Home Indústria Naval Porta-helicópteros Atlântico: docagem atesta excelência do casco

Porta-helicópteros Atlântico: docagem atesta excelência do casco

26543
127
PHM Atlântico na doca seca
PHM Atlântico na doca seca

Foram divulgadas em rede social fotos do Porta-Helicópteros Multipropósito Atlântico (A140), ex-HMS Ocean, docado no Reino Unido para manutenção das “obras vivas” do navio.

Comentários de especialistas indicam que o casco do navio está em excelente condições e a cobertura de tinta especial conhecida como Intersleek aplicada em 2013, parece ter sido aplicada agora.

O porta-helicópteros e navio-capitânia HMS Ocean da Royal Navy, conhecido como “Mighty O”, foi desativado no dia 27 de março de 2018 na Base Naval de Devonport, em Plymouth.

O HMS Ocean foi aposentado após 20 anos de serviço e 50.000 milhas cobertas durante desdobramentos em todo o mundo.

A decisão de desativar o HMS Ocean foi feita como parte da Análise Estratégica de Defesa e Segurança (SDSR) 2015. A Marinha do Brasil pagou £ 84 milhões pelo navio e as companhias Babcock e a BAE Systems estão realizando as mudanças necessárias antes da transferência.

O PHM Atlântico deverá ser incorporado à Marinha do Brasil em 29 de junho de 2018 e sua chegada ao Brasil em agosto.

Subscribe
Notify of
guest
127 Comentários
oldest
newest most voted
Inline Feedbacks
View all comments
Mauricio_Silva
Mauricio_Silva
2 anos atrás

Olá.
Caramba, o casco do navio está “novinho em folha”.
SDS.

Leonardo Araujo
Leonardo Araujo
Reply to  Mauricio_Silva
2 anos atrás

Vc dizer dizer em aço.

Mauricio_Silva
Mauricio_Silva
Reply to  Leonardo Araujo
2 anos atrás

Olá.
“Folha de aço” 🙂
SDS

diego farias
diego farias
2 anos atrás

Top!

José Luiz
José Luiz
2 anos atrás

A pintura do casco esta nova, estas fotos são de agora? Por que o navio estava navegando e mesmo depois de uma lavagem creio que a pintura deveria apresentar maiores sinais de desgaste, devido a incrustações comum aos navios em operação.
Bem independente disto, o Atlântico para mim foi uma excelente aquisição e creio que irá com certeza navegar muito pelo Brasil e futuramente deverá ter acréscimos em seu potencial, assim que as condições o permitam. Meu desejo é que seja o novo Minas Gerais da MB.

XO
XO
Reply to  José Luiz
2 anos atrás

Quanto mais o navio rodar, menos formação de “craca”… existem outros fatores, mas esse influencia bastante… mesmo assim, devem ter jateado antes… ou então essa tinta é fenomenal…. abraço…

Gerson Lima
Gerson Lima
Reply to  XO
2 anos atrás

Esta família de tintas proporciona este resultado mesmo. Uma simples lavagem a alta pressão é suficiente para limpar o casco.

Jota
Jota
2 anos atrás

Lindo.
E os Anodos de Zinco?

Top Gun Sea
2 anos atrás

Muito bom! Só alegria! Que até o seu comissionamento em 2020 possa vir os NT’s Waves e os dois Caça Minas.

VanKindenser
VanKindenser
2 anos atrás

Pela foto do hélice, o navio parece não ter HPC (hélice de passo controlável). Incrível um navio tão moderno não possuir essa tecnologia, que não é recente nem cara!

VanKindenser
VanKindenser
Reply to  Alexandre Galante
2 anos atrás

Muitos navios da MB possuem HPC. Não é complicado de manter e operar. Caro também não deve ser, pois há navios de apoio na própria MB que o possuem, além de já haver fabricantes nacionais. Achei estranho mesmo, o fato de um navio de guerra grande e moderno não possuir um acessório que melhoraria muito a sua manobrabilidade.

XO
XO
Reply to  VanKindenser
2 anos atrás

Rapaz, desculpe discordar, mas sigo o Galante… HPC dá dor de cabeça…

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
2 anos atrás

Após ver essas fotos, me lembrei que há alguns anos foi divulgado, inúmeras vezes, que o casco do NAe SP estava em bom estado, mas nunca vi uma foto dele para corroborar essa informação (não que eu seja especialista em casco ou em oxidação). Entrei no NGB e encontrei apenas uma foto de 2003 do casco e da hélice bem enferrujados.
Talvez o Nunão que frequentou assiduamente o ARMJ e adjacências possa ter dado uma passadinha no dique Almirante Régis e visto o casco.

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Rafael Oliveira
2 anos atrás

Há anos o São Paulo não é docado, toda vez que fui ao AMRJ só o vi no cais.

Há alguns meses o que vi de interessante no Alte Regis foi docagem simultânea do Ary Rongel e do Alte Maximiano (bem imponente este, embora quadradão), e recentemente o dique flutuante Alte Schieck, docado com a porta Batel do Alte Regis dentro. Uma porta de dique dentro de um dique, por sua vez dentro de outro dique. Mas perdi a faina de docagem do final do transporte do NPa Maracanã, infelimente.

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
2 anos atrás

Nunão,
Então as análises sobre a integridade do casco do NAe SP foram baseadas em vistoria anteriores? Ou é desnecessário docar o navio para fazê-la?
Obrigado.

Bardini
Bardini
Reply to  Rafael Oliveira
2 anos atrás

http://www.naval.com.br/blog/2015/03/13/amrj-realiza-docagem-do-nae-sao-paulo-para-vistoria-no-casco-visando-modernizacao/
.
Foi feita a docagem.
Fizeram os estudos com uma empresa americana e concluíram que o casco estava ok.
.
Iriam modernizar de 2015 até 2019 pra ir até 2039… Mais 20 anos de NAe. Praticamente o tempo que o HMS Ocean vai durar na MB.
But… Foi mais barato.

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
Reply to  Bardini
2 anos atrás

Obrigado, Bardini.

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Bardini
2 anos atrás

Bardini, obrigado pelo link para me relembrar da última docagem, que eu não guardava mais de cabeça para responder ao colega.

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Rafael Oliveira
2 anos atrás

Rafael, só escrevi que não vi.

Houve mais docagens do navio, mas não lembro qual foi a última.

Análises podem ser feitas com o navio flutuando também, internamente. Um casco não é só o chapeamento, são suas cavernas, vaus, pilares, anteparas etc.

Rafael
Rafael
2 anos atrás

Vai impor respeito e ficar bonito de ver com os H225M e Lynx…Boa “compra de oportunidade”!

Marcelo -
Marcelo -
2 anos atrás

Geralmente o que “rala” mais em um navio é o grupo propulsor: motores, caixas redutoras, transmissões, eixos, tubulações de água salgada, trocadores de calor, tubulações de esgoto e peças que sofrem solicitações mecânicas em geral, o casco sempre apresenta estado melhor, lembramos do caso do casco do NAE São Paulo, que está bom, mas o grupo propulsor quanta diferença…….

Tallguiese
Tallguiese
2 anos atrás

É a defesa de ponto? Vai ser a que estava no São Paulo mesmo?

sub-urbano
sub-urbano
Reply to  Tallguiese
2 anos atrás

Parece que sim.

Compram um navio caro, mas completamente vulnerável aos poderosos Flankers venezuelanos armados com os KH-31

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  sub-urbano
2 anos atrás

Navio caro? Certeza que foi caro?

João Augusto
João Augusto
Reply to  sub-urbano
2 anos atrás

Pior é o povo achar que a Venezuela vai atacar o Brasil…

Chico Novato
Chico Novato
Reply to  João Augusto
2 anos atrás

… por Mar…

FJJ
FJJ
Reply to  Chico Novato
2 anos atrás

A principal preocupação – e mais real – deveria ser de como vamos controlar a onda de refugiados que só tende a aumentar e em uma parte onde o Brasil já é bem fraco em termos econômicos e de presença.

É mais fácil é um piloto venezuelano – se conseguir AVGas – “desertar” pro Brasil com um caça e aí ainda vamos ter a faina de devolver a aeronave….

E se essas fotos são recentes, o Atlantico – por fora – parece em ótimo estado mesmo (para esses olhos leigos, é claro).

Gustavo
Gustavo
2 anos atrás

boa noticia!

DarKnightBR
DarKnightBR
2 anos atrás

Boa noite galera ! Pelo que andei vendo, cogita-se colocar os Simbads do São Paulo no Atlântico, como defesa de ponto… Mas, caso seja verdade, pergunto: Pelo alcance e característica, não seria esse um sistema de defesa de área, pelo fato de se valer de mísseis ? Aproveitando, alguma chance de um goalkeeper ou kashtan ser considerado para o navio ?

Abraços

Daglian
Daglian
Reply to  DarKnightBR
2 anos atrás

DarKnightBR 7 de Maio de 2018 at 20:59
Com certeza, o mais viável nesse sentido era a MB adquirir os Phalanx ou os Simbads do NAe São Paulo. Como (até onde sei) os Phalanx não serão adquiridos, é mais fácil a MB simplesmente instalar os Simbads no Atlântico.

Daglian
Daglian
Reply to  Daglian
2 anos atrás

Correção: adquirir os Phalanx, ou reutilizar os Simbads do São Paulo (e não adquirir novas unidades desse último sistema).

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  DarKnightBR
2 anos atrás

“Pelo alcance e característica, não seria esse um sistema de defesa de área, pelo fato de se valer de mísseis ? ”

Não, porque são mísseis de defesa de ponto. Para defesa de área, usa-se mísseis de defesa de área.

Otto Lima
Reply to  DarKnightBR
2 anos atrás

O Simbad é um míssil para baixa altitude e curta distância, para defesa de ponto. Quanto à reutilização dos lançadores do NAe SãoPaulo no PHM Atlântico, estou de pleno acordo, complementando com canhões CIWS Bofors 40/L70 e, pelo menos, uma alça optrônica. O ideal seria a instalação de um sistema de direção de tiro com capacidade antimíssil, mas isso já depende de espaço a bordo.

DarKnightBR
DarKnightBR
Reply to  DarKnightBR
2 anos atrás

Eu entendo que existam sistemas de defesa de área muito mais capazes, mas na verdade eu estava com um pensamento do tipo “quem não tem cão caça com gato” (Po Nunão, na falta de um martelo você nunca usou um alicate pra bater um prego ? rssss) ! O pensamento era o seguinte: o alcance do mistral (míssil do Simbad) é de 6.000m, logo, com uma capacidade de 360º de giro para ação, pode proteger todo um grupo tarefa que esteja dentro dessa área, que será de 113 km² ! Não sei se isso é muito para o mundo naval,… Read more »

Mazzeo
Mazzeo
2 anos atrás

Coloca no elevador, alinha, balanceia, troca pastilha, buchas da bandeja …

Depois jateia aquele óleo de mamona, passa pretinho e manda pra cá !

Brincadeiras a parte, essa tinta é fantástica ! Não sei se o casco foi jateado antes das fotos, mas não há nada de cracas ou de algas no casco.

Se assim, por analogia (apenas uma suposição minha ok) os importantes dutos de resfriamento devem estar limpos também.

Bom presságio.

BJJ
BJJ
2 anos atrás

Com a chegada do PHM Atlântico, não seria o caso da MB começar a pensar em alguns helicópteros AEW? Mesmo sem mísseis de defesa aérea de área, a possibilidade de alertar com antecedência a ameaça de mísseis anti-navio voando baixo seria muito interessante.

Rodrigo
Rodrigo
2 anos atrás

Porque não usam Remax balizada…

Rodrigo
Rodrigo
2 anos atrás

Navalizada

ADRIANO M.
ADRIANO M.
2 anos atrás

Poderia-se usar lançadores de mísseis antiaéreos Aspide,se houver em disponibilidade na MB,iguais ao dos classe Niteroi…

Otto Lima
Reply to  ADRIANO M.
2 anos atrás

Sim, mas onde esses mísseis seriam armazenados a bordo e como transportá-los a bordo para recarregar os lançadores?

Saldanha da Gama
Saldanha da Gama
2 anos atrás

Me perdoem o palavreado, mas só 84 milhões de euros? Saiu por troco de pinga, mesmo que não venha com o phalanx aínda assim saiu muitíssimo em conta. Fico só a imaginar ele repleto de helicópteros no convés ( sei que impossível etc e tal, não suporta, não foi feito para isto, custa caro, mas uns 10 F35 ) e uns 4 helis dos navy que o Brasil parece que vai comprar vai ficar enjoado de encarar. Vamos ter novamente aos poucos uma senhora esquadra! Salve a gloriosa Marinha Brasileira!!!!!!!! St4

Saldanha da Gama
Saldanha da Gama
Reply to  Saldanha da Gama
2 anos atrás

Ahhh sim,qdo for bater o champagne, o Atlântico merece o melhor, pelo amor amor de deus, não vão fazer com sidra!!!! st4

Dan01
Dan01
Reply to  Saldanha da Gama
2 anos atrás

Ja vi em outras materias aqui do naval o pessoal comentando que se reforçado seria possivel colocar os F35 nele, de fato seria incrível.

Ozawa
Ozawa
2 anos atrás

Na verdade, na verdade . . .

Sem prejuízo ao reconhecimento da melhor compra de oportunidade da MB nos últimos 20 anos (exceto pela compra eventual de quatro “Dukes”), no atual estado físico da armada, o Atlântico será na verdade uma capitânea dela própria, e no atual estado moral da armada, o Atlântico será na verdade um Porta-Autoestima . . .

willhorv
willhorv
2 anos atrás

Uma dúvida…o que vão por nele…digo, pra voar!
E qual será sua escolta?
Já definiram?
Aqueles quadrados no casco, são remendos (quarta foto)? O porquê disto?

Marcelo
Marcelo
Reply to  willhorv
2 anos atrás

Eu tentei puxar essa discussão do grupo aéreo durante o final de semana, mas como eu usei um post antigo pra isso, acho q muito pouca gente viu http://www.naval.com.br/blog/2017/08/08/helibras-avanca-na-certificacao-do-h225m-antinavio/
O Nunão, muito pacientemente, contribuiu bastante, mas a discussão acabou morrendo.
Concluí(mos?) q o seguinte grupo faria algum sentido numa missão de emprego geral:

4 Seahawks ASW,
4 UH-15A ASuW,
2 UH-15A C-SAR,
6 UH-15 utilitários,
1-2 UH-13 utilitários

o q acham?

Dalton
Dalton
Reply to  Marcelo
2 anos atrás

Pessoalmente acho demais…normalmente não se opera com a capacidade máxima ainda mais em tempos de paz…e
o inventário da marinha contém aeronaves que sempre estão em manutenção ou utilizadas para outros propósitos…
e não vejo a necessidade de se ter tantos “utilitários” a bordo.
abs

Humberto
Humberto
Reply to  Marcelo
2 anos atrás

Marcelo,
Não acredito que será uma dotação tão grande assim. Temos que aprender primeiro a doutrina do navio x helicopteros.
Vários UH-12 (algo em torno de 6), poucos UH-15 (tipo 2 ou 3) e um ou outro Seahawk e quem sabe os Super Linx.
Quem sabe o EB (a FAB acho mais complicado) entrem para se adaptar a doutrina do uso do Oceano.

Saldanha da Gama
Saldanha da Gama
Reply to  Marcelo
2 anos atrás

Dentro do possível, seria muito bom termos o que vc citou, não adianta ter um pit bull desdentado, não tem que só parecer feroz, tem que ser. Abraços st4

Adriano Luchiari
Adriano Luchiari
Reply to  Marcelo
2 anos atrás

2 AH-11B para esclarecimento
2 SH-16 ASW
2 UH-15 ASuW
4 UH-15 transporte e SAR

Marcelo
Marcelo
Reply to  willhorv
2 anos atrás

Quanto à Força-tarefa nucleada no Atlântico, pensando realisticamente seria interessante ter como escolta 2 FCN, 1 FCG e também a Barroso, alem do apoio do NT Gastão Motta e possivelmente a companhia do Bahia e do Alte Saboia. É verdade tb que isso seria basicamente a totalidade dos meios da esquadra numa única FT…

Dalton
Dalton
Reply to  Marcelo
2 anos atrás

Duvido que diante do pequeno número de “escoltas” hoje disponíveis se possa “amarrar” 4 deles ao “Atlântico”…na US Navy
por exemplo sempre se tem um esquadrão de destroyers “ligado” a um NAe, mas, apenas parte desse esquadrão está
disponível para a escolta…em média 3 unidades…o restante do esquadrão em manutenção, treinamento ou outras missões.

Marcelo
Marcelo
Reply to  Dalton
2 anos atrás

Olá Dalton, obrigado. realmente no caso da MB eu não acho que seja determinada uma escolta “fixa” pro Atlantico (nem sei se isso foi prática nos tempos do SP ou do Minas). Estava apenas tentando imaginar que tamanho uma FT nucleada nele deveria ter no caso de um exercício, especialmente se o Bahia e um NDCC fizessem parte do mesmo.

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Marcelo
2 anos atrás

Marcelo,
Só complementando, não existe essa coisa de “fixo” quanto a escoltas, o grupo-tarefa é formado conforme as missões e os navios disponíveis nos dois esquadrões de escolta. Da mesma forma, o Grupo Aéreo Embarcado é estabelecido conforme as missões, e os diversos esquadrões da Aviação Naval recebem as ordens para realizar a missão, as aeronaves nos números indicados decolam para pousar no navio.

filipe
filipe
2 anos atrás

A melhor compra de ocasião da historia da MB, serão mais 30 anos de bom desempenho, e bons serviços a nossa marinha.

Bardini
Bardini
2 anos atrás

Pesquisem essa tinta…
Intersleek.
É incrível.

XO
XO
Reply to  Bardini
2 anos atrás

Fiquei impressionado também… como armamentista e “de convés”, isso sempre foi faina minha… obrigado pela dica, vou consultar… abraço…

Bardini
Bardini
Reply to  XO
2 anos atrás

Eu não conhecia essa tinta. Dei uma pesquisada. Os Britânicos vem usando a uma década pelo menos esse tipo de tinta. Seria interessante o pessoal do projeto pesquisar o benefício pelo custo, e ver se vale a pena colocar nos novos navios. Veja o trecho do livro: https://books.google.com.br/books?id=hmE9muTtKWcC&pg=PA191&lpg=PA191&dq=hms+ocean+intersleek+coating&source=bl&ots=doTisJjzB0&sig=v3nmJAVCUKEa3rbGVU3M8uZwO_8&hl=pt-BR&sa=X&ved=0ahUKEwjYxfmfuPbaAhUDFpAKHSB6B6oQ6AEIUjAI#v=onepage&q=hms%20ocean%20intersleek%20coating&f=false . Essa tinta não contém “veneno” (active biocide), para combater o crescimento das cracas. O funcionamento dela é outro: . http://www.yachtpaint.com/LiteratureCentre/intersleek-900-info-booklet-usa-eng.pdf “The purpose of the Intersleek 900 System is to create a ‘low surface energy’ which proves extremely difficult for growth to attach. Once fouling has begun, the adhesion is weak and… Read more »

XO
XO
Reply to  Bardini
2 anos atrás

Obrigado por compartilhar… nos meus tempos de Esquadra, usávamos tintas da International e Weg… International era melhor, mas nada parecido com essa aí…
Agora, confesso que ver os hélices pintados é novidade para mim… devo estrar desatualizado, pelo visto…
Para conhecimento, o IEAPM desenvolve um projeto de tinta anti-incrustante baseado em organismos marinhos… promete…
Forte abraço…

Bardini
Bardini
Reply to  XO
2 anos atrás

XO, veja este artigo: https://www.omicsonline.org/open-access/an-experimental-study-on-the-effect-of-is700-coating-on-the-cavitationinception-and-development-and-noise-reduction-of-a-marine-pr-2168-9873-1000267.pdf
.
Acho que podem estar mirando dois fatores:
Proteção contra as cracas e redução da cavitação, que consequentemente, diminuiria a erosão do hélice e a produção de barulho.
.
Tem esse artigo, sobre um estudo que fizeram: http:
//citeseerx.ist.psu.edu/viewdoc/download?doi=10.1.1.553.7123&rep=rep1&type=pdf
Não consegui encontrar o resultado desses estudos… Mas seria interessante saber.
.
Outra coisa, que dá perceber muito bem, por conta da tinta: Na imagem dos hélices do HMS Ocean, aquelas marcas, que parecem corrosão, são na realidade a erosão provocada pela cavitação.

Gerson Lima
Gerson Lima
Reply to  XO
2 anos atrás

Sobre revestimento dos hélices, ver PROPSPEED.
Foi aplicado recentemente em um dos navios da MB, e o efeito foi excelente, com efeitos diretos na proteção catódica.
Aguarda-se o retorno de sua comissão para avaliação de desempenho.

XO
XO
Reply to  XO
2 anos atrás

Bardini e Gerson, muito obrigado pelas informações… abraço…

Alex Barreto Cypriano
Alex Barreto Cypriano
2 anos atrás

Vou falar apenas como o camarada chato que sou:
Espero que o navio deva sua sobrevivência menos à tinta (caríssima) do que às suas capacidades bélicas. Espero, igualmente, que a extraordinária Intersleek possa ser substituída ou reparada facilmente.

Carvalho2008
Carvalho2008
2 anos atrás

Poxa….tem parte ali que da para pentear o cabelo de tão espelho que parece…

Marcos Borges
Marcos Borges
2 anos atrás

Com certeza estamos vibrando pela aquisição deste navio para nossa marinha, agora preocupante é essa idéia de uma poupança burra quando falamos de defesa antiaérea, seja ela a ameaça que for, com todo o respeito aos profissionais da MB mas só este sistema Simbad como meio de defesa para uma embarcação importante como essa é ridículo.

Adriano Luchiari
Adriano Luchiari
Reply to  Marcos Borges
2 anos atrás

Merecia 1 reparo Pantsir-ME na proa e dois Bofors L/70 40mm à popa.

Adriano Luchiari
Adriano Luchiari
Reply to  Adriano Luchiari
2 anos atrás

Ou pelo menos um Bofors Mk110 57mm na proa.

Sequim
Sequim
2 anos atrás

Uma pergunta aos entendidos do assunto: quando o navio está docado, e totalmente fora da água, como fazem para que o peso do próprio navio não danifique o casco, pois são milhares de toneladas apoiadas em poucos pontos, sendo que o ponto de apoio “natural” do navio é a própria água na qual ele flutua e que envolve o casco por inteiro.

XO
XO
Reply to  Sequim
2 anos atrás

Para cada navio, existe um plano de docagem, o qual, dentre outros aspectos, estabelece onde colocar aqueles “blocos” de madeira (“picadeiro”) para sustentar o navio fora d´água… inclusive, são empregados mergulhadores dentro do dique, os quais orientam a equipe de docagem sobre a posição correta em relação ao tal ‘picadeiro”… quando assim estiver, o esgoto final é realizado e o navio “senta no picadeiro” (expressão horrível)… ao final, ainda são colocadas escoras laterais em locais específicos, como medida de segurança…abraço…

Saldanha da Gama
Saldanha da Gama
Reply to  XO
2 anos atrás

Xô, realmente horrível kkkk kkkkk kkkkk, coitado do navio kkkkk kkkkk abração st4

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  XO
2 anos atrás

Complementando o XO, o casco de um navio é formado pelo chapeamento externo e os elementos estruturais internos, ou “esqueleto”, sendo as cavernas e anteparas transversais parte do mesmo. Os picadeiros do dique são posicionados sob os locais onde estarão esses elementos estruturais quando o navio “pousar” sobre os picadeiros. Lembrando que o navio, no mar, distribui seu peso sobre a água, mas antes disso ele dói construído em terra, e apoiado de forma similar sobre sua carreira de construção, seja da forma tradicional (antiga) em que o navio era “erigido” a partir da quilha onde se conectavam os elementos… Read more »

Dalton
Dalton
2 anos atrás

Sequim…
.
estou de saída, talvez ajude o link ou mais alguém possa esclarecer…
.
https://www.myseatime.com/blog/detail/a-complete-guide-of-bringing-a-ship-to-dry-dock
.
abs

Dod
Dod
2 anos atrás

Caraca foi o navio usado ‘MAIS NOVO’ que o Brasil já teve, que bela embarcação,parabéns Brasil.

Pedro
Pedro
2 anos atrás

Tinta Benjamin Button

Helano Moura
Helano Moura
2 anos atrás

O pessoal especialista do caramba, a quantidade de heli e devido a sua disponibilidade e missão do navio hora bolas !!!

Marcelo
Marcelo
Reply to  Helano Moura
2 anos atrás

Caro Helano, a beleza desse seu argumento é que ele encerra qualquer discussão e faz com que espaços como este e basicamente qualquer outro se tornem obsoletos.
Q: Quando o Atlântico chegará ao Brasil?
A: Quando estiver pronto e terminar a sua viagem

Q: Que sensores e armamentos a MB vai utilizar nele?
A: Aqueles que dentro do que a MB deseja couberem no orçamento

Q: Qual vai ser a proposta vencedora para as Tamandarés?
A: A que for escolhida

É perfeito inclusive pois faz com que qualquer pergunta independente do tema se torne desnecessária.

Marcelo Baptista
Marcelo Baptista
Reply to  Marcelo
2 anos atrás

Caro Xará

O pessoal esquece que além dos comentaristas, existem milhares de leitores anônimos, aprendendo, interessados no assunto.
Infelizmente, tem gente que carece de paciência.

Sds

Gabriel
Gabriel
2 anos atrás

A Industria naval inglesa é de altíssimo nível

Karl Bonfim
Karl Bonfim
2 anos atrás

Eu ainda cho, ou melhor tenho certeza que a Marinha do Brasil teceria aproveitar a oportunidade e um esforço para adquirir os helicópteros ah-1w super cobra para equipar o PHM-140 Atlântico, com os modelos que a MB já tem, seria “perfeito”.

Bardini
Bardini
Reply to  Karl Bonfim
2 anos atrás

Vale mais investir em S-70B…

Bryan
Bryan
2 anos atrás

Realmente a qualidade do equipamento está muito boa, embora eu não goste da ideia de tê-lo comprado.

Luiz Campos
Luiz Campos
2 anos atrás

Desculpe a ignorância, mas quais ou qual o emprego do PHM 140 na armada? Ele é uma arma ofensiva em essência ou pode também ser empregado defensivamente.

FERNANDO
FERNANDO
Reply to  Luiz Campos
2 anos atrás

Eu acho que os dois, dependendo da situação.

Luiz Campos
Luiz Campos
Reply to  FERNANDO
2 anos atrás

OK Fernando. Além da situação vai depender também da configuração. Acho que deverá contar com um mix de helis e armas para desempenhar cada missão. Claro que pensando num cenário de um ataque surpresa com curto tempo para reagir defensiva ou ofensivamente.

Caio
Caio
2 anos atrás

Pelo menos o navio mostra que vai ser muito bom para nossas missões humanitárias e nada mais; esperemos que as barrosos se desnvolvam como nossa defesa naval, e que as varias formas de pirataria em nossa costa não fiquem violentas.

Nilson
Nilson
Reply to  Caio
2 anos atrás

Também espero que somente seja usado para missões humanitárias e treinamentos, ou seja, que pelos próximos 20 ou 30 anos nossos rapazes não tenham que participar de um conflito real. Mas, se necessário, com certeza uns 12 helis embarcados no Atlântico representarão uma bela força ofensiva ou defensiva, superior a qualquer força existente na região da América do Sul.

Nilson
Nilson
Reply to  Nilson
2 anos atrás

qualquer força *naval existente na região da América do Sul.

Paulo Costa
Paulo Costa
2 anos atrás

Segundo o Cap Flint,da serie Black Sails,uma nau de guerra ganha uma milha por hora com a limpeza do casco.
Já existe para uso civil,um robot limpa casco,funciona com frequência alta,e limpa cracas,algas,etc.
Tem um vídeo mostrando o funcionamento e é rapidissimo,os militares devem estar usando também.

William
William
2 anos atrás

O V-22 Osprey conseguiria ser operado no PHM Atlantico?
Lembro que tinha um projeto de equipar o Osprey com misseis.

Bardini
Bardini
Reply to  William
2 anos atrás

http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/MV-22BOsprey_HMSOcean.jpg
.
Teremos H225M armados com Exocet…
S-70B equipado com Penguim…
Super Lynx ainda pode receber um novo míssil. Por mim seria Spike, mas duvido. Vai ser o novo míssil da MBDA, se acontecer.
.
Vamos comprar Osprey nesse momento pra que?
.
A MB tem duas prioridades em termos de helicópteros:
Programa IHP, visando aquisição de novos helicópteros de instrução para substituir os Bell 206B Jet Ranger III.
Programa UHP, visando a aquisição de novos helicópteros de emprego geral de pequeno porte, para substituir os Esquilos.
.
Se comprarem algo fora desse programa, certamente seria mais S-70B… Extremamente útil.

Bardini
Bardini
Reply to  Bardini
2 anos atrás

Wildcat dos Koreanos equipado com Spike NLOS:
comment image
Filipinas também usa Spike NLOS.
Não temos nada “barato” para usar a curta distância, contra pequenas embarcações e ameaças assimétricas. Ou é Penguim ou uma pedrada, com Exocet…

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
Reply to  Bardini
2 anos atrás

Para pequenas ameaças, o Lynx é equipado com a metralhadora FN Herstal M3M .50. Tem duas unidades, apenas.
Para o Seahawk temos a FN 7,62 MAG.
De qualquer forma, gosto do Spike NLOS que deve ser bem mais barato que o Sea Venon

tomcat3.7
tomcat3.7
Reply to  Bardini
2 anos atrás

Belíssima foto e o Wildcat é lindão o super Lynx. Bem que a MB poderia adiquirir o novo suporte de armas projetado para o Wildcat(Lynx) que levando mísseis como o Spike,Hell Fire tbm são mortíferos no apoio de fogo aos FN.

Helano Moura
Helano Moura
2 anos atrás

Sendo assim , o bom e contar com todos os modelos comprados pela nossa marinha !!!!! rs

VALIM
VALIM
2 anos atrás

Bem, se bem me lembro, a situação do de qualquer navio é verificado por ultra-som com laudo de engenheiros.
O fato do casco estar limpo e com pintura nova não serve para constatar as boas condições.
Me lembra o casco do “Minas Gerais” quando estava docado, mas os laudo de ultra-som condenavam quase todo o casco.

Saudades do “MINGÃO’

Abraços

Jacubão
Jacubão
2 anos atrás

Imediato o escolta do Atlântico precisa ser um velho conhecido britânico.
Aqui no Brasil ele terá o Machado de Batalha como seu fiel escudeiro.
” A marca da vida “

XO
XO
Reply to  Jacubão
2 anos atrás

Com certeza, meu antigo navio ainda vai dar muita cadência ao lado desse cara aí… forte abraço…

Diplomata92
Diplomata92
Reply to  XO
2 anos atrás

Desculpa dar uma de intrometido !
Mais vocês estão falando da rademaker ?
Se estiver errado perdão!
Mais se acertei com todo respeito,pra mim éo Navio da nossa MB com o nome mais bonito.kkkkk
Minha opinião saudações!

Jacubão
Jacubão
Reply to  Diplomata92
2 anos atrás

É Rapaz você está atento as informações.
Você acertou!!!

Diplomata92
Diplomata92
Reply to  Jacubão
2 anos atrás

Cara fico feliz em saber que ah pessoas aqui nesse espaço que já tiveram a honra de estar nesse navio
Ah vocês meu respeito e admiração!

XO
XO
Reply to  Jacubão
2 anos atrás

Grato, Diplomata… a F49 realmente representa um período especial na minha carreira… abraço…

marcelo
marcelo
2 anos atrás

realmente se esse navio saiu por £84 milhões, parece ter sido um grande negócio. a RN gastou £65 milhões numa reforma nele que durou 15 meses entre 2012-14. foi nesse período que foi aplicada pela última vez a tal tinta intersleek no casco, além de uma reforma no convôo, hangar, máquinas… https://www.royalnavy.mod.uk/news-and-latest-activity/news/2014/january/14/140114-ocean-nears-end-refit

DarKnightBR
DarKnightBR
2 anos atrás

Eu entendo que existam sistemas de defesa de área muito mais capazes, mas na verdade eu estava com um pensamento do tipo “quem não tem cão caça com gato” (Po Nunão, na falta de um martelo você nunca usou um alicate pra bater um prego ? rssss) ! O pensamento era o seguinte: o alcance do mistral (míssil do Simbad) é de 6.000m, logo, com uma capacidade de 360º de giro para ação, pode proteger todo um grupo tarefa que esteja dentro dessa área, que será de 113 km² ! Não sei se isso é muito para o mundo naval,… Read more »

Alex Nogueira
Alex Nogueira
Reply to  DarKnightBR
2 anos atrás

O alcance de 6km do Mistral é o alcance máximo teórico, acredito que o alcance efetivo “no-escape zone” deva se dar entre 2-4km, o ideal (para mim) seria dispor do Simbad RF (2-4) e de alguns (3?) VLS para quad-packs de Sea Ceptor além de um canhão Bofors Mk4 40mm na proa.

Alex Nogueira
Alex Nogueira
Reply to  Alex Nogueira
2 anos atrás

Pode até parecer muito armamento (para o padrão brasileiro), mas pensem que no caso de conflito, um navio desse tamanho e de tamanha importância, se abatido, geraria um impacto tremendo na nossa moral e seria um troféu e tanto para o inimigo.

* Eu ainda incluiria, caso não tiver, algum sistema de decoy para defesa contra torpedos.

Penso que o Atlântico é um alvo a se defendido a todo custo.

Bardini
Bardini
Reply to  Alex Nogueira
2 anos atrás

O que falta é Escolta…
.
Os Mistral dos Franceses operam com Simbad e metralhadoras.
UK operava com Phalanx, que é um “último recurso”.
O Egito usa o Avenger…
http://www.janes.com/images/assets/282/72282/1706826_-_MAIN.jpg
.
O negócio é montar os Simbad do NAe nele e se precisar, o CFN também operar MANPADS no deck.

BezerraFN
BezerraFN
Reply to  Alex Nogueira
2 anos atrás

Integrar um VLS se traduz em ter que violar o casco do navio. Não acredito existir espaço para incluir um VLS no Navio, o que inclusive, tornam as operações aéreas perigosas. Como disse o Bardini, as maiores Armadas do mundo operar com misseis e armas de tubo de curto alcance, pois tem em suas escoltas o recurso de defesa aérea de área ou de ponto com maior alcance. As armas do A140 devem ser apenas o “último recurso”.

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  BezerraFN
2 anos atrás

Bezerra, nem sempre é preciso penetrar o casco. O sistema pode ser instalado acima de uma das plataformas laterais do navio, ou “sponsons”, onde já são instalados canhões e metralhadoras de autodefesa. Seria algo como is lançadores instalados no Charles de Gaulle francês, da foto abaixo: https://mobile.twitter.com/EngageStrategy1/status/966011942765809664/photo/1 Eu penso o seguinte: cada coisa no seu momento. Nessa conjuntura de várias outras prioridades de investimento da MB, como a construção em andamento dos submarinos e futuramente da classe Tamandaré, não há muito espaço para gastar com o armamento de defesa de um navio comprado de oportunidade, ainda mais levando em conta… Read more »

Alex Nogueira
Alex Nogueira
Reply to  BezerraFN
2 anos atrás

Pensei em algo como o lançador triplo ExLS de 3 células, parece ser minúsculo e bem leve, já somaria 12 Sea Ceptors.

Erichwolff
Erichwolff
2 anos atrás

Caraca, vi essas fotos e logo lembrei do arsenal de marinha do RJ…. Tudo igualzinho!!!!
Kkkkkkkkkkkkkkkkk, é mentira!!!!!

Wendel Carvalho
Wendel Carvalho
2 anos atrás

Boa noite Galante e pessoal do site,gostaria de uma ajuda de vcs. Soube através de um militar da MB que serve na Base aeronaval de São Pedro da Aldeia de que o PHM Atlântico virá praticamente ” pelado” , incluindo o radar ,que de acordo cm este militar ele ouviu de parte do pessoal da própria base, além de mtos equipamentos inclusive material médico. Seria verdade isso ou mais desinformação dentro da própria MB? Desde já agradeço.

Alex Nogueira
Alex Nogueira
Reply to  Wendel Carvalho
2 anos atrás

Aposto que é apenas desinformação.

Claudio Luiz
Claudio Luiz
2 anos atrás
Luiz Floriano Alves
Luiz Floriano Alves
2 anos atrás

Esse barco tem que ser melhor defendido de misseis escumadores. As proteções que os ingleses colocaram sãp bem capazes. Temos que buscar equivalentes no mercado. Até os chineses produzem coisa pareceda. A Espanha tem um multi tubo de tiro rápido mas não gostei de uma video demosntração. É pouco volume de fogo para contrapor a um missil. Esses tiros são controlados por computador segundo algoritmos desenvolvidos para conseguir alta probabilidade de acertos. Algo como um Guepardo bitubo embarcado e com a electronica integrada, ou containerizada. Deve haver Guepardos disponiveis nos paises da aliança OTAN. O carro blindado não precisa embarcar… Read more »

Burgos
Burgos
2 anos atrás

Vida Longa ao NPHM Atlântico !!!
Navegou por 20 anos com os Ingleses !!!
Vai navegar com certeza aqui no Brasil por 20 anos !!!
Quer os contra ou não queira, mas vai !!!

Juarez
Juarez
2 anos atrás

Realmente, esta tinta é um primor. Tem base siliconada, precisa ser aplicada com temperatura entre 21 e 27 graus C, pra melhor aderência. Não consegui achar a composição química, mas acredito que deva ter molibdênio na fórmula.
XO, mostra lá para a turma da “pistola” do AMRJ, vão gostar.

XO
XO
Reply to  Juarez
2 anos atrás

Seria ótimo, Juarez… mas quem mais gostaria seríamos nós que empurramos água… abraço…

Camargoer
Camargoer
2 anos atrás

Olá Colegas. Estava lendo a ficha técnica sugerida pelo Claudio Luiz e pelo que entendi da composição, a tinta é baseada em “fluoropolímeros” (basicamente Teflon). Esse polímero é uma cadeia de carbono mas ao invés de hidrogênios, ele tem átomos de flúor ligados ao carbono. Como o flúor tem mais elétrons do que o hidrogênio, o resultado é uma superfície hidrofóbica que repele a água (e reduz o atrito). Essa superfície hidrofóbica não permite a aderência de biofilmes ou fixação de microorganismos.

Camargoer
Camargoer
2 anos atrás

Olá a todos. Li as fichas de segurança da Intersleek 1100 e intersleek 970. O produto é uma dispersão de micropartículas de teflon em uma mistura de solventes orgânicos (além do pigmento e de surfactantes). Pelo que entendi, quando o solvente orgânico evapora, as micropartículas se unem por meio de uma camada parecida com silicone. Esse silicone dá a aderência do teflon à superfície do casco e a aderência de uma micropartícula á outra. Mas são as partículas de teflon que repelem a água, reduzem o atrito e evita as incrustações.