quarta-feira, dezembro 1, 2021

Saab Naval

Lançamento do HMS Forth, primeiro OPV classe ‘River’ Batch II

Destaques

Alexandre Galante
Ex-tripulante da fragata Niterói (F40), jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br

O futuro HMS Forth, o primeiro da nova classe “River” Batch II de navios-patrulha oceânicos (OPV – Offshore Patrol Vessel) da Royal Navy, foi lançado em 13 de agosto e depois movido para Scotstoun, para os acabamentos finais e testes de mar. A classe será composta por quatro navios. Esta classe é semelhante à “Amazonas” da Marinha do Brasil.

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GuiAmaral

Assim não tem graça! Prefiro quando jogam ele na água hehe

joseano

não ter hangar para helicóptero é uma desvantagem em um navio desse propósito.

adimindik

vai acabar sendo vendido para o Brasil e barato bom novo chega velharia .

Nonato

Navio fraco.

MO

Cuma ???

horatio nelson

mais um para proteger o império! god save the queen.

Jodreski

Brasil comprou as plantas dos APA com que intuito? Ao meu ver a intenção era projetar uma nova classe baseada na planta da classe Amazonas que atendesse sob medida as necessidades da MB, se for isso eu acho a decisão acertada. O que eu não acho acertado é o fato de não haver continuidade de nada em vosso país. Pagamos pelas plantas e fizemos, na prática, o que com elas? R: Nada. Espero que eu esteja sendo só precipitado e que em breve a MB possa nos surpreender com um novo projeto e quem sabe tenham a decisão correta de… Read more »

Adriano Luchiari

Precisamos de pelo menos mais 7 desses, para juntar aos nossos classe Amazonas, cada Distrito Naval com 2. São os meios ideais para controle do nosso mar e ZEE.

Bardini

Jodreski 2 de setembro de 2016 at 9:08
.
“Brasil comprou as plantas dos APA com que intuito? ”
.
O que o Brasil tem é licença para fabricação de mais unidades.
.
Adriano Luchiari 2 de setembro de 2016 at 10:21
.
Podemos ter algo melhor, com um amplo Hangar e espaço multifunção. Os Amazonas foram um negócio fenomenal mas, não podemos padronizar os futuros NaPOc por esta classe. Talvez por um derivado, mas não nos custaria jamais a barganha que pagamos pelos Três Amazonas.

Jodreski

Concordo com você! Conheço o histórico de compra dos Amazonas e assim como você vejo que foi um bom negócio de oportunidade. A intenção da MB era construir mais unidades do mesmo localmente após avaliá-los de forma prática. Não sei como se a MB gostou do que comprou pois jamais vamos ler algo relacionado vindo da corporação, agora é sim possível usar as plantas que foram pagas (e eu espero que não à toa) para desenvolver uma classe derivada do que compramos. Quanto a isso entrei nos méritos acima sobre quem poderia concluir o projeto e quem poderia executá-lo e… Read more »

Juarez

Este navio e bom de mar, confiável e de baixo custo operacional.
Seria necessário colocar um hangar retrátil e padronizar armamento de tubo dentro do que a MB usa

G abraco

Adriano Luchiari

Concordo Juarez, porém mesmo sem o hangar retrátil esse meio é de grande valia. Possuir um convoo não significa que o helicóptero seja orgânico e opere todo o tempo de missão embarcado. Enquanto em patrulha, o NaPOc dificilmente navegará além de 300 e poucos quilômetros da costa e, se com helicóptero embarcado, precisar enfrentar mau tempo, esse pode voar para algum ponto da costa até o tempo melhorar. Quanto ao armamento, creio que o Bofors Mk 110 57 mm seria ideal como canhão principal, com os 30 mm e .50 secundários.

Adriano Luchiari

Corrigindo o comentário anterior, com os 25 mm e metralhadoras .50 como armamento secundário.

Ádson Caetano

Um casco deste modificado para algo em torno de 105 metros ou o casco da Barroso-mod, qualquer um dos dois nestas proporções e com hangar seria ideal. Só que sete unidades se fazem urgentes. Uma idéia seria encomendar vários cascos ao mesmo tempo em vários estaleiros ao mesmo tempo (China, Corrêa, Espanha, Alemanha). Sendo trazidos para o Arcenal para serem armados e equipados aqui.

Ádson Caetano

Mo, seriam construídos em vários estaleiros mundo a fora simultaneamente. Eles receberiam motorização e equipamentos indispensáveis para navegação e seriam trazidos para o Arcenal da marinha no Rio para serem equipados aqui.

MO

Adson, creio esta opção de varios estaleiros ser meio difícil de acontecer, amarrados alem de outros fatores, por contrato
Massssssssssssssss a pergunta não foi a ver com isto não e sim relativo ao “Navio Fraco”

Airacobra

MO me manda um zimeio, ai te respondo com um material de teu interesse

MO

e mail fondo (de indo) p vcc, deve estar ai ja

Rommelqe

Os estaleiros sulistas devem estar meio ociosos devido à debacle da PeTrobras. Entendo que seria o momento para incentiva-los, ate porque eles fazem. E rspido.

Ádson Caetano

MO, teria problema de contrato caso o casco fosse Barroso-mod já que o projeto do mesmo é de propriedade da MB?

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