Finalmente, a Barroso

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Apesar da derrota para a Argentina nas Olimpíadas, hoje é um dia para se ter orgulho de ser brasileiro. Depois de quase 14 anos de espera, chegou o dia da cerimônia de incorporação da corveta Barroso à Marinha do Brasil, no Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro (AMRJ) e o Poder Naval Online esteve presente.

Também tivemos o prazer de estar a bordo da Barroso e conhecê-la por dentro. O esmero na construção e a qualidade dos sistemas instalados impressionaram e podem ser conferidos nas fotos abaixo (pare o mouse sobre a foto, antes de clicar, para ler as legendas).

O navio, apesar de pequeno, é espaçoso como uma fragata da classe “Niterói”. Os sistemas de controle de máquinas e o sistema de controle tático SICONTA Mk.3, desenvolvidos pelo IPqM (Instituto de Pesquisas da Marinha) e pela empresa Omnisys, mostram que a Barroso não fica nada a dever aos sistemas em uso em outras marinhas.
Saímos da corveta com a certeza de que a Marinha do Brasil precisa construir mais unidades da classe, apenas com pequenos melhoramentos.

Dizem os engenheiros aeronáuticos que um avião bonito voa bem, e se a mesma verdade se aplica a navios, a Barroso com certeza terá ótimas qualidade marinheiras.
Parabéns à Marinha do Brasil e ao AMRJ pela persistência, valeu a pena! e nosso agradecimento ao Centro de Comunicação Social da Marinha, por nos possibilitar a cobertura do evento.

NOTA DO BLOG: Um ponto negativo foi a atuação da grande imprensa, cujos jornalistas fizeram perguntas que nada tinham a ver com o evento ao Ministro da Defesa, Nelson Jobim. Mas não chegaram a estragar a festa.

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Características gerais da Corveta “Barroso” – V-34

1. Sistema Nacional de Controle Tático e Armas – SICONTA Mk III (nacional)
2. Comprimento total de 103,4 metros
3. Boca máxima – 11,4 metros
4. Calado de navegação – 6,20 metros
5. Deslocamento carregado – 2.400 toneladas
6. Sistema de propulsão – CODOG
a. 2 Motores MTU 1163 TB 93 8.000 HP
b. 1 Turbina GE LM 2.500 29.500 HP
7. Geração de Energia
a. 4 Motores MTU 8V 396 TE 54
b. 4 Geradores Siemens 650 KW
8. Velocidade máxima c/ turbina – 30 nós
9. Velocidade máxima c/ motor – 22 nós
10. Raio de ação a 12 nós – 4.000 milhas náuticas
11. Autonomia – 30 dias
12. Tripulação – 145 militares
13. Sistema de Controle e Monitoração SCM (nacional)
a. Subsistema de Controle e Monitoração de Propulsão e Auxiliares – SCMPA
b. Subsistema de Controle de Avarias – SCAv
Principais sensores do navio
1. Radar de busca combinada – RAN-20S
2. Radar de superfície – THERMA SCANTER
3. Radar de Direção de Tiro – RTN-30X
4. Radar de Navegação Furuno FR 8252
5. Alça Optrônica – EOS-400-10B (SAAB)
6. Alça Óptica com computador de tiro de emergência (nacional)
7. MAGE – DEFENSOR (nacional)
8. Sonar de casco – EDO-997 C
9. Sistema de navegação inercial – SIGMA 40 INS (SAGEM)

Armamento
1. Canhão 4.5” VICKERS Mk-8 de duplo emprego
2. Canhão 40mm Mk-3 BOFORS Trinity antimíssil
3. Sistema de lançamento de mísseis EXOCET ITL-70A (MM40 Block 1 / Block 2)
4. Sistema de lançamento de torpedos anti-submarino Mod. 400 (nacional) para torpedos Mk.46
5. Sistema de lançamento de despistadores de mísseis (SLDM) – Chaff (nacional)

Operações aéreas
1. Aeronave Orgânica (Super Lynx), podendo ser armada com:
a. Míssil ar-superfície SEASKUA
b. Torpedo Mk-46
c. Bomba de profundidade Mk-9
2. Indicador visual estabilizado de rampa de aproximação – IVERA (nacional)

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Ex-tripulante da fragata Niterói (F40), jornalista especializado em temas militares, editor-chefe da revista Forças de Defesa e da trilogia de sites Poder Naval, Poder Aéreo e Forças Terrestres. É também fotógrafo, designer gráfico e piloto virtual nas horas vagas. Perfil no Facebook: https://www.facebook.com/alexandregalante

81 COMMENTS

  1. Viva a Barroso

    Viva Republica !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

  2. Parabéns a Marinha e a todos que lutaram para concluir a Barroso. Mas, sempre fico me perguntando qual a linha adotada pelos almirantes quando planejam o reequipamento da Armada. Construimos os submarinos IKL, depois veio o Tikuna, fruto da evolução e aperfeiçoamentos feitos pelos nossos engenheiros. Ao invés de construirem mais unidades e aplicar todo conhecimento adquirido, desistem e partem para um projeto internacional. A mesma coisa a Barroso, nãos seria o caso de construir mais unidades, incorporando melhorias? ao invés de sonhar com navios de 6.000 toneladas que sabemos que dificilmente virão ou se vierem podem ser de segunda mão?

  3. É linda.
    E eu acho muito bem equilibrado em termos de armamentos.
    As próximas, e que venham muitas, com certeza terão suas pequenas deficiências corrigidas. A maior delas ao meu ver é a falta de uma defesa antimíssil em todo o perímetro.
    Parabéns ao blog e à MB.

  4. Linda por dentro e por fora, gostei muito de ver os detalhes do sistema de controle de propulsão, além dos detalhes externos da foto maior. Parabéns pelas fotos!

  5. Parabéns pela cobertura! Muito bom!

    Agora uma dúvida, o desfoque da foto do sistema de radar que aparece meio azul foi proposital? Para não aparecer detalhes?

    Abraços a todos!

  6. Nunão, não vi o Defensor. Nem nas laterais (uma antena por bordo)da superestrura de vante, nem sobre ela, logo atrás do da DT.

  7. Não Nunão. Infelizmente eu não fui. Mas acho que ao longo de 4 anos o Felipe da Alide já sabe o que e como fotografar. Fez um belíssimo trabalho. Estou muito empolgado com o que me foi mostrado da Barroso. Sem dúvida será um grande navio e posso estar enganado, mas, se após o CIASA ela botar pra quebrar como acho que irá, a MB deverá pensar na construção de uma ou mais irmãs para ela.
    Última geração. Mas para variar, tem sempre um “engraçado”, procurando aonde meter o malho.
    Será que estão no Blog certo? Será que gostam de assuntos navais mesmo?
    Será que gostam da MB?
    POWS galera eu já embraquei no navio que a maioria aqui fica dizendo ser o supra sumo e posso garantir que a Barroso nivelou lá em cima com eles.
    Mas já sei que para alguns,não vai adiantar nada dizer isso.

    Paciência! Eu gostei, é o que importa!!!!! hehehehehehehehe

    Bravo Zulu Marinha do Brasil!!!!!!

  8. realmente fiquei impressionado com o interior da Barroso…
    sera que essa beleza da Borroso sera eficiente em alto mar ??
    quer dizer que a Borroso nao tem defesa AA ?!?!
    Meu Deus !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
    se a Barroso tivesse ficado pronta 1 mes atras, ela iria no exercicio naval proposto pela US Navy ???
    e a Emgepron ?? sumiu ?? faliu ???

  9. Nem a um mes, nem a um ano (talves), como o do Balde falou ela ainda tem que passar pelo CIASA, e ainda tem a avaliação operacional completa que o CASOP ira fazer, dai serao feitos relatorios com os parametros do que, de quanto e de até onde a Barroso pode fazer.

    Esses parametros, exclusivos dela, serão usados para avaliar o navio durante sua vida util, para determinar se o navio mantem o desepenho geral, o quanto degradou e para determinar o quanto deve ser feito (no futuro) para manter o navio em alto padrão.

  10. ja que a Borrosa levou 14 anos pra ficar pronta, a minha duvida e a seguinte:
    os sistemas de armas, radares, computadores… sao de ultima geracao ne ??? ou eles estao a 14 anos “paradaos” na Barroso ??
    quanto a pintura ser um pouco mais escura, sera que nao foi utilizada uma tinta anti radar ??

  11. E ai sim, quem sabe a MB pode enxergar que uma é pouco e que 4 seriam o ideal. Mas só após os resultados de “campo” ou de mar. rsrsrsrs

    O importante é termos o pensamento focado num só ponto:

    Se a MB receber o dinheiro que é dela e que foi “garfado” retido pelo governo atual a titulo de cobrir o Deficit Primário, já podemos ter uma idéia do que virá por ai.
    Mas, infelizmente essa grana parece que o governo não quer soltar.

    Toda a discussão sobre se o SP é bom, cade as Escoltas e o sub nuc e bla bla bla , seria desnecessária.
    Mas como me lembrou um amigo, a maior caracteristica deste governo e a “CONVERSA”. Tudo tem que ter uma conversinha, chamar os companheiros e discutir, discutir, discutir até que o outro lado desista.
    É soda!

  12. Pablo, pense na sua pergunta outra vez. Se todos os sistemas são de última genação, como os mesmos poderiam ser de 14 anos atrás?
    São todos atuais, novinhos e o Defensor idem. 100% Brazuca.

    Quanto a tinta, pode ser por causa do outro fornecedor. Parece que mudaram e o cinza ficou mais escuro. Pode ser, não tenho certeza.
    Anti Radar? Não com certeza não.

  13. caro amigo Direto do fundo do Mar,

    essa minha pergunta foi mais uma piadinha pela demora da conclusao do navio, apenas isso.
    mas a Barroso esta preparada para ASW ou nao ??

  14. Desculpe a minha ignorância, mas o que é esse “Defensor”. É alguma nova embarcação que eu não fiquei sabendo? Eu tenho uma curiosidade de longa data que os experts aqui poderiam aplacar: como fica a dotação de um navio novo? No caso da Barroso simplesmente vão passar a tripulação do Pará pra ela?

  15. as suites dos novos navios devem seguir os padroes das embarcacoes atual, se mudar alguma coisa, creio eu que a Marinha ira construir um mock up de tamanho original para o treinamento dos marujos, ACHO EU…

  16. Ele tem o que qualquer escolta normal tem: Sonar, lançadores de torpedos e aeronave. Isso é o basico, e o que todas as tem.

  17. Pelo que sei, cargas de profundidade são coisa do passado, os torpedos guiados modernos as tornaram desnecessárias.

  18. Pois é, Zé, a parte passiva do sistema está lá, no topo do mastro de combate, mas a parte ativa (jameador) não deu pra ver. Enfim, a possível localização do sistema (que não está na relação de equipamentos divulgada) fica na especulação ainda, conforme o modelo que venha a ser instalado. Mas os dois modelos (o conteirável e o phased array) estão no modelo em papel, como opção…

    Direto, tem sempre gente que adora chutar o balde, liga não, hehe. Tô seco pra que a Barroso entre em Fase III logo ou que mesmo antes, durante as fases do adestramento, dê uma passada aqui por perto, em Santos. Aí eu vejo detalhes do que eu só especulei ou vi só em alguns ângulos para fazer o modelo.

    Como gosto do assunto propulsão naval, realmente achei muito legais os consoles do sistema de controle.

  19. Cargas de profundidade ainda são necessárias quando o submarino inimigo está pousado no leito marinho. Torpedos anti-submarino têm dificuldade séria de detectar um submarino nessa situação.

  20. a Barroso possui cargas de profundidade ???
    uma vez eu li que dependendo da profundidade que o sub estiver, ele nao e captado pelo sonar devido a diferente temperatura das aguas em prof diferentes. Confere essa informacao ???
    as cargas sao mais potentes que os torpedos ??

  21. A MB só usa cargas de profundidade nos helicópteros SH-3 e Super Lynx.
    Sim, os submarinos podem escapar da detecção de sonares mergulhando em camadas de água de diferentes temperaturas, que desviam o feixe dos sonares dos navios para cima. Para se contrapor a isso, usa-se sonares de profundidade variável (VDS) e sonares de mergulho em helicópteros.

  22. Galante, valeu pela info do CME. Imagino que o lugar imaginado para instalá-lo seja em alguma pequena plataforma à frente do mastro de combate ou um pouco mais pra frente, entre o mastro e o radar de direção de tiro, sobre o convés 4. Ou instalar um em cada bordo, como no projeto original, o que eu não creio, mas vai saber.

    Depois tira uma dúvida minha: o lançador de foguetes de chaff, pelas fotos, parece ter oito tubos voltados para a popa e 4 para a proa. Procede?

    Abs!
    Nunão

  23. Há tempo queria perguntar, vou lascar: um projeto atualizado teria linhas de furtividade e redução da assinatura termal, com resfriamente dos gases ou liberação destes quase ao nível da água?

  24. As telas de leitura dos consoles do CIC são maiores do que as fragatas Niterói,tenho uma foto do CIC das Niterói.
    Estes sistemas todos devem ser mais modernos que as Niteroi.

  25. Galante,a cor interna dos compartimentos,é branca,me lembro que
    nas Gearing,visitei uma,e era cinza,mudou o padrão ou é digamos
    apenas uma mudança?Deve ser para identificar vazamentos,e
    aumentar a eficiencia da ilumunação.A fiação me parece exposta,
    deve ser custo,manutenção,e a tubulação está branca,com faixas indicativas da linha.É comum usar varias linhas de energia e
    digamos agua no mesmo compartimento?…

  26. Valeu pela info dos tubos, Galante. Dá pra conjecturar então que uma doutrina lógica para a Barroso, no caso de ameaças aéreas, seria manobrar rapidamente para que a popa (com arco melhor para o Trinity e com mais lançadores de foguetes de chaff) ficar voltada para a ameaça mais próxima deixando a proa (com o arco melhor do Mk8 e, provavelmente, com um arco melhor para um futuro jammer, ambos com capacidade de engajar a distâncias maiores) voltada para a ameaça mais distante.

    Cara, acho que a informação em off de se construir mais uma logo, no mesmo padrão da Barroso, seja extremamente interessante (de novo minha campanha por um navio para o último Mk8 estocado…). Na seqüência, mais 6 de um modelo atualizado, com mísseis anti-aéreos de defesa de ponto… e pronto! Um total de 8 escoltas substituindo as Grenhalgh (que não precisariam então de modernização) e para as Inhaúma. Capacidade técnica para construir essas 7 adicionais existe, inclusive para incorporar a última delas bem antes de 2025, na minha inocente opinão.

  27. Parabéns pela cobertura.
    As fotos ficaram show de bola.
    Galante, se possível, gostaria de saber mais sobre as qualidades do navio. No caso, outras informações possíveis.
    Um abraço.

  28. Wanderson, por enquanto o navio só navegou na Baía de Guanabara. Só vamos saber como ele realmente se comporta no mar daqui a alguns dias.
    Eu acredito que com o aumento do casco, a diminuição da “área vélica” do mastro principal e a adição de flare na proa que foram feitos, a Barroso vai navegar bem.
    Estamos torcendo que tudo corra bem para que a construcão de pelo menos mais uma unidade seja iniciada logo!
    E que seja melhor armada, pleo menos com um RAM sobre o hangar no lugar do Trinity.

  29. Caros amigos Galante, Nunão, Bosco, Direto…, Mauro,
    enfim, quem souber. Fiz uma pergunta lá na notícia do A-4. Quem souber por favor me tire a dúvida:
    perguntaram há pouco sobre o SP. Quero perguntar algo tb (é uma pergunta de leiguíssimo): falaram em outro post sobre a potência da catapulta do SP. Pois bem, ela pode ser trocada por outra mais potente para que o navio possa operar aviões de peso maior? Desculpe a ignorância.
    Obrigado e um abraço a todos.

  30. Poder ,acho que pode mas o custo,e tempo para isto,não compensa.
    A catapulta é para 20t,com 20mil ciclos de funcionamento,entre revisões,se for aumentado para 25t,que é o maximo,o ciclo cai
    muito,alem do elevador(dois)com peso maximo de 20t.
    Eles vão fazer o upgrade do A-4,e vai ficar muito bom…

  31. Prezado Mauro,

    Tenho acompanhado as notícias do blog, mas não tenho postado pois meu navio está passado pelo PMG e em razão disso tenho chegado em casa tarde e preciso dar atenção a esposa e aos filhos (rsrsrs).
    Com relação à sua pergunta, como bem informou o Sr. Galante, a Barroso realizou apenas testes dentro da Baia de Guanabara, então seria prematuro qualquer afirmação sobre as qualidades marinheiras da mesma. Ela deverá ir ao mar nas próximas semanas.
    Com relação a sua idéia de se construirem mais 5 unidades, conversando hoje pela manhã com uma “alta-autoridade” responsável pela manutenção dos meios, ele me disse a seguinte frase: “Se tudo der certo, estaremos operando com mais 3 desses meios (Barroso)nos próximos 12 anos.”
    Ele me informou também que o convôo da Barroso não se estende até o limite de popa em razão da possibilidade de instalação futura de um lançador Albatros. Isso foi pensado desde o projeto.
    Vamos aguardar para ver se os orçamentos serão suficientes, e se poderemos mesmo construir mais 3 unidades.

  32. Boas novas, LM! Se essas 3 unidades adicionais da Barroso emplacarem mesmo, vai ser fantástico.
    Para instalar o Albatros Aspide na popa vão ter que diminuir um pouco o convôo. Pensei na possibilidade do Rafael Barak VLS na popa, pois não precisaria mexer no convôo. Poderiam também instalar nas laterais do hangar, pois o Barak ocupa muito pouco espaço. Outra opcão seria o Umkhonto sulafricano. Vou bolar um post sobre isso…rs

  33. Prezado Galante,

    Concordo com sua opinião. Seria melhor instalar um sistema de misseis VLS. A MB está atenta ao desenvolvimento desses sistemas. Acredito que o alte. tenha pensado no Albatros openas por padronização dos meios.

  34. Walderson,tem os super etendard,que tem poucos em uso,e acho que
    não estão a venda.Tem o F-18a/b que operam no A-12,existem varios
    no Canada,e estão em bom estado.Os F-18c/d/e,na realidade os
    super hornet são 25% mais pesados.No nosso caso os A-4 com
    upgrade vão resolver.

  35. Na última LAAD o Unkonto custava 1 conto. rsrsrsrs
    1 milhão de dólares a unidade. Baratinho né?
    Info do representante no stand do Riocentro.

  36. Como complemento existe em desenvolvimento uma versão do MSA Unkhonto com cabeça de busca ativa, usando a mesma do R-Darter/Derby, onde o mesmo mantém toda a capacidade fire-in-forget da versão IR mas tendo correção de meio curso via data-link para melhores capacidades a contra-medidas assim como alcance aumentado, este seria uma grande aquisição para a MB, pois poderiamos participar de seu desenvolvimento assim como já fazemos com o A-Darter, indo mais além tentar compatibilizar os nossos lançadores de Aspide para lançar uma versão do R-Darter/Derby onde poderiamos padronizar em toda a força assim como para a FAB também, analizando esta possibilidade podemos nos ater ao sistema SPYDER da Rafael Israelense.

  37. Ótimas informações LM, valeu. Realmente Aspide só com convôo mais curto (como o das Inhaúma), senão vai ter pouco ângulo para conteirar, e o volume do lançador, tão próximo ao convôo, pode prejudicar a segurança das operações aéreas (opinião minha). Se bem que tem lançador de Aspide com 4 células, não sei se fabricam ainda, mas poderia ser uma opção.

    A possibilidade de mais 3 Barrosos até 2020, se a primeira for bem sucedida, é tudo de bom.

  38. Espero que elas venham, mas que se faça exaustivo programa de testes para que as próximas 3 venham com projeto a prova de falhas. sobre mísseis espero um sistema VL, mais capaz de enfrentar múltiplas ameaças.

  39. Ótima notícia, LM, para todos nós, entusiastas de um poder naval com credibilidade.Galante, excelente a idéia de um post sobre o Mage Defensor, só que para complementá-lo deveria haver informações sobre o Siconta, que pelo que percebi, já está na sua quarta geração. Mas não posso deixar de simpatizar com a idéia do Nunão de mais uma Barroso (para a manutenção da massa crítica, e seis unidades de um novo projeto, com capacidade real para receber um VLS tipo Barak, Mica, ou o sul-africano que o valha, além de um desenho mais furtivo. Opinião de um leigo, de um entusiasta, mas ainda assim uma opinião.

  40. Direto do fundo,
    Conta para o pessoal aqui o que o chefão lá Boeing disse a respeito dos F/A-18E/F para o Opalão……
    Sds.

  41. Realmente, o resultado final da Corveta Barroso foi de dar orgulho ao nosso País e fazer inveja às marinhas de alguns dos países vizinhos! A Marinha do Brasil e as empresas nacionais que participaram desse projeto, que considero desde já VENCEDOR, fizeram UM TRABALHO PRIMOROSO! Ao ver as fotos (tanto as fotos do Blog Naval como as da Agência Linha de Defesa – ALIDE), mudei até de opinião sobre a construção de novas unidades da Classe, que considero atualmente como sendo uma DECISÃO OPORTUNA E MUITO NECESSÁRIA !

  42. […] A corveta Barroso deixou a Baía de Guanabara nesta quinta-feira dia 19/02, para dar prosseguimento aos seus testes de mar. Em breve, o navio deverá realizar o CIAsA (Comissão de Inspeção e Assessoria de Adestramento). A Barroso, que é uma evolução da classe “Inhaúma”, poderá ter mais unidades construídas aperfeiçoadas, com perfil mais stealth. Com o mesmo valor de uma FREMM, poderíamos construir três Barrosos, dando continuidade ao grande trabalho realizado para a nacionalização de meios navais e seus sistemas. […]

  43. Eu servi no navio de transporte de tropas e mantimentos G-16 “Barroso Pereira”,na divisão de máquinas,refrigeração,máquina do leme e bomba de incêndio,entre outros…também agora como cabo-mo,ficou +++ fácil com uma escala de serviço de 6X1,era bom para mim,pois viajei muito,inclusive ao exterior p/ buscar 4 helicópteros SH3 DELTA,conhecendo 5 países lá fora por 4 ou 5 meses…uma maravilha sentir um friozinho de -15Celsius mas por pouco tempo.Depois fiz “trimestral” ,entre outras operações até desembarcar p/ o COMOPNAV…

  44. Barrosão (G 16) nao a Barreto (V 34), guardo com muito carinho u bone que ganhei de um 3SG dele, gostava demais dele !!

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