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Embarcação Albatroz

A Marinha do Brasil por meio do Comando do 6° Distrito Naval assina nesta sexta-feira, 01 de novembro um contrato com a Empresa Arara Pantaneira Transporte Fluvial e Turismo Ltda para a compra da embarcação “Albatroz”. O evento acontecerá às 9h30 no cais da Base Fluvial de Ladário, a bordo da embarcação.

Após passar por algumas mudanças o “Albatroz” passará a ser um Navio de Transporte Fluvial, contribuindo para dissuasão e incrementando a projeção do Poder Naval.

Com a compra do “Albatroz” o Comando da Flotilha de Mato Grosso, Organização Militar subordinada ao Comando do 6° Distrito Naval, passará a ter dez navios.

Albatroz - 2

Albatroz - 3

Albatroz

Albatroz - 4

DIVULGAÇÃO: Assessoria de Imprensa 6ºDN

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Jornalista especializado em temas militares, editor-chefe da revista Forças de Defesa e da trilogia de sites Poder Naval, Poder Aéreo e Forças Terrestres. É também fotógrafo, designer gráfico e piloto virtual nas horas vagas. Perfil no Facebook: https://www.facebook.com/alexandregalante

37 Responses to “Marinha do Brasil compra embarcação ‘Albatroz’” Subscribe

  1. Ivan 31 de outubro de 2013 at 18:58 #

    Então, “contribuindo para dissuasão e incrementando a projeção do Poder Naval”, a Marinha do Brasil compra o Albatroz…

    … Mas o Albatroz é o que mesmo?
    Uma fragata… não.
    Uma corveta… não.
    Um NaPaOc… não.

    É um poderoso “Navio de Transporte Fluvial”.

    Sds., (:

  2. Alexandre Galante 31 de outubro de 2013 at 19:00 #

    Ivan, por incrível que pareça esse navio será muito útil no TO da Flotilha do Mato Grosso.

  3. MO 31 de outubro de 2013 at 19:36 #

    olha Ivan ele eh um transporte fluvial, obvio que o RP se empolgou e deixaram passar esta ……….

    VSF meu !!! kkkkkkkkkkkk (ai o cara quiz forçar a amizade neh, concordo contigo

  4. Guilherme Poggio 31 de outubro de 2013 at 19:48 #

    Então, no meu entendimento, vão manter o Paraguassu.

  5. MO 31 de outubro de 2013 at 20:21 #

    mas aparentemente este eh bem maior

  6. Marcos 31 de outubro de 2013 at 21:00 #

    Qual o processo de compra?

  7. Marcos 31 de outubro de 2013 at 21:02 #

    A FAB vai virar uma aviação executiva.

    E a Marinha vai virar isso dai: no final de semana a kumpanherada vai se utilizar da banheira para ir pescar.

    Triste final para as FFAA.

  8. Antonio M 31 de outubro de 2013 at 21:11 #

    Espero que seja de transporte de tropas e equipamentos mesmo mas, preferia uma embarcação mais “dedicada” que fosse construida com alguma blindagem.

    Espero que as modificações contemplem isso e que não seja uma tentativa de criar o “GTE” do pantanal ……

  9. Augusto 31 de outubro de 2013 at 22:03 #

    Para comprovar que a Marinha está no estado da arte, vejam a 3a e a 5a fotos, que mostram que a embarcação tem até antenas da SKY!

    Nossa Marinha está pronta para a guerra: temos escoltas novas, navios de apoio logístico novos, meios de guerra de minas…

    É rir para não chorar.

  10. Marcos 31 de outubro de 2013 at 22:08 #

    Antonio M

    Deixa de ser ingênuo! Transporte de tropas?
    Isso vai é ser reformado, e você ainda vai ver
    a Presidenta e alguns Ministros em algum final de semana pescando e tomando um suco de beterraba com limão. Vão aparecer todos na revista Caras!!!

  11. Marcos 31 de outubro de 2013 at 22:11 #

    E a Presidenta ainda vai ter um chilique e dará uma esculhambada do Almirantado por terem comprado um barco sem heliponto.

  12. Marcos 31 de outubro de 2013 at 22:14 #

    “contribuindo para dissuasão e incrementando a projeção do Poder Naval”

    Isso deve ser deboche!

  13. MO 31 de outubro de 2013 at 22:56 #

    ai ces tão judiando ja, uma coisa não pode ser comparada com a outra as forças fluviais e ribeirinhas existem, mas caçoar e comparar com Esquadra Oceanica ai ja eh pegar no pé demais. Concordo com a falta de renovação e investimento na agua salgada, isso eh fato notorio.

    A embarcação era utilizada em serviço de transporte de pax, até então é normal ter meios de recpção televisiva, digo isso pq como ta aberto, daquiapouco vem sapiencia de fora falar besteira … por favor, nao querendo ser o chato da estoria

  14. Augusto 31 de outubro de 2013 at 23:56 #

    Marcos
    31 de outubro de 2013 at 22:14

    Hahahahahahaha!!!

    Ler que este Albatroz estará “contribuindo para dissuasão e incrementando a projeção do Poder Naval” realmente foi de chorar.

  15. Brandenburg 1 de novembro de 2013 at 8:57 #

    É triste ver pessoas utilizando o espaço para criticar apenas pelo prazer de criticar e que provavelmente desconhecem a realidade da área onde ele vai operar.Servindo, como capitão, no então 17ºBC, em Corumbá, participei de varios exercícios sob controle operacional do 6ºDN e minha SU era transportada nos chamados “boieiros”, isso mesmo, embarcações destinadas ao transporte de gado durante as cheias do rio Paraguai.Na Amazônia alugávamos embarcações regionais com melhores condiçoes de transporte.Portanto, meus amigos, levando-se em consideração a ordem de batalha e o poder militar dos países da bacia do Rio Paraguai, ter meios de transporte fluvial que permitam o desembarque de 1 Companhia de Fuzileiros Navais ou do Exército, além de outros meios, em QUALQUER LUGAR ao longo do rio, contribui, SIM, para dissuasão e não deve ser motivo para choro desde, é claro,que não tenha sua finalidade alterada para turismo. Saudações

  16. Antonio M 1 de novembro de 2013 at 10:22 #

    No site há várias fotos da embarcação e alguma características técnicas e se resistirem à tentação de retirar o luxo e mordomias, por exemplo, retirar a piscina pode ser que consigam colocar um convôo e alguma proteção balística:

    araratur.com.br/index.php/yatchalbatroz

    “Para cada dupla de passageiros, botes de alumínio em tamanho especial, equipados com motores/2012, de alta performance de 40 HP de potência, ”

    Quem sabe pode ser um espaço interessante para levar as lanchas da MB e outros equipamentos.

    Características Técnicas do Albatroz:
    Comprimento Total: 44,0 metros
    Largura Total: 12,0 metros
    Pontal Moldado: 0,3 metros

    02 Modernos sistemas de geração de energia elétrica gerando energia 24 horas

    Total isolamento acústico da casa de máquinas, com moderno sistema de silenciadores em todos os motores de bordo * Silent System

    Velocidade de Cruzeiro Superior: 02 Motores Propulsores de Alto Torque

    Que seja reformada decentemente e quem sabe um dia algumas do tipo Riverine Patrol Boat (RPB):forte.jor.br/2012/10/22/exercito-testa-rpb-na-amazonia

  17. Antonio M 1 de novembro de 2013 at 10:23 #

    errata: “… se resistirem à tentação e retirarem o luxo e mordomias …”

  18. nunes neto 2 de novembro de 2013 at 10:15 #

    MO, tanto a da água salgada como a da água doce estão judiadas, acho que os navios da MB que operam tanto no pantanal como na bacia amazônica , devem ser mais velhos que os que operam no mar, do mais concordo com o Brandenburg, esse navio ajuda sim na dissuasão, vai poder transportar um bom número de soldados, parabéns MB!

  19. Mauricio R. 2 de novembro de 2013 at 10:33 #

    Não é a melhor maneira de faze-lo, prefiriria algum meio construido especialmente p/ isso, mas dada as circustâncias; a MB está fazendo o possível.

  20. MO 2 de novembro de 2013 at 10:49 #

    Ow Mauricio me conta um NTrT fluvial construido and projetado especificamente pra isso …. ?

  21. MO 2 de novembro de 2013 at 10:52 #

    NN, a agua doce não judia tanto assim dos navios fluviais, não vejo de maneira nenhum e olha que seou meio chato pra isso uma marinha fluvial obsoleta, o Paraniba, por exemplo creio o mais poderoso navio fluvial da galaxia ( e eh serio, nao eh zoação) ta tinindo, acho que no caso fluvial falta quantidade, nao qualidade

  22. MO 2 de novembro de 2013 at 10:55 #

    ahhh e um detalhe acho que esta seção de commnets abertos deve ter passado meio desapercebida para os do aviaozinhum, senao ia ver o festival de abobrinha que ia gerar este posrt, por exemplo .. alias basta ler o facebuque do forDef … quer rir, vai lá …

  23. nunes neto 2 de novembro de 2013 at 21:32 #

    MO, tb assim não, o mais poderoso da galaxia não, ele cumpre sua função, mas a marinha deveria ter construido uma classe mais recentemente, me lembro que dentro das 7 prioridades estavam os NaPaFluv,praticamente os demais a MB , já deu o pontapé inicial,helicópteros, patrulhas oceânicos, submarinos, modernização dos aviões de ataque ,reforma do SP etc….

  24. Fernando "Nunão" De Martini 3 de novembro de 2013 at 13:26 #

    Nossa, até com o GTE compararam o novo navio. Nada a ver.

    Melhor estudar um pouco a realidade das operações na região (uma visitinha de 15 minutos ao site “navios de guerra brasileiros” já ajuda e muito) antes de escrever de cara o que vem à telha.

    O transporte de fuzileiros navais para operações ribeirinhas é fundamental, e há muito era necessário um reforço de maior porte do que o pequeno Piraim para complementar o Paraguassú.

    Se fizerem as adaptações necessárias para o rápido transbordo a lanchas de desembarque, será uma valiosa adição à Flotilha de Mato Grosso. Já tem um esquema de levar voadeiras para turismo de pesca, com os motores de popa armazenados na popa do navio, mas creio que isso não é o ideal. Mas vai saber.

    Parece também já contar com várias instalações de ar-condicionado, o que é fundamental na região, onde 40º no verão é considerado uma temperatura “amena”. O normal é ficar acima de 45º, como já pude constatar pessoalmente.

  25. Fernando "Nunão" De Martini 3 de novembro de 2013 at 13:30 #

    Aproveitando,

    Para saber mais sobre a Flotilha de Mato Grosso e sua evolução desde o uso mais exclusivo de monitores / avisos / canhoneiras até a combinação atual de monitor dotado de convoo, navios-patrulha de pequeno porte e transportes / meios de desembarque, formando “pacotes” para operações ribeirinhas com desembarques de fuzileiros navais, a edição 8 da revista Forças de Defesa traz uma matéria bastante completa, com pesquisa tanto em arquivos quando na própria Base Fluvial de Ladário, em campo.

    Pode-se conhecer também, no texto, uma operação real de desembarque de tropas, com apoio de fogo do antecessor do monitor Parnaíba, durante a Revolução de 1932, em que a tropa foi transportada de maneira improvisada num pequeno mercante (do tipo empregado à época na região).

  26. Fernando "Nunão" De Martini 3 de novembro de 2013 at 13:47 #

    Ainda sobre a longevidade dos meios fluviais:

    Muito se fala sobre a operação em rios resultar em menor corrosão dos cascos do que em mar, o que é correto, mas há um outro fator fundamental: a fadiga da estrutura.

    O mar judia e muito das estruturas de navios pequenos, com as vagas batendo fortemente em caso de mar agitado e levando com frequência a avarias que precisam ser consertadas de forma emergencial durante uma comissão e depois no cais.

    O mesmo não se dá nos rios. Assim, navios (desde que bem construídos) que passaram a maior parte de sua vida em ambiente fluvial tendem a durar décadas e décadas. É o caso do Parnaíba, incorporado em 1937 e que pode durar mais uns 30 anos (e o mais importante, continuando a ser militarmente válido) desde que continue a ser bem mantido e atualizado conforme as necessidades.

    Como comparação, quatro pequenos navios-patrulha costeiros classe “Piratini” construídos no final da década de 1970 e que foram transferidos para Ladário em meados dos anos 90 (reclassificados como navios-patrulha), foram bastante judiados por mais de 20 anos operando no mar, e provavelmente serão aposentados muito antes do Parnaíba.

  27. Antonio M 3 de novembro de 2013 at 17:00 #

    Fernando “Nunão” De Martini
    3 de novembro de 2013 at 13:26 #
    Nossa, até com o GTE compararam o novo navio. Nada a ver.

    Tudo a ver ! Todos os equipamentos adquiridos pelo GF aos nosso sacrificados políticos e governantes não são porcarias não!

    E não duvido que alguma suite ou mias sejam mantidas no Albatroz caso a madame, ou o padrinho, não queiram mais passar férias ou fim de ano na Bahia e queiram variar:

    bahianegocios.com.br/coluna-geraldo-vilalva/dilma-troca-as-jurassicas-lanchas-da-marinha-por-uma-chiquerrima-que-foi-apreendida-pela-receita-federal-do-brasil/

    trecho da reportagem:

    “…ficou antiético para duas autoridades – uma presidente e um governador – usar uma embarcação que ainda não pertence ao Governo, pois sua propriedade está contestada por causa dos impostos não pagos quando de sua compra. …”

    Não medem esforços para o conforto !

    E como estamos no Brasil o episódio da lancha passou, ninguém sabe, ninguém viu …

    abraço a todos.

  28. Guilherme Poggio 3 de novembro de 2013 at 17:30 #

    Ow Mauricio me conta um NTrT fluvial construido and projetado especificamente pra isso …. ?

    Nem durante o Vietnã isso aconteceu (riverine warefare). No geral, eram adaptações de vários modelos existentes.

  29. MO 3 de novembro de 2013 at 20:47 #

    Mais ai que ta NN, NaPaFlu não eh monitor, são bem diferentes, o Parnaiba eh sim o do mundo

  30. Ivan 3 de novembro de 2013 at 21:52 #

    Amigos,

    Perdoem minha insolência, não posso deixar impune uma frase como: “contribuindo para dissuasão e incrementando a projeção do Poder Naval”.

    A MB está comprando um navio de transporte fluvial comercial que será adaptado para funções de transporte de tropa e lanchas de desembarque. Uma embarcação simples.

    Não é uma fragata ou corveta… mas tudo bem, vamos para o ambiente fluvial; não é um monitor ou flotilha de lanchas rápidas de ataque como as Combat Boat 90.

    Evidentemente um NT fluvial tem grande utilidade e valor, mas o discurso deve ser mais comedido para não beirar o ridículo.

    Mas fazer o que, hoje em dia nossas forças armadas tem muito pouca coisa para comemorar.

    Sds.,
    Ivan.

  31. Ivan 3 de novembro de 2013 at 22:02 #

    MO,

    Vc escreveu: “o Paraniba, por exemplo creio o mais poderoso navio fluvial da galaxia (e eh serio, nao eh zoação) ta tinindo”.

    Tá tinindo realmente. Sempre gostei do Parnaíba, adaptado as necessidades da marinha no TO em que opera, ainda mais após ler excelente matéria na revista Forças de Defesa. Entretanto talvez não seja o mais poderoso da galáxia, nem mesmo do planeta terra.

    Os países da Europa Central, particularmente os russos construíram monitores fluviais impressionantes, dedicados para o combate.

    Veja a classe Videlsya, que entrou em serviço entre 1975 e 1990 e até 2010 ainda possuiam cerca de 21 unidades. Alguns dados:

    Deslocamento: 370 toneladas (450 carregado)
    Velocidade: 23 nós
    Dimensões: 56,0 x 9,0 x 1,45 metros
    Equipamento Eletrônico: 1 radar de navegação Spin Trough ou Kivach; 1 diretora de tiro Bass Tilt MR-123 Vympel; IFF transponder High Pole; Square Head (sistema Nikhrom-M)
    Propulsão: 3 motores diesel M504B, 3 hélices, 15.000Bhp
    Alcance: 550 milhas a 20nós ou 1.000 milhas a 10 nós
    Tripulação: 32 homens (total)

    Armamento:
    - 2 torretas simples do tanque T-55 (100mm)
    - 1 torreta geminada/gatling de 30mm/54 AK-630
    - 2 reparos geminados 12.7mm/60
    - 1 lançador duplo de foguetes de 140mm ZIF-121M/Sneg
    - 2 lançadores simples de granadas de 30mm BP-30 Plamya.

    http://sistemasdearmas.com.br/nav/flurusrom.html

    Atendem especificações russas, mas navio a navio são mais bem armados que o nosso valoroso Parnaíba.

    Codiais saudações,
    Ivan Ivanovich. :)

  32. Ivan 3 de novembro de 2013 at 22:03 #

    Aos amigos uma sugestão de leitura:

    SISTEMA DE ARMAS FLUVIAL PARA A REGIÃO AMAZÔNICA
    Revista Marítima Brasileira 4o Trimestre de 2001

    Estudo realizado por oficiais da marinha.
    http://sistemasdearmas.com.br/nav/flubra5calhan.html

    Sds.,
    Ivan.

  33. MO 4 de novembro de 2013 at 11:40 #

    ahh eles sao 21, se fosse 18 e Parnaiba dava conta 8-P

  34. Mauricio R. 5 de novembro de 2013 at 0:05 #

    “…me conta um NTrT fluvial construido and projetado especificamente pra isso ….”

    MO,

    Tem na Colombia, e se não me engano é do mesmo estaleiro daquelas lanchas, que o Amorim mandou comprar lá.
    Mas parece que a MB não gostou da posição do convoo, é mto alto, deixa o helicóptero exposto.

  35. Ivan 5 de novembro de 2013 at 0:08 #

    MO,

    Desculpe, mas fiquei sem entender.
    Falei alguma bobagem ‘fluvial’?

    Apenas registrei que russos e outros países da Europa (leste) ainda usam monitores fluviais e relativamente bem armados.

    Abç.,
    Ivan.

  36. MO 5 de novembro de 2013 at 11:01 #

    Nein, apenas brinquei eles sao melhores armados E que se fossem so 18 o Parnaiba dava conta, mas sao 21, ie = versão fluvial de 10 eh meu o que sobrar eh seu, no sarro

  37. MO 5 de novembro de 2013 at 11:03 #

    em verdade nao sei bem quem eh, mas nao sendo o tinhoso do caso eh UM .. uma excessão, tendo os modelos civis a disposição

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