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Rússia bate a quilha da 11ª corveta classe ‘Buyan’

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Corveta classe Buyan-M lançando míssil de cruzeiro Kalibr contra alvos do Estado Islâmico

O estaleiro de Gorky em Zelenodolsk da Ak Bars Holding bateu a quilha da décima primeira corveta de mísseis guiados Project 21631 (classe Buyan) em 23 de fevereiro. O comandante em chefe da Marinha russa o batizou de Naro-Fominsk, disse o estaleiro.

“No momento, cinco navios de guerra do projeto – o líder Grad Svijazhsk e a série Uglich, Veliky Ustyug, Zeleny Dol e Serpukhov estão operacionais na Marinha Russa. O estaleiro Gorky em Zelenodolsk está construindo outros cinco navios de guerra da série – o Vyshny Volochek, Orekhovo-Zuevo, Ingushetia, Graivoron e Grad, “disse.

As corvetas de mísseis guiados Project 21631 estão armadas com mísseis Kalibr (SS-N-27 Sizzler, pela classificação da OTAN). Eles são armazenados no lançador vertical de oito células 3S14 a meia-nau. O sistema Kalibr ataca com mísseis de cruzeiro alvos navais (3M-54) e em terra (3M-14).

Os navios estão armados com canhões de 100mm A-190 e sistema de artilharia antiaérea AK-630-2 Duet de pequeno calibre. Eles também carregam lançadores antiaéreos do Gibka 3M-47, versão naval do Igla.

O comprimento da corveta é de 75 metros, o deslocamento é de 949 toneladas, a propulsão é CODAD com dois motores diesel de 14.584 shp sobre dois eixos, capazes de proporcionar uma velocidade de 25 nós. A autonomia é de dez dias, o alcance é de 2.500 milhas e a tripulação é composta por 52 militares.

FONTE: TASS

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Marcos
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Marcos

Isso sim é uma corveta de respeito.

Qual o preço do pacote (corveta + armamentos?)

Joao Moita Jr
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Joao Moita Jr

Isso sim é um programa de construção de meios de superfície. Um exemplo a ser seguido pelo Brasil.

DarKnightBR
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DarKnightBR

Belo navio…! Não tenho capacidade técnica para avaliar suas características, mas aparenta ser um bom vaso de guerra…!
Agora, essa questão de cada marinha definir as classes de seus navios a seu bel-prazer, deixa a situação, no mínimo, confusa ! O deslocamento dessa corveta é menor do que de um NPaOc brasileiro… !

Luiz Floriano Alves
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Luiz Floriano Alves

Embarcar MANPADS não é dificil para os Russos. Um belo navio, sem duvida. Pena que não embarca helicópteros. E bem armado, com sua capacidade de misseis de cruzeiro e canhão principal de 100 mm. É quem pode, pode.

AL
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AL

O deslocamento menor é por causa de onde ela opera. Geografia meus caros, sempre a geografia!!!! O Ivan sempre põe os mapas, vcs não olham não? Elas operam (pelo menos parte delas, não sei se todas) no Mar Cáspio, mar pequeno e fechado, por isso não não é necessário que sejam grandes. Aqui no Brasil, com oceano aberto, a navegabilidade delas seria completamente diferente!!!!!

Nonato
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Nonato

De qualquer forma, existem navios de patrulha de 500 e de 2.000 toneladas. Em muitos casos, percebe-se reduzido aproveitamento de espaço em alguns navios de 2 a 3 mil toneladas. Em alguns casos, até em navios de 6 mil toneladas que transportam apenas 8 mísseis antinavio. Um navio de guerra sem ou com poucos mísseis é um navio desdentado. Canhão é coisa da época das grandes navegações. É bom ter um bom canhão, mas apenas para usos específicos. E quem só tem oito mísseis não tem nada. Hoje em dia de fala muito em ataque de saturação. Se só tiver… Read more »

AL
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AL

Nonato, vejam os países que são banhados pelo Mar Cáspio, o que tem FAs melhores ali é o Irã. Aí te pergunto: quem seria louco ali de atacar o Urso? Como vc mesmo disse, é um navio pra propósitos específicos, não precisa ser armado até os dentes. Sem falar, que no inverno na parte norte, justamente o litoral russo, o mar quase congela, ficando parados por um tempo no porto.

DOUGLAS TARGINO
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DOUGLAS TARGINO

Pô, embarcação linda e poderosa. Não sei a diferença de poder deles para nossas fragatas, mas os Russos e alguns paises sabem aproveitar uma pequena embarcação com arma de fragatas!

wwolf22
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wwolf22

sim, essas patrulhas de 500 ton são as nossas canhoneiras…

Fred
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Fred

Interessante é a baixa tonelagem do navio. Muito bem armado, mas curto e deslocando baixa tonelada. Fico me perguntando se esse navio resistiria a algum dano de míssil, torpedo, bombas ou minas. Qualquer impacto atingiria pelo menos algum dos sistemas vitais do navio, deixando-o fora de operação.

Alex Barreto Cypriano
Visitante
Alex Barreto Cypriano

Buyan-M.
As Buyan são as de 500 toneladas sem VLS.
Tenho respeito por estas naves (não que meu respeito signifique algo).

Delfim Sobreira
Visitante
Delfim Sobreira

Bom dia.
.
Fred, pensei a mesma coisa. Todo este armamento para apenas 949 toneladas de deslocamento, óbvio ser uma “patrulha corvetizada”, e geral aplaudindo.
Mas se tal é sugerido para a MB, a mesma geral cai matando.

Otto Lima
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AL 26 de Fevereiro de 2018 at 22:29

As frotas do Báltico e do Mar Negro também têm dessas corvetas, que aliás são adequadas para os mares fechados em que operam. Já as frotas do Norte e do Pacífico requerem navios maiores.

Dalton
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Dalton

Otto…
.
a espinha dorsal da marinha russa é formada por navios de 1000 toneladas ou menos de
deslocamento total…mesmo as frotas do Norte e Pacífico contam com inúmeras unidades “pequenas” como as da classe “Grisha” por exemplo.
abs

Alex Barreto Cypriano
Visitante
Alex Barreto Cypriano

As 21631 circumnavegaram a europa, do Báltico ao Mediterrâneo, e puseram, nesses dias, toda a europa ocidental ao alcance das capacidades dos Kalibr LACM (admitindo que seu alcance seja de mil milhas náuticas). Foi uma bela demonstração, fora os lançamentos no Cáspio e no Mediterrâneo.
É chover no molhado dizer que as Buyan-M sejam combatentes litorâneos, mas não é insignificante dizer que foram pensadas pra cumprir missão diferente dos LCSs da USN.
https://defencyclopedia.com/2014/09/10/littoral-warfare-part-3-russias-deadly-fleet/

Bardini
Visitante
Bardini

Óhhh, nossa, quanto armamento em uma Corveta de 500t…
Estou surpreso, óhh, Meu Deus…
.
Imagina o auê se fosse algo ainda menor, como Gepard/ Tiger/ Albatros dos alemães…

AL
Visitante
AL

Se o negócio é ser armado até os dentes com 600 toneladas, o oscar vai pra essas belezinhas aqui:

http://www.naval.com.br/blog/2008/12/09/visby-as-corvetas-stealth-suecas/

Elas operam em mares mais fechados também, mas são armadas e belas.

Otto, não sabia que haviam das Buyam em outros locais. Obrigado.

Paulo B
Visitante
Paulo B

Para o Atlântico não funciona. Já levantaram a questão.
Para o TO deles é suficiente.
Toca o barco, opa, a corveta.

Bardini
Visitante
Bardini

Para o Atlântico pode funcionar, depende do local…
Essa é uma região muito propícia para este tipo de navio: https://www.google.com.br/maps/place/Golfo+da+Guin%C3%A9/@3.0618597,-0.1830879,6z/data=!4m5!3m4!1s0xfddf81fd107c6f1:0xb3533d5635fc1083!8m2!3d3.7355442!4d3.743509
.
No caso do Brasil, não vejo vantagem…

Paulo B
Visitante
Paulo B

Então, já que faz necessário ser mais específico, para o Atlântico Sul, com ondas de um metro indo até 5 em algumas situações, ou até maiores, com missões de patrulha prolongadas, sem termos um mar flet, não funciona.
Com ventos provindos da Antártida constantes, uma embarcação como está teria muito dificuldades.
Agora, como foi colocado, num golfo, execelente

Delfim Sobreira
Visitante
Delfim Sobreira

Afinal, a classificação de um navio depende de suas características técnicas, depende do seu TO, ou é algo aleatório ?
Afinal, corveta de menos de 1000 ton pode ou não ?

ADRIANO M.
Visitante
ADRIANO M.

Como é possível?! Esses russos não estão quebrados?!

Marcelo Andrade
Visitante
Marcelo Andrade

Fecho com o Galante! Além do mais, 949 ton, é para mares interiores mesmo.

Alex Barreto Cypriano
Visitante
Alex Barreto Cypriano

Os PCs que a USN repassou pro Brasil na WWII eram pra quê mesmo? Mas se querem habitabilidade de hotel…

Ivan
Visitante
Ivan

AL, . É por aí. A geografia impõe restrições, bem como a doutrina de cada marinha. A da Rússia alinha uma frota costeira pesadamente armada, mas com pouca autonomia, ao mesmo tempo que procura manter uma frota de maior alcance de submarinos e navios de superfície oceánicos. Obviamente eles sabem que precisam defender primeiro suas poucas e estreitas saídas para o mar, inclusive por uma questão de custo. . Um artigo recente, do dia 23 passado, tratou da Marinha Russa: ‘De volta à URSS: a moderna Marinha Russa e o Ocidente.’ O link está lá em cima, no rodapé da… Read more »

Bruno w
Visitante

Toda vez que abro o poder naval vejo estampado na capa : EUA faz testes de mar com destróier , Rússia lança corveta para testes, China vai lançar sua sei lá quantas fragata ou corveta, Alemanha pode lançar fragata tal etc etc etc…..
Quando a noticia e para nós é bem assim ” MB cogita avaliar o vaso tal do país tal quando esta se aposentar “….Eita tristeza……

Ivan
Visitante
Ivan

Foram construídas apenas 3 corvetas da série original, Project 21630 Buyan, de menor porte, locadas no Mar Cáspio. São armadas com lançadores de foguetes não guiados (40 tubos) A-215 “Grad-M”. . O que interessa são aso Project 21631 Buyan-M. Estas sim, armadas com dois lançadores verticais para quatro (2×4 VLS) tipo UKSK, capazes de lançar mísseis Kalibr-NK ou P-800 Onix. . As 3 (três) primeiras – Grad Sviyazhsk, Uglich e Velikiy Ustyug – estão no Mar Cáspio, tendo participado de recentes ataques com mísseis de cruzeiro contra alvos na Síria. A quarta e quinta – Zelenyy Dol e Serpukhov –… Read more »

Bardini
Visitante
Bardini

Ivan 27 de Fevereiro de 2018 at 14:50
.
Não é atoa que o Chile tem seus Barcos de Ataque…

petersonmonteirodasilva
Visitante

Ola boa tarde ,gostaria de deixar aqui minha opinião… Eu acho incrível como descartamos e dizemos como os equipamentos Roussos não são aptos para o nosso teatro de operação… Sim essas corvetas lança oito mísseis(mas) isso é em disparos simultâneos ,são recarregados automaticamente dando novas salvas de oitos tiros rapidamente dependendo a penas da capacidade de carga de mísseis. Vamos aqui fazer uma hipótese…se só se as Malvinas fossem hoje e não em 1982 conquistada pela argentina, e ela tivesse à sua disposição somente quinze dessas embarcações que seriam abastecidos nas Malvinas sem precisar ir ao continente… Mesmo um porta… Read more »

Bruno w
Visitante

O presidente Russo assinou o novo programa de rearmamento 2018 – 2025 ,são U$320 bi distribuído em 8 anos ,para modernização e aquisição de novos equipamentos… Acho que as LIDER e seu NAe sai agora ..

Ivan
Visitante
Ivan

Sim.
Um lote de 3 (três) missileiras Sa’ar 4 de origem israelense:
– LM-32 – Chipana;
– LM-31 – Casma; e
– LM-34 – Angamos.

Nilson
Visitante
Nilson

“O estaleiro fica às margens do Rio Volga que corta o Tatarstan e vai desaguar no Mar Cáspio.”
Só complementando: apesar de desaguar no Mar Cáspio (onde há grande produção de petróleo), o Rio Volga tem saída para o Mar Negro (e resto do mundo) através do canal Volga-Don (que é muito importante, apesar visualizado apenas fugazmente no mapa linkado pelo Ivan).

Ivan
Visitante
Ivan

Bruno,
Seria interessante dar uma nova olhada na matéria:
‘De volta à URSS: a moderna Marinha Russa e o Ocidente.”
.
Link no rodapé da matéria em tela.
.
Sds.

Ivan
Visitante
Ivan

Nilson,
O outro ‘mapento’. 😉
Posta um link com o mapa destas ramificações.
Seria legal para entender um pouco mais da Rússia.
.
Sds.,
Ivan, o antigo.

Ivan
Visitante
Ivan

Nilson,
Acho que o canal Volga-Don passa ali perto de Volgograd.
Os dois rios fazem uma curva (concavo e convexo) em que se aproximam bastante.
Abç., Ivan.

Nilson
Visitante
Nilson

Ivan, no mapa que você postou tem o canal, é uma linha azul clarinha que liga o Rio Volga ao Rio Don, pouco ao sul de Volgogrado (antiga Stalingrado). O Rio Volga é um rio navegável que liga a região de Moscou ao Mar Cáspio (diretamente) e Mar Negro (através do Rio Don). São rios de planície, como você disse. O texto abaixo, aliado ao seu mapa, dá uma curta e eficiente visão sobre o sistema Volga-Don: “Rio Volga e Rio Don O rio Volga localiza-se na Rússia e é o maior rio europeu. Nasce perto de Moscou e é… Read more »

Ivan
Visitante
Ivan

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Canal Volga-Don, partindo de Volgogrado.
Rio Volga para Mar Cáspio.
Rio Don para o Mar de Azov e esse para o Mar Negro.

Ivan
Visitante
Ivan

Nilson,
Acredito que agora nossos amigos vão entender melhor as corvetas do Project 21631, classe Buyan-M, seu tamanho e deslocamento, bem como seu armamento – que além dos mísseis de cruzeiro inclui um bom canhão de 100 mm A-190.
Obrigado,
Ivan, o outro mapento.

Alex Barreto Cypriano
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Alex Barreto Cypriano

E como é que as Buyan-M navegaram de norte da europa (Báltico?…) pro sul até o mediterrâneo sem que houvessem feito o caminho inverso, primeiro, ou que tenham ido do Cáspio até Moscou e dali pro norte via rios ou canais? Acho que existem rios e canais navegáveis interligando o Cáspio e o Báltico. Tem fundamento ou tô ficando gagá?

Ivan
Visitante
Ivan

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Ivan
Visitante
Ivan

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Ivan
Visitante
Ivan

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O Golfo da Finlândia é a entrada de São Petersburgo (Rússia) para o Báltico.
O mapa, sempre o mapa.
.
Sds.

Alex Barreto Cypriano
Visitante
Alex Barreto Cypriano

Unified waterways. Não à toa chamam Moscou de a cidade de cinco mares. Cada dia faz mais sentido certas opções.
https://en.m.wikipedia.org/wiki/Unified_Deep_Water_System_of_European_Russia

Alex Barreto Cypriano
Visitante
Alex Barreto Cypriano

Grato ao amigo Galante pela dica dos DE Cannon class, navios realmente muito superiores aos PC-461 class. Vivendo e aprendendo. Segundo a wikipedia, recebemos 8 unidades de cada classe. Apenas queria deixar claro que não comparei os sub chasers e as 21630 pela missão ASW, mas apenas pelo deslocamento mínimo e pelo fato de que usamos os sub chasers na nossa costa. Li que as Buyan-M, dotadas de motores diesel em alumínio forjado (!), podem operar seus sistemas de armas em sea state 4. Nenhum combatente de superfície consegue operar suas armas em 100% do tempo de mar ou está… Read more »

Nonato
Visitante
Nonato

Já foi muito falado que essas “corvetas” não servem para o Brasil devido às ondas altas no Atlântico e devido à questão da autonomia. Fica difícil um leigo contra argumentar. De qualquer forma não custa nada perguntar. Essas ondas altas são próximas à nossa costa, justamente na região de patrulha? Ou se fala de deslocamentos para 1.000, 2.000 km da Costa ou para outros países? Quanto à autonomia, se for para ficar a até uns 500 km da costa, protegendo em casos de guerra, e com mísseis com 2.000 km de alcance já não estaria de bom tamanho? Porque uma… Read more »

Fernando "Nunão" De Martini
Editor
Famed Member

“Essas ondas altas são próximas à nossa costa, justamente na região de patrulha?” Nonato, Varia conforme as condições meteorológicas. Dependendo da ressaca, nem se sai do porto com navios de pequeno porte. “Quanto à autonomia, se for para ficar a até uns 500 km da costa, protegendo em casos de guerra, e com mísseis com 2.000 km de alcance já não estaria de bom tamanho?” Com 10 dias de autonomia e lembrando que o alcance máximo mencionado é em velocidade baixa / econômica, e também que combustível não é só pra movimentação, mas pra toda a geração elétrica aos sistemas… Read more »

Romp
Visitante
Romp

Olá, gostaria de saber porque para Russía que é um país muito maior que o Brasil, estas corvetas servem e para o Brasil não servem ???

Fernando "Nunão" De Martini
Editor
Famed Member

Romp,

Você pode ler a parte da matéria sobre a baixa autonomia e pouco alcance desses navios, e diversos comentários acima sobre sua utilização principalmente em mares fechados dos teatros de operações russos como uma das armas à disposição, e não em mar aberto como é o caso do Brasil. Se depois de dar essa lida geral ainda persistir sua dúvida, você pode perguntar sobre características mais específicas.

Romp
Visitante
Romp

Olá “Nunão” reli a matéria conforme você me pediu para ver se eu não tinha deixado passar nada, entretanto só fez aumentar ainda mais minha dúvida haja vista que a Russia também tem uma costa muito extensa, então porque para eles faz sentido produzir corvetas com baixa autonomia e para o Brasil não ?? Teoricamente eles tem muito mais experiência do que nós.

Fernando "Nunão" De Martini
Editor
Famed Member

Romp, sugiro olhar num mapa da Rússia/Europa/Ásia e procurar por:

Mar Cáspio
Mar Negro
Mar Báltico

Depois um mapa do Brasil/América/África e comparar esses mares com:

Oceano Atlântico

O Brasil não tem mares fechados e outros locais adequados para uso de pequenas corvetas pesadamente armadas ao custo de terem baixo alcance e autonomia.

Para mar aberto, a Rússia preferencialmente utiliza navios de maior tonelagem.

Sugiro novamente dar uma lida nos comentários mais acima que já trataram desse assunto.

Romp
Visitante
Romp

Agora eu entendi “Nunão”, então essas corvetas operam só nesses mares fechados, eu pensei que fosse para toda a costa Russa, mas faz mais sentido porque eles devem ter muito mais navios maiores para proteger toda a costa deles.