ATLANTIC OCEAN (April 22, 2011) The Brazilian Navy frigate Niterói (F 40) fires at an unmanned aerial vehicle during a drone exercise (DRONEX) with ships from the U.S. and Mexico during the Atlantic phase of UNITAS 52. (U.S. Navy photo by Mass Communication Specialist 1st Class Steve Smith/Released)

A Marinha do Brasil (MB) realizará, no período de 13 a 25 de novembro, na área marítima compreendida entre o Rio Grande-RS e Rio de Janeiro-RJ, a 56ª edição da Operação UNITAS, com a participação das Marinhas dos seguintes países: Chile, Estados Unidos da América, México, Peru e Reino Unido. A operação terá duas fases de porto e uma fase de mar. Os navios chegam à Rio Grande nesta sexta -feira, 13.

Durante a 1ª fase de porto, de 13 a 16, ocorrerá uma série de eventos, entre os quais reuniões de coordenação entre as marinhas participantes, Ação Cívico-Social (ACISO), coletiva de imprensa e visitação pública aos navios.

Na fase de mar, entre os dias 16 e 23, serão executados exercícios de caráter estritamente militar, como ações de superfície, aérea, de guerra eletrônica, operações de interdição marítima e a “Exercise Scenario Phase”, fase na qual será simulado um conflito entre duas forças antagônicas. Todos os exercícios ocorrerão de forma a contribuir para a manutenção do nível de adestramento dos meios da Esquadra e para o incremento da cooperação e estreitamento dos laços de amizade entre a MB e as demais Marinhas.

UNITAS

A UNITAS 2015 mobilizará nove navios brasileiros e oito de outros países, diversas aeronaves de asa fixa e rotativa, e um grupo de controle do exercício, contabilizando mais de 8.000 militares envolvidos, o que demonstra a magnitude desta Operação.

O Grupo-Tarefa (GT) brasileiro será comandado pelo Contra-Almirante Newton Calvoso Pinto Homem, Comandante da 2ª Divisão da Esquadra, a bordo da Fragata “Liberal”. A operação conta, também, com as Fragatas “Constituição” e “Greenhalgh”, além de duas aeronaves “UH-12/13” e um Destacamento de Mergulhadores de Combate. Os seguintes navios brasileiros apoiarão o exercício simulando ataques ao GT, de forma a incrementar o adestramento dos meios: Submarino “Tapajó”, Navio-Patrulha “Gurupá”, Navio-Patrulha Oceânico “Amazonas”, Rebocador de Alto-Mar “Almirante Guilhobel”, Rebocador de Alto-Mar “Tritão” e Navio-Patrulha “Benevente”. Ressalta-se, também, a participação de aeronaves da Força Aérea Brasileira.

A Operação contará com a participação dos seguintes meios de outras Marinhas: o Carrier Strike Group (CSG) 9, sob o Comando da Contra-Almirante Lisa Franchetti, composto pelo Porta-Aviões USS “GEORGE WASHINGTON”, com uma Ala Aérea de 48 aeronaves embarcadas, e pelas Fragatas classe “Arleigh Burke” USS “CHAFEE”, com duas aeronaves “MH-60R”, e USS “MCFAUL”; o Navio de Apoio Logístico USNS “BIG HORN”, além da Fragata chilena “ALMIRANTE RIVEROS”, o Navio-Patrulha Oceânico mexicano “BAJA CALIFORNIA”, com aeronave “AS-565 PANTHER”, a Fragata peruana “QUIÑONES”, com aeronave “AB 412”, e o Navio de Apoio Logístico “GOLD ROVER”, do Reino Unido.

FONTE: Assessoria de Comunicação Comando do 5º Distrito Naval

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ventoADOLAR SILVAMODaltonWellington Góes Recent comment authors
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Marcelo
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Marcelo

Este ano, pela composição e dos tipos de navios que devem fazer parte desta UNITAS, parece que não vai ter nada de manobras de esquadras oceânicas conjuntas, para treinamento de táticas de diversos modelo de operação, (AS, AA, etc…) como era na nossa época ( década de 80 e 90). A U.S. NAVY vem com um grupo com o seu tipico navio capital ( BIG STICK) e seus escoltas Arleig Burke, que parecem estar sempre em alta prontidão, quanto aos outros, serão rodeados de patrulhas costeiros usados, patrulhas oceânicos desarmados, velhos navios sem mais nenhuma projeção de combate, vai ser… Read more »

XO
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XO

Prezado Marcelo, Se voce esta se referindo a confronto de forcas ou free-play, realmenre, nao deve ocorrer… o que fizemos em 2013, por exemplo, foi a defesa de um area maritima de interesse no litoral da Colombia… comeca com uma situacao de crise que pode ser escalada, dependendo de quem toma as acoes ou por alguma “orelhada”… lembro, por exemplo, de a F49 estar patrulhando um setor e uma Tipo 23 ter tentado passar e entrar na area das plataformas… muitas manobras ate eles apontarem o 4.5 para o nosso passadico… visao desagradavel…. enfim, a F49 nao reagiu, os caras… Read more »

Marcelo
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Marcelo

Prezado XO:

Mediante um confronto de forças, é claro que de “manobras”, pois em condições reais seria 10 a zero para a T 23, todos sabemos.

Numa hipotética primeira condição: da tipo 23 não ter disparado o seu 4.5 “tecnicamente” pois verificou que não haveria reação da F49, seria devido a ausência de uma reação idêntica, ou seja, não ter a bordo um 4.5 ?

Numa hipotética segunda condição: da tipo 23 ter disparado o seu 4.5 “tecnicamente” qual seria a reação de F49 para neutraliza-la?

XO
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XO

Prezado Marcelo, a questao era que, no exercicio, nos nao deviamos reagir com a forca, estavamos ” amarrados” pelo contexto politico montado… agora,no real, se deixassemos a Tipo 23 chegar ao alcance do 4.5, seria um erro grave da nossa parte… eles, provavelmente ficariam fora do alcance do 40mm e usariam a vantagem do 4.5… o que deveriamos fazer era usar a vantagem da aeronave embarcada e realizar um OTHT… so que eles tambem tinham um Lince a bordo, (alem do Harpoon), entao, seria uma simples questao de posicionamento, ter sensores e displays bem ajustados e, principalmente, pessoal adestrado e… Read more »

XO
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XO

Isso eh o mais bacana dos exercicios atuais, devemos seguir uma conduta baseada em Regras de comportamento e nao simplesmente, a partir de determinada parte, sair mandando mensagem de engajamento e torcendo pra “acertar” no Navio do campanha pra fazer guerra no porto (bem , estamos mais profissionais no planejamento, conducao e avaliacao dos exercicios… mas a guerra com os campas continua, hehehe…)… abraco…

Marcelo
Visitante
Marcelo

OK XO:
Realmente, tudo isto é muito importante, ainda quando verificamos que a nossa amiga Royal Navy, se destaca como sempre muito preparada no mar para longas viagens, com seus equipamentos total operacionais, em todas as unidade da Royal Navy que estive a bordo, me impressionou sempre a determinação e a vocação naval de seus tripulantes e os seus paióis de munições sempre abarrotados de armas…
BZ XO !!!!!!!!

Flávio
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Flávio

Boa tarde. Muito se fala da qualidade do canhão calibre 76/62 mm , pelo que leio realmente excelente arma. E se não me engano foi escolhido para as nossas futuras corvetas. Porém minha opinião, de entusiasta, é que a marinha deveria optar pelo calibre 127 mm, justamente pela possibilidade de engajamentos a distancias maiores. Na situação hipotética que os amigos citaram nos comentários anteriores acho que um calibre maior impõe mais respeito ainda mais hoje em dia com o uso de munições guiadas e com alcance estendido pelo uso de foguetes. Numa situação em que os misseis já foram todos… Read more »

Dumont
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Os avanços tecnológicos em relação a munição utilizada nos 127mm são realmente interessantes (por ex OM VULCANO). Se a munição guiada for realmente efetiva a 70 km ou + (compatível com um Exocet Block 2), essa arma pode ser pensada como uma alternativa bastante razoável , em termos de custo/efetividade, para navios cuja a missão principal não seja ASuW (por exemplo corvetas/fragatas especializadas em ASW). Menos espaço, menos sistemas de de direção de tiro, etc…

sandrovcarvalho
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Mestre XO,

Mas a F49 tambem não tinha o MK8 uai?? porque a referencia do 40mm apenas…?

sandrovcarvalho
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Li em algum lugar que na campanha da Libia que os 76mm não se deram muito bem…a critica era que na hora do vamos ver e quantidade de explosivo entregue, o calibre maior ainda contava muito…

Ruzza
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Ruzza

Caros amigos e entendidos nos assuntos da Força Naval.
Pelo que entendi da matéria, ocorrerá visitação pública aos navios em Rio Grande – RS.
Será que existe alguma chance de visitação em algum navio da frota americana?

XO
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XO

Sandro, Mestre eh demais, amigo, rsrsrsrs…
Nao, a F49 eh Batch 1, so as Batch 3 tem 4,5… operei com ele na V33, trabalhoso na manutencao, mas dah cadencia nos tiros… abraco…

CVN76
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Noble Member

O USS Chafee e o USS McFaul estiveram em Rio Grande/RS…..alguém tirou Fotos??

MO
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Ke ??? 2 AB e ninguem viu / falou / fotografou ????? ah para …

juarezmartinez
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juarezmartinez

Vou ver se consigo com o pessoal aqui do RS, eu estou a uns 400 km de lá se não teria ido, valeria a pena e estou meu atucanado na empresa, mas vou ver se consigo.

G abraço

CVN76
Membro
Noble Member

MO

Me lembro que quando o USS Nitze esteve em Rio Grande/RS, aquele seu “agente” que sempre coloca fotos no site do holandês, registrou a visita dele….quem sabe ele tirou também dessa vêz algumas fotos?

MO
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nao falounada e eu meio desligado so agora me toquei em perguntar ou avisar ele, fazeendo isto já ..

MO = ZZZzzzz …. = tapadao …

em tempo =

http://santosshiplovers.blogspot.com.br/2015/11/ms-bbc-orion-v2cf6-demandando-santos.html

19 photos

MO
Membro

Franz .. olha só 🙁

kbessa
vc pegou os de gueera estrangeiros ai em RRG, os da Unitas ?

indelizmente ñ deu
barra fechada e entraram sem aviso
sem aviso
vish

e saida, os primeiros sairam ainda noite
e agora a pagina da praticagem ñ informa mais os horarios
ñ consegui
Fim da conversa no bate-papo

CVN76
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Os dois atracaram de 13 a 15 de novembro no Terminal de Containers!

Rafael Oliveira
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Rafael Oliveira

A verdade é que só quando navios aparecem em Santos eu tenho certeza que verei fotos deles.

O MO & Cia não perdem a oportunidade de fotografar, ainda mais navios de verdade.

MO
Membro

Rafa, tks na parte que me toca, vc sabe que gosto e gosto muito, e o que me faz postar aqui sao os poucos que gostam, pois a maioria ta perdido por aqui e tanto faz, como tanto fez … fico P … da vida pois as vezes vou me arrastando fazer isso ….

CVN76
Membro
Noble Member

Uma grande pena, o MV faz boas fotos….talvêz os amigos do Juarez registraram o evento!!

Rafael Oliveira
Visitante
Rafael Oliveira

Por nada, MO. Tem bastante gente perdida por aqui, mas também tem quem goste e acompanhe o Naval e o SSL para ver as fotos que você faz. Eu sou um deles.

Pena que quase tudo só vai no RJ.

Wellington Góes
Visitante
Wellington Góes

O pessoal estava falando de calibres maiores como arma principal, me lembro que a marinha alemã estava testando a torre do Pzh 2000 (de 155mm), alguém sabe dos resultados desse teste?

Até mais!!! ; )

ADOLAR SILVA
Visitante
ADOLAR SILVA

CADÊNCIA ET: Alexandre Galante, você serviu na Fragata “NITERÓI” ( O NAVIO CADÊNCIA DA ESQUADRA), o navio onde tive a honra e o privilégio de prestar serviços relevantes nesse grande navio de nossa Esquadra. Sempre que embarcava na F-40, seja por via terrestre, via marítima, por lancha, ou via aérea, embarcado em helicóptero de outra Fragata com destino a F-40, a fim de prestar manutenção aos Sistemas Eletrônicos, por ocasião das Fases de Modernização do navio, sozinho ou com uma equipe de Engenheiros ingleses, quando eu estava prestando serviços à THALES, empresa contratada da Marinha do Brasil para instalar o… Read more »

ADOLAR SILVA
Visitante
ADOLAR SILVA

CADÊNCIA ET: Gostaria de emitir um comentário sobre a 56ª Operação UNITAS, onde consta, que os navios da Marinha dos Estados Unidos chamados de USS MACFAUL E USS “CHAFEE” são Fragatas da classe ALEIGH BURKE. Não, esses navios são Destroyers da Classe “Arleigh Burke”.

ADOLAR SILVA
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ADOLAR SILVA

CADÊNCIA ET: Eu vou chamar os Destroyers de Contratorpedeiros. O governo americano encomendou 75 navios desta Classe ARLEIGH BURKE, sendo que 62 foram completados e já estão em serviço ativo. a Classe é chamada de Almirante Arleigh Burke, em homenagem a um dos Oficiais navais americano mais famoso da Segunda Guerra Mundial e Guerra da Coreia. O Almirante ocupou o cargo de Chefe de Operações Navais da Marinha dos Estados Unidos (equivalente a Comandante de Operações Navais, na Marinha do Brasil), no período de 1955 – 1961. Burke estava vivo quando o líder da Classe, o USS “ARLEIGH BURKE” DDG-51… Read more »

MO
Membro

mas destroyers são CT´s, os cara do aviaozinhum navau rssss que chamam de Destroyer, incruzivel apresentando explanações das diff de um e o outro … kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

ADOLAR SILVA
Visitante
ADOLAR SILVA

CADÊNCIA ET: Os Contratorpedeiros da Classe ARLEIGH BURKE são considerados os “DESTRUIDORES DOS MARES” E “O CAVALO DE BATALHA DA MARINHA DOS ESTADOS UNIDOS”. Nessa Operação UNITAS, edição 56ª estão participando 2 (dois) Contratorpedeiros da Classe ARLEIGH BURKE. o Contratorpedeiro USS MACFAUL DDG- -74. o nome foi colocado nesse navio em homenagem a DONALD L. MACFAUL, um NAVY SEAL, que foi morto em 20 de dezembro de 1989 durante a ” Operação Justa Causa” realizada no PANAMÁ. MACFAUL recebeu uma Medalha Navy Cross (Cruz Naval) homenagem póstuma ao tentar resgatar um companheiro de Pelotão às custas de sua própria vida.… Read more »

Dalton
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Adolar…

só um pequeno reparo…o USS Arleigh Burke que vc bem descreveu acima foi comissionado em 1991, as datas de início de construção e lançamento referem-se ao USS Mc Faul.

Quanto ao deslocamento de 9200 toneladas, apenas os 34 últimos,classificados como F-IIA com hangar para helicópteros como o USS Chafee, enquadram-se , pois os primeiros 28, dos quais
o USS McFaul é um representante deslocam cerca de 8300 toneladas totalmente carregados.

No mais um ótimo e informativo resumo.

abs

ADOLAR SILVA
Visitante
ADOLAR SILVA

CADÊNCIA ET: Prezado amigo Dalton, Em 1980, a Marinha dos Estados iniciou estudos de Projeto de Construção de uma Classe de Navio de Guerra, que fosse CADÊNCIA com sete Estaleiros. Em 1983 o número de concorrentes tinha sido reduzidos a 3 (três): BATH IRON WORKS, TODD SHIPYARDS e INGALLS SHIPBUILDING. Em 03 de abril de 1985 o Estaleiro BATH IRON WORKS ganhou a Licitação e recebeu um CONTRATO de US$ 321.9 milhões para construir o primeiro navio da Classe USS DDG-51 “ARLEIGH BURKE” e US$ 778 milhões para o Sistema de Armas do Navio. Então, a quilha foi batida no… Read more »

ADOLAR SILVA
Visitante
ADOLAR SILVA

Em 1967, eu fui designado para compor o Grupo de Recebimento do Contratorpedeiro D-31- “PIAUÍ”, na Base Naval de PHILADELPHIA-PA, após servir 6 (seis) anos no C-12, o Cruzador “TAMANDARÉ”, o meu primeiro navio na Marinha. O navio era uma Fortaleza e tinha uma Tripulação de 1500 Homens, além de um poderio bélico impressionante. Em 1973, eu fui designado para compor o Grupo de Recebimento do Contratorpedeiro D-36 – “ALAGOAS”, na Base Naval de SAN DIEGO-CA, onde era Encarregado da Manutenção Eletrônica de 3 (três) Estações Rádio e 1(uma) Sala de Teletipo. Em 1976, eu fui convidado pelo ex-Diretor do… Read more »

vento
Visitante

Quem escreve aqui é Ronaldo, filho do Cmte Astolpho Barroso Migueis. Foi você que serviu com ele na embaixada de Buenis Aires ?