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NPHM Atlântico e NDM Bahia podem favorecer diplomacia militar

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HMS Ocean no Brasil em 2010
HMS Ocean operando no Brasil em 2010 – Foto: Alexandre Galante

Por Roberto Lopes
Especial para o Poder Naval

Militares da Marinha do Brasil (MB) e do Ministério da Defesa começaram a, de maneira ainda informal, trocar informações e sugestões sobre o aproveitamento do NPHM Atlântico (ex-HMS Ocean) e do NDM Bahia em ações de cooperação com forças navais estrangeiras.

Missões de treinamentos dessa natureza vão consolidar a proeminência da Esquadra brasileira no Atlântico Sul e, forçosamente, estimular a diplomacia militar.

Nos últimos dez anos a presença já rarefeita de navios brasileiros no Mar do Caribe diminuiu ainda mais.

Hoje em dia, apenas dois navios-patrulha do Grupamento de Patrulha Naval do Norte (normalmente um classe Bracuí e um classe Grajaú), sediado em Belém, realizam, anualmente, uma incursão a águas jurisdicionais das Guianas (a visitação a portos venezuelanos foi descontinuada, em função da crise no país vizinho).

Atualmente, a futura exploração dos préstimos do porta-helicópteros comprado na Inglaterra enseja avaliações formuladas no Estado-Maior da Armada e no Comando de Operações Navais.

De acordo com um oficial da ativa que acompanha o surgimento dessas ideias, as possibilidades de diplomacia militar com os novos meios dependerão, essencialmente, de o quanto, em recursos, será disponibilizado, na próxima década, para tais missões.

É certo que as marinhas da Argentina e do Uruguai tentarão se valer dos dois navios para adestrar as suas tropas de fuzileiros navais que, em nossos dias, não dispõem de uma só embarcação própria para o desembarque no mar.

Outro cenário atraente para a diplomacia militar brasileira é a costa ocidental africana, onde a MB mantém algumas missões de cooperação com os africanos – em Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Angola e Namíbia –, mas realiza poucas operações com os seus navios (normalmente navios menores, da classe Amazonas).

NDM Bahia
NDM Bahia

Sucessor – Entretanto, o campo para a diplomacia militar não está condicionado somente ao robustecimento da economia brasileira – de prognósticos, hoje, piores que os feitos pelos economistas no final do ano passado e no início deste ano –; ele depende também da sensibilidade para o problema militar daquele ou daquela que vier a suceder o presidente Michel Temer.

O atual chefe do Governo apoiou, na medida em que isso não lhe criava problemas com a área econômica, os planos de reequipamento das Forças Armadas. Durante o primeiro governo Dilma Roussef o então vice-presidente da República foi designado para supervisionar a implantação do Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras (SISFRON), e chegou a ser brifado, em instalações militares do Centro-Oeste, sobre alguns equipamentos considerados prioritários para o Exército, como o Sistema Astros 2020.

Grosso modo, as análises dos planejadores militares partem da evidência de que os assuntos da Defesa Nacional estão entre aqueles que menor prioridade despertam entre os candidatos à Presidência da República – e que, o mais provável, é que os militares continuem a ser requisitados para ações de Garantia da Lei e da Ordem.

O ex-governador paulista Geraldo Alckmin já chegou a dizer que um eventual governo que ele presida manterá a intervenção dos militares na Segurança Pública do Rio de Janeiro.

Sobre Defesa Nacional mesmo, quase não há manifestações, a não ser alusões vagas à necessidade de manutenção do SISFRON, como forma de prevenir a entrada ilegal no país de armas de fogo.

A fonte da Marinha ouvida pelo Poder Naval imagina que um ocasional governo Jair Bolsonaro será mais generoso com as verbas das Forças Armadas do que uma possível Administração Marina Silva. Mas ele lembra que, em 1974, quando o general de exército Ernesto Geisel assumiu a chefia da Nação, os militares também imaginavam que fosse acontecer uma liberação de verbas mais significativa para as suas Forças, e o que houve foi precisamente o contrário.

No caso de um chefe de governo de centro, como Alckmin, e até de atores da Esquerda do espectro político – como Ciro Gomes e Marina – militares ouvidos pelo blog imaginam que a Presidência da República continuará refém da política dos ministérios da Fazenda e do Planejamento, de liberação de verbas orçamentárias a conta-gotas, como já acontece hoje – sujeita a contingenciamentos e promessas de repasses que acabam, mais tarde, canceladas.

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Camargoer
Camargoer
2 anos atrás

Caros Colegas. O orçamento do MinDef é o terceiro (O maior é o MInFazenda que paga juros, depois vem o MEC um pouco maior que o MinDef), sendo maior inclusive que o MinSaude. Um dos meios de aumentar as verbas do MinDef seria para compras no mercado nacional mas mesmo assim seria um aumento marginal. Outro caminho seriam as compras de navios em estaleiros nacionais, mais Guaranis ou outros equipamentos nacionais. Até o reajuste dos soldos poderia ter algum impacto na economia. Por outro lado, acho que a possibilidade da aquisição de equipamentos importados seria bem pequena.

Thom
Thom
Reply to  Alexandre Galante
2 anos atrás

É verdade que familiares recebem dinheiro por estar relacionado com algum militar vivo?
Sempre falam que filhas e filhos recebem, mesmo o militar estando vivo. Confere?

Ricardo Da Silva
Ricardo Da Silva
Reply to  Thom
2 anos atrás

Tenho uma conhecida que paga um valor ‘simbólico”, para ter pensão quando o pai morrer. Ela trabalha e tem mais de 50 anos. Segundo ela, vai poder receber cumulativamente, o INSS, seu plano de previdência e , quando o pai morrer, a pensão do exército como se fosse dependente !

XO
XO
Reply to  Ricardo Da Silva
2 anos atrás

Desconheço tal procedimento, Ricardo…

Ricardo Da Silva
Ricardo Da Silva
Reply to  Ricardo Da Silva
2 anos atrás

XO,
Pode ser só conversa fiada, tomara
Estou repassando com o mesmo ‘peso’ que recebi. Não saberia como confirmar essa história.

Agnelo Moreira
Agnelo Moreira
Reply to  Ricardo Da Silva
2 anos atrás

Ricardo Da Silva 15 de Maio de 2018 at 11:01
Ela só receberia, se vier da mãe. Se a mãe não recebe, não há uma pensão congelada esperando ela. Não há valor simbólico. O militar desconta pra pensão , mesmo na inatividade, e a pensionista também. Se o pai optou em 2001, ele paga 1,5% a mais q os outros.
Se ela recebe da União, não poderá acumular.
Antigamente, militares e civis podiam acumular, hj tem de optar.
Sds

Johnnie
Johnnie
Reply to  Ricardo Da Silva
2 anos atrás

O direito das filhas solteiras dos militares a receber pensão vitalícia foi “encerrado” por uma Medida Provisória editada em 29 de dezembro de 2000. Esta decisão, porém, não atingiu quem já estava na ativa nas Forças Armadas. Ou seja, a filha de um militar que tenha ingressado até esta data tem o direito à pensão.

Johnnie
Johnnie
Reply to  Ricardo Da Silva
2 anos atrás

Ou seja: até 2080 (+/-) teremos pensão ás filhas de militares, sempre em número decrescente. E não há o que mude isto, já que é decisão do STF, salvo quebra de ordem institucional cujas chances de acontecer são remotas.

Agnelo Moreira
Agnelo Moreira
Reply to  Ricardo Da Silva
2 anos atrás

Johnnie 15 de Maio de 2018 at 17:45
Somente se optou, como tenho explicado aqui.
Eu, por exemplo, não optei.
Sds

Mateus
Mateus
Reply to  Thom
2 anos atrás

Isso responde sua pergunta

comment image

Isso não é nada quando comparamos com a dívida interna

comment image

Se 90% dos brasileiros soubessem o montante que pagamos… Ah, amanhã haveria revolução.

E olhe que eu nem sou adepto dos ixquerdinhas ploguessistas

XO
XO
Reply to  Thom
2 anos atrás

Negativo…

XO
XO
Reply to  XO
2 anos atrás

Ups, o “negativo” foi para a pergunta do Thom…

edson marques
edson marques
Reply to  Thom
2 anos atrás

Á partir de 2000 com o novo plano de previdência as filhas de militares deixaram
de receber pensões, além da perda de promoção para a reserva remunerada dentre outros.

Agnelo Moreira
Agnelo Moreira
Reply to  Thom
2 anos atrás

Não, Thom. Não existe isso.

Ricardo Da Silva
Ricardo Da Silva
Reply to  Alexandre Galante
2 anos atrás

Me corrija se estiver errado, mas o orçamento militar também não estará no freezer por 20 anos ?

edson marques
edson marques
Reply to  Ricardo Da Silva
2 anos atrás

Á partir de 2000 com o novo plano de previdência as filhas de militares deixaram
de receber pensões, além da perda de promoção para a reserva remunerada dentre outros.

João Adaime
João Adaime
Reply to  Ricardo Da Silva
2 anos atrás

Prezado Ricardo
O orçamento federal não está congelado por 20 anos. Pelos próximos 20 anos ele só poderá ser aumentado com base na inflação passada. Para aumentar alguma área acima do índice, será preciso diminuir em outra. Simples assim.
E se a arrecadação aumentar acima do orçamento, o excesso servirá para pagar os juros ou a própria dívida pública.
Portanto, a solução é diminuir os custos da máquina pública.

Ricardo Da Silva
Ricardo Da Silva
Reply to  João Adaime
2 anos atrás

João Adaime 15 de Maio de 2018 at 14:00, “Pelos próximos 20 anos ele só poderá ser aumentado com base na inflação passada.” Isso é o congelamento, a inflação é a atualização dos preços (valores) praticados no mercado. “Para aumentar alguma área acima do índice, será preciso diminuir em outra.” O cobertor continuará curto, continuaremos com a canela ou a cabeça de fora. “Portanto, a solução é diminuir os custos da máquina pública.” Aonde ? Juízes e militares de alta patente vão abrir mão de seus proventos de médio/grande empresário? O EB, a MB e a FAB vão parar de… Read more »

MaurícioFC
MaurícioFC
Reply to  Alexandre Galante
2 anos atrás

Na verdade, quase 75%…

Ricardo Da Silva
Ricardo Da Silva
Reply to  Alexandre Galante
2 anos atrás

Estão fazendo descaradamente campanha presidencial !
Sinceramente decepcionante !
O fato de ser ex-militar não significa que vai dar apoio as FFAA, assim como já tivemos um sociólogo que fez nada pelo social.

Thom
Thom
Reply to  Ricardo Da Silva
2 anos atrás

“Estão fazendo descaradamente campanha presidencial”
Com todo respeito você é um ______________e o texto é bem realístico você que não sabe interpretar ou analisar e só ver um nome.

COMENTÁRIO EDITADO. NÃO ATAQUE OUTROS COMENTARISTAS. LEIA AS REGRAS DO BLOG.

http://www.naval.com.br/blog/home/regras-de-conduta-para-comentarios/

Ricardo Da Silva
Ricardo Da Silva
Reply to  Thom
2 anos atrás

Thom 15 de Maio de 2018 at 11:27, _________________________________ Li novamente ao final do texto, onde são citados alguns “presidenciáveis”. O Poder Naval atribui a uma “fonte” um cenário ‘eventualmente’ mais favorável a um determinado candidato do que aos outros. Em meu 3º parágrafo tentei enfatizar um outro exemplo citado no próprio texto. Se alguém favorece de alguma forma determinada pessoa automaticamente lhe promove. Acredito que você tenha confundido a “compreensão do texto”( o que ele simplesmente comunica) com a “interpretação do texto” o que o indivíduo entende a partir dele). COMENTÁRIO EDITADO. O COMENTARISTA QUE LHE ATACOU JÁ TEVE… Read more »

Ricardo Da Silva
Ricardo Da Silva
Reply to  Ricardo Da Silva
2 anos atrás

Ao Moderador, Respeitosamente, quando eu emito uma opinião é “minha” opinião. Quando qualquer outro emite sua opinião, é a opinião “dele”. Quando uma “fonte” tem uma opinião, a opinião é “dela” Mas quando o site divulga uma opinião mesmo que individual, através de um post ou matéria, mesmo que não intencionalmente, toma a opinião de outrem como sua. No caso foi apresentado um aspecto supostamente positivo de um candidato, mesmo com uma leve ressalva e os demais como “indiferentes”. Mesmo que não seja essa a intenção do site, houve sim o favorecimento de fato. Se serve o conselho: mais cuidado… Read more »

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Ricardo Da Silva
2 anos atrás

“Mas quando o site divulga uma opinião mesmo que individual, através de um post ou matéria, mesmo que não intencionalmente, toma a opinião de outrem como sua.” Respeitosamente, você está errado. As opiniões mostradas estão claramente indicadas como sendo opiniões das fontes ouvidas pelo jornalista, e em nenhum momento estão indicadas como opiniões do site. Noticiar uma opinião sobre determinado fato, apurada com uma fonte, não é tomar a opinião da fonte como sua, a não ser que isso esteja explicitamente escrito (algo como “o site concorda com a opinião de fulano”). É, simplesmente, noticiar essa opinião (dentre outras apuradas),… Read more »

Ricardo Da Silva
Ricardo Da Silva
Reply to  Ricardo Da Silva
2 anos atrás

Fernando “Nunão” De Martini 16 de Maio de 2018 at 11:38, Assim como acontece em qualquer outro meio de comunicação, a opinião expressa em uma matéria passa a ser, de certa forma, entendida/confundida com a opinião do meio. Isso é uma questão de entendimento geral. Nesse caso se alguém que ler esta matéria, irá comentar com terceiros como tendo-a visto”no “Poder Naval” e não como “uma fonte não identificada da MB”. Por isso que disse sobre a diferença de opiniões nos comentários e no post/matéria. A 1a. é individual, já a 2a. exerce “influência”. Minha intenção não é discutir ou… Read more »

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Ricardo Da Silva
2 anos atrás

“Sinceramente, eram necessários os dois últimos parágrafos do texto?” Nesse caso, sugiro perguntar diretamente ao autor do texto. O que estou debatendo contigo não é a escolha do autor do texto em tratar do assunto da opinião, de pessoas ligadas ao assunto, sobre candidatos da corrida presidencial em relação ao tema defesa. O que estou debatendo é sobre o que você escreveu a respeito de texto jornalístico e que continua a escrever, e repito que sua visão de que “opinião expressa em uma matéria passa a ser, de certa forma, entendida/confundida com a opinião do meio” é caso de interpretação… Read more »

Ricardo Da Silva
Ricardo Da Silva
Reply to  Ricardo Da Silva
2 anos atrás

Fernando “Nunão” De Martini 16 de Maio de 2018 at 13:29 O tema é mesmo sobre redação. Como distinguir a opinião de um indivíduo ? Basicamente identificando-o, qualificando-o, deixando claro em texto que “esta não é a opinião deste autor”. Regras básicas de redação que pela presa ou por um “objetivismo subjetivo”( o autor ‘acha’ tão obvio de seu ponto de vista, que as torna dispensáveis) deixam de ser expressas. A citação de “fonte”, passa a entendimento de ‘incógnito’ e de que tem a ‘confiança’ de que aceita e publica sua opinião. por isso se entrelaça/confunde/mistura com a opinião do… Read more »

Camargoer
Camargoer
Reply to  Alexandre Galante
2 anos atrás

Olá Galante. Peguei o total de despesas do MinDef em 2017 (R$ 86 bilhões) e o PIB divulgado pelo IBGE (R$ 6,6 bilhões). O resultado é 1,3%. Existem outros custos que estariam relacionados à defesa de modo indireto, como o satélite geoestacionário, custos de pesquisa e desenvolvimento bancados financiados pelo CNPq, FAPESP ou FINEP. Para chegar à 2,0% do PIB, os gastos seriam da ordem de R$ 130 bilhões.

Camargoer
Camargoer
Reply to  Alexandre Galante
2 anos atrás

Apenas para curiosidade, o MinDef representa 5,8% do orçamento federal (R$ 1,48 trilhões em 2017). Aproveito para corrigir que o PIB em 2017 foi de R$ 6,6 trilhões.

Ricardo Da Silva
Ricardo Da Silva
Reply to  Alexandre Galante
2 anos atrás

Alexandre Galante 15 de Maio de 2018 at 12:17
Vou insistir na pergunta: O Orçamento militar também estará congelado por 20 anos?

Dodo
Dodo
Reply to  Alexandre Galante
2 anos atrás

Não necessariamente. Vemos exemplos de países da Otan com forças armadas bastante desvalorizadas e com pouco investimentos. Veja Portugal por exemplo,a área de defesa portuguesa é vexatória,conseguem ser piores que países como a Argentina. Portanto 2% ou 1,3 % não é o que vai fazer a diferença. O que é preciso sim é cortar certos benefícios militares que são heranças de uma época distante(por exemplo as pensões a filhas de militares,hj em dia isso é ridículo e totalmente descabido)

XO
XO
Reply to  Alexandre Galante
2 anos atrás

Dodo
“O que é preciso sim é cortar certos benefícios militares que são heranças de uma época distante(por exemplo as pensões a filhas de militares,hj em dia isso é ridículo e totalmente descabido)”

Recomendo a leitura da MP de 2001 sobre remuneração dos militares…

Camargoer
Camargoer
Reply to  Alexandre Galante
2 anos atrás

Olá Galante. Eu também imagino que um crescimento das compras militares pode ser um dos caminhos para a recuperação econômica, mas esta teria que ser feita de empresas nacionais (por isso mencionei estaleiros, compras de mais viaturas Guarani, etc.). A aquisição de equipamento militar por importação simples poderá ser inócua. Neste aspecto, a elevação do soldo também poderia afetar a economia de modo indireto, já que isso poderia resultar em maior consumo. O investimento em P&D tem um ciclo de uns 10 anos de maturação, mas também tem que ser feito. Segundo dados da FAPESP, cada real investido em P&D… Read more »

Rui Chapéu
Rui Chapéu
Reply to  Alexandre Galante
2 anos atrás

“Quando uma economia está em recessão, o governo tem de criar demanda agregada. E ele tem de fazer isso aumentando seus gastos”. Este é o mantra keynesiano. Tal raciocínio advém diretamente da fórmula matemática do PIB, a saber: C + I + G + X – M = Y(PIB) Consumo + Investimento + Gastos Governamentais + Exportações – Importações = Produto Interno Bruto O consumo (C) envolve uma série de decisões individuais sobre como será a alocação de recursos por toda a sociedade. O investimento (I) envolve uma série de decisões individuais sobre como será a alocação de recursos por… Read more »

Camargoer
Camargoer
Reply to  Alexandre Galante
2 anos atrás

Olá Rui. As contas públicas não são tratadas como se fosse um orçamento doméstico. Quanto uma economia está em recessão ou depressão, não existe demanda e quem tem capital não investe dada a incerteza. Por isso é o Estado é o único agente que tem meios de interromper esse ciclo, por meio de compras públicas e investimento em infraestrutura. Estes gastos são financiados por um aumento da dívida pública que será pago pelo aumento da arrecadação após a retomada do crescimento da economia. Investimento é sempre feito por meio de dívida a ser paga com o retorno que o investimento… Read more »

Agnelo Moreira
Agnelo Moreira
Reply to  Alexandre Galante
2 anos atrás

Dodo 15 de Maio de 2018 at 12:32

Em Portugal, ou Espanha, ou qq país europeu, os exercícios militares são próximos das bases.
No Brasil, exercícios de vulto, por vezes, ficam a centenas de quilômetros. Ou seja, os gastos aqui são MUITO maiores do que os de lá.
Sds

Rui Chapéu
Rui Chapéu
Reply to  Alexandre Galante
2 anos atrás

“Estes gastos são financiados por um aumento da dívida pública” Quando isso ocorre, apenas aqueles indivíduos mais iniciados irão fazer essas duas perguntas óbvias: a) De onde o governo irá tirar dinheiro para pagar esse empréstimo e seus juros? b) De onde as pessoas e empresas irão tirar dinheiro para emprestar ao governo? As respostas dos políticos para a primeira pergunta é fácil: impostos e mais endividamento. Já a segunda pergunta traz consigo a própria resposta: o dinheiro que as pessoas emprestam ao governo é aquele dinheiro que deixou de ir para C, I, X e M. De novo: nada… Read more »

Vitor Rodrigues
Vitor Rodrigues
Reply to  Alexandre Galante
2 anos atrás

“Camargoer 15 de Maio de 2018 at 13:40
Estes gastos são financiados por um aumento da dívida pública que será pago pelo aumento da arrecadação após a retomada do crescimento da economia. ”
Em meus 47 anos de Brasil, nunca vi isso acontecer. Quem se ferra é sempre a população. Quando a arrecadação aumenta, as propinas aumentam proporcionalmente.

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
Reply to  Alexandre Galante
2 anos atrás

Padrão OTAN que boa parte dos países dela não cumpre. E olha que são muito mais ricos que o Brasil.
2% do PIB é muita coisa. Nossa carga tributária é de 32,36% do PIB. Ou seja, 6,18% do que é arrecadado iria para a Defesa. Ou de cada R$ 100, R$ 6,18 iria para a Defesa num país que não está em conflito com outro país ou ameaçado no horizonte próximo, direcionar tudo isso em detrimento de saúde e educação não é razoável.

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
Reply to  Alexandre Galante
2 anos atrás

Galante, esse estudo foi feito pela Embraer, que não é nada isenta para atestar isso. E deve se basear no fato do AMX ter gerado os E-jets. Mas isso foi um único investimento e de lá para cá o Brasil já investiu muito em defesa e com certeza isso não se refletiu em 10x o valor em exportações. Por exemplo, o Brasil não exportou 990 STs. Não exportou 3000 Guaranis. Não exportou 300 Astros. Não exportou 10 Corvetas Barrosos. Não exportou 40 Fragatas Niterói. Não exportou 40 Corvetas Inhaúma. Não exportou mísseis Piranha. Não exportou 200.000 IA2. Enfim, é comum… Read more »

Jr
Jr
Reply to  Alexandre Galante
2 anos atrás

O difícil é convencer a população disso, principalmente em um país que se paga os impostos mais altos do mundo e a mesma população não enxerga esses impostos pagos voltando em benefícios para a mesma, seja, na saúde, educação, saneamento básico, segurança pública. Quanto aos 2%, nossa realidade é outra, nossa guerra é outra, nossos inimigos são internos e não externos, basta sair a noite de carro em qualquer grande cidade brasileira para tirar a prova disso. Eu particularmente entendo o seu argumento Galante, mas a maioria da população não vai entender e nem vai aceitar, aos olhos de um… Read more »

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
Reply to  Alexandre Galante
2 anos atrás

Galante, então você poderia dar um exemplo de investimento X em P&D que tenha dado retorno de 10X?
O único caso de relativo sucesso é do AMX, e digo relativo, pois a Embraer precisou investir muito mais dinheiro para chegar nos E-jets, além do conteúdo das aeronaves também ser majoritariamente estrangeiro.

willhorv
willhorv
Reply to  Alexandre Galante
2 anos atrás

Falta alguém de saco roxo bater na mesa! Ou é assim ou é assim! Simples não!
Enquanto os cupinchas mantiverem a conduta como está, vai ser o mesmo do mesmo!

Daniel Ricardo Alves
Daniel Ricardo Alves
Reply to  Alexandre Galante
2 anos atrás

ESSE, é justamente o problema. Os militares brasileiros ganham mal, são equipados com material antigo, tem um contingente pequeno e mesmo assim, tem um dos maiores orçamentos militares do mundo! Acho que antes de conversarmos sobre aumento da verba, é necessário reformar de cima a baixo para que os gastos sejam mais racionais.

Zorann
Zorann
Reply to  Alexandre Galante
2 anos atrás

Olá Galante!
.
Eu sou completamente contra estipular um valor fixo, atrelado ao PIB para gastos em Defesa. Ainda mais quando temos tantas outras necessidades mais urgentes.
.
Ainda mais com a bagunça que é este orçamento da Defesa.
.
Não precisa de mais dinheiro, precisa é melhorar a qualidade do gasto.

Adriano Luchiari
Adriano Luchiari
Reply to  Zorann
2 anos atrás

Exato Zorann, o orçamento federal já é “engessado” por várias rubricas obrigatórias e de maior necessidade social. A primeira providência que eu tomaria para melhorar o orçamento das FFAA seria um choque de gestão: reduzir imediatamente seus quadros em 25%, extinguir os Tiros de Guerra, eliminar competências concorrentes unificando unidades de educação e saúde, vender/alienar imóveis e outros ativos que não estejam diretamente relacionados com a atividade-fim.

Thomas_S
Thomas_S
Reply to  Alexandre Galante
2 anos atrás

Os países da OTAN tem essa base de 2% sendo parte de uma aliança forte, com países de peso com EUA. No caso do Brasil, que não faz parte dessa Aliança, acredito que o percentual de defesa deveria ser até mesmo maior, pois o país dependerá quase que exclusivamente de suas próprias pernas, ao contrário dos países da OTAN que terão reforço dos demais membros.

jodreski
jodreski
Reply to  Alexandre Galante
2 anos atrás

Galante e tem outro problema nas forças armadas: é gente demais para tarefa de menos.
Ou seja, viramos cabide de emprego. Muita gente inflando a folha de pagamento, cortes são necessários. A FAB encolheu a MB encolheu mas o número de pessoal continua o mesmo? Todas as organizações no mundo buscam fazer mais com menos só nossas forças que vão na contramão.

Bryan
Bryan
Reply to  Alexandre Galante
2 anos atrás

Comprar armas não é investimento, é gasto! Investimento é desenvolver tecnologia e capacitar pessoal.

Sobre o pagamento de pessoal, os militares deveriam ser incorporados ao INSS, acabar com a aposentadoria em 30 anos, e aderir a promoção por merecimento e capacitação… É claro que tudo isso demanda estudo e tempo, ou seja, daqui a 200 anos, eles mudam.

Gabriel
Reply to  Camargoer
2 anos atrás

O orçamento do Ministério da Defesa no Brasil deveria ser, pelo menos, de 2% do PIB. Justamente porque no Brasil o Ministério da Defesa apoia os Ministérios da Cidade, Integração Nacional, Justiça, Meio Ambiente, Saúde, Segurança Pública, Desenvolvimento Social, Planejamento, etc etc etc…com inúmeras atividades subsidiarias…e não recebe “adicionais” no orçamento para esses trabalhos. Por isso que não adianta serem feitas comparações com “tamanho de orçamento” de outros países (mas se quiserem comparar é com EUA, Rússia ou China, pela dimensão territorial semelhante). E antes que, novamente, venham aqueles que, por falta de conhecimento, ficam repetindo a mesma bobagem de… Read more »

MaurícioFC
MaurícioFC
Reply to  Gabriel
2 anos atrás

Gabriel;
As FFAA são remuneradas, sim, pelas suas atividades subsidiárias, como GLO, por exemplo.

MaurícioFC
MaurícioFC
Reply to  Gabriel
2 anos atrás

Gabriel, algumas observações: Não são quase 70% do orçamento, mas quase 75%. Servidor público não recebe hora extra, adicional noturno e FGTS. As necessárias mudanças têm sido, sim, pensadas e estudadas, mas isso não é coisa antiga. Na verdade, tais raciocínios vêm ganhando força nos últimos anos, por conta até de um maior esclarecimento quanto a esse ponto. A contratação de militares temporários é, sem dúvida, um dos caminhos a serem trilhados, mas ainda há muitas questões que requerem outras ações. Definitivamente, a questão do tamanho dos efetivos e as regras de proteção social dos militares precisam de reavaliações. Trabalho… Read more »

Bueno
Bueno
Reply to  Gabriel
2 anos atrás

ótimo Gabriel, O MD poderia aproveitar que é um militar e separar os gastos com pessoal dos investimentos em Defesa. Tem compras de equipamentos de prateleira e os que são desenvolvido e que geram empregos no Brasil, tecnologia. Esta separação , distinção ficara muito mais fácil evidenciar as verbas, a que sai para equipamentos, treinamento etc da verba que sai para o pagamento de pessoal. Quando o Ministro da fazenda da tesourada , ele da no valor total disponível para o MD , e cada força irá atacar as prioridade de equipamentos, nunca irão reduzir quadros de pessoal, nunca irão… Read more »

Artur Souza
Artur Souza
Reply to  Camargoer
2 anos atrás

Essa situação de comprometer mais da metade do orçamento só com a “folha de pagamento” é que oque mata os investimentos. Claro que os pensionistas e as pensionistas tem o direito, mas existem algumas coisas que sinceramente. Bom nem comentemos algo, pois pode ser mal interpretado, mas sabem do que falo, pois pode ser uma pequena parcela, mas ainda sim considero indevido.

Ozawa
Ozawa
2 anos atrás

“Defesa Nacional” nada tem a ver com espectro político ideológico, em mentes honestas, pra começar. Não se fala em Marinha forte sem um país estruturado pois é o cachorro que abana o rabo e não o contrário. A baixeza moral dos atuais atores políticos é que, em regra, elege temas do agrado de seus sabidos simpatizantes para atrair seus votos e seu apoio para governabilidade. E repetir enfadonha e exclusivamente palavras de ordem, voz de comando e falatório ufanista, em ambiente político, muitas vezes fora de contexto, é uma retórica fumígena como tática para ocultar escusas manobras ou nenhuma idéia… Read more »

Ozawa
Ozawa
Reply to  Ozawa
2 anos atrás

“Outro cenário atraente para a diplomacia militar brasileira é a costa ocidental africana (…)” Eu quero a presença do Estado Brasileiro dentro do Brasil, na costa brasileira. Simples assim. Podendo ser concomitantemente lá fora, sim, mas se não, enfim . . . Nossa diplomacia civil (e militar por reflexo) começa com a redução do número assombroso de homicídios de 60.000/ano, com a redução do número de analfabetos disfuncionais e funcionais que somam 70% da população brasileira, com a redução do número de desempregados e subempregados que chega a 30 milhões de pessoas segundo o IBGE, entre outros trágicos números sociais,… Read more »

Rui Chapéu
Rui Chapéu
Reply to  Ozawa
2 anos atrás

Apoiado.

Primeiro você conserta a sua casa e sua vida antes de querer mudar a vida dos outros.

Ozawa
Ozawa
Reply to  Ozawa
2 anos atrás

Faz-me lembrar da “milagre econômico” dos anos 2007/2013. A liderança do Brasil pufênfia, com pompa e circunstância, dizia sobre o caótico Haiti assolado pelo terremoto de 2010 que a Odebrecht iria reconstruí-lo, o Exército implementaria o modelo de UPPs e o Ministério da Saúde as UPAs . Passados 8 anos tudo é pó: o Haiti, as UPPs, as UPAs, e o Brasil putênfia . . . Antes de impor respeito o Brasil precisa se dar ao respeito, ainda que nos dias bons. E nessa crise moral e estrutural queremos falar em “diplomacia militar”? Só mesmo para um debate teórico.

Thom
Thom
2 anos atrás

“Outro cenário atraente para a diplomacia militar brasileira é a costa ocidental africana, onde a MB mantém algumas missões de cooperação com os africanos – em Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Angola e Namíbia –, mas realiza poucas operações com os seus navios (normalmente navios menores, da classe Amazonas)”.

Brasil não não pode perder espaço nesses países. China já “tomou” Moçambique para si.

Sobre presidentes. Somente o futuro vai dizer, mas um governo PSDBista, não seria bom.

Luiz Campos
Luiz Campos
Reply to  Thom
2 anos atrás

Não sei o que a MB pode fazer para impedir a China “tomar” a costa ocidental africana. Se depender apenas de cooperação com esses países a China tem muito mais a oferecer que o Brasil.

XO
XO
Reply to  Luiz Campos
2 anos atrás

A MB somente poderia fazer algo se houvesse determinação e respaldo da política externa… mas como você mesmo disse “a China tem muito mais a oferecer que o Brasil”… abraço…

Mateus
Mateus
2 anos atrás

O Brasil precisa de um Plano Marshall para o setor militar

Luiz Campos
Luiz Campos
Reply to  Mateus
2 anos atrás

Acrescento. O Brasil precisa de um plano Marshall para o Brasil.

Dodo
Dodo
Reply to  Luiz Campos
2 anos atrás

____________

COMENTÁRIO APAGADO. MANTENHA O RESPEITO COM OUTROS COMENTARISTAS. NÃO É A PRIMEIRA VEZ QUE VOCÊ É ADVERTIDO POR PROBLEMAS DE CONDUTA E FALTA DE RESPEITO COM OS DEMAIS. LEIA AS REGRAS DO BLOG.

http://www.naval.com.br/blog/home/regras-de-conduta-para-comentarios/

jose luiz esposito
jose luiz esposito
2 anos atrás

Outra desgraça Nacional , O Judiciário , o mais Caro do mundo 600% mais caro que qualquer um outro e com o Orçamrento quase igual aos das Forças armadas !!

Zorann
Zorann
Reply to  jose luiz esposito
2 anos atrás

No Brasil, há mais escolas de Direito, do que todos os outros países do mundo somados. Pode verificar que é verdade.

Rodrigo Tavares
Rodrigo Tavares
Reply to  jose luiz esposito
2 anos atrás

Um juiz além dos salários astronômicos, tem auxilio moradia ( mesmo morando na própria casa), auxilio educação para os filhos estudarem em escola particular, auxilo paletó……….outros que não lembro.

Deveria ser um dos primeiros cargos públicos no país a ter rendimentos modificados, tem uns 30 anos que falam isso e nada.

Jose De Deus
Reply to  jose luiz esposito
2 anos atrás

Obrigado por postar um sábio comentário. Gostaria de acrescentar que o judiciário não é outra desgraça nacional. O Judiciário Brasileiro é a principal desgraça do Brasil. Não haveria corrupção, abusos de poder e todos os demais crimes se esta instituição funcionasse segundo a construção e segundo a própria vontade.

Paulo B
Paulo B
2 anos atrás

O problema do pagamento das aposentadorias do funcionalismo é a verba estar atrelada a verba do ministério, secretaria, autarquia, universidade. Por isso essas aberrações.
Faz-se necessário desatrelar isso. Claro que o montante de verbas para os órgãos diminuirá. Mas o orçamento e o gasto corresponderão a realidade.
Quanto ao uso das duas naus para meios diplomáticos, necessitamos de cautela. Moer e triturar esses vasos de guerra claro que farão falta no momento de necessidade.
Precisamos racionalizar o uso dessas naus.

Nilson
Nilson
Reply to  Paulo B
2 anos atrás

Concordo, muito me preocupa o uso intenso do Bahia, temos que economizá-lo o máximo possível, mal imaginamos por quantos e quantos anos teremos que depender dele.

XO
XO
Reply to  Nilson
2 anos atrás

Nilson, navio parado não cumpre a missão, não justifica sua própria existência e continua a gerar gastos, mesmo que menores… pensando nisso isso, a MB estabeleceu o Índice de Disponibilidade Anual (IDA), o qual define quantos dias de mar cada classe de navio pode fazer, vistas as necessidades de manutenção… abraço…

Camargoer
Camargoer
Reply to  Alexandre Galante
2 anos atrás

ohhh mar, quanto do teu sal são lágrimas de Portugal.

Delfim
Delfim
Reply to  Camargoer
2 anos atrás

Ó mar salgado, quanto do teu sal
São lágrimas de Portugal!
Por te cruzarmos, quantas mães choraram,
Quantos filhos em vão rezaram!
Quantas noivas ficaram por casar
Para que fosses nosso, ó mar!

Camargoer
Camargoer
Reply to  Camargoer
2 anos atrás

Olá Delfin. Tenho medo de colocar versos de Lisbon Revisited aqui e ser expulso da comunidade.. riso

Camargoer
Camargoer
Reply to  Paulo B
2 anos atrás

Olá Paulo. Os orçamentos de todos os governos contabilizam os gastos com pessoal ativo e inativo. Esse é o padrão usado em todo o mundo. Segundo o relatório da CPI da Previdência, os militares não contribuem para sua própria aposentadoria, mas para o pagamento das pensões. A aposentadorias dos militares na reserva é inteiramente custeada pelo tesouro, isso porque um militar não se aposenta mas vai para a reserva e pode ser convocado a qualquer momento.

Paulo B
Paulo B
Reply to  Camargoer
2 anos atrás

Camaegoer, falei do geral.
Sou funcionário público do Estado de São Paulo. E estudei numa das universidades públicas desse estado.
O gargalo de onde tirar a verba dps inativos tem matado esses setores. Não é só o MD.
Não tenho uma solução fácil. Aliás, para mim o mais fácil é desvincular. Mas é simplismo.
Essa medida é essencial para o bem do país.
Quanto a contribuição, eu mesmo aposentado, quando acontecer, pagarei 11%.

Camargoer
Camargoer
Reply to  Paulo B
2 anos atrás

Caro PauloB. Também sou funcionário publico civil, mas federal e contribuo com 11% para a previdência mas não tenho FGTS. O valor da aposentadorias estará limitado ao valor do teto do INSS (ainda corro o risco de ter a contribuição elevada para 14%). O nó previdenciário é um problema mas a sua causa é no fim uma boa noticia… as pessoas estão vivendo mais e melhor. Ainda bem. Viver mais e melhor mesmo que ganhando menos ainda é uma boa noticia, considerando a outra opção.

Dodo
Dodo
Reply to  Paulo B
2 anos atrás

Não entendo essa gente,se os navios estivessem parados estavam reclamando. O navio está operando e fazendo missões e a galera reclama…
O brasileiro tem prazer de reclamar só pode

Zorann
Zorann
Reply to  Paulo B
2 anos atrás

Não tem de desatrelar nada!
.
Oque precisamos discutir é a reforma da previdencia dos militares. Precisamos discutir o tamanho do efetivo. Precisamos discutir o porquê de tantos militares de carreira.
.
Isto aí é uma forma de esconder o lixo embaixo do tapete. Ninguém quer discutir o prblema, só quer esconder.

Robson
2 anos atrás

Sou militar da PM, pago 242 reais por mês para que minha filha receba meu salario integral quando eu morrer, desde que ela não se case no civil… Essa lei foi feita na época da guerra do Paraguai.. Pois as esposas e filhas dos militares mortos estavam desamparadas, muitas se prostituindo…

Gabriel
Reply to  Robson
2 anos atrás

Se você paga é porque optou por pagar um valor adicional.

Todos os militares puderam fazer a opção em “pagar e manter a pensão para a filha” ou “não pagar e não ter pensão para a filha”.

A questão esta definida há muito tempo.

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
Reply to  Gabriel
2 anos atrás

Claro que ele pagava. Se tudo acontecer normalmente, é o melhor investimento do mundo.

Gabriel
Reply to  Rafael Oliveira
2 anos atrás

Rafael, você esta enganado, a maioria esmagadora dos militares optou por não pagar mais os 1,5% para uma futura pensão para a filha.

Agnelo Moreira
Agnelo Moreira
Reply to  Gabriel
2 anos atrás

E dos poucos q pagam, só tem filhos homens…

MaurícioFC
MaurícioFC
Reply to  Gabriel
2 anos atrás

Gabriel;
Novamente (me desculpe), mas:
1. Essa questão está definida (mas não equacionada) há só 16 anos – o que não é muito em termos de sustentabilidade previdenciária;
2. Eu estava na SEORI quando dessas alterações de lei. Tal como o colega PM acima, é claro que a adesão ao 1,5% foi retumbante!

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
Reply to  Gabriel
2 anos atrás

Gabriel, eu escrevi pagava, mas era para ter escrito paga, pois ele mesmo disse que paga a contribuição.
.
Interessante essa informação de que a maioria optou por não pagar. Tem a fonte disso?
Se foi uma escolha moral, parabéns aos optantes.

Airacobra
Airacobra
Reply to  Gabriel
2 anos atrás

Eu escolhi por não pagar, e hoje tenho 3 filhos homens

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
Reply to  Robson
2 anos atrás

Por isso a conta da Previdência não fecha e muitos estados estão falidos. Por curiosidade, qual seu estado?

Aerokicker
Aerokicker
Reply to  Robson
2 anos atrás

O problema é que a conta não fecha. Por exemplo, imagina qual é a expectativa de vida, para a sua filha no caso, converte em meses e divide o quanto você conseguirá juntar durante sua carreira na PM com esses R$242 por mês pela quantidade de meses que ela receberia. Não vai dar o salário completo, quiçá metade. Esse é o maior problema de gastos com pessoal nas Forças Armadas hoje. Vão deixar de comprar escolta e submarino para pagar o rombo. Não dá para continuar assim, manter pensões é manter as Forças Armadas na mediocridade.

Agnelo Moreira
Agnelo Moreira
Reply to  Robson
2 anos atrás

Prezado, vc não paga 242 reais, vc paga 242 reais além do normal. E tem quem optou, e só tem filho homem.
Isso, ninguém lembra…
Sds

Thom
Thom
Reply to  Agnelo Moreira
2 anos atrás

Esses comentários, só me deixa mais curioso.
Quanto será ele valor total no orçamento do MD, somente para pensões?
Curioso estou ainda mais sobre.

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
Reply to  Thom
2 anos atrás

Agnelo, que tem filho homem, quando desistir de ter filha mulher, pode parar de contribuir, ou não?
.
Thom, “A previdência das filhas de militares custa R$ 6 bilhões por ano aos cofres públicos”. No google você acha mais dados.
Imagina isso em armamentos?

Agnelo Moreira
Agnelo Moreira
Reply to  Rafael Oliveira
2 anos atrás

Não. Uma vez optado em contribuir, não pode mudar. Por isso, muitos não optaram. Quando a lei mudou, metade do efetivo de carreira hj não estava no EB, logo já entraram sem essa opção. Da outra metade, muitos já tinham “encerrado os trabalhos” de produção de filhos, deixando a ação pra lazer, se é q me entende, e não tinham filhas. Do universo q podia optar e não tinha filhos ainda, no qual me incluo, analizou: 50% de chances de ter filha. Se ela casar ou tiver emprego público, não poderá acumular. Resultado: Pouquíssimos optaram, ou por já ter filha… Read more »

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
Reply to  Rafael Oliveira
2 anos atrás

Obrigado, Agnelo, por esse esclarecimento.
Entendi sim.
Agora fiquei pensando, o que é pior?
Optar por não contribuir e ter uma filha.
Optar por contribuir e só ter filho .
Hahaha.

Rodrigo Tavares
Rodrigo Tavares
Reply to  Robson
2 anos atrás

Minhas duas primas recebem do meu tio falecido da MB

Que por sinal é uma bolada

XO
XO
Reply to  Rodrigo Tavares
2 anos atrás

Defina “bolada”, por favor…

Esteves
Esteves
2 anos atrás

Custeio não depende de navio em missao ou parado. Custeio = salário + benefícios. Custeio não é óleo nem munição. Custeio e custo fixo. Então é melhor que o navio esteja sempre em missão porque pagamos os salários de qualquer jeito. Para quem foi pesquisar o custeio da defesa no Brasil é maior que 75%. Desses, 70% são gastos com pensionistas. Aposentados. Precisa reformar isso porque há categorias de inativos que deixam de pagar os fundos de pensão quando se aposentam. Não adianta falar em 2% ou 3% do PIB para defesa porque o orçamento não é aquele que está… Read more »

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Esteves
2 anos atrás

“Criou-se a Emgepron. Com um bilhão de reais disseram. Para projetar as Tamandarés. Depois que a tarefa for concluída (projeto) o que e como iremos sustentar a Emgepron? ” Esteves, Não quero entrar em detalhes sobre outros argumentos de seu comentário, mas, sem prejuízo da sua argumentação principal, achei por bem avisar que você está fazendo uma enorme confusão nesse trecho de seu comentário que destaquei acima. A Emgepron foi criada em 1982, há mais de 35 anos. Você deve estar se confundindo com a iniciativa que colocou no orçamento deste ano uma capitalização da Emgepron, voltada para viabilizar a… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
2 anos atrás

Ok. É uma empresa de 300 milhões que deixa 4. Recebeu 1 bilhão do governo para o Projeto Tamandarés. Se o próximo governo não seguir capitalizando vai parar como param todas as estatais sem receitas e sem resultado.

Temos umas 130 estatais. Talvez mais. Estatal não deveria ou não poderia ser gerida por governos. Pelos menos não totalmente.

Gabriel
Reply to  Esteves
2 anos atrás

Parei de ler no “70% é gasto com pensionistas”…

Vai estudar um pouco antes de escrever bobagem.

Nilson
Nilson
Reply to  Esteves
2 anos atrás

“Custeio não depende de navio em missao ou parado. Custeio = salário + benefícios. Custeio não é óleo nem munição. Custeio e custo fixo.” Como é a segunda ou terceira vez que vc traz esse conceito, optei por transcrever a definição legal de custeio e investimento, para que outros colegas não sejam induzidos pelo seu errôneo entendimento: “LEI No 4.320, DE 17 DE MARÇO DE 1964. Estatui Normas Gerais de Direito Financeiro para elaboração e contrôle dos orçamentos e balanços da União, dos Estados, dos Municípios e do Distrito Federal. … § 1º Classificam-se como Despesas de Custeio as dotações… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  Nilson
2 anos atrás

Sim. Gente come. Toma banho. Bebe água. Usa telefone. Viaja. Paga aluguel. Gasta energia elétrica, gás. Gente gasta combustível de veículo. Custeio é toda despesa com gente.

MaurícioFC
MaurícioFC
Reply to  Esteves
2 anos atrás

Esteves;
a relação dos gastos de inativos x ativos é de 2:1
Ou seja, dos aproximadamente 75% de gastos de defesa com pessoal, 50% do total do orçamento de defesa é com o pagamento de inativos.

Flávio Henrique
Flávio Henrique
Reply to  MaurícioFC
2 anos atrás

Boa noite alguém no forte, não lembro quem é nem na matéria, postou um documento referente a custo de pagamento de pessoal ativo e inativos de 2014, sendo que no referido a FAB e o e EB tem mais/menos de 50% de inativos e a MB pagava 87% a militares da ativa. Tô no celular por isso não posso posta o arquivo (creio eu que tenha baixado em PDF)

Mahan
Mahan
2 anos atrás

______________

COMENTÁRIO APAGADO. A MATÉRIA TRATA DE DEFESA E QUESTÕES POLÍTICAS RELACIONADAS, MAS ISSO NÃO É DESCULPA PARA USAREM O ESPAÇO DE COMENTÁRIOS PARA FAZER PROPAGANDA E CONTRAPROPAGANDA POLÍTICA-PARTIDÁRIA. LEIA AS REGRAS DO BLOG.

http://www.naval.com.br/blog/home/regras-de-conduta-para-comentarios/

Nilson
Nilson
2 anos atrás

“Não entendo essa gente,se os navios estivessem parados estavam reclamando. O navio está operando e fazendo missões e a galera reclama… O brasileiro tem prazer de reclamar só pode” Prezados Dodo, XO e Galante, sinceramente tenho uma impressão, a partir de alguns elementos (notícias, site de posicionamento naval, comentários), de que o Bahia está operando muito mais do que a média dos demais navios da Esquadra. Na minha opinião, por falta de outros meios, estão ralando demais o Bahia. Não estou opinando no sentido de que ele fique parado, evidente que tem que navegar, mas para ter uma opinião concreta… Read more »

Agnelo Moreira
Agnelo Moreira
2 anos atrás

Somando o Atlântico e o Bahia, serão transportados 1280 homens (Fuzileiros). Acredito q dá uma FT completa ou dois Btl Inf. É uma força considerável, para enviar em uma crise.

Bardini
Bardini
Reply to  Agnelo Moreira
2 anos atrás

Sim, seria algo considerável, se ambos estivessem operativos no momento da necessidade.
.
Mas existe um problema bastante grave: não temos um Navio de Apoio Logístico.
.
Temos como enviar uma força, mas não temos como manter. No final, esses dois navios só servem ou para operações de curta duração ou para operações integrando uma FT com algum país que conte com um NApLog…
.
A MB tem de adquirir um NApLog na marra.

Agnelo Moreira
Agnelo Moreira
Reply to  Bardini
2 anos atrás

Bem observado. Teria que ser algo como tirar brasileiros de um local perigoso (guerra ou desastre natural) e sair logo.

Marujo
Marujo
Reply to  Bardini
2 anos atrás

Quem sabe um Wave Class no ano que vem?

Bardini
Bardini
2 anos atrás

Pra quem quer ver números: http://www.defesa.gov.br/arquivos/orcamento_financas/consolidado-2000-a-2018-v-ascom-dot-atualizadas-e-empenhadas-2018.pdf . Pra mim… O problema mais grave não é: tem gente demais. O maior problema hoje é: tem gente demais indo pra reserva. Depois sim, tem de se discutir as quantidades, principalmente no Exército! . Eu não encontrei, mas existe um gráfico (acho que era no planejamento da LOA de 2018), mostrando a evolução do percentual gasto com efetivo indo para reserva. É de dar medo aquela tendência, sempre puxando cada vez mais para cima os gastos. O aumento de orçamento, sempre está cobrindo basicamente a inflação e esse aumento de gastos! O aumento… Read more »

Thom
Thom
Reply to  Bardini
2 anos atrás

“O maior problema hoje é: tem gente demais indo pra reserva”.
Bem interessante. Não pensei nisso.

Agnelo Moreira
Agnelo Moreira
Reply to  Bardini
2 anos atrás

1) Redução gradativa do efetivo (reduzir a entrada de pessoal. FAB está de parabéns, MB “méh”, EB não está nem aí). Em 1995, entraram 700 na EsPCEx. Em 1996, entraram 540. Hoje, entram 440. 2) Aumentar a porcentagem de Militares Temporários (Militares Temporários e terceirizados, onde for possível). Tem aumentado, por diretriz do Cmt EB e vai aumentar mais ainda. 3) Reestruturação da estrutura física no território nacional (enxugar, concentrar e integrar). O estudo está sendo feito e vaui ocorrer. Hj, o problema q vejo, é q, diferente da FAB, não vai acabar uma unidade em Florianópolis, q pode absorver… Read more »

Rafael_PP
Rafael_PP
Reply to  Agnelo Moreira
2 anos atrás

Agnelo, há algum estudo do impacto dos Tiros de Guerra em cidades interioranas de pequeno porte? Digo isso, pois no meu ponto de vista, a extinção destas unidades seriam benéficas para a Força, que evitaria a dispersão de quadros profissionais que acabam subutilizados. Em minha região, o maior impacto social do Tiro de Guerra é na doação de sangue e nas campanhas de agasalho. No ano do meu alistamento, de quase 400 jovens, apenas três, repito: três expressaram desejo de servir. Com esta experiência em vista, tenho para mim que poucas municipalidades de fato pressionariam politicamente pela manutenção dos convênios.

Agnelo Moreira
Agnelo Moreira
Reply to  Rafael_PP
2 anos atrás

Rafael_PP Não conheço estudos em relação a TG. Conheço da prática de ter TG perto de onde servi. Em Teresópolis, de onde sou, a maioria, de ouvir as pessoas falarem nas ruas, não queriam servir. Em Brusque-SC, cidade de elevado PIB, onde fui Chefe da Comissão de Seleção, é o contrário, muitos voluntários. O TG é um pedido da Prefeitura e envolve pouco gasto ao EB. Acredito que , com a diminuição de Sgt na ESA, futuramente o efetivo envolvido em TG possa fazer falta, não sei. Mas em muitos TG, não há só campanha de agasalho e doação de… Read more »

Rafael_PP
Rafael_PP
Reply to  Agnelo Moreira
2 anos atrás

Grato pela atenção Agnelo! Acho que nossa opinião converge para um ponto: manutenção de TGs em cidades interioranas de maior porte ou nas que possuam necessidades especiais que coadunem com o planejamento da Força.

Acho um desperdício de recursos financeiros e humanos a pulverização de quadros profissionais que acabam sendo subutilizados.

Ps: eu ainda acho que muito prefeito mantém o convênio para auxiliar os bancos de sangue municipais.

Nilson
Nilson
Reply to  Agnelo Moreira
2 anos atrás

Ainda elocubrando nessas ideias de redução:
proposta de que, em cada brigada, um dos 3 batalhões seja a 2 companhias de fuzileiros, em vez de 3.
Sei que conflita com a doutrina de emprego/desdobramento da unidade, mas talvez esse batalhão menor, em caso de conflito e numa adaptação da doutrina, fosse o destinado a utilização, no teatro da brigada, como o reserva/retaguarda, ou cobrisse uma frente de menor extensão, até que fosse recomposto.

Agnelo Moreira
Agnelo Moreira
Reply to  Nilson
2 anos atrás

Nilson, boa tarde.
Isso já acontece bastante. Deve aumentar. A 3ª Cia é mobilizável.
OU, como é dificílimo que todo EB seja empregado ao mesmo tempo. Unidades não empregadas completam as empregadas.
Sds

Zorann
Zorann
Reply to  Bardini
2 anos atrás

Olá Bardini! . Belo comentário. . Quanto ao gráfico que falou, vi um semelhante no orçamento de 2013. Nele há a previsão de gastos com inativos e pensionistas até 2083. (já postei estes dados aqui no site uma vez). . Nos ultimos 14 anos (orçamento de 2004 a 2017) os gastos em Defesa cresceram 70% acima da inflação oficial. Mesmo nesta crise, com contingenciamentos, cortes de verbas, nos últimos 5 anos (2013 a 2017) os gastos em Defesa não diminuiram. Ele foi pelo menos corrigido pela inflação. . A idéia de aumentar os militares temporários é a mais correta. Quanto… Read more »

Zorann
Zorann
Reply to  Zorann
2 anos atrás

Ops! Corrigind o segundo parágrafo: os gastos em Defesa cresceram 57% acima da inflação oficial.
.
Fio puxar o valor de cabeça… puxei errado.

Agnelo Moreira
Agnelo Moreira
Reply to  Zorann
2 anos atrás

Prezado Novamente, regular a “aposentadoria” de poucos militares como a dos civis, levaria a regulá-los com os civis na ativa. Mas na ativa, não são uns 3.000 indo pra reserva por ano, são mais de 300.000. O MD e FGV já apresentaram os cálculos ao GF. São 60 bilhões em média a mais por ano… Se vc reparar, todos os governos vieram com ideias de mudança. Por que não mudaram, se militar nem greve faz? Porque do jeito q está, é menos caro. As medidas q podem reduzir o custo com inativos e pensionistas, já ocorreram e estão ocorrendo. Mas,… Read more »

Zorann
Zorann
Reply to  Agnelo Moreira
2 anos atrás

Olá Agnelo! . Eu não disse de “regular aposentadoria de poucos militares como a dos civis”. Eu sugeri de se ter uma contribuição, um teto de beneficios e o aumento do tempo de serviço. . Segundo o TCU, cada beneficiário do Regime Geral da Previdência Social (RGPS) , incluindo-se ai, aposentados, invalidos e pensionistas, recebeu em média em 2016 R$ 13.490,72. Cada militar inativo (reserva remunerada e reformados) ou pensionista de militar recebeu em média em 2016 R$ 112.980,32. . Há uma proposta em discussão com os militares, que estava sendo negociada pelo Raul Jungmann desde 2016. Haveria uma idade… Read more »

XO
XO
Reply to  Zorann
2 anos atrás

“A idéia de aumentar os militares temporários é a mais correta. Quanto mais militares temporários, melhor. Eu mudaria uma coisa: todos os militares entrariam no serviço como temporários. ”
O processo de redução de efetivo da MB passa também pelo aumento do número de temporários, os quais deverão somar 40 ou 45% do efetivo… agora, “todos começarem como temporários” não acho adequado, seria melhor basear-se na sistemática dos EUA… abraço…

Mahan
Mahan
2 anos atrás

Certo. Com certeza o LHA Atlântico, será um grande acréscimo às capacidades do CFN e por conseguinte um instrumento multiplicador da política exterior do Brasil, visto o vexame passado quando do terremoto no Haiti. Dinheiro tem, no entanto, mal gasto. Se cortarmos nos diversos subsídios, bolsas vagabundos e estancarmos a roubalheira, poderemos verdadeiramente adestrar a MB para uma eficaz propaganda e projeção no Atlântico Sul e Caribe, que são nossas áreas de atuação naturais.

Jonathas
Jonathas
2 anos atrás

O único que cita com clareza a defesa nacional é Ciro Gomes. Ele coloca a indústria de defesa como uma das prioridades para a reindustrialização do país, juntamente com a indústria do petróleo e gás, saúde e agrícola. Nem mesmo o Bolsonaro tem um projeto claro para a defesa nacional.

Thom
Thom
Reply to  Jonathas
2 anos atrás

Nenhum candidato, pode ou deveria expor algum projeto, pois é crime eleitoral.
Moro no Ceará, “deus me dibre” dos Ferreira Gomes.
As facções agradeceriam um eventual governo dele.

Jonathas
Jonathas
Reply to  Thom
2 anos atrás

Expor opinião não é nenhum crime eleitoral. Ciro Gomes disse que haverá um projeto de reindustrialização priorizando quatro complexos, entre eles o da defesa nacional.

RAFAEL DAMASCENO
RAFAEL DAMASCENO
2 anos atrás

Gostaria tanto que os políticos e militares que realmente tem o poder na caneta lesse esses comentários, e com isso fizessem uma mudança, concordo plenamente com o comentário do Bardini, tem é que diminuir esse inchaço nas fas muito militar sendo subutilizados.

ednardo curisco
ednardo curisco
2 anos atrás

Manual de uso:
1- Tem que boiar
2- se 2 vezes por ano der uma volta pela Guanabara tá bom
3- a cada 2 ou 3 anos ir a um porto distante, como Santos, já impõe respeito
4- se qualquer manutenção durar mais de 3 anos, vende logo.

Obs: ainda traumatizado com o quem fizeram com o SP.

ednardo curisco
ednardo curisco
Reply to  Alexandre Galante
2 anos atrás

sem os recursos vai para o mesmo caminho.

ednardo curisco
ednardo curisco
Reply to  Alexandre Galante
2 anos atrás

Achei uma boa compra. mas a pergunta de sempre feita repetidamente aqui tem 20 anos: como está o planejamento orçamentário da marinha?

Nilson
Nilson
2 anos atrás

“Bardini 15 de Maio de 2018 at 14:06 Pra quem quer ver números: http://www.defesa.gov.br/arquivos/orcamento_financas/consolidado-2000-a-2018-v-ascom-dot-atualizadas-e-empenhadas-2018.pdf” . Ótimo material, Bardini, retrata perfeitamente a situação orçamentária. No caso específico da Marinha: média de R$ 2,5 bi/ano para investimentos (incluindo o ProSub). Com esse dinheiro, e a carestia dos meios, somente poderemos ter uma Mini Esquadra no médio prazo. É com base nessa média que a Marinha tem que planejar seus investimentos, ver o máximo que pode ter com tão pouco dinheiro. Para ir além, somente com medidas criativas ou extraordinárias. Um bom exemplo foi a capitalização da Emgepron (inversões financeiras). A redução do… Read more »

Bardini
Bardini
Reply to  Nilson
2 anos atrás

Discordo. Passar uma régua nos investimentos pela média de desses gastos que se tem atualmente pode ser um erro. . A Marinha (e as outras forças) tem de buscar estabilizar o quadro de pessoal em um nível mais “pagável”. Só que o foco é este: reduzir o número de gente que vai pra reserva, onde o dinheiro vai continuar a sair do bolso da Marinha. Fazendo isso, consequentemente se reduz o gasto com pessoal e sobra mais para investir. Teoricamente… Pq nada (no preto e no branco) impede o Governo de continuar a cortar nos investimentos. . Se pararmos para… Read more »

XO
XO
Reply to  Bardini
2 anos atrás

Dos mais razoáveis, ponderados e imparciais comentários… abraço…

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
Reply to  Bardini
2 anos atrás

A solução óbvia é aumentar o tempo que o militar deve contribuir antes de ir para a reserva. O problema é a caserna deixar passar isso.
Outro ponto, existem missões e OMs que não são prioritárias. No caso da MB, acabaria com os fuzileiros no Centro-Oeste. Você pode apontar uma ou outra desvantagem disso, mas, se for para cortar algo, que corte isso. E o Proantar também. o MinC que se vire para manter aquilo lá.

XO
XO
Reply to  Rafael Oliveira
2 anos atrás

“A solução óbvia é aumentar o tempo que o militar deve contribuir antes de ir para a reserva. O problema é a caserna deixar passar isso.”
Rafael, esse assunto é tratado no nível MD…

“Outro ponto, existem missões e OMs que não são prioritárias. No caso da MB, acabaria com os fuzileiros no Centro-Oeste. ”
O corte não pode ocorrer dessa forma… os FN fazem a segurança das instalações e participam de ações de Patrulha e Inspeção Naval… quem vai substituí-los ?

Agnelo Moreira
Agnelo Moreira
Reply to  Rafael Oliveira
2 anos atrás

O militar nunca para de contribuir, mesmo inativo.

Azevedo
Azevedo
Reply to  Bardini
2 anos atrás

Não tão fora do tópico assim, segue artigo de professor do Naval War College após sua passagem pelo Brasil, mais especificamente na Escola de Guerra Naval:
http://nationalinterest.org/feature/brazils-submarine-show-the-south-atlantic-ocean-25799

Parabellum
Parabellum
2 anos atrás

Jogando um pouco de luz na questão remuneratória: A MP 2215 acabou com a licença especial, acabou com a pensão para as filhas, acabou com o adicional por tempo de serviço (anuênio), acabou com o auxílio moradia, acabou com o adicional de representação e outras coisas mais. É sabido que o Poder Executivo raramente paga horas extras por uma simples razão: Elas praticamente não existem. Porém os militares, por razão de ofício cumprem jornadas que vão muito além das 40 horas semanais. Quem está embarcado faz 90 horas às vezes na mesma semana. Isto, é claro, sem receber nada a… Read more »

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
Reply to  Parabellum
2 anos atrás

As médias nos Poderes são mais altas porque não há cargos de baixa qualificação (salvo aquelas bizarrices no Congresso e em Tribunais, como garçons com salários altos). Hoje um Tribunal Federal ou do Trabalho só contrata juiz, analista e técnico. O resto é terceirizado. Isso contribui para uma média salarial é alta, junto com os salários elevados. É como se só tivessem “Oficiais” no Poder Judiciário, sem soldados, cabos e sargentos para puxarem a média para baixo. E existe muito trabalho extraordinário no Judiciário, só que as pessoas ganham uma função de confiança ou um cargo em comissão, de forma… Read more »

MaurícioFC
MaurícioFC
Reply to  Parabellum
2 anos atrás

Caro Parabellum;
Sua assertiva sobre as horas extras não encontra fundamento. As horas extras não são pagas no poder executivo porque simplesmente não existe tal expediente. Ao contrário do que você afirmou, horas extras no Poder Executivo Federal é uma constante. Nâo tem essa de que não se faz hora extra. Faz-se o tempo todo e nunca se paga.
Quanto a se pagar hora extra por se estar embarcado, não faz sentido sequer levantar uma hipotese dessa, concorda?

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
2 anos atrás

Para quem quer ter uma melhor noção de quanto custa a brincadeira de pagar filhas de militares (solteiras ou não), tem essa reportagem bem ampla.
São gastos R$ 6 bilhões por ano com elas. 4 Tamandarés e ainda sobra dinheiro por ano.
São 87 mil filhas pensionistas.
A MP de 2001 só acabou com a pensão para os militares que entraram depois dela. Quem entrou antes pode pagar uma contribuição pífia de 1,5% a mais e garantir uma gorda pensão para suas filhas.
http://www.gazetadopovo.com.br/blogs/lucio-vaz/2018/04/17/invejavel-previdencia-das-filhas-de-militares-ate-senhoras-casadas-ganham-pensao/

XO
XO
Reply to  Rafael Oliveira
2 anos atrás

A MB define que são os dependentes elegíveis para o recebimento de pensão; no caso das filhas a condição é permanecer solteira, sem atividade remunerada e não receber benefício de outro militar/servidor… cabe ao militar garantir a veracidade das informações a à OM registrar as informações… já em 2010, houve uma verificação geral em toda a MB, cancelando-se vários benefícios… deixo como contraponto à reportagem citada…

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
Reply to  XO
2 anos atrás

E elas não ganham na Justiça o direito de receber?
Talvez isso explique porque há bem mais pensionistas no EB do que na MB (numa proporção muito maior do que de ativos) e mesmo considerando a 2ª GM.
Outra explicação é que os verde-olivas são melhores em gerar filhas rsrs.

XO
XO
Reply to  Rafael Oliveira
2 anos atrás

Não conheço o grau de sucesso desse tipo de pedido na Justiça… abraço…

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
Reply to  XO
2 anos atrás

Obrigado, XO, abraço!

Agnelo Moreira
Agnelo Moreira
Reply to  Rafael Oliveira
2 anos atrás

Se o militar tiver mais de uma filha, estas dividem a pensão.

elton
elton
2 anos atrás

vamos resetar as fa: primento scrappear tudo o que for obsoleto e inoperante enquanto manda todos os temporarios pra casa depois reestruturar todas as unidades para reequipalas de maneira propocional ao saldo do orçamento .igual a russia que desmontou o gigantesco exercito sovietico de 5milhoes e trasformou na atual estrutura enxuta e eficiente de 400mil COMBATENTES

Ronaldo de souza gonçalves
Ronaldo de souza gonçalves
2 anos atrás

Essa lei que proibi aumento aõ funcionalismo público vai dar _________________ pois se a inflação for manipulada do jeito que ela é vai ter capitão recebendo menos que um eletricista,tenente recebendo menos que um pedreiro é dúvido que as forças armadas vai segurar esse pessoal,hoje os filhos dos oficiais não querem ingressar nas forças armadas,preferem ser advogados e médicos pois sabem que o salário é maior aqui fora,um oficial general ganhar 13mil e pouco para comandar mais de 1000 homens.Tem algo muito errado e ninguém atenta a isto. COMENTÁRIO EDITADO. MANTENHA O BLOG LIMPO.

Rui Chapéu
Rui Chapéu
Reply to  Alexandre Galante
2 anos atrás

O outro lado da balança é que se vc aumentar demais o gasto militar, aumenta ou a dívida do brasil ou impostos. Qualquer um dos dois tira dinheiro da população. E o Brasil do jeito que está com milhões de desempregados não haverá o que os militares defenderem em uma nação com todo mundo quebrado/falido. Por isso a implicância tamanha da parte da população civil com qualquer gasto em armas. Se o orçamento é alto e o retorno é de menos, há algo errado. E esse algo errado sempre cai no fato que nosso orçamento é de maior parte para… Read more »

Nilson
Nilson
Reply to  Alexandre Galante
2 anos atrás

“Se não houver um aumento no orçamento de Defesa Nacional, o Brasil só vai poder contar com um pequeno número de equipamentos modernos, ”
.
Apesar de vc ter falado a título de argumentação, acho que sintetizou a realidade de nosso futuro.
É essa a opção que as Forças acabarão tendo que enfrentar: serem pequenas em quantidade de pessoas mas bem atualizadas tecnologicamente, ou manter a situação atual, grandes em quantidade de pessoas, mas com grande atraso tecnológico.

Rafael_PP
Rafael_PP
Reply to  Alexandre Galante
2 anos atrás

Você saber a razão dos contingenciamentos? Ou apenas reproduz discurso?

Zorann
Zorann
Reply to  Alexandre Galante
2 anos atrás

Eu acho interessante que a discussão tenha chegado neste ponto. Finalmente seremos obrigados a discutir os gastos. Finalmente escolhas terão de ser feitas.
.
Isto vai ser bom para o Brasil. Finalmente vão ter de discutir os orçamentos públicos.

Ricardo
Ricardo
2 anos atrás

Alckmin centro??? Falem de barquinhos, pq de política ______________

COMENTÁRIO EDITADO. DEBATA OS ASSUNTOS SEM ATACAR O SITE. LEIA AS REGRAS PARA COMENTÁRIOS.

http://www.naval.com.br/blog/home/regras-de-conduta-para-comentarios/

DM Filho
DM Filho
2 anos atrás

Na minha opinião temos efetivo em excesso, principalmente na Marinha, considerando nossos meios disponíveis. Além disso temos questões de gastos de pessoal que levarão mais de 50 anos pra serem sanadas. É emblemática a questão da pensão vitalícia das filhas solteiras, e aprovamos ou não isso, tratam-se de direitos adquiridos de quem já recebe. Em 2000 resolveram o problema parcialmente, mas até esse custo deixar de existir, ainda veremos algumas décadas pela frente. Outra questão é que nenhum governo, seja de direita ou esquerda, verá as Forças Armadas de forma separada ao resto do orçamento, apenas países a beira da… Read more »

Esteves
Esteves
2 anos atrás

Da trilogia. Abre aspas. Fonte: Senado Federal. O planejamento para 2018 foi 100,7 bilhões para o Ministério da Defesa. Em 2017 o gasto com pessoal e encargos sociais ( custeio) consumiu 70,7 bilhões. Ou 76,6% do orçamento total. Investimentos foram 8,1 bilhões ou 8,7% do total. Custeio no dicionário e outra coisa. Custeio na administração pública = salários + benefícios. Aramar. Houve impasse na negociação de reajuste salarial. A estatal Amazul ofereceu zero de reajuste para os salários e extinção de todos os benefícios. A resposta dos empregados foi greve. A Amazul ponderou que foi criada para gerir o programa… Read more »

Bardini
Bardini
Reply to  Esteves
2 anos atrás

Vou desenhar pra você o que é custeio…
https://www.defesa.gov.br/arquivos/orcamento_financas/despesas.jpg

Esteves
Esteves
Reply to  Bardini
2 anos atrás

Então tá. Salários e benefícios são…salários e benefícios. Não custam. Entram no lucro. Lá no final do balanço junto com a apuração de resultados. Ok.

Humberto
Humberto
2 anos atrás

Temos que ser fatalistas. Grande parte dos gastos do país são amarradas por leis ou na própria constituição, então não existe muita margem de aumento no orçamento das forças militares, sem contar na dificuldade de comprovar a real necessidade do mesmo. Não temos inimigos em potencial, o pais está com problemas na saúde, segurança, educação, infra-estrutura etc. Para aumentar o orçamento de forma robusta o pais tem que crescer e o orçamento pegar carona OU entrarmos em conflito, não existem outros meios (imagina em tempo de paz, criar ou aumentar tributos para justificar a necessidade). Então, se não é possível… Read more »

Nilson
Nilson
2 anos atrás

Interessante que o tópico é sobre a existência de dois navios para fazer diplomacia militar. Mas a discussão, invariavelmente (e acertadamente, a meu ver) descamba para a inexistência de recursos para o reaparelhamento da Marinha (e demais Forças). Nas participações acima, muitos diagnósticos e propostas. Mas, o que será que pensa a cúpula da Marinha?? Qual sua estratégia?? Espero que tenham muitas opções para oferecer ao futuro governante.

Bueno
Bueno
Reply to  Nilson
2 anos atrás

Nota , é que no final da matéria fala sobre gastos , focamos so na grana rsrs
É o lema ” ter não significa operar” se não tiver a grana não poderá fazer a diplomacia militar com os navios.

“de liberação de verbas orçamentárias a conta-gotas, como já acontece hoje – sujeita a contingenciamentos e promessas de repasses que acabam, mais tarde, canceladas.”

Bueno
Bueno
2 anos atrás

http://www.forte.jor.br/2018/05/03/gastos-militares-globais-continuam-altos-em-us-17-trilhao/
* Omã (12 por cento do PIB),
* Arábia Saudita (10% do PIB),
* Kuwait (5,8 por cento do PIB),
* Jordânia (4,8% do PIB),
* Israel (4,7% do PIB),
* Líbano (4,5% do PIB) e
* Bahrain (4,1% do PIB).

SmokingSnake 🐍
SmokingSnake 🐍
Reply to  Bueno
2 anos atrás

claro, esses países vivem em guerra uns com os outros…

Camargoer
Camargoer
Reply to  SmokingSnake 🐍
2 anos atrás

Olá Smoking. Além disso, alguns destes países são grandes exportadores de petróleo. Eles precisam fazer importações para equilibrar as balanças de comércio. Os itens militares são uma boa solução porque 1. amortizam os custos dos países que fabricam armas, 2. são bastante caros portanto podem ser comprados em quantidades relativamente pequenas 3. ampliam o poder militar daqueles que compram as armas e 4. equilibram a corrida armamentista da região do oriente médio.

Francisco Barollo
Francisco Barollo
2 anos atrás

Estou confiante que com as tão desejadas reformas, se implementadas pelos nossos governantes, nosso amado torrão possa voltar a sua verdadeira vocação, no que tange ao regime de trabalho, dando a tranquilidade que os patrões, empresários, fazendeiros e donos de minas precisam para tocar seus negócios em paz, bem como as nações amigas possam desfrutar dessas melhores condições nativas, assim poderemos voltar a sonhar com as super fragatas de 6.000 ton, o MBT nacional, um novo NAE…

Ozawa
Ozawa
2 anos atrás

Off topic ou in topic mais que tudo: Turma da Mônica tem edição dedicada a militares Será lançado, amanhã, às 9h, o almanaque “A Turma da Mônica e a Indústria de Defesa”, em Brasília, com a presença de Maurício de Sousa. A revistinha em quadrinhos será disponibilizada para escolas e ações sociais das Forças Armadas. A ideia seria “divulgar a importância para o Brasil de uma indústria da defesa forte”, que movimenta mais de R$ 200 bilhões por ano, segundo estudo da Fipe. O cartunista cedeu o uso da imagem e os direitos de uso dos personagens infantis para serem… Read more »

Ozawa
Ozawa
Reply to  Ozawa
2 anos atrás

Pela capa e a fama das personagens é possível imaginar a Magali devorando o “Riachuelo” e a Mônica girando a “Tamandaré” sem piedade pra cima do Cebolinha e do Cascão . . . 😏

Alex Nogueira
Alex Nogueira
Reply to  Ozawa
2 anos atrás

Muito top! Precisamos de mais ações do tipo, para familiarizar a população (principalmente os pequenos) com o assunto “Defesa”, é uma pena que nas escolas não seja dada nenhuma importância, tanto nas públicas como nas particulares.

marcus
marcus
2 anos atrás

O que preciso é diminuir o contingente da marinha, aeronáutica e exercito em pelo menos 40%, afinal não estamos em guerra.

Agnelo Moreira
Agnelo Moreira
Reply to  marcus
2 anos atrás

Prezado.
HJ, o Exército está com 01 Bda em Ajuda Humanitária em RR;
4 Bda em GLO no RJ;
e 23 unidades em Patrulhamento na fronteira, sem contar quem lhes apoia, o q dá 11 Bda envolvidas nisto.
Ou seja, são 16 Bda Inf e Cav em operações.
A Inglaterra tem 10 Bdas…
Espanha tem menos…

Robson
2 anos atrás

Eu optei por pagar pelo seguinte: caso eu seja expulso e preso por algum ato de serviço minha filha receberia o salario… devido a essas leis absurdas que vigoram no país, ótimos policiais tem sido expulsos no cumprimento legal do dever… Sou um policial honesto mais não tenho dó de bandido… Gracas a Deus minha filha já tem mestrado e esta se preparando para o doutorado… Não ha de precisar desse dinheiro…

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Robson
2 anos atrás

Entendo mestre Robson, A insegurança juridica causa tamanha distorção que desta forma enverda em pontos nem imaginados, tal como política previdenciaria….. Voces precisam de fato ter a segurança juridica para atuar. Autoridade não se questiona perante a ordem de execução, quer seja do juiz ou policial ambas tem a mesma força e assim deveria ser. Depois, obvio cabe a qualquer um imputar o juizo se foi justo ou não por meio do rito legal no judiciario. Esta distorção so causa problemas no qual o Brasil é um país em que todos tem diretos e zero obrigação….e quando se acha que… Read more »

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
Reply to  Robson
2 anos atrás

Robson, por não ter dó de bandido, já merece meu respeito. . Carvalho, pensando num mundo justo, pensão não deveria existir, exceto para filhos menores de idade ou, vai lá, até 21, 23 anos. A partir daí, sendo homem, mulher, hermafrodita, solteiro, casado, desquitado, não interessa, trabalhe e se sustente. Esposa/marido também que se virem se o cônjuge faleceu. Uma escolha do casal de optar por um deles não trabalhar não deve vincular a sociedade. Enquanto muita viúva fica encostada ganhando um salário alto, muitas mulheres trabalham ganhando salário-mínimo para sustentá-las. Enfim, FHC deveria ter sido ainda mais corajoso do… Read more »

carvalho2008
carvalho2008
2 anos atrás

O problema é o conjunto do pacto social. Estritamente no meio militar muita coisa pode ser feita sem ferir necessariamente direitos. olhando como um conjunto, não somente o militar como o serviço publico como um todo….Sim, militar é servidor publico com regras especiais de função. Temos ao ano 3 milhões de jovens ingressando na maioridade. Se você instituir o Serviço Publico Obrigatório como marco de ingresso do jovem a sociedade, poderia ele de forma similar ao Soldo, escolher e/ou ser selecionado entre Serviço Publico Civil ou Militar. Grande massa de aprendizes sequiosa de obter trabalho e dar seus primeiros passos… Read more »

Esteves
Esteves
2 anos atrás

No caso dos inativos e pensionistas que ficam com 70% dos 70% ou dos 75% da despesa com gente (salários, benefícios, diárias, aluguéis, passagens, locações, convênios, cursos, auditoria, assessoria, terceiros, apoio administrativo, serviços técnicos, estagiários, assinaturas, alimentação e outros) que não chamarei mais de custeio e sim de rocambole, digo: Quem faz justiça é o juiz. Não é a lei. A pensionista precisa demonstrar dependência econômica do benefício. Juízes não consideram mais direito adquirido, união estável e casamento. Os regimes dos estatutários vedam pagamento de benefícios a quem casa ou a quem muda o regime de bens para união. União… Read more »

Oplita
Oplita
2 anos atrás

Sugiro aos editores que quando quando for permitido pela legislação eleitoral, os blogues da trilogia realizem uma entrevista (mandando perguntas às assessorias) com os candidatos à presidência da república com temas relacionados à defesa.
As mesmas perguntas a todos os candidatos. Tenho certeza que seria uma contribuição democrática, além de pautar o assunto da defesa no debate político brasileiro.
Afinal, segundo consta na missão dos blogues, está a insígnia de “desenvolver uma mentalidade de defesa na sociedade”.
Fica a sugestão!

Gilson Gomes de Oliveira
Gilson Gomes de Oliveira
2 anos atrás

Boa noite a todos! É com grande satisfação que li os comentários deste Portal e vejo que é uma fonte importante de construção de conhecimento. Sou Subtenente de conunicações do Exército Brasileiro e trabalhei durante vários anos com o pagamento de Inativos e pensionistas militares do EB. Acabei escolhendo a área do direito previdenciário militar, para fazer o meu TCC no curso de direito da UFG, com o tema “O SISTEMA DE PENSÕES MILITARES DAS FORÇAS ARMADAS E A (IN)CONSTITUCIONALIDADE DA MEDIDA PROVISÓRIA Nº 2.215-10/2001”. O objetivo do trabalho foi verificar a existência de regime próprio de previdência dos militares… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  Gilson Gomes de Oliveira
2 anos atrás

Somar pode nao ser a resposta.

No Brasil há 3 regimes previdenciários sustentando inativos, pensionistas, aposentados.

1) Super Receita ou Previdência Social com a herança passiva dos antigos INPS e INSS. Regras da CLT.
2) Estatutários com as pensões e aposentadorias mantidas pelo estado (municipal, estadual e federal). Regras do regime próprio.
3) Previdência Complementar ou Fundos de Pensão. Um buraco sem fundo.

1) está quebrado. 50% do passivo é calote. 2) foi criado pelo Dr. Ulysses na Constituição de 1988 e até hoje nao se sabe de onde vem o dinheiro. 3) roubalheira.

Mais um?

Gilson Gomes de Oliveira
Gilson Gomes de Oliveira
Reply to  Esteves
2 anos atrás

Criar um regime previdenciário autossustentável para os militares das FFAA realmente é algo complexo, todavia, a sociedade não pode mais pagar essa conta. A legislação que regula os militares das FFAA é a mesma para as três Forças e não se afigura razoável, cada Força singular fazer a sua própria regulamentação e dar o seu próprio entendimento a MP 2. 215/2001, por exemplo. Unificar a seguridade social (previdência, saúde e a assistência social) dos militares irá facilitar o controle interno e facilitar o entendimento, quanto a concessão de benefícios previdenciários. Por sua vez, o Tesouro Nacional só custearia a remuneração… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  Gilson Gomes de Oliveira
2 anos atrás

O Tesoudo não emite moeda. Essa função passou ao Banco Central. O Tesouro faz 2 coisas. 1) controla/paga a dívida publica federal e, fomenta a economia.

Mudar a função do Tesouro Nacional poderia ocasionar mudar o Regime de Caixa Único no qual vivemos desde 1967.

Mudar o Regime de Caixa? Deixar de gastar o que entra? Planejar? Pensar?

Nem pensar.

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
Reply to  Gilson Gomes de Oliveira
2 anos atrás

Caro Gilson, baixei seu TCC e vou lê-lo.
Parabéns pelo trabalho.
E, de fato, as regras devem ser as mesmas para as 3 Forças. Aliás, não sabia que eram diferentes rsrsrs.

Roberto Medeiros
Roberto Medeiros
2 anos atrás

Galante, pegando carona no comentário do Bardini: Algum navio de apoio Logístico pelo mundo, a a MB tenha possibilidade de adquirir ou q esteja nos planos da MB?

Andrei
Andrei
2 anos atrás

Salvo engano, os custos para treinamento com a Marinha Americana não é reembolsado pelos mesmo? Mesmo que não seja, e altamente necessário períodos de treinamento e intercambio com outras marinhas é fundamental.

Sobre a questão do orçamento, não adianta aumentar o orçamento e este também aumentar no mesmo volume ou ate maior os gastos com pessoal, antes de aumentar os os recursos, acho que deveria enxugar gastos desnecessários com pessoal, que existe aos montes em nosso país, em todos os setores, seja no governo ou forças armadas.

Juarez
Juarez
2 anos atrás

Achei a maioria dos comentários muito pertinentes. Eu venho falando aqui neste espaço(quando o Galante deixa) que ou mudamos a forma de agir e de fazer ou vamos para o buraco. Para aqueles que defendem o simples aumento percentual em relação ao PIB dos gastos militares, vou fazer algumas analogias rápidas para vocês entenderem aonde é o “buraco”: Até alguns anos atrás o setor relações públicas do antigo V Comar, localizado lá na prefeitura aeronáutica de Canoas estavam lotados três militares e uma civil, relações públicas, ou seja quatro pessoas, aonde uma faria tranquilamente o trabalho, até porque não tem/teria… Read more »

Zorann
Zorann
Reply to  Juarez
2 anos atrás

Olá Juarez!
.
Belo comentário!

Juarez
Juarez
2 anos atrás

Agora, nem tudo são horrores, uma medida que eu e outros aqui vem pregando que é a racionalização e a padronização de meios vem suritndo efeito na FAb, explico: Nunca se voou tantas horas com Mikes, porque: Por duas razões bem simples, a primeira delas foi a baixa dos M 2000 que literalmente tinham custo de hora voada impagáveis(aqui nenhuma novidade para algo com DNA da Bambilândia encantada), bem como a redução de unidades que operavam AMX, e direcionando estes recursos para os F 5. Segunda causa é a disciplina na manutenção do CLS que mantém a disponibilidade e auxilia… Read more »

Juarez
Juarez
2 anos atrás

Vamos transferir via “sonho”, a atitude tomada pela FAB com aviação de caça para a viação naval, que hoje tem uma verdadeira “sopa de letrinhas” de anvs de asa rotativa, a seguir: Jet Ranger(duas versões) Esquilo mono, Esquilo bi, S Lynx, Super Puma, depois as três versões das Kombis, “Van”, “Ambulância” e “Fogueteira” e o SH 16. Tudo isto poderia ser reduzido a três tipos de anvs: O substitutos dos Esquilos, os SH16 nas versões ASW/ASup e “carroceiro, acrescido do S Lynx. No que iria resultar?? Economia em escala, em redução de processo, de área física, de custeio de pessoal,… Read more »

Esteves
Esteves
2 anos atrás

Deixando o peso dos inativos de lado e olha que essa gente pesa bastante, fica o pensamento ou a estratégia dos marinheiros que li e reli no Poder Naval.

Planejamos muito porque sempre cortam. Pedimos mais porque vem menos. Do lado de lá como militar não leva voto, a faca tá sempre afiada. Afinal, o jovem Jungamann descobriu a extensão do nosso litoral em Itaguaí. Sorte das Armas que Silva e Luna assumiu.

Anos terríveis estão chegando. Gente que queria vender vento e royalties do pré-sal continuam nos assombrando.

Boa, Juarez. Austeridade é a palavra.

carvalho2008
carvalho2008
2 anos atrás

Mestre Gilson, muito bom… Como faço para baixar sua tese? Sobre o topico relacionado aos inativos, penso de forma similar, porém mais ousado na qual não iriam para adm. do serviço militar, mas sim para o Serviço Publico. Este é um grafico na qual não há saida. Cada vez mais o homem aumenta sua expectativa de vida, logo chegaremos aos 100 anos e daí, militar se aposentaria aos 50 na metade da vida? Um profissional tão bem formado e maturado? Naquilo que ainda possuir de vida produtiva , deveria ser transferido ao Serviço Publico e ai sim a conta fecha… Read more »

Gilson Gomes
Gilson Gomes
Reply to  carvalho2008
2 anos atrás

Caro senhor Carvalho,
Desculpe a demora em responder.
Agradeço por sua brilhante colaboração, pois penso que temos que puxar esse debate sobre a necessidade, da criação de um regime próprio de previdência social para os militares das FFAA, visto que isso é algo que irá sem sombras de dúvidas desonerar o Tesouro Nacional.
Quanto ao TCC, o senhor pode digitar no site de busca:
TCC, Gilson Gomes de Oliveira, ufg.
Forte abraço!

carvalho2008
carvalho2008
2 anos atrás

Mestre Rafael, Nem ao céu nem a terra…. Pensão tem algo sim a reduzir e muito, mas com ponderação para não injustiçar o que é justo…. As vezes misturamos….um Policial Militar corre o mesmo risco ou até maior que o Soldado em si, e tanto um como o outro podem perder a vida ou invalidez em decorrencia dela. Uma familia afetada por isto tem de ter sua composição a longa data, pois o impacto pode transcorrer pelo resto da vida das pessoas. Não há como comparar os caminhos e chances de vida de uma familia estruturada com outra desestruturada…tambem não… Read more »

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
Reply to  carvalho2008
2 anos atrás

Mestre Carvalho, Policial Militar, Agente penitenciário, vigilante privado, motoboy, cabista e várias outras profissões são muito mais arriscadas do que ser militar das FAs. O número de mortos e inválidos nessas profissões é bem maior. Morte em serviço, por culpa do empregador/FAs é indenizável. Isso continuaria. Outra coisa é “morrer de velho”, que é o grosso das mortes de militares. A regra no mundo ocidental é ter uma pensão para cônjuge bem mais enxuta ou sequer ter. No Brasil, inclusive para empregados, é que é essa maravilha de pensão integral vitalícia. Quanto às mudanças de domicílio, isso poderia ser melhor… Read more »

Agnelo Moreira
Agnelo Moreira
Reply to  Rafael Oliveira
2 anos atrás

Não, não é mais arriscado.
A forma de trabalhar no preparo e emprego são diferentes.

Bob Joe
Bob Joe
2 anos atrás

Precisamos é de escoltas, urgentemente, as nossa atualmente estão no osso, três das Niterói serão usadas pra canibalização e as Greenhalgh nem se fala.

Rane paulo
Rane paulo
2 anos atrás

Será que só eu acho necessário comprar outro NDM com urgência para a Marinha do Brasil ter um segurança maior em todo o litoral brasileiro já que não temos um porta-aviões … além disso, cadê as 06 fragatas Fremm e as 06 corvetas Tamandaré ??? Não da pra aceitar transformar projeto de corveta em fragata leve e achar Ta tudo bem o pior e que a MB só comprou 4 scorpene ao invés de 6 previstos então estamos sempre em desvantagem

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Rane paulo
2 anos atrás

Rane,
Sobre o Prosub, desconheço o que você escreveu sobre redução, para 4, de uma previsão (no seu comentário) de 6 submarinos Scorpene para o Brasil.
Até onde sei, o contrato original foi assinado para 4 submarinos convencionais (S-BR, derivado do Scorpene) e 1 nuclear.

Carvalho2008
Carvalho2008
2 anos atrás

Temos de de consciência que o projeto Tamandaré pode ser o teto de escoltas para os próximos 15 anos e aí, será necessário pensar em outro tipo de solução alternativa

Nilson
Nilson
2 anos atrás

Já que o assunto é orçamento, aposto no seguinte cenário para os próximos 8 anos. . A conjuntura política é favorável ao neoliberalismo, ou seja, redução do Estado. Ora, Defesa faz parte do Estado, não vejo espaço político para tal setor escapar da onda que aparentemente virá. O meio usado pelo Governo para reduzir é o Estado é simples: congelamento do orçamento (que já ocorreu, com a emenda do teto de gastos). Cada órgão, então, precisa se planejar para adaptação à nova conjuntura. Quem se planejar melhor, sairá menos menor do outro lado. Quem não levar o cenário em consideração,… Read more »

Nilson
Nilson
Reply to  Nilson
2 anos atrás

Lógico que ao fazer a proposta de orçamento ao Ministério do Planejamento, as parte A e B compõem a proposta sem separação entre si, até mesmo para atender à eterna e inevitável mania nacional de pedir a mais para suportar os inevitáveis cortes. Mas havendo a separação interna entre as prioridades, caso haja a necessidade de cortes já se sabe de antemão o que se pode cortar com menor prejuízo à integridade do planejamento.

Adriano Luchiari
Adriano Luchiari
Reply to  Nilson
2 anos atrás

Muito bom o seu comentário Nilson, mas as ações que o próximo governo deveria tomar, corretas na sua concepção, não podem depender do seu viés ideológico. Não há outra opção.

Alexandre Esteves
Alexandre Esteves
2 anos atrás

Diplomacia militar é “mostrar a Bandeira”, e acho isso muito positivo para o país. Mas vejo também com um certo ceticismo o fato de haver (ao meu ponto de vista) um certo distanciamento entre os planos do MD e a nossa diplomacia.
Essa maldita doutrina Amorim, que nos legou a um papel de anão na diplomacia mundial, vai de encontro com essa pretensão da MB. Leia-se ZOCAPAS.
Finalmente, só existe diplomacia forte com Poder Militar forte.

Foxtrot
Foxtrot
2 anos atrás

Diplomacia militar medíocre e desdentada, pois as alucinações de nossos Almirante berdem a razão e partem para o imaginário quando há verbas. Poderiam esquercer por enquanto os NAs e investir as verbas em novas fragatas médias nacionais, baseadas no casco das Niterois e CCT,s. Esquecerem o Subnuc e investir em mais submarinos convencionais. Adquirir unidades usadas dos AV8B para manter a aviação naval em prontidão quando ouver verbas para construir NAes. Adquirir unidades do Cobra, modernizar e colocar em operação no Atlântico e ou Bahia. Desenvolver em conjunto uma versão naval do PAMPA-III, mais barato e já em produção na… Read more »

Dalton
Dalton
Reply to  Foxtrot
2 anos atrás

Onde encontrar AV-8B usado em boa forma disponível para venda ? Não se engane com o F-35B entrando em serviço com os fuzileiros navais dos EUA, ainda levará muitos anos para que haja um número significativo deles e assim como há falta de aeronaves na US Navy a situação ainda é pior nos fuzileiros devido a um grande número de aeronaves em manutenção. . Além do mais, mesmo que houvesse AV-8Bs disponíveis para venda de onde viria o dinheiro para adquirir mesmo que um modesto esquadrão, criar toda uma doutrina para opera-los, logística, treinamento de pilotos e pessoal de manutenção… Read more »