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Uso militar de embarcações de apoio ‘off shore’

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Imagens do NPqHo ‘Vital de Oliveira’ (H 39)/ PWVO, suspendendo do Rio de Janeiro no dia 30/03/2016

A embarcação, originalmente um DSV (Dive Support Vessel), foi convertido em Navio de Pesquisa Hidro-Oceanográfica em uma compra de oportunidade e incorporado a Marinha do Brasil. As linhas de casco são facilmente percebidas, junto com os módulos adaptados para nova função.

Como estaleiros nacionais dominam a construção de projetos estrangeiros sob licença e por terem custos não tão elevados, somando-se ao fato do tipo de embarcação eventualmente escolhida (motorização inclusa), uma grande gama de tarefas e fainas poderia ser realizada com otimização de meios e custos.

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Trata-se apenas de uma ideia, mas ao menos existem alguns navios da MB que poderiam ser substituídos ou complementados por unidades mais modernas e mais capazes, tais como RbAM, NHi,  NSS, NaApLog entre outros.

Foto: Edson Lima lucas – 30/03/2016

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wwolf22
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wwolf22

por que fazer patrulha com uma Porsche se o Lada faz a mesma função ?!?!
bem por ai…
da pra adaptar projetos…

wwolf22
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wwolf22

MO,
o lada seria o PSV nacional “Bram Buck”…
o Porsche seria as MEKO 80….
mais ou menos por ai…
uma comparação bem “brusca”…

Luiz Campos
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Luiz Campos

Sempre me pareceu óbvio que uma marinha sem recursos pudesse adaptar meios operacionais para algumas de suas atividades, inclusive de patrulha costeira.

Carlos Alberto Soares
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Carlos Alberto Soares

Prefiro os comentários do Marcelo, tem muito boas idéias a respeito e é da área.
No aguardo MO, com a palavra quem entende.

Bardini
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Jodreski
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Jodreski

Com o corte de 2,8 bilhões na pasta da defesa, os marujos vão ter que ser bem criativos para adaptar TUDO, isso se quiserem navegar!

Já que as 3 forças são chegadas em gastar quase toda sua verba em folha de pagamento, há forças armadas estrangeiras que investem em armamento (tolice), ja nós investimos em cabide de emprego, pensões à filhos de militares e essas coisinhas mais que realmente fazem um país bem protegido!

luiz campos
Visitante
luiz campos

A Argentina não afundou um pesqueiro chines com um NAe ou SubNuc, e nós?

Delfim Sobreira
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Delfim Sobreira

Desculpa, mas com o uso de VANT’s de grande autonomia e sensoreamento, há esta necessidade de improvisar naves em quantidade ?

luizblower
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Pois é, venho me perguntando isso faz um tempo quando vi um questionamento parecido com esse aqui no Naval. Toda hora vemos os estaleiros nacionais (que até agora tiveram sérias dificuldades pra parir um punhado de NaPa 500) lançando vários dessas embarcações de apoio offshore. Els parecem bem parrudas, naturalmente são feitas para mar grande, tem capacidade de busca e salvamento, combate a incêndios, ameaças ambientais, transportam quantidades generosas de carga. São multifuncionais por natureza. Falta um armamento leve e um radar melhorzinho (talvez nem isso) e pronto, já cumprem tudo que um NaPaOc faria. Ou não? Onde está a… Read more »

Airacobra
Visitante
Airacobra

Realmente, para mim, deveriam haver mais navios “off shore pintados de cinza”, pois servem perfeitamente para patrulhas oceanicas de longa duração, tem otimas qualidades marinheiras para alto mar, tem capacidade de reboque de outras embarcações com “bollard pull” maior que qualquer RBAM da MB, com um 40tinha L70 (no feijão mesmo) e duas 20mm ou .50 ta mais que perfeito pra um NaPaOc, some-se a isso um convôo (sem hangar mesmo), um scan eagle e um par de RHIB e está mais que perfeito para a MB.

souto.
Visitante
souto.

Veja o caso da armada Argentina,compraram 4 rebocadores de alto mar a Russia
e já li que ele vão receber um canhão de 40mm na proa e serviram como patrulha oceânicos.
é bom lembrar que a MB usa seus rebocadores de alto mar,tambem para patrulha.

Airacobra
Visitante
Airacobra

Bem lembrado Souto

Mauricio Veiga
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Sinceramente, temos 3 Patrulhas oceânicas classe Amazonas “desdentadas”, que poderiam ser bem armadas e compensar as baixas da MB por uma fração do custo de se construir oque quer que seja novo, até a chegada das novas escoltas, pra que complicar, já está pronto, é só adaptar …

Abraço.

carvalho2008
Visitante

Bem, todos aqui sabem minha opinião sobre isto. A atualidade permite uma série de equipamentos modulares com resultados muitos superiores do que outrora. Da mesma forma, o compartilhamento de cascos de dupla função eh o que viabilizaria um alicerce continuo e sinérgico entre a indústria naval mercante e a militar, criando assim um lastro para vôo maior com navios de 1a linha.

Vejam este interesse na material do thinkdefefense

http://www.thinkdefence.co.uk/a-ship-that-still-isnt-a-frigate/mss-small-psv/

E não custa lembrar novamente, os conceitos 12 e defendo

https://projetosalternativosnavais.wordpress.com

Ádson Caetano
Visitante

A função de socorro submarino também seria bem vinda. Temos hoje 5 subs e vem mais 5 por ai e só um socorro sub que fica no Rio, em caso de necessidade viraria tragédia. Se cada um dos cinco distritos navais contasse com um desses mais um Amazonas, teríamos o melhor dos dois mundos, patrulha e socorro suba.

Luiz Campos
Visitante
Luiz Campos

Quem não tem ICBM caça com .50.

Ádson Caetano
Visitante

‘sub’*

Gelson Jorge Emerim
Visitante

Bom dia, Airacobra e pessoal! … Airacobra 31 de março de 2016 at 22:36 Realmente, para mim, deveriam haver mais navios “off shore pintados de cinza”, pois servem perfeitamente para patrulhas oceanicas de longa duração, tem otimas qualidades marinheiras para alto mar, tem capacidade de reboque de outras embarcações com “bollard pull” maior que qualquer RBAM da MB, com um 40tinha L70 (no feijão mesmo) e duas 20mm ou .50 ta mais que perfeito pra um NaPaOc, some-se a isso um convôo (sem hangar mesmo), um scan eagle e um par de RHIB e está mais que perfeito para a… Read more »

Israel Miranda
Visitante

Mo, Acredito que o que o amigo Mauricio quis dizer logo acima, seria aproveita-se os cascos dos Napas, são 3 novos que temos, que compartilham o mesmo casco com uma versão corveta que existe lá fora, dai equipa elas para a função de corveta, isso mesmo de se colocar icbm nas amazonas e vls como vc diz(rs), e se abandona essa ideia de novas tamanduás que e desperdício de tempo e dinheiro, e pra patrulha comprem off-shore. Realmente não vejo a necessidade de Tamandaré tendo se comprado o projeto para construção aqui das amazonas e sabendo que eles poderiam ter… Read more »

Luiz Campos
Visitante
Luiz Campos

Gelson, quem sabe adaptamos pesqueiros que andam mais rápido como patrulheiros, rs.

Gelson Jorge Emerim
Visitante

Luis Campos,
já que esta é uma operação de cunho policial não seria má idéia disseminar alguns pesqueiros disfarçados para agir quando necessário.
Mas gostaria de ressaltar que o uso de embarcações “off shore” seria ótimo para também marcar presença pois usariam a sua grande autonomia para isso. Só que, sem abrir mão dos patrulheiros oceânicos. O uso destes dois tipos de meios ficaria algo interessante e acredito que melhoraria em muito a eficiência do patrulhamento.
Abraços.

Luiz Campos
Visitante
Luiz Campos

Gelson, fiz um comentário em tom de brincadeira, mas sem desmerecer seu raciocínio, com o qual concordo plenamente. Algo tem que ser feito dentro da penúria orçamentária para termos uma marinha que ao menos navegue.

Carvalho2008, o material apresentado demonstra que isso é possível.

carvalho2008
Visitante

Eu particularmente acho mais importante que a velocidade é o porte. Um casco maior pode levar uma RIB ou lancha mais parruda para interceptar. Da mesma forma, possuindo um conves um pouco mais abundante e desimpedido permite operar vants ou helis de baixo custo. É por isto que nao gosto do Macae, conves apertado e com uma tonelagem dificil de adaptar meios modernos como um vant. Custa entre US$ 80 a US$ 100 pratas 500 ton, caro para zonas internas que podem ser ocupadas por barcos menores, rapidos e mais baratos, e leve demais para colocar penduricalhos da atualidade que… Read more »

Fernando "Nunão" De Martini
Editor
Famed Member

“caro para zonas internas que podem ser ocupadas por barcos menores, rapidos e mais baratos” . Carvalho2008, boa tarde. . Creio que você não está levando em conta um componente importante em relação a porte, velocidade, capacidade: as condições de mar. . Não existe muito essa história de “zonas internas” no litoral brasileiro. Ele é bem aberto, e sujeito a condições de mar pouco favoráveis com razoável frequência. Navios de menor porte que 500t, como é o caso da classe Grajaú de 200t (que são menores e, ao menos no papel, uns dois nós mais rápidos que a classe Macaé)… Read more »

Luiz Campos
Visitante
Luiz Campos

Marinha onshore.

jagderband#44
Visitante
jagderband#44

Off topic total: alguém sabe onde está o Bahia (ex Scirocco) neste momento?

mps
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Gustavo
Visitante
Gustavo

Quando as patrulhas de 500t. Estivessem prontas eu seria a favor de converter as Amazonas em corvetas! Porque nao. Da uma tunada nelas hora pois!

mps
Visitante
mps
carvalho2008
Visitante

Valeu Nunão, muito bem explanado! Mas veja, mesmo que o custo de operação por dia de mar seja igual ou similar, provavelmente o numero de cascos industrializados faria com que as revisões e manutenção fossem mais baratas pela propria escala industrial. Isto tenderia a puxar o real custo de operação para baixo, ao menos hipoteticamente. Gostei da abordagem sobre a fração de custo total do barco (50%) com relação a eletronica e equipamentos de combate sobre o total. Talvez eu esteja sendo injusto com os Macaé e isto me deixou curioso. Esta fração aplicaria-se mesmo a navios patrulha distritais e… Read more »

Fernando "Nunão" De Martini
Editor
Famed Member

“Carvalho2008 em 01/04/2016 às 18:33” Carvalho, eu escrevi no comentário que provavelmente essa fração de 50% gastos em armas, sensores, sistemas de combate etc é menor no caso de um navio-patrulha, que é menos complexo nesses tipos de equipamentos que um navio de guerra. Não sei quanto menos seria exatamente a porcentagem desses custos num navio de patrulha (e mesmo o valor de 50% para os de guerra é uma generalização, aceita na média, mas que varia conforme o caso, pois há navios melhor armados que outros). Mas creio que essa porcentagem menor que 50% acabaria sendo compensada negativamente, no… Read more »

EParro
Visitante
EParro

MO;

Taí o primeiro!
Não é um “AHTS artilhado”, mas aquela ideía antiga parece que começou.
Quem sabe os “intelligentsia”, melhor os “sapienza”, da Gloriosa MB acordaram.

_RJ_
Visitante

Aliás, nunca entendi o porque das Amazonas levarem um discreto canhão de 30mm e as Grajaú aquele cabeção com cano de 40mm. Numa patrulha contra pesca ilegal ou tráfico, uma .50 não bastava? E aquela versão Naval do REMAX não seria interessante nesses patrulhas menoreszinhos?

Fernando "Nunão" De Martini
Editor
Famed Member

RJ, o alcance de uma .50, pensando em armamento principal, não é adequado à função, só serve como armamento secundário mesmo. Imagine também a pouca efetividade de um tiro de advertência de .50 contra um navio. Dependendo da distância, o alvo nem vai perceber.
.
Quanto ao canhão de 30mm da classe Amazonas, este era um requisito do comprador original, Trinidad e Tobago, e também é o padrão na Marinha Real para navios do tipo (vale sempre lembrar que foi uma compra de oportunidade). Se fossem navios originariamente encomendados pela MB, a lógica seria também terem canhão de 40mm.

Carlos Alberto Soares
Visitante
Carlos Alberto Soares

Vamos lá:
1) Tudo que o MO postou: Onde assino ?
2) Tudo que o De Martini comentou: Endosso 95%, nestes assino embaixo !

O que o MO defende em Patrulha tem inúmeras vantagens, mais os desdobramentos e custos.
Ademas não é função das Patrulhas exercer o papel de Naus de Guerra.

Para ação de guerra ou ostensiva há inúmeros outros meios
navais e aéreos. Patrulha é para patrulhar e executar as ações preventivas, de fiscalização das águas territoriais etc ….
Os recur$o$ que se otimizam com o desenho que o MO defende e compartilho, sobra muito dinheiro para outras prioridades.

Carlos Alberto Soares
Visitante
Carlos Alberto Soares

MO, Aircobra e outros Marinheiros + De Martini
_________________

Gostaria muito dos seus comentários:
_________________

https://pt.wikipedia.org/wiki/RbAM_Tridente_(R-22)

Carlos Alberto Soares
Visitante
Carlos Alberto Soares

Caros Editores:
Que tal montar um quadro igual do link abaixo, somente com as Naus em operação ou recebendo PMM, PMG etc etc etc.
_______________

Não entraria Naus descomissionadas ou sem nenhuma possibilidade de retorno ao mar.
_______________
No campo observações, colocaríamos o real estado da Nau.
Exemplo, nosso Almirante LM comentou que temos 11 embarcações em final de vida útil,
que se faça tal observação, porém pertinente a cada unidade,
Certamente cada Nau tem e terá seu histórico a qualquer tempo.
Está ai, creio dar bela matéria/atualizada e certamente “bombará”.

Carlos Alberto Soares
Visitante
Carlos Alberto Soares
marcelofaufba
Visitante
Airacobra
Visitante
Airacobra

MO 2 de abril de 2016 at 15:10

MO, ao citar “BP baixo” você se referiu a Bollard Pull? Se sim, realmente é baixo, sendo o Fellinto Perry (se não me falhe a memória) o navio com maior Bollard Pull da MB, seguido pelos dois da classe Alte Guilhem, mas quando comparados a outros navios o “BP” deles é baixissímo.

_RJ_
Visitante

MO @2 de abril de 2016 at 15:26
“Pq falam “AS AMAZONAS” .. as navias ???”

São “As Naus”… mas não pode falar rápido, nem no singular!

Airacobra
Visitante
Airacobra

MO, a ultima vez que andei comparando Bollard pull dos RBAM da MB foi em 2010 durante o modulo de socorro e salvamento do meu aperfeiçoamento, lembro que a classe triunfo tem um BP de 25t, a classe guilhem ta na casa de 85t, lembro que uma coisa que me intrigou muito foi o caso do Felinto Perry que mesmo sem ser RBAM tinha uma BP maior que a dos demais rebocadores de alto mar da MB, bem como o da classe Imperial Marinheiro que era da casa de 18t, não recordo exatamente qual era o Bollard Pull do Felinto,… Read more »

Maria do Carmos Lacoste
Visitante
Maria do Carmos Lacoste

jagderband#44 1 de abril de 2016 at 16:43

Off topic total: alguém sabe onde está o Bahia (ex Scirocco) neste momento?
_________________
Salvador – Bahia – Brasil.

Airacobra
Visitante
Airacobra

Hum

Juarez
Visitante
Juarez

AO grande benefício desta adoção seria a redução de custos de operação e de manutenção que viria na carona da escala de produção proporcionada pela aplicação civil destes navios.
MO é isso aí, agora vamos ver o que as sapiências navalis vão fazer.

G abraço

Carlos Alberto Soares
Visitante
Carlos Alberto Soares

MO
33 fotos, Parrudão heim, motorixação full, PH, guincho/grua(esse é o nome?) de patrão,
aliás a embarcação toda de patrão.
___________________

Juarez 3 de abril de 2016 at 19:02
___________________

Concordo. Vão fazer em Itaguaí ? (rs). Lunáticos por lunáticos.

Nonato
Visitante
Nonato

Em resumo. se for possivel usar meios civis se foram mais baratos se forem viáveis…
Mas se os preços nem a velocidade forem bons tudo bem. Não compra nem usa…
Mas acho um exagero gastar um bilhão colocar 200 marinheiros só para ficar vagando para lá e para cá.
Poderia haver esses meios. Para guerra.
Para o dia a dia qualquer embarcação que navegue

Juarez
Visitante
Juarez

Carlos não sendo na Baia “doxxxx méu irrrrrmão, tudo sai, os Catarina estão aí cuspindo um navio atrás do outro, aquele estaleiro no norte SP idem.

G abraço

fonseca
Visitante
fonseca

querem navios mercantes bem armados?
vejam esse vídeo, por volta de 8:40…

Carlos Alberto Soares
Visitante
Carlos Alberto Soares

Juarez
Com cerrrrtezzza ! (rs).