sexta-feira, março 5, 2021

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MB aguarda sinal verde do Peru para transferir submarinos Timbira e Tapajó

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Alexandre Galante
Ex-tripulante da fragata Niterói (F40), jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br

Submarino Timbira – S32. Foto: Alexandre Galante

Por Roberto Lopes*

A Marinha do Brasil (MB) concluiu os entendimentos que vinha mantendo desde 2017 com a Marina de Guerra del Perú, para transferir a essa Força Naval os submarinos diesel-elétricos de ataque classe “Tupi” (IKL-209) Timbira e Tapajó.

O anúncio da operação comercial depende apenas de um sinal verde do comprador, que ultima procedimentos burocráticos internos, mas deve acontecer ainda no primeiro quadrimestre de 2020.

Os dois IKLs restantes da classe Tupi – Tupi e Tamoio –, comissionados em maio de 1989 e julho de 1995 respectivamente, permanecerão na vitrine, à espera de comprador, mas a marinha que mais facilmente poderia se interessar por eles, da Argentina, é vista, hoje – devido às diferenças políticas que separam os presidentes Jair Bolsonaro e Alberto Fernández –, como uma cliente pouco provável.

A Marinha do Brasil já decidiu que ingressará no terço final dos anos de 2020 operando somente os quatro submarinos classe “Riachuelo” (S-BR, Scorpène modificado) em construção no complexo naval militar de Itaguaí, e o Tikuna, que é um IKL-209 modificado segundo especificações preparadas por engenheiros navais e submarinistas da MB.

O Riachuelo dará início, proximamente (fevereiro ou março), aos testes de imersão “dinâmica” (com movimento abaixo da superfície).

As provas de imersão estática, do fim de 2019, foram consideradas bem sucedidas, requerendo apenas “ajustes” nos comandos do navio.

Submarino Tapajó – S33

Reparos – O Timbira e o Tapajó serão vendidos “no estado em que se encontram”, segundo uma fonte militar que acompanha a negociação, mas não exatamente da forma com que o Comando da MB pretendia, ou seja, com os reparos nas embarcações sendo feitos no Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro (AMRJ).

De acordo com o que apurou o Poder Naval, apenas um desses submarinos receberá reparos no AMRJ – serviço para o qual a EMGEPRON contratará a companhia alemã TKMS; o segundo será docado no porto de Callao (o principal do Peru), para ali ser reformado, possivelmente no âmbito de um convênio de cooperação técnica que a Armada daquele país mantém com a própria TKMS.

Os valores são mantidos em sigilo, mas oficiais brasileiros consultados pelo PN estimam que a MB possa faturar com a exportação das unidades entre 150 e 200 milhões de dólares.

Os submarinos Timbira (S32) e Tapajó (S33) – operativos desde 1996 e 1999, respectivamente –, de 61,2 m de comprimento e 1.150 toneladas de deslocamento à superfície (1.440 em imersão) foram construídos no AMRJ, com assistência técnica alemã.

Eles vão substituir os submarinos Islay (S35), de 1974, e Arica (S36), de 1975, classe IKL-209/1100, que medem 55,9 m de comprimento e deslocam 1.185 toneladas debaixo d’água.

Console do sistema de combate AN/BYG 501 Mod1D do submarino Tapajó

Modernidade – Impressionou positivamente a oficialidade peruana o fato das unidades brasileiras estarem equipadas com um moderno sistema de combate integrado (detecção, direção de tiro e lançamento de torpedos) AN/BYG 501 Mod1D, de origem americana, fabricado pela empresa Lockheed Martin.

A Marinha Peruana tem mais quatro submarinos classe “Angamos” (IKL-209/1200), incorporados entre 1980 e 1983, que vem sendo submetidos a uma revitalização pela indústria naval alemã.


*É jornalista graduado em Gestão e Planejamento de Defesa pelo Centro de Estudos de Defesa Hemisférica da Universidade de Defesa Nacional dos EUA. Especialista em diplomacia e assuntos militares da América do Sul. Autor de uma dezena de livros, entre eles “O código das profundezas”, sobre a atuação dos submarinos argentinos na Guerra das Malvinas e “As Garras do Cisne”, sobre os planos de reequipamento da Marinha do Brasil após a descoberta do Pré-Sal.

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DOUGLAS TARGINO

É melhor se desfazer enquanto é tempo e tem quem queira… Essas embarcações ficam o tempo todo paradas mesmo…
Agora eu acho que a MB deveria pegar todas navios encostados que não vão usar mais e dar logo baixa, a pessoa passa em alguns portos é cheio de navios enferrujando ocupando espaço e comendo dinheiro e tempo.

Farroupilha

Concordo!

Paulo

Impressionante! A MB não aprende nunca. Navios extremamente novos com equipamento de primeira linha. Só cagada. Precisamos de quantidade também! E ainda vendem antes dos novos começarem a operação.

Pedro Tavares Nicodemos Filho

Os IKL 209 TUPI lançam 16 torpedos, já os S-BR CLASSE RIACHUELO lançam 18 torpedos e 8 MISSEIS EXOCET. Será que ainda vais insistir na alegada “modernidade” desses submarinos antigos? Comparando com os submarinos idosos peruanos, os IKL-209 TUPI podem PARECER modernos, mas de fato, não o são.

pedro2505@gmail.com, Fortaleza, Sábado, 13.02.2021

Adriano Luchiari

E, ainda, tais navios atracados nas bases navais do Rio de Janeiro, contribuem para poluir ainda mais a Baía da Guanabara…

Roberto

De que adiantou pagar muito mais caro pela transferência de tecnologia alemã se depois mudam de fornecedor ? Agora pagam caro novamente aos franceses pra que ? pra daqui alguns anos comprar um projeto ingês ? Isso é rasgar dinheiro. eu defendo a compra de prateleira .

Rodrigo

Falou tudo Roberto, essa transferência de tecnologia é brincadeira com dinheiro do contribuinte. Mostra a incompetência da MB.

Joao Moro

Incompetência do MB ou dos políticos que fazem esses acordos um atrás do outro?

R22

Mas quem vende submarino nuclear de prateleira? O Scorpene é um ótimo projeto e serviu de base Para o SNBR. Será que os alemães teriam uma oferta à altura dos franceses e que servissem aos propósitos projetados para a MB ?

Mercenário

Mas vale lembrar que o Scorpene não é operado pela Marine Nationale (até porque opera submarinos nucleares) e que o Naval Group atualmente vem propondo nas novas concorrências o modelo Barracuda.

Fernando "Nunão" De Martini

Natural que estejam oferecendo um derivado do Barracuda agora. A fila anda, já se passaram uns 12 anos desde o contrato do Prosub, época em que o projeto do Scorpene era muito mais maduro e com menos riscos (e custos) que o do Barracuda.

Fernando "Nunão" De Martini

“ De que adiantou pagar muito mais caro pela transferência de tecnologia alemã se depois mudam de fornecedor ?”

Roberto, você tem os valores do programa dos IKL 209 pra afirmar que foi pago “muito mais caro” na época? Muito mais caro do que?

Também tenho ressalvas à decisão de 2007 de se mudar totalmente o planejamento, mudar de empresa alemã que já era o padrão para francesa, mas eu também sei que esses valores do programa com os alemães não são coisa simples de se pesquisar, então fico naturalmente desconfiado desse tipo de afirmação.

Jonathan Tavares

Caro amigo entenda que “Um bom REI evita uma guerra a todo custo, mas morre preparado pra uma”.
Não adianta acumular espaço e riqueza se vc não tem como se proteger.

Dalton

Contando meios da Esquadra, Distritais, Instrução e de Pesquisa a marinha brasileira tem 99 unidades e não consigo ver tantos navios “enferrujando e ocupando espaço”, talvez o “Mattoso Maia” seja o maior exemplo , mas, muitos outras unidades antigas ainda são úteis e/ou não há nenhum substituto a vista para elas.

Adriano Luchiari

Já levaram o São Paulo para Alang?

Dalton

Ainda não, se é que de fato seguirá para lá como ocorreu com o “Minas Gerais” e conforme noticiado, foi colocado à venda, seja para desmanche ou pouco provável, para alguém interessado em converte-lo em museu.

Pedro Tavares Nicodemos Filho

Sinceramente, eu sempre fui de encontro à essa ideia de vender o EX-FOCH/São Paulo ou de lhe desmanchar, mas sim de lhe reformar e lhe tomar como base para um NAE-NUCLEAR, bem maior, corrigindo os vícios de projeto, conforme as CORVETAS TAMANDARÉ corrigirão os VÍCIOS DE PROJETO DAS CORVETAS BARROSO!

Se isso funcionou para a CHINA, porque não pode funcionar para o BRASIL?

pedro2505@gmail.com, Fortaleza, Sábado, 13.02.2021.

Fernando "Nunão" De Martini

No fim de novembro, quando estive no Rio, o São Paulo continuava atracado ao AMRJ.

Entrei no site do leiloeiro e não encontrei nenhuma novidade a respeito (mas também não estou com tempo para pesquisar a fundo).

Em compensação, achei um helicóptero Super Puma (sem motor e faltando algumas partes) para vender. Se alguém se interessar, fica a dica.

https://www.joaoemilio.com.br/lotes/visualizar/91001

Fernando Vieira

Atualizando, no meio de dezembro ele continuava lá, no mesmo lugar com o Atlântico atrás.
Só pra tirar ele dali vai uma grana preta.

Thauno

Galante me passa o endereço onde eu possa encontrar veteranos dos toneleiros

paulop

Traduzindo: chega de submarino alemão, agora só francês… e nuclear de casa.
Abraços e feliz 2020.

Farroupilha

Concordo!

Osvaldo serigy

Bom 2020 a todos que fazem as forças de defesa!! Saúde e Sucesso a todos!

Que a MB possa fazer um bom investimento com o dinheiro adquirido desta venda!

Airacobra

Deve dar pra mais ou menos de 6 meses a 1 ano de whisky, e coquetel e jantarex do almirantado.

Joao Moita Jr

E levar a mulher de compras…

francisco Farias

Depois que receberem os S-BR, Scorpène, vão abandonar os projetos e novamente contratar outra empresa para fornecer submarinos e tecnologias. Do mesmo modo que fizeram com os IKLs alemães (compraram com transferência de tecnologias e abandonaram pelos franceses) vão fazer com os Scorpenes.

Fernando "Nunão" De Martini

Qual o seu palpite para o próximo fornecedor?

Sandro

Só acho estranho que antes a MB falava em duas unidades, e um valor de 150 a 200 milhões no total, agora fala em três unidades e no entanto o valor é o mesmo. Se esse valor comentado é por unidade ai sim e algo a ser pensado, pelo menos e possível terminar as nossas patrulhas ou quem sabe adquirir os caça minas suecos.

Maurício Veiga

Vamos monitorar para que este dinheiro não acabe em mais Caviar e Champanhe para o Almirantado, seriedade e responsabilidade é oque esperamos e cobramos da MB, chega de festa e farra, defesa e soberania nacional são assuntos sérios!!!

Fernando Vieira

Se eu não me engano (me corrijam se eu estiver errado) o dinheiro da venda cai no Tesouro Nacional e pode ser usado pra qualquer coisa mesmo fora da Marinha.
Portanto ele pode acabar pagando auxílio moradia de juiz e da juíza esposa dele que possuem casa própria na cidade em que atuam.

Gallito

Correto, talvez com essa venda, venha a verba inicial para a quinta e talvez a sexta Tamandaré ! Talvez até 2 Meko 200 que poderiam ser construídas pela ICN – Itaguaí Construções Navais, visto que os trabalhos com os submarinos Riachuelos esta quase terminando. Caracterizando dessa forma um outro contrato dessa vez com uma embarcação diferente da ofertada na concorrência vencida, evita-se assim eventuais processos na justiça.

Camargoer

Olá Fernando. O orçamento do judiciário é separado do orçamento do executivo. Sobras na conta do Tesouro são usados para pagamento da dívida pública. Acho que não há risco do dinheiro ira para o judiciário, mas também acho improvável que volte para a MB

Fernando Vieira

Bom, menos mal. Ou não. Se não vai pra auxílio de juiz vai pra Fundo partidário.
Concordo com você. Para a MB é que esse dinheiro não vai.

Mameluco do Sertão

No malabarismo das receitas e despesas, dos custos de aquisição e manutenção, e dos investimentos, a Marinha segue tocando o barco, ops, nesse caso, a expertise de operar submarinos.

Torço para que o dinheiro seja empregado com racionalidade e dentro das necessidades estratégicas e operacionais, e não projetos, sonhos e devaneios!!!

Grozelha Vitaminada Milani

Não, continuamos vendendo o almoço pra comprar a janta.

Detalhe: a cada dia a JANTA diminue de tamanho e comemos menos, mas continuamos se iludindo mais e mais a cada dia.

francisco Farias

E ainda falam que os políticos são corruptos.

Srs

O problema é a maquina público, toda ela é corrupta de ponta a ponta, militares e civis.

Camargoer

Caro Colega. Um pouco de moderação. Dizer que todo o funcionalismo público é corrupto é um exagero, é um erro e é ofensivo. Vários colegas aqui são servidores civis ou militares ou ex-servidores (inclusive alguns dos editores).

Roberto Bozzo

Feliz Ano Novo a todos os editores e comentaristas da trilogia.

Quanto a matéria, foi informado anteriormente que estes subs seriam trocados por um Makassar…. então será apenas a venda direta mesmo ?

Joao Moro

Essa informação está incompleta (não que seja problema do site). Precisamos saber quais são os outros pontos do acordo para fazer uma análise mais acertada.

Fernando "Nunão" De Martini

Certamente. O que se sabe oficialmente é que há um acordo assinado sobre cooperação na área de submarinos, mas os termos do acordo não foram divulgados, apenas uma nota com poucas informações.

Mas vazaram ao longo do tempo informações sobre negociações envolvendo a classe Pisco (Makassar) da qual o Peru construiu um navio e está construindo o segundo.

E o próprio vice-presidente Mourão deixou escapar pra a imprensa, a caminho do Peru, que ia assinar um acordo relacionado a troca (submarino pra um, navio pro outro).

BJJ

A MB ta conseguindo a proeza de fazer o PROSUB parecer um erro. Pagamos uma verdadeira fortuna em 4 submarinos e uma base que, ao invés de serem acrescentados aos atuais subs que ainda possuem uma boa vida útil, formando uma verdadeira força de dessuasão, na verdade os substituirão por completo nos deixando com exatamente o mesmo número de submarinos que tínhamos antes. Teria sido muito melhor então ter usado os trinta e poucos bilhões do PROSUB na compra de navios de superfície (com o dólar a menos de 2 reais na época dava pra comprar muita coisa de prateleira),… Read more »

Cristiano de Aquino Campos

Verdade.

francisco Farias

Nos USA a carreira militar é símbolo de patriotismo. Aqui é empreguismo, a grande maioria está lá em busca de estabilidade de emprego

RICARDO CARDOSO PIRES

Da onde que vc acha que modernizar dois submarinos de 30 anos de uso e vantagen?
E muito melhor pegar essa verba e usar no Prosub,e outra coisa vc acha que esse complexo de Itajaí e so para produzir 4 submarinos,onde vc acha que vai ser feito os PMR’s e se no futuro se haver verbas ou algum comprador poderemos produzir outros Submarinos ja que temos total capacidade para isso

Émerson Gabriel

São 23 e 20 anos de uso respectivamente e não 30. Teria pelo menos 10 a 15 anos de vida útil. Para uma a marinha como a nossa limitada de recursos seria interessante uma atualização, mas pelo jeito a MB vai usar ter por volta de 2027 os 4 Riachuelos

Fernando Turatti

Só pra constar, o que te faz pensar que seremos competitivos vendendo submarinos que são em sua maioria(no valor) um produto francês? Não temos peso político pra influenciar esse tipo de compra e, se muito, usaremos submarinos como moeda de troca por navios que não fazemos, como no caso já especulado com o próprio Peru, fazendo com que o gasto ao menos retorne em emprego aqui. Quanto a “submarinos de 30 anos”, bom… Timbira e Tapajó foram incorporados, respectivamente em 1996 e 1999, logo, um deles tem 23 anos e o outro 20. Bem diferente dos números que você sugere.… Read more »

Fernando "Nunão" De Martini

Nem tudo que corresponde aos 80% não nacionalizados é francês (lembrando sempre que, na construção em si e na integração dos sistemas, nacionais ou não, a mão de obra é nacional). Os motores diesel, por exemplo, são MTU. De qualquer forma, para eventuais limites quanto a se exportar submarinos (por exemplo, o Chile poderia ser um potencial comprador no futuro, pois já tem dois submarinos classe Scorpene), é preciso checar o contrato que foi assinado. Não creio que fornecedores franceses, alemães e de outras nacionalidades trariam problemas para a construção, integração e venda, pelo Brasil, de um produto para o… Read more »

Camargoer

Caro Nunão. Concordo com você. A construção sob licença de um submarino no exterior para um terceiro país garante fornecimento de componentes e também o pagamento de royalties. É o mesma ideia que alguns colegas defendem para a produção do A29 nos EUA.

Pedro Tavares Nicodemos Filho

Mas uma coisa seja relembrada: A MARINHA DO BRASIL já disse que queria 15 submarinos convencionais e 6 nucleares, então a ITAGUAI CONSTRUÇÕES NAVAIS não pode parar nesse primeiro lote de 4 S-BR CLASSE RIACHUELO, é preciso manter o pessoal ocupado, senão vai haver uma onda de PDV = Plano de Demissões Voluntárias, e vai se desfazer um PARQUE FABRIL ESTRATÉGICO, UNICO NA AMÉRICA DO SUL, conforme ocorreu com a BERNARDINI e a ENGESA, fabricantes de blindados militares.

pedro2505@gmail.com, Fortaleza, Sábado, 13.02.2021

Jadson Cabral

30 bilhões daria pra comprar 8 fragatas pesadas, 4 corretas e mais 4 sub tudo de prateleira, reconstruindo toda a força da MB

ted

tabom! pagarão uma fortuna por uma fabrica de submarinos mais avançados que os IKL e não vão construir nada. Então manda todos os engenheiros treinados na frança embora e fecha a ICN.

BOCA DO INFERNO

Adios, my babys.

nonato

Eu discordo desse negócio.
Precisamos de mais submarinos e não ficar sem submarinos.
Especialmente tendo em vista que os novos sequer estão concluídos.
Uma lambança.

J L

É verdade, necessitamos de mais submarinos para fazerem desdobrados em outras bases navais. Sei não, mas esse comandante da Marinha gosta muito é de falar, e puxar um saquinho, dando entrevista na ocasião do derrame do óleo misterioso dizendo que era um ato de guerra. Se ele realmente pensasse dessa maneira, estaria fazendo de tudo para por os meios ainda em manutenção pudessem ter sua manutenção concluída e voltar ao setor operativo.

Fernando "Nunão" De Martini

“ estaria fazendo de tudo para por os meios ainda em manutenção pudessem ter sua manutenção concluída e voltar ao setor operativo.”

Só se ele imprimisse dinheiro para acelerar o fim dos períodos de manutenção do Tikuna e do Tamoio, este último vem se arrastando há anos.

Já se esqueceu de como foi a execução orçamentária de 2019, além do que rolou anos anteriores?

O grosso dos contingenciamentos – e a pasta da Defesa foi uma das mais afetadas, assim como a da Educação – só foram liberados perto do último trimestre.

nonato

Se não tiver dinheiro para acelerar a manutenção, eu os guardaria.
Não venderia.
Um submarino desses é valioso.
Tanto que o Peru quer.
E são modernos.

Nilo Rodarte

Quanto custaria guardar? Quanto custa reparar e modernizar? Quanto custa manter dois modelos de submarinos diferentes, com cadeiras de fornecedores e manutenção diferentes? Parece inteligente por parte da marinha aproveitar “os tempos de paz” e se preparar com um único modelo novo, moderno de submarinos, possivelmente encomendando mais unidades ao invés de dividir o dinheiro que não tem em dois projetos diferentes e redundantes. Quer qualidade? Os novos certamente têm? Quer quantidade? Pega do dinheiro que conseguir e encomenda mais unidades dos novos. Pessoal reclama quando o Brasil compra algum equipamento usado chamando de sucata dos gringos, mas quando o… Read more »

GFC_RJ

“Pessoal reclama quando o Brasil compra algum equipamento usado chamando de sucata dos gringos, mas quando o Brasil quer fazer o mesmo e vender equipamentos usados para manter uma linha de novos, ai dá problema também”.

Touché! Rs.

nonato

E quanto custa pedir um novo?
Do que vale ter só 4?

J L

Se fossem vender para manter a cadeia produtiva, até concordaria embora estejamos vendendo o que ainda não temos à disposição para repor. E lembrando também que além do enorme litoral a ser patrulhado, existe o fato de que não imediatamente, mas no futuro com a quantidade encomendada nunca teremos de fato o número total disponível.

MMerlin

Sim.
Está claro que a MB está cortando a mão para não perder o braço, “sacrificando” os meios atuais para manter o foco nos projetos futuros.
Sabemos que o ideal seria mantermos os dois subs, mas com o orçamento atual (o que sobra) fica difícil.
O que preocupa é a ociosidade da força com as baixas até a recomposição com as novas embarcações.

J L

Desculpe discordar, mas tivemos baixas de diversos meios, isso significa menos gasto em manutenção e deveria também significar menos gasto com pessoal. Pode até não ser suficiente para se botar o que sobrou em ordem, mas já dá para pelo menos botar o pé na estrada e começar a viagem.

Fernando "Nunão" De Martini

J L, De fato tem menos navios para manter, o que combina com as ações para de redução de pessoal que, pela redução do número de vagas em concursos dos últimos anos, tem sido feitas (mas o tempo de resposta possível dessas iniciativas de redução de pessoal são mais lentas). Porém, é preciso ver o outro lado da questão: com o tempo, se a despesa de custeio se reduz com navios dando baixa, isso não garante que o dinheiro economizado existirá no orçamento do ano seguinte. Como contraponto também não se deve esquecer de todo o esforço financeiro que foi… Read more »

PY3TO Rudi

Não temos marinheiros suficientes por isso a venda!

Émerson Gabriel

Um efetivo de 75.000 militares na marinha e não tem gente? Nossa marinha tem mais gente que a do Reino Unido e Alemã juntas rs

Alexandre Esteves

@nonato, bom dia e feliz 2020.

Concordo contigo em parte. Precisamos sim de mais submarinos, mas precisamos padronizar a frota e dar continuidade ao SBN. Em tempos de carência de investimentos em defesa (postura de nossos governantes ao longo da história), torço para que a MB aplique os recursos dessa venda no PROSUB.

João Moro

nonato, Sim precisamos de subs mas de subs que possam ser usados, e não subs parados no cais para manutenção. Ademais, na notícia, não foi veiculado que iriam vender pra ontem nem pra daqui a 5 anos. Pode ser que só liberem quando outro sub ficar disponível. Ou até o acordo demorar anos.
Lembro ainda que o orçamento do MB tem reduzido a cada ano. Se mal podem manter 5, que dirá 8, 9, 10.

nonato

4 submarinos convencionais é muito pouco.

DOUGLAS TARGINO

Deveria ser oito para ter o mínimo.

J L

E todos nós sabemos que 8 ou 9 seria um número bruto, porque certamente sempre existiria 1,2 ou 3 em manutenção. Sem falar que na falta de meios de superfície para patrulhamento, poderíamos estar disponibilizando os subs operativos para complementar a zona de patrulha.

Émerson Gabriel

Nos EUA e Europa por exemplo 1/3 da frota está sempre em manutenção ou parada para revisão, no Brasil chega a ser 50% por não terem verbas para operar, mas o mínimo seria 1/3 ou seja se tem 6, 2 vão ficar parados, no caso se tivermos só 4 mesmo praticamente 2 vão poder estar no mar. No caso do nuclear a situação é pior, se tivermos só um e é o que tudo indica (caso tenhamos), quando ele entrar em manutenção não haverá substituto, ou seja: gastar uma fortuna em um submarino nuclear que vai operar metade do ano;… Read more »

JT8D

Ou ao invés de 1 nuclear poderíamos ter 1500 pedalinhos

Pedro Tavares Nicodemos Filho

Emerson Gabriel, Você deveria pensar por esse outro ângulo: Sobretudo no SN-BR ALVARO ALBERTO é uma PROVA DE CONCEITO. A partir dele serão feitas modificações que se fizerem necessárias para lhe fazer uma primeira série. Por exemplo a WEG, que está testando um motor elétrico para uma versão elétrica do EMBRAER IPANEMA, poderia vir a fabricar motores elétricos tanto para os S-BR como para os SN-BR. A WEG tem 33.000 funcionários enquanto a empresa que produz os motores elétricos tanto do SCROPENE como do SCORPENE BR tem somente 650 funcionários, é por demais especializada. Precisamos, sempre que se mostrar possível,… Read more »

nonato

Exatamente.
Além disso, na minha opinião, sempre ter 2 em patrulha pra evitar que um ataque a base destrua todos de uma vez.
Mas não pode desgastar os submarinos a ponto de em eventual guerra ter metade ou mais em manutenção.
Armamentos deveriam ser igual a mísseis.
Deixa estocado e só usa na hora da necessidade.

JT8D

São 5. Um dos IKL vai permanecer em operação

ADRIANO MADUREIRA

Nós temos Rio Grande do Sul, Santa Catarina,Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Bahia, Sergipe, Alagoas, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte, Ceará, Piauí, Maranhão, Pará e Amapá

Temos nove distritos navais,desse,somente seis atuam no atlântico.

Acredito que quatro submarinos seriam muito pouco Nonato,concordo com Douglas Targino que sugeriu que um numero razoável seria o de oito navios,oque ficaria um para cada distrito naval e dois ficariam em manutenção ou apenas ancorados.

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ADRIANO MADUREIRA

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Fernando "Nunão" De Martini

Adriano, você quer espalhar submarinos por distritos navais?

Esteves

Tem um que voa no YouTube.

francisco Farias

E porque não? concentrar somente em um local se torna um alvo muito fácil e vulnerável.
Aliás, o Brasil, devido a concentração da industria no sudeste é muito frágil. Basta atacar São Paulo e destruir o parque industrial e, acabou-se a resistência. Basta atacar Itaipu e o apagão será quase que geral. Por essa e outras é que o nosso pais é fácil de ser derrotado.

Fernando "Nunão" De Martini

Francisco, Desdobrar submarinos periodicamente em outras bases, praticar esses desdobramentos, ter sempre alguns em operação no mar e outros na base principal é uma coisa. Espalhar 6 submarinos de forma permanente em meia dúzia de bases distritais é outra coisa. É sextuplicar e espalhar recursos de manutenção rotineira, paióis, defesa, alojamento, treinamento, apoio etc, é jogar dinheiro fora todo dia. Em geral, as bases dos distritos são dimensionadas em pessoal, equipamentos etc para apoiar de forma permanente navios distritais mais simples (navios-patrulha, rebocadores, pequenos oceanográficos e balizadores etc) e apoiar nas necessidades básicas navios e submarinos da Esquadra em desdobramentos.… Read more »

Émerson Gabriel

Nunão, o ideal não seria espalhar 6 subs sendo um em cada base, mas dividir em duas bases seria interessante e algo não tão exagerado como 6 bases

Bardini

Nós não conseguimos manter, quem dera defender o que já temos, vamos criar mais alvos pra que?

ted

lugar de submarino é no mar e não ancorado servindo de alvo. alguém sabe sobre a disponibilidade de um scorpene durante 365 dias?

Guilherme Poggio

A proposta de ter um submarino nuclear é, dentre outras coisas, possuir uma embarcação com grande autonomia que possa atingir qualquer ponto do litoral e em pouco tempo. Assim não precisa ter mais do que uma base.

Cristiano de Aquino Campos

Acho que ele se referia a patrulha e não manutenção. Eu faria a patrulha permanente por região.

Cristiano, Manutenção tem vários níveis ou escalões. Tem no nível base, tem no nível arsenal, simplificando o assunto. Teria que multiplicar a nível base, e no caso para submarinos, que são bem mais complexos de manter e apoiar no dia a dia que navios patrulha, por seis bases, cada uma apoiando um submarino só. Eu não consigo ver nisso uma boa relação custo-benefício. E outra coisa, submarino não é um meio para patrulha. É um meio de combate por excelência (além de outras missões que pode realizar). Em tempos de paz, periodicamente vai sair ao mar, adestrar a tripulação, participar… Read more »

Camargoer

Olá Cristiano. A vigilância do mar seria mais efetiva e barata se fosse realizada remotamente com satélite, drones e aviões de alerta e controle. O submarino é enviado para a região depois de identificada a ameaça, mesmo que seja para ficar tirando foto pelo periscópio.

ADRIANO MADUREIRA

Fernando,vai me dizer que o correto não seria por exemplo um submarino para um distrito naval,assim como um OPV ou uma corveta ou fragata ?

Bardini

Nossa cara, que viagem é essa de Submarino, Fragata e Corveta em Distrito naval? Estamos na eminencia de um conflito e ninguém está sabendo? . Submarino é meio voltado a Guerra. Tem que ser concentrado em Itaguaí em tempos de paz, onde ficará toda a estrutura da ForSub, de suporte e treinamento e é dali que devem partir as operações, em tempos de paz ou não. Instalações dos Distrito só serviriam para dar algum apoio logístico em deslocamentos. . Distrito é coisa pra fazer a lei valer nas nossas águas. É policiamento. É coisa de quem vai exercer função de… Read more »

Fernando "Nunão" De Martini

“Fernando,vai me dizer que o correto não seria por exemplo um submarino para um distrito naval,assim como um OPV ou uma corveta ou fragata ?” Não vou dizer, já disse em outros comentários. Isso não faz sentido nenhum, e já escrevi mais do que o suficiente em comentários feitos nesta matéria e em outras nos últimos dias (tem também na matéria recente sobre a nova corveta russa, na matéria de dias atrás sobre nova corveta chinesa, é só olhar lá). O Bardini também elencou, no comentário acima, alguns pontos que já mencionei e outros tantos. Não quero convencer ninguém, prefiro… Read more »

Beserra(FN)

Me perdoe Adriano, mas é besteira o que escreveu. Submarinos são meios de Esquadra e não navios Distritais. Não faz sentido algum ficar em distribuídos pelos DN e Itaguaí as moscas.

ADRIANO MADUREIRA

E quanto a ficarem baseados somente em um cato só? Um lugar em que em uma hipotética guerra poderia ser atacado,bombardeado e destruído,ferrando nossa esquadra de submarinos,também não seria algo sensato…

Peal Harbour que o diga ! Achava-se que era um lugar protegido,virou parte importante da história naval americana,apesar que acho que pearl harbour não foi burrice do almirantado…

Willber Rodrigues

“O Timbira e o Tapajó serão vendidos “no estado em que se encontram”
Com todo o respeito, mas acho que isso é um erro. Acho que a venda, independente de quem fosse o comprador, só poderia ser feita vinculada com o PMG feito AQUI.
Enfim…já que a MB parece incapaz de manter operante duas classes de sub diferentes, que se venda e que essa grana seja usada pra algo importante, como manter o PROSUB em dia.

Engraçado…lembro da porrada de gente que desceu o pau no jornalista, quando ele conseguiu esse furo, e o governo “desmentiu”.
A verdade sempre aparece.

Renan

Um sentimento confuso Fico alegre por o Brasil exportar alguma coisa Porém fico muito triste por está perdendo o que temos de melhor no mar hoje. Submarinos modernos com 20 e 24 anos de operação estão saindo sem a perspectiva de serem repostos. Iremos ter apenas 5 submarinos em um mar imenso. Destes estimo que teremos dois ou três operacional com outros 2 ou 3 em manutenção. Ou seja para proteger um Brasil inteiro teremos provavelmente 2 submarinos na água. É muito cedo para chorar porém, gostaria muito de uma nova encomenda com mais 4 Riachuelo. Isso seria razoável visto… Read more »

João Adaime

Prezado Renan
Gostaria que alguém da Marinha esclarecesse, mas parece que temos licença para fabricar somente estes 4 primeiros. Pelo menos é o que entendi lendo tudo que pude achar na internet vindo de fontes oficiais.
Antes que isto seja melhor esclarecido, qualquer coisa que dissermos será apenas achismo.
Abraço

Fernando "Nunão" De Martini

O contrato atual é para os quatro SBR mais o submarino nuclear, conforme os termos do contrato da empresa de propósito específico que é a Itaguaí Construções Navais. Construir mais é possível, tanto que a infraestrutura foi pensada pra isso. Mas é preciso um novo contrato, negociações com fornecedores franceses, brasileiros, de outros países (o índice de nacionalização de componentes estava há dois anos em cerca de 20%, mas todo o trabalho de construção e integração é feito aqui). Por fim, evidentemente, é preciso viabilizar uma forma de financiamento para tudo isso. Para saber mais, abaixo tem matéria que eu… Read more »

João Adaime

Obrigado mestre Nunão
Esclareceu tudo. Feliz ano novo.
Abraço

francisco Farias

Ou seja aqui só será montado e com permissão dos franceses. Então a tão falada “transferência de tecnologia” é mais uma falácia, um sofismo para enganar os bestas.
Como dizia aquele personagem do Jô Soares (em Viva o Gordo): – Eu quero aplaudir.

R22

Como qualquer equipamento militar que usa componentes importados. Mas pra conseguirmos autonomia temos que começar de algum lugar. Mesmo que seja com
Componentes importados, só o fato de ganharmos Experiência suficiente para projetar e/ou melhorar os meios já adquiridos já será um grande passo pra Uma tão sonhada independência Militar. E até o momento nem a França nem qualquer outro fornecedor tem motivos pra recusar futuras encomendas.

Fernando "Nunão" De Martini

“Ou seja aqui só será montado e com permissão dos franceses. Então a tão falada “transferência de tecnologia” é mais uma falácia, um sofismo para enganar os bestas.” Acho que você não entendeu. Os cascos dos submarinos (o que inclui boa parte de seus sistemas, redes, tubulações, válvulas, estruturas internas) não são “montados” aqui, são fabricados a partir de chapas de aço. Isso é muito diferente de montar, é fabricar, é indústria de transformação, bem mais complexo. Talvez o fato de fábricas de automóveis sempre serem chamadas no Brasil de montadoras seja responsável por essa confusão entre o que significa… Read more »

Bueno

Acho que não sai um novo contrato com a França antes de 2022. Motivos: 1- Dezembro de 2022 SBR-4 – Ultimo Sub construído, dispêndio de verba para o SN-BR; 2 – Maio 2022 Provável saída de Macron -Um “inimigo” extremo do Bolsonaro, acho que não dará este prazer para fortalecer o seu nome na campanha de 2021 na frança. 3 – Outubro 2022 – Eleição presidencial no Brasil – Bolsonaro precisará equilibra a verba para as 3 forças, pra ter apoio total dos militares, não agradando só a MB, e no ano de 2022 muita grana terá de ser provida… Read more »

Fernando "Nunão" De Martini

Bueno, só complementando: O SNBR, se sair, será um submarino de cerca de 6000 toneladas, cerca de três vezes o porte de um SBR. A construção das seções já vai representar, para a Nuclep pelo menos 3/4 do trabalho que ela teve com as seções dos quatro SBR, e a união das seções menores em seções mais longas, instalação das estruturas internas de equipamentos, redes etc ocupará também boa parte do espaço e pessoal da UFEM. Até todo esse encadeamento de trabalho começar a liberar espaço na Nuclep e depois na UFEM, serão alguns anos para além de 2022, muito… Read more »

Bueno

sim. Obrigado!
Esquecemos destes detalhes… o Recheio é uma tecnologia toda nova e não faço ideia da quantidade de pessoal alocado pra construir e montar o SNBR.

Fernando "Nunão" De Martini

Bueno, nesse caso nem estou falando do recheio da propulsão nuclear, levando em conta que outros sistemas (de combate, armamentos, sonares etc) a serem instalados serão semelhantes aos do SBR, com as diferenças óbvias de mais espaço para armas, sensores etc. Estou falando é de algo que vem antes disso, que é a capacidade de produzir as seções de casco e as estruturas internas que suportam os equipamentos, e já equipar parte delas nos espaços da UFEM com os recheios que são entregues por outros fornecedores (parte do recheio já é instalada na UFEM, na parte bem ao norte do… Read more »

Bueno

Não é tão simples como imaginamos. como entusiastas queremos uma varinha de condão.
Tive um professor que dizia que a teoria tem uma leve interferência na pratica que pode ser crucial 😉

Nilson

Nunão, acho que é o contrário. Não vejo a Nuclep construindo seções do SNBR antes de 2025, devido aos inúmeros atrasos. Ou seja, devemos nos preparar para 5 anos de Nuclep ociosa pela frente, o ideal seria contratar mais uns dois Scorpene, com construção lenta, para ocupar o espaço ocioso, inclusive para manter a expertise que depois será necessária na construção do SNBR. Agora, de onde tirar dinheiro para isso, aí é outra história…

Fernando "Nunão" De Martini

Nilson, A Nuclep tem que ter outros trabalhos a se ocupar também, mesmo porque a fabricação de seções de casco para o programa de submarinos não é a única coisa que ela atende – por exemplo, ela tem entregue equipamentos para Angra 3, o mercado de óleo e gás está se aquecendo de novo e pode demandar encomendas também, fora o mercado de mineração (http://www.nuclep.gov.br/pt-br/content/nuclep-assina-contrato-com-thyssenkrupp-e-entra-para-o-mercado-da-minera%C3%A7%C3%A3o). Enfim, a empresa tem que ir atrás de mais trabalho em outras áreas. Outra coisa a relembrar é que em outubro passado a Nuclep recebeu o contrato para produzir o vaso do reator e equipamentos… Read more »

Escrevi um monte e esqueci do principal: O maior problema que vejo não é ociosidade na Nuclep, da qual a MB é um dos clientes. É a possível ociosidade na UFEM a partir de 2021-22, quando está prevista a transferência das últimas seções do SBR-4 para o estaleiro de montagem final. Diferentemente da Nuclep, a UFEM faz parte da ICN, então não tem outros clientes. Talvez uma solução, caso isso ocorra, seja negociar a fabricação na UFEM de algumas partes específicas dos cascos e estruturas internas da classe Tamandaré, e que sejam afeitas aos métodos de produção e experiência de… Read more »

Camargoer

Olá Nunão. A Nuclep está ociosa porque o setor industrial está estagnado com 30% de capacidade ociosa. Caso ocorra uma recuperação do consumo, primeiro vão ligar as máquinas paradas só depois que vão ampliar as fábricas. Por outro lado, a Nuclep privatizada vai falir porque porque não tem cliente. No atual cenário, no qual há uma clara intenção de privatizar a Eletrobras, talvez seja o caso de transferi-la do MME para o MinDef, já que sua administração é essencialmente feita por almrantes.

Guilherme Poggio

Permita-me uma complementação/correção, Nunão. A ICN opera a UFEM, que é propriedade da Marinha.

Fernando "Nunão" De Martini

Isso.

Bueno

não sei o percentual de comunalidades dos sistemas, instrumentos, motores, baterias etc…, dos submarinos SN-BR convencional e nuclear SNBR.

Bueno

Entre SBR x SNBR

Guilherme Poggio

Essa questão de “percentual” é complicada mesmo (percentual de valor agregado? de número de itens? etc). Mas o que a MB pretende é manter, o máximo possível, os mesmos itens utilizados no S-BR e no SN-BR. Isto até facilitaria a logística e a manutenção. E nesta conta você pode incluir armamento, sistema de combate, periscópios, motores elétricos e outros (a lista é grande). E olha que toda essa parte eletrônica que será comum aos dois navios já é, em termos financeiros, uma boa fatia do custo final.

Vovozao

01/01/2020 – btarde, b ano Novo, J.Adaime, mais uma vez sou obrigado a criticar a MB, uma marinha que encontra-se no CTI, não consegue fazer PMG em seus (veja) seus meios navais, ainda vai ou vender ou trocar dos Sub S que com todos os problemas foram/são/serão operacionais, no aguardo do Riachuelo que ainda se encontra em testes, e caso haja algum problema???? E tenhamos que aguardar mais um tempo para torna-lo operacional???? São coisas que acontecem sempre??? Não é problema da nossa marinha, são riscos inerentes, então, se nossos comandantes pensassem iriam aguardar mais um pouco. Estamos cada dia… Read more »

Rommel

Caro Vovozao (melhor dizer irmãozão…): eu entendo e concordo em parte. Se os SBR performarem apenas 70% do que já foi prometido já estaria ótimo. De qualquer forma também considero indispensável encomendar mais uns quatro SBRs para a MB, bem como fazer a gestão que for necessária para que se possa construir aqui mais uns quatro para exportação, o que já ajudaria muito no pagamento destes quantia adicional.
Se não for assim, como justificar a fortuna aplicada em Itaguaí?

J L

Caro Rommel, a justificativa do gasto em Itaguaí, pode ser a mesma para os classe Amazonas. Pagamos e não usamos, dinheiro que se foi, mas não sai do bolso deles, problema de que sai.

Fernando "Nunão" De Martini

Essa comparação foi extremamente desproporcional. Os três Amazonas foram compras de oportunidade de navios novos, não recebidos pelo comprador original e que foram adquiridos por um preço muito mais baixo do que se fossem encomendados do zero. Foram pagos e estão em uso frequente. Não usamos a licença pra construir mais, com pagamentos de royalties? Até hoje não. Mas o objetivo da compra foi esse, comprar a licença e receber três navios? Ou será que foi o contrário?… Quanto custou essa licença, dentro do pacote que, no total, custou bem menos do que o preço normal de três navios, treinamento… Read more »

Esteves

Eu avisei.

Renan B

queria te dizer algo já tem tempo… VOCÊ É FODA! UM MAR DE RACIONALIDADE EM MEIO A UM MONTE DE PESSIMISTAS PREGUIÇOSOS QUE NÃO ANALISAM CONTEXTOS HISTÓRICOS! FELICIDADES CAMARADA!

renan

falava do nunão!!

Fernando "Nunão" De Martini

Obrigado, Renan. De qualquer forma, tem sido difícil ser otimista.

PS – evite escrever em maiúsculas, senão o Galante apaga o comentário porque fere as regras do blog. Nos bons tempos eu até faria login na administração do blog pra apagar, mas estou com preguiça…

renan

Nunão, nem sabia dessa questão das maiúsculas. De todo modo, acredito sim que estamos caminhando para um futuro mt melhor. Acredito que economicamente a curto e médio prazo o pior já passou e vamos nos melhorando aos poucos. Tenho minhas críticas também, claro, mas estamos melhor hoje do que estávamos ontem…bom sinal. Esses comentários do pessoal costumam ser mt rasos e acho que se um qlq como nós sabemos disso, a MB também sabe e trabalha por algo melhor, só que em silêncio. De toda forma, obrigado. abraço.

Esteves

Encomendar mais submarinos precisa recontratar mais 4 submarinos.

O Fernando explica.

Exportar submarino montado aqui sob licença precisa ver se o contrato permite, se há margens, se há financiamento para o comprador, se há comprador.

Quando a Embraer vende um avião ela vende uma solução. Tudo. Itaguaí não teria condições operacionais para se anunciar exportadora ou vendedora de meios de terceiros.

J L

É isso aí vovozao, tudo que foi dito está correto. Portanto podemos botar todo esse descontrole na conta do CM, e do almirantado.

Cristiano de Aquino Campos

Se era para só ter 5 submarinos amanhã como ontem e hoje, era melhor comprar de prateleira que saia mais barato. O que gastamos e ainda vamos gastar dava para comprar o triplo.
Há, más não temos como manter. Se não tem como manter convencional, imagina o nuclear.

Zorann

Quando me lembro dos planos da MB de ter 8 a 9 submarinos convencionais, de se construir toda uma estrutura para nos dar a capacidade de construir submarinos, a transferência de tecnologia envolvida, os gastos da ordem de R$ 40 bilhões (só no contrato do Prosub, fora outros bilhões em gastos feitos através do PAC), para no fim não se construir mais submarinos, perdendo a capacidade comprada, e ficarmos com o mesmo número de submarinos que tínhamos anteriormente. E o submarino nuclear? Esqueçam, isto aí é conto de ficção. Já teve tantas vezes seu prazo de entrega postergado, que fica… Read more »

Grozelha Vitaminada Milani

Teremos um dia (não sei qual, não sou a Mâe Diná), um Submarino Nuclear Laboratório Escola. Tem muita gente que ach, afirma e tem certeza que o nosso PRIMEIRO Sub Nuc vai estar 100% operacional e que nada vai ter que ser reprojetado, refeito ou repensado. Vai ser a máxima perfeição e otimização. O mais importante é que já fizemos no quintal de casa os IKL’S e agora Scorpenes e não conseguimos fazer um nosso, nem comprando algumas peças e tecnologias do exterior. Sómos totalmente dependente de um estrangeiro dizer amém e APAGOU agora pode fazer. NUNCA DEIXAMOS DE SER… Read more »

bjj

Exatamente isso que eu penso. Perceba que em 2008, ano do início do PROSUB, nossos IKLs tinham, em média, 11 anos de uso. No mesmo ano, a idade média das fragatas Niterói, nosso principal navio de escolta, já era de 29 anos de uso. Ou seja, mesmo com a já adiantada idade de nossas principais escoltas decidiu-se por construir novos submarinos para incrementar o número de subs e tornar a MB uma marinha de negação de uso do mar com alto pode dissuasório. Se o plano fosse levado até o fim, faria sentido, mas não… Agora, com a entrada em… Read more »

Fernando "Nunão" De Martini

“ Ou seja, mesmo com a já adiantada idade de nossas principais escoltas decidiu-se por construir novos submarinos para incrementar o número de subs e tornar a MB uma marinha de negação de uso do mar com alto pode dissuasório. Se o plano fosse levado até o fim, faria sentido, mas não…”

Bingo!

Zorann

Pois é… esta é a questão. Nunca levam nada até o fim. Nós mesmos nos sabotamos. Escolhemos um caminho, traçamos uma direção e poucos anos depois, resolvemos mudar de idéia, jogando no lixo todo o avanço alcançado.

Fernando "Nunão" De Martini

Sim, infelizmente na história da Marinha isso acontece de tempos em tempos. Na Primeira República (1889-1930) em especial, isso foi ainda mais frequente. Os caminhos mudavam a cada 4 ou 8 anos mais ou menos, conforme mudavam os ministros.

Camargoer

Olá Nunão, já li que a MB era monarquista, ao contrário do EB que era positivista (nem falo republicano). De que modo essa divisão levou a um descompasso entre as duas armas? É fato que o Brasil teve generais eleitos e generais ditadores, mas nunca almirantes presidentes. Até onde essa divisão entre exército e marinha prejudicou a esquadra ao longo dos anos?

Fernando "Nunão" De Martini

Camargoer, A divisão que mencionei era dentro da própria Marinha. O Exército também tinha as suas. Essa separação monarquistas de um lado, positivistas de outro é muito mais complexa, assim como é um certo simplismo dizer que a Armada se revoltou porque era monarquista. Colocava-se a pecha de monarquista em qualquer dissidência na disputa pelas narrativas para justificar a luta – Canudos, por exemplo, foi tachada como uma revolta de cunho monarquista, e era algo bem mais complicado que isso – fazendo com que traços de apoio ou algumas permanências e tradições relacionadas ao Império fossem mostradas como a questão… Read more »

Camargoer

Olá Nunão. Valeus. Uma vez fiz uma comparação das baixas em 32 e com a campanha da FEB na Itália e fiquei surpreso com a violência que foi a revolução. Anotei aqui as sugestões. Obrigado. Recentemente adquiri “Os sonâmbulos” do C.Clarck, sobre a eclosão da Grande Guerra. Achei surpreendente com os valores gastos pelas potências europeias com suas marinhas (números como 25% do orçamento total ou 80% do orçamento militar) o que explica a existência daqueles navios lindos no início do século até o período entre-guerras. Imagino que as verbas da MB eram apenas uma fração dos valores gastos pela… Read more »

Fernando "Nunão" De Martini

Camargoer, Sobre a aquisição da Esquadra de 1910, dois livros que mostram bem o clima da época são “Rio Branco: grande estratégia e o poder naval”, de João Paulo Alsina Júnior (2015) e “A Marinha Brasileira na era dos encouraçados, 1895-1910”, de João Roberto Martins Filho (2010). No último mês de outubro, no I Simpósio de História Marítima realizado no Rio de Janeiro, o professor da EGN Francisco Alves de Almeida apresentou palestra que, caso eu não esteja fazendo confusão com alguma outra (o que é bem possível…), tinha telas que faziam algumas comparações de tonelagem e gastos da MB… Read more »

Guilherme Poggio

E sobre a Marinha na década de 20 eu recomendo o livro do comandante Cascardo, filho de um dos personagens daquele período – “O tenetismo na Marinha, os primeiros anos – 1922 a 1924”.

Ari Santos

Perfeita definição da MB.É exatamente assim que ela opera.

Esteves

O plano levado ao fim é o reator. A doutrina de negação do mar suporta a estratégia de uso dos submarinos.

O que comeu e come orçamento é o reator. Desde os anos 1980.

Fernando "Nunão" De Martini

Esteves,
Por muitas fases, de 1979 pra cá, o programa nuclear da Marinha teve uma dotação muito pequena, bem distante de atrapalhar demais as outras coisas. O histórico do programa não é tão fácil de simplificar. Nos últimos 20 anos sim, os desembolsos foram maiores e, em pelo menos 1/3 desse tempo, os contingenciamentos dos orçamentos de defesa foram mais impactantes, forçando a cortar em outras rubricas para manter o programa.

Esteves

5 submarinos + Itaguaí. 30 bilhões.

Nos anos 1980 não havia Labgene. Não existiam as cascatas. Estamos em fase de produção? Imagino que vencidas as etapas de pesquisa entramos nas etapas com maior necessidade de recursos.

Por isso o comprometimento com o PROSUB.

Marcelo-SP

Você está corretíssimo, Zorann! Foi o mesmo com o “caça” que viria após o aprendizado do AMX, com os submarinos pós-IKL, com as embarcações da sequência das Niterói… A verdade é que sempre aparece alguém travestido de “nacionalista”, que nos faz pagar muito além do preço em troca de uma ToT, que morre pelo caminho, pois a indústria de defesa do Brasil sofre de inanição por falta de investimentos em nossas FFAA. Uma prática que enriquece intermediários e barões, como no caso escandoloso dos valores do atual PROSUB e do investigado contrato dos Gripen. A verdade é que, enquanto o… Read more »

Alois

Marcelo, muito bem colocado, essa história de se pagar uma fortuna para trazer a tecnologia para o Brasil, e depois simplesmente se abandonar, e partir para outra, serve para quem?, certeza não é para o Brasil, e pior não se explica a nós que pagamos esses investimos.

Ari Santos

Creio que o Sub Nuclear será muita grana jogada fora também e no final não dará em NADA

Grozelha Vitaminada Milani

E como fica a contra partida oferecida pelos alemães?

A reforma do AMRJ?

A reforma dos IKL’S?

BRASIL.PAIS DE TOLOS!

Junior

Mais você leu a proposta alemã para saber se realmente eles ofereceram essa contra partida?

Grozelha Vitaminada Milani

Se vc acompanha o site …

Verá que a disputa foi decidida pelos EXTRAS oferecidos.

Junior

Sim acompanho, e mais uma vez te pergunto, cadê a proposta da tkms que diz que a contra partida para a sua escolha seria a reforma do AMRJ e a reforma dos IKL’S. Você pode afirmar que eles ofereceram essas contra partidas?

Grozelha Vitaminada Milani

Jr. a Trilogia é pura Fake News.

Viaja na Frota das Galáxias da Marinha.

A Imaginação é livre.

Agora a tua groselha perdeu a validade, azedou.

Tem mais de 10 anos de matérias publicadas aqui para provar que você acabou de escrever uma besteira gigantesca.

Grozelha Vitaminada Milani

Nunão não percebeu a ironia?

Não, dada a sua linha de argumentação de vários comentários.

Fazer ironia direito não é algo assim tão simples, melhor você treinar mais.

Grozelha Vitaminada Milani

Então não foi noticiado os EXTRAS?

Não foi noticiado as atualizações e manutenção dos IKL’s?

Do AMRJ?

Groselha, entre as notícias a respeito, há essa aqui, do mesmo jornalista que escreveu a de hoje, com alguns dos itens que vazaram sobre a proposta vencedora: https://www.naval.com.br/blog/2019/03/31/exclusivo-as-razoes-que-levaram-a-escolha-da-meko-no-programa-tamandare/ Sobre o AMRJ, a matéria fala bem pouco. Sobre submarinos e outros possíveis offsets, fala bem mais. Mas isso foi em março, quando a proposta estava começando a ser negociada em seus detalhes. Você sabe o que foi efetivamente negociado a partir daí? Meses de negociações aconteceram, o contrato talvez seja assinado em breve, mas você se lembra da negociação do Gripen, por exemplo? Houve acréscimos, mudanças. Propostas ganham pelo conjunto, pela… Read more »

Bueno

Quem noticia um fato não é responsável pelo fato noticiado, ele não cria a ocorrência do fato, apenas noticia com a finalidade de informar, comunicar a ocorrência.
Foi dado a noticia, se a o fato não foi realizado não é responsabilidade da Trilogia.
Jogar a responsabilidade na trilogia é um ato leviano.
(Fato: Resultado acabado ou que está prestes a ocorrer)
Paz e bem!

Defensor da liberdade

Isso é sério mesmo? Estamos nos desfazendo de meios de patrulha e ataque para ficar com navio escola? Navio escola para quê? Para ficar formando marinheiro para ficar no chão seco? Fala sério!

Estão literalmente brincando com o nosso dinheiro. O mais engraçado é que temos militares no comando do executivo, e vendo barbeiragens como essa.

Daglian

Te depositarei 55 milhões de dólares agora na sua conta agora se você me mostrar onde, nesta reportagem, se cita um navio-escola.

É só me mostrar e o dinheiro é seu.

Defensor da liberdade

A marinha andava com essa idéia de jerico, e eu não duvido nada que isso aconteça. Quanto ao seu dinheiro fique com ele, não preciso.

Space Jockey

Mentiroso que não precisa hahaha

Grozelha Vitaminada Milani

Estamos formando mais pensionistas e aposentados.

De verdadeiras Sereias dos Cais do RJ e outros distritos navais.

Grozelha Vitaminada Milani

Não cabe na minha cabeça se desfazer de submarinos que são relativamente novos, que tem ainda muita coisa para oferecer por preço de bananas. Ao invés de termos 9 submarinos operacionais pelos próximos 10 a 15 anos ficaremos com 5 e 1 Submarino Nuclear Laboratório Escola. Se a MB não tem planos de comprar mais Scorpenes, que seja 1 a cada 4 anos, porque se investiu tanto em estrutura, capacitação e tecnologia? Pra não ser utilizada? Vejamos, tínhamos as Fragatas Classe Niterói (7 cascos) e fizemos mais o que? NADA. Tínhamos o projeto do navio patrulha Amazonas e fizemos o… Read more »

“ Se a MB não tem planos de comprar mais Scorpenes, que seja 1 a cada 4 anos, porque se investiu tanto em estrutura, capacitação e tecnologia? Pra não ser utilizada?” Você sabe se tem ou não esses planos? “ Vejamos, tínhamos as Fragatas Classe Niterói (7 cascos) e fizemos mais o que? NADA.” Eram seis. O conhecimento e experiência adquiridos na obtenção desses seis navios, dois deles construídos aqui, foram empregados no projeto e construção do navio-escola Brasil, das quatro corvetas classe Inhaúma e da Barroso. Depois disso, aí sim se perdeu. Mas não dá pra dizer que não… Read more »

Grozelha Vitaminada Milani

Nunão boa tarde. Respeito muito sua opinião, mas as vezes não concordo. Mas não é só a MB no meu ponto de vista que erra e pisa muita na bola. Posso descrever alguns da FAB: atualização dos Bandeirantes, AMX’s, F-5, Hércules … assim como não cabe na minha cabeça comprar 22 A-4 e ter 6 atualizados. Assim como a pista da MB em São Pedro da Aldeia – base naval muito curta. Mas novamente, nenhuma força armada ( o EB parece a mais coerente e constante ) tem uma política de compras ou de manter uma mesma linha doutrina de… Read more »

Marcos R.

Estava imaginando algo parecido, não estará nos planos da marinha utilizar o conhecimento recém adquirido e a exemplo do Tikuna produzir uma versão nacional dos Scorpene? Elogiam tanto países que fazem tecnologia reversa mas não abrem a possibilidade que ventania a desenvolver nossa própria classe de submarinos.

J L

Se nem sequer conseguiram terminar os 2 classes Macaé, sendo o 2º a entrega postergada para 2022, imaginem o resto. Demorei muito para perceber o que alguns comentarista escreviam aqui, mas agora vejo que estavam corretos, Para que temos o quantitativo de oficiais e marinheiros que são um peso de arrasto no orçamento da marinha, se não temos meios para usa-los. Marinha é para ficar no mar e não em bases em terra. Nossa marinha está tornando-se semelhante a da vizinha Bolívia.

ADRIANO MADUREIRA

Depois tem otimistas que ainda sonham com uma segunda esquadra se não temos condições de manter a primeira que anda manquejando das pernas…

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Carvalho2008

Gostei deste mapa, é assim mesmo?

ADRIANO MADUREIRA

Achei no Plano Brasil…

Jhon

Esses $200 milhões de dólares parcelados vão ser aplicado no sub nuclear, ou na compra de 3 fragatas usadas? Apesar que a marinha precisa de tanta coisa, navios varredores, um navio tanque, navio doca, corvetas, navios patrulha oceânico, patrulha fluvial e corvetas. Uns $5 bilhões de dólares para começar a conversa.

Grozelha Vitaminada Milani

Vão ser usados para pagar pensionistas e aposentadorias da MB.

Esse dinheiro vai virar ferrugem da maresia.

Grozelha Vitaminada Milani

O dim-dim das vendas entram na conta do Governo Federal, não dá MB.

ADRIANO MADUREIRA

E parabéns a Esquadra Brasileira e seus 197 anos…

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ADRIANO MADUREIRA

A Esquadra nos anos 1990
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ADRIANO MADUREIRA

Anos 2000
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ADRIANO MADUREIRA

2019…

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Rodrigo LD

Tínhamos antigamente uma ESQUADRA. Hoje temos uma EX-QUADRA…..

Mauro

O nível dos comentários impressiona.
Parabéns a todos.

Claudio Moreno

Boa tarde a todos os Senhores! Mais uma vez felicidades a todos!!! Bem vamos lá, na contramão de alguns coméntários postados, eu me alegro da venda dos IKL’s. Ainda são embarcações extraordinárias, úteis no campo do combate naval moderno, mas que para a infelicidade da MB e geral de todos nós, necessitam de dispendiosa manuteção de meia vida e upgrade’s necessários para manter a sua operacionalidade sem riscos (vide o ARA San Juan) e combatividade em alguns cenários mais modernos que o TO S.A. Porquê me alegro com a notícia: (será curta ao máximo pois post’s longos são um tédio)… Read more »

Grozelha Vitaminada Milani

Desculpe, o senhor está dizendo que a MB e o AMRJ não tem condições técnicas de fazer manutenção e atualização nos submarinos IKL’S? Pois é, a MB em conjunto com o AMRJ já fizeram uma manutenção em um IKL argentino e nada aconteceu. O IKL ARA San Juan pelo que foi noticiado na sua última manutenção em solo Argentino foi feito com materiais recondicionados, leia-se baterias principalmente. E que a Armada Argentina fez o que podia fazer com.os recursos que possuía. Duvido que a MB e o AMRJ colocariam materiais de segunda categoria no que dizem respeito a segurança de… Read more »

Foxtrot

Cara ainda vou entender essa loucura e soberba dos oficiais nacionais Os Tupis ainda são Submarinos relativamente novos e que poderiam prestar bons serviços ainda ao Brasil e a força naval. Se mantivessem eles operando até a entrada em serviço das 4 unidades dos SBR,s teríamos 9 Submarinos ao invés de apenas 4, e como dizem quem tem 4 na verdade tem 2 . Na minha modesta opinião, o melhor seria modernizar os 5 Tupis e após entrada em serviço dos 4 SBR,s transferirem os Tupis para alguma base no nordeste, viabilizando assim o início da segunda esquadra. A desativação… Read more »

2Hard4U

Prestariam bons serviços parados no cais, aguardando um PMG que nunca seria feito por falta de verbas e seriam finalmente vendidos como sucata daqui a uns dez ou quinze anos.

Foxtrot