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Nas imagens abaixo você confere navios lança-mísseis tipo 022 da Marinha do Exército de Libertação Popular da China realizando manobras e testes de fogo. Os exercícios acontecem em meio a tensões territoriais com o Japão, que por sua vez tem reforçado cada vez mais laços de cooperação com os Estados Unidos em exercícios militares conjuntos.

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FONTE: Militaryphotos.net (texto do Poder Naval)

SAIBA MAIS:

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Jornalista formada pela Universidade Federal do Paraná. Ganhou o Prêmio Sangue Novo do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Paraná com uma monografia sobre o PROSUB. Feliz proprietária de um SSN classe Virginia.

47 Responses to “Imagens: navios lança-mísseis chineses realizam manobras” Subscribe

  1. Alfredo Araujo 10 de outubro de 2013 at 16:28 #

    Se corvetas, fragatas e destroyers, eles lançam as dezenas por ano, imaginem barcos lança misseis ??

    Eles devem ter algumas dezenas desses barquinhos…

  2. ci_pin_ha 10 de outubro de 2013 at 16:35 #

    Gosto muito das type 022 houbei seriam muito bem vindas para patrulha fluvial e da foz do rio Amazonas.

  3. Alfredo Araujo 10 de outubro de 2013 at 17:35 #

    Patrulha fluvial com um barco lançador de misseis anti-navios ?? Ele atacaria o que com esses misseis ??

  4. Vassili 10 de outubro de 2013 at 17:56 #

    Caraca ci-pin-ha,

    tudo bem que os 2 Pedro Teixeira ja contam cerca de 40 anos patrulhando nossos rios amazonicos e pedem substituição igual muitos outros, mas ai ja é demais né não????????????????

    abraços.

  5. Vassili 10 de outubro de 2013 at 18:01 #

    alem do que são duas classes de embarcações totalmente diferentes, nem merecendo comparação por minha parte.

    abraços.

  6. Guizmo 10 de outubro de 2013 at 18:13 #

    Este tipo de nave não interessa à Marinha Brasileira. Gostamos de meios desarmados.

  7. Alfredo Araujo 10 de outubro de 2013 at 19:00 #

    Guizmo…

    Vc chegou a pesquisar o pq dos novos navios da MB terem aquele tipo de armamento ? Acho q n né ?

  8. MO 10 de outubro de 2013 at 19:07 #

    caraio cipa missileiro pra pegar canoa dos aquidauanus, txucarramae e acreenses seria sei la um exagero, um 20 mm da cabo disto tudo ai e de ate muita coida a mais os napaflu e os napafluzinhos dao conta, apenas acho que daria para ser mais … agora para operação na foz do amazonas pra fora saindo dali, poderia ser uma boa tese acho eu ….

  9. MO 10 de outubro de 2013 at 19:10 #

    apenas lembrando o unico sucesso confirmado de um destes ai contra um navio de linha foi um Kommar egipiciano contra o CT Eilat israelico e mesmo assim em aguas relativamete restrita, de la pra cah o empregos destes navios em marinhas foi literalmente de bibelot apenas … como exemplo as La Combatant libienses em sidra e as iranicas e iraquienses no persico, nada serviram contra navios de linha, e isso gostaria comentarios dos sapiencias que reclamam do ‘sacrilegio’ alegado por eles de napaoc não armado com misseis e grandes calibres e hellos e tals ….

    fiz esta cobrança em um post do araguari, ninguem se manifestou para embasar o raciocinio deles ….

  10. Alfredo Araujo 10 de outubro de 2013 at 22:12 #

    Ja li aqui no PN que navios desse tamanho sofrem com falta de estabilidade para lançar seus misseis… logo, em oceanos mais revoltos, seria uma arma complicada de se usar…

  11. Vassili 10 de outubro de 2013 at 22:38 #

    Sepol,

    Vai que o pessoal confunde essas embarcações missileiras chinelicas com as torpedeiras da segunda guerra e imaginam que hoje em dia é possível tentar se aproximar de um navio e conseguir algum exito, tal como fizeram o italianicos em 1942, se não estou enganado no ano.

    Ou igual quando os americanus malvadus resolveram dar uma “espetada” no Expresso de Tóquio na calada da noite.

    Seria algo do gênero????????????

  12. MO 11 de outubro de 2013 at 9:44 #

    Sei lá Ovi, vai saber

    Em tempo, estreia 8 de novembro, quem gosta, não perca =
    http://santosshiplovers.blogspot.com.br/2013/05/captain-phillips-trailer-2013-tom-hanks.html

  13. Guizmo 11 de outubro de 2013 at 11:19 #

    Alfredo Araújo,
    Não afirme coisas que desconhece, por chute. Quando eu escrevo, o faço com conhecimento de causa, com embasamento.

  14. Alfredo Araujo 11 de outubro de 2013 at 14:44 #

    Do que vc está falando ? Seja mais claro…

  15. Alfredo Araujo 11 de outubro de 2013 at 14:55 #

    “Guizmo
    10 de outubro de 2013 at 18:13 #
    Este tipo de nave não interessa à Marinha Brasileira. Gostamos de meios desarmados.”

    Esse é um exemplo de conhecimento de causa ? Com embasamento ???
    Ok…

    Sobre o meu comentário a respeito da falta de instabilidade para se lançar misseis nesse tipo de vaso, use a busca do fórum e valide o comentário por si mesmo…

    Pelo jeito o “chutador” aqui é vc…

  16. MO 11 de outubro de 2013 at 21:59 #

    Senhores, para quem queira ver detalhes do NPaOc Apa em sua visitação pública em SSZ, em fotos do Andrey =

    http://naviosdesantosbr.blogspot.com.br/2013/09/visitacao-dos-npaoc-apap121.html

  17. Mauricio R. 11 de outubro de 2013 at 23:47 #

    O navio aí só serve p/ congestionar o litoral chinês, que é relativamente raso, deixando os navios de linha deles livres p/ o que interessa.
    São na verdade uma grande amolação, iguais a pernilongos, só que melhores armados lógico.
    Na internet esse navio é um dos mtos exemplos do que os LCS americanos deveriam ser.
    Aliás só não metem mais o pau nos LCS, pq existe o F-35, p/ isto.
    Qnto ao “Araguarí”, as fragatas de patrulha da classe “Floreal” francesa cumprem quase a mesma função, tem o deslocamento próximo daqueles navios de Omã e montam um reparo de 100mm, mísseis SSM e SAM de defesa de pto; além de um helicóptero orgânico médio.
    E são um dos poucos navios franceses, de que eu gosto.

  18. daltonl 12 de outubro de 2013 at 11:06 #

    Mauricio…

    esses “navios” não são adequados para guerra de minas e contra submarinos operando em águas costeiras coisas que o LCS ao menos teoricamente pode ou poderá fazer no futuro, portanto me parece que são coisas distintas.

    Quanto as Floreal, todas as 6, são baseadas em possessões francesas muito distantes da França,
    como Caribe e Oceanos Pacífico e Indico ou seja foram
    designadas como tendo em mente serviço colonial e não patrulhar a ZEE da França Continental.

    E quanto a elas embarcarem um helicoptero médio, o hangar não me parece grande suficiente para mais do que um heli leve, um panther é o heli orgânico, apesar de que o convoo pode receber helicopteros maiores.

    Também é um navio francês que gosto !

  19. Control 12 de outubro de 2013 at 13:43 #

    Srs

    Só para pensar:

    Segundo histórico da guerra entre a Índia e o Paquistão e de Israel contra o Egito e a Síria houve mais sucessos dos barcos “missilisticos” que apenas o caso do Eilat.
    É certo que os casos sempre envolveram combates próximos à costa em ataques a portos, mas, na verdade, quantos combates navais em alto mar aconteceram depois da IIGM para utilizarmos como referência?
    Aliás, se formos questionar a validade de uma idéia pelos sucessos obtidos, as fragatas atuais pouco podem mostrar; mesmo os mísseis mais citados, como o Harpoon e o Exocet mostraram pouco serviço, com o de maior sucesso “propangandistico”, o Exocet, tendo tido um sucesso real bem pequeno.
    Para águas onde as distâncias são pequenas, como estreitos, costas recortadas e mares fechados, os navios lançadores de mísseis de pequeno porte ou barcos lança mísseis podem ter uma boa efetividade, seja por resultados diretos em combates, seja por forçar o adversário a deslocar forças de maior envergadura para fazer frente a ameaça ou mesmo por fazê-lo evitar tais águas.
    Numa época em que os navios cresceram em custo ao ponto de fragatas representarem o supra-sumo das forças navais, soluções mais heterodoxas tornam-se necessárias para que as marinhas continuem a existir e possam cumprir sua função.
    Não será surpresa se, logo, surjam navios porta hovercrafts lança mísseis, navios porta UUV´s de ataque e até UUV´s capazes de atuar como pequenos subs lança mísseis.

    Sds

  20. Alfredo Araujo 12 de outubro de 2013 at 14:35 #

    “Control
    Em 12 de outubro de 2013 at 13:43″

    O número de lança misseis classe Osa e Komar que foram afundadas… Será que compensaram o afundamento do Eliat ??

    Acho q não heim…

  21. Ivan 12 de outubro de 2013 at 19:43 #

    Vamos por partes.

    Vcs contaram quantos barcos lança-mísseis Type 022 aparecem na 4ª foto? 7 (sete).

    Sabem quantos destes barcos a marinha do PLA possue nas suas fileiras? 83 (oitenta e três), até 2011, divididas em 3 (três) flotilhas. Mas a produção continua.

    Sabem qual o custo aproximado de um Type 022?
    Cerca de 40 milhões de dólares americanos por barco, contra mais de 600 milhões de um LCS americano, que deve combater este tipo de barco.

    E quanto ao armamento ar-mar ou ar-superfície?
    São 8 (oito) mísseis antinavio C-802 ou derivados mais modernos. Mas também podem ser armados com 8 (oito) de ataque a terra do tipo Hongniao.

    Furtivas, casco catamaran de origem australiana, 2 motores diesel com 4 waterjet dando uma velocidade de 36 nós, operando sempre em bandos com recursos de C4 (datalink), pesada carga de mísseis, são forças que não podem ser ignoradas.

    Um destacamento de apenas uma dezena daqueles podem colocar 80 (oitenta) mísseis sobre um alvo no mar ou na costa.

    Agora considerem a costa da China:
    http://www.southchinasea.org/files/2011/08/South-China-Sea-reference-map-US-CIA.jpg&imgrefurl=http://www.southchinasea.org/category/mpas/legal-and-political-maps/&usg=__0rDYMX1nvKMRj7Y-B1Tsgol1dAY=&h=609&w=486&sz=192&hl=pt-BR&start=3&sig2=5pZbzQysTsXNUvXiWFvsNA&zoom=1&tbnid=atlk5DGfN1oJ-M:&tbnh=136&tbnw=109&ei=2cNZUqj6M5TpkAf35oDQBA&itbs=1&sa=X&ved=0CDAQrQMwAg
    Sim, o mapa. Sempre o mapa.

    Taiwan está a cerca de 130 (cento e trinta) quilômetros da costa continental da China (menor distância).
    Dentro do alcance declarado de um C802.

    Agora imaginem uma flotilha com “apenas” 20 (vinte) Type 022 de cada lado do Estreito de Taiwan. Sob a cobertura de uma IADS móvel na costa com vários tipos de SAM de todos os alcances distribuídos em camada, além de várias PAC (patrulhas aéreas de combate) com caças J-10 e J-11, bem como caça-bombardeiros furtivos J-20 voando pelos flancos em missões de reconhecimento ou anti-AWACS.

    Coloquem uma linha de patrulha de submarinos convencionais em um amplo arco em torno de Taiwan, com um raio de 200 milhas náuticas a partir do centro da ilha.

    Isto tudo sem contar com a esquadra, navios maiores, que podem funcionar como um bispo ou uma torre no xadrez.

    Também sem contar com uma força de Xian H-6 Badgers (ou devo chamar Badgerling) com mísseis de cruzeiro, os cavalos do xadrez.

    Todo este dispositivo pode ser levado para o Mar Amarelo, por exemplo, ao lado da costa da Coreia do Norte, se Pequim resolver sustentar o doido de Pyongyang. Basta observar o mapa.

    Outras variações são possíveis, como o Golfo de Tonkin, entre chineses e vietnamitas.

    Devemos observar os barcos chineses e russos como parte de um dispositivo maior, como uma cavalaria ligeira sobre as ondas, protejendo o flanco costeiro de seus exércitos ou de suas operações navais. São nações eminentemente terrestres e para se lançar ao mar precisa garantir sua praia.

    Sds.,
    Ivan, um antigo infante.

  22. joseboscojr 12 de outubro de 2013 at 22:39 #

    O melhor meio de neutralizar este tipo de barco é com o uso de helicópteros.
    Eles são muito rápidos e manobráveis para serem combatidos eficientemente com mísseis anti-navios médios (como o Harpoon), sendo preza mais fácil para mísseis anti-tanque adaptados ou para mísseis anti-navios ligeiros.
    Os americanos teriam que atacar estes barcos com seus MH-60R armados com o Hellfire, o que seria algo bem temeroso.
    Uma solução mais adequada seria a operação do míssil JAGM, que até agora não vingou, estando o programa sendo levado exclusivamente pelo USA.
    Um absurdo ao meu ver a USN ter se retirado desse programa, sem falar que é incompreensível a não integração do míssil Maverick (25 km de alcance) no MH-60R. Seria uma arma espetacular para dar conta desta classe de barcos de ataque.
    Quanto ao LCS, apesar da expectativa, ainda não há nenhum armamento missilístico à vista, salvo o irrisório Griffin que está sendo pensado para combater outra classe de pequenas embarcações, mais precisamente, enxames de pequenas lanchas suicidas.
    Um LCS hoje, para lidar com o Type 22, teria que se valer apenas de seus helicópteros, na forma de 4 mísseis Hellfire com 8 km de alcance e guiados a laser (semi-ativo).
    Tendo no futuro o JAGM e o engajamento poderá se dar no dobro desta distância (16 km) e com opção de operação fire-and-forget, o que possibilita ataques contra alvos múltiplos.
    Um míssil mais capaz deve ser rapidamente integrado ao LCS sob pena dele virar um caça minas de meio bilhão de dólares.

  23. Control 12 de outubro de 2013 at 23:59 #

    Srs

    Só para aclarar sobre a participação de mísseis e lança mísseis em combates navais:
    • Em 1967: Um destróier (Eilat) afundado por mísseis Styx lançados por barcos lança mísseis classe Komar;
    • Em 1971: Um destróier, dois navios auxiliares e doze mercantes afundados/danificados por mísseis Styx lançados por barcos lança mísseis classe Osa;
    • Em 1973: Latakia – Um caça minas e dois barcos lança mísseis (um Komar e um Osa) afundados por mísseis Gabriel lançados por barcos lança mísseis Saar – Baltim – Três barcos lança mísseis classe Osa afundados por mísseis Gabriel lançados por barcos lança mísseis Saar;
    • Em 1982: Falklands/Malvinas – Um destróier Type 42 e um navio mercante afundados por mísseis Exocet lançados por aviões.

    Há registro de mais ações, porém elas não resultaram em perda de navios.
    Observe-se que há registro de uma série de sucessos com um custo benefício bem razoável.

    Sds

  24. joseboscojr 13 de outubro de 2013 at 0:21 #

    Para operações em águas restritas este tipo de barco rápido de ataque tem alguma utilidade, mas não para o Brasil.
    Para a MB eles não seriam bons para permanecer em patrulha devido a sua autonomia reduzida (alguns dias) e acabaria que seriam usados para ataque, contra um alvo específico, provavelmente em ondas formadas por vários barcos. Neste caso acho que o uso de aviões e helicópteros armados com mísseis antinavios é mais adequado;

  25. MO 13 de outubro de 2013 at 12:42 #

    Oi Control

    1982 foi um aviaozinhum .... salvo a intenção ter sido misseis x Dead kills

    so deu Kommar e Osa ... nada para as La combattant, que acertaram alguns NT´s no persico nos 80´s

  26. Baschera 13 de outubro de 2013 at 13:06 #

    Fico com a opinião do Ivan,o “mapento”.

    Acho engraçado. Os outros podem ter tudo… mas nós não.

    De que adianta ter um navio de 2.000 ton de deslocamento armado de um canhão de 20mm e duas metralhadoras ??

    Sds.

  27. MO 13 de outubro de 2013 at 15:59 #

    basque os chinelicos tem taiwan ali na esquina, nao começa e outra revise o armamento do amazonas nao eh 1 + 2 so nao tem as ponto 50 tbm (so que em sua otica, presumo nao acrecenta nada ne … ) … kkkkkkkkkkkk

    vcs vai ficar felizes quando vir um deste com um oto uns equizocete e tai o prosuper qqr coisa …

  28. Ivan 13 de outubro de 2013 at 18:49 #

    Mestre Bosco,

    Em um cenário costeiro onde há superioridade aérea ou em mar aberto o helicóptero seria o “predador” natural de missileiras como a Type 022. Contudo é necessário observar o TO em que essa deve operar, regiões próximas a costa continental da China, com apoio aéreo e principalmente sob o guarda chuva de uma IADS móvel.

    Os ingleses, que entendem bastante do combate naval, introduziram em 1978 o Lynx e em 1982 o Sea Skua, uma dupla espeicializada em combater justamente os pequenos barcos lança-mísseis. O AW-159 Wildcat, sucessor dos Lynx, deverá ter uma arma mais moderna.

    Outra alternativa que me parece promissora é a versão naval do Brimstone, como neste post:
    http://www.naval.com.br/blog/2013/06/27/misseis-mbda-brimstone-engajando-tres-embarcacoes-rapidas-de-ataque-simultaneamente/

    A questão é a sobrevivência de um helicóptero americano ou taiwanês no meio do Estreito de Taiwam ou em outra área contestada por uma rede de SAM e caças.

    Neste caso, uma esquadrilha (4) de F-35C Lightning II pode ser uma alternativa. Mas com que armas?
    O míssil norueguês Joint Strike Missile (JSM) poderia ser uma alternativa, mas apenas dois (um por baia) podem ser levados por cada caça. Talvez uma versão do Brimstone naval para lançamento interno tenha um melhor desempenho anti-enxame. Digamos 4 (quatro) ou 6 (seis) em cada baia, com uma carga de até uma dúzia de mísseis por aeronave.

    Por outro lado, o lado dos barcos, os israelenses demonstraram que um bom meior de combater estas FPBs (Fast Patrol Boats) é com outras FPBs, porém armadas adequadamente.

    Incrivelmente os americanos tem acesso a uma poderosa combinação de meiors, as israelenses SA’AR 5 de 1.000 toneladas, fabricadas pela Northrop Grumman Ship Systems, que poderiam ser armadas com até 16 (dezesseis) SSM noruegueses Naval Strike Missile (NSM), estes mais indicados para atacar barcos menores.
    Com caracterísitcas furtivas poderiam operar em um ambiente contestado e com boas chances de sucesso contra a dupla Type 022 e C-802 (ou variantes).

    Abraço,
    Ivan, o antigo.

  29. Ivan 13 de outubro de 2013 at 19:02 #

    Baschera,

    Barco lança-mísseis é uma coisa, navio de patrulha é outra completamente diferente.

    Um sistema de armas como as Type 022 tem um leque de atuação poderoso mais limitado. Deverá quase sempre sair do porto com missão e alvo definidos, em terra ou no mar, atuando em uma área razoavelmente controlada para ter chance de sucesso.

    Um sistema de armas como os Amazonas tem uma atuação mais abrangente, de grande duração e independência, embora com poder de fogo muito menor.

    Os teatros de operações do Mar do Sul da China (ou Mar da China Meridional) são completamente diferentes daqueles que encontramos do Oceâno Altântico, com uma possível excessão no sul, entre Chile e Argentina.

    Mas lá no extremo sul não seriam enviados navios de patrulha como o Amazonas. Aquelas águas e ilhas é território para subs convencionais e FPBs, como as classe SA’AR 4 dos chilenos.

    Abraço,
    Ivan, do Recife.

  30. Ivan 13 de outubro de 2013 at 19:05 #

    MO,

    Tenha calma!

    Até um infante cabeça dura como eu já aprendeu que
    Missileira é uma coisa, Patrulheiro é outra.

    Sds.,
    Ivan.

  31. joseboscojr 13 de outubro de 2013 at 21:04 #

    Ivan,
    Há previsão de instalação do Brimstone nas baias internas do F-35.
    Havia também previsão de instalação do JAGM mas com a retirada do USN do programa não sei se irá se ocorrer, pelo menos a curto prazo.
    De qualquer forma, onde estiver voando F-22 e F-35, haverá mais liberdade para os MH/SH-60 atuarem.

    Só de curiosidade, hoje há nitidamente 4 níveis de alvos para mísseis anti-navios:
    1- anti-porta-aviões
    2- anti- escoltas (corveta pra cima)
    3- anti barcos rápidos de ataque
    4- anti lanchas rápidas de pequeno porte.

    No ocidente há um desinteresse lógico em não se desenvolver nada que seja eficiente contra o primeiro grupo. No caso parece que prevalece a ideia que o ideal seria impactos múltiplos de mísseis “menores”, terminando o trabalho com bombas guiadas por laser.
    Já os russos mostram grande variedade de mísseis com este propósito: o de neutralizar um porta-aviões com um único tiro (ex: SSN22, SSN19, SSN12, etc)

    Os dos segundo grupo são os que mais proliferam havendo mais de 20 países que os desenvolveu e produziu. Todos em geral seguem a fórmula da dupla Exocet/Harpoon, havendo é claro, exceções.

    Os mísseis do terceiro grupo são geralmente usados por helicópteros, embora algum sejam instalados em barcos de ataque. São eles: Sea Skua, AS15TT, FASGW-H/ANL, etc.

    Os do quarto grupo podem ser enfrentados com canhões de tiro rápido e até metralhadoras, embora a tática do “enxame” e a possibilidade de dotar tais embarcações com armas de maior alcance tenha forçado um desenvolvimento no sentido de possibilitar atacar essas “lanchas” a partir de distância maior.
    Apesar do helicóptero ser também o “predador” natural desse tipo de ameaça hoje se nota uma movimentação no sentido de dotar os navios de combate com armas capazes de neutralizá-los a grandes distâncias (incluindo o uso de armas não letais e o emprego de armas de energia dirigida).
    Os mísseis desse quarto grupo são: Hellfire II, LOGIR, Griffin, Sea Spear (Brimstone dual mode de uso naval), Spike ER, etc

    Claro que esta “classificação” não é rígida e nada impede que um tipo de míssil seja usado contra um alvo “não natural”, com maior ou menor nível de eficiência tendo em vista uma série de fatores: tonelagem, capacidade defensiva ativa, velocidade, capacidade de manobra, RCS/tamanho, etc.

  32. MO 14 de outubro de 2013 at 0:58 #

    ?

    nao entendi, nao perdi a calma, as vezes escrevendo não reportamos nossas emoções, fica dificil se expressar e no caso que se for o que penso que seja, nada, sem intenção nenhuma

    alem do que vcs são daa casa :-)

  33. Ivan 14 de outubro de 2013 at 7:43 #

    MO,

    Calma aí!
    Ka ka ka ka ka…

    Tô apenas brincando.

    Grande abraço,
    Ivan. :) :) :)

  34. Ivan 14 de outubro de 2013 at 8:54 #

    Bosco,

    O Naval Strike Missile (NSM) pode ser uma opção para armar corvetas rápidas com capacidade de enfrentar as FPB com mísseis maiores.

    Com um peso de 410 kg, uma cabeça de guerra de 125 kg e um comprimento de 3,95 metros este míssil norueguês tem um alcance de até 185km. Seu sistema de guia é inercial e GPS, mas no final é por imagem infravermelho, com memória dos alvos programável. Em um ambiente saturado de ECM pode ser uma alternativa válida.

    Lembrando que os israelenses usaram com sucesso suas FPBs contra as árabes com os primeiros mísseis Gabriel, ajustados para pequenos alvos.

    Abç.,
    Ivan.

  35. joseboscojr 14 de outubro de 2013 at 9:07 #

    Ivan,
    Na USN eu creio que o míssil antinavio compatível com as baias internas do F-35C será o JSOW C1. Não creio que eles irão integrar nos seus caças o míssil norueguês, que seria uma boa opção, sem dúvida.
    O JSOW não acho que seja eficiente contra barcos a 40 nós ou mais.
    Daí, não havendo a integração do JAGM, os F-35 ficarão meio que sem opção.

  36. Ivan 14 de outubro de 2013 at 10:18 #

    Bosco,

    Deixa então para os ingleses a missão de caçar FPB, já que podem integrar o Sea Spear (Brimstone dual mode de uso naval) nos seus F-35B Lightning II. Além dos seus Lynx com Sea Skua e Wildcat com alguma nova arma.

    De qualquer forma a versão aérea do NSM será o Joint Strike Missile – JSM. Com estes os Lightning noruegueses criam um problema sério para os russos.

    Voltando ao Naval Strike Missile – NSM, considero que esses são os melhores SSM disponíveis para FPBs e Corvetas que tenham como missão a superioridade naval em águas costeiras, caçando missileiras e torpedeiras.

    A doutrina oriental estabelece atuações sob um guarda-chuva formado por uma IADS móvel com diferentes SAMs distribuídos em camadas e em profundidade. Tanto faz se estão na cobertura de forças mecanizadas em terra ou barcos rápidos na costa, a idéia é a mesma.

    As forças aéreas, em particular a USAF, acredita com razão que deve primeiro vencer a IADS. Mas isto pode demorar alguns dias ou semanas. Exército e fuzileiros sabem que talvez não seja possível esperar este prazo.
    A luta costeira pode seguir este caminho, particularmente no Mar do Sul da China, onde os alvos são próximos.

    Abç.,
    Ivan.

  37. MO 14 de outubro de 2013 at 10:22 #

    kkkk

    oh soh o que vcs perdem, oh soh

    “a gente estavamos” (eu bozoh and fernandinho) no quarto que estou internado em São Paulo na última quinta feira, quando entra o doc para visita vascular de rotina e conversando ele eh 1 Ten MD da FAB e começamos a falar de assuntos em comum, pois naquele momento o Bozoh tinha posto um livro sobre o CT Mato Grosso e o CT Pernambuco na cama e tals .. ai ele falou que curtia o assunto militar e era leitor de um blog, o tal de poder aereo, ai falei “Ih doc, este blog os editores são remelas” o bozoh desligado como ele não entendeu, mas Fernandinho ligado começou a rir .. falei Doc, aqui estão os editoresdeste blog de aviaozinhum , ai foi uma gargalhada soh, dai o bozoh se tocou e foi uma e o papo foi se estendeu, ele ate ficou bem mais tempo que a visita demandava em uma papo bacana sobre assuntos militares e aviaozinhums …

    Coisas que sãoo sui generis …

    MORAL DA HISTORIA = FUCKING AVIAOZINUM, porra ate aqui no hospital carai, to fudi …o !!! , kkkkkkkkkkkk

  38. Control 14 de outubro de 2013 at 10:26 #

    Srs

    Jovem MO

    As informações que tenho sobre as ações no Golfo Pérsico são meio precárias e, considerando que no caso dos NT era tiro ao pombo, evitei citar. Como o objetivo era apenas lembrar que novos equipamentos e novas abordagens podem trazer bons resultados. Citei os casos por representarem os resultados mais notáveis em combate com perda total de navios em que mísseis anti-navio e barcos lança mísseis foram os atores principais.
    Há mais casos, um dos quais não citei porque disponho de poucos dados, que refere-se a uma fragata iraniana atingida por 3 Harpoon e que recebeu ainda Skipper, Walleye, bombas burras e só foi ao fundo após o incêndio a bordo atingir um depósito de munição.

    Sds

  39. MO 14 de outubro de 2013 at 10:48 #

    blz Control

    verdade, no tiro ao pombo tive um dos navios da empresa que tomou um excocet na superestrutura, mas qdo soube e fui ver, nenhuma arranhão mais, excelente trabalho do martelinho de ouro do estaleiro

    Quanto o caso da fragata iranica era uma das vosper meia bola deles, salvo engano seria um otimo tema para discuç~~ao, to tal papo de shot kill (pero no mucho) dos misseis e tals

    tks pela sua relação passada para nós !!!!

    Abs

  40. daltonl 14 de outubro de 2013 at 11:03 #

    MO…

    livros sobre os cts Mato Grosso e Pernambuco ?? Coisa antiga ? Quantas páginas ? Fotos ?

    abs

  41. MO 14 de outubro de 2013 at 11:38 #

    Dalton, eh em verdade uma copilação de fotos fotocpiadas e materias de jornal e alguns docs, tipo termo de mostra de armamento e a baxia e afins, termos de viagem estas coisas, o bozoh deixou comigo prpra levar pro zeh escanear principalmente estes termos e docs mas o principal a historia do navio em si eh nada mais nada menos que o NGB impresso (ria se puder) . o cara eh um cidadao dai do rio, me de uns min – cada um umas 100-150 pagutos que vou fazer um procedimento aqui no hospital e te passo os contatos do careta, ele tem um mmote destes ‘livretos’ sobre os navios da marinha, ate acho que vale a pena, o bozoh pagou 60 mango cada, eu particularmente acho que vale a pena ele tem umas fotos bem bacanas que nao tinha visto, mas eh tudo fotocopia colorida e B&W e encadernado de maneira simples

    aqui comigo = CT´s PE, MT e SC e C Tamandaré, como te falei mesmo ele usando nos mesmos, acho que por estas fotos e docs vale a pena, mas o ideal pra vc tirar algum conclusao seria ver um primeiro – cada um deles tem umas 70 – 140 paginas dependendo do navio e tals

  42. MO 14 de outubro de 2013 at 12:17 #

    ah Dalton, os CT´s citados são os fletcher e o Sumner

  43. joseboscojr 14 de outubro de 2013 at 13:30 #

    Ivan,
    Widcat com novas armas é o que há.
    O míssil FASGW-H/ANL é o que irá substituir o Sea Skua na marinha britânica e o AS-15TT na marinha francesa. Peso de 100 kg e alcance de 30 km, guiado por IIR.
    O Ses Ceptor (baseado no Brimstone Dual Mode) também está sendo integrado (peso de 45 kg e alcance de 12km), junto com o FASGW-L (LMM) , peso de 13 kg e alcance de 7 km, guiado por laser, baseado remotamente no míssil sup-ar Starstreak.
    Ou seja, os helicópteros britânicos estão com um leque amplo de opções para enfrentar este tipo de ameaça singular, desde pequenas lanchas até barcos de até umas 1000 toneladas, além de avariar navios maiores mantendo-se fora do alcance da defesa de ponto.

  44. joseboscojr 15 de outubro de 2013 at 17:49 #

    Correção:
    “Ses Ceptor” não. Quis dizer “Sea Spear”

  45. Ivan 15 de outubro de 2013 at 23:11 #

    Rs rs rs…

    Pois é Bosco.

    Acredito que o Sea Spear, com um “corpinho” semelhante ao Hellfire, pode ser uma interessante opção para armar SeaHawk.

    A US Navy poderia tomar uma ou duas dúzias dos modelos mais antigos que estão substituíndo por novos MH-60R e criar um esquadrão especialista em combate contra lanchas rápidas. Um destacamento permanente no Golfo Pérsico seria conveniente.

    Outra alternativa seria integrar o inglês Sea Spear aos MH-60R, usando os suportes quadruplos dos Hellfire. Uma salva de 8 (oito) destes leves mísseis fire and forget podem, multiplicado por uma esquadrilha de 4 (quatro) aeronaves pode ter um impacto interessante em uma flotilha de lanchas de ataque.

    Mas ainda acredito que na costa da China, ao menos durante uma inimaginável primeira semana de combate, é muito difícil um helicóptero sobreviver. Em outros TOs, como o Pérsico ou Mediterrâneo, a sobrevivência de um heli voando baixa é quase certa.

    Abç.,
    Ivan.

  46. joseboscojr 16 de outubro de 2013 at 16:22 #

    Ivan,
    Os britânicos estão muito bem armados (ou estarão num futuro breve) em relação aos seus helicópteros, mas não me lembro de nenhum de seus aviões de asa fixa atuais dotados de mísseis anti-navios.
    Até onde me lembro o Sea Eagle não está mais operacional e o RU só conta com o Harpoon lançado de seus navios.
    Há uma evidente prioridade no que diz respeito as ameaças representadas pelas FAC e FIAC, em detrimento dos navios de maior tonelagem.
    Uma resposta a algumas ameaças parece que ficou no passado. Lembra do CHARC?
    http://lh4.ggpht.com/-Li21ksf2i3g/SKyuy4f0aHI/AAAAAAAAE-g/hv_NTjCLJVk/s640/CHARC.jpg
    Um abraço.

  47. Ivan 16 de outubro de 2013 at 17:41 #

    Pois é, desativaram os Buccaneer com Sea Eagle para que os Tornados assumissem, mas hoje nem estes.

    Também falta os MR, com a desativação dos Nimrod.

    Para quem não conheceu os antigos e resistentes Buccaneers, este link é ótimo:
    http://sistemasdearmas.com.br/ca/buccaneer.html

    Abç.
    Ivan, o antigo.
    (…do tempo dos Buccaners com Sea Eagle.)

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