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O Rafale a bordo do PA ‘Foch’

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campfoch02gd

A versão naval d caça Rafale realizou uma série de operações a bordo do PA Foch (atual NAe São Paulo), de 1993 a 1998. Na tabela abaixo, pode-se ver a lista de campanhas a bordo e qual o protótipo usado. Foram ao todo 168 pousos enganchados e catapultagens.

Na segunda foto, o Rafale na catapulta de vante do PA Foch. Observar a configuração do caça: dois tanques subalares, dois mísseis BVR MICA e dois Magic II nas pontas das asas.

Na terceira foto, o Rafale pousando no PA Foch, com 4 mísseis MICA, um tanque ventral e dois mísseis Magic nas pontas das asas.

Na quarta foto, o Rafale decola do PA Foch usando um mini ski-jump com elevação de 1º30′, que equivalia a 20 nós a mais de vento. Com a rampa, a aeronave podia levar mais 2.000kg de carga.

Campanhas
Datas
Aeronave
Catapultagens/Pousos
PA1

19/04/1993

7/05/1993

Rafale M01
31

PA2

PA2 (bis)

27/01/1994

07/02/1994

11/04/1994

03/05/1994

Rafale M01

Rafale M02

56
PA3

17/10/1994

03/11/1994

Rafale M02
25
PA4

11/09/1995

15/09/1995

Rafale M02
20
PA5

19/01/1998

06/02/1998

Rafale M02
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campfoch04gd

campfoch01gd

campfoch03gd

foch_ski-jump

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claudio niloRafale operando no PA ‘Foch’Guilherme PoggiodanielBaschera Recent comment authors
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Mauricio R.
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Mauricio R.

Não tem foto da rampinha, que foi colocada á proa p/ essas operações???

Joaca
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Joaca

senhores
8 A4 e 8 F1 no A12 sereiam no mínimo respeitoso.
Precisamos comprar 16 F1’s para a MB
at
JOACA

Marcelo Tadeu
Visitante
Marcelo Tadeu

Joaca,

F1? Que avião é esse? Mirage F-1? Rafale M,certo?

Pessoal, não custa sonhar!! Um esquadrão de Rafales M na MB não é uma coisa impossível não.

Sds,

Marcelo Tadeu
Visitante
Marcelo Tadeu

Uma dúvida. O A-4 quando é lançado utiliza um cabo de aço, certo? Este cabo se perde no mar depois de lançado ou é reutilizável?

Ten. Rocha
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Ten. Rocha

O cabresto que é preso em ganchos na aeronave, é recuperado através de um sistema que o prende após soltar-se da aeronave. eventualmente o sistema fica fora de operação e o cabresto acaba na água.

Igo
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Igo

Mauricio R.

Essa última foto não é um Mini Ski-Jump, ela foi colocada devido a uma diferença no sistema da catapulta. Ele foi uma espécie de adaptador do sistema de engate. O Rafale não precisa dela para operar.

Sds,,

Marcelo Tadeu
Visitante
Marcelo Tadeu

Valeu Ten. Rocha!!!!

Alexandre Galante
Visitante

Igo, essa não foi a informação passada pela Marine Nationale. Segundo a mesma, foi instalada a rampa para compensar o comprimento menor da catapulta em relação ao CdG.

Camilo
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Camilo

Galante, Tendo em vista a informação passada pela Marine Nationale a respeito da rampa, essa poderia ser uma solução relativamente simples para operar o Rafale a partir do SP. Quem sabe poderia ser adaptada uma extensão permanente ao invés da provisória usada nos testes. Será que poderia ser aumentado o ângulo do mini ski-jump de modo a permitir que o incremento de peso de decolagem fosse além dos 2.000 kg? Ou será que este é o comprimento e inclinação máximos que a rampa poderia ter? Outra dúvida minha: com a adoção da rampa qual seria a limitação de peso máximo… Read more »

Nunão
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Nunão

“Marcelo Tadeu em 26 Ago, 2009 às 14:53

Joaca,

F1? Que avião é esse? Mirage F-1? Rafale M,certo?”

Antecipando o Joaca, creio que ele se referiu ao Rafale M, na versão F1 (primeira versão de produção, com capacidade restrita à arena ar-ar. A que começou a ser produzida agora é a F3)

Nunão
Visitante
Nunão

Gente, não se esqueçam que a questão não é só decolagem.

Tem que pensar sempre no peso máximo para enganchar, com reserva suficiente para mais de uma tentativa, de preferência sem ter que alijar armamento não utilizado etc.

Não vou colocar esses dados aqui para não estragar o debate. Boa discussão a todos!

Alfredo.Araujo
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Alfredo.Araujo

“Nunão em 26 Ago, 2009 às 18:09

“de preferência sem ter que alijar armamento não utilizado etc.”

shudsahudas

Se forem feitos 2 pousos nesses padroes, acaba-se o estoque de misseis da MB !!

RoLoUcO
Visitante
RoLoUcO

eu so sei de uma coisa, que da para usar o rafale, a parada e a boa vontade de liberar a grana para a compra e operação!!
estes ajustes não são bicho de sete cabeças, sou torneiro mecânico e tenho experiência na construção naval, i da para colocar uma rampa ali definitiva, agora e como eu falei, tem que ter didim!!!

RL
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RL

Acredito que até a MB comprar o RAFAEL para ser utilizado no Opalão, teremos outro PA.

ou seja, daqui a muuuuuuuuuuito tempo..

Hornet
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Hornet

Uma dúvida: supondo que o Rafale vença o FX2 e que venha a equipar a MB. Não seria pra ser usado no A-12, ou seria? Pelo o que eu sei a MB planeja a substituição do A-12 por volta de 2025. Não creio que o cronograma de entregas do Rafale para a FAB, e depois para a MB, atenda o prazo estipulado pela MB para aposentar os Skyhawks/Opalão em tempo hábil e útil para sua utilização no A-12. Acho que se o Rafale equipar a MB, será para um outro NAe. Para o substituto do Opalão. Tenho quase certeza disso.… Read more »

Nunão
Visitante
Nunão

Pois é, Hornet, vc tem razão. Agora dizem por aí que poderiam oferecer unidades usadas da versão F1 como “mimo”.

Mas o que se deve analisar aqui são as prioridades da MB. E não está entre as principais prioridades elencadas os investimentos em aviação de asa fixa embarcada que ultrapassem o que já está sendo feito (final da reforma do A-12, disponibilização de maior quantidade de A-4 sem modernização e projetos para modernizar uma dúzia).

Roberto Carvalho
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Roberto Carvalho

A rampa na catapulta de vante do A12 é retrátil, e permanece no navio até hoje.

Sds

Hornet
Visitante
Hornet

Nunão,

pois é, mas acho que esta história de “mimo” pode ser um desvio inadequado do planejamento realizado, o que não é bom. Se já está planejado modernizar os Skyhawks e consertar o Opalão (já acabou o conserto, não?) para manter a doutrina, colocar a carroça na frente dos burros pode não ser uma boa.

E sem falar no ponto central, que vc tocou: a ordem de prioridade da MB.

Também creio que no momento, asa fixa na MB, só os Falcões/Opalão mesmo…e para manter a doutrina, nada mais.

abração

LM
Visitante
LM

Prezado Roberto, Na reforma realizada no “Foch” (atual NAe São Paulo) entre 1995 e 1997, as áreas dos defletores de jato foram ampliadas e houve a instalação de um pequeno ski-jump retrátil para lançamento do Rafale. Essa rampa foi retirada antes da transferência do navio para a MB em 2000. O senhor pode ter se confundido, caso o senhor tenha sobrevoado o AMRJ quando o NAe estava docado no dique Almirante Régis, onde a MB aproveitou a ocasião para fazer a revisão geral das catapultas de lançamento de aeronaves, e ficou um “buraco” no convôo na extremidade de proa. Na… Read more »

LM
Visitante
LM

Amigo Mauro,

Estavas sumido! É bom ler seus comentários novamente.

Amigo Hornet,

Esqueci de elogiar seus comentários. Como sempre, perfeitos!

Abraços aos dois

Roberto Carvalho
Visitante
Roberto Carvalho

Comandante LM,

Obrigado pela correção. Eu não sobrevoei o NAe São Paulo, mas o que me fez confundir foi o “buraco” no convôo que o senhor falou mesmo. Eu vi uma foto do navio docado e tinha esse “buraco” a frente da catapulta, por isso achei que a rampa ainda estava lá.

Obrigado!

Baschera
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Baschera

A adoção da mini ski-jump no “Foch” para testes do Rafale F1, teve o motivo de “alongar” a pista de vôo e permitir que o mesmo pudesse decolar com o mínimo de carga, de combustível e armamento, já que as catapultas do A-12 só podem decolar com o máximo (não recomendável) de 20 Ton. No entanto, lí um relato de que se o F1 não fosse reabastecido no ar, seu raio de ação seria pífio. Reparem que a configuração de armamento possível também é mínima na decolagem. O pouso também é problema se o F1 vier com muito peso, os… Read more »

LM
Visitante
LM

Prezado Amigo, Tentando responder suas perguntas… “Há algum cronograma sobre a reforma dos A-4?” A previsão é que a modernização das 12 aeronaves dure cerca de 5 anos. Tendo inicio em 2010. “Qual a opinião do amigo a respeito dos 725 que serão incorporados à MB?” Os 16 Super Cougar serão basicamente em versões de transporte e C-SAR (8 unidades) e ASuW (8 unidades) armadas com 2 mísseis Exocet AM-39. As aeronaves da primeira versão, são importantíssimas para apoio as operações do CFN e na capacidade de transporte da Força. As aeronaves para ASuW, possuem capacidade para lançar os mísseis… Read more »

DjBa
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DjBa

E o São Paulo? Cadê? Não era no final do mês passado que ele deveria ter voltado a iniciar sua fase operativa?

daniel
Visitante
daniel

Desculpem a ignorancia, mas o HMS ARK ROYAL R09 nao operava o Phantom ele era do tamanho do nosso querido opalao, o Phantom tem um peso proximo do Rafale, quais as modificacoes feitas pelos ingleses que permitiram operar com esse aviao? nao poderiam ser feitas no Sao Paulo?

dados do Phatom II
Vazio 28,500 lb 12,930 kg
Carregado 51,440 lb 23,340 kg
Máximo à descolagem 58,000 lb 26,300 kg
Capacidade

daniel
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daniel

O galante uma outra vez que eu perguntei ele falou que as catapultas utilizadas pelo ark royal eram as mesmas que do Sao Paulo

Baschera
Visitante
Baschera

Daniel,
De fabricante são iguais, mas não de potência…

Sds.

Hornet
Visitante
Hornet

LM,

e esses 10 Rafales seriam, digamos assim, de “pronta entrega”?

Caso contrário, acho que nem compensaria, não é verdade?

Mauro,

faço coro com o amigo LM…tava sumido!!! Muito trabalho?

abração aos dois

Hornet
Visitante
Hornet

caro LM, sou eu que agradeço seus comentários aqui no blog e como já lhe disse, sigo-os de perto. Um dia nós dois precisávamos tomar um café juntos. Pensei que seria quando fui para Aracaju (até avisei a vc e tal, creio que se lembra), há cerca de dois meses. Minha intenção era parar no Rio, mas infelizmente tive que pegar um vôo direto (SP-Aracaju) e acabei “furando” com vc. Mas não faltarão oportunidades, tenho certeza. Esse assunto da Defesa me interessa, inclusive academicamente. É um tema que tenho interesse duplo: como cidadão e como tema de debate (visando propostas… Read more »

Alecsander
Visitante
Alecsander

Bom, para quem achava que o porta-aviões São Paulo não tinha capacidade de comporta caças de maior porte, ai esta a contradição. Porem acho que o Rafale não seria tão bom na Marinha tanto quanto seria na Força Aérea, acho que seria melhor ter uma aeronave de custo beneficio melhor como o F/A-18 que sairia bem mais barato do que a versão embarcada do Rafale.

Um grande abraço.

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[…] Rafale no Foch […]

claudio nilo
Visitante
claudio nilo

Não sou militar mais acredito que se temos um porta avião frances devemos colocar um avião frances para ser operado nele, não podemos comprar um avião que ainda esta no projeto ou outro que nunca sera passado sua tecnologia, já basta de sermos subervenientes aos estados unidos temos que encarar que somos um pais grande com nossas dificuldades mais que estamos superando a tudo e a todos, temos que proteger nossas riquesas.e viva a marinha do brasil.

caludio