terça-feira, março 9, 2021

Saab Naval

Turbo Tracker, o retorno

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Alexandre Galante
Ex-tripulante da fragata Niterói (F40), jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br

p16h.jpg

Fontes ligados ao processo de aquisição dos aviões S-2T TurboTracker para a Marinha do Brasil informaram à ALIDE que em poucas semanas deve ser assinado um contrato com a Embraer. A empresa nacional será o contratado principal do programa TurboTracker brasileiro.

No contrato está previsto a aquisição de células antigas de S-2F armazenadas no deserto pela Marinha dos EUA, a modernização dos sistemas propulsivos com a instalação de motores turbo-hélice Honneywell (ex-Garrett Air Recearch) TPE 331-14GR no lugar dos radiais originais, e a instalação de novos aviônicos e eletrônica de missão. Serão ao todo seis células, sendo que três delas serão fornecidas numa configuração para transporte de carga e passageiros (COD – Carrier Onbord Delivery), e outras três configuradas para aeronave de alerta antecipado (AEW – Airborne Early Warning). Uma das células COD, no entanto deverá ser entregue plenamente configurada como aeronave-tanque para a realização da função de reabastecimento em vôo (revo) dos A/F-1 (A-4Ku) da Marinha do Brasil. Os demais COD serão “fitted for”, ou seja poderão, no futuro ser convertidos com certa facilidade para a missão de revo. A simples troca de motor pelo novo turboélice, muito mais leve, adiciona cerca de 2250 kg (4500 libras) de carga útil à nova aeronave, além de melhorar sensivelmente a performance operacional desta aeronave.

As três células COD serão entregues primeiro, por serem mais simples e por demandarem menor envolvimento direto da Embraer em sua preparação. A idéia é que a primeira aeronave destas seja entregue 18 meses após a assinatura do contrato. Pode ser que haja uma extensão deste período por mais seis meses, para permitir ajustes finais e incorporação de novos detalhes solicitados pelo cliente do desenrolar do programa industrial. Já as células convertidas em AEW, um programa muito mais complexo que os CODs, devem levar aproximadamente 36 meses para serem entregues à Força Aeronaval.

Neste momento, estão sendo realizados os acertos finais entre a Embraer e a Marinha para substituir os componentes que haviam sido selecionados no período de estudos anterior (entre 2001 e 2004) que porventura, ou não estejam mais disponíveis no mercado, ou cujos preços tenham variado ao ponto de torná-los não-competitivos. Após um longo hiato, este projeto foi retomado a partir da aprovação de um estudo do Estado Maior apresentado no ano de 2007.

Segundo esta fonte, pessoal técnico da Marinha deve visitar as instalações da firma Marsh Aviation, na cidade de Mesa no estado americano do Arizona, o maior especialista mundial na recuperação e modernização dos Grumman S-2, para preparar o início dos trabalhos. As entregas devem então se dar entre 2011 e 2012 com uma vida operacional esperada de pelo menos 10 anos operando no NAe São Paulo.

Fonte: www.alide.com.br

NOTA DO BLOG: Os aviões são bem-vindos e multiplicarão a capacidade do NAe São Paulo, se os AF-1 Skyhawk também forem modernizados.

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Vinicius Modolo

eu achei q era zuera essa noticia.

Alguem sabe que fim levou o turbo tracker da FAB? devia ter ido pro musal…num foi naum???

Ozawa

Com as entregas iniciais do “Turbo Tracker” previstas para 2011:

1) Como e quando se dará início ao treinamento da tripulação ?
2) Ficará a cargo da FAB, da MB, da USN ?

No que respeite as tripulações seriam essas as minhas dúvidas principais.

Luciano Baqueiro

Vinicius, os nossos Tracker não eram turbo-hélices, ainda tinham os motores radiais originais que bebiam, e muita, avigas. Amigos e aquela história que surgiu há algum tempo sobre os comedores de hamburguer nos sederem uns S-3 Viking ? Em tempo, eles poderiam operar no SP ?

Paulo Costa

Segundo informações anteriores os trackers,alguns para museus,
e a maioria vendida para uma firma de combate a incendio na America.
Ja estavam bem usados devido ao uso embarcado.Esta firma devera
fazer a adaptação dos Trackers.Como é turbo helice,o basico,e
intermediario,na FAB,e o avançado na MB em SP da Aldeia…
O A-12 agora vai ficar com o braço mais longo,e com radar de
alerta antecipado……

marujo

Alguns Trackers adicionais, devidamente equipados, poderiam servir para o combate submarino a partir do PA São Paulo? Será que a MB já considerou essa hipótese?

marcelo r

Não gostaria de ser negativo e nem repetitivo mas como os nossos estrategistas gostam de comprar uns sucatinhas por ai.!!!
Os Trackers S2 A; E e S e todas as outras letrinhas ja tiveram o seu tempo no cenário de guerra naval, pois são de decada de 50 (historicos).
Deveríamos comprar alguma coisa mais nova como o S3 Viking (que é um sucatinha também) mas estaria bem mais de encontro com uma aviação naval que o Brasil precisa.
Detalhe: ja tem estoque deles também nos melhores desertos do ramo!!!

Alexandre F.

sinceramente, concordo com o amigo acima, desta vez a MB, apelou, sei que a MB adora de coraçao a compra de ocasiao, mas S2 Trackers, foi demais, o tempo deles já passou nao, eles já sao mumias.

Podiam ser uns S3 Vikings, mas deixa quieto, quem sou eu.

Cinquini

Sucata ou não é um ótimo vetor para a nossa aviação naval!

abração

Fábio Max

Eu penso que estaríamos mais bem equipados com os S3 Viking, que os EUA ofereceram DE GRAÇA, para países latino americanos.

Não sou de pensar que comprar material usado é de todo ruim, isso não me causa espécie, mas o Turbo-Tracker é apenas uma atualização do Tracker e só… daqui há pouco, vão resolver ressucitar os Neptune também?

Se é para adquirir aviões de sgunda mão, pelo menos que não estejam tão desafados tecnologicamente. A modernização destas cálulas custará o preço de aviões bem mais modernos.

edilson

acho que diante dos orçamentos e da disponibilidade de aeronaves com dimensões, peso, e resistência para pousar num Nae como o sampa acho que escolherem o barulhento foi uma decisão acertada.
quanto à variante AEW o radar seria o da ericsson?
O mesmo modelo dos do R-99?
a aeronave vai levar embarcada a tripulação de operadores?
a idéia é boa e perfeitamente viável principalmente se forem os radares e sistemas do R-99 pois as tripulações poderão treinar nestes até lá

JP

Fábio Max, me parece que os S-3 que nos seriams doados estão muito judiados, seria preciso uma reforma total para coloca-los na ativa, os s-2 estão em boas condições, e o custo operacional dele é bem maior tbm. me corrijam se falei bobagem.

[]´s

Vinicius Modolo

não não, eu to falando do prototipo da foto….o que foi feito dele?

EMERSON FULLY

É,é isso mesmo!Esse´será o começo do plano de defesa da MB,não esperem por coisas melhores que estas.Pois não aconteceram,pelo menos nesse governo,ou melhor dizendo em governo algum.
Só receberemos materias de segunda mão ou no máximo 3 esquadrilhas de caças sem armamento eficaz!!!

cesar

agora só tá faltando trazer os f4k ingleses estocados.
a4 + ttracker + f4k.
aí é só a galera usar cabelão comprido, calça boca de sino etc.
that’s 70’s show.

Felipe

Texto retirado do ótimo site sibre a FAB do Prof Rudinei ¨ []s Felipe Salles ¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨ Em 1988, a FAB deu início ao processo de conversão dos P-16E para o padrão S-2T. A empresa canadense IMP foi a vencedora da licitação para o trabalho de conversão e, em 6 de fevereiro de 1989, o P-16E 7036 levantou vôo da BASC, com destino a Halifax, Canadá, para tornar-se o primeiro P-16H da FAB. A conversão previa a substituição dos veteranos motores a pistão Wright R-1820-82C, de 1525HP, pelos turbo-hélices Pratt&Whitney PT6A-67CF de 1650SHP, girando hélices pentapás. Em 14 de julho de… Read more »

Paulo Costa

Os Viking´s são pesados demais para o São Paulo,
as catapultas estão a 20 ton,e o Viking,passa disto.
Mas como foi oferecido gratis,poderiamos usar para
patrulha armada,e na FAB,como Revo,pois eles tambem
tem esta capacidade.

Hornet

Boa idéia Cesar! Já estou até limpando meus discos (de vinil, é claro) do Led Zeppelin e do Pink Floyd, pra já ir entrando no clima dos anos 70 de novo…rs.rs.rs.

um abraço

Fernando-Canoas

Galante….
Nenhuma célula de reserva ????? Vão modificar as 6 e sentar a lenha ??? Bom….gostaria que fossem vetores mais modernos, mas no atual momento da nossa Marinha, que sejam bem vindos estes Trackers e que façam um belo trabalho nas mãos de nossos pilotos navais !!!!

Thiago Sala

Uma pergunta que pode ser idiota, mas vamos lá. A marinha não cogitou comprar uns AV-8 ou Sea Harrier ao contrario dos A-4 ???? Será que em vez de modernizar não vale a pena comprar esse aí, afinal não teria problemas de tamanho do Nae certo??? E quanto as Turbo Tracker, o q manda num avião para funções q não seja interceptação, caça etc.. é mais a tecnologia embarcada e seus sistemas de combate, além dos motores modernos, ao menos eu acho q neste ponto os veteranos turbo tracker vão estar em primeira linha e poderão operar sem restrições, não?… Read more »

Paulo Costa

A marinha ja pensou nos harrier como nos,mas para ela é um avião caro no momento.Os Trackers não são aviões de linha de frente,
podem nos servir perfeitamente no transporte,alerta antecipado,
e Revo….

Hornet

Amigo Mauro,

percebo que vc tem muita paciência…rs.

Eu já nem falo mais nada quando o assunto é o Opalão, pois por mais que a Marinha diga que só quer adquirir doutrina no uso de aeronaves de asa fixa embarcadas, e que o São Paulo, os Falcões etc. são só para “treino”, e não para “jogo”..mas parece que não adianta…Ninguém acredita no que a Marinha fala..então eu admiro mesmo sua paciência em explicar pela enésima vez a razão da existência do Opalão entre nós. E, claro, assino em baixo em tudo o que vc disse.

um forte abraço

Marcelo Ostra

Será que teremos novamente um Nae ASW … (Nã que sejatotalmente contra isso), mas no minimo ao contrario do que se imaginou por ocasião da aquisi~]ao do SP

Talves algumas aeronaves “P”‘ e aviação “F” pelo jeito soh enfeite

MO

cesar

Hornet,

Gosto musical de 1ª linha!!
Agora falando sério a respeito dos F4K ingleses. Vc por acaso leu na revista T&D (ñ lembro qual),uma matéria referente ao aproveitamento destes pela MB?

Hornet

Cesar,

Não cheguei a ler essa matéria…O que me lembro é que alguém (nada oficial) cogitou esta possibilidade, de comprar os F-4 ingleses para a MB…vc está certo, ventilou-se essa idéia sim…só que, como sabemos, não foi pra frente.

um forte abraço

Galante

Gente, vocês deveriam ler mais o site do Poder Naval.
Foi o Guilherme Poggio que defendeu há alguns anos a aquisição dos F-4 ingleses pela MB:

http://www.naval.com.br/biblio/cdf/cdf.htm

JP

Belo post Mauro. []´s

marcelo

pelo que esta sendo noticiado…..a MB vai se reequipar mais so com materiaal de segunda mao e olhe la para cuidar da camada pra sal……mais nao podemos querer muito do governo..pq um pais como nosso que gasta 30 bilhoes com saude e educacao por ano e paga 20 bilhoes mes de juro da divida..nao vai ter dinheiro pra nada…..o dinheiro pra compra de produto de primeira linha e pra outras coisa ta indo embora todo no pagamen toda divida pervessa…a vale do rio doce (maior mineradora do mundo foi vendida por 5 bilhoes de dolares)o valor estimado dela era de… Read more »

Hornet

Bem lembrado Galante!!!

Cesar, o Galante matou a charada…eu sabia que tinha lido isso em algum lugar, mas não me lebrava aonde…agora lembrei.

Thanks Galante!

abraços

Galante

Lembrando que o miolo dos S-2T será no estado-da-arte, como os P-3AM da FAB.
Quem não tem cão, caça com gato.

Hornet

Mauro, hehehe…Eu sou meio maluco com esse negócio de música (sou meio que colecionador de discos ou coisa do tipo), apesar de ter comprado um monte de coisa na época do vinil, comprei tudo de novo depois, na era do CD e DVD. Só que eu guardei e guardo a sete chaves meus bons e velhos LPs, não troco por nada aquilo…E como o Cesar havia sugerido um “revival” aos anos 70, então lembrei-me das minhas “bolachas”, já que nos anos 70 não tinha CD, né?…rs.rs.rs. Como eu disse, sou meio “maluco” com esse negócio de música, precisando de um… Read more »

Hornet

Mauro,

até acabei esquecendo de comentar…a piada é ótima. Já conhecia, mas é isso mesmo. Ilustra muito bem a questão toda.

um forte abraço

Almeida

Mauro, Concordo na questao da doutrina, de ir aos poucos ganhando esta capacidade, mesmo que insipida inicialmente, para decidir SE e COMO proceder no futuro. Mas discordo veementemente de se gastar milhoes na restauracao de peças de museu como os S-2T. Vide o exemplo da FAB com os P3 Orion, no final custaram bem mais caro que avioes CASA C295 FITS novos e ainda nao entraram em operaçao. Isso eh absurdo na minha opiniao! Por que nao comprar um aviao mais moderno, como os Hawkeyes, e ai sim moderniza-los? Ou, ate mesmo, compra-los novos (com alguma ‘transferencia de tecnologia”)?? Por… Read more »

WAR

Caro Mauro,
Palavras sensatas. Estou com você. Boa noite a todos

Walderson

Caros Mauro e Hornet, vcs hj estão inspirados, amigos. Mauro, excelentes os comentários. Parabéns. Sugestão: “CTRL+C” E “CTRL+V”, amigo, senão vai ficar com tendinite. Rsrsrs. Amigo Marcelo, nada pessoal, amigo, mas esse argumento já caiu por terra há muito tempo. Quem dizia isso hj está no governo e nem reclama mais, pois, como o Mauro falou, hj ela rende muito mais em impostos e emprego. Um abraço, amigo. Galera, sem querer ser chato e já sendo, por acaso vcs já se tocaram que vivem num país pobre? Caramba, galera, vcs só sabem malhar. A MB estuda, planeja e faz o… Read more »

Beto

Hornet
F4K ingleses é compativel ao SP??

Galante

Beto, leia este artigo para saber:

http://www.naval.com.br/biblio/cdf/cdf.htm

lula

que porcaria custava colocar um helicoptero novo na jogada com a mesma função !!!!

moyses silva

confesso que me assustei com esses prazos para a conversão do aparelhos para aex e cod. num primeiro momento, pensei tb: caramba, acho que a melhor opção seria a do helo com equipamentos de aew. e para o reaabstecimento, o buddy pack em um ou dois a4. só que qdo vemos o alcance de cada equipamento…. o tracker dá um banho no sea king. e pra criar uma doutrina de operação para o “opalão”, o caminho é esse mesmo. pena que está uma década atrasado… só em 2012!!!!!! algusn a4… uns 4 s2 tracker os 4 seahawk e mais o… Read more »

tailhooker

Seremos, em 2012, o que a marinha Australiana foi na década de 60. A-4/S-2 no Melbourne.

EMERSON FULLY

Militar brasileiro,é obrigado a tirar água de pedra amigo!
Como pode um país de dimensões intercontinentais,que se diz soberano,e democrata.Ter forças armadas tão ao relento quanto nós temos?
Verbas sempre existiram,o que sempre faltou,foram politicos honestos,e preocupados com esse importante setor”nossa defesa”.
EB,FAB,e a nossa querida MB,sofrem muito,mesmo assim continuam a cumprir suas respectivas missões.Quase sempre contra sua vontade,tendo que operar vetores defasados,e obsoletos.Caso agora da MB,sem poder adquirir, um vetor eficaz.Terá que se contentar com os S-2,A-4 e A-12.Até quando a carcaça aguentar,ou então!?!

Vassily Zaitsev

Nossa vixe, Hoje Mauro e Hornet estão de vento em popa!!!!!!!!!!!!! O diálogo tá que tá.

Concordo que a MB planeje “apenas” criar doutrinas de treinamento básicos. Só espero que, quando o A-12 voltar à operar com total capacidade, ele venha à ser modernizado noaspecto anti-aéreo, pois 2 lançadores de Mistral não representam quase nada para o tamanho e, principalmente a importância que ele representa para a MB. Quanto à versão de reabastecimento aéreo do S-2T, digo: – Não seria o A-4 capaz de receber o sistema budy-budy????????

tailhooker

Sim, é capaz sim. O equipamento foi comprado, porém nunca transferiu uma gota sequer de combustível, pois faltam ferramentas e itens para colocar o pod operacional. Serve apenas para exposição estática. não há recursos para comprar tais componentes, que na verdade, devem custar uma fração do próprio tanque. E ainda querem falar em comprar Rafale. Fala sério. Quero ver se vai ter recurso para treinar o mecânico. O português já é dificil, quanto mais aprender francês para interpretar o manual técnico. Quero ver se vai ter recurso para compra de material de apoio e sobressalente. Não tem hoje para o… Read more »

tailhooker

Digo que não dá a mínima, porque esse tipo de assunto é impopular. Na hora em que a Fátima Bernardes e o William Bonner noticiarem tendenciosamente no JN que o governo fará uma comprar de milhões ou talvez bilhões de dólares em caças de última geração, vai repercurtir muito mal perante a população e a classe política. Haverá uma chuva de críticas, coisa que um governo populista menos quer. Vão falar que em uma nação onde muita gente ainda passa fome, não ná necessidade de tais gastos, pois o Brasil é um País pacífico. Pura demagogia que dá raiva. é… Read more »

Marcelo R

O “Sampa” é um “coroa safenado”, numca mais vai ser uma “arma terrivel” se algum dia o foi na França.
Se ficar pronto para navegar um dia, deverá voltar a ser um otimo passeio de domingo quando nós levamos os nossos filhos para conhecer a Marinha do Brasil.
Estacionado em Santos com um heli “véio” aqui outro heli “véio” ali e talvez um caça “véio” num outro canto.

tailhooker

Como dizem por aí: Brasileiro não desiste nunca. Eu já deixei de acreditar há muito tempo. Acho bonito esse discurso de que vamos fazer valer os nossos direitos de eleitor e cobrar dos políticos, pois afinal nós os elegemos. Legal, mas não funciona. Entra eleição, sai eleição e a história não muda. O povo brasileiro não tem maturidade política, quanto mais consciência de defesa. É só dá uma olhada nos resultados das últimas eleições. A maioria que tinha ficha suja, foi reeleita. Lembram da dançarina da Pizza ? foi eleita vereadora em São José dos Campos. No Rio, além do… Read more »

tailhooker

Precisamos de um inimigo, nem que seja fictício, talvez o Sifuquistão, um país hipotético situado na America do Sul, queira nos invadir e destruir as nossas praias, destruir todos os sambódromos e transformar todos os campos de futebol em grandes crateras, acabar com todos os carnavais fora de época, reduzir todos os trios elétricos a cinzas e levar para forca todos os políticos corruptos. Talvez aí o nosso Povo e a classe política sintam-se realmente ameaçadas e comecem a desenvolver uma mentalidade de Defesa. Teríamos todos os Rafales e Super Hornet de que precisamos. Só assim funciona. Fora isso, lamento… Read more »

Luiz Marcelo

Submarino Nuclear e reformando avião de museu, esperando a morte no deserto do Arizona. Bem, se é assim deveríamos pegar alguns B52G, A6, F14, deve ter até B1B por lá… Sem comentário.

tailhooker

Outra pra quem comentou sobre S-3. Foi estudado, porém foi preterido em favor do S-2, devido à incompatibilidade com o A-12. Poderiam ser adquiridos para operar de terra, porém a Marinha não pode ter avião que opera de terra, tem que ser “öperável” no A-12 para ser viável, juridicamente inclusive, em função do Decreto que proibe a MB de possuir aviões que não sejam “örgânicos”. solicito aos senhores deste Blog que comentem e pressione para que esse decreto, que não faz mais o menor sentido, caia o mais rápido possível.

tailhooker

Não acho razoável que uma Força Armada de uma Nação soberana que preze se contente em adquirir meios “só para manter doutrina” É essa a satisfação que se dá para o povo ?. Nem os traficantes dos morros do Rio têm essa mentalidade. Se não há meios, se os meios estão sucateados, que a Forças se esforcem em publicar o caos mais eficientemente. talvez a sociedade se sensibilize um pouco mais e se ganhe o apoio da opinião pública, que, sem dúvida, é o maior alido que se pode ter em todos os pleitos, aliás a opinião pública move a… Read more »

Wanderley

No ano de 2002 a Marsh Aviation comprou uma celula do P-16,estocado no PAMA-SP, creio que foi o 7035, e este foi enviado para São José dos Campos em cima de caminhão, para a modificação para S2-T que seria realizada em conjunto pela Embraer.
Esta celula encontra-se até hoje estacionada no pátio do aero clube de SJC, de onde pode-se vê-lo da Rodovia dos Tamoios.
Será que este entrará no pacote?

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