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Coreia do Sul estuda operar caças F-35B a bordo de porta-helicópteros de assalto anfíbio

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Porta-helicópteros de assalto anfíbio ROKS Dokdo (LPH-6111)

As forças armadas da Coreia do Sul começaram a considerar a operação de aeronaves furtivas F-35B a partir do seu mais novo navio de ataque anfíbio que deverá ser incorporado em 2020, como parte dos esforços para fortalecer seu poder naval, disseram fontes no último domingo.

As autoridades discutiram recentemente se o segundo navio de classe “Dokdo” de 14 mil toneladas poderá transportar o caça F-35B, variante de decolagem curta e pouso vertical do avião de combate de quinta geração fabricado nos EUA.

“Eu entendo que o alto-comando militar recentemente discutiu se pode introduzir um pequeno número de caças F-35B e operá-los a bordo do novo navio que já foi incorporado e do outro que está sendo construído”, disse uma fonte militar à Yonhap News Agency, solicitando anonimato.

“Tanto quanto eu sei, a ideia está sendo ponderada à luz de maximizar o valor estratégico das capacidades do navio”, acrescentou.

O navio Dokdo existente é capaz de operar apenas helicópteros de transporte porque seu convés de voo não é feito de materiais que podem suportar altas temperaturas ou fricção causadas ​​por operações de caças.

“As considerações continuarão sobre se podemos operar F-35Bs modificando os conveses de voo do Dokdo e do novo navio que está sendo construído”, disse outra fonte.

Em 2014, Seul decidiu comprar 40 caças F-35A para incorporação de 2018 até 2021 com um custo de 7.3 trilhões de won (US$ 6,75 bilhões). O F-35A é a variante da Força Aérea do caça, enquanto os F-35B e F-35C são as versões de fuzileiros navais e de porta-aviões, respectivamente.

Há especulações de que Seul possa considerar a introdução de vários F-35Bs, pois pode ter que comprar aviões de combate adicionais devido à falta de aviões de guerra que poderá ocorrer nos próximos anos com a desativação dos F-4 e F-5.

Quanto à ideia de comprar F-35Bs, alguns argumentam que isso implicaria custos consideráveis ​​para os militares sul-coreanos para treinar pilotos e mantê-los, já que eles são diferentes da frota existente e dos novos caças a serem introduzidos nos próximos anos.

Enquanto isso, a mídia japonesa informou que a Força de Marítima de Autodefesa do Japão (JMSDF) está considerando comprar F-35Bs para seus grandes navios de escolta. Eles disseram que os militares estão estudando opções de alterar seu plano para comprar 42 F-35As e alguns F-35Bs ou, adicionalmente, adquirir F-35Bs separadamente.

Essa consideração desencadeou preocupações de que o reequipamento militar de Tóquio seria contrário ao seu princípio orientado para a defesa que tem sustentado sua política de segurança do pós-guerra.

F-35B Lightning pousando verticalmente no navio de assalto anfíbio USS Wasp LHD 1 da Marinha dos EUA
ROKS Dokdo (LPH-6111)

FONTE: Yonhap

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Bavaria Lion
2 anos atrás

A onda de NAes anfíbios. Muito interessante e teve gente que já tinha cantado essa bola.

Mahan
Mahan
2 anos atrás

3 – 2 – 1 para certezas começarem a balançar.

Bardini
Bardini
2 anos atrás

Teve gente que chamou F-35B de “orquinha”, desdenhando do caça…

Alex Nogueira
Alex Nogueira
2 anos atrás

Sinceramente, se tem condições de operar, seria uma desperdício não faze-lo.

Assim como o similar japonês, é um navio magnífico, bem equipado e que em conjunto com o F-35 vai trazer uma vantagem e tanto para a frota.

É a opção mais viável para quem quer ter aviação de caça embarcada, é a tendência da moda rsrs.

Rennany Gomes
Rennany Gomes
2 anos atrás

Se pode, por que não?

Roberto Bozzo
Roberto Bozzo
2 anos atrás

Eu tô falando isso desde a notícia do Japão, está se transformando em tendência…operar um LHD e utilizá-lo da melhor forma possível. O Dokdo, por ser menor, acredito que possa no máximo apoiar por pouco tempo o uso do F35B e em pouquíssima quantidade de aeronaves, enquanto o Izumo poderá manter uma ala aérea de verdade, conquanto que os dois façam as modificações necessárias. São países sérios, que pensam em defesa de verdade e que estão analisando com seriedade o assunto, assim como a Austrália, Espanha, Itália, Turquia, Reino Unido (até onde lembrei de países pensando e/ou adotando está solução).… Read more »

Bardini
Bardini
2 anos atrás

Não era o Cavour. O Cavour seria um bom NAeL e não um NPM. Cavou também seria mais caro. Esse seria um NPM interessante, na minha opinião: . A conta era mais ou menos assim: NAe CATONBAR + Aeronaves, seria um investimento que somaria na casa dos U$ 10 bi. . Um bom NPM custaria chutando alto, na faixa dos U$ 2,5 bi. Uns 12 F-35B para o VF-1 (para embarcar entre 6 e 8 aeronaves), talvez custaria algo entorno de U$ 2,5 bi. Seria o preço do NAe, sem as aeronaves. Se tivermos 2 NPM, o VF-1 poderia ficar… Read more »

Bardini
Bardini
2 anos atrás

E poderíamos fazer como os Koreanos, complementar o NPM com um navio “bom, não tão bonito e barato”, o NDCC:

Roberto Bozzo
Roberto Bozzo
2 anos atrás

O Cavour é um NPM, pois pode atuar como NAe e/ou como LPD. Me apego ao múltiplo propósito do navio em si.

Bardini
Bardini
2 anos atrás

Ele não foi pensado para poder atuar como LPD, ele foi pensado para ser um CVL com capacidade ro-ro, podendo transportar veículos do ponto A para o ponto B.

Bardini
Bardini
2 anos atrás

O Cavour custaria mais, coisa de U$ 3+ bi. . O navio pode atuar operações com 12 F-35B (geralmente será com 8). Para ter capacidade de embarcar tudo isso, seria necessário pelo menos 24 caças. Isso daria uns U$ 5 bi. . Vejo mais vantagem partir para o NAe STOBAR, como o Vikrant e economizar com um caça de 4ª Geração… . Eu acho que existe uma linha em que, a partir dela, o F-35B não compensa… O que delimita isso é a quantidade de aeronaves que se pretende embarcar. Até 8: F-35B me parece compensar. Mais que isso, o… Read more »

Ivan BC
Ivan BC
2 anos atrás

Roberto Bozzo e Bardini
Concordo com ambos!

Ádson
Ádson
2 anos atrás

Lá vou eu de novo com meus sonhos das madrugadas de serviço!!! Seguindo este mesmo conceito, o que defendo a tempos mas não para o Ocean, o ideal para nossa Marinha seria ter dois navios muito semelhantes, porém, um com capacidade de operar com asas fixas, de preferencia catobar, e o outro não. Os dois com capacidade de máxima mantida de pelo menos 25 nós. Os dois se completariam, o primeiro seria um NAe compacto, de certa forma muito baseado em um LHD Wasp, só que com aparelho de parada e catapulta (esta teria que ser eletromagnética por questão de… Read more »

Bardini
Bardini
2 anos atrás

Ádson,
.
É melhor sonhar com algo como o Vikrant, então… E complementar com LPD.
https://www.jeffhead.com/worldwideaircraftcarriers/vikrant-023.jpg

Ádson
Ádson
2 anos atrás

Badini, o problema de STOBAR é que as aeronaves perdem muito de sua capacidade de combustível e ou armamento. Penso algo fora da caixa, diferente mesmo. Um NAe com duas catapultas e sem angulo no convoo. O convoo não seria utilizado para “estacionar” aeronaves. Estas só subiriam no exato momento da decolagem. Com isto vc conseguiria um NAe extremamente compacto. Não sei desenhar, mas vou tentar fazer algo no Paint só para exemplificar. AS catapultas teriam que ser obrigatoriamente eletromagnéticas por não ter espaço no navio para a geração e tubulação de vapor. Uma pergunta, como posso colocar esse desenho… Read more »

Renan
Renan
2 anos atrás

Minha opinião é semelhante a do Bardini. Porem não vejo a necessidade de mais de 6 F35 embarcados. Já tava ótimo para o Brasil no nosso TO. Seria mais para proteger um grupo de navios e raramente ser um atacante. Imagino 2 multi proposito cada um dotado com 6 F35 Mais que isto é exagero. Teria que ter uns 18 a 20 F35 para sempre ter uns 12 operacionais. Se quiser ter projeção de força aerea, então tem que ter um NAE, pois então com 20 aviões de 4′ geração já é mais vantajoso economicamente. 2 NAE com 20 caças… Read more »

EParro
EParro
2 anos atrás

Bem, a meu ver, improviso é sempre improviso.
Pode ser útil como estudo de caso, para modificações futuras e uma nova classe de navios, etc..
É inevitável que “espaços”, antes usados para outro fim venham a ser ocupados para acomodar os aviões, peças de manutenção, equipes de manutenção, combustível, etc..
Entretanto, melhor estar preparado e apto para uma necessidade do que ter que “trocar o pneu com o carro andando”.
Aguardo pelos resultados.

Marcos
Marcos
2 anos atrás

Sonhar com f 35 é lindo… Até lembrar que cada um deles custa um Ocean!

Renan
Renan
2 anos atrás

Acho que 12 F35 não seria problema de dinheiro para comprar

O problema seria os EUA liberar

Pois duvido que venda ao Brasil.
A melhor oportunidade seria no governo do Trump pois este só encherga dinheiro.
Abraços

marcelo km
marcelo km
2 anos atrás

Vamos ver quanto tempo leva para a China reclamar da Coreia do Sul, ou a birra é só com o Japão.

Renan
Renan
2 anos atrás

Lendo o link
http://www.naval.com.br/blog/2017/12/06/uss-wasp-lhd-1-suspendendo-do-rio-03-12-2017/#comment-172766

Vi que o Dalton já disse que o navio que eu tinha imagnado já existe será o USS Bougainville

2 desses e o Brasil não precisa de NAe por 40 anos.

https://en.m.wikipedia.org/wiki/USS_Bougainville_(LHA-8)

Abraços

Francisco
Francisco
2 anos atrás

A escolha do gripen e a tendência de associação entre Boeing e Embraer… esqueçam F35 no Brasil.

Helio Eduardo (o outro)
Helio Eduardo (o outro)
2 anos atrás

Bardini 30 de dezembro de 2017 at 23:46, seu raciocínio é bastante coerente. Nas matérias sobre o Izumo (não me lembro qual), também afirmei que o uso do F-35B em navios de deck corrido não seria uma questão de “moda”, mas sim uma opção estratégica óbvia diante da introdução do F-35 de decolagem curta e aterrissagem vertical. Se um vetor de capacidades avançadas está disponível e se ele cabe nos LPH e etc. da vida, seria burrice não considerá-lo na sua esquadra. Gostei muito da sua abordagem para o caso do Brasil. Mesmo nos anos de economia no verde, sonhar… Read more »

Helio Eduardo (o outro)
Helio Eduardo (o outro)
2 anos atrás

marcelo km 31 de dezembro de 2017 at 8:35, não se trata de “birra”, longe disso. Além das razões históricas amplamente discutidas aqui no PN, existe a questão do balanço de poder na região. Para poder fazer frente à US Navy, a China não pode se dar ao luxo de ter um Japão e uma Coréia na corrida armamentista, ainda mais se esta corrida confere às suas respectivas marinhas uma real capacidade de projeção de poder. Mesmo ela, o Dragão, não vai dar conta. Imaginemos como se dará a distribuição de forças naquelas paragens se a Coréia do Sul e… Read more »

Ronaldo de souza gonçalves
Ronaldo de souza gonçalves
2 anos atrás

O Brasil não precisa de porta aviões,e nem transformar o oceam em um,temos que ter mais aviões patrulha,mais corvetas,mais vant, e navios patrulhas e claro os submarinos e penso eu uma segunda frota no nordeste.O Brasil tem que olhar a defesa de suas costas e não projeção de poder.Uma marinha mais enxuta e mais presente em toda a costa e claro com custo menor possível.Tranferir o pessoal reformado para a previdência no mesmo molder do trabalhador comum.

Roberto Bozzo
Roberto Bozzo
2 anos atrás

Bardini, um Cavour pode operar até 16 F35B, então mantendo-se 12 em operação, mais 2 helis para SAR/C-SAR , mais dois V22 para REVO(já testados na função pelos marines americanos) e teríamos uma força aeronaval de respeito. Dois (ou 3) Cavour ainda sairiam mais baratos que um NAe Stobar com sua ala aérea completa, e teria a vantagem de poder estar em dois lugares ao mesmo tempo, o que o NAe Stobar, por mais poderoso que seja, não consegue. Agora, os novos LHD italianos não encontrei ainda uma previsão séria sobre quantidade de F35 embarcadas, mas que sejam os 8… Read more »

sub-urbano
sub-urbano
2 anos atrás

Rennany Gomes 30 de dezembro de 2017 at 22:05

“Se pode, por que não?”

Pressão diplomática da China aos USA.

Coréia do Sul é ocupada militarmente pelos USA, eles praticamente são PROPRIEDADE dos americanos. Se os ultimos não deixarem eles não fazem… é simples.

Isso já aconteceu antes: USA vetou F-15 para Taiwan por pressão da China.

Bardini
Bardini
2 anos atrás

” o problema de STOBAR é que as aeronaves perdem muito de sua capacidade de combustível e ou armamento.” . Sim. E não poderia operar algo como o E-2D. Mas se é para ter algo barato e economizar, este seria um caminho mais sensato, para operar uma pequena quantidade de caças. Não seria o meio mais efetivo, mas seria o mais econômico, embora não acho que seja inteligente economizar em um Navio desses. . “Penso algo fora da caixa, diferente mesmo.” . Pelo o que eu entendi, você esta reinventando a Classe Colossus. . “Um NAe com duas catapultas e… Read more »

Bardini
Bardini
2 anos atrás

“um Cavour pode operar até 16 F35B” . Mas isso é por um espaço muito limitado de tempo e abdicando de um espaço que seria de alguns helicópteros. O máximo, para ser ter alguma eficiência, seriam 12 F-35B. . “então mantendo-se 12 em operação, mais 2 helis para SAR/C-SAR , mais dois V22 para REVO(já testados na função pelos marines americanos) e teríamos uma força aeronaval de respeito.” . Seria uma interessante capacidade, não discordo. Mas essa configuração que você citou, depende muito da situação e não seria algo barato… – 12x F-35B demandariam um mínimo de 24 F-35B, ou… Read more »

Bardini
Bardini
2 anos atrás

“Coréia do Sul é ocupada militarmente pelos USA, eles praticamente são PROPRIEDADE dos americanos. Se os ultimos não deixarem eles não fazem… é simples.” . Ráráráraraaa… Pressão dos cara? Pressão pra comprar F-35A também conta? . Os Koreano tem até estudos para um SNA… O que os americanos vão fazer? Dizer que não pode? . Se eles quiserem comprar um milhão de F-35B, o tio Sam vai ficar com sorriso de orelha a orelha… . Sobre a tal ocupação. Os cara tão lá estabilizando a região e fazendo todo mundo rico. Se eles saírem de lá, o que tu acha… Read more »

Roberto Bozzo
Roberto Bozzo
2 anos atrás

Bardini, na quantidade de F35B, vc cita que o Reino Unido vai comprar 138 unidades; na verdade eles querem 138 mas nas versões A e B, não somente na B.
O F35B foi anunciado uma compra inicial de 48 unidades para 2 esquadrões, que vão se revezar entre o QE e o PoW.

camargoer
2 anos atrás

Olá Suburbano e Bardini. Comentei em outro post sobre uma dissertação de mestrado “A crise na península coreana e a segurança regional do leste asiático” do Pedro Vinícius (defendida em 2014). Recomendo a leitura, pelo menos dos dois primeiros capítulos. Será excelente para contextualizar as ações de todos os países da região (Coreias do Sul e do Norte, Japão, China, Rússia e ainda EUA). Parece que muitas das discussões aqui no blog sobre a região estão baseadas em premissas equivocadas.

Bardini
Bardini
2 anos atrás

Roberto Bozzo 31 de dezembro de 2017 at 12:05
.
The Royal Air Force and Royal Navy plan to operate 138 F-35B short takeoff/vertical landing aircraft. Their training will take place at MCAS Beaufort, South Carolina, where British pilots and maintainers will be embedded with the U.S. Marine Corps and their fleet of F-35Bs.
.
https://www.f35.com/global/participation/united-kingdom
.
Estão discutindo a versão A agora, pq é caro comprar tudo de B com o tal do rombo no orçamento.

camargoer
2 anos atrás

Olá Bardini. Encontrei um artigo do Pedro Vinícius bem legal e que resume bem sua dissertação. São apenas 10 páginas mas dá um bom panorama. Aproveito para desejar feliz 2018. Ano que vem a gente retoma!
https://www.ufrgs.br/nerint/wp-content/uploads/2016/07/Boletim-v1n1-questaonuclearcoreia.pdf

Ivan BC
Ivan BC
2 anos atrás

Ádson 31 de dezembro de 2017 at 0:49
Lá vou eu de novo com meus sonhos das madrugadas de serviço!!!
kkkkkkkkkk

Helio Eduardo (o outro)
Helio Eduardo (o outro)
2 anos atrás

sub-urbano 31 de dezembro de 2017 at 10:45, lá vem você com sua “marca registrada”… já cansou… Japão é propriedade dos EUA, Coréia….

Helio Eduardo (o outro)
Helio Eduardo (o outro)
2 anos atrás

Ronaldo de souza gonçalves 31 de dezembro de 2017 at 10:18:

1- ninguém falou em transformar o Ocean… no caso dele, simplesmente, não vale à pena.

2- ninguém falou que precisa… discutimos que essa alternativa seria muito mais barata do que NAe catobar… seria realista.

3- não me lembro de ter lido sobre previdência….

Helio Eduardo (o outro)
Helio Eduardo (o outro)
2 anos atrás

camargoer 31 de dezembro de 2017 at 12:36, ssrá que o autor não faria a gentileza de disponibilizar um link… precisamos, sempre, de atualização”.

camargoer
2 anos atrás

Olá Helio (outro). Tenta este endereço da UFRGS. Acho que vai direto à dissertação.
http://www.lume.ufrgs.br/handle/10183/103904

_RR_
_RR_
2 anos atrás

Amigos, Entre um STOBAR com capacidades incompletas e um NPM, que ao menos terá funções multiplas, creio que a balança pende inevitavelmente a favor do NPM… Um vaso desse tipo, que vá aos 25 nós, custará muito menos para operar que qualquer NAe, cuja necessidade de operar a maior velocidade por si só já fará o vaso custar muito mais caro… E mesmo sem a ala aérea, o NPM ainda será algo plenamente utilizável… A única desvantagem desse sistema de armas parte do fato de a única aeronave de asa fixa em produção atualmente para utilização ser o F-35B. Se… Read more »

Nonato
Nonato
2 anos atrás

Eita.
Esse pessoal escreve para caramba.
Não dou conta de ler tanta coisa no smartphone…

camargoer
2 anos atrás

Olá Helio (outro). Sugiro ler primeiro o artigo (que é curto) e depois a dissertação. Acho que temos usado na maioria das vezes o senso comum ou alguma informação distorcida pela mídia sobre assuntos mais complexos, como por exemplo as tensões no leste asiático. Tenho a impressão que a dissertação do Pedro Vinícius é um excelente ponto de partida. Acho estranho que já fui chamado de canalha (literalmente assim) em outro post por recomendar a leitura de um ou outro texto mais elaborado (e eu sempre sugiro alguma coisa que li ou que estou lendo, riso). O Pedro está escrevendo… Read more »

pedro
pedro
2 anos atrás

HMS Ocean QUE TAL. TU TEM PISO PARA ISSO, HEIN, AGORA ARRUMAR DINHEIRO PARA COMPRAR O F-35B, É OUTRA HISTORIA…….

Helio Eduardo (o outro)
Helio Eduardo (o outro)
2 anos atrás

camargoer 31 de dezembro de 2017 at 16:55, muito obrigado! Vou baixar e ler. Abraços e um Feliz 2018, que estendo a todos!

Leonardo M.
Leonardo M.
2 anos atrás

Se a MB comprasse
12 Gripens com Excocet
12 Embraer E-195 versão Patrulha Marítima nos modelos do P-8 americano

Eu já ficaria feliz pra caramba! Seria uma força de respeito pra qualquer marinha do mundo(tá menos a americana) ficar de cabelos em pé caso queira se aventurar por aqui.

marcelo km
marcelo km
2 anos atrás

O Brasil tem os políticos como principal linha de defesa; o sonho deles é ser dominado por um país de primeiro mundo, ganhar elegibilidade nesse país, ser eleito por lá e roubar umas verbas “gordas “.

Ádson
Ádson
2 anos atrás

“Bardini 31 de dezembro de 2017 at 11:05” “E não poderia operar algo como o E-2D.” Neste teria também que abrir mão de um “E-2D”. O alerta antecipado teria que ser em asa rotativa e operado do navio dois (PH). “Pelo o que eu entendi, você esta reinventando a Classe Colossus.” Quase isto. Na verdade pensar fora da caixa é pensar em outra doutrina. As pistas em angulo surgiram pelo grande número de acidentes no pouso muito também em decorrência do convoo congestionado, este não seria o caso aqui. “NAe CATOBAR com propulsão convencional e compacto me parece uma ilusão.… Read more »

Ádson
Ádson
2 anos atrás

*”assim se adequaria o volume de geração”

Agnelo
Agnelo
2 anos atrás

A CS é propriedade americana?
Os EUA tem uma Div lá…
São foderosíssimos mesmo, hein??

Luiz Trindade
Luiz Trindade
2 anos atrás

A MB poderia estar aprendendo com esse novo teatro de operações que se desenha e correr atrás de adquirir AV-8 Harriers que devem estar parados na US Marine ou em outra Marinha para equipar o Ocean que tá vindo. Mas como tudo aqui acaba em carnaval né… Deixa pra lá…