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A Hyundai Heavy Industries Co. lançou hoje  a fragata Gyeonggi, segunda da classe Incheon, encomendada pela Coreia do Sul como preparação contra possíveis ameaças por parte da coreia do Norte. A cerimônia aconteceu no estaleiro da Hyundai, na cidade de  Ulsan, no sudeste do país

De acordo com dados da Marinha sul-coreana, a fragata foi construída totalmente com tecnologia local, e é equipada com radar, canhões, sistema de sonar, além de mísseis antiaéreos e anti-navios. A embarcação também pode transportar helicópteros para operações navais.

As fragatas da classe Incheon medem 114 metros de comprimento, 14m de boca, deslocam 2.300 toneladas e alcançam até 30 nós de velocidade. O primeiro exemplar foi lançado em abril de 2011 e comissionado em janeiro deste ano. O comissionamento da Gyeonggi está previsto para o segundo semestre de 2015.

Gyeonggi

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FONTE: Naval Open Source Intelligence (tradução e adaptação do Poder Naval a partir de original em inglês)

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Jornalista formada pela Universidade Federal do Paraná. Ganhou o Prêmio Sangue Novo do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Paraná com uma monografia sobre o PROSUB. Feliz proprietária de um SSN classe Virginia.

14 Responses to “Hyundai lança fragata ‘Gyeonggi’ para Marinha da Coreia do Sul” Subscribe

  1. Fabio ASC 18 de julho de 2013 at 14:50 #

    2.300 toneladas…. Fragata?!?!?!?!?!

  2. marciomacedo 18 de julho de 2013 at 15:53 #

    É bem mais armadinha que a nossa Barroso.

  3. João Filho 18 de julho de 2013 at 17:09 #

    Se lembro bem, li aqui no Naval sobre um pacote de fragatas que a Coreia e a Hyundai estavam negociando ou oferecendo ao Brasil. Saiu algo???

  4. eduardo.pereira1 18 de julho de 2013 at 19:53 #

    Pergunta pro sr Bosco,rs. Esta configuraçao vista na frag. da Hyundai seria suficiente pra deichar as novas Barroso bem armadas pra sua funçao??

  5. Oganza 18 de julho de 2013 at 21:44 #

    Essa fragata (corveta) me parece um MINI KDX-II.

    http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/08/kdx-iia.jpg

  6. Mauricio R. 19 de julho de 2013 at 1:15 #

    Orra meu, mas que baita chaminé essa, hein!!!
    No mais serve como um bom exemplo, do que poderá ser feito na “Barroso Mod”.
    É daí p/ menos.
    Notar que os sul coreanos não embarcaram nessas bossas de I-Mast, apesar de usarem o DT do mesmo fabricante.
    Por outro lado sinto a falta daquele tombadilho do Boroc, existente mas “Niterói”, esse troço de armamento no teto do passadiço é uma novidade mto estranha p/ o meu gosto.
    Por isso gosto da classe P-28 “Kamorta” da Índia.
    Isto e a propulsão diesel, o que tornam a construção e a manutenção do navio mais baratas.

  7. marciomacedo 19 de julho de 2013 at 10:08 #

    O Batch 2 dessa corveta será completamente diferente da 1, com desenho mais furtivo e mísseis AA de lançamento vertical.

  8. joseboscojr 19 de julho de 2013 at 13:40 #

    Eduardo,
    Sem dúvida!
    É até muita areia pro nosso caminhão.rsrsrs plagiando o ex-ministro.
    Na minha opinião nossas futura corvetas não precisam de um canhão de calibre maior que 76 mm e nem de 8 SSMs, bastam 4.
    Pra mim a configuração ideal das futuras Barroso seria algo assim:
    Canhão de 76 ou 57 mm
    Lança mísseis RAM Mk-49
    4 SSMs Exocet Block III
    2 lançadores de torpedos (duplos ou triplos)
    2 canhões Trinity de 40 mm (???)

    Um abraço.

  9. eduardo.pereira1 19 de julho de 2013 at 13:51 #

    Valeu Bosco, sua configuraçao é bem certeira hein dando pra se garantir contra basicamente qualquer tipo de ataque,dúvida, estes SSMs sao lançadores tipo os Sea Wolf montados no convés e os Ram verticais ?

  10. marciomacedo 19 de julho de 2013 at 18:43 #

    Bosco, que tal VL Mica, ou o Barak ou o sul-africano no lugar do RAM?

  11. joseboscojr 19 de julho de 2013 at 23:56 #

    Eduardo,
    Os SSMs Exocet Block III são lançados de lançadores “fixos” (não são conteiráveis como os Sea Wolf) inclinados e os RAM são lançados de lançadores conteiráveis.
    A versão RAM Block II parece que terá capacidade de ser lançado verticalmente, mas a que me referi é a lançada do lançador conteirável MK-49 com 21 células.

    Marcio,
    Essas opções que você citou (VL-Mica, Umkhonto, Barak) são também excelentes mísseis de defesa de ponto com capacidade antimíssil, eu só prefiro o RAM lançado a partir de um lançador conteirável Mk-49 para uma futura versão da Barroso por ocupar menos espaço e exigir menos alterações no navio embora reconheça as qualidades (vantagens ???) dos mísseis lançados verticalmente.

    Um abraço aos dois.

  12. marciomacedo 20 de julho de 2013 at 15:58 #

    Obrigado, Bosco.

  13. Moriah 20 de julho de 2013 at 16:43 #

    muito interessantes se fossem usados na MB. Umkhonto IR já seria muito bom e tb poderia ser feito no BR atraves de licença. no mercado de exportação, será uma opção boa, mas ainda não é o HB20 dos navios coreanos…

  14. eduardo.pereira1 20 de julho de 2013 at 21:38 #

    Valeu Bosco , deu pra ver o bichin que tu citou em um post posterior a este aqui sobre os lançadores de um navio de desembarque de tropas e veiculos.
    Att e grato
    Eduardo o aprendiz! Deus o abençoe !

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