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Vídeo: Marinha do Brasil tem novo navio capitânia

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O Porta-Helicópteros Multipropósito (PHM) “Atlântico” foi incorporado à Marinha do Brasil na última sexta-feira (29), em cerimônia realizada na cidade de Plymouth, na Inglaterra, onde está localizada uma das Bases da Marinha Real Britânica. O navio era conhecido como HMS “Ocean” e foi projetado para realizar, dentre outras tarefas, a projeção de poder sobre terra pelo mar e pelo ar.

O Chefe do Estado-Maior da Armada, Almirante de Esquadra Ilques Barbosa Junior, presidiu a cerimônia que contou com a participação da madrinha do navio, senhora Patrícia Monteiro Costa, na realização do primeiro Cerimonial à Bandeira realizado a bordo do “Atlântico”.

“O ‘Atlântico’ significa uma capacidade enorme de combate e defesa de interesses. Seu nome por si só já diz tudo. Representa a sobrevivência e a prosperidade da nossa Pátria. É um outro momento para a Marinha do Brasil”, destacou o Almirante Ilques.

Durante a cerimônia, assumiu o comando do navio o Capitão de Mar e Guerra Giovani Corrêa, que vai estar à frente de uma tripulação de 300 militares. “Após quatro meses de manutenção, o ‘Atlântico’ está pronto para iniciar o período de treinamento que terminará com o nosso trânsito para o Rio de Janeiro e o início das nossas operações com a Marinha do Brasil”, ressaltou.

O PHM “Atlântico” deve chegar ao Brasil em agosto deste ano.

FONTE: Marinha do Brasil

68 COMMENTS

  1. Alguém aqui sabe informar quem é a Sra Patrícia Monteiro Costa, e como se dá esse processo de escolha da Madrinha do navio?

  2. A vinda do Bahia e do Atlântico são um momentâneo respiro de alívio que permitirá que a MB possa se concentrar na substituição de suas escoltas por meios 0km.
    Que o programa Tamandaré siga o seu curso sem interrupções ou contingenciamentos e que, em seguida, se foque nas fragatas de grande porte.

        • Rapaz, aquele projeto da Arrowhead 140, da Babcok, era perfeito para a MB, depois de definida a questão das CCTs…

          5700T, 32 VLS, canhão 127mm, sonar rebocado, radar 3D…. fantástica!

          8 CCT + 4 Arrowhead 140 nos próximos 10anos…
          Avante Brasil!

  3. Eu vou contar um sonho de juventude que tinha, sonhava ver na marinha o Foch, um porta helicópteros com capacidade anfíbia, 2 destróiers Spurance elevados à condição de cruzadores como escoltas e dividir em 2 frotas, uma com sede no RJ e outra em Salvador.
    Aí eu pergunto, futuramente o Brasil adquirindo um porta aviões, o Atlântico poderia operar também no rio Amazonas, já ele tem essa capacidade anfíbia e de operar helicópteros? Desculpem minha ignorância.

    • USS Montana,

      Um vaso do tamanho do ‘Atlântico’ jamais seria capaz de penetrar o Rio Amazonas. E creio que nem seria necessário.

      Uma força de superfície crível precisa ser maior que isso. Salvo melhor juízo, a própria Marinha havia determinado um número mínimo de 16 escoltas como o ideal. E francamente, não creio que seja possível pensar ao menos em um núcleo de força naval que não tenha ao menos quatro escoltas acima das 4000 toneladas…

      O Brasil já possuí um núcleo muito bom para operações anfíbias, com ‘NDM Bahia’ e o ‘PHM Atlântico’, restando apenas um bom navio de apoio logístico ( NApLog ). Já um porta-aviões, este é o último a se pensar… A prioridade deve ser um componente de negação do mar, e somente após partindo então para um componente de intervenção, com escoltas, navios anfíbios e o porta-aviões, nesta ordem… Claro que invertemos um passo, com os vasos anfíbios primeiro, mas estes foram aquisições de oportunidade que não poderiam ter sido ignoradas. E de qualquer forma, as novas escoltas haverão de sair…

    • Caro USS Montana, difícil imaginar a MB com um PA, um catobar (com catapultas) é um navio caríssimo para usar aviões caros, já um menor, como o que a Itália está construindo para substituir o Giuseppe Garibaldi (em torno de um bilhão de Euros), só poderá operar aviões VTOL, hoje Harrier e o F-35B. Quando a MB decidiu aposentar o São Paulo (decisão irrepreensível), sabiam que dificilmente teriam uma outra chance, o cancelamento da modernização dos A4 é outro sinal que vão deixar de lado os PA. Veja bem, a MB entendeu que não existe maneira de ter um PA e não que não deseje o mesmo.
      No mais, não vejo o porque do Atlantico não subir o Rio Amazonas, navios bem maiores vão até Manaus como o Queen Victoria que pesa lá os seus 90.000 toneladas.

      • Nem se houvesse a capacidade de subir o Amazonas isso jamais seria desejável, ou sequer será considerado.

        Um navio como o Atlântico, ou simplesmente qualquer outro grande navio combatente de superfície, e incluo nisso corvetas, fragatas ou o que for, JAMAIS deverão ser colocados para subir qualquer Rio mesmo que seja inteiramente dentro da capacidade desses navios. Pelo menos jamais de forma operacional.

        O motivo é simples. Não se coloca um navio desses em um local onde não consegue fazer o melhor uso de seus sensores, não consegue manobrar e não tem qualquer liberdade de ação. Seria um alvo fácil demais e estaria negando o motivo da existência desses navios. Definitivamente seria a pior idéia jamais pensada para o uso de navios assim.

        Imaginem que, se a linha do horizonte no mar, a curvatura da Terra, é um fator limitador dos sensores à bordo do navio, imaginem não apenas isso, mas uma linha de árvores imensas. Se um navio usa a grandeza do mar como forma de ocultação e elemento surpresa, um Rio já delimita seus movimentos de maneira clara, ao longo do curso do Rio. Por maior que esse rio seja.

        • Meu caro, só comentei que é possível subir o amazonas, mesmo sendo de um porte do Atlantico. Acredito que raramente um navio está em prontidão para um pega para capar, normalmente o tempo é gasto com navegação, treinamento, exercícios e é claro, mostrar bandeira. Concordo que não deve ser comum uma corverta ou fragata subir em um rio, coisa para monitores.
          Particularmente já vi um Arleigh Burke navegando no Rio Hudson, existe o NYC Fleet Week Parade, temos que lembrar que o Rio Hudson é bem menor que o Amazonas. Acho que rola em maio (fui em 2016) dá para ver bem perto do museu do Intrepid. É um destes passeios que vale a pena. Achei este video abaixo deste ano, mas é só googar que acha um monte.
          https://www.youtube.com/watch?v=NZKzE6zFwZQ
          Um grande abraço.

          • ha sim, colocar um navio desse porte, numa região assim em período de conflito é complicado mesmo, pode ser atacado por morteiros etc…., agora tem um porém, você pode navegar no rio para matar alguns tipos de cracas marinhas, que morrem em água doce, os EUA esta fazendo isso com seus navios e submarinos a anos, e economizando milhões em manutenção e limpesa docasco

          • Rogério…
            .
            o que os EUA e outros fazem é investir em estudos para proteção dos cascos de seus navios utilizando novas tintas por exemplo e não fazendo eles navegarem em rios…aliás…mesmo os navios da US Navy podem passar meses atracados principalmente quando necessitam de manutenção atracados ao pier.
            .
            Também não faria muito sentido enviar um navio baseado no Rio de Janeiro até o rio Amazonas e pagar pelo combustível gasto na ida e volta quando então ele estaria exposto à agua salgada outra vez na volta e os organismos rapidamente recomeçariam à atacar
            o casco.
            .
            É um problema sério…mas para navios que “empurram” água salgada ir até um rio de vez em quando não resolve.

        • Bom para o submarino, se bem que acho muito arriscado para ele se meter num local assim, longe do ideal, mas ainda vejo motivo para ele se meter em algum lugar assim, como coleta de inteligência. Mas para um trambolho de mais de 200 metros de comprimento, convôo, etc, não é uma boa. É apenas um alvo ENORME, na qual suas qualidades são completamente negadas.

          • Não falei que a marinha vai fazer falei que fazem, e sim a usar navy faz isso com seus navios, até mesmo por que não possui meia dúzia de navios e submarinos e sim centenas

          • Rogério…
            .
            você não deve ter visto então fotos do cruzador USS Port Royal, um dos navios que teve a cor vermelha aplicada abaixo da linha da água substituída por azul…tratou-se de uma nova tinta siliconada justamente para reduzir à aderência de seres vivos que “atacam” o
            casco, um dos exemplos de que “confiar” apenas em água doce não é suficiente.
            .
            Mas, se você, puder compartilhar onde você encontrou tal informação de que a US Navy faz seus navios navegarem em água
            doce para “matar” organismos nocivos que aderem ao casco,
            de maneira regular, agradeço.
            .
            abs

        • Em 82 estive em Manaus,e vi no porto vários navios da US Navy,a uns dez anos atrás houve um operação na área e uma corveta Inhauma esteve por la,
          O Porto de Santarem que fica a 4km do rio amazonas tem capacidade de navios de ate 55 mil toneladas no berço,trafego intenso na região,com exportação de soja e a zona franca de Manaus.

  4. Lindo uniforme de gala das FAA,s, no caso da MB tanto o uniforme preto quanto o branco.
    Acho que em entrevistas televisivas etc os oficiais deveriam utilizar apenas eles.
    Mas em inúmeras vezes vemos oficiais do EB/MB/FAB utilizando uniformes camuflados em ocasiões civis.
    Sei que foi off- topic, desculpem!

    • Vários desses canais de YouTube publicam muitas informações falsas, são a verdade Fake News, infelizmente um vídeo desses não tem menos de 150.000 visualizações, ou até muito mais. Muita desinformação.
      Começa pelo título do vídeo, pode prestar atenção, o título do vídeo já induz a desinformação.
      Nesses vídeos você “se informa” que o MTC-300 da Avibrás que o Brasil usará, tem limite de alcance de no máximo 300 Km, e a culpa seria de FHC que assinou um acordo e tal…. e aí ele aproveita para exaltar o BrahMos, da Índia, que na verdade é dos russos, que ao que se sabe, tem como alcance máximo 290 Km, e este parece ser mesmo o seu limite.

      • Depende muito da fonte. A maioria é uma porcaria, mas há alguns realmente bons. Youtube é como o resto da internet, onde há sites como a Trilogia e há sites como o Sputinik.

        Quanto à informação do navio, realmente ele demorará até dois anos para estar 100% operacional na Esquadra por se tratar de um dos navios mais complexos que a MB já pôs a mão e ter uma enormidade de capacidades a serem testadas e atestadas.

        Mas de qualquer maneira ele estará no cais do AMRJ no mês que vem e nada impede seu uso em caso de estourar o conflito com a Venezuela ou termos algum desastre na nossa costa exigindo ajuda humanitária, por exemplo.

    • A previsão é de que em 2020 terminem todas as certificações necessárias para operação plena, tornando-se 100% operacional.

  5. o que eu achei interessante foi o Chefe do Estado-Maior da Armada falando sobre a possibilidade do uso de VANTs no Atlântico. Por mais obvio que pareça, essa possibilidade foi comentada pouquíssimo aqui no fórum. Eu ouvi falarem até mesmo de adaptações no Super Tucano e no Pampa (!) pra operarem embarcados no Atlântico, mas o pessoal parece ter esquecido que VANTs por serem muito mais leves potencialmente teriam uma operação muito mais simples.

    Baseado nisso, seria possível fazer uma versão naval de um VANT de grande autonomia e média altitude (MALE) como o Hermes 900 ou o Heron/Caçador e utilizá-lo para patrulha marítima e alerta aéreo antecipado? Me parece fazer muito mais sentido utilizar uma aeronave com autonomia pra cerca de 40 horas fazendo essas funções sensíveis e de alto nível de estresse (mantendo seus operadores no conforto do navio, com trocas de turno etc) do que confinar uma pequena tripulação dentro de um helicóptero adaptado pra AEW (como é doutrina na RN por exemplo) com autonomia muito mais limitada e demandando um grande número de aeronaves se alternando na função.

    Adaptações como asas dobráveis para caberem nos elevadores me parecem relativamente simples, mas o que eu gostaria de saber é se um VANT desse porte poderia decolar e pousar no convés do Atlântico.

    • Existem VANTs apropriados para operarem a partir de navios, e a Marinha já até recebeu propostas de empresas que fornecem esses aparelhos.
      Me lembro de um modelo, creio que era de uma empresa norte americana, era lançado por rampa, o mais provável é que estejam falando desse tipo de VANT.
      Operar ST a partir desse convés vejo como difícil, além de altamente arriscado, não teria finalidade.

    • Creio que os Vant não serão do porte do Hermes e sim algo do porte do ScanEagle ou o RQ-21. Quanto a navalização do ST ou mesmo do Pampa (cada uma) é viajar na maionese. Se mesmo na época do São Paulo um projeto destes não andou, imagina no Atlantico. O navio não é para isto.

    • Pampa e um lixo de avião
      O A-140 não opera nunca operou e nunca vai operar aviões, não é projetado para isso, existe x fatores para poder operar aeronaves de asas fixas, no máximo um F-35b pousar e de colar em casos extremos, e isso se não danificar o convés com calor das turbina

        • Faz por que é só isso que eles tem, por isso nunca vendeu , um avião a jato com desempenho ridículo, aliás os argentinos usam até como interceptor, para ver a situação la

          • Não.

            Como foi dito pelo outro forista, o Pampa atende perfeitamente ao que foi projetado, que é ser utilizado no curso de formação de caçadores da FAA.

            Se eles o usam hoje como interceptador é por conta do embargo feito a Argentina pelo Reino Unido. Se não tem cão, caça com gato.

            Com relação as vendas, por melhor que seja o avião, se não houver uma condição comercial adequada não se vende. E acredito que no caso do Pampa não houve esta condição.

          • Se a culpa fosse do embargo, bastava comprar aviões russos.
            Mas há também ofertas ocidentais de Mirage F1, 2000, Kfir e etc. A Argentina até comprou Super Etendard.
            A verdade é que a culpa é da Argentina que não tem vontade de direcionar parte de seu orçamento para adquirir caças. Simples assim.

    • Marcelo li que o tempo de operação de sistemas AEW seja por helicóptero ou avião é limitada pelo fator humano, normalmente 4 horas para a tripulação, um E-2 tem autonomia de 6 horas e um caracal por exemplo tem autonomia de + 5 horas. A maior limitação é o teto de voou das aeronaves um helicóptero tem 6km vs E-2D 8km isso que dizer que a área de vigilância menor.

      PS: O Atlântico embarcava 2 AEW quando em operação na RN e chegaram a testa-lo para usar o radar para reconhecimento.

  6. Prezados senhores do PN e demais especialistas no assunto. Além dos três reparos do sistema CIWS Phalanx que foram retirados do agora PHM Atlântico, reparei que os 5 domos redondos (antenas) também não estão mais no navio.

    Eram duas grandes antenas redondas no mastro onde está o radar Artisan 3D; outra a meia nau, à frente da grande chaminé quadrada, e outras 2 antenas redondas sobre o passadiço. Elas reduzem de alguma forma a capacidade do porta helicópteros ou não faz diferença?

  7. Existe sim um VANt helicoptero passivel de ser utilizado no A 140 sem perigo de outras atribuicoes…se nao me falha a memoria ja foi testado pela MB, pela RN e tbm pela USNAVY, so nao sei se aqui foi na fragata Niteroi ou no falecido A 12. Acho que denominado heliconpter, fabricado na Austria.

  8. Caros Silvano e Celso, não estou me referindo a VANTs como o Camcopter e o ScanEagle (citados por vcs), que por serem já adaptados pra uso naval poderiam evidentemente ser utilizados sem problemas no Atlântico. acho que esses devem ser usados sim, mas eu estou falando de VANTs maiores e mais capazes de outra categoria (MALE). estes teoricamente poderiam ser equipados com sensores muitos mais pesados e sofisticados e muito além de melhorar a ‘situational awareness’ do GT (que seria a função dos VANTs citados) poderiam potencialmente ser usados em missões de esclarecimento marítimo e AEW. quanto a operação do Super Tucano (já que aparentemente não ficou claro), eu não sugeri isso de forma alguma, estava justamente mostrando como o pessoal estava altamente “inventivo” em relação ao que operar no Atlântico mas não estava contemplando os VANTs.

  9. É o camcopter….

    Existe uma empresa nacional que produz o FT-200-FH, um canto tipo helicóptero que parece ser interessante para esclarecimentos.

  10. Hoje por uma questão de curiosidade, puxei a ficha técnica do NAeL Minas Gerais (A-11), e comparei com PHM Atlântico, notei que existem poucas diferenças em tamanho e largura:
    Diante dessa coincidências entre as duas belonaves (apesar de servirem para propósitos diferentes). Para quem viu o Minas Gerais de perto (pelos menos nas proporções), terá a impressão que já viram um navio parecido.

  11. Outro detalhe importante sobre o PHM Atlântico A-140, é que o novo navio capitânia da Marinha do Brasil, já está disponível para rastreamento via AIS através do site Marine Traffic

  12. Um rei nunca perde a majestade, nau capitania no RN, nau capitania na MB, bem-vindo Atlântico ocupe seu lugar de destaque na Marinha do Brasil, e, que você seja o começo de boas notícias para nós.

    • Toda compra vai agradar alguns e desagradar outros, não entendi a pergunta”o que aconteceu?” Era para acontecer alguma coisa?

  13. A vocês que entendem ou alguém que saída informar:
    Hoje vi uma entrevista com os CEO’S da SAAB/DAMEN, eles foram bem realistas sobre as condições apresentadas,
    Daram cobertura durante toda a vida útil da corvetas(s), a primeira construída viram dois módulos da Suécia, meio e parte frontal, aonde técnicos Brasileiros deram capacitados a construírem as outras inteiramente no Brasil, prometem entregar as corvetas antes do prazo, daram apoio nas manutenções de meia vida, e dão um financiamento.
    A pergunta é: verdade ou papo de vendedor, eles fossem que tudo está explicado na proposta. Nunca vi nada assim tudo falado ao vivo no RIDEX. Podem confirmar

  14. Uma adição de renome a Marinha Brasileira. Que venha também um complemento de helicópteros novos em folha e bem equipados, assim como algumas escoltas para um grupo tarefa de porte médio.
    Será que a Inglaterra não poderia por algumas fragatas avenda de oportunidade? Existem boatos dessa índole?

    • Assunto já amplamente debatido aqui.
      No mundo quase não há escoltas usadaa disponíveis, em bom estado e a bom preço.
      Quem tem usa até o osso.
      A RN pretende se desfazer das type 23. Mas talvez demore e ninguém sabe em que condições estarão em meados da década de 2020…

    • A previsão de descomissionamento da primeira Type 23 é 2023, depois cerca de uma por ano. Com possibilidade de atraso, caso as novas fragatas Type 31 não fiquem prontas até lá. Houve boato de que colocariam umas duas ou três a venda antes, mas devido à gritaria que houve, contrária ao enfraquecimento exagerado da Royal Navy, não se tem falado mais nisso, pelo contrário, foi desmentido oficialmente. As sondagens da Marinha que foram feitas e reportadas aqui no Poder Naval também são no sentido negativo.

    • Existe uma torcida e boato, mas de boa índole não..
      A um tempo atrás, muita gente jurava de pé junto que a Inglaterra iria disponibilizar as T23 (alguns diziam que seriam quase todos) para o Brasil e Chile, pouquíssimos com os pés mais no chão (como o Dalton) educadamente tentou explicar que isto não tinha muito sentido, lembro que muita gente escrachou ele e tai, nada de T 23.

    • Mas, de qualquer forma, para 2023 e seguintes, entendo que serão uma boa opção para a MB possuir algumas fragatas, mesmo que venham sem uma boa parte dos equipamentos, que serão transferidos para as Type 31. Pelo andar da carruagem, por lá (daqui 5 anos) estaremos apenas com a Barroso, 2 ou 3 Tamandaré e 2 ou 3 FCN. E sem projeto de fragata em andamento.
      Então, as Type 23 podem vir a ser uma boa solução (ou talvez a única viável), principalmente devido ao fato de serem 13 navios, descomissionados paulatinamente, permitindo aquisições e modernizações/reequipamentos de forma parcelada ao longo dos anos, comunalidade, escolha dos melhores navios quanto a casco e propulsão e uma grande disponibilidade para aquisição de navios para serem canibalizados, se necessário. Serão navios bem usados e desdentados, mas se forem a preço justo e não estiverem em péssimo estado de casco, permitirão uma sobrevida de vários anos no tocante a fragatas.

  15. Em relação a antenas, ou outro sistema que a inglaterra tenha retirado, vale lembrar que o A12, operava com helicoperos e aviões então deve ter equipamentos equivalentes, sendo que o SP deu baixa, logo podemos alocar muitos equipamentos do SP para o Atlântico, minha dúvida e sobre o sistema de gerênciamento de combate nacional!

    • Não é bem assim.

      O sistema anti-torpedo que equipava o Ocean foi retirado e não existe no A12.

      As “antenas” retiradas eram de sistemas de uso exclusivo da OTAN. Portanto não há equivalentes no Brasil, nem no A12 nem em qualquer outro navio da MB.

      Com relação ao SICONTA, não será instalado no Atlântico, pelo menos num primeiro momento.

      A único sistema do A12 que será transferido para o A12, até o momento, é o sistema de defesa de ponto Simbad.

  16. A Marinha deve instalar até 2020, quando o declarar full um sistema anti torpedo,sabe bem que ele é um alvo fácil, dada a baixa velocidade e a importância que assume na esquadra.

  17. Creio que quem já passou principalmente do grupamento aéreo, deve ter prioridade para ser remanejado, pois já tem uma boa base da doutrina na operação de helicópteros, claro, vão ter que se adaptar ao novo modelo. Já o resto da tripulação não sei, temos que lembrar que são navios com características diferentes, desde velocidade, motorização, sensores e de operação.
    O São Paulo está parado a anos, creio que boa parte da tripulação já está alocado em outras funções.

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