Home Construção Naval Vídeo: visita às obras do SBR 1

Vídeo: visita às obras do SBR 1

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Em complementação ao texto “11 de junho: dia de entrar no futuro Riachuelo com o Poder Naval” apresentamos a seguir um curto vídeo (pouco mais de dois minutos) sobre as obras no interior do SBR 1, futuro submarino Riachuelo da Marinha do Brasil.

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Zorann
Zorann
2 anos atrás

Show ein…Imagina daqui uns 12 anos, qdo o navio estiver em PMG e vc pensar….estive na sala de comando do submarino qdo estava sendo construido. Isto aí é coisa pra contar pros netos

Vovozao
Vovozao
2 anos atrás

Atenção aos céticos, não acreditam capacidade tecnológica do brasileiros, não fazemos mais porque não temos apoio das nossas “”autoridades””.

Marcos10
Marcos10
Reply to  Vovozao
2 anos atrás

Depois que soube que quatro convencionais e mais um nuclear Brazuca vão custar o mesmo que seis nucleares franceses, minha fé foi para o brejo.

Daglian
Daglian
Reply to  Marcos10
2 anos atrás

Não é assim Marcos10. Se o Brasil quisesse, compraria submarinos de prateleira (por exemplo, alemães), e eles custariam bem menos que o PROSUB. A questão é que o valor extra pago se deveu à aquisição de conhecimento, à fabricação no território brasileiro, com profissionais brasileiros aprendendo diversas etapas da fabricação de componentes do submarino. Não faz sentido você perder sua fé só porque o custo do programa foi elevado, pois deve-se observar as consequências a longo prazo. No futuro, quando os submarinos precisarem passar por suas manutenções, o valor extra pago mostrará sua utilidade, pois haverá brasileiros capacitados a solucionar… Read more »

JT8D
JT8D
Reply to  Daglian
2 anos atrás

Concordo e acrescentaria que no caso dos subs franceses o custo é somente dos próprios submarinos, já que a infra-estrutura para projeto e fabricação eles desenvolveram há muitas décadas. Nós estamos comprando um estaleiro, uma base naval, tecnologia, projeto, simuladores, capacitação de profissionais e mais o custo dos submarinos. Então não seria o mesmo que comparar laranjas com melancias

Pablo
Pablo
Reply to  JT8D
2 anos atrás

É o mesmo caso do programa FX 2.

Henrique de Freitas
Henrique de Freitas
Reply to  Marcos10
2 anos atrás

Amigo, a conta nao eh essa. Prateleira e´uma coisa, fabricar e´outra.

willhorv
willhorv
Reply to  Marcos10
2 anos atrás

Tem além dos 5 subs, todo o investimento em Iperó (centro de excelência da Marinha e enriquecimento de urânio) e Itaguaí (base de subs), onde teremos condições de efetuar nestas instalações desenvolvimentos futuros, testes, implantações, novas construções, manutenções de meios e sistemas, assim como operação dos próprios. Sem contar no desenvolvimento nacional de parceiros que darão autonomia para a marinha, como no caso das baterias e motores, a se confirmar este último. Diria que é único o que está sendo feito… Lembrando que as estimativas estão em operar 16 SBR e 5 nucs…se não me falha a memória. Não é… Read more »

DM Filho
DM Filho
2 anos atrás

Realmente MUITO bom ver o PROSUB em andamento. Momentos como esse nos orgulhamos do Brasil.

E rezando pra que não contingenciem verbas ou cortem o programa!

Tiger 777
Tiger 777
2 anos atrás

Fiquei curioso em relação a sala de torpedos??? Quais são as medidas de segurança pra evitar que o explosivo ( do torpedo) não detone ao se realizar seu manuseio??? Grato.

XO
XO
2 anos atrás

Tiger, nós da superfície basicamente monitoramos a temperatura e umidade do paiol… talvez os submarinistas tenham algum procedimento a mais… acrescento também que temos muito cuidado com o combustível do torpedo, o qual é altamente tóxico em caso de vazamento… abraço…

LucianoSR71
LucianoSR71
Reply to  XO
2 anos atrás

XO, me lembrei de que na 2ªGM alguns marinheiros americanos das lanchas torpedeiras (creio que nos submarinos isso não acontecia ) roubavam o combustível dos torpedos ( me parece que era algum tipo de álcool ) e faziam uma bebida que chamavam de ‘suco de torpedo’. Abs.

XO
XO
Reply to  LucianoSR71
2 anos atrás

Luciano, essa eu não conhecia… já li que os russos na Frente Leste bebiam líquido anticongelante… sinistro… abraço…

LucianoSR71
LucianoSR71
Reply to  XO
2 anos atrás

Já na Guerra Fria eles bebiam o álcool utilizado p/ resfriamento dos sistemas eletrônicos dos MIG-25.
E encontrei algo sobre o suco de torpedo, quando falei foi de memória:
https://en.wikipedia.org/wiki/Torpedo_juice

XO
XO
Reply to  LucianoSR71
2 anos atrás

Valeu, obrigado por compartilhar… abraço…

XO
XO
2 anos atrás

Acrescentando, ainda no caso da superfífice, os torpedos chegam e saem de bordo em canisters, de onde são tirados (ou colocados) para armazenamento em racks no paiol… isso é feito por meio de um “carrinho” de transporte e aparelhos de força para içamento… Toda faina de munição é cumprida por procedimento específico e briefing… o navio vai para a bóia ou é movimentado para um setor isolado do cais, respeitada a distância de segurança calculada de acordo com o tipo e quantidade de munição que está sendo movimentada… existem outros procedimentos internos, claro, mas é um pouco extenso para descrever… Read more »

Tiger 777
Tiger 777
Reply to  XO
2 anos atrás

Grato pelos esclarecimentos turma.

Vovozao
Vovozao
2 anos atrás

Em complementação ao que falei ontem, vejamos: 1) foi no governo militar que rompemos com USA, fixos acordo Alemanha transferência tecnologia construir Angras 2,3 e 4, foi também com os militares fizemos acordo construir as fragatas no Brasil, foi no governo Lula/Dilma, fizemos acordo construção caças, submarino nuclear, sub convencional, vejam porém, nunca nosso irmão rico do norte fez acordo transferindo tecnologia. Americano, dá, empresta mas não transfere tecnologia, só conseguimos isso na Europa. Sim mais caro, porém, para quem não sabe, podemos a partir daqui também vender outras nações. Esqueci os nossos AMX vieram de tecnologia, para Embraer criar… Read more »

Silvano Conti
Silvano Conti
Reply to  Vovozao
2 anos atrás

Eles transferem tecnologia sim, o KC-390 tem tecnologia e conhecimento de empresas norte americanas, tem que pagar, mas transferem. Outra que eu já soube ouvindo um comentário na rádio CBN, foi que a Sikorsky Aircraft Corporation transferiu conhecimento de projeto de construção de fuselagens para a Embraer, tem um software que a Embraer usa para isso, não sei se veio deles também, com essas técnicas, o tempo de projeto de um avião caiu de cinco para dois anos na Embraer. O Brasília demorou cinco anos para concluir o projeto, atualmente isso leva dois anos. Outra coisa, três fontes diferentes, Barack… Read more »

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Silvano Conti
2 anos atrás

“… tem que pagar, mas transferem.”

Transferência de tecnologia, quando faz parte de um contrato, está sempre embutida de alguma forma no preço. Em parte, isso também se confunde com políticas de offset, quando há cláusulas que obrigam o país vendedor a fazer investimentos no comprador. Mas tudo impacta no preço, tudo tem que pagar para receber.

Humberto
Humberto
Reply to  Vovozao
2 anos atrás

Muita gente fala em transferencia de tecnologia mas até hoje não vi uma explicação detalhada do que isto realmente significa. NENHUMA empresa vende o seu conhecimento pois no dia seguinte você pode ter um novo concorrente. Particularmente acredito que a transferencia é uma forma de justificar ou tornar mais palatável um investimento de grande monta junto a sociedade, isto imaginando que a compra tenha sido, digamos republicana. Você não vende o peixe, vende a vara, linha, molinete, anzol e a isca, ensina como montar a tralha, senta junto com o sujeito para pescar e diz.. joga a isca la e… Read more »

Rafa_positron
Rafa_positron
Reply to  Humberto
2 anos atrás

No caso do prosub, um grupo de engenheiros navais fora pra “ècole de sous-marins” em Lorient para ensinar a tecnica de projeção de submarinos

só existe transferencia de tecnologia se for assim… envolvendo as partes desde a concepção e nos meandros do projeto a ser desenvolvido

de outro modo, acredito que seja só mesmo um paliativo

tai a reportagem:
https://www.meretmarine.com/fr/content/lorient-une-ecole-de-conception-pour-les-sous-marins-bresiliens

LucianoSR71
LucianoSR71
2 anos atrás

Aproveitando o tema instigante dessas últimas matérias, tem uma história muito pouco conhecida, mas que digna de um filme, o que ficou conhecido como o caso do submarino que afundou um trem:
https://cafenofront.wordpress.com/2017/06/21/quando-um-submarino-americano-destruiu-um-trem-do-exercito-japones-na-segunda-guerra/

Vovozao
Vovozao
2 anos atrás

Silvano, não se engane com o tio Sam, eles não transferem tecnologia, eles cedem para ser usado em determinados equipamentos, aviões, navios, sub, qualquer coisa, entretanto você fica preso a eles, vide venda dos tucanos para os africanos, eles brecaram a venda durante mais de 2 anos, por pouco Embraer não perdeu contrato. Eles alegam que tinha tecnologia sensível. Isto é transferência de tecnologia?? Aproveitando eles realmente transferem Israel, França, Inglaterra, Canadá. Veja se eles transferiram para algum “”emergente””.

Humberto
Humberto
Reply to  Vovozao
2 anos atrás

Meu caro, como comentei, ninguém transfere tecnologia. O mesmo tem que ser conquistado ou seja, tem que investir em educação, capacitação e depois em projetos que aproveitem estes investimentos. Para isto, tem que existir uma politica de Estado ou uma grande dose de empreendedorismo, o primeiro não temos e o segundo é rarissimo. Se Israel, Reino Unido, Alemanha, Japão, Coreia (entre outros) conseguem pescar a coisa é porque estão qualificados para absorver e dai desenvolver coisas novas. Muita gente zomba dos chineses que são mestres nas cópias, mas mesmo para copiar, temos que ter massa cinzenta. Zombamos os chineses mas… Read more »

Nilson
Nilson
Reply to  Vovozao
2 anos atrás

Concordo, não tenho visto transferência de tecnologia pelos americanos, talvez algum colega consiga dar alguma exemplo real. O que tenho visto é que eles fornecem (vendem) partes, peças, softwares, equipamentos, para fazerem parte de algum avião, navio, tanque, etc, que seja construído fora dos States. Mas ensinar a fazer essas partes, peças, softwares, equipamentos, não tenho visto (a não ser para os parceiros preferenciais que vc citou).

Silvano Conti
Silvano Conti
Reply to  Nilson
2 anos atrás

Um exemplo?? como é que você acha que o KC-390 abre e fecha a porta em pleno voo?? a Embraer comprou, pagou por isso, veio de uma empresa deles, bem conhecida aliás… o mesmo o faz com Israel e outros países, o Brasil encurta caminho, mas tem que pagar, isso é normal, a China quando não copia, compra dos russos por exemplo. É claro, um dia iriam conseguir abrir e fechar a porta em pelo voo do KC-390, mas se puder pagar para alguém que já sabe, melhor, encurta caminho… quer outra?? você acha mesmo que as centrífugas de enriquecimento… Read more »

Rafa_positron
Rafa_positron
2 anos atrás

Com certeza esse projeto vai colocar o Brasil em outro patamar em termos de tecnologia de submarinos… e mesmo entre as Marinhas com força de submarinos

Um projeto digno até mesmo de países desenvolvidos e com uma estrutura industrial sólida!

Estão todos de parabens

Parabens ao poder naval tambem!

Ps: quando as obras do estaleiro estarão finalmente concluidas?

Marcelo Andrade
Marcelo Andrade
2 anos atrás

Cara, não sei se o Marcos10 ____________
____________

Caraca, tem que desenhar??? Desculpem mas vocês têm muita paciência!!!

COMENTÁRIO EDITADO. MANTENHA O RESPEITO.

Nilson
Nilson
2 anos atrás

“Silvano Conti 13 de junho de 2018 at 20:35 Um exemplo?? como é que você acha que o KC-390 abre e fecha a porta em pleno voo?? a Embraer comprou, pagou por isso, veio de uma empresa deles, bem conhecida aliás…” . Obrigado pelo exemplo, Silvano. Apenas para ficar mais claro esse assunto de ToT, sem qualquer viés ideológico: a Embraer ou alguma fornecedora nacional está fabricando este mecanismo que abre e fecha a porta do KC 390 em vôo (configurando caso em que teria havido transferência de tecnologia)? Ou ela adquire o mecanismo de uma empresa estrangeira e monta… Read more »