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Navio-Escola Brasil abre para visitação em Natal neste final de semana

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Visitação pública acontece neste sábado (28) e domingo (29), das 14h30 às 17h30, no Terminal Marítimo de Passageiros, no bairro da Ribeira. Acesso é gratuito

O Navio-Escola Brasil, da Marinha do Brasil, está com visitação aberta ao público em Natal neste sábado (28) e domingo (29), das 14h30 às 17h30. O acesso, que é gratuito, deve ser feito pelo Terminal Marítimo de Passageiros, no bairro da Ribeira, na Zona Leste da cidade.

Além de Natal, o Navio-Escola Brasil passará pelos portos de Belém e Fortaleza, Las Palmas e Valência (Espanha), Toulon e Rouen (França), Pireu (Grécia), Gênova (Itália), Lisboa (Portugal), Londres (Inglaterra), Hamburgo (Alemanha), Baltimore e Miami (Estados Unidos) e Cartagena (Colômbia). A missão só deve ser concluída em dezembro.

O Navio-Escola Brasil
O Navio-Escola Brasil foi construído pelo Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro, a partir de um projeto desenvolvido pela Diretoria de Engenharia Naval, ambos órgãos da Marinha do Brasil.

Sua construção foi iniciada em setembro de 1981 e após dois anos, no dia 23 de setembro de 1983, o Navio foi lançado ao mar, tendo sido incorporado à Marinha em 21 de agosto de 1986. A tripulação é composta por 32 oficiais, 226 praças e 208 guardas-marinha.

FONTE: G1

18 COMMENTS

  1. Essas visitações públicas dos navios da MB são muito legais.

    Por volta de 1974 ou 1975 meu pai sempre me levava para o porto em Recife quando os navios da MB atracavam. Visitei muito os CT´s e os Guppy. Não me lembro bem o ano, mas também fui visitar a então novíssima Defensora, vinda direto da Inglaterra e ainda cheirando a tinta ! Parecia uma coisa de outro mundo comparada aos velhos CT´s.

  2. É muita gente mesmo.
    Filas virando quarteirão.
    Tem hoje e amanhã.
    Conversei com alguns integrantes da tripulação e guardas marinha.
    Percebi que o pessoal está por fora de muita coisa.
    Não sabem sobre prosub, nem licitação classe Tamandaré, nem deslocamento das fragatas, nem sobre o Atlântico sul.
    Muito simpáticos mas alguns muto desinformados…

      • Poderia colocar no programa de 7 anos do curso a leitura diária do poder naval.
        O cara não sabe que está chegando um porta helicópteros.
        Não sabe o deslocamento das fragatas da MB, estão por fora dos helicópteros empregados.
        Um moreno carioca da área de armamentos até parecia mais informado.
        Canhão antiaéreo, com um cartaz avisando que deveria evitar dar mais do que uns 140 tiros em sequência.
        A pintura está em dia. Disseram que passa uns seis meses em manutenção e seis meses nessa viagem.
        Quando terminarem serão oficiais.
        Parece muito com as fragatas.
        Mas tem a área dos “térreo” na polpa, parecido com a type 31, com aquela varanda.

      • Incrivel! Penso que sao instruidos a nao comentar assuntos que possam causar polemicas – como licitaçoes em curso, alem do que às quais, logicamente, alunos nao tem acesso – , assuntos classificados, e assim por diante. Mas pelo menos aspectos triviais, ilustrando desde fundamentos como amarraçoes e vida a bordo, até rotinas de navegaçao deveriam ser abertos ao publico, propiciando uma imagem favoravel à instituiçao.

  3. Caramba, quer dizer que em 1981 a gente sabia construir fragatas inteiras? E hoje não conseguem terminar navio patrulha de 500t? E depois querem Tot pra quê????? Só para pagar caro e depois tudo se perder como foi com o AMX, o Brasil definitivamente não tem solução, temo que depois de construir 1 ou 2 submarinos o programa seja cancelado e tudo esquecido daqui a 50 anos, é Brasil…

  4. Navio escola deveria entregar (uma revista, tabloide, folders) para os visitantes. Mas se os marinheiros e tripulação não sabem que o Atlantico está chegando, que o Riachuelo tá quase, que as Tamandarés serão…

    Não é erro do comando? O comando atualiza os comandados? Serão oficiais e não conhecem os helis embarcados? Não sabem informar deslocamento?

    Eita. Reprova a turma. Depois troca o comando.

  5. Se alguns querem saber deslocamento, comprimento etc, sugiro pegarem uma carta de Super-Trunfo e lerem…
    Ficar criticando as pessoas é muito fácil.
    Eles deveriam estar com uma enorme boa vontade e um grande prazer em mostrar o navio.

  6. Perguntaram para quem? Para a tripulação do navio ou para os alunos em viagem de instrução?
    Para a tripulação, eles vão te responder aqulo que eles lidam no dia a dia. Aquilo que é o trabalho deles. Eles tem que saber, e bem, aquilo que é sua função. Dora disso, podem saber ou não. Não tem obrigação de saber. E quanto a dar informações, os militares tem por praxe não entrar em detalhes de nada. Existe uma ordem hierárquica. E ninguém quer se comprometer a falar, mesmo que coisas triviais, para evitar incomodação que possa surgir com o seu superior. E para que perguntar sobre o Atlântico, sobre aeronaves da MB, para um tripulante de um navio escola? Ele faz o trabalho dele. E essas informações estão disponíveis na internet, com a maior facilidade.
    Para os alunos, perguntas assim sào inócuas. Se eles souberem, não vão responder, pq estão ainda como alunos. Aluno, em instituições militares, é um ser praricamente invisível….todo mundo manda nele. E, além disso, nessa época do curso, é muito estudo e ralação. Nem tem tempo de dicar se informando sobre coisas fora do seu dia a dia.
    E, além de tudo isso, temos muitos (conheço alguns), que são militares somente pelo salário e emprego seguro. Fazem apenas o que lhes cabe e não querem saber de mais nada. Vão trabalhar, cumprem expediente e, no final do dia vão embora e “esquecem” do trabalho e tudo que lhe diga respeito, até o outro dia de manhã. E isso não é uma crítica. Cada um vive como bem entende.
    Então, se querem informações sobre equipamentos militares, procurem na internet. Dificilmente obterão, com raras exceções, essas infos com os militares envolvidos.

  7. Claro…a obrigação é picar o cartão e voltar pra casa. Acorda, levanta, vai cumprir, na volta escova o dente e toma banho.

    Não precisa saber nada. Nem que navio é aquele que está atracado. Que somente por coincidência é um navio escola. Não dá tempo de mais nada. Se o visitante fizer perguntas, fica quieto que ele vai embora.

    Ou finge que é o guarda do Palácio de Buckingham.

    • Encostado ou escamado, como chamamos, existem em quaisquer atividades… você está generalizando…
      Eu mesmo, como GM, pouco sabia de detalhes de nossos meios… conheci um pouco daqueles nos quais fiz estágio… mas não se pode esperar muito de quem está apenas começando a carreira…

      • Me desculpe , esse seu argumento é falho. Aparentemente nos aqui, civis, estamos muito melhor informados do que aqueles como vc, quando ainda GM , deveriam estar.

        • Respeito sua opinião… mas é fato que, em início de carreira, conhecemos aquilo que nos foi apresentado… é a prática que traz o conhecimento que precisaremos e utilizaremos ao longo da carreira… por exemplo, mesmo sendo Oficial de Superfície, conheço um pouco das aeronaves da MB, mas isso porque tive oportunidade de operar com algumas… sobre submarinos, aprendi o que precisava para atuar como Oficial de Combate AS… se não tivesse servido na Amazônia ou sido XO do P51, não saberia nada de navegação fluvial, PatNav ou SAR…
          Não acredito que seja diferente com outras carreiras, mas não devo fugir ao propósito do post nem alimentar polêmica inútil…cada um na sua…

          • XO,

            Relendo o meu comentário acima percebi que fui grosseiro com você. Peço desculpas por isto, não era minha intenção, mas saiu meio torto.

            Aproveito para reafirmar aqui todo o meu respeito e admiração pela MB e pelos seus integrantes, até porque era meu sonho entrar para a Marinha, mas que por circunstâncias alheias a minha vontade não pude fazer o Colégio Naval na época.

            Um abraço e me desculpe.

  8. Mk 48, tranquilo, não levei para o lado ruim, apenas chamei a atenção sobre o conhecimento que o jovem tem em comparação com o que gostaríamos que ele tivesse… no hard feelings, bro….

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