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O PEAMB e o Pantanal

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Recentemente formulada, a Estratégia Nacional de Defesa (END), dentre outros assuntos, apresentou diretrizes com respeito à organização e à orientação das Forças Armadas, para melhor desempenharem sua destinação constitucional e suas atribuições na paz e na guerra.

Em decorrência dos preceitos estabelecidos pela END, a Marinha do Brasil (MB) elaborou o respectivo “Plano de Equipamento e de Articulação” (PEAMB), documento que contempla ampla proposta de distribuição espacial das instalações militares e de quantificação dos meios necessários ao atendimento eficaz das tarefas do Poder Naval.

Em suma, o PEAMB apresenta projetos e metas para o reaparelhamento de seus meios, expansão e redistribuição de suas Organizações Militares e para o incremento e capacitação de seu efetivo.

O propósito maior do referido plano é a obtenção de capacidade plena para o cumprimento das tarefas básicas do Poder Naval, como também se busca obter capacidade para o cumprimento das atividades subsidiárias afetas à Autoridade Marítima.

No contexto regional em particular, a END e, por consequência, o PEAMB preconizam que o efetivo da Força deverá ser reposicionado, devendo a MB adensar sua presença e na bacia fluvial Paraguai-Paraná, na bacia Amazônica e no Atlântico Sul.

Nesse sentido, o PEAMB concebe, para a área do Comando do 6° Distrito Naval, uma série de medidas, a fim de incrementar a efetividade da presença naval na fronteira oeste. Notadamente, o plano prevê novos navios para a Flotilha de Mato Grosso, helicópteros para o Esquadrão HU-4, a transformação do Grupamento de Fuzileiros Navais de Ladário em Batalhão de Operações Ribeirinhas, e a revitalização da Base Fluvial de Ladário e a ampliação do Depósito Naval.

Na esteira deste esforço, vislumbra-se que a consecução do PEAMB, como um todo, impulsionará de forma ímpar a indústria nacional e acarretará positivo impacto social, ao considerar a quantidade relevante de empregos diretos e indiretos a serem criados.

FONTE: PantanalNews

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Challenger
Challenger
10 anos atrás

Criação do Batalhão de Operações Ribeirinhas, estilo Infantaria Leve Movel, troca dos Esquilos por um helicóptero maior, tipo A-109LUH ou Bell 412, acho que são os mais importantes.

Lucas Calabrio
Lucas Calabrio
10 anos atrás

Características
* Deslocamento: 620 toneladas – padrão / 720 toneladas – plena carga
* Dimensões: 55 m x 10,1 m x 1,6 m
* Velocidade: 12 nós (22 km/h)
* Raio de Ação: 1.350 milhas (2.500 km)
* Autonomia: 16 dias
* Tripulação: 74 homens
* Armamento: 1 reparo singelo de canhão 76mm; 2 canhões Bofors 40 mm/70 e 6 metralhadoras Oerlikon 20 mm

Luciano
Luciano
10 anos atrás

Eo velho parnaíba ainda ativo! 😀

Noel
Noel
10 anos atrás

Continua sendo o Rei do rio.

Claudio Lisboa
Claudio Lisboa
10 anos atrás

O M PARNAÍBA foi modernizado em 1998/99 tendo como principais alterações a instalação de novos sistemas de propulsão e de geração e distribuição de energia. Porém, ressalta-se a instalação de um convés de voo, possibilitando que o meio opere com aeronave orgânica. Assim, o “Jaú do Pantanal” – navio mais antigo da Marinha do Brasil -, continua atualizado e marcando a presença do nosso Poder Naval na fronteira oeste.