brasil. Só assim, após 10 anos vamos conseguir andar 50 por cento.

Ravengar

É urgente a reestruturação orçamentária das forças armadas. Evidente que poderíamos ter investido mais na Marinha nos últimos anos, mas, convenhamos, essa situação DESASTROSA é o resultado das escolhas de gestão orçamentária feitas no passado. A MB tem gerido mal os seus recursos há DÉCADAS. Agora não adianta pedir mais dinheiro sem apresentar um plano de longo prazo de gestão de recursos orçamentários, que reestruture as carreiras militares a partir do topo (até pq certamente os culpados por essa situação não são os militares de baixa patente). Não adianta termos o maior número de almirantes do mundo se eles não… Read more »

TeoB

Estamos chegando na hora derradeira onde teremos que tomar uma decisão. Acho que é o maior efetivo de uma Marinha em terra firme do mundo se agente levar em conta nº de marinheiros X numero de embarcações para esses marinheiros ´´embarcarem´´ Claro que tudo é relativo, mas nosso país tem que chegar a uma conclusão… qual o real papel que a MB tem que realizar heim? Policia portuária? Guarda Costeira? Busca Salvamento Resgate? Combate ao narcotráfico? Defesa da Soberania? assistência social a ribeirinhos? fiscalização de pesca? missões diplomáticas no exterior ? dissuasão militar estratégica? Enfim a lista de atribuições da… Read more »

Adriano madureira

O problema do Brasil é ter um orçamento meia boca mas só dá preferência a BID dos outros países… Garanto que muito custo de equipamentos cairiam caso procurássemos alternativas e soluções aqui no Brasil… Por exemplo, é mais vantajoso para os turcos adquirirem drones americanos ou europeus ou adquirir similares da Bayraktar?! Podem até não se comparar as aeronaves estrangeiras, mas certamente conseguem cumprir a missão ao qual é empregados. Deveríamos fazer o mesmo aqui, ou então porque não comprarmos produtos da BID de nossos vizinhos?! Sempre estamos querendo que nossos vizinhos adquiram nossos produtos, mas não há reciprocidade de… Read more »

Last edited 1 mês atrás by Adriano madureira
Sergio

Qual a necessidade deste país continuar a possuir – NESSES MOLDES – forças armadas?

Óbvio que é mera retórica. Conheço a resposta.

Não servem pra uma guerra de verdade, pelo menos o tipo de guerra que uma nação colossal como a nossa lutaria.

Poderiam perfeitamente ter suas funções exercidas por uma boa e eficiente guarda nacional e tudo bem.

Pobre cidadão-contribuinte. Diria o saudoso hélio Fernandes lá na sua trincheira da tribuna da imprensa…

vlademir baltazar

Algumas considerações: Se parassem de roubar e ou desviar o dinheiro público daria para fazer muita coisa; Não temos condições de construir (na minha opinião) qq tipo de navios, devido a parte do que foi dito acima e problemas conjunturais financeiros. Falta na minha opinião profissionalismo e gestão. Temos que comprar navios por exemplo as Type 23 (Inglaterra) e ou equivalentes que estão a venda e não ficar sonhando com PA.

Wagner Figueiredo

O jeito pegar as murassame dos japas…ou a classe anzac da Austrália… é o que tem de refugo por aí..rsts

Piassarollo

Só como informação, tem duas Anzac com previsão de desativação para 2024 e 2026. Isso se as novas fragatas forem entregues dentro do prazo para substituição.

Carvalho2008

As Abukuma

Dalton

A mais nova tem 31 anos e possivelmente será a última a ser retirada enquanto
a própria Abukuma completará 35 anos em dezembro então, caso algumas viessem para o Brasil chegariam aqui com 34 anos em média isso se não necessitarem de uma revitalização antes que poderá durar muitos meses.
.
Adquirir combatentes de superfície/escoltas com mais de 30 anos seria uma novidade para a Marinha que já declarou no passado ser contra isso.

Last edited 1 mês atrás by daltonl
adriano Madureira

Acho desnecessário comprar “carro” velho de 30 anos, se fosse um navio da idade do Ex-HMS Ocean , tudo bem, mas trintona já seria mal uso de recursos que já são poucos…

Dalton

Poucos navios foram adquiridos com mais de 30 anos, São Paulo, Ceará, Rio de Janeiro são os que lembro, mas, “escoltas” nunca aconteceu e não faria muito sentido porque não iriam durar muito mais.

Fabio Mayer

Mas eu posso apostar que o número de almirantes é grande… e não diminui!

BrunoFN

Um bom acordo ”gov gov” com compras de prateleiras e financiamento externo , resolveria o problema … hj vejo China e a Coreia do Sul como eventuais parceiros , pois esses ja ofereceram acordos similares a MB … os coreanos ofereceram ate corvetas como brinde , mas a MB , e sua ”imensa” sabedoria , recusou … talvez iludida com as promessas do gov , ou talvez por puro preconceito a navio asiáticos (como rolou com as ”Iver”), talvez sonhado com FREMMS ..ou Type 26 , afinal , o ”selo ” ”made in” e o q importa .. ou talvez… Read more »

Fabio Mayer

De modo geral, as FFAA sofrem do mesmo problema que o país como um todo: são mal geridas, mal administradas, precisam dar satisfações e mordomias para muita gente, seus altos funcionários são mais importantes que a instituição, o orçamento é voltado para manter os privilégios, não para fazer as coisas funcionarem. Hoje em dia, um almirante não é diferente de um juiz: cheio de privilégios,(os juízes agora serão acrescidos de quinquenios), trabalhando (ou ao menos dizendo trabalhar) em suntuosos palácios lotados de assessores, sem compromisso nenhum com eficiência da coisa pública, até porque as carreiras independem de mérito, são quase… Read more »

Akhinos

É incrível como a galera nesse blog não manja nada de execução de orçamento e principalmente sobre o que são gastos obrigatórios. Os kras realmente acham que se o efetivo da marinha fosse de 15mil ela colocaria a mão nesse excedente decorrente de alívio em pagamento de salários. É por isso que político picareta nada de braçada nesse país, olha o nível intelectual da galera. Não existe isso seus “jênios” de se diminuir o efetivo vira gasto discricionário, a constituição barra isso. Vocês tem que olhar pro histórico de recursos discricionário para saberem que não se destina quase nada mesmo… Read more »

Iran

E tinha gente falando de comissionamento de porta-aviões na MB

Gustavo

o problema da marinha nao e o efetivo, o problema da marinha foi aumentar o pessoal sem navios, marinha cresce conforme seus navios e suas capacidade naval, se pegar a marinha da india como exemplo 60 mil militares, mais navio, mais aeronaves, missil e defesa costeira superior, tem muita coisa que precisa ser revista uma delas sao as compras do jipe ate navio desembarque, tudo tem que ser produzido nacional, o brasil tem capacidade pra tal feito precisa so mais ambição e pe no chão.

Patta

Sinceramente, não queria ver a marinha nessas condições. Muita falta de planejamento, e sempre o Brasil na sua velha tradição de cortar gastos. Não duvido nada que esse dinheiro está sendo desviado…
Enfim, é uma série de coisas que está afundando a marinha.

Submarino nuclear, pensão, corte de gastos, pessoal, construção de novos meios.Esse assunto pra mim já está desgastado.

Last edited 1 mês atrás by Patta
Rafael

A maioria do orçamento da Defesa é folha salarial. Talvez uma reavaliação nessa folha, como por exemplo, cortes de certos privilégios remuneratorios e reestruturações, ajudaria a alocar melhor os recursos para investimentos. Eu proponho, por exemplo, uma maior participação da iniciativa privada na Defesa; a extensão dos contratos dos temporários, porque menos honerosos; o fim da reforma compulsória por idade; a autorização para exercer outra atividade profissional; em fim… medidas que visem cortar gastos e não obriguem ao país sacrificar recursos financeiros da saúde e educação.

Esteves

Também concordo contigo. Eles nos odeiam e se odeiam entre eles.

Gente horrorosa.

Esteves

Não. Pera aí. É com o Alex. Esteves concorda com Alex.

Desculpa aí.

Alex Barreto Cypriano

Nem ligo mais se reclamam de falta de recursos quando os militares foram tão bem aquinhoados sob o governo do último PdB. E continuam muito bem posicionados, politicamente inclusive, sob o atual PdB, defendendo interesses corporativos sob manto de defesa nacional. Múcio se esforça pra obter aprovação congressual da PEC 55 (que irá, progressivamente, mais do dobrar a fatia do orçamento federal destinado aos militares, dos atuais 0,7% do PIB pra 2% deste, ou, alternativamente, 1,8% do orçamento federal pra 4,5% deste, tornando-se a quarta mais aquinhoada rubrica do orçamento federal, abaixo da dívida, previdência social e assistência social). Não… Read more »

Last edited 1 mês atrás by Alex Barreto Cypriano
Esteves

Bom dia Alex,

A MB monarquista tutela a República ou o CapimZal é que manobra?

Alex Barreto Cypriano

A MB tutela a parte oceânica da republica. 😅 Falamos das estrepolias da MB, EB, FAB mas não se trata de toda a corporação, mas do oficialato e alto comando. São eles, uma casta bem definida e confinada ideológica e socialmente, que decidem e seus subalternos (cuja opinião, mesmo coincidente, não lhes importa) executam. A república, mesmo, foi criatura do êxtase revolucionário militar. Desde então, militares tem aprimorado suas técnicas e procedimentos no jogo de açambarcar o destino nacional. Hoje, nem perceberiamos a tutela… As forças armadas são irmãs, mas o ódio entre irmãos, especialmente quando armados e disputando a… Read more »

Esteves

Deus não tem nos livrado dessa gente. Tem faltado fé?

Alex Barreto Cypriano

Falta reforma. Não exatamente da fé, se você me entende. Mas sabemos que ela nunca virá: antes o fim do espetáculo do que a alteração de uma vírgula do roteiro.

Eduardo Jardim

Bom dia foristas.

Gostaria de ver o debate sobre quais capacidades a MB precisa.

Capacidade de negação de área marítima? Isso se faz com submarinos, e aí é o Scoperne.

Força de superfície? Conceito Hi/Low, as Tamandarés são o Low. Sobre o Hi a MB tem condição de operar fragatas pesadas? Uma força de superfície com Fragatas médias? Defesa de área é possível com Fragatas médias?

Força de Fuzileiros? Qual seria a capacidade de projeção realista?

Focar nas questões técnicas seria interessante.

Esteves

“A produção nacional de meios navais de projetos estrangeiros otimizados é o mais pragmáticos que se pode pensar. Supondo um índice de nacionalização de 40%, isso significa que 40% dos gastos são feitos em moeda nacional. Isso significa que este valor continua circulando na economia gerando demanda no setor produtivo ligados diretamente ou indiretamente com o projeto. Já mostrei que um índice de nacionalização de 40% representa um retorno fiscal de 25% do valor do projeto. Isso significa que a produção nacional de meios navais representa um valor 25% abaixo do que seria a compra direta. Já apresentei estas contas… Read more »