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MinDef da Índia confirma atraso na construção dos Scorpène

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O Ministro da Defesa da Índia Shri AK Antony confirmou oficialmente no dia 20.07 que a construção dos submarinos “Scorpène” no país deve sofrer atrasos, como noticiado anteriormente. A construção do primeiro, segundo e terceiro submarinos foi iniciada em dezembro de 2006, dezembro de 2007 e agosto de 2008, respectivamente.

O contrato assinado com a Mazagaon Docks Limited (MDL), previa a entrega do primeiro submarino em dezembro de 2012 e daí em diante, cada unidade por ano até dezembro de 2017.

Em razão de algumas dificuldades iniciais, na absorção de tecnologia e atrasos no reforço das infraestrutura industrial e na aquisição de materiais comprados pela MDL, haverá atrasos nos prazos de entrega.

A demora na entrega dos submarinos terá impacto no nível de aprestamento da força de submarinos da Índia.

FONTE: Press Information Bureau India

NOTA DO BLOG: No vídeo acima, uma reportagem sobre a construção dos submarinos na Índia.

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COMANDANTE MELK
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COMANDANTE MELK

Senhores,

antes que os mais afoitos(criticos da opção “Scorpène” pela MB) saiam atirando pedra, leiam com atenção, “Em razão de algumas dificuldades iniciais, na absorção de tecnologia e atrasos no reforço das infraestrutura industrial e na aquisição de materiais comprados pela MDL, haverá atrasos nos prazos de entrega.

Está claro que, os problemas advém da própria MDL e do governo indiano e não em função de algum problema relacionado ao equipamento(“Scorpène”) ou ao governo frances…

Grato.

McNamara
Visitante

O que acontece lá, não necessariamente acontecerá cá. Ao meu ver, a decisão em favor dos franceses é a melhor para o Brasil, a médio e longo prazo, tendo em vista a necessidade de se obter o submarino com propulsão nuclear em futuro próximo.

Walderson
Visitante
Walderson

Caraca,

como é bom abrir a página do blog e encontrar dois comentários lúcidos. Aliás, como de costume com os colegas acima.
Atentem para o detalhe – mais uma vez – de que NÃO É PROBLEMA DE PROJETO. É PROBLEMA DO PAÍS QUE ESTÁ COM PROBLEMAS PARA ABSORVER A TRANSFERÊNCIA DE TECNOLOGIA E ATRASO NO REFORÇO DA INFRAESTRUTURA INDUSTRIAL.
E AINDA ACHO QUE VEREMOS ALGUÉM MALHANDO. AÍ JÁ É PROBLEMA DE INTERPRETAÇÃO DE TEXTO. Hehehehehehe.

Um abraço a todos.

Marcelo Tadeu
Visitante
Marcelo Tadeu

Faço minhas as suas palavras!!!

Pampa
Visitante
Pampa

Onde eu assino?
Palavras muito bem colocadas pelos amigos acima.

Esdras
Visitante
Esdras

Uma sugestão aos amigos do blog naval. Evitem de usar no titulo das noticias, as abreviaturas, como MB, MinDEFe outras, porque quando as noticias do blog são passadas para pessoas mais leigas, elas tem dificuldade de sacar o que é a sigla.
As abreviações podem ser usadas no texto, com explicação.

GERSON VICTORIO
Visitante
GERSON VICTORIO

notícia requentada?

ARCANJO
Visitante
ARCANJO

Conversa fiada à parte, o problema é que todas as notícias desde há anos, convergem para o atraso da DCNS em cumprir as obrigações de transferência de tecnologia, além das denúncias de corrupção nas negociações que geraram um processo criminal contra a empresa. Resultado: mais de 6 anos de atraso. Mas as notícias abaixo,em texto original e tradução, foram publicadas em órgãos insuspeitos, são auto-explicativos. Repito: ORGÃOS INSUSPEITOS ao contrário da conversa local de órgãos não tão insuspeitos. Leiam e avaliem e entrem nos sites para conferir. JANE’S DEFENSE: Indian Navy faces delay to Scorpene project The Indian Navy has… Read more »

Rui Silva
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Rui Silva

Quanto à opção do Brasil pelo Scorpene em vez do U-214 não vou dar opinião sobre qual seria o melhor pois não sou Brasileiro e ao mesmo tempo acho que a diferença não é significativa tudo dependendo das negociações sobre as melhores condições dadas por cada fornecedor só estranhando a não adopção do AIP (Mesma no caso do Scorpene). Tudo isto só para chamar à atenção que não devem ver está situação só no sentido França – Brasil mas também no sentido inverso, este contrato é talvez tão importante para a França como para o Brasil, à que não esquecer… Read more »

Nunão
Visitante
Nunão

Gerson, segundo o texto, a notícia é de ontem.

Aurélio
Visitante
Aurélio

Quais os submarinos convencionais que a India opera?? Os Scorpenes , na India, escolhidos frente quais outros concorrentes???

Musashi
Visitante
Musashi

Interessante, eles comentam que o Know-how de construção de submarinos poderia ser perdido, mas o SubNuke deles?
Parece que não estão tão bem como era dito.

Marcelo Ostra
Visitante
Marcelo Ostra

puti\z ligo eu que nao manjo de subs responder essa

Os Indienses tem (ou tinham) dois Fox Trot´s, quatro IKL 1500 classe Shinshumar and 10 Kilos (Classe Sindughosh) ou seja sua espinha dorsal é KILO, nao escorpene (ao molho ao sugo)

Para avaliar os escorpenes (ao molho ao sugo) indienses teria que agurarda sua cnclusão de construção e entrada em operação, seria prematuro falar algo sobre eles agora

Hare Baba (Do quiabo !)

Mod MO

Lucas Calabrio
Visitante
Lucas Calabrio

Prezados
Alguém saberia explicar porque não virá o sistema AIP ?
sds

Fábio Mayer
Visitante
Fábio Mayer

Como alguém já disse aqui no Blog… melhor que essas coisas aconteçam lá, e ensinem os franceses antes de iniciar os trabalhos aqui.

joao terba
Visitante

O importante é a parceria,tendo salva-guarda,a tecnologia pode ser transferida ao longo dos anos,o Brasil precisa preparar-se para o futuro.
abraço.

GERSON VICTORIO
Visitante
GERSON VICTORIO

Nunão,

http://www.naval.com.br/blog/?p=12297, 😉

abraços

Gerson

Harry
Visitante
Harry

Caros
O que importa saber
“A comissão de segurança (indiana) bloqueou o exame da documentação durante 2 anos antes de dar a aprovação.”
O atrazo não foi dos franceses. Ulala!!!!!
Abs.

Wolfpack
Visitante
Wolfpack

Meu Deus, que lixão este estaleiro indiano, espero que as condições das instalações da MB para a construção seja mais limpa e organizada. Neste tipo de ambiente é difícil manter a qualidade e métodos de produção, mesmo que seja de uma jangada. Vocês viram um torpedo fora de um galpão… Que horror, e esses caras têm ogivas nuclear.

Nunão
Visitante
Nunão

Gerson, a novidade não é o atraso, mas a confirmação oficial. E esta é do dia 20…

GERSON VICTORIO
Visitante
GERSON VICTORIO

Nunão,

em essência…oque isso muda?

Gerson

Nunão
Visitante
Nunão

Gerson, a questão não é o que muda, mas o que acrescenta: informação e atualização sobre temas importantes de defesa para os frequentadores do Blog.

Aurélio
Visitante
Aurélio

Como é que a India consegue construir um submarino nuclear, e, tem problemas para construir um submarino convencional?? Alguem pode me explicar? Porque eles tiveram que recorrer a tecnologia francesa para construir um submarino convencional, se eles foram capazes de construir um nuclear??

Harry
Visitante
Harry

Caros, depois da nota da marinha, e agora essa notícia fica claro , não tenho duvidas que depende da vontade dos proximos governos,
condições financeira, e que esse contrato quando fechado não deixe brexas ou duvidas quanto a preço e especificações.
A Marinha tem dado demonstração inequivoca de perserverança, tem persistido contra opiniões internas que prefiririam os Subs convencionais.
Scorpène
Parabens a Marinha.
Abs.

Rui Silva
Visitante
Rui Silva

Bom dia a todos

Apareceu uma noticia curiosa no “NavyTimes” de que marinheiros terão
descoberto “cracks” no sub de ataque “Toledo”, antes de sair para
operações descobriram uma fenda com 21-inch no casco exterior e com
1-inch no casco de pressão na mesma zona( teria deixado entrar água caso tivesse submergido).Estão a investigar se terá relação com os
defeitos de soldadura recentemente descobertos em submarinos da classe Verginia.O toledo foi entregue à mariha dos EUA em 1995.

1-Inch=2.54cm

Gunter
Visitante
Gunter

Quem venham os SCORPÈNE, e a transferência de tecnologia, sem dúvida foi a melhor opção da a nossa Marinha! O resto é “birra” de perdedor!

Alexandre Galante
Visitante

Aurélio, a Índia contou com ajuda russa no projeto e construção do seu submarino nuclear, mas seu aço e tecnologia já são ultrapassados.
O negócio com a França visa adquirir tecnologia mais moderna para seus futuros submarinos.

trackback

[…] seis anos entre o início da construção e a entrada da mesma no setor operativo. No entanto, atrasos de diveras naturezas esticaram a entrega da primeira unidade em mais dois […]