segunda-feira, abril 12, 2021

Saab Naval

Ministro diz que Brasil não tem navios para defender sua costa

Destaques

Alexandre Galante
Ex-tripulante da fragata Niterói (F40), jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br

Corveta Barroso V34

Por Pedro Peduzzi

Ao apresentar as justificativas para o uso de recursos públicos do orçamento de 2018 para capitalização de empresas estatais, o ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão, Dyogo Oliveira, disse hoje (1º) que é fundamental capitalizar a Empresa Gerencial de Projetos Navais (Emgepron), estatal ligada à Marinha, porque o Brasil não dispõe de navios para defender sua costa.

A proposta orçamentária para 2018 destina R$1,5 bilhão à Emgepron. “Tem a questão da Emgepron, que é ligada à Marinha, que também tem uma previsão que basicamente é para a reconstrução de nossa frota de corvetas, porque o Brasil hoje não tem navio para defender nossa costa. Estamos completamente sem nenhum navio novo para proteger a nossa costa. Temos um conjunto, se não me engano, de 12, dos quais quatro estão no final da vida útil, e aí ficaríamos com oito corvetas para defender toda a costa brasileira.

Então, há essa previsão de capitalização da Emgepron para que ela retome a construção dessas embarcações para defender a costa brasileira”, disse o ministro, em audiência pública na Comissão Mista do Orçamento, na Câmara dos Deputados.

Oliveira citou também a necessidade de fazer uma reserva orçamentária para a Infraero, de forma a capitalizá-la para acompanhar os investimentos previstos para os aeroportos concedidos que a têm como acionista. “Como a Infraero ficou dentro do modelo de concessão de aeroportos, com 49% das ações, ela tem de acompanhar as empresas privadas para a capitalização para o investimento desses aeroportos”, justificou Dyogo Oliveira.

A expectativa é de que Lei Orçamentária de 2018 seja aprovada pelos parlamentares antes do recesso de fim de ano. No entanto, em função das alterações feitas pelo governo federal nesta semana, é possível que o trâmite do texto sofra algum atraso. A lei antecipa a receita que deve ser arrecadada e determina o limite das despesas para o ano que vem.

FONTE: Agência Brasil/COLABOROU: Baschera

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Jr

1,5 bilhões para a engepron, a mesma por uma acaso constrói navio? E porque raios a parte de 49% que ficaram com a infraZero nos aeroportos licitados não foram vendidos ainda?

Alex Nogueira

Até que enfim um ministro resolveu atentar-se para esse fato… Espero que consigam disponibilizar verbas para aquisições, mesmo que de usados, para contornar ao menos um pouco a situação, pois dinheiro tem, todos sabemos disso, basta querer direcionar para o que realmente é necessário (como vimos a poucos dias, o presidente Temer torrou uma fortuna), é uma pena que para a massa da sociedade, DEFESA seja algo desnecessário.

Fabio Jeffer

Lamentável a situação de nossa marinha, muito triste mesmo

Observador

Ora, se tem a previsão de 1,5 bilhão para reequipar a Marinha que precisa para ontem de navios, para defender a costa brasileira, então, que faça uma boa compra de oportunidade e ponto, até o ano que vem teremos navios operacionais na missa Marinha, porque se esperar a gente construir e os mesmos estarem operacionais, daqui uns 10 anos sendo otimista estaremos com os nossos, e uma coisa não precisa excluir a outra.

Edcarlos

“é fundamental capitalizar a Empresa Gerencial de Projetos Navais (Emgepron)” é jogar dinheiro fora!

Saudações!

Edcarlos

“fazer uma reserva orçamentária para a Infraero”

“Como a Infraero ficou dentro do modelo de concessão de aeroportos, com 49% das ações, ela tem de acompanhar as empresas privadas para a capitalização para o investimento desses aeroportos”
Meu Deus, fica pior a cada parágrafo!

Saudações

Fernando "Nunão" De Martini

“Jr 1 de novembro de 2017 at 20:05
1,5 bilhões para a engepron, a mesma por uma acaso constrói navio?”
.
A Emgepron não constrói navios, mas ela gerencia os projetos de construção dos mesmos.

Fernando "Nunão" De Martini

Agora, deixa eu entender uma coisa: vocês estão reclamando que o Ministério do Planejamento está propondo destinar 1,5 bilhão para uma empresa pública vinculada ao MD, com a justificativa de reequipar a Marinha? Ou seja, estão reclamando que o Min Planejamento está destinando dinheiro ao Min Defesa pra um programa de reequipamento da MB?
.
Eu cada vez entendo menos: reclamam quando o dinheiro é retirado, mas quando há uma proposta para o dinheiro ser investido, reclamam também! Ou eu não estou conseguindo ler textos e interpretar as coisas…

Top Gun Sea

Se for refazer esse caminho novamente vão se mais 10 anos. Ao invés de por dinheiro na Emgepron para iniciar projeto e sobretudo reformar estaleiros faz se necessário em caráter de urgência é fazer cotações de vasos novos ou bons de anos e PMG e somados a estes 1.5 bi levantar um financiamento e comprar meios em outros países. Como para MB é difícil até mesmo para abordar uma situação/ necessidade de forma adequada. Se é para resolver faça o do forma certo e coerente.

Fabio Jeffer

Fernando Nunão De Martini
É verdade, não da pra entender essas reclamações, todo e qualquer dinheiro pra nossa marinha é válido, que esta numa situação se sucateamento total.

Renan

1,5 já é um começo.
Que venha mais. Pelomenos 15 bilhões assim já começariamos a ver alguma coisa nos mares
Abraços

fabio Souto.

Da para comprar o Ocean e ainda sobra.

Bardini

Se tivesse mais 1,5 bi garantidos, pingando na conta da MB todo ano, teríamos bem menos problemas… Bem menos…

Aldo Ghisolfi

Boas compras de oportunidade, menos o OCEAN…
Fragatas querendo ser compradas…

Carlos Eduardo Maciel

Alguém pode informar como ficou a questão da utilização de 10% da arrecadação da Marinha Mercante para a MB ?

Jr

Nunão, todo o dinheiro é bem vindo, se bem que estar no orçamento nos dias de hoje não quer dizer muita coisa, basta ver os diversos projetos que tem orçamento previsto e/ou estão andando a banho maria ou estão parados, mas se todo esse dinheiro for liberado para ser usado, espero que a MB gaste um pedaço com compras de oportunidade, infelizmente na situação em que se encontra a MB hoje não da para esperar as tamandarés ficarem prontas não. Aldo Ghisolfi, quais fragatas? Se você estiver se referindo as type 23, sugiro que você de uma olhada na matéria… Read more »

Miguel

Galante, reclamam de estatal mas ninguém reclama de estatais Norueguesas e Chinesas dominando o Petróleo do Pré-Sal….Vai entender!!
Esta turma fica satisfeita com a 4ª Frota defendendo o Brasil.

fabio Souto.

Pergunta essa verba já esta assegurada? depende de aprovação do congresso?

Nunao

Fabio, está no texto.
É proposta orçamentária para 2018.
Orçamento precisa ser aprovado no congresso.
E o ministro estava justamente no congresso apresentando a justificativa para a proposta.
O texto da Agência Brasil não está lá essas coisas, a fala do ministro não está das melhores, mas dá pra entender, né?

fabio Souto.

Obrigado Nunão entaõ é torcer que essa proposta orçamentaria seja aprovada?

PS. Np.a maracanã vai esse mês pro AMRJ segundo Roberto Lopes.

Rodrigo Tavares

Esse ministro viu isso hoje?

Mateus

Ótima noticia! finalmente uma luz na escuridão.

GUPPY

Ótima notícia. Será se a maior parte desse dinheiro será destinado às Tamandaré?

Carlos Alberto Soares

Não haverá futuro sem corrigir os erros do passado; NÃO se trata somente de dinheiro.
http://www.naval.com.br/blog/2017/10/27/ha-100-anos-o-brasil-declarava-guerra-ao-imperio-alemao/

Mario

Infelizmente o Brasil não nasceu para ser potência……

Glasquis7

Eu já disse isto mil vezes e vou repetir. O problema das FFAA não é dinheiro, é gerenciamento do mesmo. Se derem mais 10 Bi, mais 10 bi serão diluídos nas FFAA sem saber aonde foi parar devido aos gastos burocráticos.

Andre Luis

A marinha está reclamando que falta dinheiro para Fragatas? Ora, mas então porque a Marinha escolheu investir tudo e mais um pouco em um projeto de Estaleiro Naval de submarinos, Base de Submarinos Novos, 4 submarinos convencionais, mais cinco submarinos nucleares, mais o dinheiro da corrupção para pagar a Odebrecht por tudo isto????? Tudo isto ao custo de 30 bilhões de reais, ou mais. Porque a Marinha ficou torrando dinheiro por 10 anos com um porta aviões, gastando quase um bilhão de reais em um Porta Aviões, se faltava dinheiro para as escoltas???? Ora, cancelem os submarinos nucleares e usem… Read more »

Felipe

A MB tem que colocar os pés no chão. Tem que estar atenta as mudanças e evoluções da guerra marinha, da economia mundial e, tao importante, deve dar um passo de cada vez. Não adianta devanear sobre NAe, SSN… quando o fundamental não está sendo cumprido. Quando havia o projeto de adquirir as fragatas, não havia projeto de substituir a base, as corvetas e ao mesmo tempo se investiam bilhões em SSN, NAe, aviação naval: Isso sim foi dinheiro jogado, literalmente, no lixo. Primeiro, que seja uma marinha de guerra costeira eficiente e auto-sustentável, baseada em corvetas de fabricação nacional,… Read more »

camargoer

Caro GAlante. Já li esse seu comentário “reclamam quando não faz, reclama quando faz, não entendo essa turma” vária vezes em diferentes posts. Percebo que existe um tipo básico de comentário (não só aqui, mas também em pareceres de projetos, bancas de avaliação, etc.) que acabam repetindo um padrão. Primeiro, precisam ser mal-humorados como o smurf Ranzinza.. “eu odeio essa coisa”. Em algum momento, alguém passou a fazer de conta que ser mal humorado é inteligente (o oposto é verdade). Além disse, para ser mas descolado, é preciso ser contrário ao estado, contrário ao IPCC, ou qualquer coisa que pareça… Read more »

Adriano Luchiari

Amigos, é óbvio que qualquer aporte financeiro é bem vindo diante do quadro atual, mas eu não entendo por que à Emgepron, aliás não entendo sequer o por que de sua existência, já que MB possui uma Diretoria de Engenharia Naval, um Centro de Projetos de Navios e um Centro Tecnológico. Tenho que concordar com os comentários do André Luis e Felipe, me parece que falta foco para estabelecer prioridades, sem isso os recursos nunca serão suficientes pois se diluem com custeio e projetos cujos cronogramas nunca são cumpridos e em alguns casos sequer são concluídos.

camargoer

Caro Adriano. Há uma diferença em relação ás leis de licitação e contratação de pessoal por CLT. A Diretoria Naval deve obedecer à regulamentação do serviço público enquanto que a Emgepron segue a legislação civil.

Adriano Luchiari

Você está certo camargoer, mas você concorda que, nesse caso, cria-se competências concorrentes na estrutura da MB que consomem recursos que poderiam ser melhor direcionados? Então que se extinga o Centro de Projetos de Navios, por exemplo, e delegue à Emgepron essa atividade.

camargoer

Olá Adriano. Não sei. Teríamos que ver as atribuições de cada organização para saber se são concorrentes ou não. A propósito, o governo federal tem duas organizações concorrentes na previsão do tempo (INMET e o CPTEC/INPE) exatamente para que sejam desenvolvidos dois modelos distintos de meteorologia. No caso da meteorologia, é importante que as duas organizações colaborem mas que usem algoritmos diferentes (quando concordam, há maior chance de estarem certas, se discordarem por ser o indício de um erro no algorítimo).

Adriano Luchiari

Então, há casos que se justificam, como os que você mencionou acima, mas eu acredito que nas FFAA existem muitas estruturas que deveriam ser compartilhadas, unificadas ou extintas. Certamente as verbas empenhadas no seu custeio não são poucas, e poderiam ser remanejadas para investimentos…Com certeza tem como melhorar a gestão para fazer mais com os mesmos recursos.

Adriano Luchiari

Aliás, falando de meteorologia, existe também o CEPAGRI da Embrapa Informática Agropecuária, na UNICAMP.

Aldo Ghisolfi

Jr:
Bom dia!
Sim, referia às Type 23 em função da postagem do dia 25 pp que, entre outras coisas dizia que “a necessidade urgente de substituição de escoltas de mais de 40 anos na Esquadra Brasileira também poderia ser atendida pela aquisição de fragatas Type 23, caso elas estejam disponíveis e com boas condições de pagamento.”
Evidente que, se estiverem sucateadas, não interessam; o A 12 deve ter servido de lição.

camargoer

Olá Adriano. O MinD nasceu da integração de três estruturas complexa e consolidadas, que eram os três ministérios militares. Após quase duas décadas, o MinD ainda não está consolidado. Como exemplo banal mas significativo, a nomenclatura das aeronaves nunca foi unificada. Talvez seja hora de reorganizar as estruturas militares dentro do MinD, integrando (não fundindo) as estruturas de pesquisa e educação, de saúde, compras, etc, em órgãos do MinD e não dos comandos. Por outro lado, concordo com você que estas reformas não teriam como objetivo uma economia significativa de recursos mas pode ser que melhorem os resultados. Não conhecia… Read more »

Adriano Luchiari

É isso aí amigo camargoer, quanto ao CEPAGRI (Centro de Pesquisas Meteorológicas e Climáticas Aplicadas à Agricultura), o mesmo foi criado em novembro de 1983 e, desde setembro de 2001, está instalado no prédio da Embrapa Infomática Agropecuária, localizado no Campus da UNICAMP. Consulte o site. Abraço e bom feriado a todos.

Celso

Prezado Nunao, aqui entre nos…..tenho absoluta certeza q ninguem reclama aqui sobre esse tal 1,5 Bi q poderao ser alocados a MB, porem colocar essa montanha de grana nas maos da Engeprom ineficaz e aparelhada a guisa de gerenciar projeto….ah isso eh demais nao eh mesmo Nunao. Poderiamos aqui estar discutindo como disponiblizar essa grana para de fato colocar a encomenda e construcao em algum estaleiro, nacional ou nao . Afinal esse projeto esta ou nao pronto ou sera q eh so um rascunho mal feito da Engepron………Nunao, me perdoe, mas vc esta realmente entendendo muito mal alguns comentarios. Vamos… Read more »

Celso

Resumo da opera, …..leiam o comentario do Glasquis7 a 1,52………resumo curto e grosso e eh bem isso q podera acontecer c essa migalha de 1,5 bi….sera q todos aqui ja nao viram isso acontecer….eu vejo isso a mais de 50 anos.

Hélio

Mas nem que tivesse navios modernos, o problema também eé QUANTITATIVO, além da distribuição dos meios, o correto, dado o tamanho da nossa costa, eram ter três esquadras, uma na Foz do Amazonas, onde ficaria a utópica segunda esquadra, outra na Bahia e a segunda em SP ou SC, isso fecharia toda a nossa costa. Mas isso é completamente impossível em curto, médio e longo prazo.

Farragut

gerenciamento dos recursos; métricas para avaliar eficiência da estrutura de segurança e defesa; MD sem consolidação há quase VINTE anos…
esses são tópicos que demandam amplo e sério debate sem dogmas de infalibilidade das autoridades, postos como premissa.

Gaineth

Fernando “Nunão” De Martini 1 de novembro de 2017 at 20:39

.
A Emgepron não constrói navios, mas ela gerencia os projetos de construção dos mesmos. E que projeto de construção nós temos??? Só mais uma ESTATAL para sugar nossos poucos recursos.

Fernando "Nunão" De Martini

Pessoal, vários comentarios acima estão partindo de premissas erradas. Pela enésima ve: Emgepron não projeta navios. Ela gerencia projetos e contratos como um todo (cumprimento das etapas, planejamento, gerenciamento das atividades junto aos fornecedores e construtores etc.). . Na MB, quem é incumbido de projetar navios (etapas que estejam a cargo da MB, pois isso também pode ser contratado a uma empresa) é o Centro de Projetos de Navios. . Há anos explicamos essas coisas, até em matérias… . Então, por favor, recomecem do zero algumas discussões acima. Inclusive o Celso, que se dirigiu a mim achando que estou criticando… Read more »

Jean-Marc Jardino

O Brasil nao tem capacidade aérea para defender seu espaço aéreo, nao tem capacidade nem de homens e nem de equipamentos terrestres para defender suas fronteiras em terra, e muito menos navios de guerra para defender sua costa, uma presa fácil para as superpotências militares, se quisessem invadir o Brasil e busca de água doce e petróleo. FATO.

Fernando "Nunão" De Martini

Gaineth, acho que vc comentou enquanto eu escrevia. Como assim que projeto nós temos pra construir? A matéria fala em corvetas. Projetou-se e detalhou-se o projeto da classe Tamandaré de corvetas. Coloque o nome Tamandaré no campo busca do blog e atualize suas informações a respeito. Talvez encontre alguma resposta à sua pergunta, se você se esforçar um pouco. Eu não tenho nenhuma intenção de atacar ou defender uma estatal, a Emgepron etc. mas é impressionante o quanto de crítica rasa e sem qualquer embasamento se faz a partir de premissas erradas. E uma oportunidade de debate que poderia ser… Read more »

Adriano Luchiari

Amigos Nunão e Galante, seguindo sua recomendação, o meu mínimo conhecimento com base nas informações se resume ao que eu escrevi acima e em outros comentários pertinentes. Mas não foi a minha ignorância, e sim os grandes conhecedores do assunto, inclusive da própria MB, que levaram Marinha à sua atual situação.

Wardog1

Não tem que ter navio nenhum p proteger a costa

Esta tarefa deve ser feita por aviação.

Se os avioes vai ser da FAB ou da MB é que é a questao.

Usar navios para esta tarefa e usar tecnologia obsoleta

camargoer

Olá Adriano. Vi que o prédio da Embrapa Informática é dentro da Unicamp (apenas da Embrapa ser federal e a Unicamp estadual). Também é interessante que a Embrapa possui 111 pesquisadores e o Cepagri 10. É muito legal esse tipo de integração. Lembrei do IPEN (federal) dentro do campus da USP (estudal) ao lado do CTMSP (o Centro de Tecnologia da Marinha, também dentro da USP, mas que é uma instalação militar federal).

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