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Vídeo: PHM Atlântico deixando o Reino Unido rumo ao Brasil

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O vídeo divulgado pelo canal Warship TV no Youtube mostra o Porta-Helicópteros Multipropósito (PHM) Atlântico deixando a base naval de Devonport em Plymouth, Reino Unido, rumo ao Brasil.

O navio fará escala em Lisboa e deverá chegar ao Brasil na segunda quinzena de agosto.

O PHM Atlântico proporcionará à Marinha do Brasil importantes capacidades anfíbias e de operações navais com helicópteros embarcados para a manutenção da segurança do Atlântico Sul e a defesa dos interesses marítimos do País em qualquer parte do planeta.

Projetado para operar com até sete helicópteros em seu convés de voo e 12 no hangar, pode transportar de 500 a 800 Fuzileiros Navais e projetá-los por movimentos helitransportados, ou por superfície, empregando suas quatro lanchas de desembarque, a partir de uma distância de até 200 milhas da costa (cerca de 321 km). Possui, ainda, diversas salas de planejamento para uso de Estado-Maior.

É dotado de um Sistema de Combate que integra o Sistema de Comando e Controle LPH CMS, quatro canhões de 30mm DS30M Mk2, dois Radares 1007, um Radar 1008 e do moderníssimo Radar Artisan 3D 997, com elevada capacidade de detecção e acompanhamento.

76 COMMENTS

  1. Nunão/Galante,

    Acaso voces ou algum colega sabe a capacidade de carga de rolagem da rampa traseira?

    Quanto ela aguenta para desembarque de veiculos em mar?

    • Carvalho,
      Não sei os números, mas tudo que li até hoje sobre o navio (e vi em imagens de operação da rampa e barcaça) é que a capacidade é para veículos leves e médios. A área específica para armazenagem de veículos também não é grande (ocupa mais ou menos 1/5 do comprimento a partir da popa, seu limite é o elevador de ré). Há uma rampa interna conectando essa garagem ao convoo, caso a missão envolva transporte veículos no mesmo.

  2. Que orgulho em ver esse navio em nossa marinha. Isso vai da um suspiro para nossos marinheiros de alegria, já que a situação é deplorável.

  3. Embarcação perfeita para nossa Marinha! Ótimo vídeo! Parabéns ao Poder Naval que desde 2010 informou a possível compra do Ocean pela marinha brasileira, e hoje o agora Atlântico é da MB!

  4. Para uma operação de segurança, qual raio de proteção que o A140 Atlântico consegue impor?
    Na configuração apropriada conforme o Sr. Luiz Monteiro sugeriu, “Caso a missão seja ASW/ASuW, o porta helicópteros embarcará o maior número possível de aeronaves MH-16 e UH-15A, sendo o conjunto complementado por um ou dois helicópteros de transporte médios, tipo UH-15, e um ou dois aparelhos leves, de ligação”

  5. Hummmm…

    Estava pensando neste bichinho aqui…..o Arisgator….um M113 com kit italiano da Aris.

    Com isto ele ganha capacidade oceanica igual e até melhor que o AAv-7 …..vira um mini Clanf de 10 tropas….e apenas 13 toneladas….

    Provavel que as rampas suportem e bem este valor…13 ton e menos da metade do AAv-7…..

  6. O fato da politica brasileira não ser belicosa fará com que a Marinha se acomode no sistema de defesa com os canhões acoplados, não deveria ser assim, mesmo que o Atlântico não confronte grandes adversários esse deveria no minimo estar armados com duas baterias de misseis distintos, sendo um de médio alcance e outro de curto alcance, lógico, com um sistema integrado aos dois tipos de pronta resposta, as Malvinas deram essa grande lição ao ingleses, possuíam navios distintos, as Type 42 empregava médio, as Type 22, curto, deu no que deu, a Coventry foi para o fundo porquê a broadsword foi impedida de atirar. Se bem que preferiria os vulcans ou similares.

  7. Penso que não haverá outra ocasião ou possibilidade melhor (nos próximos anos) da Marinha demonstrar em uma cerimonia pública oficial (que espero que a mídia dê o devido e merecido destaque), como também para os (cidadãos) civis que torcem pelo incremento de Nossa Armada, com essa grande celebração da chegada do PHM Atlântico ao Brasil. Ao meu ver deveria ser uma cerimônia (utilizando a TV Marinha via transmissão ao vivo pelo Facebook, pois as grandes redes de TV’s não conseguirão ter acesso ao Navio em alto mar, mostrando o PHM Atlântico adentrando o mar territorial (de 200 milhas) do Brasil, e neste momento recebendo a escolta de Fragatas, e chegando próximo ao Rio de Janeiro o grande momento da cerimônia (do mesmo nível da chegada no NAe São Paulo) se juntando em formação com a esquadra na condição de Navio Capitânia, e na sequência um Desfile Naval próximo da praia. Seria um mega evento !!! Quem sabe não ocorra isso ?

  8. O Navio e lindo e foi uma ótima compra mais tem uma coisa que me incomoda muito ,porque não se aumenta o tamanho da bandeira nacional que e tao bonita?

  9. Peço desculpas aos feras que aqui escrevem. Sou um esforçado e fã de assuntos militares. Gostaria de saber as definições e especificacoes sobre os seguintes navios e quais ainda estão em servico:
    Couracado
    Corveta
    Fragata
    Destroier
    Cruzador

    • Couraçados são navios grandes pesadamente blindados e armados com grandes canhões que se tornaram obsoletos com a chegada de mísseis e aviação naval após a Segunda Guerra Mundial. Corvetas são pequenos (varia de marinha para marinha) navios de escolta/patrulha, usados principalmente nas águas territoriais. Fragatas são escoltas médias que podem realizar missões em águas internacionais. Destróier ou contratorpedeiro são escoltas “pesadas” consideradas padrão nos grupos de batalha liderados por porta aviões. E o Cruzador são navios que estão caindo em desuso, fazendo mais ou menos a mesma função dos destróieres, mas geralmente mais dedicados ao combate antiaéreo (antigamente os destróieres faziam o combate anti-submarino). Lembrando que fragatas e contratorpedeiros modernos PODEM ser escoltas multi-missão, realizando missões anti-submarino, antiaérea e ataque terrestre. Em resumo, acho que é isso aí.

  10. Fico me perguntando se não seria uma boa para o Brasil entrar em parceria com algum país (como fez com o Gripen) para reconstruir a armada. Imagino que a produção em escala seria benéfico para todo mundo, além do fornecimento de peças “Made in Brazil” nesses navios.

    • Olá Daniel. Em outros posts, eu defendi a integração das industrias de defesa da Argentina, Brasil e Chile (ABC) em torno de um amplo programa de reaparelhamento das forças armadas destes países. Programas de defesa dependem de demanda (não de escala). O que fosse possível fazer aqui, faríamos e ampliaríamos o comercio regional. O que não fosse possível fazer aqui, importaríamos. Eu defendo que os países do cone sul devem buscar a integração e a colaboração, ampliando o comércio e a produção industrial local. Não faz sentido colocar a Argentina, Chile e demais países latinoamericanos como potenciais inimigos. Uma hipotética guerra local seria um desastre econômico e humano. Precisamos ampliar a colaboração, “Por supuesto” nossos inimigos potenciais não estão no continente sulamericano.

      • Na verdade, estava pensando em uma aliança com países fabricantes de alta tecnologia. O que países latino-americanos poderiam agregar á nós? Sem falar que na América do Sul existem muitas rivalidades históricas, como acontecem na Europa. Outro ponto é que a transferência de tecnologia só faz sentido se houver demanda. Afinal, de que adianta saber como construir um Gripen se for para ter apenas 36? Minha ideia é participar do projeto e construção de navios de marinhas tamanho médio (Espanha, Itália, Japão, França e Reino Unido, por exemplo) e dividir os custos e a produção. Isso teria dois objetivos: criar um pólo industrial (que se beneficiaria e se manteria com a fabricação de materiais para a MB e parceiros estrangeiros) e baixar custos com uma produção maior. Se até os EUA estão dividindo os custos (F-35), por que não fazer o mesmo com outros países? Depois de saber “como” fazer, aí sim poderíamos pensar no “vender” para os países latinos.

        • Caro Daniel. Acho um pouco complicado comparar a produção de aeronaves de caça com a fabricação de uma 4 ou 6 navios. Não é uma questão de aprender, mas de produzir localmente o que as industrias destes países já dominam. A escala de produção de navios militares, incluindo as necessidades de algumas marinhas latino-americanas. Creio que o exemplo do F35 não seja bom, considerando os problemas. Melhor seria comparar o programa das FREMM francesas e italianas. É um fato que as marinhas do Brasil, Argentina e Chile necessitam de novas fragatas (diria que juntas, haveria uma demandas para umas 15 unidades). Apesar da crise, a industria naval brasileira ainda seria a maior, mas as industrias do Chile e Argentina possuem capacidade de produzir muitos equipamentos, além de possuírem estaleiros que poderiam fabricar localmente seus cascos. Cada marinha poderia escolher suas características de armamentos e eletrônica, enquanto que outras partes poderiam ser padronizadas com algum grau de nacionalização. A ideia não é “vender” mas produzir localmente compartilhando a base industrial de cada país. Talvez houvesse um ganho de escala, redução de preços… não sei. Mas com certeza haveria um enorme impulso econômico e comercial que beneficiaria os três países. Considerando um preço médio de US$ 600 milhões, estamos falando de um programa que poderia chegar a US$ 9 bilhões (ou até mais, dependendo do preço de cada). Se a nacionalização for de 40%, seria um impacto de 3 a 4 bilhões de dolares na economia local. Não é pouca coisa.

          • Eu me referi ao Gripen na questão que participamos do desenvolvimento de alguma coisa para a versão brasileira (não sei se a versão sueca usa alguma coisa daqui) e que algumas peças são fabricadas aqui.

            Você está falando sério sobre a Argentina e o Chile? A Argentina não está comprando nada e o Chile praticamente, só compra coisas usadas.

            Sim, a FREMM seria um exemplo melhor na questão naval, mas não se aplica ao nosso caso.

            Meu amigo, você se esquece que as outras marinhas do continente estão em pior situação do que a MB. Parcerias devem ser feitas com quem pode nos oferecer algo, e não o contrário. Seria mais viável construir aqui com uma mão de obra mais barata (comparada com os países de origem europeus) e depois vender para esses países que então, poderiam colocar alguns sistemas locais. Com a nossa consultoria, claro!

          • Caro Daniel. Acho que todos que participam do PN têm alguma noção dos problemas da Argentina e dos limites do Chile para aquirir material militar. Contudo, ciclos econômicos duram entre 10 a 20 anos. O planejamento estratégico de uma marinha pode ser até mais longo que isso. Os países do cone sul precisam de ações tipo ganha-ganha. Uma delas é o incremento do comercio regional. Não basta “vender”, é preciso “comprar”. As compras militares não precisam ser feitas com a lógica de uma empresa privada, que busca maximizar o lucro adquirindo sempre pelo menor preço, mas podem ser usadas dentro de um contexto de incentivo econômico. Não importa o preço da mão-de-obra, mas o fato de que os gastos com salário têm efeito multiplicador, gerando consumo em outras áreas e arrecadação (além de poupança por meio de previdência).

  11. O “Bicho” é Bonito e merece capitanear nossa Esquadra. Faz tempo que não temos uma Nau Capitânea com esse porte e principalmente operando. Senhores marinheiros, por favor:
    2 fragatas, 3 Corvetas, 2 Subs, 1 Esquadrão de Linx e 2 Elementos do AF 1 na Recepção com Pomp and Circumstance para receber essa “Galera”. A Banda Marcial dos Fuzileiros Navais dispensa argumentos.
    BRASIL!

    • Luiz Antônio, 2 Fragatas, 2 subs e 1 elemento de AF-1 acho que dá pra arranjar (2 elementos = 4 aeronaves é o total de AF-1 operacionais hoje em dia). Já 3 Corvetas não vai ter como. A Barroso está no Líbano e a Jaceguai e a Julio de Noronha estão em manutenção há bastante tempo. Uns 2 Lynx talvez se consiga, mas não o Esquadrão, visto que vários estão na Inglaterra para modernização.

  12. Boa noite a todos.Acho que nosso suspender na Rademaker em 1997 foi melhor tinha varias faixas de adeus ao longo da saida,e ate mesmo em embarcaçoes (da mulherada)
    Alguem sabe dizer a instalaçao de maquinas desse barco :quantos MCPs/turbina,MCAs,passo variavel ou fixo.Obrigado.

  13. Só completando a pergunta do colega, as definições mudaram muito com o tempo e hoje estão bem bagunçadas, mas em termos gerais pode se dizer que a corveta é o menor dos navios de escolta, bem como a menor escolta apta para operações oceânicas, assim a corveta é capaz de operar no oceano, mas com menor autonomia que uma fragata, que em tese é a classificação acima da corveta.

    Existem corvetas muito armadas, mais devido ao menor tamanho de casco, ficam em desvantagem em relação a fragata por causa da maior capacidade desta em termos de combustível, munições e víveres, bem como as corvetas apresentam maiores dificuldades em mares agitados, além de terem menor horizonte radar devido aos mastros serem mais baixos, tendem também a terem outras capacidades afetadas como geração de energia etc.

    Os destróieres são denominados contratorpedeiros na nossa marinha, surgiram no inicio do século passado para proteger os grandes navios blindados dos pequenos e rápidos torpedeiros, por isso o nome contratorpedeiro, mas com o desenvolvimento do submarino se tornaram escoltas anti submarinas, foram ganhando tamanho e hoje são muito grandes, comparados aos cruzadores da Segunda Guerra e como o outro colega disse estão tendo como missão o transporte de mísseis antiaéreos de longo alcance. Em tese deveriam ser a categoria acima da fragata. Mas as classes se misturam.

    Já os cruzadores, estão meio fora de moda, no entanto não significa que desapareceram, porque na verdade hoje tem destróieres de porte maior que muitos cruzadores da Segunda Guerra. Mas em termos teóricos o cruzador seria o maior de todos os navios de escolta, o com o equilíbrio entre armas, velocidade e blindagem.

    Na Segunda Guerra era comum os cruzadores não terem armas anti submarino sendo mais adequados para combates de superfície e defesa antiaérea.

    Em termos básicos, uma corveta tem um deslocamento de 1000 a 2000 toneladas, mas existe uma enorme confusão, o Irã por exemplo denominas as suas corvetas com 1500 toneladas de destróieres e o USS Zumwalt (DDG-1000) dos EUA tem mais de 14000 toneladas de deslocamento é um destróier. Já os suecos classificam a Visby de corveta e ela tem 600 toneladas enquanto a nossa Barroso tem mais de 2000 toneladas de deslocamento.

    Como se nota a classificação é ditada por cada força, conforme o seu interesse, sendo que países como o Japão e os EUA por motivos políticos tem denominados grandes navios como destróier porque talvez o termo cruzador soe politicamente muito forte e outros como o Irã denominam corvetas de destróieres para aumentarem a importância do navio.

    Espero ter ajudado mais o tema é complexo. Talvez os editores possam fazer uma matéria sobre o assunto se é que já não tem, visto o tamanho do arquivo do site.

    • José…só complementando…
      .
      no caso dos EUA os “Arleigh Burkes” apesar de grandes possuem a mesma função que seus antepassados menores tiveram no passado e além do mais há uma grande tradição dentro da US Navy envolvendo esquadrões de destroyers ou “DESROMs” o que ajudou à manter a classificação já que não existem mais navios “pequenos” …até poucos anos atrás ainda havia uma boa quantidade de fragatas da classe “Perry” que faziam parte também de um “DESROM”…hoje há apenas “Burkes” nos esquadrões e os
      “LCSs” estarão em seus próprios esquadrões .
      .
      Muitas vezes pode haver uma certa necessidade de se “esconder” mais a classificação
      de um navio para que ele não pareça muito caro diante daqueles que terão que liberar as verbas…cruzador soa mais caro…mas…no caso da US Navy, ela está recebendo “Burkes” desde 1991 e irá continuar recebendo por muitos anos ainda.

  14. Esse foi o sentimento que eu tive ao ver esse vídeo… agora é NOSSO!!!! 🙂 espero logo ele entrando em outro canal, um estuário mais próximo de casa… realmente um bom ganho para a MB e para o BR!

  15. Fico imaginando que esse navio quando chegar ao Brasil, vai se juntar a uma pequena esquadra! A pergunta é: quais navios irão compor? Duas fragatas, uma corveta, um sub e um navio tanque? me ajudem por favor!

    • Douglas na parte superior da pagina tem um link “Os 102 navios da Marinha…” Creio que vai ajuda-lo na resposta. abrçs!

    • Acho que uma recepção com uma esquadra de respeito, seriam:
      S Tupi – S-30 – S Tapajó – S-33, – F Liberal – F 43 – F Greenhalgh – F 46 – F Rademaker – F 49, Cv Frontin – V 33, – CT Pernambuco – D 30, – NDM Bahia – G 40.

      • Roger, a V 33 Frontin já virou recife há um ou dois anos e o D 30 Pernambuco foi descomissionado há uns 10 anos (talvez pouco menos).

        • Então Flanker eu citei as embarcações acima como um “modelo” de esquadra, pois se fosse citar “só as que estão em serviço” aí coisa pega… Pois citando como exemplo dos 5 Submarinos que temos 2 ou 3 estão parados, imagine o resto da frota…

          • Eu entendi, mas pra isso vc poderia citar navios que ainda estejam ativos, o que não é o caso da Frontin e do Pernambuco. Aliás, as duas corvetas remanescentes da classe Inhaúma estão paradas há tempos. E os 4 CT classe Pará já deram baixa.

  16. Foram necessários 4 rebocadores AHTS para fazer o Porta-Helicópteros Multipropósito (PHM) Atlântico transpor o canal de acesso ao Mar do Norte.

  17. Acabei de conferir a posição do Atlântico pelo site do Marine Traffic, e pelos dados de rastreamento (se mantiver a velocidade atual), o PHM irá atracar em Portugal na noite de hoje (horário local).

    • O Astros é um sistema de lançamento de foguetes e, futuramemte, do míssil MT-300, todos para ataque. Não é um sistema de defesa. Um sistema de defesa é composto por mísseis e canhões antiaéreos. Nesse quesito, a MB ainda estuda as possibilidades

  18. Gostaria de sugerir ao “Nunão”, elaboração de matéria na qual abordaria os mais prováveis PA que poderiam serem oferecidos ao Brasil, dentro do quesito “compra de oportunidade”.
    Grato

    • Marcelo,
      Grato pela sugestão, mas não vejo probabilidade de porta-aviões usados serem oferecidos ao Brasil para compras de oportunidade, assim, não vejo sentido numa matéria desse tipo.

  19. Meu Deus, está “zero bala” nem um arranhão na pintura, parece que foi “champanhado” no seu batismo de início de vida. E a paisagem por trás então com aquele castelo? lúdico, bucólico, lindo, daria um excelente quadro. Tomara que o recheiem com o melhor que possa existir e nós comprarmos. O orgulho e emoção tomando meu peito. Salve a gloriosa e histórica Marinha Brasileira. ST4

  20. Segundo o site Marine Traffic, o PHM Atlântico atracou em Lisboa neste sábado 04/08/2018:

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    ATA: 2018-08-04 14:32

  21. Apesar das dificuldades, das crises econômica e política, a Briosa prossegue em sua marcha na defesa dos 8.500 km de litoral e dos nossos interesses econômicos e estratégicos. Dá orgulho ter andado pelos nossos conveses. Em paralelo à Aviação Naval com o PHM Atlantico, prossegue tambem o Prosub.

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