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Submarino nuclear brasileiro: Quo Vadis?

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“ … a Marinha encontra-se diante de decisões difíceis. Com o orçamento atual, o programa do submarino nuclear levará talvez ainda trinta anos para a sua concretização, o que não parece aceitável. Com o desenvolvimentos dos modernos sistemas de propulsão independentes do ar para submarinos, já não se pode afirmar que no prazo de trinta ou pouco mais anos a opção pelo submarino nuclear seja a mais acertada porque, ao longo de todos esses anos, ele consumirá um percentual expressivo do orçamento da Marinha, o que prejudicará inúmeros outros projetos e, ao final do prazo para o seu desenvolvimento, talvez não signifique o mesmo que hoje.”
Almirante Armando A. F. Vidigal – A evolução do pensamento estratégico naval brasileiro (2002)

o-capitular.jpgPrograma Nuclear da Marinha fará 30 anos em 2009 e até agora, consumiu cerca de US$ 1 bilhão em recursos. Nos últimos anos, o Programa sobreviveu em estado vegetativo, devido ao corte de verbas.
O início do Programa Nuclear da Marinha deu-se no final de 1978, quando uma decisão ministerial engajou a Força no desenvolvimento da propulsão nuclear para submarinos. A decisão baseou-se na premissa de que, num eventual conflito, a Marinha do Brasil estaria em grande inferioridade contra um adversário que possuísse submarinos nucleares. Para a Marinha, a premissa foi confirmada na Guerra das Malvinas, em 1982, quando o afundamento do cruzador argentino ARA General Belgrano pelo submarino nuclear britânico HMS Conqueror, fez a Marinha Argentina retirar seus navios do Teatro de Operações.
Além do emprego militar, a propulsão nuclear aplicada a submarinos teria aplicação dual, possibilitando o uso do reator em usinas nucleares em terra, para a produção de energia elétrica. Sendo uma tecnologia de “arrasto”, traria também benefícios para o desenvolvimento de uma enorme gama de outras tecnologias.
O Programa autônomo de desenvolvimento de tecnologia nuclear recebeu o codinome de Programa Chalana, constituído por um conjunto de atividades com o propósito de desenvolver no País uma planta nuclear de propulsão de submarinos e o combustível necessário.
Sempre foi considerado um programa de longo prazo de maturação, que visava equipar a Força Naval de submarinos com propulsão nuclear, com alto grau de componentes nacionalizados. Inicialmente abrangia quatro projetos: Zarcão, Ciclone, Remo e Costado. O Projeto Zarcão, concluído em 1982, permitiu o domínio da tecnologia de obtenção de zircônio e háfnio nuclearmente puros.
O Projeto Ciclone, concluído em 1986, permitiu o desenvolvimento de ultracentrífugas para obtenção de urânio enriquecido e o seu emprego conjunto em cascata, numa usina de enriquecimento.
Os projetos que estão ainda em desenvolvimento são o Remo e o Costado. O primeiro visa à obtenção de uma planta de propulsão nuclear, do tipo PWR de pequenas dimensões, para ser instalada em submarino. O Projeto Costado, por sua vez, visa capacitar a Marinha a construir um submarino que possa receber o reator nuclear.
Para conseguir terminar finalmente o reator nuclear, a Marinha precisa de mais um bilhão de dólares, investidos num período de 10 anos.
O presidente Lula, em julho de 2007, em visita ao Centro de ARAMAR, garantiu a liberação de recursos anuais de R$ 130 milhões, para a conclusão do reator e do programa de enriquecimento de urânio da Marinha.

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O Projeto Costado

Enquanto construía os submarinos da classe “Tupi” (IKL-209/1400), com transferência de tecnologia alemã, a Marinha se preparava para projetar o primeiro submarino convencional de projeto brasileiro, o SNAC-I. Ele seria uma “bancada de testes” para o futuro SNAC-II, o Submarino Nuclear de Ataque (SNA).
O então Ministério da Marinha contratou a HDW / IKL para fornecer um programa de treinamento para a elaboração de um projeto próprio de submarino no Brasil. Para esta finalidade, cerca de 30 engenheiros foram destacados para participar do treinamento durante os anos 1985 e 1986, seguido de uma fase de concepção de projeto entre os anos 1986 e 1990.
Houve treinamento de projeto de submarino no Rio de Janeiro, na forma de palestras, de 1º de abril a 7 de maio de 1985. Foram abordados os assuntos hidrodinâmica, resistência de materiais, termodinâmica, arquitetura naval de submarinos, física e química relacionada a submarinos.
Também foi feito o treinamento de projeto de submarinos na IKL em Lübeck, Alemanha, na forma de palestras, de 20 de maio a 19 de julho de 1985. Foram abordados os assuntos de projeto de casco de submarinos, propulsão, “lay-out” e eletricidade de submarinos.
Entre 5 de agosto a 6 de dezembro de 1985, foram abordados temas sobre mecânica, elétrica, automação e eletrônica, comunicações e sensores/sistemas de combate de submarinos.
Entre janeiro de 1986 e junho de 1990 (54 meses), o treinamento consistiu da Fase de Projeto de Concepção de um projeto próprio, baseado nos requisitos da Marinha do Brasil para um submarino convencional de grande porte, compreendendo as seguintes partes:
1.Estudo de Viabilidade (janeiro de 1986 a março de 1986)
2.Projeto de Concepção (abril de 1986 a dezembro de 1986)
3.Fase Preliminar do Projeto (janeiro de 1987 a maio de 1987)
4.Fase de Projeto de Contrato (julho de 1988 a junho de 1990).
Em 1º de outubro de 1990, todas as atividades foram interrompidas por parte da Marinha do Brasil.
Anos mais tarde, o projeto ressurgiu como SMB-10 (Submarino Médio Brasileiro), um modelo convencional com deslocamento carregado de 2.500 toneladas, 8m de boca e 67 metros de comprimento.
Mas a Diretoria de Engenharia Naval (DEN) ainda precisava contar com auxílio técnico estrangeiro para projetar o SMB-10, já que o Brasil não domina todas as facetas de um projeto dessa complexidade.
O projeto do SMB-10 também acabou cancelado, fazendo a Marinha partir para um projeto totalmente estrangeiro, de um submarino convencional que pudesse receber um reator nuclear posteriormente.

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Aproveitando o legado

Em 6 de setembro de 2005, o jornal Valor, em sua edição online, noticiou que a Comissão de Financiamentos Externos (Cofiex) tinha aprovado a contratação de empréstimo internacional para construção de um submarino convencional alemão U-214 e a modernização dos cinco U-209 já existentes na Marinha. O financiamento, de 882,4 milhões de euros daquele ano, contratado no ABN AMRO, se somaria à contrapartida do Governo, de 135,9 milhões de euros (87% de financiamento e 13% de contrapartida), totalizando 1,08 bilhão de euros.
A construção do novo submarino ficaria a cargo da siderúrgica alemã ThyssenKrupp, por meio de sua subsidiária ThyssenKrupp Marine Systems, sob acordo de transferência de tecnologia para o governo brasileiro. A obra teria assessoria de outra subsidiária, a HDW (Howaldtswerke Deutsche Werft AG), o estaleiro que construiu o primeiro submarino do mundo (1850) e o primeiro motor a vapor para fins navais (1849).
Esperava-se começar a construção do submarino já em 2007, aproveitando a conveniência logística de se adotar um modelo alemão, possibilitando o uso de boa parte das instalações e ferramental do AMRJ, usados na construção dos submarinos da classe “Tupi” (U-209). O contrato com a ThyssenKrupp, porém, acabou não sendo assinado.

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Mudança de rumo

Em setembro de 2007, o Presidente Lula assinou um decreto criando um grupo de trabalho para a elaboração do Plano Estratégico de Defesa Nacional.
Em fevereiro de 2008, Lula e o Presidente da França Sarkozy, encontraram-se na Guiana Francesa, onde conversaram sobre cooperação militar e tecnológica entre os dois países, incluindo a transferência de tecnologia de submarinos “Scorpène”.
Segundo o Chefe de Estado francês, a transferência de tecnologia permitirá ao Brasil construir futuramente seu submarino nuclear.

Quanto custa um submarino nuclear?

EUA, Reino Unido, França, além da Rússia e China, constroem e operam submarinos nucleares há décadas e, ao longo destes anos, fizeram investimentos bilionários em recursos humanos e em infra-estrutura necessários para a obtenção desses meios de combate.
Os altos custos de projeto, construção e operação e os riscos de operação de submarinos nucleares sem dúvida, preocupam suas Marinhas e, principalmente suas lideranças políticas.
As novas classes de submarinos nucleares de ataque, em construção nos Estados Unidos (Classe “Virginia”), Inglaterra (Classe “Astute”) e França (Classe “Barracuda”), dão uma idéia dos custos do desenvolvimento e construção desses complexos navios.
Os custos estimados de construção dos primeiros submarinos de cada série, baseados num estudo do United States General Accounting Office – GAO, publicado em 1996, são os seguintes:
Virginia (com custo estimado em 1996, atualizado para 2008): US$ 4,9 bilhões
Astute (com custo estimado em 2007 ): ₤ 1,5 bilhões
Barracuda (com custo estimado em 2006): € 1,9 bilhões
Vale lembrar que a cada submarino adicional da classe, o valor unitário vai caindo, por causa da economia de escala.

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Quanto custará o submarino nuclear brasileiro?

Os cinco países construtores destas três classes de submarinos, têm décadas de experiência neste setor e dispõem de toda a complexa e caríssima infraestrutura industrial e de recursos humanos, e mesmo assim, não escaparam de riscos de aumento de custos e atrasos que, aliás, foram alertados antecipadamente por auditorias especializadas.
O submarino nuclear concebido pela Marinha do Brasil, conforme informações publicadas em vários artigos da imprensa e da Marinha, vai deslocar em torno de 6.000 toneladas, situando-se portanto entre o “Astute” britânico e o “Barracuda”, francês.
Sem dúvida, será um submarino mais simples tecnologicamente, mas sua estrutura, propulsão, sistemas auxiliares, sistemas de navegação e governo, acomodações etc., terão semelhança com os submarinos nucleares em construção nos EUA, Inglaterra e França.
Além disto, com certeza absoluta, os padrões de precisão, qualidade e confiabilidade, terão que ser equivalentes.
Com base nisso, pode-se assumir que, uma vez construída a infraestrutura física e adquiridos e treinados os recursos humanos necessários, o primeiro submarino nuclear brasileiro terá um custo e um prazo de projeto de construção no mínimo comparável ao de seus similares, porém o fator de risco de aumentos de custos e prazos será maior, provavelmente na faixa de 30% a 50%.
Utilizando os valores e prazos dos primeiros submarinos da classe “Virginia”, “Astute” e “Barracuda”, pode-se estimar o custo de construção do primeiro submarino nuclear brasileiro na faixa de € 1,8 a € 2,7 bilhões, ou US$ 2,8 a US$ 4,2 bilhões, ou R$ 4,3 a R$ 6,5 bilhões.
Projeções indicam que o programa do primeiro submarino nuclear brasileiro demandará, num prazo de 20 anos, recursos da ordem de R$ 13 a R$ 19 bilhões, incluindo a formação de pessoal, projeto, custo da primeira unidade, custo do estaleiro e nova base naval e ainda, o custo operacional nos primeiros cinco anos.
O prazo entre a decisão de alocar recursos para o projeto do submarino nuclear brasileiro e o término de um projeto de contrato, avançado o suficiente para permitir o início do contrato de construção, pode ser estimado entre 5 e 8 anos, contados a partir da existência de um núcleo de engenheiros com experiência e qualificação adequadas para fazer o projeto de submarinos.
O prazo de construção do primeiro submarino nuclear nacional até a entrega, contado a partir do término do projeto de contrato, pode ser estimado na faixa de 10 a 15 anos.
Temos assim o prazo total estimado para o empreendimento, entre 15 e 23 anos, mais o período necessário para formar o núcleo de engenheiros.

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A real situação da Marinha

“O poder naval brasileiro poderá desaparecer até 2025, se até lá não houver novos investimentos em equipamentos.” O alerta foi dado pelo comandante da Marinha, almirante-de-esquadra Julio Soares de Moura Neto, em audiência pública promovida pela Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE), no dia 16 de agosto de 2007.
O Programa de Reaparelhamento da Marinha requer um investimento de R$ 5,8 bilhões ao longo do período de 2008 a 2014 e ainda não foi aprovado.
As prioridades iniciais do programa, segundo o comandante, são a construção de submarinos e navios-patrulha e a aquisição de helicópteros. O valor do PRM é praticamente o mesmo do primeiro submarino nuclear brasileiro!
Isso sem contar os custos da infra-estrutura necessária à construção, operação e manutenção.
Os investimentos no Programa Nuclear da Marinha até agora ocorreram às custas de cortes em importantes setores e atividades da Força, como a operação dos meios da Esquadra, a aquisição de sobressalentes, a manutenção dos navios e o adestramento.
Um reflexo disso é o estado de paralisia da aviação embarcada de asa-fixa e do NAe São Paulo, por falta de recursos que foram drenados pelo Programa Nuclear.
Mesmo com o aporte financeiro prometido pelo atual Governo para a conclusão do projeto do reator nuclear, percebe-se claramente que, mantida a conjuntura atual, não haverá verba suficiente para a construção do(s) submarino(s) nuclear(es) brasileiro(s), a não ser que haja um sensível aumento no orçamento do Comando da Marinha.
E mesmo que o aumento no orçamento ocorra, será preciso avaliar se vale a pena construir submarinos nucleares daqui a 20 anos, quando o gap entre o desempenho destes e dos submarinos convencionais será bem menor, graças ao desenvolvimento tecnológico. Com o valor gasto na construção de apenas um submarino nuclear, seria possível construir 3 ou 4 submarinos convencionais com AIP.
Com o anúncio do Plano Estratégico de Defesa e as referências quase que constantes ao submarino nuclear como a arma ideal para proteger a “Amazônia Azul”, é possível que o submarino nuclear brasileiro seja construído algum dia, mas é fundamental que, até lá, a Marinha do Brasil não negligencie os avanços dos submarinos convencionais, investindo também em outras tecnologias de propulsão independentes da atmosfera.
Até que o submarino nuclear chegue, os submarinos brasileiros não poderão depender somente do snorkel para sobreviver num conflito. (Última atualização: 3/11/2008)

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RL
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RL

Complicada esta questão não?

Hornet
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Hornet

O pessoal do blog tá gastando o latim…pois é, pra onde vai esse projeto do sub nuclear brasileiro? Boa pergunta! Eu espero que vá até o fim, ou seja, que se construa um submarino nuclear no Brasil. É caro? Ô se é? É trabalhoso de se manter? Ô se é? Mas vale a pena ter um? Na minha opinião, vale (antes de começar aquela maluquice de que um só não vai servir pra nada e tal, fica aqui a matemática: só se chega ao segundo depois que se passar pelo primeiro, o terceiro só vem depois do segundo, e assim… Read more »

rodrigo rauta
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rodrigo rauta

Excelente post galante!! E sempre empolgante ouvir noticias do nosso sub nuclear e sua construção, mas se formos colocar no papel o real valor e tempo necessários ao desenvolvimento do mesmo e confrontarmos com as verbas(?????) e as necessidades da nossa força, seria o caso de pensarmos bem se essa é a melhor opção. Não to aqui querendo dizer se será bom ou ruim sua construção, mas a pergunta que cabe aqui é se vai valer a pena…Teremos estrutura para manté-lo? para investir isso tudo seria bom não ficarmos em somente 1 unidade, mas será que virão mais, devido aos… Read more »

Luiz Marcelo
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Luiz Marcelo

Senhores, A Marinha do Brasil precisa garantir os limites do nosso mar territorial, assim como nossa fronteiras fluviais. Um programa nuclear como o da Marinha deveria ter sido compartilhado com programas similares das outras forças e até mesmo de entidades civis. A Marinha gerenciou até hoje este processo sozinha, e gostem ou não de forma ineficiente, senão teríamos esta nave navegando hoje. Devemos fazer a seguinte pergunta: Para que necessitamos de um submarino nuclear? Queremos transferir nossa força para além das nossas fronteiras? Precisamos disso? Eu acredito que a tecnologia ganha pode ser útil, porém o resultado é duvidoso. Submarinos… Read more »

rodrigo rauta
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rodrigo rauta

Hornet.
Na parte de método e planejamento concordo totalmente com vc!!
Acho que tendo isso bem definido, ja temos meio caminho andado.
Realmente se for para ter mais de um eu acho otima a ideia do sub nuclear, se for so um eu ja não sei…mas o importante e termos bem claro o que queremos para nossas FA e o que esperamos delas.
P.S: Qual o seu time, meu caro hornet….

Hornet
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Hornet

Rodrigo Rauta, Time? Que time? Vc quer dizer aquele ajuntamento de jogadores… é melhor eu nem falar, pra evitar piadinhas desnecessárias aqui no blog…rs.rs.rs. É um time que já foi várias vezes campeão brasileiro, campeão da libertadores, da copa do Brasil, e campeão de mais um monte de coisa, mas hoje sofre pra empatar “em casa”…uma tristeza total!!! Até que está bem na tabela do brasileirão deste ano, mas podia estar melhor se não fosse a zaga que não se entende…mas enfim… Pois é, é o que eu sempre falo: não chegaremos ao segundo Sub Nuc sem passar pelo primeiro;… Read more »

Caius
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Caius

Num país que tem 50 bilhões de dólares para salvar a pele de investidores estrangeiros que especulam na nossa bolsa-cassino de
valores e para valorizar o nosso Real facilitando a remessa de lucros,em dólares, dizer que não há dinheiro para as FAAs é querer
nos fazer de bobos.

Hornet
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Hornet

Rodrigo Rauta, em tempo: eu penso que a MB (FAs em geral) precisa ser equilibrada. Precisamos tanto de submarinos como de navios patrulha, precisamos de fragatas, mas também de LHDs etc. Ou seja, eu trabalho com o conceito de “gulf bag” adotado pela Royal Navy, e que aprendi lendo uma entrevista do então capitão do HMS Invencible. Uma grande Marinha é uma Marinha equilibrada e racionalmente planejada. No jogo de golfe, cada taco tem sua função, o taco de metal é para jogadas longas, já o taco de madeira é para as jogadas curtas e de precisão. E, claro, não… Read more »

Camarada
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Camarada

Se o Poder Naval Brasileiro poderá deixar de existir até 2025 se nada for feito, ou seja daqui 15/17 anos, a Marinha precisa no período de 2008~2014, ou seja prá agora, R$ 5,8 bi,montante este que nem foi aprovado ainda pela Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional, será que os Deputados vão liberar mais dinheiro ainda para o SNB? Na minha opinião, eu acho que o dinheiro que a marinha vai gastar prá construir o submarino nuclear(R$6 bilhões)com um submarino,esse dinheiro dava prá construir até 5 submarinos convencionais como o IKL ou Scorpene.Eles operam de forma autônoma no mar… Read more »

Raphael
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Raphael

Temos que ter algo que possa perseguir e destruir os ameacadores SSBNs Bolivianos nas regioes mais profundas do Atlantico. Por este motivo sou a favor do nuclear. E para patrular aqueles rios de divisa, e o Amazonas, soh um nuclear para fazer isto. Eu acredito que um nuclear vai impor tanto respeito que ladroes nao vao roubar, assasinos nao vao matar, foragidos vao se entregar, e politicos vao deixar de ser corruptos. O Paraguay vai dar a sua parte de Itaipu ao Brasil, e o Uruguay vai virar estado da uniao. A Russia vai dar PAK-FA pra nois de graca.… Read more »

Nelson Lima
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Nelson Lima

Me enfurece a politicagem envolvida na questão do submarino nuclear.O governo tem interesse nos offsets, mas esquece-se de que mudar os planos de última hora é jogar dinheiro fora. Digamos que esse projeto seja lamentavelmente engavetado, o que seria um erro.O que foi investido ao longo de 20 anos tem que reverter pelo menos para uso civil, em geração de energia.

Alexandre F.
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Alexandre F.

rodrigo rauta e Luiz Marcelo parabéns a vcs que tiveram a visao da coisa, isto que esta se falando de SUBs Nucleares é BALELA! Gente, sabe o que pareçemos, um bando de besta acreditado os nossos politicos, sinceramente, passem desta, politicos sao todos canalhas, vcs já pensaram só em 1 hipotese, se o Lula nao conseguir se reeleger (sei lá, podem tentar fazer que nem Hugo Chaves), e/ou nao eleger seu candidato (nenhum tem pesso), e perde a eleiçao, já foi o projeto de Lula, os politicos brincam com o povo, e nos acreditamos, 6 bilhoes para um sub, nossa… Read more »

marcelo
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marcelo

com o dinheiro do sub nuclear… .. da pra deixar a marinha operacional e ainda adquirir muitas novidades pra forca……….com certeza a atual situacao da marinha seria melhor gastar o dinheiro com combustivel ja que ta faltando tambem….rssrsrsrsr

Junior
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Junior

Deveríamos avaliar se deveríamos ter um Nae ao invés de termos o sub nuclear… o Brasil precisa de dissuasão, mais que projeção de força…dessa forma, acho desnecessário um Nae para o país.

João-Curitiba
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João-Curitiba

Prezado Luiz Marcelo Eu não vi o JN de ontem. Mas anos atrás o mesmo JN mostrou uma lancha que os EUA doaram à PF em Foz do Iguaçu. Estava parada por falta de combustível. Na mesma época mostrou os laboratórios da mesma PF sucateados por falta de equipamentos e afins. Prezado Hornet Se você tivesse listado também Campeão Mundial, pensaria que estivesse falando do meu Internacional. Mas peço que o pessoal atente para o que você escreveu. Além de alavancar o País a um patamar superior (a Rússia só faz parte do G8 porque possui ogivas nucleares),o Sub Nuc,… Read more »

André
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André

Excelente texto, esclarecedor, e muito bom de se ler pois também é conciso.
Após lê-lo, percebe-se que a MB está numa situação delicada. O sub nuclear é importante e, particularmente, sou a favor desse projeto. Contudo, se não houver dinheiro para o sub nuclear e para o resto da MB, como ficaria a situação do Poder Naval brasileiro? Teria que optar entre um e outro? Se for assim, esqueça-se o sub nuclear, infelizmente, e se aumente o número de subs convencionais, com ou sem AIP.

joao
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joao

para quem paga 130 bilhoes por ano de juro para a divida intena e tem mais de 200 bilhoes de dolares em caixa nao vejo problema nenhum. O brasil jo adquiriu experiença na construçao de sub,manutençao de porta aviao,esta avançado em tecnologia nuclear nao podemos parar, temos de seguir em frente.UM ABRAÇO.

Nunão
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Nunão

Esqueçam os 200 bi de “reservas internacionais”. Esse é um dinheiro que, digamos resumidamente, “não pode ser gasto”. É papel pura e simplesmente, e numa maneira também simplista de se colocar as coisas, serve para “queimar” como se faz agora, nas crises, para minimizar problemas de cotação de dólar etc. Colocar essas reservas na economia ou em qualquer projeto é pôr dinheiro sem lastro pra girar, o que acarreta inflação.

Agora, quanto aos bilhões de juros de dívida e o excesso de superávit primário eu concordo plenamente que ao menos uma parte disso teria condições virar investimento, mas…

Iuri Korolev
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Caro Nunão e colegas do Blog Penso que o objetivo do governo com o novo plano é usar investimento em defesa para dinamizar a economia, não simplesmente como gasto público, algo mais fácil de passar no Congresso, que é quem dá a última palavra em orçamento público. Outro dia, o Eduardo Gianetti falou em uma entrevista sobre a crise de 1929 nos EUA. Ele disse que o New Deal do Franklin Roosevelt de 1933 (ele se elegeu em 1932) não resolveu em quase nada a grande crise, embora muitos pensem erradamente que foi ele quem tirou os EUA da depressão.… Read more »

rodrigo rauta
Visitante
rodrigo rauta

Hornet, pelo visto padecemos do mesmo mal em relação ao nosso time…mas acho que a organização da RN realmente seria um espelho pra MB , uma marinha que não é enorme, possui a qntd de meios suficiente e um excelente adestramento. Só não pode começar a entrar na onde deles de cortes ali e aqui…alias…eu acho que nesse qusesito eles que nos imitaram…

Mario Ribeiro
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Mario Ribeiro

Também acho bom o Brasil levar adiante a idéia do submarino nuclear, mas isso deve ficar para o futuro mesmo. Há certas ameaças no horizonte , nas fronteiras, e deveríamos investir agora, urgentemente, em submarinos que possam ser entregues rapidamente, justamente por causa dos perigos que se avizinham. E investir já em modernizações e novos meios para a Marinha, Exército e Aeronáutica. Se a situação fosse outra, poderíamos reservar mais recursos para o sub nuclear, que deve demorar, mas, com o rápido e assustador reaparelhamento das forças armadas “bolivarianas”, entre outras coisas, precisamos de submarinos e outras armas urgentemente! A… Read more »

Hornet
Visitante
Hornet

Caro João-Curitiba, Não é o Inter, embora tanto o meu time como o seu, neste brasileirão, estão devendo…mas deixemos a bola de lado, isso dá mais dor de cabeça que o Sub Nuc…rs.rs.rs. A questão do domínio tecnológico, no meu modo de ver, é A questão que está envolvida neste projeto. Parece que a coisa está assim, aqui no blog, e eu respeito a opinião de todos, só estou querendo contribuir para a clareza da situação: – Existem os descrentes totais, para os quais a MB (devido aos “políticos corruptos”) vai definhar a até morrer (assim como as demais FAs,… Read more »

Nunão
Visitante
Nunão

Iuri, acho que o Gianetti simplificou muito e exagerou ao dizer que o New Deal não resolveu quase nada – ele marcou uma bruta mudança nas políticas de governo dos EUA e encaminhou muita coisa que depois, com a guerra, levou ao gigantesco desenvolvimento da economia norte-americana. Por um lado é certo que, sem a guerra para desenvolver a economia como foi o caso, o New Deal não teria resolvido tudo mesmo – aliás, teria resolvido bem pouco em comparação. Mas, por outro lado, não se deve esquecer, como já disse, que foi sobre a base do New Deal que… Read more »

Marko Ramius
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Marko Ramius

Quando perguntarem sobre o sucateamento da Esquadra, podem olhar para o submarino nuclear. Ele sugou e vai continuar a drenar todos os recursos disponíveis da Marinha, assim como o NAe e a aviação embarcada. Na verdade o submarino nuclear é um cálice envenenado, muito bonito de se ver, sedutor, mas ele significará a morte gradual da MB do presente. Por enquanto só temos promessas, mas até agora ninguém falou sobre CUSTOS do submarino nuclear, nem do NAe São Paulo. São valores que estão fora da realidade da MB. Precisamos cair na real. Não há recursos nem para se manter a… Read more »

Hornet
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Hornet

amigo Rodrigo Rauta,

é verdade, a RN andou nos imitando um pouquinho…rs.rs.rs.

Mas mesmo assim, ainda se mantém muito poderosa…mesmo com os cortes…a “Marinha da Rainha” não costuma dar ponto sem nó…

Já quanto ao nosso time, se o seu for o mesmo que o meu, acho que teremos “fortes emoções” neste fim de campeonato…rs.

um forte abraço

Alte. Doenitz
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Alte. Doenitz

Texto primoroso! Um artigo que deveria entrar para os Anais do Poder Marítimo e divulgado aos quatro ventos. Enquanto a mentadidade naval deste país não mudar, nunca teremos submarino nuclear.

Igor
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Igor

Dinheiro há! Para os banqueiros e ruralistas! Essa política econômica me engana que eu gosto…

Baschera
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Baschera

Senhores, Primeiramente meus parabéns ao Galante e demais editores do blog pela qualidade da matéria. Em segundo lugar, a discussão é antiga. Ter ou não ter, eis a questão….. não, não estou me referindo a subnuc, destroieres, NAe, subaip, fragatas, AEW, etc, me refiro à verbas, orçamento. Com o atual orçamento de aproximadamente R$ 1,4 bi não dá nem para fazer a faxina direito. Então basta elevar o valor do orçamento e tudo estará resolvido, certo ?? Errado. Enquanto não se resolver a questão das aposentadorias e pensões dos ex-militares, não teremos sucesso. As FFAAs já tem a maior fatia… Read more »

Marcelo R
Visitante
Marcelo R

Se vai levar mais trinta anos para se construir um sub nuclear, proponho que se iniciem os estudos para um sub com propulsão magnetica, como esta em estudo pelas potencias (propulsão magnetica para embarcações), pois quando tivermos o sub nuclear daqui a trinta anos, esta vai ser tecnologia obsoleta.
De qualquer jeito o sub nuclear não deve ir a frente.

João-Curitiba
Visitante
João-Curitiba

Prezado Hornet Ao que tudo indica, o governo já decidiu pelo Sub Nuc, começando pelos convencionais para nos dar um início de capacitação. Então, a nós só resta apoiar ou não. O PND como um todo sinaliza para um salto tecnológico. Quanto aos que são contra por descrença na classe política, não podemos culpá-los. Afinal, o exemplo está aí desde 1500. Neste caso, a única solução que vejo é uma guerra civil. O lado que vencer dará as cartas. Aliás, já li alguém comentando na imprensa que ao Brasil faltou uma guerra civil nos moldes da dos EUA. Exageros à… Read more »

Vassily Zaitsev
Visitante
Vassily Zaitsev

Excelente matéria. O ponto de vista defendido pelo Galante diz tudo: Se um Astute custa quase 2 bi de Euros, nada mais racional maginar que o futuro Sub Nuclear brasileiro custe o mesmo valor, se não mais. Isso sem falar no prazo, que é muito longo.

Hornet
Visitante
Hornet

Caro João-Curitiba,

é isso aí, vc resumiu muito bem a questão.

um forte abraço

Galante
Visitante

João Curitiba: a questão das pensões dos militares está bem esclarecida nesse link: https://www.mar.mil.br/menu_v/ingresse_na_marinha/pensao.htm Pelo menos teoricamente o Governo atual decidiu-se pelo submarino nuclear, mas quando o Ministro da Defesa diz que o submarino será apenas de “defesa” e para defender a Amazônia Azul, eu tenho minhas dúvidas. Existem melhores alternativas, mais rápidas e mais baratas que um submarino nuclear para fazer esse tipo de defesa. Um submarino nuclear é uma arma de alcance global, para dissuasão nesse nível e não para emprego regional. Aliás, se nosso submarino nuclear sair mesmo do estágio de maquete, ele deverá ser mais ruidoso… Read more »

Baschera
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Baschera

Marcelo R,
Já existem estudos para uma catapulta de NAe com lançamento à propulsão magnética, usando-se como base tecnologica os princípios de funcionamento das ultra-centrífugas de Iperó.
Sds.

Ozawa
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Ozawa

A conduta da MB na obtenção de seus meios, sob o princípio das compras-de-oportunidade, parece contradizente ou ambíguia em relação à sua análise estratégica do cenário. Repisando, houve um inequívoco erro na obtenção do “sistema aeródromo” para MB, drenando recursos escassos para outros meios mais efetivos. De outra sorte, parece haver uma controvérsia velada dentro da MB acerca da tecnologia nuclear x AIP para propulsar seus submarinos dos próximos anos… Neste cenário, de recursos escassos, o que, aliás, sempre serão em relação às demandas, e isso para qualquer país do mundo, a MB quer ter navio-aeródromo, quer ter aeronaves de… Read more »

Vassily Zaitsev
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Vassily Zaitsev

Acho, sinceramente, que o Sub Nuclear não vai sair do papel antes de 2025, a não ser que surjam verbas imediatamente ( 130 Milhões por ano é muito pouco). Desistiram do IKL-214 com AIP pq alegaram que a milha náutica percorrida por ele seria bem mais caro que o mesmo percurso feito por um sub. convencional ( diesel somente). Se formos por esse pensamento, quanto custa a milha percorrida por um sub. nuclear????????????????? acho que é superior, inclusive ao sistema AIP ou MESMA.

Hornet
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Hornet

Galante, apesar da boa-vontade do Jobim, já deu pra perceber que ele não é muito do ramo, em termos técnicos-militar…se bobear, ele até pode pensar no Sub Nuclear pra navegar no Rio Negro e “defender” a Amazônia. Ou navegar no Tietê e “defender” SP. Então, eu nem levo muito tais questões técnicas que o Jobim diz em consideração…procuro entender o discurso dele no âmbito da estratégia de defesa que ele pode e/ou pretende construir politicamente…afinal, ele é um político e não um estrategista militar… Agora, se o Sub Nuc brasileiro será mais ruidoso ou não que os demais, penso que… Read more »

Galante
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Hornet, se a gente acompanhar a corrida tecnológica submarina, veremos que ela sempre foi atrás de mais discrição. Os submarinos nucleares americanos sempre foram mais silenciosos que os russos. Não é uma questão só de maquinaria, mas de revestimento acústico e design de casco.
É pouco provável que um submarino nuclear de primeira geração brasileiro seja tão silencioso quanto seus similares estrangeiros; ele deverá ser mais como os submarinos nucleares chineses, que começaram mais ruidosos que os demais.
E nesse ponto, será mais vulnerável e mais fácil de ser caçado por submarinos inimigos que queiram neutralizar nossa arma mais poderosa.

Flávio
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Flávio

Vassily Zaitsev, Você escreveu justo o que eu estava pensando. Achei a não assinatura do contrato para a construção do IKL-214 uma bela de uma falta de análise da parte de quem decide os rumos da marinha. Sou mais pessimista que você no assunto sub nuclear, acho que ele nunca sairá do papel. Acho que muitos dos senhores que escrevem suas opiniões nesse blog tomariam decisões mais acertadas que as pessoas que estão no ministério da defesa. É o problema de colocarem políticos em cargos que deveriam ser ocupados por quem realmente entende do assunto. Sds.

Hornet
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Hornet

Galante, Sim, sem dúvida e entendo isso…certamente o nosso primeiro Sub Nuc não estará no mesmo patamar dos Subs dos EUA, Inglaterra, Russia e nem mesmo da França…Tais países já vêm aperfeiçoando seus Subs há muito tempo…Mas eu vejo a coisa como um processo, e se o Brasil conseguir construir um primeiro Sub Nuclear, poderemos ter algo para fazer aperfeiçoamentos futuros…se não fizermos o Sub Nuclear, não teremos nada para aperfeiçoar no que diz respeito a Subs Nucleares… O Nautilus, se comparado com os Virgínia também devia ser uma “batedeira de bolo” submersa…mas os EUA chegaram ao Vírginia porque passaram… Read more »

Vassily Zaitsev
Visitante
Vassily Zaitsev

É Flavio,

culpa do apadrinhamento político????????????? concordo plenamente.

Quanto ao sub. nuclear, acho que sairá do papel, lá por 2025, só para ser igual ao Opalão: vai levar a vida na boa, encostado e sem funcionar, por causa dos “padrinhos” que não vão liberarem verbas suficientes.

João-Curitiba
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João-Curitiba

Prezado Galante Obrigado pelo link sobre as pensões. Fiquei com algumas dúvidas: A pensão para os herdeiros dos ex-combatentes. Até que grau? Como está no decreto, não define quando cessa e se for assim, os beneficiários têm um crescimento geométrico. Como é esta questão em outros países? O pessoal do Itamaraty e da Receita Federal (não sei se também a PF) ocupam carreira de estado. O regime jurídico deles é igual ao dos militares? Quanto ao Sub Nuc, você está certíssimo tecnicamente falando. Mas será que o governo está pensando tecnicamente? Não estaria pensando estrategicamente? Será que não há o… Read more »

Hornet
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Hornet

Caro João-Curitiba, ao ler seu último post fiquei intrigado e fui procurar algumas coisas na internet…e não é que vc pode ter razão!!! Antes de mais nada, eu também acho que o Galante está certo quando diz que um Sub Nuc não é o meio mais eficaz (e nem o mais barato) de se defender a Amazônia Azul…mas uma questão que vc coloca achei interessante: “Quanto ao Sub Nuc, você está certíssimo tecnicamente falando. Mas será que o governo está pensando tecnicamente? Não estaria pensando estrategicamente? Será que não há o desejo, embora não admitido, de projeção de força? Assim… Read more »

AJS
Visitante
AJS

Cautela com o que postamos por aqui, quando indagado “se os campesinos paraguaios ocuparem Itaipu, o EB ocupará a usina? o Cmd Mil Sul, respondeu que competiria à Itaipu Binacional tomar as providências se isso ocorresse, em seguida foi indagado se ocorresse ordem do Presidente Lula para ocupação da usina, o que ocorreria, o Cmd respondeu que as ordens seriam cumpridas, como todas o são, resposta óbvia”.
Em seguida, a imprensa do Paraguai caiu matando em cima disso, deturpou a matéria do Defesanet, e a população de lá ficou em polvorosa.
Agora, o Presidente Lula pediu desculpas ao Lugo.

Alexandre F.
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Alexandre F.

Pelo amor de Deus, o Brasil precisa 1º se definir, poís pelo que vae ser apresentado no PDN, o MINISTERIO DA DEFESA precisa cambiar seu nome, e retornar ao antigo EMFA, poís ter SubNuc, NAES e NAELs, para protegerem amazonia azul solamente, é meio esquisito e muitos vao questionar, sabe o que estou presentindo, que assim divulgarem o PDN, as maiores criticas viram de fora, inclusive de EUA, Argentina, Venezuela, Bolivia e Paraguai, nao esqueçendo a UE. O que se esta planejando se fazer é uma reestruturaçao total de conceito e meios, capacitando mais FORÇA e POTENCIAL as FA do… Read more »

Virtual XI
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Virtual XI

Quase que a metade da fronteira do Brasil é o Mar. Portanto, um submarino de propulsão nuclear é uma solução inteligente. O que não é inteligente é a demora que o projeto teve, têm em se definir e terá daqui para frente caso continue como está. Isso é contra tudo que o homem considera como aceitável. O investimento no submarino nuclear deve ser para hoje. É necessário se definir um prazo de 02 a 03 anos para a construção e, após o lançamento, se iniciar o segundo sempre aumentando a independência nacional no projeto. O submarino nuclear fecha a fronteira… Read more »

João-Curitiba
Visitante
João-Curitiba

Prezado Hornet Parece que é por aí mesmo. Pelo menos temos o apoio de Portugal. E o Alexandre F. levantou mais ainda a lebre, ao se referir à tal cláusula. Só lembrando o texto sobre o PND: A minuta de decreto diz que o País não aderirá ao protocolo adicional do Tratado de Não Proliferação Nuclear (TNP). A decisão põe fim à polêmica desencadeada anos atrás, quando a Associação Internacional de Energia Atômica (Aiea) fez pressões veladas para que o governo brasileiro assinasse o protocolo, destinado a ampliar as restrições e a organizar um regime de inspeções “invasivas” ao País.… Read more »

joao
Visitante
joao

Assim se pode para descrever a situacao da outrora grande Marinha Brasileira: QUE VERGONHA!!!

Castor
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Castor

Prezado autor do artigo Muito interessante seu artigo. Discordo em uma série de pontos. Existem pequenas falhas e omissões que, no todo, não comprometem o conteúdo. Porém discordo de sua conclusão. Não vou discutir pontos de vista, mas sua opinião é sustentada pela avaliação do custo de um submarino nuclear e, ao que me parece, está equivocada. No custo do SSN Virginia, foi dito que o custo é de US$ 4.9 bilhões por navio. Não foi especificada a sua fonte de informação, mas posso indicar outras que dão outros valores. No site http://www.defenseindustrydaily.com/gdeb-receives-127b-for-virginia-class-ssn-production-02904/ pode ser lido, em dezembro de 2006,… Read more »

Corsario-DF
Visitante
Corsario-DF

Primeiramente, excelente matéria Galante, está de parabéns. Lendo o post’s dos colegas, estou sentindo uma certa divisão entre os que querem e os que não querem. Eu sinceramente sou a favor da construção, mas não da forma que está sendo conduzida, vamos por parte: – O Sub Nuclear é a arma de dissuação nata, por natureza apesar do grande valor para operá-lo e obtê-lo; – O Sub c/AIP é realmente uma alternativa viável, mas ainda muito cara e difícil de se manter em terra, pois deve-se “abastecer” as células em bases que disponham da infra-estrutura necessária, tornando isso muito caro… Read more »