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Fragata chilena na RIMPAC08

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riveros-ff-18.jpg

Clicando nas fotos, pode-se examinar de perto a Almirante Riveros (FF 18), ex-Tjerk Hiddes (F830), da Armada do Chile, pertencente à classe holandesa “Karel Doorman”, durante a RIMPAC08. Notar que no lugar do CIWS Goalkeeper de 30mm removido, em cima do hangar, foi instalado uma antena de comunicação por satélite. Ao lado do hangar, a bombordo, ficam os mísseis Sea Sparrow de lançamento vertical. À meia-nau, estão os lançadores de mísseis antinavio Harpoon. O helicóptero embarcado é o Cougar AS 532SC.

riveros-ff-18-2.jpg

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Paulo Costa
Paulo Costa
11 anos atrás

As defesas do tipo close-in são inuteis no pacifico…..

André
André
11 anos atrás

Algum expert do blog poderia me dizer se esse é um bom navio, nessa confguração adotada pela marinha do chile? Pergunto isso em relação aos similares (Classes Niterói e Greenhalgh) aqui da MB.

Galante
11 anos atrás

André, a fragata Almirante Riveros é um navio relativamente novo, que entrou em serviço em 1992 na Marinha Real Holandesa e que em 2007 foi transferido para a Armada do Chile. Eu diria que é um navio que está tecnologicamente à frente das nossas Type 22 e que fica quase no mesmo nível das nossas “Niterói”, mas que tem a vantagem de possuir mísseis antinavio com maior alcance que os nossos (120km do Harpoon contra 70km do Exocet) e ainda leva um helicóptero que possui também capacidade de transportar o míssil AM-39 Exocet, multiplicando sobremaneira seu raio de ação. Num… Read more »

konner
konner
11 anos atrás

As fragatas “Karel Doorman” projetadas pela Marinha holandesa em estreita colaboração com o estaleiro Royal Schelde e a firma Signal (atual Thales), o principal fornecedor do sistema de combate; constituem uma série de 8 navios do tipo multipurpose (ASW, ASuW, AAW) projetados para operarem em todos os mares. Destes só 2 aínda estão na marinha Holandesa. O casco, de aço não magnético, otimizado para o comportamento no mar relativamente a pitch and roll, está dividido em 12 seções estanques. A construção do fundo compreende estrutura celular aberta e de duplo fundo. O nível de integração de sistemas é elevado e… Read more »

André
André
11 anos atrás

Obrigado, Galante.
Eu já imaginava que esse navio chileno estivesse em melhores condições que as nossas escoltas (Type 22 e Niterói), mas apenas queria ter a certeza.
Acho isso lastimável, a considerar a grandeza, em todos os sentidos, do nosso país.

Beto
Beto
11 anos atrás

Konner
Não seria uma boa oportunidade de compra as duas restantes classe Karel Doorman ?..

paulo costa
paulo costa
11 anos atrás

Os goalkeeper foram removidos,defesa de ponto,ela não tem defesa contra seaskimmer ,um SUE com exocet pega elas facil,facil…
Nas fragatas 22 inglesas,os goalkeeper foram tambem removidos…

Nunão
Nunão
11 anos atrás

Interessante que o Goalkeeper ficava instalado a boreste, imagino, para contrabalançar o peso dos Sea Sparrow a bombordo. Com sua retirada, devem ter compensado essa diferença de algum jeito. Na foto dá pra ver bem a proteção de Kevlar para os lançadores (instaladas pelos holandeses pensando em possíveis atentados feitos por armas de baixo calibre).

Paulo, você está falando de retirada dos Goalkeeper das BIII remanescentes na RN ou da BII Chilena? É que esta última eu não lembro de ver com a arma instalada quando em serviço na RN.

konner
konner
11 anos atrás

Beto

Até onde me informei, não há no curto prazo interesse em se desfazer destas duas.

Duas só foram transferidas para a marinha da Bélgica, porque na prática continuam a operar conjuntamente com a marinha holandesa por causa dos acordos entre as duas marinhas.

Nimitz
Nimitz
11 anos atrás

Antes de mais nada, que navio bonito! Se inveja afundasse alguma coisa…rs

Nunão
Nunão
11 anos atrás

Bonitas são, mas gosto mesmo é das primas mais novas e mais “corpulentas” delas, as Zeven…

Bosco
Bosco
11 anos atrás

É um belo navio e bem equilibrado.
Mas eu não vi os lançadores de torpedos.
O Sea Sparrow possui uma boa capacidade contra mísseis “sea skimming” e o 76 também.
Mas um CIWS (talvez sobre o hangar) a deixaria completa.

paulo costa
paulo costa
11 anos atrás

Ok,Nunão,as que foram transferidas para o Chile recentemente,da RN foram sem o goalkeeper.Podemos pensar que o CIC foi removido tambem, a melhor parte acredito.Me parece que o sistema de controle e alimentação do goalkeeper,fica embaixo do conjunto,para evitar danos em ação,e intemperies.O deslocamento deixa o hangar dos heli livre para estes.As Niteroi tem um sistema de ponto dedicado,os Bofors trinity,assim como as Inhaumas no futuro modfrag ,também varias marinhas tem um sistema de ponto dedicado.Os sistemas de tubo são mais eficientes a curta distancia contra seaskimmers por varios motivos.

Rodrigo
Rodrigo
11 anos atrás

Por favor, tenho uma grande duvida: no caso de nosso NA Sao Paulo, a aeronave AMXnão poderia ser usada…..
É apenas uma pergunta de um leigo!

paulo costa
paulo costa
11 anos atrás

Ok,Rodrigo,o AMX não foi projetado para uso embarcado,o desgaste
é grande devido as bruscas acelerações e desacelerações.
Para se adaptar ,custo é enorme,ja foi feito um estudo e não compensa.Nos vemos aquele gancho de parada ,embaixo,perto do escape,para uso em pista pavimentada,em caso de emergencia.
Problemas resolvidos se os AMX pudessem ser embarcados.
Voce esta certo….

Rodrigo
Rodrigo
11 anos atrás

Obrigado pela informação, que pena poia seria que grande valia pa marinha do brasil

Rodrigo
Rodrigo
11 anos atrás

Paulo, vc sabe o montante do custo de aquisição dos AMX e a recuperação dos A4.

Baschera
Baschera
11 anos atrás

Caro Rodrigo,
Hoje, um AMX-T custaria “FlayAway” em torno de Us$ 32 milhas, quando seu desenvolvimento nos anos 80, as cinquenta e seis células mais o custo de desenvolvimento importou, em valores da época, algo como Us$ 2,50 bi de verdinhas.
Sds.