Turbo Tracker, o retorno

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Fontes ligados ao processo de aquisição dos aviões S-2T TurboTracker para a Marinha do Brasil informaram à ALIDE que em poucas semanas deve ser assinado um contrato com a Embraer. A empresa nacional será o contratado principal do programa TurboTracker brasileiro.

No contrato está previsto a aquisição de células antigas de S-2F armazenadas no deserto pela Marinha dos EUA, a modernização dos sistemas propulsivos com a instalação de motores turbo-hélice Honneywell (ex-Garrett Air Recearch) TPE 331-14GR no lugar dos radiais originais, e a instalação de novos aviônicos e eletrônica de missão. Serão ao todo seis células, sendo que três delas serão fornecidas numa configuração para transporte de carga e passageiros (COD – Carrier Onbord Delivery), e outras três configuradas para aeronave de alerta antecipado (AEW – Airborne Early Warning). Uma das células COD, no entanto deverá ser entregue plenamente configurada como aeronave-tanque para a realização da função de reabastecimento em vôo (revo) dos A/F-1 (A-4Ku) da Marinha do Brasil. Os demais COD serão “fitted for”, ou seja poderão, no futuro ser convertidos com certa facilidade para a missão de revo. A simples troca de motor pelo novo turboélice, muito mais leve, adiciona cerca de 2250 kg (4500 libras) de carga útil à nova aeronave, além de melhorar sensivelmente a performance operacional desta aeronave.

As três células COD serão entregues primeiro, por serem mais simples e por demandarem menor envolvimento direto da Embraer em sua preparação. A idéia é que a primeira aeronave destas seja entregue 18 meses após a assinatura do contrato. Pode ser que haja uma extensão deste período por mais seis meses, para permitir ajustes finais e incorporação de novos detalhes solicitados pelo cliente do desenrolar do programa industrial. Já as células convertidas em AEW, um programa muito mais complexo que os CODs, devem levar aproximadamente 36 meses para serem entregues à Força Aeronaval.

Neste momento, estão sendo realizados os acertos finais entre a Embraer e a Marinha para substituir os componentes que haviam sido selecionados no período de estudos anterior (entre 2001 e 2004) que porventura, ou não estejam mais disponíveis no mercado, ou cujos preços tenham variado ao ponto de torná-los não-competitivos. Após um longo hiato, este projeto foi retomado a partir da aprovação de um estudo do Estado Maior apresentado no ano de 2007.

Segundo esta fonte, pessoal técnico da Marinha deve visitar as instalações da firma Marsh Aviation, na cidade de Mesa no estado americano do Arizona, o maior especialista mundial na recuperação e modernização dos Grumman S-2, para preparar o início dos trabalhos. As entregas devem então se dar entre 2011 e 2012 com uma vida operacional esperada de pelo menos 10 anos operando no NAe São Paulo.

Fonte: www.alide.com.br

NOTA DO BLOG: Os aviões são bem-vindos e multiplicarão a capacidade do NAe São Paulo, se os AF-1 Skyhawk também forem modernizados.

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71 Comentários to “Turbo Tracker, o retorno”

  1. Vinicius Modolo em 16 out, 2008 às 15:30

    eu achei q era zuera essa noticia.

    Alguem sabe que fim levou o turbo tracker da FAB? devia ter ido pro musal…num foi naum???

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  2. Com as entregas iniciais do “Turbo Tracker” previstas para 2011:

    1) Como e quando se dará início ao treinamento da tripulação ?
    2) Ficará a cargo da FAB, da MB, da USN ?

    No que respeite as tripulações seriam essas as minhas dúvidas principais.

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  3. Luciano Baqueiro em 16 out, 2008 às 15:45

    Vinicius, os nossos Tracker não eram turbo-hélices, ainda tinham os motores radiais originais que bebiam, e muita, avigas. Amigos e aquela história que surgiu há algum tempo sobre os comedores de hamburguer nos sederem uns S-3 Viking ? Em tempo, eles poderiam operar no SP ?

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  4. Paulo Costa em 16 out, 2008 às 15:55

    Segundo informações anteriores os trackers,alguns para museus,
    e a maioria vendida para uma firma de combate a incendio na America.
    Ja estavam bem usados devido ao uso embarcado.Esta firma devera
    fazer a adaptação dos Trackers.Como é turbo helice,o basico,e
    intermediario,na FAB,e o avançado na MB em SP da Aldeia…
    O A-12 agora vai ficar com o braço mais longo,e com radar de
    alerta antecipado……

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  5. Alguns Trackers adicionais, devidamente equipados, poderiam servir para o combate submarino a partir do PA São Paulo? Será que a MB já considerou essa hipótese?

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  6. Não gostaria de ser negativo e nem repetitivo mas como os nossos estrategistas gostam de comprar uns sucatinhas por ai.!!!
    Os Trackers S2 A; E e S e todas as outras letrinhas ja tiveram o seu tempo no cenário de guerra naval, pois são de decada de 50 (historicos).
    Deveríamos comprar alguma coisa mais nova como o S3 Viking (que é um sucatinha também) mas estaria bem mais de encontro com uma aviação naval que o Brasil precisa.
    Detalhe: ja tem estoque deles também nos melhores desertos do ramo!!!

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  7. Alexandre F. em 16 out, 2008 às 16:10

    sinceramente, concordo com o amigo acima, desta vez a MB, apelou, sei que a MB adora de coraçao a compra de ocasiao, mas S2 Trackers, foi demais, o tempo deles já passou nao, eles já sao mumias.

    Podiam ser uns S3 Vikings, mas deixa quieto, quem sou eu.

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  8. Sucata ou não é um ótimo vetor para a nossa aviação naval!

    abração

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  9. Eu penso que estaríamos mais bem equipados com os S3 Viking, que os EUA ofereceram DE GRAÇA, para países latino americanos.

    Não sou de pensar que comprar material usado é de todo ruim, isso não me causa espécie, mas o Turbo-Tracker é apenas uma atualização do Tracker e só… daqui há pouco, vão resolver ressucitar os Neptune também?

    Se é para adquirir aviões de sgunda mão, pelo menos que não estejam tão desafados tecnologicamente. A modernização destas cálulas custará o preço de aviões bem mais modernos.

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  10. acho que diante dos orçamentos e da disponibilidade de aeronaves com dimensões, peso, e resistência para pousar num Nae como o sampa acho que escolherem o barulhento foi uma decisão acertada.
    quanto à variante AEW o radar seria o da ericsson?
    O mesmo modelo dos do R-99?
    a aeronave vai levar embarcada a tripulação de operadores?
    a idéia é boa e perfeitamente viável principalmente se forem os radares e sistemas do R-99 pois as tripulações poderão treinar nestes até lá

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  11. Fábio Max, me parece que os S-3 que nos seriams doados estão muito judiados, seria preciso uma reforma total para coloca-los na ativa, os s-2 estão em boas condições, e o custo operacional dele é bem maior tbm. me corrijam se falei bobagem.

    []´s

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  12. Vinicius Modolo em 16 out, 2008 às 16:22

    não não, eu to falando do prototipo da foto….o que foi feito dele?

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  13. É,é isso mesmo!Esse´será o começo do plano de defesa da MB,não esperem por coisas melhores que estas.Pois não aconteceram,pelo menos nesse governo,ou melhor dizendo em governo algum.
    Só receberemos materias de segunda mão ou no máximo 3 esquadrilhas de caças sem armamento eficaz!!!

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  14. agora só tá faltando trazer os f4k ingleses estocados.
    a4 + ttracker + f4k.
    aí é só a galera usar cabelão comprido, calça boca de sino etc.
    that’s 70’s show.

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  15. Texto retirado do ótimo site sibre a FAB do Prof Rudinei
    ¨
    []s Felipe Salles
    ¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨

    Em 1988, a FAB deu início ao processo de conversão dos P-16E para o padrão S-2T. A empresa canadense IMP foi a vencedora da licitação para o trabalho de conversão e, em 6 de fevereiro de 1989, o P-16E 7036 levantou vôo da BASC, com destino a Halifax, Canadá, para tornar-se o primeiro P-16H da FAB. A conversão previa a substituição dos veteranos motores a pistão Wright R-1820-82C, de 1525HP, pelos turbo-hélices Pratt&Whitney PT6A-67CF de 1650SHP, girando hélices pentapás. Em 14 de julho de 1990 o 7036 realizou seu primeiro vôo de teste. Foi transladado para o Brasil ao final do ano, ainda ostentando a designação P-16E na cauda, chegando à BASC em 24 de dezembro de 1990, após 33h40min de vôo.

    UP-16 7025 (Via N. L. Senandes) e o P-16E 7036
    ja modificado para o padrão S-2T (MAP).

    Nos dias 21 e 22 de março de 1991, o 7036 fez seus primeiros testes a partir do “Minas Gerais”, o que incluiu três arremetidas, três toques-e-arremetidas, seis pousos, duas catapultagens e três decolagens livres. Infelizmente, vários problemas – a nível técnico e de gerenciamento – assolaram o projeto P-16H, tanto pela inexperiência da IMP na conversão (ao contrário da Marsh Aviation e da IAI), como pela crônica falta de recursos destinados à FAB. Com isso, o projeto, que previa a conversão de doze exemplares do P-16E, a um custo total de CND$40 milhões, foi cancelado em 1996.

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  16. Volto a comentar aqui sobre o mesmo tema que já foi muitas vezes dissecado. A idéia básica não é transformar o Opalão numa máquina mortífera de ataque e proteção da frota. A idéia é simplesmente dotar a Marinha de condições para analisar suas necessidades, treinar tripulações e equipes de apoio, estudar, planejar e adotar conceitos, técnicas e táticas para poder dizer se devemos, podemos e queremos ter um NAe em nossa Marinha. Sinceramente acho que falta um pouco de bom senso quando apenas criticamos. Os amigos sinceramente acham que a Marinha está comprando esse avião pq gosta de aviões antigos? Sejamos realistas. A MB nunca, NUNCA, teve a oportunidade de contar com aviação embarcada de combate. Quando tinha o Minas Gerais não podia ter aviões. Quando pôde e comprou os aviões não tinha mais o Minas. Quando pôde comprar o Opalão não lhe era dada as verbas e quando tinha verbas os aviões estavam no chão. Poxa amigos, será que não é possível notar que o esforço para botar o Opalão novamente em ação, reformar os A-4 e comprar mais esse modelo faz parte de um planejamento sério e calculado dentro de todas as limitações para podermos enfim dispor de um NAe que sirva para algo? Os pessimistas dirão que o próprio Opalão é uma sucata, que os A-4 não prestam e assim por diante, mas notem que esse será o tubo de ensaio para mostrar à Nação e aos políticos que um NAe é sim necessário ou mesmo para provar que não temos essa capacitação. A notícia é mais que bem vinda e nada impede até que os S-3 viking venham também a ser empregados. O Opalão não servirá para amedrontar ninguém, mas será extremamente útil para fazer brotar a consciencia da necessidade ou não de termos um bom sucessor para ele. Aí sim com caças de quarta geração e etc. Mas como a MB pode sonhar com isso se NUNCA teve a chance sequer de contar com um mínimo? Como exigir um novo NAe se NUNCA operamos outro em situações realmente operacionais? Já li post´s de amigos aqui dizendo que temos que ter 3 NAe´s….mas como isso seria possível? Com que argumentos a MB pode contar para conscientizar a classe política? Então amigos, vejamos a realidade e tenhamos a clareza de ver em atos e gestos como esse a oportunidade que a MB sempre sonhou. Imaginemos o Opalão daqui a 2 ou 3 anos com 12 A-4 reformados e com radares, com Tracker´s de alerta, com um vetor anti-submarino, com helicópteros capazes como o Sea hawk e o 725, com armamento anti-aéreo e um bom sistema de sensores e radares, com uma tripulação motivada e, principalmente, com a certeza de que as verbas necessárias para sua operação serão garantidas. Não acham que será um navio para nos orgulharmos e para manter um bom nível por uns 15 anos? Não acham que ele será a base para o estudo de seu ou seus substitutos? Posso ser extremamente otimista, mas algo me diz que as nossas Forças Armadas voltarão a ser valorizadas e tenho certeza que é um caminho sem volta. Um abraço a todos

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  17. Paulo Costa em 16 out, 2008 às 17:01

    Os Viking´s são pesados demais para o São Paulo,
    as catapultas estão a 20 ton,e o Viking,passa disto.
    Mas como foi oferecido gratis,poderiamos usar para
    patrulha armada,e na FAB,como Revo,pois eles tambem
    tem esta capacidade.

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  18. Boa idéia Cesar! Já estou até limpando meus discos (de vinil, é claro) do Led Zeppelin e do Pink Floyd, pra já ir entrando no clima dos anos 70 de novo…rs.rs.rs.

    um abraço

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  19. Fernando-Canoas em 16 out, 2008 às 17:03

    Galante….
    Nenhuma célula de reserva ????? Vão modificar as 6 e sentar a lenha ??? Bom….gostaria que fossem vetores mais modernos, mas no atual momento da nossa Marinha, que sejam bem vindos estes Trackers e que façam um belo trabalho nas mãos de nossos pilotos navais !!!!

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  20. Thiago Sala em 16 out, 2008 às 17:05

    Uma pergunta que pode ser idiota, mas vamos lá.
    A marinha não cogitou comprar uns AV-8 ou Sea Harrier ao contrario dos A-4 ????
    Será que em vez de modernizar não vale a pena comprar esse aí, afinal não teria problemas de tamanho do Nae certo???
    E quanto as Turbo Tracker, o q manda num avião para funções q não seja interceptação, caça etc.. é mais a tecnologia embarcada e seus sistemas de combate, além dos motores modernos, ao menos eu acho q neste ponto os veteranos turbo tracker vão estar em primeira linha e poderão operar sem restrições, não?
    Abraços

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  21. Espero que os amigos entendam que eu adoraria saber que a MB adquiriu um novo NAe de 60.000 ton. Um não, mas três como dizem que é o ideal. Adoraria ler que compramos 36 Super Hornet ou Rafales para operar a partir de cada um. Que compramos um avião de alerta antecipado novinho baseado num modelo da Embraer. Que a MB vai criar 3 frotas capitaneadas por um NAe cada. Mas sejamos realistas por favor. Um passinho de cada vez, mesmo que seja com a calça boca de sino e cabelão. Quando estivermos preparados poderemos nos dar ao luxo de comprar roupas da moda e ir num bom cabelereiro. Mas enquanto estamos nessa situação, tenhamos a humildade de usar roupas ultrapassadas mas sempre mantendo a linha. Um abraço a todos

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  22. Há um tempo atrás ouvi dizer que seriam 10 células, sendo 3 anti-submarino, 2 de alerta, 2 para transporte e reabastecimento e 3 como fonte de peças. Me estranhou na nota não se falar da versão anti-submarino. Um abraço a todos

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  23. Gostaria de dizer ao amigo Thiago Sala que a operação da família Harrier é extremamente complexa e cara. Teria sentido se o Brasil tivesse um futuro interesse na versão de decolagem e pouso vertical do F-35, mas acho que isso não deve fazer parte dos planos nem dos mais otimistas dos comandantes navais. Um abraço

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  24. Paulo Costa em 16 out, 2008 às 17:13

    A marinha ja pensou nos harrier como nos,mas para ela é um avião caro no momento.Os Trackers não são aviões de linha de frente,
    podem nos servir perfeitamente no transporte,alerta antecipado,
    e Revo….

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  25. Amigo Mauro,

    percebo que vc tem muita paciência…rs.

    Eu já nem falo mais nada quando o assunto é o Opalão, pois por mais que a Marinha diga que só quer adquirir doutrina no uso de aeronaves de asa fixa embarcadas, e que o São Paulo, os Falcões etc. são só para “treino”, e não para “jogo”..mas parece que não adianta…Ninguém acredita no que a Marinha fala..então eu admiro mesmo sua paciência em explicar pela enésima vez a razão da existência do Opalão entre nós. E, claro, assino em baixo em tudo o que vc disse.

    um forte abraço

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  26. Marcelo Ostra em 16 out, 2008 às 17:31

    Será que teremos novamente um Nae ASW … (Nã que sejatotalmente contra isso), mas no minimo ao contrario do que se imaginou por ocasião da aquisi~]ao do SP

    Talves algumas aeronaves “P”‘ e aviação “F” pelo jeito soh enfeite

    MO

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  27. Hornet,

    Gosto musical de 1ª linha!!
    Agora falando sério a respeito dos F4K ingleses. Vc por acaso leu na revista T&D (ñ lembro qual),uma matéria referente ao aproveitamento destes pela MB?

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  28. Cesar,

    Não cheguei a ler essa matéria…O que me lembro é que alguém (nada oficial) cogitou esta possibilidade, de comprar os F-4 ingleses para a MB…vc está certo, ventilou-se essa idéia sim…só que, como sabemos, não foi pra frente.

    um forte abraço

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  29. Obrigado Hornet…rs. Mas garanto que não tenho muita paciência não…rs. O engraçado é que todo mundo gostaria de ter uma mega marinha de guerra, mas será que não podemos analisar que só se chega a ser grande depois de ser médio? E só se é médio depois de deixar de ser pequeno?…rs. É a vida….rs. Um passinho de cada vez….rs. Já li aqui alguns que disseram que tínhamos que ter 30 submarinos…eu concordo com isso, mas para ter 30 precisa ter primeiro 5, depois 10 e assim vai. Só que quando falamos que a MB quer o primeiro sub nuclear os mesmos dizem o seguinte…”Mas para que apenas 1?” “O que faremos com UM sub nuclear?”. E me pergunto se devemos começar o projeto com 5 ao mesmo tempo….rs. E sempre lembro a piadinha que não sei se é verídica, mas quando a li e nem sei mais onde foi, li como sendo uma conversa que realmente ocorreu no final da II guerra entre um comandante naval americano e um comandante naval inglês. O americano teria perguntado…”Como vai a segunda maios marinha do mundo?”, ao que o inglês teria respondido…”Vai bem, e a segunda melhor, como vai?”…Claro que adoraria que a MB fosse a maior do mundo. Como não é possível adoraria que fosse a melhor…como também não é possível me contento que seja a maior e melhor dessa parte do Atlântico…mas é o mínimo, não admito menos que isso….rs….Um abraço a todos

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  30. Gente, vocês deveriam ler mais o site do Poder Naval.
    Foi o Guilherme Poggio que defendeu há alguns anos a aquisição dos F-4 ingleses pela MB:

    http://www.naval.com.br/biblio/cdf/cdf.htm

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  31. Belo post Mauro. []´s

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  32. pelo que esta sendo noticiado…..a MB vai se reequipar mais so com materiaal de segunda mao e olhe la para cuidar da camada pra sal……mais nao podemos querer muito do governo..pq um pais como nosso que gasta 30 bilhoes com saude e educacao por ano e paga 20 bilhoes mes de juro da divida..nao vai ter dinheiro pra nada…..o dinheiro pra compra de produto de primeira linha e pra outras coisa ta indo embora todo no pagamen toda divida pervessa…a vale do rio doce (maior mineradora do mundo foi vendida por 5 bilhoes de dolares)o valor estimado dela era de 1 trilhao de reais……nao pago nem 15 dias da divida……….e guanto mais pagasse a divida mais adivida cresce ja passo de 1 trilhao

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  33. Hornet, vai me dizer que vc é um daqueles que ainda prefere o som da vitrola (putz, vitrola é foda…rs) e do vinil ao son do Pink Floyd e Led Zeppelin em CD? Falando nisso, onde será que foram parar meus LP´s? Xiiiii….algo me diz que a dona do depósito, ou melhor, da pensão, se livrou deles. Se ainda a minha fosse como a do Ostra que permite uma fragata na sala….rs. Meus LP´s devem ter virado produto reciclável….rs. Um abraço a todos

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  34. Bem lembrado Galante!!!

    Cesar, o Galante matou a charada…eu sabia que tinha lido isso em algum lugar, mas não me lebrava aonde…agora lembrei.

    Thanks Galante!

    abraços

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  35. Lembrando que o miolo dos S-2T será no estado-da-arte, como os P-3AM da FAB.
    Quem não tem cão, caça com gato.

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  36. Mauro,

    hehehe…Eu sou meio maluco com esse negócio de música (sou meio que colecionador de discos ou coisa do tipo), apesar de ter comprado um monte de coisa na época do vinil, comprei tudo de novo depois, na era do CD e DVD. Só que eu guardei e guardo a sete chaves meus bons e velhos LPs, não troco por nada aquilo…E como o Cesar havia sugerido um “revival” aos anos 70, então lembrei-me das minhas “bolachas”, já que nos anos 70 não tinha CD, né?…rs.rs.rs.

    Como eu disse, sou meio “maluco” com esse negócio de música, precisando de um “sonzinho” é só falar…rs.

    um forte abraço

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  37. marcelo, não cai nessa não meu camaradinha….a Vale hoje dá muito, mas muito mais lucro ao país do que quando era estatal. Só o que ela paga de impostos e gera de riquezas atraves de salários, etc. é muito mais do que quando, exatamente por ser estatal, acabava dando prejuízos. Particularmente acho que até a Petrobrás devia ser privatizada, mas isso é outra conversa…rs. Ronald Regan uma vez disse: “”Não espere que a solução dos problemas venha do governo. O governo é o problema.” Um abraço a todos

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  38. Mauro,

    até acabei esquecendo de comentar…a piada é ótima. Já conhecia, mas é isso mesmo. Ilustra muito bem a questão toda.

    um forte abraço

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  39. Para meu amigo Ostra….espero que não fiquemos num NAe ASW não…aliás ainda acredito que verei fotos do “Ostrinha” a bordo do Opalão e que lerei seu comentário de que ele não quer ser mais fuzileiro e sim “Falcão”…rs. Um abraço meu amigo

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  40. Mauro,

    Concordo na questao da doutrina, de ir aos poucos ganhando esta capacidade, mesmo que insipida inicialmente, para decidir SE e COMO proceder no futuro. Mas discordo veementemente de se gastar milhoes na restauracao de peças de museu como os S-2T. Vide o exemplo da FAB com os P3 Orion, no final custaram bem mais caro que avioes CASA C295 FITS novos e ainda nao entraram em operaçao. Isso eh absurdo na minha opiniao! Por que nao comprar um aviao mais moderno, como os Hawkeyes, e ai sim moderniza-los? Ou, ate mesmo, compra-los novos (com alguma ‘transferencia de tecnologia”)?? Por que nao partir para AEW baseados em helicopteros novos? A Inglaterra conseguiu fazer isso ha 25 anos atras, hoje em dia seria muito mais simples com a diminuicao do tamanho e peso dos equipamentos necessarios, alem de antenas fixas AESA. A equipe operativa poderia ficar sentada em seus consoles no proprio porta-avioes, dada a evolucao das telecomunicacoes e datalinks. Ta na hora de ser mais criativo com o orçamento!!! Voce na concorda?

    Vamos, mais uma vez, comprar sucata cara pra adquirir, muito mais cara para operar e com riscos altos de projeto, como atrasos no cronograma e capacidade final duvidavel. Uma coisa eh comprar F-5 da Jordania e moderniza-los para o padrao BR, ainda operamos o aviao, a modernizacao foi um sucesso, etc. Outra coisa eh jogar fora milhoes de dolares num projeto duvidoso, caro (do ponto de vista custo/beneficio e tambem TCO) e que vai demorar mais tempo pra entrar em operacao do que voando… Vide os P3 da FAB!

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  41. Caro Mauro,
    Palavras sensatas. Estou com você. Boa noite a todos

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  42. Caros Mauro e Hornet,

    vcs hj estão inspirados, amigos.

    Mauro,

    excelentes os comentários. Parabéns.
    Sugestão: “CTRL+C” E “CTRL+V”, amigo, senão vai ficar com tendinite. Rsrsrs.

    Amigo Marcelo,

    nada pessoal, amigo, mas esse argumento já caiu por terra há muito tempo. Quem dizia isso hj está no governo e nem reclama mais, pois, como o Mauro falou, hj ela rende muito mais em impostos e emprego.
    Um abraço, amigo.

    Galera,

    sem querer ser chato e já sendo, por acaso vcs já se tocaram que vivem num país pobre? Caramba, galera, vcs só sabem malhar. A MB estuda, planeja e faz o melhor que pode. Todo mundo da MB sonha em trabalhar numa armada de primeiríssimo mundo, com o que há de melhor, com um NAE no melhor estilo de filme americano, mas a realidade não nos permite. A MB está vendendo o almoço pra comprar o jantar. Na boa, releiam o “ARTIGO” do nosso amigo MAURO (”Mauro em 16 Out, 2008 às 17:00 “). Ele fala exatamente o que eu penso que a MB quer fazer.
    Nada pessoal, galera.

    Um abraço a todos.

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  43. Hornet
    F4K ingleses é compativel ao SP??

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  44. Beto, leia este artigo para saber:

    http://www.naval.com.br/biblio/cdf/cdf.htm

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  45. que porcaria custava colocar um helicoptero novo na jogada com a mesma função !!!!

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  46. moyses silva em 16 out, 2008 às 19:32

    confesso que me assustei com esses prazos para a conversão do aparelhos para aex e cod.
    num primeiro momento, pensei tb: caramba, acho que a melhor opção seria a do helo com equipamentos de aew. e para o reaabstecimento, o buddy pack em um ou dois a4.
    só que qdo vemos o alcance de cada equipamento….
    o tracker dá um banho no sea king.
    e pra criar uma doutrina de operação para o “opalão”, o caminho é esse mesmo.
    pena que está uma década atrasado…
    só em 2012!!!!!!
    algusn a4…
    uns 4 s2 tracker
    os 4 seahawk
    e mais o q? e qual seria o míssil de defesa de ponto do opalão?

    para ver os dados, temos:
    http://en.wikipedia.org/wiki/SH-3_Sea_King

    http://en.wikipedia.org/wiki/S-2_Tracker

    http://en.wikipedia.org/wiki/Kamov_Ka-25

    abraços.

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  47. tailhooker em 16 out, 2008 às 19:35

    Seremos, em 2012, o que a marinha Australiana foi na década de 60. A-4/S-2 no Melbourne.

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  48. Militar brasileiro,é obrigado a tirar água de pedra amigo!
    Como pode um país de dimensões intercontinentais,que se diz soberano,e democrata.Ter forças armadas tão ao relento quanto nós temos?
    Verbas sempre existiram,o que sempre faltou,foram politicos honestos,e preocupados com esse importante setor”nossa defesa”.
    EB,FAB,e a nossa querida MB,sofrem muito,mesmo assim continuam a cumprir suas respectivas missões.Quase sempre contra sua vontade,tendo que operar vetores defasados,e obsoletos.Caso agora da MB,sem poder adquirir, um vetor eficaz.Terá que se contentar com os S-2,A-4 e A-12.Até quando a carcaça aguentar,ou então!?!

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  49. Vassily Zaitsev em 16 out, 2008 às 20:39

    Nossa vixe, Hoje Mauro e Hornet estão de vento em popa!!!!!!!!!!!!! O diálogo tá que tá.

    Concordo que a MB planeje “apenas” criar doutrinas de treinamento básicos. Só espero que, quando o A-12 voltar à operar com total capacidade, ele venha à ser modernizado noaspecto anti-aéreo, pois 2 lançadores de Mistral não representam quase nada para o tamanho e, principalmente a importância que ele representa para a MB. Quanto à versão de reabastecimento aéreo do S-2T, digo: – Não seria o A-4 capaz de receber o sistema budy-budy????????

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  50. tailhooker em 16 out, 2008 às 21:21

    Sim, é capaz sim. O equipamento foi comprado, porém nunca transferiu uma gota sequer de combustível, pois faltam ferramentas e itens para colocar o pod operacional. Serve apenas para exposição estática. não há recursos para comprar tais componentes, que na verdade, devem custar uma fração do próprio tanque. E ainda querem falar em comprar Rafale. Fala sério. Quero ver se vai ter recurso para treinar o mecânico. O português já é dificil, quanto mais aprender francês para interpretar o manual técnico. Quero ver se vai ter recurso para compra de material de apoio e sobressalente. Não tem hoje para o A-4….
    Aviação de combate é uma brincadeira muito CARA e a nação tem que estar disposta a arcar com esses custos. Não é só comprar o exemplar e mostrar no vídeo ou foto. Pelo jeito, a nação não dará a mínima para isso.

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  51. tailhooker em 16 out, 2008 às 21:33

    Digo que não dá a mínima, porque esse tipo de assunto é impopular. Na hora em que a Fátima Bernardes e o William Bonner noticiarem tendenciosamente no JN que o governo fará uma comprar de milhões ou talvez bilhões de dólares em caças de última geração, vai repercurtir muito mal perante a população e a classe política. Haverá uma chuva de críticas, coisa que um governo populista menos quer. Vão falar que em uma nação onde muita gente ainda passa fome, não ná necessidade de tais gastos, pois o Brasil é um País pacífico. Pura demagogia que dá raiva. é por essas e outras que acho que a história vai se repetir e o FX-2 vai subir no telhado, embora deseje muito que aconteça e que a MB possa tirar proveito dessa aquisição.

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  52. O “Sampa” é um “coroa safenado”, numca mais vai ser uma “arma terrivel” se algum dia o foi na França.
    Se ficar pronto para navegar um dia, deverá voltar a ser um otimo passeio de domingo quando nós levamos os nossos filhos para conhecer a Marinha do Brasil.
    Estacionado em Santos com um heli “véio” aqui outro heli “véio” ali e talvez um caça “véio” num outro canto.

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  53. tailhooker em 16 out, 2008 às 21:48

    Como dizem por aí: Brasileiro não desiste nunca. Eu já deixei de acreditar há muito tempo. Acho bonito esse discurso de que vamos fazer valer os nossos direitos de eleitor e cobrar dos políticos, pois afinal nós os elegemos. Legal, mas não funciona. Entra eleição, sai eleição e a história não muda. O povo brasileiro não tem maturidade política, quanto mais consciência de defesa. É só dá uma olhada nos resultados das últimas eleições. A maioria que tinha ficha suja, foi reeleita. Lembram da dançarina da Pizza ? foi eleita vereadora em São José dos Campos. No Rio, além do perigo do Gabeira, tem gente que foi eleita e está na cadeia, como isso é possível ?
    Tenho absoluta certeza que as Forças Armadas fazem um trabalho sério, mas alguem aqui acha que algum senador ou deputado eleito pelo PT do Acre, por exemplo, vai se interessar em assuntos de defesa? só se for na defesa do nepotismo. Em um País que está cheio de analfabeto ocupando cargo público, vcs acham que eles estão interessados em Mirage 2000, Gripen e Super Hornet? Sabe do que precisamos? para que todos nós vejamos nossos sonhos de defesa realizados ? Precisamos de uma ameaça, senão de um conflito. Muitas vezes torço para que o Chavez continue com as suas loucuras e nos ameace efetivamente. Torço para que o Paraguai nos hostilize, assim como a Bolívia. Nosso Governo tem todos os instrumentos legais e garantias para acabar com o caso Petrobrás na Bolívia, o contrato foi muito bem feito. porém, não chegamos nem na cláusula 5 e o nosso LULA falou: Deixa comigo que eu resolvo, e deu no que deu. No caso Equador, a política da “amizade” está em efeito e o retorno é hostilidade. Somos uns bananas, daqui a pouco o Paraguai vai tomar Itaipu e vamos aplaudir !! Chega de sermos frouxos! tá virando moda passarem a mão na “bunda” do Brasil.
    O povo brasileiro e nossos políticos não têm consciência e mentalidade de Defesa. Os políticos são os decisores, infelizmente. A maioria deles está preocupada com política, corrupção e mamata. FX-2 não dá voto e nem grana para eles. Por isso acredito que, para que o País acorde, necessitamos de uma situação tensa, uma ameaça ou um conflito. Agora, o LULA tem que “botar as bolas na mesa”.
    Obrigado

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  54. tailhooker em 16 out, 2008 às 21:51

    Precisamos de um inimigo, nem que seja fictício, talvez o Sifuquistão, um país hipotético situado na America do Sul, queira nos invadir e destruir as nossas praias, destruir todos os sambódromos e transformar todos os campos de futebol em grandes crateras, acabar com todos os carnavais fora de época, reduzir todos os trios elétricos a cinzas e levar para forca todos os políticos corruptos. Talvez aí o nosso Povo e a classe política sintam-se realmente ameaçadas e comecem a desenvolver uma mentalidade de Defesa. Teríamos todos os Rafales e Super Hornet de que precisamos. Só assim funciona.
    Fora isso, lamento informar que todos nós estaremos condenados a um grande sentimento de frustração.

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  55. Luiz Marcelo em 16 out, 2008 às 21:56

    Submarino Nuclear e reformando avião de museu, esperando a morte no deserto do Arizona. Bem, se é assim deveríamos pegar alguns B52G, A6, F14, deve ter até B1B por lá… Sem comentário.

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  56. tailhooker em 16 out, 2008 às 21:59

    Outra pra quem comentou sobre S-3. Foi estudado, porém foi preterido em favor do S-2, devido à incompatibilidade com o A-12. Poderiam ser adquiridos para operar de terra, porém a Marinha não pode ter avião que opera de terra, tem que ser “öperável” no A-12 para ser viável, juridicamente inclusive, em função do Decreto que proibe a MB de possuir aviões que não sejam “örgânicos”. solicito aos senhores deste Blog que comentem e pressione para que esse decreto, que não faz mais o menor sentido, caia o mais rápido possível.

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  57. tailhooker em 16 out, 2008 às 22:11

    Não acho razoável que uma Força Armada de uma Nação soberana que preze se contente em adquirir meios “só para manter doutrina” É essa a satisfação que se dá para o povo ?. Nem os traficantes dos morros do Rio têm essa mentalidade. Se não há meios, se os meios estão sucateados, que a Forças se esforcem em publicar o caos mais eficientemente. talvez a sociedade se sensibilize um pouco mais e se ganhe o apoio da opinião pública, que, sem dúvida, é o maior alido que se pode ter em todos os pleitos, aliás a opinião pública move a política e elege os governantes. Muito já se tem feito nesse sentido no passado recente, mais ainda não é o sificiente.

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  58. No ano de 2002 a Marsh Aviation comprou uma celula do P-16,estocado no PAMA-SP, creio que foi o 7035, e este foi enviado para São José dos Campos em cima de caminhão, para a modificação para S2-T que seria realizada em conjunto pela Embraer.
    Esta celula encontra-se até hoje estacionada no pátio do aero clube de SJC, de onde pode-se vê-lo da Rodovia dos Tamoios.
    Será que este entrará no pacote?

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  59. Lembram da Guerra das Malvinas, foi uma fiasqueira total, na Argentina desviaram os gêneros alimentícios que iam para a frente de guerra, as tropas não tinham equipamentos proprios para baixas temperaturas, morreu mais argentino de frio que de tiro. Botaram no mar um General Belgrano “Capengão” com 40 anos para “tirar” uma dos ingleses e acabou naquilo.
    O Brasil não deve entrar em guerra, pois o governo vai confiscar as poupanças do povo para pagar a guerra e o resto a novela é a mesma.

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  60. Os sifuquistaoneses são muito cruéis, mas eles não tem a coragem de acabar com os nossos sambodromos e estadios de futebol!!!

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  61. Jonas Rafael em 17 out, 2008 às 1:40

    Se é pra adquirir F4K, sou muito mais investir em F/A-18C usados. O avião é mais leve na configuração ar-ar e não sairia muito mais caro.

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  62. Nelson Lima em 17 out, 2008 às 2:15

    Alguém sabe qual será o equipamento AEW embarcado nos S2T. Será a última versão do radar inglês Searchwater?

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  63. Henrique Sousa em 17 out, 2008 às 8:50

    Imagino/espero que a participação da Embraer numa possível modernização dos S-2, implique em total autonomia na parte estrutural, comandos mecânicos/hidráulicos, sistemas elétricos e aviônicos.

    Pq fora disto imagino/temo será muito complicado manter a disponibilidade, de forma sustentada por toda a vida útil esperada, em níveis elevados.

    Quanto à aeronave me parece compatível com o tamanho do São Paulo, possivelmente sendo lançada da catapulta de 15 ton, e se conseguirem a autonomia na manutenção que disse acima, e se mostrar possível a instalação de um radar, permitirá um ganho inegável de performance frente aos helis de controle aéreo, tanto em horizonte-radar, mobilidade e alcance.

    Vislumbro, mas vou esperar para ver concretizada, a Marinha que nossos oficiais planejam.

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  64. direto do fundo do mar em 17 out, 2008 às 8:54

    Sim Nelson.

    Quanto ao SP, é velho sim, mas se vcs o conhecessem por dentro depois que a MB o comprou, certamente mudariam de opinião.
    Mas, o que posso fazer? Não posso levar vcs no SP. Já fiz isso com alguns e estes certamente, depois que o viram, mudaram de opinião e nunca mais o detonaram, pois entenderam e muito bem, a sua importância para a MB e para o Brasil.
    Por favor, não me peçam para tecer aqui qual a importância do SP para o Brasil. Se quiserem saber, basta procurar com maturidade em fóruns como o Base Militar, o Defesa Brasil e aqui mesmo, pois muita coisa boa e importante já foi publicada aqui.

    Basta superar a preguiça e ir atrás. Quem quiser é claro, pois talvez seja mais fácil, meter o malho sem conhecimento, né?

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  65. Henrique Sousa em 17 out, 2008 às 9:19

    Quanto à parte do desenvolvimento operacional, muitos acham que é só sair comprando e metendo ferro nos bichos no outro dia.

    Existe uma parte doutrinária que e desenvolvida em intercâmbios e exercícios, mas existe outra mais importante que DEVE ser autóctone sob pena de nunca conseguir ser autônomo.

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  66. Senhores,

    A idéia do do F-4K como CDF já tem dez anos. De lá para cá não sobrou mais nenhuma célula completa. Apenas aquelas que estão nos museus ou em exposições estáticas.

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  67. putz….. tbem sou contra o tracker. ja era. tem coisa melhor por ai.

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  68. CorsarioDF em 17 out, 2008 às 15:24

    Galera, não se esqueçam da grande interferência que o Radar AEW sofre em aviões turbo-hélices, só lembrar do Brasília AEW e do SAAB 340 AEW, só nesse quesito o S-3 já dá um banho no S-2. Concordo com muita coisa que o Mauro e os colegas disseram, a não ser aceitar a compra de material velho para se gastar 10 vezes mais e com quase uma década pra ficar pronto em um peça de museu!!! Como disse alguns, e o P-3BR??? Tem algum em operação hoje? Já se vai quase 10 anos e NADA!!! Saiu muito mais caro do que o Casa-295 FITTS e/ou P-99 da Embraer. Se esses S-2T fossem adquiridos na década de 90 ainda seria bastante proveitoso, mas depois de quase 20 anos de atraso… Isso só acontece no Brasil mesmo. Essa política é que eu não aceito de forma alguma. Sds.

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  69. [...] a melhor opção de aeronave AEW/COD para a Marinha do Brasil? 47% votaram no S-3 Viking, 33% no S-2T Turbo Tracker e 10% em helicópteros Sea King adaptados. 9% votaram no helicóptero russos Ka-31. [...]

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  70. olá, estava comparando o S-2 com o EMB-120, o brasília tem características muito similares e superioresz ao S2, não seria o caso de fazermos adaptaçõs de projeto (pois temos o know-how) e operar uma aeronave robusta como esta em vez de um avião mais defasado, imagine um Brasília naval, que coisa hein! É de se pensar. Poderíamos vender para muitos países como opção mais econômica. O que acham?

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  71. laerciobecker em 05 nov, 2009 às 13:02

    Essa aquisição de S-2 Tracker pela MB é uma idéia que tem mais de 10 anos. Vejam só esse trecho de: LUCCHESI, Cláudio. Skyhawk: o jato da Marinha. Air & Sport by Skydive, ano 5, nº 30, 1998, p. 44:

    “… recentemente foi apresentada pela Embraer uma opção bastante interessante (e bem mais econômica), segundo a qual a empresa, como contratada principal, reformaria aeronaves Grumman S-2 Tracker, adquiridas de estoques da US Navy, remotorizando-as como turboélices, e instalando um sistema AEW com domo ventral (possivelmente com parceria dos suecos da Ericsson, cujo radar Erieye será usado nos EMB-145 do SIVAM) – tudo a um custo de US$ 13 milhões por aeronave. Além disso, haveria ainda a possibilidade de alguns desses Tracker atuarem como aeronaves utilitárias embarcadas, como os Grumman C-2 Greyhound da US Navy. Segundo fontes da Aviação Naval, a Embraer estaria bastante empenhada nesta proposta, com vários oficiais da Marinha já estando convencidos de que esta seria realmente a opção mais acertada.”

    O que eu não entendi, quando li aquela matéria em 1998, é por que não foram aproveitadas as células dos P-16 do GAE, que estavam estocadas no PAMA. Devia haver alguma razão de ordem técnica ou orçamentária que, de minha parte, não conseguia captar.
    Alguém poderia alegar que os Trackers que se pretende comprar são para AEW e não ASW, o que requer estrutura diferente (asas dobráveis para trás, cauda com duas derivas, célula do C-1A Trader etc.), i.e., um E-1B Tracer (WF-2, Grumman modelo G-117). Só que esse artigo de 1998 falava em “domo ventral” (sob a fuselagem), portanto não seriam necessárias as peculiaridades estruturais do E-1B Tracer, que se destinam a um radome sobre a fuselagem. Ademais, o texto falava que a Marinha “reformaria aeronaves Grumman S-2 Tracker, adquiridas de estoques da US Navy”, não que adquiriria aeronaves E-1B Tracer, ou que reformaria células de C-1A Trader – que, evidentemente, não havia nos estoques da FAB.

    Pois bem, a notícia de agora reprisa que serão aeronaves de AEW e informa o modelo pretendido: S-2F. Então alguém poderia argumentar que o S-2F teria vantagens comparativas em relação aos S-2A e S-2E que foram do GAE. Quanto aos S-2A, pode ser. Mas quanto aos S-2E, se o modelo S-2F (S2-F121), largamente utilizado pela USNavy, surgiu como conversão de 50 S-2B (que eram iguais ao S-2A, só que com o sistema Julie/Jezebel) para os equipamentos instalados no S-2E e aperfeiçoamento do Julie/Jezebel, francamente, não consigo vislumbrar que vantagem ele teria em relação ao S-2E.

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