domingo, setembro 19, 2021

Saab Naval

‘Collins’ servido em dose tripla

Destaques

Fernando "Nunão" De Martini
Pesquisador de História da Ciência, Técnica e Tecnologia, membro do corpo editorial da revista Forças de Defesa e sites Poder Aéreo, Poder Naval e Forças Terrestres

Saída tripla de submarinos australianos - foto MD Australia

No início deste mês de abril, a Marinha Australiana registrou uma saída tripla de submarinos classe ” Collins”, aproveitando a ocasião para captar essas belas imagens. Três dos seis submarinos da classe deixaram Cockburn Sound, (perto de Rockingham) na Costa Oeste da Austrália para cumprir diferentes missões, realizando algumas manobras em conjunto por um curto período.

Saída tripla de submarinos australianos - foto 3 MD Australia

Saída tripla de submarinos australianos - foto 2 MD Australia

Logo depois, cada um seguiu sua própria rota: o HMAS Dechaineux partiu para uma comissão fora, enquanto o HMAS Waller realizou provas após ter passado por um período de manutenção. Por fim, o HMAS Sheean, que recentemente voltara de exercícios na Costa Leste do país, partiu para uma série de atividades na WAXA (sigla para West Australian Exercise Area – área de exercícios do Oeste Australiano).

Saída tripla de submarinos australianos - foto 4 MD Australia

Saída tripla de submarinos australianos - foto 5 MD Australia

Para saber mais sobre os submarinos desta classe e o que se está planejando para substituí-los no futuro, clique nos links da lista a seguir.

FONTE / FOTOS: Ministério da Defesa da Austrália

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Marcos

A Austrália tem um mar territorial muito maior que o nosso, um ambiente muito mais crítico e não pensa em ter submarinos nucleares. Ao contrário estuda novos submarinos dotados de células de hidrogênio.

Já em Banarnia, onde nossas autoridades não tem nenhum interesse nas forças (vide o FX/FX-2), não temos ameaças de alto grau, resolveram desenvolver um submarino nuclear, que talvez nunca fique pronto e só consuma dinheiro público.

Por quê UM Sub-Nucl? Por quê não quatro, cinco?
Por quê 36 caças? Por quê não 120?

nunes neto

Marcos, porque o objetivo inicial é ter 3, e não 1, dessa primeira classe,depois, sabe se lá ……Abçs

aldoghisolfi

Salvo a ‘justificativa’ de um programa nuclear em desenvolvimento na área militar, gostaria que estivéssemos falando em alguma coisa em torno de 15 ou 20 subs. convencionais. Não precisamos de projeção de força contra quem quer que seja, aí inclusive um NAe! Precisamos é de condições de defesa das nossas costas e pronta intervenção quando e se for o caso, o que se resolve com a qualidade das equipagens e da disponibilidade dos meios. Precisamos é de uma centena de caças baseados em terra e não de meros 36 aviões.

nunes neto

aldoghisolfi,precisamos distribuir melhor esses meios ao longo de nossa costa, principalmente os meios navais, se algo acontecer no norte em quanto tempo teremos uma fragata lá?

aldoghisolfi

nunes neto: isso é bem verdade, mas a Dilma não criou uma frota especialmente para atender à demanda de lá?

nunes neto

Vc quer dizer planejou criar,pois ainda não saiu do papel, e acho que tão cedo não sai (não foi no governo LULA?) a demanda é do país, e não da região norte! Bom, pelo menos, duas corvetas poderiam ao menos fazer as honras, de vez em quando nas águas do norte,o Brasil deveria ter pelo menos 3 frotas ,distribuidas ao longo da costa,não precisavam ser todas da mesma magnitude!

nunes neto

aldoghisolfi, como vc sugeriu 20 sub; economicamente seria mais barato mantê-los todos na mesma base,mas estratégicamente …..

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