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Fragata Type 054

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Em 2002 a China começou a construção de sua nova fragata Type 054 (codinome OTAN JIANGKAI I), cujo primeiro navio foi o Ma’anshan, (indicativo visual 525).
A Type 054 é a sucessora das classes “Jiagwei” e das “Jianghu”. Ela desloca cerca de 3.500t, e incorpora algumas características stealth: casco liso sem reentrâncias e materiais que absorvem as ondas de radar. O navio é comparável às “La Fayette” francesas.
Seu principal armamento constitui-se de dois lançadores quádruplos de mísseis antinavio YJ-83 (similar ao Harpoon americano). O armamento antiaéreo é composto de mísseis HQ-7 (uma versão melhorada do Crotale francês), o canhão de 100mm da proa e quatro CIWS AK630 de 30mm, similares ao Goalkeeper.
Os navios das fotos são da classe Type 054A (codinome OTAN JIANGKAI II), cuja diferença principal consiste no lançador VLS de 32 células na proa. Especula-se que os lançadores são para mísseis antiaéreos HQ-16 ou Shtil VL (SA-N-12 VLS). Nas Type 054A o canhão da proa é de 76mm e os CIWS são do tipo 730. O novo radar Sea Eagle também foi instalado.
A propulsão é diesel, com 4 motores SEMT Pielstick Type 16 PA6 STC produzidos sob licença na China. Foram construídas duas Type 054, duas Type54A e outras duas estão sendo finalizadas.

NOTA DO BLOG: O Brasil é o único dos BRICs (grupo das potências econômicas emergentes Brasil, Rússia, Índia e China) que investe pouco ou quase nada na sua Marinha de Guerra. Há duas décadas os navios de superfície chineses eram ruins, mas hoje estão construindo navios que rivalizam com as melhores classes do Ocidente. Enquanto isso, o Brasil demorou 14 anos pra construir uma única corveta, que não possui sequer um lançador de míssil antiaéreo.
Isso sem falar nos sistemas de armas e sensores chineses, que são quase todos nacionalizados, muitos copiados de sistemas ocidentais.
O Brasil, por sua vez, continua dependente do exterior para o fornecimento de mísseis e principais sensores para seus navios.

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31 COMMENTS

  1. o Brasil poderia aproveitar esse grupo Bric’s para o intercambio de tecnologias/materias belicos.
    Imagine uma Bric’s rivalizando com a NATO.
    imagine o que um time de engenheiros brasileiros, chineses, russos e indianos trabalhando conjuntamente nao poderiam desenvolver… embarcacoes nunca antes vista…
    enquanto isso nos fabricamos navios patrulha armador com canhoes e extilingues…

  2. alguem saberia dizer se o Brasil tem algum tipo de parceria com a China na area de embarcacoes navais militares ou se anossa unica parceria com a China se aplica ao satelite sino-brasileiro ??

  3. Não é o Brasil que investe pouco.

    São os governos que definem os investimentos e para infelicidade da Nação Brasileira, estão no poder nos últimos 14 anos, pessoal de esquerda (nos seus variados matizes) que são apátridas e internacionalistas por ideologia.

    E por favor, não entrem no jogo desse pessoal que costuma dividir a culpa com a população que os elegeu. Vejam o resultado do referendo 2005 e observem como os deputados esquerdistas que foram derrotados, fazem de conta que nada aconteceu, num flagrante desrespeito aos eleitores.

    E esqueçam aquela história de crise econômica. Investimento em pesquisa militar foram sistematicamente abandonados pelo FHC e depois pelo Lula, mas os gastos com os “amiguinhos e cumpanheros” não.

    Os leigos em assuntos de armamento(eu incluso) que frequentam esse blog tem que saber que verbas para a defesa somente são destinadas após autorizadas. E quem autoriza? É o povo? Claro que não! Quem decide e assina tem nome! Esses são os verdadeiros culpados!

    Lembrem-se. São 25 anos no poder dos políticos de oposição ao Regime Militar. São 14 anos no poder de presidentes de formação marxista.

  4. Vale lembrar que o Brasil tem um cenario geo-politico militar MUITO diferente dos outros paises do grupo BRIC, o que para nos e’ uma grande vantagem. Acho mais critico para o Brasil gastar MELHOR em defesa do que gastar mais em defesa. Hoje o Brasil nao gasta necessariamente pouco, mas gasta certamente mal o seu orcamento em defesa (quase tudo em inativos).
    So para colocar a coisa em perspectiva, segue quanto cada pais BRIC gasta em saude per capita (fonte – Organizacao Mundial da Saude):

    Brasil: US$750 por habitante
    India: US$100 por habitante
    China: US$315 por habitante
    Russia: US$561 por habitante

    Eu ja tive oportunidade de visitar a China e posso dizer que por pior que seja o sistema de saude brasileiro, ele e’ MUITO melhor do que o da China e imagino que seja muito melhor do que o da India e que o da Russia. Se a escolha for gastar mais em armas ou em saude publica, eu prefiro a escolha feita pelo Brasil de gastar mais em saude.

    • Não precisamos escolher entre saúde e segurança, temos dinheiro pros dois e pra muito mais. Só combatermos a corrupção e os privilégios de alguns.

  5. Jorge, é esse tipo de comentário que não agrega nada. Se você está vivendo em 1974 problema seu, mas acredito que a maioria aqui pensa no futuro. Como este passa obviamente pelo período que estamos vivendo, não adianta saudosismo inconseqüente nem tentar politizar frustrações.
    Quanto aos fatos, é bom que se diga que o governo FHC foi bem mais à direita do que o PMDB e o governo Lula também migrou para o centro, para desespero dos petistas. Vá se acostumando, porque é assim que as coisas são na maioria dos países civilizados do mundo. De fato, esse ciclo, por assim dizer, terá fim um dia. Será eleito um presidente de direita, depois um de centro, depois volta a esquerda, depois… Então, chega desse discurso panfletário, isso só polui o blog e fica ruim toda hora ter de chamar a atenção.
    Agora veja o contra-senso. Você tanto critica os governos, que será que tem a dizer da China? Lá eles são comunistas e investem nas forças armadas, para o seu horror.

    PS: De onde você tirou que existe oposição ao regime militar?

  6. Ai podemos entrar em guerra com um pais mais poderoso o que acontece?
    Nossa infraestutura é totalmente destruida…
    Primeiro devemos investir em nossa segurança e de nossa infraestura que caso contrario todo o investimentos vão ser apenas alvos…
    Saudações

  7. Deixando a política de ladp e voltando aos navios da china…

    Puxa! A china tá com tudo e não tá prosa, já aprenderam a fazer navios que, além de bons, são muito bonitos. Belas belonaves, heim?

    Abraços aos amigos do blog!

  8. Sei não, os chineses são especialistas em “copiar”, fazem engenharia reversa, desmontam, remontam e colocam a etiqueta deles “Made in China”. Sinceramente, prefiro a Corveta Barroso e as fragatas Niterói Pós-Modfrag a esse “monstrengo flutuante” chinês!

  9. Concordo que gastamos demais com pessoal e outros gastos indiretos, más a questão principal não é essa no meu ponto de vista.

    As fragatas Vosper tem mais de 30 anos, os submarinos 209 mais de 10 anos, e o que desenvolvemos/projetamos depois disso. Somente as corvetas, uma readaptação do projeto das fragatas. Fiquei triste quando lí que o índice de nacionalização da Barroso foi de 57%. Somos um dos países mais industrializados do mundo, más não vejo intercâmbio entre as nossas Forças Armadas , a indústria nacional e as universidades no nível que seria necessário. Infelizmente.

    Todas as grandes Marinhas do mundo constroem seus navios em estaleiros privados segundo especificações das respectivas Marinhas, desenvolvendo seus estaleiros e sua tecnologia naval.

    Aquí não, a Marinha teima em construir no Arsenal de Marinha, não repassando a tecnologia absorvida para nenhum estaleiro nacional. Duas corvetas foram construídas pelo Verolme sob licença, mas este já estaleiro faliu.
    Criaram a Emgepron para desenvolver projetos navais, más para construir um navio patrulha de 500 tons compraram um projeto françês de 1980. Sinceramente não entendí.
    O próprio Ministro da Marinha já falou em entrevista no vosso site que existe a previsão de comprar um projeto estrangeiro para novas fragatas (5000/6000 tons) dentro do Plano de Rearmamento da esquadra. E a Emgepron, existe para que?
    O Jobim está pretendendo comprar submarinos Scorpene franceses, acreditando que eles irão fornecer de graça a tecnologia para a construção de um submarino atômico. O ex-presidente da Avibrás declarou que tecnologia se desenvolve, ninguém dá de presente.Só os tolos acreditam nisso.

    Em 1980 tínhamos a segunda maior indústria naval do mundo, com 40.000 homens empregados. Deixaram falir quase tudo, agora pretendem ressuscitar com as encomendas da Petrobrás, e os mesmos subsídios do FNMM.Más ninguém acompanha/fiscaliza para ver se os estaleiros estão desenvolvendo tecnologia ou somente comprando projetos estrangeiros. Lá vamos nós de novo, injeta rios de dinheiro e no final continuamos fabricando sob licença. Vergonha.

    Israel começou adaptando armamentos obsoletos e aos poucos desenvolveu sua indústria de armamentos. A China comprou, copiou muita coisa e aos poucos está desenvolvendo sua indústria, a India aos poucos também está desenvolvendo sua indústria, e o Brasil.

    Tínhamos a Engesa, Bernardini, Motopeças, Novatração, os estaleiros Mauá, Verolme, Ishikawajima, Caneco, Emaq. O que restou?
    A Embraer existe a 39 anos, más não fabricamos motores/turbinas aeronauticas/avionicos no país. Tudo comprado fora.
    A Helibrás completou 30 anos de Brasil e até hoje só monta helicópteros. Os 50 Superpuma que estão vindo, já foram substituídos pelo NH-90 na Europa. Vale a pena comprar tecnologia defasada?

    Sinceramente, se não mudar o enfoque, e começar a desenvolver e comprar no país, ao invés de escolher projetos mirabolantes do estrangeiro, não sairemos do lugar. Leio no vosso site opiniões sobre navios estrangeiros e seus armamentos ultra modernos, más o que adianta. Numa guerra se houver um bloqueio como fizeram com a Argentina durante a guerra das Malvinas, nada se mexe sem sobressalentes, mísseis, radares, sensores, etc.

    Não temos saída. Ou desenvolvemos internamente e através de alianças com países similares ao nosso em desenvolvimento de armamentos (Africa do Sul, India, etc.) ou continuaremos na mesma.

  10. A China e a Índia gastam dinheiro em armas, porque simplesmente não tem política social NENHUMA. Fora Pequim, Xangai e uma ou outra grande cidade, a China é uma favela descomunal, onde quem reclama é simplesmente eliminado. E na Índia, as pessoas aprenderam por décadas a cultura de não-violência de Ghandi e acabaram por se acostumar a serem esquecidas pelo governo.

    Mal ou bem, o Brasil gasta dinheiro em políticas sociais, seja Bolsa-Familia, seja saúde, sejam outras ações que efetivamente existem, apesar de insuficientes, se bem que se formos olhar os índices de miséria daqui, são infinitamente menores que os da Índia e certamente muito melhores que os que a China manipula.

    Por isso é necessária uma política de defesa no Brasil.

    Algo bem estruturado, que defina de modo claro as fontes de receitas e a aplicação dos valores em reaparelhamento e treinamento constantes. Quem tem política de defesa, faz o trabalho social e não precisa de planos mirabolantes para, de vez em quando, dar uma garibada nas forças armadas.

  11. Mais de que adianta ter politicas sociais se nem a população podemos defender e nem o dinheiro investido em saude e tudo mais?
    Deveria era ter investimento em todas as areas e aqui é essa palhaçada de sempre…
    Saudações

  12. Parece um sina enraizada na colonização que recebemos ora pois..
    Lá em Portugal a marinha deles tb procede igualzinha a nossa..
    com deficiência e falta de investimento…
    Ai ai Maria sai da lata e vem pra mesaaaaa…

  13. Perdão Norberto, mas Portugal, tem suas forças dimensionadas dentro de uma organizagão de maior amplitude, como é a OTAN, e tem 1/3 da área do Estado de São Paulo.

  14. sabia que iam criticar o navio chinês, mas é assim, bom memso é comprar OHP e gastar milhões pra ficarem paradas a espera de recursos.
    só gostaria de lembra-los que assim como o japão a china planejou seu desenvolvimento baseado no que já existia nos outros países, copiando-os, melhorando-os e assim com o japão em 10 ou 20 anos superarão qualquer um adversário.
    o detalhe é que o japão foi parado pelo gargalo tanto em sua economia quanto nos seus recursos e dimensões, com a china não se passa isso, eles agora tem 60% da áfrica e estão se espandindo até mesmo aqui no no nosso quintal.
    pergunta, conhecem alguém que comprava carro japonês na década de 50? além dos vetustos jeep bandeirante?

  15. Nem na de 50 nem na de 70. Foi nos anos 80 que começou a virada japonesa. E já que tu falou em carros presta atenção aos coreanos. Eles já fazem carros baratos a muito tempo agora estão fazendo também carros de qualidade(rivalizam com os japoneses de acordo com os americanos, os mais exigentes em termos de qualidade). Quando começarem a fazer automóveis bonitos(já tão quase lá) sai da frente. Não é por acaso que a indústria bélica deles também já começou a despontar…

  16. Gostei desses sensores que aparecem nas fotos. Se alguém tiver facinho aí mais informações pra comentar sobre eles, agradeço desde já!

  17. Caro Sr. Edilson,
    seus comentários aqui no Blog Naval são sempre muito sensatos, mas dessa vez, gostaria apenas de afirmar que acho pouco provável que daquii a 10 ou 20 anos a China consiga superar qualquer adversário (por exemplo, os Estados Unidos, Rússia, Reino Unido, França ?). Observe que agora nos últimos anos é que a China conseguiu desenvolver seu 1° subamrino de mísseis balísticos, cujos prováveis míssies balísticos, se funcionarem, teriam um alcance de apenas 1500km! As Marinhas Francesa e Inglesa têm cada uma 4 submarinos com mísseis balísticos com talvez o triplo do alcance dos mísseis chineses ! Já os russos e norte-americanos, na década de 70, já possuíam dezenas desses subamrinos com mísseis bem mais precisos e de maior alcance do que os dos chineses! Estou me concentrando apenas no poder naval e nos submarinos de mísseis balísticos para resumir a questão. A “bolha” do mercado imobiliário norte-americano “estourou” há alguns meses. Alguns dos mais conceituados especialistas internacionais do mercado financeiro já dizem que a próxima “bolha” a “estourar” é a da economia chinesa! Além do mais, os chineses não têm respeitado certas patentes industriais e isso é muito grave ! Repito o link abaixo em relação à Rússia só para constar:
    ————————————————
    http://civilizacionices.blogspot.com/2008/04/rssia-acusa-china-de-pirataria.html
    ————————————————
    Além de tudo isso, gostaria de citar, por exemplo, um fato interessante: o Sr. sabia que não existe Previdência Social na China ? E que a concentração de renda na China é uma das mais altas do mundo ? Eu acho que tudo isso deve ser considerado ao se sugerir que a China possa “desbancar” os países que dominam a economia mundial atualmente ! Já o Japão não teve seu crescimento reduzido nos últimos anos. Só para citar, a Toyota já é a segunda maior montadora de veículos do mundo, atrás apenas da General Motors. Deixou a Ford também norte-americana em terceiro lugar!

  18. Em relação ao meu último comentário, gostaria de especificar que a
    “possível crise” na economia chinesa foi aventada por alguns comentaristas de economia de telejornais brasileiros por ocasião da crise do mercado imobiliário norte-americano. E, por esse motivo, seja um fato que incide no campo de meras conjecturas! Acho que, nesse caso, meu comentário acabou extrapolando um pouco da temática do Blog Naval.

  19. Sr. Raimundo, tomarei a liberdade de fazer alguns apontamentos.
    O primeiro: a Toyota já é a maior montadora do mundo, superando a GM no último semestre. Segundo, não sou especialista, mas pelas características das economias de EUA e China, duvido que esta última sofra prejuízos semelhantes aos que estamos vendo no financiamento de imóveis norte-americanos. Terceiro. A concentração de renda não é uma novidade na China, mas lembremo-nos: é um país com 1,3 bilhão de habitantes, onde ‘apenas’ 30 milhões são considerados pobres. Enfim, decerto a economia da China ultrapassará a norte-americana, em breve, como a brasileira galgará posições mais altas no ranking dos maiores PIBs. O fato é que a hegemonia dos EUA como superpotência se manterá ainda por muitas décadas, o que se deve especialmente pelo seu poderio militar e influência cultural.
    Abs

  20. GustavoB,
    Na verdade o número de pobres é bem maior na China, mas o problema são os números. Pobre lá, são os que ganham menos de 2 dólares/dia.
    O McKinsey Global Institute prevê que a classe média chinesa será de 612 milhões de pessoas em 2025, passando de 43% da população para 76%.No entanto, o instituto leva em conta os padrões locais de classe média, os que ganham entre 10 e 20 dólares/dia. Mas pelos padrões normais ocidentais, a mesma está variando em uma população que gira em torno dos 100 aos 150 milhões de indivíduos. As estatísticas oficiais chinesas não são confiáveis e diferem muito devido ao gigantismo dos números. Assim, estíma-se entre 0,5% e 1% os chineses de classe alta ou seja 6 à 13 milhões, o que para os seus padrões é muito.
    Sds.

  21. Caro Mauro,
    O têxtil é a minha praia e conheço bem os números em quase qualquer lugar. Na China, país objeto do comentário, um trabalhador de empresa têxtil formal e que exporta (existem milhares informais e clandestinas) ganha por uma jornada de trabalho de 14/15 horas/dia o valor médio de 250/260 yuans mensais(algo como 65 dólares). Trabalha-se lá 6 dias por semana e 360 dias por ano. A carga média de impostos do setor, atualmente, é 12% a 16% dependendo do local e dos incentivos regionais(já chegou à ser zero), lembrando que o estado ainda é o maior sócio individual, só recentemente o quadro está mudando, permitindo-se a quase totalidade do capital a pessoas físicas. Não existem encargos sociais e previdência pública ou privada. Também não existem planos de assistência social ou de saúde. Segundo um brasileiro naturalizado chinês que conhecí, empresas de certo porte para cima somente vingam se um ou todos os sócios forem do partido político que está no poder, onde a burocracia manda e obedece quem tem juízo. Os níveis de corrupção, então, estima-se, são algo de inacreditável. Veja, minha análise se baseia em fatos relatados por empresários que lá estiveram, tanto brasileiros quanto estrangeiros, dentre as diversas palestras e cases que pude participar, não devendo ser interpretada com teor político ou discriminatório.
    Forte abraço.

  22. Grato sr. Baschera, bem corrigido. Trinta milhões é nas contas deles, nos padrões deles.
    Todos têm um pouco de razão em suas afirmativas, mas na verdade é complicado comparar a economia e a própria nação China com nosso modelo ocidental. Bom lembrar também que a atividade econômica daquele país está voltada, como no Brasil, ao gigantesco mercado interno, o que lhes garante bons níveis de crescimento por uns bons anos ainda.
    Penso que, voltando ao comentário do sr. Raimundo, o verdadeiro temor é o próprio tamanho da China: da mesma forma que os EUA, se algo lá vai mal, aqui sentimos os reflexos. Talvez isso ainda se deva ao pouco conhecimento, certo preconceito e a contra-propaganda.

    Quanto aos navios e sistemas chineses acredito que não há problema em copiar o que comprovadamente dá certo. Brabo é inventar só pela vaidade, pior ainda é não fazer nada. Pragmatismo senhores.

    Pra encerrar, repito o que o Joelmir Betting disse domingo à noite (entrevista com o embaixador da China no Brasil): se o consumo de concreto da China representar um ano, o do Brasil seria 3 horas (ou 6) na proporção.

    Abs

  23. Infelizmente sou pouco viajado e por isso não sei se estes países (China e Índia) são tão ruins assim.
    Acho que eles têm suas peculiaridades culturais e históricas, além do fato de terem 1/3 da população mundial, portanto nossos referênciais não se aplicam.
    Quanto ao Brasil que parece agora servir de “padrão ouro” de comparação também discordo. O Brasil com todas as suas vantagens apregoadas não é nenhuma “ilha da fantasia” para quem não é “servidor público”, apadrinhado do poder ou “sem alguma coisa”. Para os profissionais liberais e pequenos empresários só deveres e nada de direitos. É claro, como somos uma democracia os ditos profissionais têm direito sim, o de reclamar para o Bispo.

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