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Marinha assina acordo de cooperação para modernização e remotorização de aviões C-1A (COD/AAR)

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Acordo C-1A
Contra-Almirante Carlos Frederico Carneiro Primo, Diretor de Aeronáutica da Marinha, assina o TAA (Technical Assistance Agreement – projeto COD/ARR), à esquerda o Sr Shlomo Erez, Presidente da AEL Sistemas, representando a M7 Aerospace / Elbit Systems e à direita o Sr Chuck Stanford Jr, Presidente da Empresa Marsh Aviation Company.

 

No dia 10 de dezembro de 2013, no Rio de Janeiro, o Diretor de Aeronáutica da Marinha (DAerM), Contra-Almirante Carlos Frederico Carneiro Primo, representando a Marinha do Brasil, e o Presidente da empresa Marsh Aviation Company, Chuck Stanford Jr assinaram o TAA (Technical Assistance Agreement).
O TAA é um documento de Acordo de Cooperação Técnica, expedido pelo DOS (Department of State – EUA) e que permite dar prosseguimento ao Contrato de Modernização e Remotorização de quatro Aeronaves C-1A Carrier-on-Board Delivery (projeto COD/AAR).
O futuro recebimento dessas aeronaves irá marcar um novo patamar operacional para a Marinha do Brasil, uma vez que ao possuir a capacidade de operar a partir de Navio-Aeródromo, permitirá o apoio logístico à Esquadra, tanto na área de pessoal como de material, assim como o reabastecimento em voo das aeronaves AF-1/1A “Skyhawk”.

Turbo Trader

DIVULGAÇÃO: Diretoria de Aeronáutica da Marinha / IMAGEM: Meramente ilustrativa, de Turbo Trackers modernizados pela Marsh para combate a incêndios

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eduardo.pereira1
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eduardo.pereira1

Acredito que ja estao se preparando pra começar a passear mundo afora com o Nae Sao Paulo entre meio aos treinamentos com frotas de outros paises. Pra mim só o fato de um dia ver este gigante vigiando nossa fronteira marítima ( se é que isso existe,rs).
Sds. Eduardo aguardando a ave,digo, o aviao mitológico!!

eduardo.pereira1
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eduardo.pereira1

só este fato ja seria bacana e acabaria com muita choradeira (bem fundamentadas digo de passagem viu),é que nao gosto de ver ninguém chorar.rs

juarezmartinez
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juarezmartinez

Isto aí íé só o começo do fim…..não se surpreendam se lá pelos idos de 2016 estes aviões acabarem como bombeiros florestais no corpo de bombeiros do DF.

Grande abraço

Almeida
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Almeida

Mais dinheiro jogado fora num projeto sem necessidade e futuro.

aldoghisolfi
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aldoghisolfi

juarezmartinez: boa tarde!

“…acabarem como bombeiros florestais no corpo de bombeiros do DF”.

Ao menos para isso, que é uma das grandes lacunas que existe no país. E que não fiquem apenas no DF!…

………………………………..

MAS até entendo a opção, pelo custo da hora de vôo, payload, rapidez e autonomia.

………………………………..

MAS, e o contrato assinado em 20 de outubro de 2011?

Mauricio Silva
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Mauricio Silva

Somente quatro células serão modernizadas para o padrão turbo Trader. Achou muito pouco. E com relação aos S2 Tracker que seriam modernizados? Alguém tem alguma informação?
SDS.

Mayuan
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Mayuan

Desperdício de dinheiro do cacete.

Carlos Alberto Soares
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Carlos Alberto Soares

Desculpem minha ignorância, vão operar onde ?

Na maior nau de cabotagem do Brasil, “docado” a mais de dez anos ?

Valha-me Deus, só aqui mesmo !

“à esquerda o Sr Shlomo Erez, Presidente da AEL Sistemas, representando a M7 Aerospace / Elbit Systems”

Algo de bom eles terão.
Vão operar em exercícios conjunto com a Navy dos EUA.

“juarezmartinez
9 de janeiro de 2014 at 9:18 #

.não se surpreendam se lá pelos idos de 2016 estes aviões acabarem como bombeiros florestais….”

Ficará fácil, os caras tem expertise no assunto.

“Sr Chuck Stanford Jr, Presidente da Empresa Marsh Aviation Company.”

Carlos Alberto Soares
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Carlos Alberto Soares

Olhem as fotos, são os nossos ?

http://www.s2ftracker.com/braziltraders.htm

daltonl
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daltonl

“Somente quatro células serão modernizadas para o padrão turbo Trader. ”

Mauricio…

se você pensar que lá na US Navy existem 36
C-2As e 9 Alas Aéreas completas, grosso modo corresponde à 4 aeronaves por Ala, o que significa 2 sempre disponiveis para serem embarcadas as restantes como reserva, manutenção ou treinamento.

Temos ou teremos apenas uma Ala Aérea mas igualmente teremos 4 aeronaves para COD também, mais que o suficiente para os cerca 10 anos de serviço do NAeSP e que serão usadas para AAR também.

Depois desses 10 anos e sobre os S-2s, bom…aí cada um acredita no que quiser 🙂

juarezmartinez
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juarezmartinez

E tudo isto por uns “módicos” 167.000.000,00, grana esta que poderia ser canalizada para por em dia as revisões e a logistica de toda a aviação naval de asas rotativas, e é por esta e outras que eles vão continuar “voando” com dois ou tres A 4 de cada vez, triste, mas é isto, mais uma grande compra com Tots valiosissimos($$$$) se é que me entendem……..

Grande abraço

Mauricio Silva
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Mauricio Silva

Olá daltonl. Eu imagino que deveríamos ter modernizado pelo menos seis células, exatamente para que possamos garantir a disponibilidade de quatro aparelhos. Por isso, acredito que a modernização de somente quatro células é pouco. Assim, seriam dois aparelhos embarcados, dois para treinamento (pilotagem e manejo) e dois como reserva/manutenção programada. Em tempos de maior necessidade, poderiam ser embarcadas quatro células. Obviamente haveria um rodízio entre os aparelhos. Quanto ao tempo de serviço útil do NAe São Paulo, creio que seja maior que 10 anos. O tempo docado certamente aumentou a sua vida útil (não houve o desgaste natural da operação).… Read more »

daltonl
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daltonl

Mauricio… pelo tamanho da ala aérea , necessidade e mesmo tempo que o NAeSP passará no mar os 4 C-2As serão mais do que suficientes…veja por exemplo os franceses que possuem apenas 3 E-2Cs, dois sendo embarcados. A Marinha tentativamente tem colocado a data de retirada do NAeSP por volta de 2025, quando então serão 65 anos desde que o mesmo foi lançado ao mar e 62 desde que foi comissionado pelos franceses. Bateremos o recorde até mesmo do NAe indiano que foi comissionado na Royal Navy em 1959 como HMS Hermes e planeja-se retira-lo até 2019 quando terá 60… Read more »

Mauricio Silva
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Mauricio Silva

Olá daltonl. Mas o E-2C da marinha francesa tem uma missão principal. Já os C-2s do Brasil serão utilizados para transporte e reabastecimento (SAR também, acho eu…). Assim, terão um perfil “multi missão”, o que, no meu entender, justifica um maior número de células. Óbvio, não entou pensando em números maiores que seis unidades. Sei que o NAe A-12 não passou cinco anos em doca seca. Mas esteve em manutenção (com períodos de docagem seca e outros apenas atracado) praticamente desde de 2005. E antes disso, não foi operado em pela capacidade (até porque não tinha condições técnicas para tal).… Read more »

MO
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Negativo irmao o SP nao passou “5 anos em doca seca” ….. a versão correta esta nas suas proprias linhas subsequentes

MO
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daltonl
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daltonl

Mauricio… meu exemplo dos E-2Cs foi no sentido de que essas aeronaves exercem uma importantissima missão, mais até que reabastecer uns poucos caças e transportar carga e pessoas e precisam voar por horas a fio. Voce parece estar esperando um frenesi de atividades do NAeSP a partir de agora que exija mais do que 4 Traders entre embarcados ou não para apoiar uma meia duzia de A-4s monopostos que assim poderão ficar no ar por mais tempo ao invés de gastar combustivel pousando e transportando carga e pessoal do NAe para a terra e vice-versa. Quanto a permanência do NAeSP… Read more »

Almeida
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Almeida

Só quero saber se a MB, que não tem dinheiro pra manter o resto de sua aviação naval atual voando, vai ter dinheiro para comprar, modernizar, criar um esquadrão, manter esse esquadrão com instalações, recursos humanos, etc e operar esses aviões no NAe docado.

Pergunta retórica, claro.

Carlos Alberto Soares
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Carlos Alberto Soares

“juarezmartinez 10 de janeiro de 2014 at 7:52 # E tudo isto por uns “módicos” 167.000.000,00, grana esta que poderia ser canalizada para por em dia as revisões e a logistica de toda a aviação naval de asas rotativas, e é por esta e outras que eles vão continuar “voando” com dois ou tres A 4 de cada vez, triste, mas é isto, mais uma grande compra com Tots valiosissimos($$$$) se é que me entendem……..” Entendidi$$imo caro Colega. Acho que ainda dá para comprar umas “bombinhas”. Juarez, Colombelli, Vader e demais Companheiros: S O C O R R O, H… Read more »

Carlos Alberto Soares
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Carlos Alberto Soares

“Almeida
8 de janeiro de 2014 at 13:26 #

Esqueçam os potenciais inimigos externos; este país está sendo destruído por dentro.”

O B R I G A D O,

E N D O S S O 1 0 0 % S U A S P A L A V R A S ….

Mauricio Silva
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Mauricio Silva

daltonl Imagino no futuro o São Paulo sendo empregado em missões como no Líbano e Haiti. Nessas condições, devem estar embarcados os quatro C-2s (para que não se corra o risco de não cumprimento de faina por falta de disponibilidade dos aparelhos). Não precisa ser um “frenesi” de operações. Apenas a necessidade de elevada disponibilidade. MO A docagem seca do NAe A-12 se deu quando da troca do eixo propulsor, se não estou enganado. Naquele perído, foi feita uma inspeção do casco, troca dos eletrodos de sacrifício e pintura. Acho que foi isso, né? Almeida Os recursos para a MB… Read more »

Carlos Alberto Soares
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Carlos Alberto Soares

“Mauricio Silva 10 de janeiro de 2014 at 19:07 # Imagino no futuro o São Paulo sendo empregado em missões como no Líbano e Haiti. Nessas condições, devem estar embarcados os quatro C-2s (para que não se corra o risco de não cumprimento de faina por falta de disponibilidade dos aparelhos). Não precisa ser um “frenesi” de operações. Apenas a necessidade de elevada disponibilidade.” Líbano & Haiti ?? Isso não é imaginação, isso é ALUCINAÇÃO. NAe 12 em missões humanitárias e de controle da ordem ?? Ô meu, vai estudar um pouco ….. ou melhor, tomar Rivotril (O que é… Read more »

MO
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olha tinha perdido o interesse, mas realmente concordo que esta cada vez mais divertido ler rssssssssssss

daltonl
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daltonl

Mauricio… nem Haiti muito menos Libano são bons exemplos para uso de um NAe, especialmente de um país como o nosso sem uma marinha de grandes recursos. Claro que se uma calamidade ocorrer próximo de nós ou mesmo em território brasileiro o NAeSP até poderia ser enviado mas com certeza não para águas distantes. Deu-se muita cobertura pelo fato do USS Carl Vinson ter chegado rapidamente ao Haiti após o terremoto, mas ele coincidentemente estava próximo, o mesmo ocorreu com o USS Abraham Lincoln ao prestar ajuda humanitária após um tsunami e o USS GW recentemente nas Filipinas, etc, mas… Read more »

Mauricio Silva
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Mauricio Silva

Olá daltonl Quando falei do NAe, pensei no grupo de escolta completo e não apenas um único vaso. Missões de patulha ou de apoio militar (caso do Haiti) se tornam bem mais eficientes se houver (pelo menos em algumas da etapas) um grupamento completo centrado em um PA. No caso do apoio humanitário, há varias funções a ser executadas, onde um NAe pode (ou não) ser útil. Dependerá da circunstância, do evento em questão e da área de ocorrência. De qualquer forma, sempre haverá pontos positivos e negativos na decisão de uma marinha operar ou não com NAes. Quem ficar… Read more »

daltonl
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daltonl

Pois é Mauricio, tem também as escoltas de um NAe, então imagine enviar o NAeSP escoltado ao menos por duas fragatas para uma missão de 6 meses como a do Libano não incluida as viagens de ida e volta e todo o gasto e logistica envolvida. Seria como matar uma mosca usando um missil “stinger”. Concordo que um NAe e seus escoltas são altamente flexiveis, mas isso não quer dizer que eles possam ou devam ser usados em qualquer situação, muito menos inventar situações. Já estará de bom tamanho se o NAeSP fizer sua viagens curtas, qualificar pilotos, treinar novas… Read more »

Mauricio Silva
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Mauricio Silva

“Aí quem sabe…em 2015 será assinado um contrato para a construção de um novo NAe e em 2018 o batimento da quilha, para em 2022 ser lançado e em 2025 ser incorporado à Armada, perfeito e dentro dos planos para a retirada do NAeSP em 2025. Tudo resolvido” Gostei!!! Boa, boa mesmo!! Para mim, ainda tenho que o A-12 deva permanecer por um bom tempo (além de 2025) operando na MB. Mas quem sabe, os ventos mudam, as FFAA fazem o seu “dever de casa”, os recursos financeiros se tornam mais generosos e em 2025 tenhamos as duas esquadras, cada… Read more »

MO
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simples, pq não o farão ….. SALVO se mudar drasticamente a mentalidade macaca de condução deste pais ….

Mauricio Silva
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Mauricio Silva

MO

As nossas FFAA também precisam fazer “o dever de casa”. Sem apoio da população, sem verbas. Para mim, a lição vem dos EUA.
Por que será que lá um soldado que combate a mais de 10.000km do país é considerado herói e protetor da pátria? Por que mesmo com a crise econômica, as FFAA americanas foram (relativamente) pouco afetadas? Com certeza não é o DNA deles, que seria melhor que o nosso.
SDS.

MO
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Mauricio (nao o R), deve ser (ao contrario) pq aqui heroi eh o Galvao Bueno (veja ele no NE), o BBB, o Phunk do bonde dos cururus, o Sertanojo e outos semelhantes Governos (disse nos, nao o atual apenas, apesar deste fazer um esforço incrivel em ser o pior e auxiliado por um desinteresse cronico e contagioso do ser pseudo nativo deste pais apos 1.500 DC … acho que de maneira simploria e resumida eh por ai, nao va nem longe, veja por aqui mesmo, que nem nesta area que a pessoa se diz interessada a pessoa se aprofunda ou… Read more »

Almeida
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Almeida

Afe, a megalomania do almirantado da MB contagiou alguns comentaristas do blog pelo visto…

O cara me cita as nossas maiores missões internacionais até hoje e, mesmo para elas, um NAe é super dimensionado. O que dizer do restante das missões…

E o outro me fala em assinar contrato de desenvolvimento de um novo NAe, o primeiro NAe construído do zero para a MB ao invés de sucata, já em 2015 e sua primeira comissão em 2025. Haja Pré Sal! Rsrsrsrs

Mauricio Silva
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Mauricio Silva

Olá Almeida. Não chamaria de “megalomania” seguir o que está sendo contemplado no EDA. Até agora, nossa marinha tem a tradição (e estrutura) de operar NAe. A partir do final do século XX, numa nova etapa, a MB passou a ter, legalmente, o direito de operar aeronaves de asas fixas. Desde então, tem-se buscado estabelecer uma ala aérea baseada em PA. E eu citei as operações internacionais como um possível cenário de atuação de um NAe, longe de ser o único. Acho interessante que se discuta que tipo de marinha é adequada ao Brasil. Até agora nossa estrutura de operação… Read more »

Control
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Control

Srs Uma questão que assombra as discussões sobre defesa no Brasil é a real necessidade das armas e equipamentos, na verdade, das próprias forças armadas. Daí surgem justificativas as mais estranhas para equipar as FA´s, como a de prestar ajuda humanitária, combater o crime nas fronteiras, prestar serviço para a ONU, e por aí vai. A encrenca é que, com isto, perde-se totalmente o foco. É como se justificássemos a construção de uma ponte com os argumentos de que ela seria bonita, favoreceria a indústria do aço e geraria empregos para trabalhadores da construção civil, ao invés da sua real… Read more »

Carlos Alberto Soares
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Carlos Alberto Soares

“MO
11 de janeiro de 2014 at 13:58 #

olha tinha perdido o interesse, mas realmente concordo que esta cada vez mais divertido ler rssssssssssss”

Caro MO

Começamos a concordar. No meu caso o cardiologista me pediu que fizesse leituras e participa-se de coisas divertidas.
Excluindo-se alguns colegas, o besteirol reina por aqui, quando o assunto é PROSUB, PAEMB e principalmente NAe 12 a diversão é garantida.
Estado de arte mental em alucinação máxima é frequente, vamos nos divertir enquanto os caras “viajam”.

MO
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rsss, isso pq vc começou agora, ja vejo isso aqui ha 17 anos, nao era bem para isso qdo idealizamos isso, mas, ao menos, ja que nao se fz milagre, ao menos diverte, obviameente direcionado a quem merece, ja vi trocentas levas de sapiencias que surgiram e sumiram e verei ainda outras trocentas … a unica coisa que mudou foi meu interesse ….

Carlos Alberto Soares
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Carlos Alberto Soares

“Mauricio Silva
11 de janeiro de 2014 at 10:41 #
Olá daltonl

Quando falei do NAe, pensei no grupo de escolta completo….”

“flexibilidade de operações que um grupo centrado num NAe pode ter.”

“Para mim, ainda tenho que o A-12 deva permanecer por um bom tempo (além de 2025) operando na MB.
Mas quem sabe, os ventos mudam, as FFAA fazem o seu “dever de casa”, os recursos financeiros se tornam mais generosos e em 2025 tenhamos as duas esquadras, cada uma com seu PA, bem equipadas e adestradas.”

KKKKRSRSRSRS,

Afirmei, diversão garantida.

Carlos Alberto Soares
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Carlos Alberto Soares

Que mal pergunte, resolveram os problemas das baterias do $B Francê$ ??

Duas esquadras, 2 PA’s etc ….. treinamento para manter doutrina …. com ele docado e fazendo cabotagem e já faz tempo que nem isso consegue ….

Quá quá quá quá ….. rsrsrsrsrsrs ……kkkkk …….

Carlos Alberto Soares
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MO
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Obrigado xcarlos, os colegas ja tinham me mandado me zoando …. rsss, TKs !!!

o pobrema foi ele nao ter vindo aqui …

juarezmartinez
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juarezmartinez

Mauricio Silva 11 de janeiro de 2014 at 15:50 # Olá Almeida. Não chamaria de “megalomania” seguir o que está sendo contemplado no EDA. Até agora, nossa marinha tem a tradição (e estrutura) de operar NAe. A partir do final do século XX, numa nova etapa, a MB passou a ter, legalmente, o direito de operar aeronaves de asas fixas. Desde então, tem-se buscado estabelecer uma ala aérea baseada em PA. E eu citei as operações internacionais como um possível cenário de atuação de um NAe, longe de ser o único. Acho interessante que se discuta que tipo de marinha… Read more »

Carlos Alberto Soares
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Carlos Alberto Soares

“MO
12 de janeiro de 2014 at 22:08 #

Obrigado xcarlos, os colegas ja tinham me mandado me zoando …. rsss, TKs”

Valeu pelo Bizu, tá safo. QSL ?

MO
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qsl

Jacubão
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Jacubão

Jesus amado e isso poderia ser mentira!!!