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Corvetas suecas no ‘Joint Warrior’

HMS Visby no Joint Warrior 2013 -  foto Forças Armadas da Suécia

O “Joint Warrior” é um dos maiores exercícios militares na Europa de 2013 para treinamento de guerra antissubmarino, defesa aérea, patrulha, antipirataria e antiterrorismo entre outras missões, e tem a participação de doze diferentes países.

A Suécia participa com as corvetas HMS Sundsvall e HMS Visby (esta última destacando-se pelo suas linhas furtivas). Segundo a narrativa das missões realizadas pela HMS Sundsvall no exercício, por três meses os navios patrulharam e mantiveram a área marítima livre de unidades inimigas, como piratas, traficantes e terroristas, antes de seguir para manutenção na companhia do navio dinamarquês de apoio HNoMS Valkyrien (A 535), mas ainda permanecendo em de guarda contra inimigos que possam atacar inopinadamente.

HMS Sundsvall no Joint Warrior 2013 - foto Forças Armadas da Suécia

Apesar do trabalho ter sua dose de monotonia, é instrutivo por incentivar a perseverânça e a paciência, havendo oportunidades para combater em todas as dimensões, segundo informe da divisão publicado no site das Forças Armadas da Suécia. Foi possível praticar a capacidade de operar num ambiente bastante diferente do usual, no caso as condições escosesas com ondas, chuva e vento contantes, assim como a cooperação com outros países escandinavos pertencentes à OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte), a Noruega e a Dinamarca.

HMS Visby no Joint Warrior 2013 -  foto 2 Forças Armadas da Suécia

HNoMS Valkyrien da Dinamarca com HMS Visby da Suécia a contrabordo - foto Forças Armadas da Suécia

FONTE / FOTOS: Forças Armadas da Suécia (tradução e edição do Poder Naval a partir de original em sueco)

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vinheta-clipping-navalNo dia 13 de maio de 2013, foram encerradas as 2ª e 3ª fases da Operação “TROPICALEX-2013”. A 2ª fase da Operação abrangeu a área marítima compreendida entre o Rio de Janeiro/RJ e Natal/RN. Durante essa fase, foram realizados exercícios que visaram a elevar o nível de adestramento dos meios da nossa Marinha e contribuir para a manutenção da segurança da nossa Amazônia Azul, destacando-se: problema de batalha, exercício de guerra submarina, trânsito com oposição de submarino, tiro sobre alvo rebocado, transferência de carga leve (diurna e noturna), transferência de óleo no mar sob múltiplas ameaças e proteção de navio-plataforma nas Águas Jurisdicionais Brasileiras (AJB).

A 3ª fase da Operação teve início com a atracação dos navios do Grupo-Tarefa (GT) nos portos de Natal/RN e Cabedelo/PB, onde foram realizados exercícios de sabotagem (SABOTEX) e adestramento de combate e prevenção à poluição hídrica. Além disso, os navios foram abertos para visitação pública nos dias 11 e 12 de maio, totalizando 5.490 visitas aos meios navais. Os navios suspenderam no dia 13 de maio, iniciando a 4ª fase da Operação, com novos exercícios no mar.

Sob o comando da 1ª Divisão da Esquadra, a Operação teve início no dia 2 de maio e conta com a participação dos seguintes meios Navais e Aeronavais: Fragata “Liberal” – Capitânia da Operação, Fragata “Bosísio”, Navio-Tanque “Marajó”, Corveta “Barroso”, Aeronave AH-11A “Super Lynx” e Aeronave UH-13 “Esquilo”.

FONTE: Nomar

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CLÁUDIA TREVISAN, ENVIADA ESPECIAL / PYONGYANG – O Estado de S.Paulo

vinheta-clipping-navalUma eventual guerra na Península Coreana vai começar por um ataque dos Estados Unidos ou um “erro de cálculo”, disse ontem Kim Yong Chol, general da Coreia do Norte, em briefing à comunidade diplomática no país, sem especificar qual dos lados poderia cometer equívocos.

Em uma crítica velada à Coreia do Norte, o presidente chinês, Xi Jinping, disse ontem que nenhum país tem o direito de jogar a região ou o mundo todo no caos em razão de objetivos egoístas (mais informações nesta página).

O general norte-coreano acusou os americanos de provocarem um nova escalada na crise, com o envio à região de dois contratorpedeiros e do porta-aviões Nimitz, que está em direção ao Pacífico para atividades de treinamento planejadas anteriormente. “Se uma bala atingir as águas ou o território de nosso país, nós vamos reagir”, disse o general. Segundo Pyongyang, a estabilidade na região só será obtida com a suspensão das sanções do Conselho de Segurança da ONU e a retirada dos 28 mil soldados americanos estacionados na Coreia do Sul – condições que dificilmente serão atendidas.

O regime atribuiu a serviços de inteligência norte-coreanos a informação sobre o deslocamento das embarcações americanas, mas o envio dos destróieres foi confirmado na semana passada pela Marinha dos EUA.

O navio-aeródromo Nimitz está realmente a caminho do Pacífico, como parte de uma missão de treinamento que aparentemente não tem relação com a situação na Península Coreana.

Reportagem publicada na quinta-feira pelo Wall Street Journal afirmou que Washington não pretendia revelar o deslocamento dos contratorpedeiros, com o temor de que a informação agravasse ainda mais a tensão e provocasse reações indesejadas de Pyongyang.

Durante encontro com a comunidade diplomática, o general norte-coreano Kim Yong Chol reiterou que o país não tomará a iniciativa de realizar ataques e atribuiu o aprofundamento da crise às “hostilidades” americanas.

No Coreia do Sul, o diretor de Segurança Nacional, Kim Jang-soon, afirmou que existe a possibilidade de Pyongyang lançar um míssil antes do fim desta semana. De acordo com Seul, o Norte colocou dois mísseis de “considerável alcance” em bases móveis na costa leste do país.

Na quinta-feira, o ministro da Defesa sul-coreano, Kim Kwan-jin, avaliou ser pouco provável que a Coreia do Norte direcione eventuais disparos a outros países e previu que o regime de Kim Jong-un usará as armas para testes ou exercícios militares.

Evento. No dia 15, os norte-coreanos vão celebrar o aniversário de nascimento de Kim Il-sung, o avô do atual ditador do país venerado como um semideus. A data é a mais importante da Coreia do Norte e costuma ser marcada com eventos grandiosos.

No ano passado, o então recém-empossado Kim Jong-un realizou em 13 de abril o fracassado lançamento de um foguete de longo alcance, que caiu no mar um minuto após decolar. Para os americanos e aliados, o disparo foi um teste de míssil balístico intercontinental, proibido pelas resoluções do Conselho de Segurança da ONU.

Representações diplomáticas e de organismos internacionais decidiram permanecer em Pyongyang, apesar da oferta do governo de transferi-las a outras regiões do país, já que a capital seria o primeiro alvo na hipótese de um conflito.

O governo alemão protestou ontem contra o prazo (quarta-feira) dado por autoridades norte-coreanas para que os diplomatas informem se pretendem sair do país. Em nota, o ministro das Relações Exteriores, Guido Westerwelle, classificou de “inaceitável” a exigência.

Segundo ele, a Convenção de Viena obriga os países a proteger as representações diplomáticas estrangeiras em caso de conflito.

FONTE: O Estado de S. Paulo

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A Marinha portuguesa assumiu no sábado (06), pela segunda vez, o comando da força naval da EUNAVFOR que combate a pirataria na região do Chifre da África. Em cerimônia realizada no Djibuti, na região do Golfo de Aden, contra-almirante Jorge Palma assumiu o controle das operações. A fragata portuguesa “Álvares Cabral” passa a ser o navio-almirante que irá liderar a força europeia até 06 de agosto. O comando anterior da EUNAVFOR e da operação “Atalanta”, como é designada a missão europeia de combate à pirataria, era do contra-almirante Pedro Garcia de Paredes, da Armada espanhola.

Em operação desde 2008, a fora-tarefa da União Europeia é responsável por patrulhar uma área que vai desde o sul do Mar Vermelho até parte do Oceano Índico, passando pelo Golfo de Aden, no litoral leste da África. Entre as missões da força naval, estão assegurar a distribuição de alimentos e recursos do World Food Programme (WFP) e da missão da União Africana na Somália (AMISOM), evitar a ação de piratas contra navios mercantes e de ajuda humanitária, e proteger as rotas marítimas comerciais da região.

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FONTE: Naval Today e DN Portugal (tradução e adaptação do Poder Naval a partir de originais em português e inglês)

Video: ‘ADEREX 2013′

A operação ‘ADEREX I/2013′ começou no dia 19 de março e termina hoje. Abaixo você confere o video divulgado pela Marinha.

FONTE: Canal da MB no Youtube

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Imagens do S ‘Timbira‘ (S 32), suspendendo de Santos, ao redor das 17:15h de domingo, 24/03, iniciando a fase final da operação ADEREX I/2013, em viagem de retorno a BACS, no Rio de Janeiro.

Para ver mais imagens: 

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Fotos: Marcelo ‘MO’ Lopes – 24/03/2013

 

‘DNA’ Aegis em águas coreanas

Nesta belíssima foto disponibilizada em 17 de março pela Marinha dos EUA (USN), três navios em formação mostram suas semelhanças dadas por compartilharem o “DNA” do sistema Aegis. São eles dois destróieres da USN, o USS John S. McCain (DDG 56) e o USS McCampbell (DDG 85), tendo entre eles o ROKS Seoae-Yu-Seong-Ryong (DDG 993), da Marinha da Coreia do Sul.

Clique na imagem para ampliar. Apesar das notáveis semelhanças, há também muitas diferenças para se reparar entre os navios.

A foto foi tirada durante o exercício “Foal Eagle 2013″. O  McCampbell e o McCain são parte do Esquadrão de Destróieres 15 (Destroyer Squadron 15) desdobrado emYokosuka, no Japão.

FOTO: USN

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A 14ª Frota de Escolta da Marinha do Exército de Libertação Popular da China está realizando treinamentos de combate em condições adversas. As manobras acontecem no Oceano Índico, com a finalidade de testar a capacidade de resposta das tropas em situações de emergência.


FONTE: Navy Recognition

Frota do Norte navega para o golfo de Aden

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O  navio anti-submarino Severomorsk, um rebocador de salvamento e um petroleiro da Frota do Norte da Rússia navegam hoje para o Golfo de Aden a fim de garantir a segurança da navegação civil.

A unidade participou da fase ativa dos exercícios da força conjunta dos navios da Marinha russa no Mediterrâneo. Hoje, os barcos partiram para o Canal de Suez.

Antes de entrar no Canal, a tripulação do Severomorsk treinou a escolta de comboio e a liberação “de navio mercante sequestrado por piratas”.

FONTE: Voz da Rússia (adaptação do Poder Naval)

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aspirantex 2013

Em 17 de janeiro, o Grupo-Tarefa da “Aspirantex 2013” atracou no Porto de Montevidéu, no Uruguai, finalizando a primeira fase da Operação, que teve início em 10 de janeiro.

Para o Embaixador do Brasil no Uruguai, João Carlos de Souza Gomes, a troca de culturas entre os dois países é fundamental para a manutenção dos laços de amizade. “O Brasil é o maior parceiro comercial do Uruguai, de modo que isso configura um quadro de relações muito amplo e ao mesmo tempo muito intenso. Os brasileiros adoram o Uruguai e os uruguaios adoram os brasileiros”.

No dia seguinte, 18 de janeiro, a Esquadra, por meio dos seus Comandantes, realizou uma “Oferenda Floral”, na Praça da Independência, em Montevidéu, em homenagem ao General José Gervasio Artigas, considerado o pai da Pátria Oriental, por ter lutado pela independência do Uruguai.

O Contra-Almirante da Marinha Uruguaia, Leonardo Gustavo Alonso Chiappara, externou a satisfação diante da homenagem. “Esta cerimônia tradicional é muito importante para as Forças Armadas do Uruguai. É uma honra ter o reconhecimento de outro País”.

FONTE: Nomar

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O comandante da Marinha iraniana, contra-almirante Habibollah Sayyari comunicou ontem (16) que o país enviará navios de guerra para a região do Mar Mediterrâneo.

Segundo a emissora Press TV, Sayyari teria declarado que “a 24ª Frota de navios de guerra patrulhará o norte do Oceano Índico, os golfos de Aden e Bab-al-Mandeb, o Mar Vermelho, o Canal de Suez e o Mar Mediterrâneo durante três meses. As patrulhas devem chegar até mesmo aos países do Sudeste Asiático”.

Ao tratar dos exercícos Velayat 91, realizados recentemente pela Marinha, o contra-almirante declarou que as manobras demonstraram a capacidade naval do Irã, e a habilidade para combater quaisquer ameaças aos interesses nacionais. O Velayat 91 começou na última sexta-feira (11) e durou seis dias. As manobras abrangeram uma área vasta, incluíndo o Estreito de Ormuz, o Mar de Omã, o norte do Oceano Índico e os golfos de Aden e Bab-al-Mandeb.

FONTE: RIA Novosti (tradução e adaptação do Poder Naval)

 

O Irã vai retomar a realização de manobras navais no Golfo Pérsico e anunciou planos para outro exercício no estratégico Estreito de Ormuz para o fim desta semana, segundo relata a imprensa regional.

Unidades navais da Guarda Revolucionária começarão um exercício de quatro dias em águas iranianas em South Pars, um campo de gás conjunto do Irã e Catar, segundo um porta-voz da Guarda Revolucionária citado pela agência de notícias Fars.

O exercício, chamado de “Fajr 91″, visa aprimorar a “capacidades na execução de manobras defensivas e de segurança”, segundo informou o almirante Alireza Nasseri, sem dar mais detalhes. A manobras começarão nesta sexta-feira.

Separadamente, as unidades da Marinha começam, também na sexta-feira, um exercício chamado “Velayat 91″, cobrindo uma área que inclui o Estreito de Ormuz, o Mar de Omã e partes do Oceano Índico, segundo informou o almirante chefe Habibollah Sayari, em comentários reproduzidos pela agência de notícias ISNA.

Navios, submarinos e sistema de defesa de mísseis serão testados durante o exercício. “Nós vamos definitivamente respeitar as fronteiras marítimas dos nossos vizinhos, e conduzir nossas manobras com base nas regras internacionais. O Irã visa demonstrar suas capacidades de defesa naval ao realizar esse exercício, e enviar uma mensagem de paz e amizade para os nossos vizinhos”, disse o almirante.

O Irã frequentemente realiza testes com mísseis e manobras navais para destacar sua força militar. Além disso, o país rotineiramente ameaça fechar o Estreito de Ormuz, um pequena passagem na entrada do Golfo Pérsico por onde passa quase um terço da produção mundial de petróleo.

Os EUA já alertaram ao Irã que qualquer tentativa de fechar o Estreito de Ormuz será vista como uma “linha vermelha”, ou seja, uma ação que abre caminho para intervenção militar. As informações são da Dow Jones.

FONTE: O Estado de S. Paulo

 

Defender a área marítima dos municípios de Itajaí, São Francisco do Sul e Paranaguá é o principal objetivo da Força-Tarefa Sul (FTS), integrante da Força Naval Componente da Operação “Atlântico III”. Os meios navais que fazem parte da FTS no mar são: a Fragata “Niterói”, a Corveta “Barroso”, a Navio-Tanque “Marajó” e o Navio de Desembarque de Carros de Combate (NDCC) “Almirante Saboia”, este último é o navio Capitânia da FTS – de onde as decisões são tomadas. Compõe, também, a FTS as aeronaves “Esquilo” (UH-11/12), “Super Puma” (UH-14) e ”Super Linx” (AH-11A).

Figurativos inimigos, representados por navios reais da Marinha do Brasil, simulam ameaças e ataques à região. O Comando da FTS é exercido pelo Comandante da 1ª Divisão da Esquadra, Contra-Almirante Marcio Ferreira de Mello, junto ao seu Estado-Maior. O Comando é responsável por determinar, por exemplo, melhores estratégias e formas de localização e de ataque ao inimigo figurativo.

A tripulação do NDCC “Almirante Saboia” é composta por 150 militares. Mas, durante operações como a “Atlântico III”, pode chegar a mais de 370 militares. “O navio vem desempenhando de forma eficaz a tarefa de ser um Capitânia, possui ótimas instalações. Conseguimos executar o comando e controle das ações de forma eficiente”, declarou o Contra-Almirante Ferreira de Mello.

O núcleo do Estado-Maior é formado por militares de variadas áreas como: informação, comunicação, planejamento, logística e operações, que dão assistência ao Comandante. Para reunir subsídios para as tomadas de decisão, é montado, no Capitânia, o Centro de Informações de Combate (CIC). A estrutura reúne comunicações satelitais, links de dados, vídeo conferência, entre outros sistemas, que recebem as informações necessárias sobre o inimigo e sobre os navios da Força.

“O CIC é o centro nervoso. Aqui é onde fluem todas as informações para que sejam filtradas pelos diversos sistemas que nós temos de compilação de dados táticos. As informações são filtradas, analisadas, pelo Estado-Maior e vão subsidiar linhas de ação para a decisão do Comandante, que depois serão transformadas em ações táticas. Além de determinar a ordem, acompanhamos e execução dela”, explicou o Chefe de Operações da Força-Tarefa Sul, Capitão-de-Corveta Luis Antonio Anidio Moreira.

Além de militares do Estado-Maior da Força, também estão embarcados no Capitânia NDCC “Almirante Sabóia” 110 fuzileiros navais, sete Mergulhadores de Combate, quatro Pilotos Aeronavais, além de 23 alunos do Colégio Naval, que participam dos adestramentos e trazem o máximo de realidade à Operação “Altântico III”.

Conheça o Navio

O Navio de Desembarque de Carros de Combate “Almirante Saboia” tem como característica principal o transporte de tropas para tomada de território. Possui 137 metros de comprimento e chega a uma velocidade máxima de 17 nós. Tem o raio de ação de mais de 9 mil milhas náuticas, quando navegando em velocidade econômica. Neste ano, o navio participou de diversos exercícios da Esquadra, como “Aspirantex”, “Tropicalex”, “Aderex”, além do levar suprimentos às ações da Missão de Paz da ONU no Haiti, da qual a Marinha do Brasil faz parte, e no Posto Oceanográfico da Ilha da Trindade (POIT).

FONTE:
mar.mil.br

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ADESTREX-NE-IV

O Comando do 3º Distrito Naval(Com3ºDN) informa que no período de 20 a 23 de novembro, realiza, no litoral dos Estados do Rio Grande do Norte e Ceará, o exercício ADESTREX-NE-IV.

Este treinamento, contará com a participação do Rebocador de Alto Mar “Triunfo” e dos Navios-Patrulha “Grajaú”, “Guaíba” e “Goiana”. A Operação tem a missão de “realizar exercícios no mar, concernentes às tarefas para Navios de Força Distrital em adestramento, a fim de contribuir para elevação da prontidão e grau de adestramento das unidades do Comando do Grupamento de Patrulha Naval do Nordeste”. Este Grupo-Tarefa realizará exercícios programados e outros de caráter inopinado, na área marítima compreendida entre os estados do Rio Grande do Norte e Ceará, pertencentes à área de jurisdição do Comando do 3º Distrito Naval.

Serão realizados exercícios de navegação em baixa visibilidade e canal varrido, manobras táticas, TOM, carga leve, defesa de plataforma, trânsito com ameaça de superfície, tiro sobre alvo à deriva, reboque, tiro antiaéreo, fundeio e treinamento dos grupos de socorro externo, visita e inspeção.

Nos dias 24 e 25 de novembro, os navios participantes do exercício estarão abertos à visitação pública, no porto de Fortaleza, das 14 às 17 horas.

FONTE: Assessoria de Comunicação Social do 3º Distrito Naval

FOTO: via NGB

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A Operação Atlântico III começou ontem (19) e vai até o dia 30 de novembro.

FONTE: Canal da MB no youtube

 
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