OPV 80 – Lürssen Defence

O governo de Turnbull anunciou em 24 de novembro a encomenda de 12 (em vez de 20 no anúncio de 2014) navios de patrulha offshore projetados e construídos sob contrato principal com a Lürssen.

O projeto Offshore Patrol Vessel (OPV), que vale até US$ 4 bilhões, será entregue por trabalhadores australianos, em estaleiros australianos usando aço australiano.

Os OPVs terão um papel importante na proteção das fronteiras e proporcionará maior alcance e autonomia do que a frota de patrulha existente.

O investimento em novas capacidades navais, como os OPVs, é uma parte fundamental do compromisso do governo Turnbull em relação à defesa e à segurança da Austrália.

Conforme detalhado no Livro Branco de Defesa de 2016, o Governo está passando por sua maior regeneração de capacidade naval desde a Segunda Guerra Mundial.

Os OPVs permitirão à Marinha empreender operações mais extensas e proteger os recursos em maiores distâncias e em ambientes marítimos mais complexos.

O anúncio é a próxima etapa do Plano Nacional de Construção Naval da Austrália e empregará diretamente até 1.000 trabalhadores australianos – 400 diretos e mais 600 na cadeia de suprimentos.

Os OPV da Marinha serão do projeto Lürssen, utilizando a ASC Shipbuilding em Adelaide para a construção dos dois primeiros navios.

O projeto então se transferirá para a Prefeitura Marítima de Henderson, em WA, onde a Lürssen usará as capacidades da Austal e Civmec para construir dez OPVs, sujeito à conclusão de negociações comerciais.

O primeira dos 12 OPVs iniciará a produção no quarto trimestre de 2018.

O anúncio representa um passo significativo na implementação da visão do governo Turnbull para uma indústria de construção naval australiana contínua, inovadora e soberana, conforme descrito no Plano de Construção Naval.

O investimento do governo da Turnbull em construção contínua de navios garantirá que as capacidades marítimas da Austrália serão mais flexíveis e versáteis do que nunca.

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Tamandaré
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Tamandaré

Da até uma “invejinha”… 🙁

Renan
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Renan

Isso é encomenda de verdade numericamente significativa.
Invejjjjjja

Lucas Henrique
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Lucas Henrique

Quatro bilhões de dólares por 12 belezinhas dessas… Um sonho para nós brasileiros.

Delfim Sobreira
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Delfim Sobreira

1 x 57mm, 2 x 20mm, 2 x .50, 4 Exocet MM40, helis até 11toneladas… mas isso é quase uma corveta ! Mas com o dragão se expandindo, não chega a surpreender.
.
Perto disso a classe Amazonas é desdentada.
.
“Trabalhadores australianos, em estaleiros australianos usando aço australiano”. Mitou !

MO
Membro

Oi Delfin, mas um grande detalhe, são TO´s e TG completamente diferentes, apensar de serem o mesmo tipo de embarcações realizam funções muito diferentes

Fernando "Nunão" De Martini
Editor
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“Delfim Sobreira em 24 de novembro de 2017 at 21:57
1 x 57mm, 2 x 20mm, 2 x .50, 4 Exocet MM40, helis até 11toneladas… mas isso é quase uma corveta ! Mas com o dragão se expandindo, não chega a surpreender.”

Sem saber mais detalhes do resto do recheio, é um OPV metido a corveta, conceito que considero um erro. Falta muita coisa (e não estou falando só de armamento) pra deixar de ser OPV e ser considerado realmente uma corveta.

Ádson
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Ádson

Guarda muita semelhança com o HMS Clyde da classe River.

Nonato
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Nonato

Delfim Sobreira, a única coisa que se aproveitam são esses quatro mísseis.
O resto é tudo metralhadora para afugentar cardume de peixes ou pesqueiros ilegais.
Para guerra que é bom essas armas de pequeno calibre não servem para nada…

MO
Membro

Nonato, meu amigo, não seiria em hipotese alguma, OPV não é navio de combate … não menosprese o armamento, não fação isso não, até pq não é bem assim

Bardini
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Bardini

Pra mim, é uma surpresa escolherem a Lurssen…
.
Achava que ia dar Damen ou Fassmer:

Bardini
Visitante
Bardini

Sobre esse OPV da Lurssen, alguém já viu a versão que os australianos compraram?
.
É mesmo essa do Vídeo?

Bosco
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Bosco

Interessante que o radar de busca aérea é 2D, e há um diretor de tiro radar para o canhão de 57 mm.

EParro
Membro
EParro

Para a função de patrulha, parece-me demais. Vejo a classe Amazonas mais adequada como patrulha; o único porém, talvez seria o canhão de 57mm, mas…
Agora, para um combatente, parece-me um terrível engano estes patrulhas anabolizados.
Acredito que seria muito melhor uma corveta ou uma fragata.

Bardini
Visitante
Bardini

Pra combate propriamente dito, os caras vão ter 3 Navios focados em AAW e 9 em ASW… Esses OPVs complementam os patrulhas da classe “Cape”, que a Austal já vinha produzindo.
.
E falando nisso, o segundo Destroyer dos caras começou as provas de mar.

Fernando "Nunão" De Martini
Editor
Trusted Member

Já dizia o sábio Falcão, que parafraseei mais de uma vez:

Homem é homem, menino é menino, corveta é corveta e navio-patrulha oceânico é navio-patrulha oceânico.

Jr
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Jr

Essa foi a decisão mais estranha de todas as concorrência da Royal Navy até aqui, todo mundo esperava 20 OPV(s), foram anunciados 12, todo mundo esperava que a Fassmer ou a Damen ganhassem, ganhou a Lurssen e pior a Lurssen estranhamente vai construir a maioria dos OPV(s) 10, no estaleiro que era parceiro do rival (Fassmer) na concorrência, ou seja, ela vai construir 2 no estaleiro parceiro da concorrência e 10 no estaleiro parceiro da rival. A conclusão que tiro dessa lambança toda é que político é vag*bundo em tudo que é lugar, eles só mudam de língua e endereço,… Read more »

Delfim Sobreira
Visitante
Delfim Sobreira

MO
Sim, o TO é diferente, o dragão é a China.
.
Nunão.
Um OPV não é uma corveta, não tem velocidade, armamento antiaéreo ou antisubmarino. Mas o site da Lürssen coloca “AsuW” como uma das possibilidades dos OPV-80. Os Exocet não são para pesqueiros. Um convoo para helis de 11 tons ? Um Seahawk pronto pesa 8 tons.
A própria matéria coloca “ambientes marítimos mais complexos” e “capacidades marítimas da Austrália serão mais flexíveis e versáteis”.
A Austrália com a China ali do lado apostou em OPVs anabolizados.

Fernando "Nunão" De Martini
Editor
Trusted Member

Delfim Sobreira,
Exocet até a classe Floreal levava (ou ainda leva, nem sei mais).

Pra mim, pra ser chamado de corveta um navio tem que ter compartimentação adequada, geração de energia e capacidade de refrigeração de equipamentos e compartimentos para tripulação, armas e sensores para várias funções (ASW, ASuW, AAW), entre outras características. Pra começar.
Repito: homem é homem, menino é menino, político é político…

MO
Membro

Delfim, sim sem duvida, mas me referi mais especificamente ao tipo de TO baseado na Geografia, muitas ilhas otimizando a ação deste tipo de navio um pouco mais rmado

Bavaria Lion
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Em outro post eu já havia comentado que esse é o OPV mais parrudo do mercado. A versão Lürssen 90 (que ainda não tem encomendas) porta ainda um RIM-116 ou VLS mk56 de defesa aérea, com um Compact 76mm na artilharia da proa.

Recentemente, estiveram concorrendo por fabricação de corvetas com alguns projetos interessantes, e, o OPV 90 é mais bem armado do que grande parte das corvetas do mercado. Uma ótima capacidade ASuW nesse barco.

Porém, eu gostaria mesmo de ver o projeto de corveta pura desse estaleiro (com capacidades ASW).

http://www.luerssen-defence.com/luerssen-opv-90/

Bavaria Lion
Visitante

O preço do navio vai sair salgado (em torno de 333 milhões por vaso), porém, haverá o custo de 100% de nacionalização da produção, até do aço. Tomando por base isso, esse valor tá até barato.

Delfim Sobreira
Visitante
Delfim Sobreira

Sim. Por isso digitei que “é quase uma corveta”. Quase mas não é. Mas os avanços em tecnologia, a demanda por meios multimissão, que façam mais por menos, e o aumento de atribuições, obrigam à racionalização dos meios. Hoje em dia um policial parece um infante, e o infante faz GLO. O F-39 vai substituir aviões de caça e de ataque, e melhor. Veículos de infantaria IFV tem armamento anticarro, e assim vai. OPVs se aproximam de corvetas, mas as corvetas se aproximam de fragatas, e fragatas se aproximam de destroyers. Hoje em dia a MB tem que cuidar de… Read more »

Francisco
Visitante
Francisco

A Austrália e o Brasil que deu certo, se cada brasileiro pudesse conhece a Austrália pessoalmente, saberia pq sou a favor do Estado mínimo…Lá quase não existe empresa estatal, os municípios pequeno não possui câmera de vereadores, Leis na Austrália não existe a centenas de brechas que existe na nossa, o ensino fundamental e médio e gratuito e o universitário e privado (mais fiscalizado pelo estado, e existe vários tipo de bolsa para as pessoas realmente que não pode paga.) e o principal lá não tem a disparidade salarial que existe no Brasil. Exemplo um juiz ganha em media lá… Read more »

_RR_
Visitante
_RR_

Um vaso belíssimo, sem dúvidas… Mas peca pela ausência do hangar… Para os australianos, operando de frente para mares vastos, entendo que isto seria essencial em um patrulheiro oceânico…

Dalton
Visitante
Dalton

_RR_… . se todo “oceânico” contasse com helicóptero orgânico haja helicóptero disponível, já que sempre haverá àqueles em manutenção ou em treinamento então seria necessário investir mais em helicópteros , tripulações, etc. . Não estou negando a importância de um helicóptero orgânico e sim que não é possível se ter de tudo e há muitas ocasiões em que um helicóptero pode operar durante alguns dias apenas utilizando a convés de voo…é prática comum até nos primeiros 28 destroyers da classe Arleigh Burke que não possuem hangares. . Ter um helicóptero orgânico também não significa que ele estará disponível o tempo… Read more »

Bardini
Visitante
Bardini

Como o assunto sempre pende pro nosso lado e essa discussão de Corveta vs OPV é interessante, eis o projeto do CPN: . Se você confrontar as dimensões desse projeto com as da classe “Inhaúma”, bate com muita “coincidência”. Até as linhas do casco tem semelhança. Sendo “coincidência” ou não, é o que as “Inhaúma” deveriam ter sido ou continuado sendo, já que o projeto deriva de um patrulha. . Aí eu pegunto: Se colocar 4 MAN SUP e um Simbad RC sobre o Hangar daquilo ali, já não dá de chamar de Corveta? Aí entra outro questionamento: Precisamos disso?… Read more »

Dalton
Visitante
Dalton

Acredito Bardini que a marinha brasileira assim como muitas outras queira um principal e um secundário combatente de superfície…um secundário mais barato e mais acessível de planejar e construir em um primeiro momento, poderá permitir à aquisição de um número maior de unidades complementando um número menor de principais que virão ou deverão vir subsequentemente às corvetas classe Tamandaré, uma evolução necessária da corveta Barroso.

Bardini
Visitante
Bardini

Mas aí você pega o exemplo dos australianos… Lá o planejamento é não ter esse tal secundário. Será que eles estão errados e nós é que estamos certos?
.
Veja que a Marinha deles atua em um ambiente muito semelhante ao nosso. Não é uma Marinha que tem que navegar pouco para cobrir suas responsabilidades. Pelo contrário, a Austrália fica longe de tudo e de todos e possui uma imensa costa.
.
Será que ter só os “Principais” e colocar o dinheiro desses “Secundários” em vários OPVs não é mais efetivo?

José Luiz
Visitante
José Luiz

Caro Nunão Realmente um OPV jamais pode competir com uma corveta, não tem compartimentos estanques, casco projetado em padrão civil, vulnerável. Não tem recursos de guerra eletrônica e é cego ou melhor surdo para submarinos, nem tem SAM como o Sea Ceptor. Mas a diferença é que enquanto se gasta quase 500 milhões de dólares por uma corveta se pode construir 4 unidades de OPV. E um OPV pode fazer tudo que uma corveta faz em tempos de paz. E pode ser um navio de apoio em caso de guerra. Aí faço a pergunta o que você pensa em ter… Read more »

Dalton
Visitante
Dalton

Eles terão 3 navios especializados em guerra aérea e provavelmente 9 especializados em guerra anti submarina, dependendo do ponto de vista, estes podem ser os “secundários”. . Não diria que australianos atuam em um ambiente semelhante ao nosso…há uma grande concentração de submarinos e aeronaves de outras nações na área, necessidade de navegar milhares de kms até áreas que necessitam ser patrulhadas e eventualmente formar com marinhas de outros países como poucos anos atrás uma fragata australiana passou um tempo no Japão fazendo parte do grupo do então USS George Washington. . A Austrália tem um pacto de defesa com… Read more »

Walfrido Strobel
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A Austrália não tem nenhum problema com a China e tem a Indonésia fazendo um paredão entre os dois. Tenho certeza que a China não é a preocupação deles, a maior preocupação deles é com imigrantes ilegais vindos da Asia em barcos precários causando várias tragédias. As OPV serão úteis para coibir estas atividades, houveram atritos diplomáticos entre Autrália e Indonésia, mas ficou esclarecido pela nacionalidade dos navios que a maioria deles vem da direção da Indonésia, mas são de outros países, houve um acordo onde a Indonésia atuaria com mais ênfase na repreensão aos que reabastecem estes barcos clandestinos… Read more »

José Luiz
Visitante
José Luiz

Faço algumas considerações: 1-) Considerando o estado atual econômico em que se encontra o país; 2-) Considerando o tamanho imenso do mar territorial e a necessidade de contar com vários navios oceânicos pelo menos dez unidades. para patrulha, salvamento e marcar a presença nacional; 3-) Considerando que não temos nenhum inimigo potencial regional no momento, considerando que a dissuasão basicamente será feita pela arma submarina que é a que teve maior investimentos; 4-) Considerando que o maior gerador de empregos básicos é as obras em aço dos cascos, sendo que o maior custo encontra-se nos sistemas de armas, portanto os… Read more »

Dalton
Visitante
Dalton

Walfrido… . a Austrália é um aliado natural dos EUA…não é porque não há nenhum problema com a China agora que não poderá haver amanhã . Os australianos constantemente enviam seus navios e submarinos para longuíssimas missões…tanto que os submarinos japoneses classe “Soryu” não atenderam estas especificações já que possuem alcance inferior até mesmo quando comparados aos atuais submarinos australianos, daí a escolha pelo projeto francês. . Ao menos por enquanto não há ambiguidade por parte dos australianos e os 2000 fuzileiros navais dos EUA que se revezam na Austrália é um bom indicador dessa aliança. . Se à Austrália… Read more »

Alex Nogueira
Visitante
Alex Nogueira

Para esse OPV ficar “perfeito” faltou só um hangar e um radar 3D rsrs, mas eu certamente ficaria com um Avante 2400+ da Navantia.

_RR_
Visitante
_RR_

Dalton ( 25 de novembro de 2017 at 9:36 ); Caro Dalton, Eu entendo que, no caso de um OPV, não precisa manter um helicóptero embarcado o tempo todo, bastando operar com a aeronave embarcada somente quando houver real necessidade ( a aeronave pode ser embarcada por ocasião do acionamento SAR ou outra ocorrência ). De fato, o hangar pode ser considerado realmente dispensável nesse caso… É evidente também que essas instalações tem seus custos ( certamente acrescenta alguns milhões a conta ), e um OPV sem o hangar vai custar mais barato, além de poder ser menor e mais… Read more »

_RR_
Visitante
_RR_

Bardini, Dalton,

No meu entender, este seria “o OPV”…

https://www.aviacionargentina.net/foros/filedata/fetch?id=619731&d=1489605077
http://www.edrmagazine.eu/wp-content/uploads/2017/10/17-Colombia_Navy-1024×640.jpg

Tem todas as inovações que julgo pertinentes, tais como o passadiço em 360° e o arranjo para recolhimento e acomodação de bote semi-rígido a popa.

A família de OPVs ‘Gowind’, cujos vasos igualmente dispõem dessas inovações acima, também muito me agrada.

Dalton
Visitante
Dalton

_RR_ . o problema do “basta ter as facilidades” implica em se ter um navio maior ou espaços reservados para uma tripulação maior …destacamento aéreo…combustível para à aeronave…maior necessidade de víveres a bordo por conta de uma tripulação maior e assim por diante. . Infelizmente não se pode ter tudo e os chamados “compromissos” precisam ser feitos é e sempre foi assim. . Quanto aos “primeiros Burkes” nunca se pensou em utiliza-los perto da costa americana, e continuam sendo voltados principalmente para a função anti mísseis balísticos, porém com a retirada de tantos navios com helicópteros orgânicos como a classe… Read more »

Fernando "Nunão" De Martini
Editor
Trusted Member

Me perguntaram, vou tecer então algumas considerações. Comentei mais acima que OPV é OPV e corveta é corveta. Apesar de muitas vezes terem porte semelhante, conceitualmente e nos detalhes são diferentes. Se a sua verdadeira necessidade é de um tipo de navio, não faz sentido o outro, e vice-versa. Evidentemente hoje muitos tipos se confundem, muitas missões se sobrepõem, mas isso também não é coisa só de hoje. Não entrei na questão do que é melhor ou pior pra MB agora, mas minha opinião a respeito é a seguinte: não havia nenhum OPV em serviço na MB, mas havia uma… Read more »

Fernando "Nunão" De Martini
Editor
Trusted Member

Complementando, acho que tanto navios-patrulha menores quanto oceânicos devem sim ser capazes de receber armas mais potentes num espaço de tempo relativamente curto em caso de necessidade – mesmo porque atmar OPVs é uma possibilidade aberta também para nossos vizinhos. Mas isso seria para aumentar a dificuldade a ser ponderada por uma eventual ameaça, de modo a aumentar a nossa capacidade de dissuasão e flexibilidade no emprego das forças. Mas, ainda assim, a linha de frente do combate com navios de superfície tem que ser com navios de guerra de verdade, corvetas e fragatas projetadas como devem ser, com redundância… Read more »

Bavaria Lion
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Alex Nogueira 25 de novembro de 2017 at 13:26 Não só tem isso. Pode ter defesa aérea de ponto (Mk56 VLS), datalink, uma variedade de mísseis antinavio a gosto do freguês. Pelo requerimento, inclusive, o modelo que deve ter ganho é o 90, não o 80. Sensors Combat Management System 1 x 3D Search Radar 1 x Fire Control Radar 2 x Nav Radar EO/IR Sensors 1x Helicopter Guidance Radar ESM / ESM IFF Link 11/16 Weapons 1 x 76/62 Compact or 1 x Bofors 57 Mk3 4 x MM40 EXOCET or 4 x RBS 15 Mk3 or 4 x… Read more »

Bardini
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Bardini

Para uma Marinha que tem de ser Guarda Costeira e exercer função policial em uma imensa ZEE, não dá pra enxergar solução muito melhor do que a entregue por um OPV. . Aí o que aparece como opção mais palatável, para o desleixo com a função de Patrulha Marítima no Brasil? “NPa 500t BR”, com cara de militar. Sério. Precisamos mesmo colocar alguns milhões a mais no projeto para ter alça optrônica, radar diretor de tiro, Bofors Mk4, sistema de combate e demais equipamento $$$, tudo isso para exercer função de polícia nos distritos? Não deveriam largar mão dessa “visão… Read more »

Bardini
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Bardini
Ádson
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Ádson

“Alexandre Galante 25 de novembro de 2017 at 13:32
O problema desses OPV é que são muito frágeis.”
Galante, este é um dos motivos que defendo a construção de patrulhas oceânicos (OPVs) baseados no casco da Tamandaré. Além de criar escala para a construção das corvetas vc teria um OPV não frágil. Casco e estrutura de resistência superior, isto juntamente com a simplicidade de sensores e armamentos seria um patrulha para quarenta anos.

Delfim Sobreira
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Delfim Sobreira

Nunca disse que um OPV substitui uma corveta mas não precisa ser um alvo desdentado. Entendo a situação da MB que já teve NAe,’s couraçados, cruzadores e destroyers, e agora se segura para não ficar sem fragatas. É vergonhoso. Mas a culpa é em parte do GF, outra parte do Almirantado que ainda não desembarcou e pôs os pés no chão. E tem a parte da CF-1988 que nos proíbe de tomar ofensiva em conflitos, nos colocando em situação defensiva. E tome compromissos internacionais. A FAB colocou que vetores de combate só os A-29 e os F-39. Não há hiato… Read more »

Luiz Floriano Alves
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Luiz Floriano Alves

Pelo menos os Australianos colocaram “dentes” no barco.
Impensável que um barco de guerra, seja lá qual for, encontre uma situação e tenha que chamar outro meio.
Esse barco tem o que se considera Mínimo nos dias de hoje: helicóptero, canhão decente, missil anti navio e anti aereo.
As Amazon da Marinha Real tem muito mais “dentes” que as que nos venderam. Ainda não entendi o porque não colocamos mais armamento a bordo. Será que precisamos de autorização?

Bardini
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Bardini

Luiz Floriano Alves 25 de novembro de 2017 at 16:54 . Esse OPV australiano não é “barco de guerra”. É um Patrulha. . “As Amazon da Marinha Real tem muito mais “dentes” que as que nos venderam. ” . A RN não tem nenhum “Amazon” e sim “River”, e os nossos que são classe “Amazonas”. Os River Batch 2 dos caras tem menos poder de fogo que os nossos Batch 1. Trocaram os 2 canhões 25mm por metralhadoras 7,62. Pq? Pq não precisa de mais do que isso. . “Ainda não entendi o porque não colocamos mais armamento a bordo.… Read more »

Adriano Luchiari
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Adriano Luchiari

Concordo com o Delfim Sobreira, a FAB e o EB são mais racionais e realistas na escolha dos meios que necessitam, pelo orçamento de que dispõem. A quantidade de A-29s e F-39s nunca será suficiente em caso de guerra, mas dão capacidade de dissuasão no cenário em curto e médio prazos, assim como o EB também está fazendo, melhorando aos poucos sua capacidade AAe, de artilharia e de transporte blindado. Já a MB parece não se não se contentar com nada que não contemple NAe, SSN, aviação de asa fixa embarcada, “pronta pra guerra”, enquanto mal tem para o arroz… Read more »

Walfrido Strobel
Visitante

Concordo com a posição do Bardini, afinal por não termos uma GC a nossa MB tem que fazer o papel de Polícia Marítima e navios como os da classe Amazonas com seu canhão de 30mm dá conta das missões oceânicas e os classe Macaé dão conta das missões costeiras.
Guerra Naval é outra atividade, esta sim precisa de navios bem armados.

_RR_
Visitante
_RR_

Dalton ( 25 de novembro de 2017 at 14:30 ); Me soa estranho os ‘Burkes’ sem hangares terem prioridade para operarem em cruzeiros independentes… Só consigo imaginar operações nessas condições ( sem contar com hangar ) que contemplem ficar pelas regiões por onde possivelmente passariam mísseis balísticos, isto é, guardando as rotas prováveis até objetivos de valor… Nesse caso, considerando serem voltados para a defesa anti-balística, faria todo o sentido… E a necessidade de um helicóptero fixo não seria a maior. Seja como for, não penso que seria recomendável operar longe de casa em cruzeiros independentes e sem um helicóptero… Read more »

Ádson
Visitante
Ádson

Ao PN: podiam publicar uma matéria explicando as várias funções da Marinha e as especializações de cada navio para parar com esta confusão que sempre fazem a respeito de “navios de guerra” e patrulhas, avisos, Npaflu, etc.

MO
Membro

Adson já foi feito muitas vezes em comentários quilométricos, não sei se algum de nós tera “saco” para fazer isto em forma de post, muito trabalho literalmente para nada … Vc perde tempo e alguns dias depois aparece mais gente que não conheçe, da palpite, mas tbm tá pouco preucupado com isso e aquilo e some d mesma maneira como apareceu ….

Alex Nogueira
Visitante
Alex Nogueira

Aproveitando o assunto de OPV, Corveta e fragata, uma casse de navio que gosto bastante e acho bem equilibrada para o T.O de nossa região é a Classe Almirante Padilla da Colômbia, apesar de antigas tem uma autonomia muito boa (ao menos em comparação com meios mais modernos) e seus sensores e armamentos após a modernização estão no estado da arte.
São navios bastante leves, mas acho que são muito equilibrados e acredito que sejam baratos de manter.

Adriano Luchiari
Visitante
Adriano Luchiari

Amigo Ádson, eu creio que a maioria aqui conhece as diferenças e especialidades de cada meio que compõe uma esquadra ou uma GC, o que se debate aqui é o que seria prioritário face ao orçamento atual da MB e sua reais necessidades diante das ameaças em médio e longo prazos para exercer um mínimo de fiscalização, poder de dissuasão e negação do uso do nosso mar. Abraço!

Ádson
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Ádson
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Ádson

Tem comentário na casinha do pitbull.

Ádson
Visitante
Ádson

“Adriano Luchiari 25 de novembro de 2017 at 18:38”
Adriano este é justamente o caso. Estão misturando navios patrulha, que são GC, e não tem a finalidade de negar o mar e nem dissuasão, eles são para fiscalização, combater ilícitos, e eventualmente SALVAMAR. Nos postes alguns acham que NPa e NPaOc tem que ser bem artilhados e entupidos de sensores e mísseis. Eles tem uma função muito diversa e que não passa por esta.

Ádson
Visitante
Ádson

“Nos postes alguns acham que…” leia-se “Nôs pôstes”