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China faz testes com J-15 modificado para operar com catapulta

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Fotos de uma nova variante modificada do caça naval chinês J-15 começaram a circular em fóruns chineses na Internet. A nova versão da aeronave embarcada apresenta um trem de pouso frontal com barra de lançamento para decolagem assistida por catapulta mas com pouso enganchado (CATOBAR – Catapult-Assisted Take-Off But Arrested Recovery).

As imagens mostram um Shenyang Aircraft Corporation (SAC) J-15 em voo com o trem de pouso frontal modificado. A nova versão confirma que a China está mesmo desenvolvendo um porta-aviões do tipo CATOBAR, diferentemente do seu primeiro navio-aeródromo Liaoning do tipo STOBAR (short take-off and vertical landing), que tem uma rampa “ski-jump” para auxiliar a decolagem dos caças.

j-15-catobar
J-15 CATOBAR, com o trem de pouso frontal dotado de barra de lançamento

As expectativas são para a construção de um terceiro navio-aeródromo na China, conhecido como Type 002, equipado com catapultas, pois no início de agosto surgiram fotos que mostram modificações no “mock-up” terrestre de porta-aviões do país, em Wuhan, província de Hubei. A seção que continha a rampa “ski-jump” foi removida do “mock-up”.

A construção do terceiro porta-aviões chinês está prevista para ocorrer no estaleiro Jiangnan Changxingdao, perto de Xangai. Até agora não houve nenhuma confirmação oficial do programa, nem evidência visível da construção, mas tem havido considerável especulação de que a produção dos módulos iniciais já está em andamento.

A imagem abaixo capturada pela Airbus Defence and Space em 20 de junho de 2016 já mostrava que um progresso significativo tinha sido feito em duas trilhas de catapultas terrestres para testes e treinamento, uma a vapor e outra eletromagnética.

china-carrier-mockup

69 COMMENTS

  1. Os Chineses chegaram à mesma conclusão que eu. STOBAR é lindo, mas se quiser jogar um bicho desses plenamente carregado no ar, CATOBAR é o que há de melhor.

  2. Sem falar que um navio-aeródromo CATOBAR permite o lançamento de muito mais aviões no mesmo intervalo de tempo que um do tipo STOBAR.

  3. Catapulta eletromagnética, perceberam? Sem necessidade de geração de vapor, sem necessidade de vapor em alta pressão. Muita mais necessidade de energia elétrica. Provavelmente será nuclear. Conclusão: sem geração de vapor=mais espaço, sem grande suprimento de combustível=mais espaço.

  4. Então, soltando pecinhas ou nao, os xing-lingue estão montando sua força aeronaval para aumentar sua projeção de poder. Os japs estão com os cabelos da nuca arrepiados!

  5. Pois então Luciano, no Brasil existe a péssima mania de desmerecer o trabalho chinês. A diferença é que lá engenheiros, pesquisadores, etc trabalham realmente com P&D e o investimento é massivo na área, mesmo que em engenharia reversa, enquanto aqui no Brasil o o indivíduo nessas áreas acabam trabalhando no mercado financeiro (sei de físicos com doutorado em fundos de investimento porque conhecem EDOs).

  6. Srs

    Os chineses estão seguindo seu planejamento para ter uma marinha de alcance global.
    Não são apenas os japoneses que devem por as barbas de molho, pois os planos da China envolvem a África e a América do Sul, as possíveis fontes de alimentos para o Império do Centro; tanto que há a previsão chinesa de uma série de bases navais no Indico até o Atlântico Sul.
    No final da próxima década, estaremos convivendo com a MPLA no Atlântico Sul e veremos com certa frequência os NAes chineses nestas paragens.

    Sds

  7. Uhtred Ragnarsson, enquanto estudo para vestibular do ITA a indecisao de fazer ou nao fisica me atormenta justamente pela falta de investimento, o negocio sera fazer engenharia, ir para os EUA e fazer fisica por la como um complementar. pois aqui a coisa ta bem feia..

  8. Uhtred,
    “no Brasil existe a péssima mania de desmerecer o trabalho chinês”.
    É porque os chineses têm a péssima mania de vender porcaria pra nós. Sem falar que eles são ligados a trabalho escravo e são notórios copiadores piratas que sequer se dão ao trabalho de disfarçar suas cópias nem sempre autorizadas.
    Isso tudo autoriza ou pelo menos justifica que mantenhamos um pé atrás com eles.
    Agora, mesmo com tudo isso eles estão a anos luz de distância de nós, mas em blogs que discutem o tema “defesa” os chinas devem ser comparados a países como a Rússia, Alemanha, EUA, Suécia, Japão, etc. e não à Somália, Guiné Bissau, Zimbábue ou ao … Brasil.

  9. bosco123 23 de setembro de 2016 at 23:19
    Onde assino ?
    _______________________________________–

    Mais, Japas com meda ? Kkkk ….
    Certo, alguém combinou com os Âmis e as bases que eles lá tem ?
    Duvido que os Japas estão pensando em chutar os âmis !

  10. control 23 de setembro de 2016 at 21:56
    E eles combinaram essa ocupação por bases militares com quem ?

  11. Srs

    Jovem CAS
    Para ficar em casa:
    Sobre bases navais: PN de 23/11/2014 – China planeja construir 18 bases …
    Sobre base naval no Atlântico Sul: PN de 24/01/2015 – Base Naval em Walvis Bay …
    Dadas as necessidades da China quanto a minerais e, principalmente, alimentos, ela está fazendo, apenas, o dever de casa, procurando garantir seus interesses.

    Sds

  12. A matéria sem dúvida esclarece de uma vez por todas que o NAe que encontra-se em construção
    não terá catapultas e muito menos terá propulsão nuclear como aventado por alguns ..será como dito desde o início da construção ,uma versão modificada do atual “Liaoning” inclusive com uma superestrutura menor.

  13. Olha, o Japão, mesmo com toda proteção dos Americanos estão muito próximos fisicamente da China. Isso implica num desgaste político constante, muito diferente dos EUA, que devido a uma série de ações militares e políticas mantem esse tipo de tensão bem distante de suas fronteiras físicas (e há tempos a geografia ajuda muito nisso, obrigado!). Mesmo num conflito de baixa intensidade os japoneses estão mais expostos. Se alguém nao percebe isso é cego ou torcedor fanático.

    Percebam,é uma constatação simples, nao se trata aqui de “estar do lado” dos chineses (o que tb nao é crime, cada um faz suas escolhas e tem direito a tal….certas ou nao). Não se esquecendo que por mais que o Japão tenha tecnologia de ponta e meios, quem tá do lado dele, ali no cucurute, ou seja, os ching ling, tem uma capacidade militar estupenda só pelo tamanho e disponibilidade populacional. É algo, guardada as devidas proporções, como que acontece com o Brasil. Nossos vizinhos que podem representar alguma ameaça, por mais que nossas FFAA estejam sucateadas há muito tempo, levam em conta o tamanho do nosso território e população!

    Bosco, vc esta certissimo! E mais, essa postura deles é planejada. Eles estao avançando assim mesmo, sem “seguir as regras”, criando as suas próprias!

  14. Sobre as bases é bom lembrar que eles já têm uma área arrendada a “perder de vista” na Argentina para fazer o que quiserem. Não sei se Macri fez (ou pode fazer) algo a respeito…

  15. Não é questão de ser fanático ou sei lá o que, o primeiro vídeo que postei é de um programa de tv militar chinês avaliando o novo míssil supersônico japonês.
    Dizem que o novo míssil antinavio chega a Mach 5 o tempo de reposta seria de menos de 10 segundos para tentar interceptar um míssil deste tipo.
    Este míssil vai ser utilizado pelo F-2- 4 misseis e P-1- 8 misseis, hoje disponíveis 70 F-2 e 20 P-1 da para carregar 280+160=440 misseis deste tipo contra uma frota naval.
    Deve ser moleza construir Naes ou contratorpedeiros de centenas de milhões e terem eles afundados por misseis de US$5 milhões a unidade.
    Os J-10 da China não tem um grande raio de combate para serem utilizados para projeção de poder e os chineses não tem muitas aeronaves de reabastecimento aéreo, os chineses iriam utilizar os J11, J15 e bombardeiros H-6 para ataque todas estas aeronaves refletindo lindamente em radares a centenas de quilômetros de distancia, eu acho que seria uma Midway do século 21.

  16. Sim, há essa superioridade tecnológica, mas isso pode ser sustentado por quanto tempo? Repare, quais as projeções de crescimento populacional do Japão? Eles nao são como Israel, que as vezes se renovam (parcialmente) cooptando judeus e seus descendentes em países em crise. E reitero, se se chegar a um confronto onde o japão tenha que disparar 20 ou 200 que seja misseis contra o Liaoning a situação saiu do controle e pode esperar que o Japão nao sairá dessa sem pagar um alto preço – muito diferente dos EUA, que mesmo com bases na região suportaria muito melhor as perdas numa população de mais de 300 milhões de habitantes – e isso pensando apenas num conflito convencional. O fato do Japão ter esses misseis supersônicos é justamente uma tentativa de equilibrar as coisas….daqui há 20 anos quantos NAe cada um dos dois terão?
    ..

    Outra, dentro do regime chinês, é interessante ter um vizinho com armamentos de ponta. Isso alimenta certas posturas políticas internas e ajuda o regime “comunista”.

    Um combate não é só tecnologia, ainda mais entre grandes potências. Envolve, especialmente, economia e a capacidade populacional. A Finlândia lutou bravamente contra a URSS, mas nao tinha como derrotar o rolo compressor de mais de meio milhão de homens e milhares de tanques. O x ai é manter a diplomacia, a dissuasão pela possibilidade de grandes perdas e ter um amigo bem forte por perto. Nesse sentido, podemos perceber a postura dos japoneses e ver como tem, mais ou menos, conseguido evitar um conflito. Mas a ganancia chinesa tem crescido, vide as constantes ações no Mar da China e outras regiões de interesse.

  17. Para a China, a suposta ‘alimentação’ do regime pela necessidade do ‘vizinho com armamentos de ponta’ é totalmente desnecessária. A economia Chinesa pode ser muito próxima da economia de mercado, mas ainda são comunistas. Uma vez que estabelecem um objetivo, vão simplesmente focar os recursos da nação para a obtenção deste objetivo. E um dos grandes objetivos deles, é ter uma Marinha de águas azuis grande, moderna e operacional, e temos isso aí.
    .
    Garanto que não foi um processo recente. Isso que estamos vendo foi resultado de uma alavancada de mais ou menos uns 15 anos em um processo que já vinha a uns 20, e estão começando a colher os frutos.

  18. Srs

    É necessário separar o joio do trigo.
    Quanto aos NAes, o pensamento dos chineses segue a linha dos americanos, sendo os NAes ferramentas para agir longe de sua costa. O objetivo da China é ter uma marinha de ação global.
    Quanto ao Japão, a ação chinesa, aparentemente é pressionar para estabelecer algum tipo de subordinação dos japoneses, seguindo a tradição imperial chinesa.
    O Japão, por seu lado, está numa armadilha, pois se não confiar na proteção americana (é já há fatos que põe em dúvida a disposição americana em honrar tal compromisso) terá que desenvolver rapidamente uma força nuclear dissuasória (se já não desenvolveu, na surdina).

    Sds

  19. Enquanto isso, no maior país da América do Sul, sua marinha tem um porta-aviões ancorado para reparos há anos, sua frota aeronaval tem como caça um avião modernizado da década de 1960, fragatas obsoletas ainda em uso e os chineses avançando no hemisfério sul, principalmente no Atlântico sul, debaixo de suas barbas. Grande geopolítica do nosso governo.

  20. O fato dos EUA estarem geograficamente distantes da China não impede que haja um”desgaste político constante” dos EUA como citado pelo Luciano, já que os navios da VII Frota, baseados no Japão e/ou enviados da costa oeste dos EUA além de aeronaves baseadas no Japão, a base em Guam os fuzileiros navais estacionados na Austrália, etc, estarem provocando fortes críticas dos chineses aos EUA.
    .
    Nem EUA nem Japão irão iniciar uma guerra com a China…os chineses terão que dar o primeiro tiro e se eles resolverem bombardear o Japão haverá uma probabilidade muito grande de
    americanos e seus familiares serem atingidos, portanto, a presença deles no Japão tem um efeito dissuasório até maior do que os mais de 20 navios da chamada frota de batalha dos EUA estacionados lá.
    .
    No meu entender há uma superestimação da capacidade chinesa…como se não houvessem limites nem problemas e uma subestimação dos demais.

  21. O fato de chineses estarem negociando bases no Atlântico Sul necessariamente não significa
    bases de apoio para dezenas de navios, aeronaves e tropas. Não há nada do tipo ocorrendo
    agora e mesmo a marinha chinesa ultrapassando a US Navy em números, ela não será tão
    grande quanto a US Navy foi no fim da guerra fria por exemplo e boa parte dela será constituída por embarcações “pequenas” muito necessárias para a marinha chinesa, mas, não adequadas para oceanos e tem também a questão que atormenta todas as marinhas do mundo…uma boa parte da marinha chinesa estará sempre em manutenção e treinamento.
    .
    Claro que passaremos a ter notícias de navios chineses com mais frequência em outras partes do mundo, mas, não a ponto de vermos dezenas de navios, de combate e auxiliares, estacionados em dezenas de bases até porque a China está cercada por países potencialmente hostis ou no mínimo suspeitosos das atividades chinesas.

  22. Catapulta magnética?!? A US Navy tem nos seus porta-aviões catapulta magnética? Senão tiverem, a China deu uma rasteira nos Yankes heim…

  23. sim, Dalton, mas perceba, os americanos escolheram isso como uma projeção de poder ( ok, o desenrolar histórico da II WW e o pós guerra também tiveram um papel fundamental nisso), espalhando bases, portos, aerodromos e criando alianças com nações importantes nessa visão. No caso, os japoneses tem um histórico de atritos e guerras com os chineses e a geografia nao ajuda, eles estao ali do lado! Quanto civis americanos foram mortos em território americano na II guerra? Sim, nao deixa de serem civis, mas isso atende justamente a um argumento dissuasório como vc bem colocou.

    Concordo com vc, Dalton, nenhum dos dois players vão se expor, vao deixar a sede chinesa, ou o descuido, falar mais alto! Sim, os chineses tem limitações, muitas!, vai demorar muito pra atingirem a expertise russa ou norte-amaericana, por exe, se o fizerem (o que nao quer dizer que nao possam seguir outros caminhos)! Mas eles estao no jogo e nao é para serem coadjuvantes!

    Meu campo de estudos nao é o Oriente, porém, julgo a dizer que a China é muito mais complexa, hoje, do que era durante a Guerra Fria. Ela consegue ter uma modernidade e dinamicidade econômica e de gestão fantásticas, porém dentro de um regime intensamente controlador, o que pra gente é paradoxal. Um inimigo – ou mais – externo difuso pode ser conveniente em algumas situações, claro que nao algo fanático como acontece com a Coréia do Norte (essa bem mais claramente dentro da política da “ditadura do proletariado”), ainda mais que essa China de agora é um parceiro comercial de mais de metade do mundo! E ai concordo com vc, Leandro, não é algo de agora, foi planejado e estamos vendo a “colheita”. E ai coaduno com vc, Control, acho q a ideia para um futuro distante é a subordinação do Japão ou no minimo uma situação de bem menos autonomia/relevância do mesmo naquela região ( e isso passa fundamentalmente por afastar o apoio norte-americano ou diminui-lo, mas uma coisa é querer, outra é conseguir).

  24. Luciano…

    como você bem escreveu…os EUA estão longe de tudo e de todos, então a única solução é
    basear navios e aeronaves em países aliados pois um navio pode levar semanas para chegar
    ao seu destino e também espera-se que os meios que estejam próximos à uma área contestada possam se aguentar até receberem reforços.
    .
    Um exemplo mais recente é dos 4 Arleigh Burkes baseados na que já era compartilhada base de
    Rota na Espanha…os navios já estando lá economizam nas viagens de transito, portanto menos navios necessários para o rodízio permitindo que mais destroyers possam ser deslocados para o Pacífico…um plano de ter 60% dos meios no Pacífico e não apenas isso, também o que há de melhor está na fase final agora.

  25. Luiz…

    catapultas eletromagnéticas já estão instaladas a bordo do mais recente NAe da US Navy, o futuro USS Gerald Ford que deverá ser recebido pela US Navy antes do fim do ano para
    comissionamento nos primeiros meses de 2017.
    .
    Por ser o primeiro de uma nova classe um tempo maior será necessário para deixa-lo em condições de combate, 2020 ou 2021 ao invés de 2019 caso fosse mais um da classe Nimitz.

  26. Madmax 23 de setembro de 2016 at 19:22

    E parece que os marinheiros usam tênis! O do pacacete vermelho parece estar usando jeans e camisa social.
    Sei lá, a vista já não é mais a mesma.

  27. Os ingleses foram os grande professores no Séc XIX e o século seguinte trouxe as oportunidades para expandir esses pontos de apoio pra além mar!

    A China nao se espelha nisso, ao menos para os mares próximos?

  28. bosco123 23 de setembro de 2016 at 23:19
    É porque os chineses têm a péssima mania de vender porcaria pra nós. Sem falar que eles são ligados a trabalho escravo e são notórios copiadores piratas que sequer se dão ao trabalho de disfarçar suas cópias nem sempre autorizadas.”

    Bosco,

    Negocio com chineses há muito tempo, e a verdade não é bem assim.
    Compro muitos produtos chineses de excelente qualidade, só não são tão baratos (diria que o preço é equivalente a produtos ocidentais).
    Os importadores brasileiros tem o péssimo hábito de escolher, dentre os produtos chineses (e eles oferecem todas as opções possíveis) os de péssima qualidade, e as falsificações baratas, por causa do baixo preço. Já tive muita discussão com importadores que se recusavam a trazer o produto de melhor qualidade porque abafaria as vendas do “genérico”, que mesmo com preço de venda mais baixo traria uma margem de lucro maior. Por isso hoje me dia só compro produtos de marca Vidonn, Xiaomi, GWI, etc… se for da mão de um chinês, porque nesse caso, não dá para confiar em importador brasileiro. Já tentaram me empurrar um relógio Vidonn falsificado pelo preço de um original numa loja em que o dono não era chinês.

  29. RJ,
    Mas porque não encontramos produtos de péssima qualidade feitos na Suíça, Suécia, Japão, Alemanha, Itália?
    Tudo bem que brasileiro gosta de muamba e porcaria mas achamos quem as fabrica para nós e são os chineses.

  30. Dalton 24 de setembro de 2016 at 17:53
    Onde assino ?
    _______________________________________

    Combinaram com os Âmis, Ausis, Eurobambis, muitos asiáticos com interesses próprios,
    dinastias do médio oriente, outras da áfrica …..
    Tá bom …. a China vai dominar o mundo …. Kkkkk ….
    Ai solta-se uma única “Bob Nuc”:
    NÃO PAGO !
    Já era a China ….
    Enfia teus papéis dentro dos seus c………….. ruzadores ! rs

  31. Prezados,

    Me parece que há um erro no texto. Onde lê-se:

    “STOBAR (short take-off and vertical landing)”,

    não seria:

    “STOBAR ( Short Take-Off But Arrested Recovery)”?

    []s

  32. Eu importo da China em parceria com um americano e com um Judeu, só digo uma coisa os chinas te mandam oque sua grana pode comprar eles tem lixo e tem coisas de qualidade é só botar os dólar na mesa isso é fato, assim também com EUA, Rússia e outros bota as verdinhas na mesa e vem o tem de melhor.

  33. Srs

    Diferente de um certo grande país do hemisfério sul, a China pensa e planeja o seu futuro. Seja por ambicionar ser a maior potência mundial, seja pela necessidade de garantir a sua existência e um razoável bem estar para sua população (no mínimo comida, visto ter experimentado a morte de milhões de fome), a China segue um planejamento de expansão de seu poder militar, aí se incluindo uma marinha de alcance global.
    Se vai conseguir ou não, só o futuro dirá, porém cabe observar que os chineses tem conseguido cumprir os seus planos.
    Quanto as bases, o objetivo de sua concretização tem lógica, pois a África já é importante para a China como fonte de matérias primas e será ainda mais conforme crescer a necessidade dos chineses por alimentos (observe-se que a América do Sul também tem sua importância neste quesito).
    Quanto a real importância da China e sua capacidade de evolução e crescimento, parece que o Tio Sam tem uma visão diferente dos brasileiros (a maioria de nossos foristas inclusos) e está deslocando o foco de sua atenção para o Pacífico visando conter a expansão chinesa.
    Quanto a qualidade da indústria chinesa, é estranho até os comentários de muitos, pois provavelmente tais comentários estão sendo escritos em computadores e smartphones fabricados na China.

    Sds

  34. Control,
    Mas essa atitude tão louvável e apreciável da China em garantir a sua existência e prover bem estar à sua população ampliando seu poder militar de modo a garantir seus interesses é criticado e condenada quando feita pelos EUA. Engraçado né??
    Isso me autoriza a acreditar que quando a China passar os EUA e for a maior potência da Terra “impondo” sua influência em todo o mundo você ficará contra ela já que parece que você aprecia a intenção mas não aprova a conclusão.
    Quanto aos chineses fabricarem computadores, eles o fazem utilizando a metodologia de controle de qualidade ocidental, supervisionados por executivos ocidentais.
    Mas o ponto não é nem esse. O ponto é que vocês se doem tanto com a possibilidade de sequer pensarmos que os produtos deles são de segundo ou de terceira qualidade e se sentem espantados com isso como se não houvesse absolutamente nenhum fundamento no mundo real que justifique esse tipo de opinião, mas eu insisto em dizer que há uma justificativa para que isso ocorra. Não é porque não gostamos de pastel chinês ou de gente com olho miúdo puxado que come cachorro (só isso já seria motivo mais que justificável para ficarmos com um pé atrás com os chinas), é porque eles deixam que o mercado mundial seja abarrotado de porcarias que eles fazem questão de marcar como “mande in China”.

  35. Srs

    Jovem Bosco

    1 – É obvio que se a China atingir seus objetivos, e por enquanto ela tem tido sucesso nisso, nós e todos os países sem poder militar suficiente iremos arcar com a conta do bem estar chinês. Hoje o Ocidente conta com o guarda chuva americano, mas tal guarda chuva poderá ficar pequeno e os da periferia ficarão sujeitos ao tempo. É importante lembrar que as relações entre países não são regidas por qualquer valor moral e sim por interesses (há ilusões sobre isto nos países ocidentais, mas são apenas desejos e não realidade).

    2 – A crítica aos EUA é apenas um dos sintomas da crise de estupidez que assola a cultura ocidental, função da perda de rumo que atingiu o Ocidente e que poderá levar ao seu fim (No caso da América Latina, parece mais um caso de pura inveja e no caso dos países desenvolvidos, parece um caso de masoquismo exacerbado).

    3 – Indiferente da origem dos projetos e métodos (e da forma que foram adquiridos), os chineses já adquiriram um bocado de conhecimento para a produção e trabalham para ter a capacidade de criar novas tecnologias como o ocidente. Cabe observar que o os países ocidentais ajudaram (e ainda ajudam) muito aos chineses nisto. Usando um velho adágio: cria corvos e eles te comerão os olhos.

    4 – Quanto a qualidade dos produtos, cabe observar que na década de 60 se falava o mesmo dos japoneses e na de 90, dos coreanos. Hoje, a China produz bens de boa e má qualidade e vende tudo conforme o gosto do freguês, o que não difere de outros países, Brasil incluso.

    5 – Indiferente de gostarmos ou não da China e do que vem acontecendo no cenário geopolítico mundial, os fatos estão aí e fingir que eles não existem ou desqualificar o Dragão não vai mudar a realidade ou salvar a pele de nossos filhos e netos. Eles irão pagar a conta pela falta de visão da geração atual do ocidente.

    Sds

  36. “Eles irão pagar a conta pela falta de visão da geração atual do ocidente.”

    Control…mas você escreveu logo acima que os EUA estão deslocando o foco de sua atenção para o Pacífico e os EUA são “ocidente” e não apenas isso, mas, atualmente a maior potência
    militar do planeta.
    .
    De fato os EUA estão próximos de terminar o plano de ter 60% de suas forças e o melhor delas no Pacífico e o Japão gradativamente está aumentando suas forças também, mas, exatamente
    qual é a sua proposta para que nossos filhos e netos não paguem a conta ?
    .
    Países como a Rússia podem investir menos em programas sociais e proteger programas de
    armas é o que Putin está fazendo e graças a velha retórica contra o ocidente e um bom controle da mídia, ele consegue um grande apoio da população e a China não é diferente.
    .
    Agora, países como o Brasil e EUA onde existe uma democracia digamos melhor estabelecida é mais difícil convencer a população e seus representantes, os políticos, de que programas sociais devem ser trocados por programas militares, mas, isso não é falta de visão e sim um sistema mais justo de governo, não perfeito obviamente.
    .
    Diante da atual situação que encontra-se o Brasil, com Estados “quebrados” com tanto para fazer
    e milhões de desempregados acima do que seria considerado “normal”, como investir em
    armamento…se uma mísera fragata de 6000 toneladas que alguns pensam que é um exagero,
    mas, não é, custa na faixa de 1 bilhão, mas, não de reais e sim de dólares !!
    .
    abraços

  37. Item 3 dessa listinha é bem interessante 🙂 .
    É pura verdade e , ao mesmo tempo , é a resposta para maioria das perguntas sobre futuro tecnológico da China no papel de Dominadora do Mundo. Exemplo : assim que eles piratear (ops! queria falar engenhar reversamente :)) a ultima coisa original que ainda sobrar – a China vai começar CRIAR as coisas pioneiras com tecnologias FUNDAMENTAIS próprias e ferramentas ATUALIZADAS próprias? Duvido , se não falar mais forte ainda : as tecnologias fundamentais não acompanham o timeline de desenvolvimento dos produtos finais.E as ferramentas , hoje em dia , os chineses compram na Europa (boa parte) , Japão (outra boa parte) , EUA e etc
    No momento quando “os donos” decidirão que China é uma ameaça iminente vão entrar as sanções , a retórica da mídia , os processos contra lideres do partido comunista , revelações do holocausto dos uigures(tibetanos , mongóis , ETs – tanto faz) e assim por diante. Tudo conforme a metodologia de isolamento ja conhecida e infalível. Desta forma a China terá somente um “mais ou menos aliado”.E disso ninguém quer :)!
    Resumindo : a China nao tem chance de imprimir essa forca toda. Pois esta fortemente ligada com Ocidente e depende do Ocidente mais que muita gente imagina.Brincar ate pode.Fazer – outra coisa.
    Um abraço!

  38. Bosco,nem aqui no japao se encontra produtos Made in Japan!Em uma materia da tv japa,turistas chineses estavam eufóricos pq pensavam que iriam comprar produtos daqui..mas qd viram que era tudo made in china,quase tiveram um infarto kkkk pra vc ter ideia,tem motos vendidas aqui que vem de fora.china/taiwan,coreia do sul,malasia,etc…qd há os de fabricarão japa,custa muito mais!!E entrando na questao guerra,numa eventual guerra repentina,estamos fritos..ha milhares de chineses aqui,estao se alastrando,como no brasil.Chineses formando familias com japas,etc…

  39. bosco123 24 de setembro de 2016 at 21:02

    Pode ser mesmo Bosco, mas mesmos civis, quando estão numa embarcação militar, não precisam usar trajes adequados?
    E mesmo aquele que parece ser marinheiro de ofício, também parece estar de tênis.
    Mas, como disse, acho que minha vista já não é mais a mesma.
    Saudações.

  40. Os produtos Ocidentais tem uma qualidade maior e um preço maior também logico ninguém é obrigado a fazer nada de graça ponto.
    Mas a maioria da população mundial tem um poder aquisitivo menor, ai entra os produtos dos Chineses, por isso que vão dominar boa parte do mercado mundial, e isto é irreversível.
    Temos que lembrar que a maioria da população mundial é de terceiro mundo e não de primeiro.

  41. Control 25 de setembro de 2016 at 7:50

    Olá, gostei do avatar, talvez a mais bonita máquina voadora de guerra.

    Se me permite Control, o que eu fico pensando sobre a China e seu governo ditador é que mais dia menos dia os chineses, todos eles não só os de alguns grandes centros, descobrirão “fundo de garantia”, férias no Guarujá, viagem para a Disneylândia, “picanha” etc.. E aí, como será?

  42. EParro…

    existem muitas fotos de operações aéreas a bordo do “Liaoning” onde é possível ver uma maior padronização do vestuário, inclusive calçados, que seguem os padrões e cores da US Navy,
    mas, sem termos maiores detalhes, fica impossível saber porque um dos tripulantes está usando
    um par de tênis…o que de fato não é comum.
    abs

  43. Dalton 25 de setembro de 2016 at 14:32

    Grato pela informação meu caro Dalton!
    Só achei curiosa a observação do Madmax 23 de setembro de 2016 at 19:22 e aí, comecei a “procurar pelo em ovo”, e como sabemos “quem procura acha”.
    Aliás, parece que este padrão de cores, “da US Navy”, é mesmo adotado por muitos. Não sei se os russos o usam também.
    Saudações

  44. Usam sim…é meio que um padrão internacional, com algumas poucas diferenças conforme já notei, até mesmo na aviação naval francesa, mas, não são muitas diferenças.
    abs

  45. Essa coisa da expansão comercial chinesa por meio de falsificações me faz atentar que isso nao foge a regra básica do modelo político-econômico ocidental mais cru (antes de toda onda do welfare state que vem sendo combatida nos últimos 30 anos): a lógica do maior lucro com menor gasto e o controle sobre rotas, mercados e fornecedores. Acho incrivelmente cínico Trump dizer que é absurdo um empresário norte-americano fechar uma fábrica em solo norte-americano e abrir a mesma na China..por causa dos custos menores!!

    “Agora, países como o Brasil e EUA onde existe uma democracia digamos melhor estabelecida é mais difícil convencer a população e seus representantes, os políticos, de que programas sociais devem ser trocados por programas militares, mas, isso não é falta de visão e sim um sistema mais justo de governo, não perfeito obviamente.”

    Dalton, concordo plenamente! Cabe ao povo decidir quais são as maiores prioridades para o orçamento público (que é constituído principalmente pelo seu trabalho). Colocado isso, ai detectamos um outro problema ( que países nao democráticos como a China nao passam ou passam em menor escala), que é a inabilidade e falta de interesse dos políticos em mostrar que a defesa é algo que pode gerar benefícios diretos pra sociedade!

  46. Srs

    Vamos a la Jack.

    Jovem Dalton

    Realmente, o Tio Sam está deslocando o foco para o Extremo Oriente e buscando sair do atoleiro do Oriente Médio, porém é improvável que a China busque bater de frente com os EUA, pelo menos até que disponha de um poder militar equivalente ou maior que o americano e ainda está longe disto. É provável que, como no período da Guerra Fria, os possíveis conflitos aconteçam pela ação de terceiros e em regiões periféricas (Sudeste Asiático, África, América do Sul).
    Por enquanto, o Tio Sam está a atuar para conter o expansionismo chinês, mas há uma tendência americana para abandonar o papel de polícia do mundo e retrair suas atividades apenas para a defesa de seus interesses específicos. E isto deixa a descoberto aqueles países que dependem do poder americano.
    O Japão tem três opções mais prováveis: confia na seriedade americana (a Ucrânia já descobriu que garantias de outros países podem ser esquecidas) e mantém o status quo, busca uma acomodação com o Dragão assumindo fazer parte de sua zona de influência (situação improvável pelo histórico dos dois países) ou constrói seu próprio arsenal nuclear (escolha mais provável, a médio prazo).
    De qualquer forma, para os países periféricos que são/serão do interesse da China como fornecedores de matéria prima e alimentos, a questão é apenas o grau de influência chinesa que precisarão aceitar quando e se o Tio Sam se cansar de protegê-los.
    Neste caso, para aqueles que não poderão contar com o poderio do Tio Sam, a alternativa a isto é se armar adequadamente para representar um custo alto para a China, caso ela queira impor sua vontade. Isto implica em bombas atômicas e recursos para levá-las até o território chinês. Isto sai caro e é muito complicado.
    Uma alternativa intermediária possível, porém não garantida e sujeita aos humores americanos, seria buscar uma situação similar a atual do Japão, investindo num poderio bélico convencional respeitável e contando com o guarda chuva nuclear americano em função de acordos como a atual OTAN.
    Portanto, respondendo a sua questão: .”..o que fazer para que nossos netos não paguem a conta?” não há saída fácil possível. Ou, em nosso caso, o Brasil parte para um processo acelerado de ampliação/melhoria de suas FA`s indo ao extremo de desenvolver Nucs ou pelo menos amplia e aprimora as forças convencionais e busca um tratado de proteção mutua com o Tio Sam (situação mais realizável, porém ainda muito custosa e inaceitável por nossa “elite política-cultural”).
    Se, conforme você bem coloca, investir pesadamente em defesa não é aceitável, pois temos que priorizar nossos programas sociais, infelizmente teremos que correr o risco de deixar para nossos filhos ou netos o desagradável papel de uma neo-colônia chinesa ou pelo menos de um país subordinado aos interesses do Dragão.
    Observe-se que nós já estamos caminhando neste sentido visto que a China é nosso mais importante parceiro comercial, vem investindo bastante em nossa infraestrutura e tem, até, através de empresas, a posse de boas extensões de terras tupiniquins.
    Um aspecto interessante é seu comentário sobre as democracias e suas prioridades, que nos levam a recordar fatos históricos relativamente recentes que originaram a IIGM. Naquela época, as democracias também tinham como prioridade o bem estar de seus cidadãos e eram sistemas justos de governo. Tão bem pensaram e escolheram que milhões perderam totalmente seus direitos sociais e pereceram.

    Jovem Scud

    A China não é vulnerável a pressões como os países ocidentais democráticos, particularmente as da mídia.
    Certamente ela é vulnerável a pressões comerciais, porém, conforme sua importância econômica cresce e se aproxima em importância ao do EUA, ela é que ganha poder de fogo frente a seus parceiros.
    Quanto a questão da tecnologia e inovação, é ilógico supor que os chineses não conseguem ter nenhuma criatividade, enquanto europeus, americanos, japoneses e até brasileiros conseguem. É certo que um ambiente de pouca liberdade atrapalha, mas isto não matou a criatividade na URSS e não matará na China.

    Jovem Eparro

    A população chinesa tem necessidade de afirmação nacional depois do que passaram nos séculos XIX e XX e o atual governo tem feito bom uso disto. Adicionalmente, a revolução cultural da década de 60 e 70 fez um enorme estrago na sociedade chinesa, o que leva a uma certa aversão por movimentos sociais. Hoje, os chineses estão focados em melhorar economicamente.

    Finalmente, não há certeza que a China atingirá seu objetivo de retornar a antiga glória e voltar a ser um Império. Afinal, além dos complicadores internos e da oposição as suas pretensões pelos seus vizinhos e pelo EUA, existem fatores externos que podem mudar completamente o cenário mundial (expansão do islamismo, agravamento das condições climáticas, etc.).
    Tais variáveis podem liquidar com o planejamento chinês e resultar, daqui a alguns anos, em uma situação geopolítica bem diferente da visualizada hoje e bem diferente da prevista nos planos chineses.

    Sds

  47. Neudimur e.Fermino 24 de setembro de 2016 at 22:36
    Concordo.
    Em prensas para estampagem de aço é assim.
    Tem 1,99
    e tem coisa boa, depende da sua grana disposta a pagar o quê ?

  48. A China está comprando várias empresas estratégicas dos EUA. Eles são pacientes e vão dominando a economia dos EUA por dentro. Não precisarão dar um tiro e nem dominar militarmente, farão pela via econômica,

  49. Control 26 de setembro de 2016 at 0:02

    Agradeço a atenção! E gostei também do jovem, sei não..
    Então, acredito que haja uma preocupação da China em estabelecer seu espaço (espero que muitíssimo diferente do “lebensraum”). Entretanto, o progresso que eles tem conseguido, a meu ver, deveu-se a inserção econômica que obtiveram, em escala mundial, nos últimos tempos. Não acredito que tenham muita vontade de entrar em conflito e verem reduzidas suas “receitas” econômicas e de matérias primas. Aliás, parece-me que a China não se posicionou em nenhum dos conflitos recentes, de maneira mais incisiva, nem naqueles sobre sua órbita direta (Coreia do Norte). Penso que o incentivo à construção naval seja mais para alocação de mão de obra e produção de renda interna do que outra coisa. A militar em primeiro, pois eles precisam manter uma força visível.
    Fico imaginando a logística que os chineses precisariam desenvolver e realizar caso entrem num conflito. Mesmo um reles bloqueio econômico sobre alimentos acredito que seria “um problemão” para eles sustentarem 1,6 bilhão de bocas. Parece-me, que após as manifestações na Praça da Paz Celestial, a população não seja mais tão passiva quanto aquela que o camarada Mao utilizou.

  50. Delfim Sobreira 26 de setembro de 2016 at 12:27

    Mas em consequência direta dos “tank” terem esmagado o povo que Deng Xiaoping conseguiu impor definitivamente seu socialismo de mercado. O massacre que se seguiu foi execrado por parte do PC chinês e causou um racha e um expurgo de corruptos (não todos, evidentemente).
    Acredito que aquele “erro crasso”, de massacrar o povo, trouxe a China a potência econômica que é hoje.

  51. Control…

    sua visão do futuro e pior, próximo é no mínimo aterradora. Não acho que os EUA retornarão
    ao isolacionismo, eles aprenderam que isso não funciona para eles e acho que não deveríamos
    esquecer o papel da Índia nessa história também.
    .
    Você citou a Ucrânia…mas…ela nem mesmo faz parte da OTAN…não há motivo para se iniciar uma guerra com a Rússia , vamos aguardar que um país da OTAN seja atacado pela Rússia, aí sim poderemos cobrar dos EUA.
    .
    Foi necessário o renascimento da Alemanha e as ambições do Império japonês para que os
    EUA iniciassem uma grande campanha de rearmamento . Se e quando essa necessidade surgir ao Brasil providências poderão ser tomadas, mas, não faz sentido investir bilhões de dólares em armas, bilhões que o Brasil não tem para conter uma ameaça que é puramente especulativa.
    .
    abs

  52. Li outro dia em algum lugar que a China possui o maior supercomputador do mundo, eles já lançam homens ao espaço e estão construindo sua estação orbital, possuem também grandes centros financeiros e carros fabricados em seu território já rodam e quase todo o mundo, não se pode negar, eles chegaram e vieram pra ficar.

  53. Srs

    Jovem Dalton

    Em 5/12/94, Rússia, EUA e Grã-Bretanha assinaram com a Ucrânia o chamado Pacto de Budapeste, segundo o qual os três países garantiriam a unidade territorial da Ucrânia em troca desta renunciar às armas nucleares. Como mostram fatos recentes tal acordo não foi honrado nem pela Rússia que anexou a Crimeia e vem interferindo militarmente dentro da região leste da Ucrânia, nem pelos EUA e Grã Bretanha que praticamente nada fizeram além dos embargos a Rússia.
    Pergunto se algum país pode se sentir seguro quanto a “palavra” destas potências nucleares.
    Quanto a tendência ao isolacionismo americano, ele é ilógico, mas nem sempre os povos e seus dirigentes são lógicos. É só observarmos algumas posições dos atuais candidatos americanos.
    O fato é que, hoje, há uma tendência americana a se afastar das encrencas mundiais, como mostra a “retirada”americana do OM.
    É bom se observar que na década de 70 o Tio Sam entrou em crise isolacionista, saiu de qualquer forma do atoleiro do Vietnã do Sul e adotou uma política de não intervenção e “alergia” a situações conflituosas. Isto criou um vácuo que resultou em desastre no sudeste asiático: genocídio do Khmer Vermelho no Camboja (estima-se de 1 a 3 milhões de mortos), os “boat people” com a fuga em massa de populações do Vietnã do Sul, Camboja e Laos (estima-se em mais de 3 milhões de refugiados e e morte de mais de cem mil). Ser o xerife do mundo é uma tremenda responsabilidade que todos criticam e que ninguém quer assumir.

    Quanto a Índia, realmente, ela é um complicador para os planos chineses de estabelecer bases no Indico e um provável concorrente na disputa por recursos na África e América do Sul.
    É certo que, por enquanto, a Índia não tem agido com a desenvoltura e aplicação da China no esforço para garantir recursos na África e muito menos na América do Sul, porém é quase matemático que, conforme aumentar o poder econômico e militar dos indianos, estes acabarão seguindo os chineses quanto ao esforço de estabelecer um predomínio sobre os países das áreas de sua área de interesse.

    Jovem Eparro

    A China não tem mostrado nenhum foco ideológico em suas ações geopolíticas e só tem se envolvido em ações externas quando há algum interesse seu em jogo.
    Quanto a possível restrição imposta pelos países no entorno do Mar da China, os chineses estão agindo fortemente para levar sua fronteira até os limites das águas territoriais destes países (incorporando, inclusive, Taiwan a seu território). Ou seja, na visão chinesa, o Mar da China é literalmente, da China.
    Tal atitude é um dos fatores que está levando ao aumento dos investimentos em defesa dos países da região e o movimento americano para o Pacífico.

    Sds

  54. Na história da humanidade as guerras sempre foram e serão iniciadas pelos aspectos econômicos(mais especificamente na obtenção de fontes de recursos minerais e mão de obra para agropecuária). Questões político-ideológicas estão(salvo ledo engano ,neste século) em segundo plano. Há necessidade de terras para tudo e influência militar forte é uma questão de predominância para com os países. Lembremos um pouco de Machado de Assis no seu livro Quincas Borba: …”ao vencedor as batatas.” E assim a humanidade vai caminhando…

  55. Control…

    os EUA não estão pensando em retirar-se do “OM”…o que eles estão fazendo é concentrar a
    maior e melhor parte de suas forças no Pacífico, algo que está na fase final agora e foi decidido anos atrás
    .
    Quanto ao “pacto” não havia nenhuma cláusula onde os EUA teriam que ir à guerra para
    salvar a Ucrânia…é algo bem diferente se a Ucrânia tivesse se juntado a OTAN, aliás, algo
    impensável na época.
    .
    Quanto a saída dos EUA do Vietnã após um cessar fogo que mais tarde não seria respeitado pelo Vietnã do Norte o tão temido “efeito dominó” não aconteceu e o próprio Vietnã alguns anos mais tarde buscou uma reconciliação com os EUA.
    .
    abs

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