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França encomenda segundo submarino nuclear classe ‘Barracuda’

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barracuda-suffren.jpg

O ministro da defesa francês Hervé Morin, anunciou hoje a encomenda do segundo submarino nuclear de ataque da classe “Barracuda”. O Programa Barracuda, que compreende a construção de seis submarinos entre 2017 e 2028, no valor de 7,9 bilhões de euros (cerca de R$ 21,5 bilhões), vai gerar um grande número de empregos na DCNA, AREVA-TS, Atomic Energy Commission (CEA) e em mais de 100 pequenas e médias empresas até 2027.

A Délégation générale pour l’armement (DGA) fechou contrato com a DCNS e AREVA-TA para a construção do segundo submarino. Em paralelo, a montagem do primeiro navio da classe, o Suffren, começou com a soldagem das primeiras duas seções do casco.

A classe “Barracuda” terá como característica a baixa detectabilidade (baixo nível de indiscrição) e capacidade de “caça e destruição” (hunt and kill), visando os teatros de operação no Atlântico, Mediterrâneo e Oceano Índico.

ssn-barracuda

O Programa “Barracuda”

Em dezembro de 2006, o Ministério da Defesa da França fechou um contrato com o então estaleiro DCN e com o grupo de energia nuclear Areva-TA. O contrato total de cerca de € 7,9 bilhões (US$ 10,4 bilhões), com um acordo inicial de cerca de € 1,4 bilhão, seguido de 6 opções para cobrir o desenvolvimento, a produção e o apoio logístico para os primeiros anos de serviço.

Os submarinos terão 5.300t de deslocamento e vão substituir os submarinos da classe “Rubis/Amethyste”.

Seus tubos lança-torpedos serão capazes de disparar uma combinação de torpedos pesados guiados a fio (incluindo o novo torpedo Artemis), mísseis anti-navio SM-39 Exocet e mísseis de cruzeiro Scalp/Storm Shadow. Poderão levar também 12 commandos (forças especiais) cujo equipamento será levado num casulo fixado atrás da vela.

A profundidade de operação dos “Barracuda” será de 350 metros (1.150 pés) e a velocidade máxima será de 25 nós. Terá autonomia de víveres para 70 dias contínuos. O combustível nuclear dos submarinos será trocado a cada 10 anos e será do mesmo tipo usado nas usinas nucleares francesas, o que trará economia significativa.
Os navios da classe “Barracuda” receberão os seguintes nomes: Suffren, Duguay-Troin, Dupetit-Thouars, Duquesne, Tourville e De Grasse.

NOTA do BLOG: Durante as negociações do acordo sobre submarinos entre o Brasil e a França, foi divulgado que o “Barracuda” teria sido oferecido à Marinha do Brasil, sem o reator nuclear, e que o casco nos custaria cerca de R$ 3,6 bilhões. A informação não foi confirmada, mas faria muito mais sentido do que desenvolver um submarino nuclear do zero.

No entanto, segundo uma fonte, o reator nuclear que a Marinha do Brasil está desenvolvendo em São Paulo não cabe no “Barracuda” e será necessário projetar um casco com boca ainda maior.

A França vai pagar R$ 21,5 bilhões por 6 SSN “Barracuda” e o Brasil terá de pagar R$17,6 bilhões por 4 SSK “Scorpène” e um SSN.

NOTA do BLOG 2: Clique aqui para conhecer a história da Força de Submarinos da Marinha do Brasil.

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11 anos atrás

[…] França encomenda o segundo SSN “Barracuda” […]

Luciano
Luciano
11 anos atrás

Amigos,

Não tem como nós se conformamos com tal diferença gritante entre os SUBs Alemães e Franceses, Com tal diferença poderiamos muito bem acelerar o desenvolvimento cientifico para nós aprendemos e conquistar o nosso SUB ATI 100% Brasil, ainda mais os prazos que estão em contratos coisa de até 12 anos(brincadeira), só quero ver o programa da FAB FX-2 como que vai ficar se vai oferecer também Rafale desatualizado apesar de ser considerado “ultima geração”.

ARCANJO
ARCANJO
11 anos atrás

Feliz ou infelizmente não consegui emprego de representante de fabricantes de submarinos porque se tivesse conseguido estaria ganhando MUIITO DINHEIRO! Pelos números envolvidos, seria muito dinheiro mesmo!!! Apenas não quero ser tratado como um contribuinte brasileiro idiota que acredita em qualquer versão. Se o preço de suspender essa farta distribuição de dinheiro para a francesada for fazer pirraça contra os alemães, que se danem eles. Vamos partir para negociar com russo, suecos, espanhóis, italianos, gregos, australianos, coreanos, etc … Não conheço os altos integrantes da Marinha mas são tão falíveis como altos integrantes de qualquer organização. São humanos, não são… Read more »

Lenio
Lenio
11 anos atrás

Arcanjo! Vc representava ou representa a equipe de lobby, negociação, da empresa Alemã?
Para vc os altos integrantes da marinha responsáveis pelo seu planejamenton estratégicos são uns dementes?
Perdeu muito dinheiro ou teve interesse contrariado com a escolha do scorpene?

ARCANJO
ARCANJO
11 anos atrás

Fiquei só observando a enxurrada de “argumentos” para justificar a escandalosa compra dos SCORPENES. Em qualquer lugar do mundo, a constatação de compra de 4 submarinos sem aceitação, comprovadamente sem aceitação no mercado mundial, pelo mesmo preço de unidades nucelares de primeira linha geraria um processo investigativo. Dificilmente isto não acontecerá no futuro! Não é possível!!!! Os bons produtos disputam certamentes de técnica e preço e VENDEM. Alemães e russos venderam mais de 200 unidades para marinhas aprestadas, modernas e com inimigos potenciais reais. Unidades que navegam em todos os mares e oceanos do mundo servindo a países de todos… Read more »

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11 anos atrás

[…] França encomenda o segundo SSN “Barracuda” […]

Marco
Marco
11 anos atrás

Se não me falha a memória, nesses 17 bilhões de reais tambêm estão inclusos os custos de treinamento das tripulações ,a contrução da nova base naval no sul do estado rio e uma nova doca para contrução de submarinos nucleares.Talvez esses fatores justifiquem o preço do pacote.

Fernando
Fernando
11 anos atrás

Fazendo as contas de forma simples do artigo anterior (que transformam radiacäo em eletricidadae – sem contar que haja outro dispositivos como o termoelétrico, que aumentaria em muito a eficiëncia), um multipelicula em um aparato do tamano aproximado de uma geladeira daria para gerar cerca de 20 kw, na minha conta de curioso, este valor náo seria suficiente para a propulsäo de um sub híbrido, ou melhor, Flex… risos.

Fernando
Fernando
11 anos atrás

Sem encher mais liguiça, segue a matéria de onde tive essas elacubraçoes do post anterior. “Nanomaterial transforma radiação nuclear diretamente em eletricidade Redação do Site Inovação Tecnológica – 01/04/2008 Há pouco mais de uma semana, cientistas alcançaram o maior avanço nos materiais termoelétricos nos últimos 50 anos (veja Materiais termoelétricos têm eficiência aumentada em 40%). Esses materiais são capazes de transformar diretamente o calor em eletricidade. Radioatividade em eletricidade Agora, pesquisadores de outros dois laboratórios, anunciaram ter descoberto uma forma de aumentar drasticamente o rendimento de materiais capazes de transformar radioatividade – e não calor – diretamente em eletricidade. A… Read more »

Fernando
Fernando
11 anos atrás

Marcos T. em 29 Jun, 2009 às 11:09

Também concordo com sua afirmação. Em nível de tecnologias, após a década de 90 e suas revoluções de nanomaterias, informatica, condutores, etc… o avanço ainda continua muito acelerado, por isso, enquanto não houver uma freada nas inovações tecnológicas de chave, quaquer projeto longo aplicado (exetuando pesquisa de base) cai sempre na filosofia de Murph:

Ou sai bem mais caro que se planejava
Ou nasce obsoleto

Sds

Fernando
Fernando
11 anos atrás

Dei uma pesquisada sobre os meus posts anteriores (O que deveria ter feito bem antes de postar). Desculpe galera foi mal! Bem,como a maioria acredito que saiba, há três formas distintas de se produzir energia cinética (para os hélices) a partir da energia nuclear, reatores atômicos e baterias atômicas. A primeira seria através do aquecimento do vapor gerado pelo calor da fissão que através do vapor movimenta uma turbina que a trânsmite ao eixo do hélice (ou alternador para motores eletricos) e residualmente para gerar eletricidade para os sistemas da embarcação). Devido a eficiência deste sistema de transmitir grandes quantidades… Read more »

Alexandre
Alexandre
11 anos atrás

Pagamos caro para adquirir tecnogia alemã na construção de submarinos, hoje fabricamos aqui no RJ como o TIKUNA e paramos por aí, porque não continuamos a desemvolver e construir tais submarinos. Na minha opinião deveríamos desemvolver projetos nacionais em cima do que foi repassado pra nóis Brasileiros, teríamos que investir em um novo estaleiro e colocar esta verba que hoje se encontra disponivel na construção dos Tikuna 2, 3 , 4 , 5 , 6 e etc…com novas tecnologias em armamentos. Amanhã vem outro ministro e resolve pagar caro para adquirir tecnologia Americana, Russa, Inglesa e etc… e a gente… Read more »

Marcos T.
Marcos T.
11 anos atrás

Minha crítica não é quanto a intenção da MB de desenvolver tál técnologia. Agora o tempo que levará para que se alcance o resultado é que é absurdo. Sei que não se faz um Sub nuclear da noite para o dia, más 20 anos é uma vida (desconsiderando o tempo que já passou). Sendo que ao final teremos um PROTÓTIPO de Sub nuclear, provavelmente já ultrapassado técnologicamente. Fazendo uma projeção futura é possivel que surjam sistemas de sensoreamento mais poderosos, que anulem a principal arma do submarino, que é permacer oculto, fato que jogaria por terra todo esse tempo e… Read more »

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11 anos atrás

[…] A alternativa seria outro casco mais largo, como o do “Turquoise” (um Rubis/Amethyste com propulsão convencional) ou a Marinha entrando de sócia no novo SSN classe “Barracuda”. […]

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11 anos atrás

[…] França encomenda o segundo SSN “Barracuda” […]

Robson Br
Robson Br
11 anos atrás

MOSilva

Reator para equipamentos militares ninguem fornece. Até um submarino convencional nas condições que será produzido no Brasil com a participação de fornecedores locais já é dificil. O interesse da França é estratégico. Quanto ao domínio da energia nuclear pela MB é inquestionável. Duvido que os militares e principalmente os políticos brasileiros entrariam num projeto sem a certeza do êxito. Quanto ao casco uma coisa só que questiono nos convencionais: a falta de AIP. Temos tempo suficiente para definir o casco correto para o nosso SNB. QUANTO A FRANÇA: duvido que aceitariam correr o risco de entrar numa fria.

Mauricio R.
Mauricio R.
11 anos atrás

“Instalações para serem transferidas a leite de pato para uma empreiteira????

R: Você virou vidente? Você deve ter conhecimento de alguma informação que ninguém mais tem para afirmar isso.”

A parceira escolhida pela própria DCNS é a Odebrechet, que não tem nada de estaleiro, mas faz montagens industriais.
Maneira sutíl de se transferir tecnologia alguma, a empreiteira simplesmente vai montar um monte de caixas-pretas aonde os franceses mandarem, somente.

Luís Aurélio
Luís Aurélio
11 anos atrás

Se a MB, quisesse, já poderia ter o reator nuclear operando em algum navio de superfície. O PA nuclear US Imterprise tinha 8 reatores nucleares; os quais, provàvelmente, deveriam ter potencias semelhantes ao da MB. Quem quer operar submarinos nucleares, deve também possuir navios nucleares de superfície , a menos que queira só ter uma marinha voltada para a defesa da costa.

Maro Antonio Lins
11 anos atrás

Srs.
Este é o mundo dos negocios,niguem dar tecnologia porque o dominio dela dar independencia a qualquer nação e passa ser competidor. Nos pagamos por não ter cuidado da educação, formação de cientistas,
tecnicos especializados,criarmos uma cultura que existe uma coisa
chamado Defesa, e que sociedade acha que não precisamos.Mostrar
atraves de publicidades dando consciencia que precisamos de uma industria de defesa,e porque!..Que dar emprego,que transfere para
a sociedade novas tecnologia e tantos outros beneficios. Por emquanto temos que comprar para não ficarmos para tras.

MOSilva
MOSilva
11 anos atrás

Bem colocado Alexandre. Porém, para se queimar etapas, algumas destas etapas devem estar prontas, ou, no mínimo, se ter a tecnologia (teórica e de fabricação) para fazê-las. Por exemplo, se há domínio da técnica de fabricação do casco do submarino, vale a pena comprar um reator (ou sua tecnologia de fabricação). E vice-versa. Qual é a tecnologia que dominamos para se produzir um SN? Como você disse, começar agora (descartando o que foi feito nos últimos 30 anos) é perda de tempo e dinheiro (um recurso sempre limitado). Se for aproveitada a tecnologia (dura e lentamente) desenvolvida no país, corremos… Read more »

MOSilva
MOSilva
11 anos atrás

Obrigado pela resposta Alexandre.
Então, o acordo é semelhante ao que seria feito com a Alemanha: subs convencionais sem AIP.
Fico intrigado como será (se é que será…) o futuro SNB; um “Scorpènão”? Um “Barracuda Gordo” (para caber o nosso reator)? Um híbrido Type 209-1500 com Scorpène e com Barracuda? Que medo…
SDS.

Alexandre Galante
11 anos atrás

MOSilva, também tenho medo…rs
Afinal, é muito dinheiro em jogo e nossa proteção dependerá dessas plataformas.

O ideal seria se pudéssemos ter o casco do “Barracuda” já pronto e colocarmos nosso reator nele.

Se o objetivo é queimar etapas, não faz sentido projetar um submarino nuclear do zero, que vai levar muito mais tempo (isso, SE conseguirmos terminá-lo).

Fernando
Fernando
11 anos atrás

Apenas uma divagação de leigo sobre o assunto…

O pulo do gato não seria exatamente produzir reatores menores (por exemplo: que utilizem esses novos materiais que são capazes de transformar diretamente calor e radiação em eletricidade), porém bem fraquinhos, o suficiente para manter o sub em velocidade baixa por tempo indefinido e mais um pouco para regarregar baterias de nova geração para velocidades altas por pouco período de tempo,… Enfim, sub nuc “high tech” de pobre…

Fernando
Fernando
11 anos atrás

Complementando a “viagem na maionese” anterior… Um sistema destes não daria para ser adaptdo em subs convencionais

Fernando
Fernando
11 anos atrás

Uma notícia interessante sobre materiais termoelétricos. “Materiais termoelétricos produzidos em larga escala com força centrífuga Módulos termoelétricos constituídos por sete pares p-n de telureto de bismuto. Engenheiros japoneses desenvolveram uma película termoelétrica que poderá ser utilizada para revestir equipamentos industriais, motores e até processadores de computador, transformando o calor desperdiçado em energia elétrica. Película termoelétrica A película termoelétrica funciona como um revestimento de resfriamento, capturando o calor liberado pela superfície onde ela está aplicada e transformando-o diretamente em eletricidade. Até mesmo o calor do Sol incidindo sobre um dos lados da película produz um diferencial de temperatura em relação ao… Read more »

Alexandre Galante
11 anos atrás

MOSilva, não, os “Scorpène” brasileiros (SBR) não terão AIP, até porque o sistema AIP francês MESMA é muito ruim.

Luís Aurélio
Luís Aurélio
11 anos atrás

A Marinha Chilena é sem dúvida alguma, uma marinha altamente profissional, e, não optaria pelos Scorpene, se não fossem submarinos no estado da arte. No dia em que eles resolverem operar submarinos nucleares, não levarão vinte anos para desenvolverem um reator nuclear , como a nossa marinha está fazendo. Só tem moral para criticar os submarinos nucleares franceses, quem souber construir melhor, o que , não é o caso do Brasil.

adlermedrado
11 anos atrás

Quem precisa compra???? É essa a filosofia???? R: Sim. Quem precisa e não tem meios de produzir ou compra ou fabrica. Instalações para serem transferidas a leite de pato para uma empreiteira???? R: Você virou vidente? Você deve ter conhecimento de alguma informação que ninguém mais tem para afirmar isso. SCORPENE no estado da arte????? O que é isso! Os pobre chilenos penando feito loucos! R: Levando em conta que são submarinos convencionais compatíveis com os seus concorrentes eu acredito que estão no estado da arte pelo menos no nível de meios que estão disponíveis para exportação por seus países… Read more »

TiagoJeronimo
11 anos atrás

O que seria mais barato? Diminuir o tamanho do reator ou aumentar o tamanho do casco? Acho que se a frança realmente ofereceu o casco do barracuda, a marinha deveria estudar a questão antes de rejeitar a oferta. Que tal os franceses num venderem uns “Rubis/Amethyste” ou pelo menos arrendarem um ou dois enquanto não temos o nosso para criarmos uma doutrina operacional?

corsario01
11 anos atrás

E para acrescentar, quem afirma que os Scorpenes não são modernos, desculpe, mas não tem o devido conhecimento sobre a questão. E não tem o devido conhecimento também, dos custos de se construir um estaleiro e criar as facilidades para a construção de 4 ou mais subs sejam feitos no Brasil. Sim, eu disse 4 ou mais subs, por que 4 foram contratados agora, mas a MB pleiteia mais alguns, pois os classe Tupi não são eternos. Mas, cada um com seus pensamentos! O meu é de que estamos no caminho certo! É caro? Claro que é, não estamos comprando… Read more »

RicardoPinto
11 anos atrás

Eu prefiro gastar mais e aprender a fazer do que comprar pronto e continuar ignorante. ( 2 ) Falou tudo… Conhecimento não vem de graça e quem tem não vende a preço barato, e quem possui desenvolve algo melhor… Tem muito engenheiro de obra pronta que adora questionar, mas não se da o trabalho de pesquisar… @!$#% isto é de doer. Para chega rno SUB ou qualquer outro "meio" precisa-se desenvolver o projeto desde o inicio todos nós sabemos, mas e para contruir e depois mante-lo ? Isto nunca é levado em conta pelos que "adoram criticar" ou melhor os… Read more »

MOSilva
MOSilva
11 anos atrás

Acredito que, como foi escrito anteriormente, o preços a serem pagos pelo Brasil com o acordo de cooperação Brasil/França estão dentro do esparado/pagável devido as muitas necessidades que temos (aprendizado, infraestrutura, etc). Não dá para comparar com uma “compra pura e simples” (como o que a França fez) sem necessidade de outros gastos.
Os submarinos modelo Scopene estão sim entre os mais modernos subs convencionais (propulsão diesel/elétrica). Claro que eles são bem diferentes de um sub nuclear. Mas isso não quer dizer que sejam “ultrapassados”.
Uma dúvida: pelo acordo, os Scopene brasileiros terão AIP?
SDS.

Paulo Subtil
Paulo Subtil
11 anos atrás

Eu prefiro gastar mais e aprender a fazer do que comprar pronto e continuar ignorante.

O aprendizado tem um custo.

Patriota
Patriota
11 anos atrás

Bem o valor não me surpreende, pois os franceses já tem o estaleiro com os recurços para realizar a construção dos submarinos nucleares assim como as bases para estes.
Pessoal nós vamos começar do zero ,temos que construir um novo estaleiro , construir a base para os submarinos nucleares , capacitar mão de obra e etc.
Está tecnologia que os franceses vão passar para o Brasil custou muito mais que
17 bilhôes para ser desenvolvida foram décadas de pesquisa .
Ainda digo mais os SCORPENE estão longe de serem obsoletos

ARCANJO
ARCANJO
11 anos atrás

É pelo jeito está valendo tudo!
Parece que as normas referentes aos gastos públicos foram torpedeadas!
O dia em que "aprender" exigir torrar dinheiro público dessa maneira chegamos no fundo do poço!
Eu ainda acho que isso vai "pipocar" e aí ….sei não.

ARCANJO
ARCANJO
11 anos atrás

INACREDITÁVEL! Os franceses vão construir 6 submarinos nucleares, de último modelo, os mais modernos, PELO MESMO PREÇO COBRADO AO BRASIL PARA A CONSTRUÇÃO DE 4 OBSOLETOS SCORPENES SUBMARINOSCONVENCIONAIS (€ 7,9 bilhões). Sim aqueles mesmo, que mergulham no máximo 3 dias sem ter NENHUM CONCEITO NO MERCADO MUNDIAL.O tal submarino que ninugém compra -.
É bom que não falem da promessa do nuclear, mera quimera para daqui a décadas, e que deverá ser um SCORPENE espichado … assim não dá!!!
Sinceramente, tudo tem limite!
Essa operação NUCLEAR BRASILEIRO tem de ser questionada e revisada desde a estaca zero!

ARCANJO
ARCANJO
11 anos atrás

Quem precisa compra???? É essa a filosofia????
Instalações para serem transferidas a leite de pato para uma empreiteira????
SCORPENE no estado da arte????? O que é isso! Os pobre chilenos penando feito loucos!
No final tudo depende da habilidade do vendedor em negociar o produto, independentemente da qualidade do produto???? É isso? … Céus!!!
DEFINITIVAMENTE ESTAMOS MUITO, MAS MUITO MAL MESMO!
Depois disso fica evidente que tudo precisa ser total e radicalmente revisto porque agride e faz desmoronar os mais razoáveis princípios de gestão pública, isso para não ir mais longe!

LUIZ FLORIANO ALVES
11 anos atrás

Pessoal! Não dá para acreditar, estamos comprando Scopenes a preço de equipamento de primeira linha. Não acreditem que algum pais vá vender o “pulo do gato”. Qualqueer publicação naval do mundo classifica o Scopene como modelo de EXPORTAÇÂO. Sabemos o que isso quer dizer, é equipamento para vender a quem quer parecer equipado. É como o freedom fighter ou F-5, modelo barato para nações de programa de ajuda militar. Parece um grande caça mais não decola em qualquer pista com a carga bélica e não conseguiu se firmar no Viet Nam, nem quando os EU estavam necessitando de qualquer meio… Read more »