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PSV ‘Bram Buck’, o mais novo navio brasileiro, lançado ao mar pelo Estaleiro Navship

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Em cerimônia realizada pelo Estaleiro Navship Ltda., em Navegantes/SC, foi realizado o lançamento lateral do PSV  (Platform Supply Vessel) nacional “Bram Buck” (IMO 9763770, casco nr.136, 5.051 dwt.

A embarcação foi encomendada pelo armador Bram Offshore Transportes Maritimos Ltda., Macaé/RJ (Edison Chouest Offshore LLC, Cut Off/LA, EUA),

O batimento de sua quilha ocorreu em 24/01/2014, quando foi iniciada sua construção.

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PSV’s são embarcações com função primária o suporte e fornecimento a plataformas de prospecção de petróleo e apoio a operações offshore

Para ver / saber mais (vídeos e fotos)

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Fotos: Estaleiro Navship com o apoio de Luiz Fernando Nardes

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Rogerio Rufini
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Passo na frente desse estaleirio

wwolf22
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wwolf22

Esse navio poderia ser armado e servir de “patrulha” ??? sem mudar o casco…
02 canhões de 30mm, 04 metralhadoras e equipamentos de resgate…
01 UAV e poderia ter um heli…
poderia servir ali pra Antártida tb…
seria viável ??? com certeza eh MUITO MAIS BARATO que qq classe que a MB esteja operando…

_RR_
Visitante
_RR_

Amigos,
.
Eu pergunto:
.
Será que, de embarcações como essas, não poderiam derivar OPVs…? Pelo que sei, são baratas, simples, robustas… Faz pensar…

Satyricon
Visitante
Satyricon

Aposto que seria perfeito para substituir nossos sexagenários rebocadores de alto-mar, com as devidas adaptações, é claro.

juarux
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Bonito ! Apenas para exercitar o sonho, este navio poderia ser militarizado ? Quais funções ele poderia exercer ?

Dalton
Visitante

Navios militares são construídos sob especificações próprias e o navio em questão tem
como velocidade máxima uns 12 nós, então na minha opinião não serve para funções de “OPV” não apenas pela baixa velocidade, mas, alcance, habitabilidade para uma centena ou mais de tripulantes, etc e as modificações exigidas se possíveis acarretariam um navio completamente
diferente e consequentemente bem mais caro.

jagderband#44
Visitante
jagderband#44

gengisduEduardo Pereira
Visitante

Tem um post aqui no PN em que se discutiu a utilização de navios tipo AHT’s (rebocadores de alto mar) como navios de patrulha marítima pelo baixo custo de construção/operação e a multifuncionalidade.

schwanka
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Aquela abertura no casco, na parte da frente duas circulares serve para qual função?

Ze Abelardo
Visitante

Caro MO,
Muito obrigado pelo post.
A propósito, se o amigo pudesse falar um pouco sobre a história e a operação dos navios dos quais nos brinda gentilmente com suas fotos, seria grato.
Acho que a maioria dos leitores também.
Um abraço,

Souto.
Visitante
Souto.

Amigo eu não entendo, a MB precisando de mais rebocadores de alto mar
e porque não encomenda os mesmo a esse estaleiro? e como um amigo aqui postou
um navio desse pode facilmente ser adptado para patrulha oceanica.

schwanka
Visitante

O que é os dois círculos na frente do navio?

Fernando "Nunão" De Martini
Editor
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São dois bow thrusters (propulsores laterais para ajuda nas manobras e para manter posicionamento)

romualdo
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romualdo

pelo menos nisto prestamos ne brasil

romualdo
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romualdo

ate que em fim este pais fez algo que presta

Denis
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Denis

Caros, alguém poderia me indicar um site notícias com qualidade semelhante ao do Poder Naval, mas voltado exclusivamente para a marinha mercante?
Obrigado.

Nonato
Visitante
Nonato

Acho que o pessoal de algumas áreas gosta de complicar.
Se navios marcantes são mais baratos…
Mas quem é do ramo dira: não navios de guerra são especiais, mais caros.
Na minha humilde opinião de leigo discordo.
Quem não consegue pagar 400 milhões por um navio de guerra meia boca com 4 mísseis antinavios e um canhão e duas metralhadoras…
Por que um navio comum não poderia receber um lançador de mísseis, um canhão e uma metralhadora?
Meia boca por meia boca por um preço bem mais baixo..
Claro que não servem para guerra. Mas os de 800 milhões também são fracos.

Nonato
Visitante
Nonato

E quanto à velocidade não seria possível adaptar? Motores mais potentes?
Gosto muito da idéia para patrulhamento marítimo de barcos menores com metralhadoras e um canhão.
Talvez um helicóptero pequeno.
Pequeno e veloz.
Um radar meia boca…

Dalton
Visitante

Nonato…

as coisas não são tão simples assim…acrescenta um canhão, o respectivo paiol, o peso da munição e a diretora de tiro por exemplo e o hipotético navio passa a sofrer de “top weight” e pode virar mesmo com o mar em condições relativamente boas!

Luiz Campos
Visitante
Luiz Campos

Desculpe a minha ignorância, mas países como o Irã, Coréia do Norte, Siria, Afeganistão…..que estão no aperto, criam soluções domésticas com os parcos recursos que dispõe. Criam doutrinas defensivas com conhecimento do próprio território para fazer frente a forças muito superiores. Ou seja, improvisam. E nós não podemos fazer o mesmo? Ao menos teríamos alguns “barquinhos” a mais e marinheiros menos obesos.

Nonato
Visitante
Nonato

Dalton, obrigado pelo comentário. Falo na condição de leigo e posso estar falando besteira. Rs. Mas ao mesmo tempo acho que podem ser encontradas soluções. Parece que navios de guerra, só por serem de guerra, já passam a faca no comprador. Quanto ao top weight, será que se já fossse encomendado considerando essas alterações, não resolveria o problema? Ou teria que reprojetar o navio? Eu mesmo acho que uns navios leves e velozes transportando uns 15 soldados armados, uma metralhadora de grande calibre e outra menor já resolveria o problema do patrulhamento. Do que adianta navios enormes, velhos e desdentados?… Read more »

Nonato
Visitante
Nonato

Essas lanchas rápidas poderiam sair da base e passar uma semana cobrindo uma caixa de mil km do litoral a uma distância de até 500 km da costa. E voltavam para casa substituídas por outras ou só trocando o efetivo. Uma semana no mar outra em casa… Mas alguns do ramo acham um absurdo. Tratam a ideia com menosprezo. Pois foram condicionados a achar que só valem a pena navios enormes caros e desdentados. Radar meia boca, tecnologia defasada, mal têm um sonar de casco, mal têm mísseis. Não seriam páreo para um navio de guerra o inimigo. Mas isso… Read more »

Nonato
Visitante
Nonato

Alguém poderia dizer a velocidade média de navios mercantes e de guerra?. 50 km/h? Sei que a unidade usada no mar é nós kn

Dalton
Visitante

Nonato… as tais lanchas rápidas não são ideais para oceanos ainda mais quando há mau tempo e aeronaves simplesmente não tem a persistência necessária pois precisam retornar a base depois de apenas algumas horas para então serem substituídas e eventualmente precisarão ir para a revisão e para cada hora de voo muitas mais são necessárias para as revisões. . Desculpe se estou sendo “conservador” demais, mas, ainda não inventaram nada que substitua o tradicional então não é apenas uma questão de condicionamento. . Quanto a velocidades um nó corresponde a quase 2 kms por hora então um navio como da… Read more »

by mauro
Visitante
by mauro

Trabalhei no MAUA, EBIN e RENAVE, vi muito isso, é bacana ver uma obra onde vc deu duro, trabalhou e no dia que é lançado ao mar tudo fica perfeito. Saudade desta época.
Cada Navio é projeta para uma tarefa, não se pode simplesmente colocar armas ( misseis ar-ar ou anti navio, metralhadoras, canhão) e pronto é um navio de guerra. O projeto para todo este poder tem que ser estudado antes de construir, ok.

by mauro
Visitante
by mauro

OPS perdão ar-ar não (Isso é para jato), quis falar misseis cruzeiros, kkkkkkkk

Nonato
Visitante
Nonato

MO. Ridicularizar as ideias dos comentaristas não é uma boa… O cara achar que sabe ou saber não significa que está acima dos demais… Lancei ideias na condição de leigo e deixei isso bem claro. Pode ser que não tenham nada a ver. Quem lançou a ideia de usar esses navios aparentemente com função militar não fui nem eu. Mas que navios militares são caros (grande parte das marinhas do mundo concorda com isso…), inclusive colocar 200 marinheiros só para “manter” os trabalhos de rotina. Hoje já fazem navios com tripulações menores. Já que o país não tem dinheiro é… Read more »

Gelson Jorge Emerim
Visitante

Bom dia, pegando carona na discussão sobre o patrulhamento do litoral. Há um relato de um tripulante de rebocador de alto-mar sobre a tentativa de abordar um pesqueiro ilícito em águas brasileiras que acabou frustrado pela baixa velocidade do meio. http://www.naval.com.br/blog/2016/03/04/navio-patrulha-oceanico-araguari-participa-de-missao-na-africa/ Acredito que barcos da classe Amazonas (ou semelhantes) sejam mais adequados para esta missão pois aliam velocidade e poder de fogo. Acredito também que se houver uma quantidade adequada destes meios (e sendo usados para isso), aliada à um bom patrulhamento aéreo esta situação poderia ser revertida. Me parece que estes ilícitos (pesqueiros ilegais e lixeiros de alto-mar) são… Read more »

Denis
Visitante
Denis

Obrigado, MO.

Delfim Sobreira
Visitante
Delfim Sobreira

Este é o mais novo navio brasileiro… quando foi lançado seu antecessor imediato ?

Delmo Almeida
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Delmo Almeida

Eu vi esse navio em construção em Janeiro… Ele é realmente feio, mas não precisa ser bonito…

Rommelqe
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Rommelqe

Notar que os propulsores de popa são direcionáveis – os helices podem ser girados em torno de eixo vertical. Assim em conjunto com os Bow Thrusters citados pelo Nunão, esse sistema de propulsores podem efetuar uma série de manobras com raio de giro reduzido (incluindo a necessidade de manter o navio rigorosamente parado numa posição fixa). Interessante é que a proa “bulbosa” possui uma área lateral bastante avantajada, o que me parece permitir um arrasto adicional útil para as manobras mais “radicais”; é como se fossem âncoras hidrodinâmicas (os atritos viscosos com manobra a baixa velocidade são propositadamente maximizados utilizando… Read more »

rogério rufini
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rogério rufini

passo todo dia na frente do estaleiro, moro em Itajaí, e fica do outro lado do rio, já cheguei a contar 15 navios ali

Edunardo
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Edunardo

Navios militares são sistemas complexos, e fazer uma simples transformação de um PSV para um navio patrulha de nível para a marinha exigiriam modificações que vão desde o inicio do desenvolvimento do navio. * Navios da marinha não tem por obrigatoriedade responder a regras de sociedades classificadoras (SC), o que os torna mais responsivos com relação as capacidades de manobrabilidade e aumento de velocidade. Estas condições exigem um nível ainda maior de responsabilidade dos projetistas com relação a qualidade de um projeto que não requer aprovação de SC. Isto gera, obviamente, custos e tempo. * Navios da marinha geralmente apresentam… Read more »