terça-feira, abril 13, 2021

Saab Naval

França fica durante 18 meses sem seu único porta-aviões

Destaques

Alexandre Galante
Ex-tripulante da fragata Niterói (F40), jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br

CdG

A França perderá, a partir de setembro de 2016 e durante 18 meses, seu único porta-aviões Charles de Gaulle. O navio será enviado para uma reforma geral, que deverá estar concluída em fevereiro de 2018.

O Ministério da Defesa francês pretende gastar com a reparação e modernização do porta-aviões cerca de 1,3 bilhões de euros. Esses recursos incluem a recarga dos reatores nucleares do Charles de Gaulle.
A reforma geral do porta-aviões francês já estava prevista há algum tempo. A última modernização do Charles de Gaulle teve lugar em 2008-2009.

R91 Charles De Gaulle

FONTE: Voz da Rússia

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daltonl

CDG necessita reabastecimento de 7 em 7 anos, sendo assim, deverá haver um em 2024/2025 e um quarto e
possivelmente último em 2033/2034, a data estimada para
o descomissionamento do CDG é 2041.

Preciso pintar o “Tilly” do meu modelo de branco e não vermelho como veio, fora isso representa bem um belo
navio na minha opinião.

Bonne chance mon ami !

Marcelo

09/16 ainda está um pouco longe…mas quem tem 1, não tem nenhum….

será que os Rafales não poderiam treinar no São Paulo, com pouco combustível e sem armamento, nesse período. Sei que treinam nos PAs americanos.

thomas_dw

o Sao Paulo nao esta operacional – alias, o Sao Paulo foi a pior compra que a Marinha fez, em 13 ou 14 anos ficou operacional pouco tempo, e desde 2005 esta parado. Apenas a teimosia da Marinha e a necessidade de evitar a baixa, que manteve o Sao Paulo longe da sucata. A Marinha da França prefere operar com a US Navy pois assim opera em um ambiente 100% operacional. O unico beneficio que a Marinha teve, foi de demonstrar a sua capacidade de manutenção, o Sao Paulo é um beco sem saida, pois nunca iremos construir um novo… Read more »

daltonl

“…mas quem tem 1, não tem nenhum…” Marcelo…não é bem assim ! Veja que o CDG mesmo após um longo cruzeiro estava disponivel para ação militar contra a Libia. Outro exemplo: o USS George Washington é o único NAe baseado no Japão. Ele costuma fazer duas patrulhas durante o ano de cerca de 3 meses cada o resto ele passa em manutenção ou treinamento, mas estava convenientemente no mar para prestar ajuda às Filipinas recentemente. Quanto ao Rafale treinar no NAeSP concordo com o Thomas, sempre há um NAe da US Navy passando pelo Mediterrâneo assim os pilotos franceses poderão… Read more »

Marcelo Andrade

Alguém poderia confirmar a informação de que na época da venda do Foch para o Brasil, alguns almirantes franceses foram contra pois, o queriam justamente como reserva do CDG em seus períodos de manutenção?

daltonl

A Marinha francesa acostumou-se a ter 2 NAes, mesmo antes da dupla Clemenceau e Foch o que permitia ter um
sempre disponivel ou um segundo agindo como porta-helicopteros.

O CDG acabou substituindo o Clemenceau porém tanto recurso foi consumido na construção e operação dele que
manter o Foch não parecia economicamente aceitável na
época então optou-se temporariamente a reduzir o nr de
NAes a um até um momento mais propicio.

Hoje a idéia de um segundo NAe parece definitivamente descartada.

Almeida

É verdade, parece que o CVF/PA2 caiu de vez do telhado:

http://www.defenseindustrydaily.com/france-steaming-ahead-on-pa2cvf-carrier-project-01621/

O que é estranho, uma vez que o Livre Blanc, a END francesa, não diminuiu em nada as obrigações estratégicas da Marine Nationale.

Se explodir uma nova Líbia durante estes otimistas 18 meses de manutenção ou, pior ainda, algo bem mais longe, eles perceberão sim que quem tem um não tem nada.

Será que planejam realmente ampliar aquela parceria com o Reino Unido e ficarem usando um o NAe do outro nesses períodos? Veremos Rafales M no Prince of Wales? Veremos F-35B (ou C) no Charles de Gaule?

Almeida

Respondendo minha própria pergunta: não, não veremos. Nem o Prince of Wales nem o Queen Elizabeth terão catapultas, já até passou do prazo de mudar de ideia.

Almeida

Enquanto isso, na República da Banânia…

Nem França nem Reino Unido conseguem mais manter um porta aviões, com sua ala aérea e suas escoltas. Ambos tinham planos para dois, cortaram para apenas um e se pudessem encostavam esse um no pier.

Mas por aqui nosso almirantado cisma, teima, em planejar duas esquadras, cada uma nucleada em um NAe de pelo menos 40.000t. Com pelo menos dois esquadrões de caça de 4.5a geração, aeronaves AEW, ASW, 30 escoltas de 6.000t…

João Filho

“Mas por aqui nosso almirantado cisma, teima, em planejar duas esquadras, cada uma nucleada em um NAe de pelo menos 40.000t. Com pelo menos dois esquadrões de caça de 4.5a geração, aeronaves AEW, ASW, 30 escoltas de 6.000t…”

Nao cismam… Sonham!!!

juarezmartinez

O, pior é que tem gente que acredita jisto, inclusive algusn blogueirso “experts em difesa”….
Deus nos acuda.

Grande abraço

MO
MO

Eu andei me quebrando (ombro) sem internet e perdi alguma coisa ? sapiencia na área ??? rsssss o que eu perdi ?? rssss, abs

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