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Durante a Operação “ASPIRANTEX”, na área marítima do litoral do Rio Grande do Sul, os Aspirantes da Escola Naval (EN), embarcados no Navio de Desembarque de Carros de Combate (NDCC) “Almirante Sabóia”, planejaram e conduziram o exercício de manobras táticas com os navios do Grupo-Tarefa (GT) comandado pelo Contra-Almirante Carlos Augusto de Moura Resende, Comandante da 1ª Divisão da Esquadra.

Os Aspirantes reuniram-se, sob a supervisão dos Oficiais instrutores da Escola Naval, do Estado-Maior do Comando-em-Chefe da Esquadra (ComemCh) e do NDCC “Almirante Sabóia”. Após isso, os alunos planejaram e executaram formaturas e manobras táticas com os navios do GT.

Participaram do exercício o Navio de Desembarque de Carros de Combate “Almirante Sabóia”, o Navio-Tanque “Almirante Gastão Motta”, as Fragatas “Greenhalgh” e “Niterói”, a Corveta “Barroso”, e uma Aeronave UH-13 “Esquilo”, que realizou o evento FOTEX.

Durante a realização do evento, os Aspirantes assumiram o controle da manobra, as comunicações – através da linha Principal de Manobras Táticas e Alarmes (PMTA), por onde determina-se aos navios do GT o cumprimento das ordens de formatura – e tiveram a oportunidade de dar ordens de rumo e velocidade ao navio onde estavam. Além disso, viram e sentiram a reação dos navios executando todas as formaturas e dispositivos planejados com os subsídios e conhecimentos adquiridos nas salas de aula da Escola Naval. No Passadiço do navio, durante o evento, os Aspirantes contaram com a orientação dos Oficias Instrutores. Foi a primeira vez que esses Aspirantes tiveram a oportunidade de participar de um exercício como esse.

A Operação “ASPIRANTEX” termina dia 01 de fevereiro e os navios ainda passarão pelos portos de Montevidéu (Uruguai), Mar Del Plata (Argentina) e Itajaí, no Estado de Santa Catarina, fazendo parte do Estágio de Verão do Ciclo Escolar dos Aspirantes da Escola Naval, futuros Oficiais da Marinha do Brasil.

Fonte: MB

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HMS Daring vai ao Golfo

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Nesta quarta-feira começa a primeira comissão de um destróier Tipo 45 da Marinha Real Britânica, rumo ao Golfo Pérsico

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Nesta terça-feira, 10 de janeiro, a Marinha Real Britânica (RN – Royal Navy) informou que o destróier Tipo 45 HMS Daring iniciará amanhã a sua primeira comissão “pronto para tudo”. Trata-se do primeiro navio dessa classe de destróieres de defesa aérea da Marinha Real. O navio, que é baseado em Portsmouth, deixará as águas britânicas cercado de publicidade, para passar os próximos sete meses a leste de Suez patrulhando rotas marítimas e trabalhando com os aliados do Reino Unido na região do Golfo Pérsico.

Segundo a RN, a comissão ocorre onze anos após o navio ter sido encomendado, nove anos após o primeiro corte de metal para sua construção, seis anos desde que foi lançado no Clyde e três anos após seu recebimento em Portsmouth.

O HMS Daring é o primeiro de seis navios Tipo 45, que custam perto de 1 bilhão de libras cada. Quatro já foram entregues à RN, sendo que três estão prontos para missões na linha de frente. O navio vai render na região do Golfo Pérsico a fragata HMS Argyll, cumprindo tarefas que vão desde missões antipirataria e de guarda das rotas marítimas até missões conjuntas com aliados da Grã-Bretanha e de “mostrar a bandeira”.

A tripulação supera 200 integrantes por envolver também uma equipe de abordagem dos Fuzileiros Navais (Royal Marines).

O ano de 2011 foi dedicado principalmente ao treinamento e testes, incluindo o disparo de mísseis superfície-ar Sea Viper – justamente o sistema que justifica a construção do navio. Em meados do ano, o navio também foi equipado com o sistema antimíssil automático Phalanx (armamento de tubo de 20mm). Com os últimos testes, o navio foi declarado como pronto para cumprir missões.

Dadas as atuais tensões na região do Golfo, a mídia tem dado bastante destaque à partida do navio, mas a RN diz que a missão já estava planejada há mais de seis meses. Segundo o comandante (Commanding Officer) do navio, Capitão Guy Robinson, “no que se refere à Marinha, trata-se de uma comissão de rotina. Especificamente em relação à primeira missão da Daring*, obviamente isso está longe de ser rotina, pois se trata de colocar um navio dessa complexidade longe do Reino Unido por sete meses. Foi um ano de trabalho duro para deixá-la pronta. Agora é a chance de mostrar o que podemos fazer. Este navio é extremamente capaz e estã entre os melhores do mundo”.

O HMS Daring deverá passar pela “Round Tower” da parte antiga de Portsmouth por volta das 12h40 da quarta-feira dia 11, e logo depois receberá a companhia de seu helicóptero Lynx do Esquadrão Aeronaval 815, após a “Nab Tower”.

FONTE / FOTOS: Marinha Real Britânica (RN – Royal Navy)

*NOTA DO EDITOR: na transcrição da fala do comandante, foram mantidas as partes em que se faz alusão ao navio no feminino, como é de praxe na Marinha Real e outras.

VEJA TAMBÉM:

No mesmo dia do aniversário da Esquadra (10 de novembro), foi inaugurado o Centro de Operações da Esquadra (COE), em cerimônia presidida pelo Comandante da Marinha, Almirante-de-Esquadra Julio Soares de Moura Neto.

O COE é um projeto moderno e inovador onde foram utilizados os mais avançados recursos tecnológicos no apoio às atividades de Comando e Controle.

O monitoramento em tempo real, a realização de videoconferência com outros Centros e o compartilhamento de dados, imagens e informações permitirão à Esquadra ter o pleno controle e acompanhamento de seus meios navais e aeronavais.

Com a sua operacionalização, a Esquadra garantirá a agilidade do processo de Tomada de Decisão, extremamente necessária no mundo moderno, onde a velocidade da informação requer reações e decisões rápidas.

Além do enfoque tático, o COE foi concebido para atuar, adicionalmente, em nível operacional, com tecnologia, material e pessoal que lhe capacita a assumir, em caráter contingente, as atribuições do Centro de Comando do Teatro de Operações Marítimas (CCTOM), tema de uma das matérias da segunda edição da Revista Forças de Defesa.

O novo Centro de Comando e Controle dispõe de avançados recursos e nasce para acelerar e enriquecer a consciência situacional marítima, contribuindo, de forma decisiva, para a consecução dos propósitos da Estratégia Nacional de Defesa (END).

FONTE e FOTOS: MB

A fragata da Marinha brasileira que liderará a frota das forças navais da Força Interina da ONU no Líbano (Unifil, na sigla em inglês) atracou nesta segunda-feira no porto de Beirute, dando início a um “momento histórico para o Brasil”, segundo o contra-almirante brasileiro Luiz Henrique Caroli.

Em entrevista à BBC Brasil a bordo do navio, Caroli disse que a presença na força marítima da ONU é crucial para o Brasil pela importância da região no cenário internacional, além de demonstrar a confiança da organização na competência dos militares brasileiros nesse tipo de operação.

“Toda a tripulação sabe da enorme responsabilidade em fazer parte de uma força de paz da ONU e do momento histórico para o Brasil em estar aqui”, disse o contra-almirante, que é o comandante da Força Tarefa Marítima (MTF, na sigla em inglês), a unidade marítima da Unifil.

Essa é a primeira vez que militares brasileiros participam da frota de uma força de paz. Equipada com helicóptero e levando 243 militares brasileiros, a fragata União será o principal navio de uma frota internacional que conta ainda com três navios alemães, dois de Bangladesh, um grego, um turco e um da Indonésia.

Maior alcance
O comandante do navio, o capitão de fragata Ricardo Fernandes Gomes, também reforçou que a tripulação está ciente “das repercussões políticas em torno da Unifil e das consequências de suas ações”. “Todos estão motivados e cientes das exigências de fazer parte das forças de paz em uma região conturbada como o Oriente Médio”, disse. “Para isso, a Marinha está nos dando todo o apoio financeiro e logístico para desempenharmos um papel a altura.”

Os dois militares explicaram que a incorporação da fragata União aumentará o poder de alcance da frota da Unifil, já que a fragata tem mais recursos, permitindo um maior alcance e cobertura, além de mais flexibilidade nas operações.

Para fazer parte da Unifil, os militares brasileiros passaram por treinamentos voltados para situações específicas de forças de paz e por cursos e palestras. “Um terço da tripulação fez estágios de operações de paz da Unifil. E militares brasileiros que estavam no Líbano palestraram para nossos marinheiros sobre o país e a vida entre as tropas de paz”, afirmou Gomes.

Ele explicou que simulações de abordagem pacíficas de embarcações e o uso de força para fazer as vistorias também foram feitas, com o emprego de mergulhadores das operações especiais que agora integram a fragata.

Voluntários
Como a ONU exige que militares das forças de paz sejam voluntários, a tripulação teve de passar por algumas reposições, segundo Gomes. “Cerca 5% da tripulação não se voluntariou por motivos familiares, e outros 10% foram liberados para que realizassem cursos que já estavam agendados.”

A missão brasileira, de oito meses, começou oficialmente em fevereiro, quando Caroli assumiu o comando da unidade marítima da Unifil. Atualmente, a missão monitora a fronteira entre Líbano e Israel e ajuda o governo libanês a evitar a entrada de armas ilegais no restante de suas fronteiras.

A MTF patrulha águas da costa libanesa para evitar a violação do embargo de armas imposto ao Líbano, além de treinar a Marinha do país. A força foi criada por uma resolução do Conselho de Segurança da ONU em 2006. A Unifil, criada em 1978 para supervisionar a retirada das tropas de Israel do território do Líbano após a crise entre os dois países, conta atualmente com mais de 12 mil militares de 37 países.

Orgulho nacional
Segundo o embaixador brasileiro no Líbano, Paulo Roberto Tarrisse da Fontoura, a relação bilateral entre Brasil e Líbano também se fortalecerá com a presença da fragata. “O governo libanês tem enorme simpatia pelo Brasil e sabem que nós temos a competência necessária para fazermos um bom trabalho”.

Segundo Fontoura, o governo brasileiro tem ciente o fato de que a Unifil é instrumento fundamental para que o Estado libanês adquira sua soberania sobre seu território. “O país passou por guerra civil, ocupações israelense até o ano 2000 e da Síria até 2005. O sul do país ficou inacessível aos libaneses e o governo por muito tempo. A Unifil está sendo de suma importância para ajudar o Líbano a ter sua soberania”, salientou o embaixador.

“A presença de um navio brasileiro e a ampliação de nossa presença é, certamente, um orgulho nacional e algo de enorme importância para o Brasil”.

FONTE: BBC Brasil via Twitter da Marinha do Brasil

Nos dias 17 de 18 de outubro, em Recife (PE), a Fragata União (F 45) foi submetida a uma Pre-Deployment Visit (PDV), conduzida por uma equipe do Departamento de Operações de Paz da Organização das Nações Unidas (DPKO-ONU).

O propósito foi verificar o aprestamento do navio para integrar a Força-Tarefa Marítima (FTM) da Força Interina das Nações Unidas no Líbano (UNIFIL).

A equipe de PDV verificou aspectos administrativos relativos a habitabilidade e ao adestramento do navio, assim como as condições materiais de diversos equipamentos, sensores e armamentos.

No dia 18, no mar, o navio foi submetido a uma série de exercícios operativos, a fim de comprovar suas capacidades, tais como: exercício de Fast Hope com mergulhadores de combate e exercícios de Controle de Avarias e de Medicina Operativa. Foram verificados, ainda, os procedimentos de comunicações no idioma inglês.

A comitiva de inspetores foi formada pelo Capitão-de-Fragata Puvadol Vorasin, da Marinha da Tailândia, e pelo Capitão-de-Fragata Oleg Bushuev, da Marinha da Rússia, acompanhados por militares da Representação Brasileira nas Nações Unidas.

O Vice-Chefe de Preparo e Emprego do Ministério da Defesa brasileiro, Vice-Almirante Ney Zanella dos Santos, esteve presente durante a inspeção.

Ao final da Pre-Deployment Visit, os inspetores emitiram relatório certificando que o navio encontra-se pronto para atuar como Capitânia da FTM da UNIFIL.

Ícaro Luiz “Joker” Gomes

Na manhã de quinta-feira (13/10) parte do Grupo-Tarefa (GT) chegou ao Porto de Natal com as Fragatas Niterói (F-40) e Greenhalgh (F-46) e a Corveta Barroso (V-34). Após a chegada, foram iniciados os procedimentos para a visitação pública dos dias seguintes e o descanso das tripulações.

O Poder Naval se fez presente ao primeiro dia da visitação pública (14/09). Na edição 2011 da “Tropicalex” os meios utilizados são as escoltas Niterói, Liberal, Greenhalgh, Bosísio, Barroso e União; o navio-tanque Gastão Motta; submarino Tikuna; e navios-patrulha do Comando do 2º e 3° Distritos Navais, além de aeronaves UH-12/13 “Esquilo” e AH-11A “Super Lynx” da ForAerNav; a FAB também participou com P-95 e caças A-1.

Durante a primeira fase do exercício, do Rio de Janeiro ao Nordeste, uma série de exercícios foram realizados pelos navios, todos em proveito das atividades básicas do Poder Naval. Os exercícios realizados foram de Guerra Anti-Submarino (ASW) com o submarino Tikuna, Tiro contra GIL, Designação Além do Horizonte (OTHT Over-the-Horizon Targeting), Esclarecimento Marítimo, Transferência de Óleo no Mar (TOM), Transferência de Carga Leve, Controle de Avarias, Ameaça Assimétrica, Defesa Contra Ameaça Aérea e etc.

Os treinamentos de ASW foram difíceis, por vezes o Tikuna não foi detectado e realizou seus ataques contra a Unidade de Maior Valor – nesse exercício o Navio-Tanque Gastão Motta -, mas o submarino não venceu todas as vezes. Utilizando-se dos Super Lynx, uma extensão do sistema de armas dos navios, o GT atacou contatos sonar.

Helicópteros “Esquilo” simularam alvos aéreos ameaçando o GT algumas vezes fazendo papel de mísseis de perfil “sea-skimmer” e em outras aeronaves de ataque. Os helicópteros orgânicos dos navios realizaram também missões de transferência de carga leve, esclarecimento, designação de alvos além do horizonte e VIPs. Os meios do 2º e 3º Distritos Navais atuaram como Força Inimiga, com o NPa Grajaú realizando um ataque simulado com mísseis Exocet no período noturno.

A Fragata União realizou os últimos preparativos para a missão no Líbano, seu nível de preparo foi motivo de orgulho e comentários de todos os militares. O GVI/GP composto por Grumecs e FNs da União também impressionou muito gerando o seguinte comentário: “Quando eles vem para ação, não vem para brincadeira!”

O Super Lynx da União irá equipado com o “Cabeça de ET” (FLIR), equipamento que foi muito bem comentado pelo DAE do HA-1 e que nas missões de guerra assimétricas e de esclarecimento realizadas.

Foi apurado ainda que os mísseis Exocet levados pela União para missão do Líbano eram da Barroso, mas a mesma não irá ficar desfalcada, o complemento já está reservado no Rio de Janeiro.

Ao longo dos dias da “Tropicalex”, vários treinamentos são realizados com o máximo de empenho das tripulações, sendo a pausa realizada entre os dias 13 e 17 de outubro, com duração prevista até o dia 26 do mesmo mês.

O povo natalense visitou os navios com muitas crianças e seus pais/responsáveis, mesmo numa sexta-feira. Os tripulantes foram muito atenciosos com o público presente, explicando as peculiaridades de cada navio, expondo vídeos e equipamentos de proteção/uso individual e coletivo. Na mesma tarde, o CMG Mello concedeu entrevista à imprensa local sobre o exercício e sobre a Amazônia Azul.

Agradecimentos especiais à Comunicação Social 3º DN, na pessoa do CF Cleber Ribeiro, aos CT Trípoli e Carvalhais pela atenção dispensada.

(Clique nas imagens da galeria para ampliar).

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De 19 a 27 de setembro, o Navio-Patrulha (NPa) Pampeiro (P 12) e o Navio-Patrulha Parati (P 13), ambos subordinados ao Comando do 4º Distrito Naval (Com4ºDN), participaram de duas Operações. O primeiro realizou Patrulha Naval no Rio Oiapoque (PATNAV “OIAPOQUE”) e o segundo participou da Operação “Dupla Face”.

A Patrulha Naval no Rio Oiapoque, executada pelo NPa Pampeiro, ocorreu no limite setentrional do litoral brasileiro, alcançando a cidade de Clevelândia do Norte (AP), distante 40 milhas à montante da foz do Rio Oiapoque.

Na Baía do Oiapoque, fronteira com a Guiana Francesa, houve o encontro do NPa Pampeiro com a Lancha Patrulha francesa Mahury (P 623), que realizava patrulha na região fronteiriça entre os dois países.

A ação coordenada entre as duas Marinhas foi realizada em proveito das PATNAV “Oiapoque” e “Atlântico Norte”, por meio dos Navios-Patrulha subordinados ao Com4ºDN, de forma a coibir a pesca ilegal praticada por embarcações pesqueiras nacionais e estrangeiras que, ao serem perseguidas pelos navios, atravessam a fronteira marítimo-fluvial entre os países, dificultando a perseguição.

Aproveitando o período de trânsito, o NPa Pampeiro realizou um exercício de tiro real com armamento fixo de munição de 12,7mm, além de atividades de Inspeção Naval nas embarcações que navegavam pelos Rio Amazonas, Rio Pará e pela região dos estreitos na Ilha de Marajó (PA).

Durante a Comissão, foram interrogadas 84 embarcações, das quais 45 foram inspecionadas pelo Grupo de Visita e Inspeção, tendo como resultado oito embarcações notificadas e duas apreendidas por descumprimento da Lei de Segurança do Tráfego Aquaviário, contribuindo para a salvaguarda da vida humana nos mares e rios e para a segurança da navegação.

No mesmo período, o NPa Parati participou da Operação “Dupla Face”, em apoio ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) e ao Ministério da Pesca e Agricultura, a fim de fiscalizar e coibir a pesca irregular na Ilha de Marajó (PA) e o cumprimento da Lei de Segurança do Tráfego Aquaviário.

A bordo do navio, estavam dois fiscais do IBAMA com a tarefa de identificar as espécies de pescado existentes nas embarcações em trânsito, de modo a certificar a legalidade da atividade pesqueira nas proximidades das cidades de Soure, Salvaterra, Vigia, Curuçá e na reserva ambiental da Ilha do Machadinho, todas no Estado do Pará.

Durante as atividades de Inspeção Naval, foram interrogados navios mercantes e inspecionados empurradores e outras embarcações quanto à regularidade da documentação da embarcação e da tripulação.

A Operação resultou em 44 embarcações inspecionadas, das quais 23 foram notificadas, 15 apreendidas e uma apresada, por descumprimento das leis e regulamentos nas águas jurisdicionais brasileiras.

Durante as operações, os navios realizaram a colocação de coberturas de eixo em embarcações que apresentavam esta irregularidade. O NPa Pampeiro colocou duas coberturas de eixo e o NPa Parati sete.

As ações apoiaram a campanha contra o escalpelamento realizada pela Capitania dos Portos da Amazônia Oriental.

FONTE e FOTOS: MB

Partiu do porto de Vladivostok nesta segunda-feira, 29, o destróier Almirante Panteleyev, para se juntar às outras unidades de guerra russas em operação nas águas do golfo de Aden, no oceano Índico.

Com esse destróier, a força naval da Rússia naquela área é composta por oito navios de guerra, um navio-tanque e um rebocador de resgate.

A missão dessa esquadra russa é de proteger os comboios mercantes nas águas do golfo de Aden, do mar da Arábia e, de forma mais ampla, do restante do oceano Índico, regiões assoladas pela ação de navios piratas procedentes da costa africana.

FONTE: Diário da Russia

HMS Edinburgh (D 97) visitou a ilha da Geórgia do Sul, como parte de sua patrulha pelo Atlântico Sul.

Ancorado no KEP (King Edwards Point), proporcionou aos seus tripulantes a oportunidade de visitarem a praia e conhecer a estação baleeira de Grytviken, além de apreciarem a grande variedade de vida selvagem, incluindo pinguins e focas.

HMS Edinburgh (D 97) está atualmente destacado para conduzir patrulhas de segurança marítima ao redor das ilhas Britânicas do Atlântico Sul, que também inclui a Ilha Falklands/Malvinas.

Em cerimônia presidida pelo Diretor-Geral de Material da Marinha, Almirante-de-Esquadra ARTHUR PIRES RAMOS, e com a presença do Comandante do 3º Distrito Naval, Vice-Almirante AIRTON TEIXEIRA PINHO FILHO, além de outras autoridades militares e civis, foi realizado, na tarde do dia 26 de maio, no píer do Marina Park Hotel, em Fortaleza-CE, o Recebimento, o Batismo e a Transferência para o Setor Operativo da Marinha do Aviso de Patrulha “Anequim”, que, a partir de agora, fica subordinado diretamente ao Comando do Grupamento de Patrulha Naval do Nordeste (ComGptPatNavNE), uma das Organizações Militares operativas do Comando do 3º Distrito Naval (Com3ºDN).

O AviPa “Anequim” é o quinto Aviso de Patrulha produzido por meio de contrato entre a Marinha do Brasil, representada pela Empresa Gerencial de Projetos Navais (EMGEPRON), e a Indústria Naval do Ceará (INACE). A embarcação ostenta esse nome por causa do tubarãoanequim, predador por excelência, encontrado em todo o litoral brasileiro, conhecido por sua rapidez e versatilidade.

Desenvolvido para atender às atividades subsidiárias da Marinha do Brasil, o AviPa “Anequim” executará ações de Inspeção Naval e fiscalização do tráfego aquaviário em águas costeiras e oceânicas, além de ser empregado em ações de Busca e Salvamento (SAR) ao longo do litoral sob jurisdição do Com3ºDN.

A embarcação foi lançada ao mar em 11 de março, tem casco e superestrutura de alumínio e possui modernos sistemas de propulsão e geração de energia, com deslocamento padrão de 45 toneladas. O AviPa “Anequim” possui tripulação formada por 5 Praças e seu Encarregado, o Primeiro-Tenente RAFAEL FIGUEIREDO DE BARCELOS.

FONTE:
MB

NOTA: esta é a segunda unidade da Classe Marlin que se junta aos meios operativos do 3º Distrito Naval.

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