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Saab vai fornecer mísseis RBS15 para corvetas alemãs

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RBS15 Mk3
RBS15 Mk3

A Saab recebeu uma encomenda do seu parceiro alemão Diehl Defense para o sistema de mísseis antinavio RBS15 Mk3. O valor do pedido é de aproximadamente MSEK 160 (US$ 17,5 milhões) com várias opções com preços relacionadas ao Suporte Integrado à Logística (ILS) e Segurança de TI. As entregas ocorrerão durante o período de 2019 a 2024.

Recentemente, a Marinha Alemã fez uma aquisição para comprar navios adicionais da classe K130, esta encomenda compreende sistemas de navios a bordo para estes. O pedido contém a infra-estrutura necessária para equipar os navios com os mísseis RBS15. O pedido foi recebido da Diehl Defense, empresa industrial para a aquisição do RBS15 na Alemanha. O contratante é um consórcio alemão de três estaleiros chamado ARGE K-130.

“A encomenda é importante para nós na cooperação a longo prazo com o nosso parceiro Diehl. Esta encomenda também pode ser vista como um primeiro passo para equipar os navios com o nosso míssil, o que vejo como uma oportunidade para futuras encomendas do RBS15”, diz Görgen Johansson, chefe da Business Area Dynamics.

A família do sistema de mísseis RBS15 é um dos armamentos mais flexíveis e eficazes do mercado. Por quase 30 anos, a família de mísseis RBS15 proporcionou às frotas, às baterias costeiras e às forças aéreas capacidades avançadas anti-navio. O RBS15 é produzido em conjunto pela Saab e Diehl Defence GmbH & Co e serve com forças armadas da Suécia, Finlândia, Alemanha, Polônia, Croácia, Tailândia e um país não revelado.

A Saab atende o mercado global com produtos, serviços e soluções líderes mundiais em defesa militar e segurança civil. A Saab tem operações e funcionários em todos os continentes do mundo. Através de um pensamento inovador, colaborativo e pragmático, a Saab desenvolve, adota e aprimora novas tecnologias para atender às necessidades de mudança dos clientes.

Corveta K130
Corveta K130

FONTE: Saab

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ALDaltonAlmeidaWellington GóesCarlos Alberto Soares Recent comment authors
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Marcelo
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Marcelo

achei estranho a Finlândia ter selecionado o Gabriel israelense para sua nova classe de corvetas, já que esse novo RBS-15 é tão bom e teoricamente otimizado para as condições do Báltico (sueco-alemão)…deve ser bem mais caro, não tá fácil para ninguém!

Bosco
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Bosco

O alcance do míssil é adequado mas sinceramente não há nada nele (pelo menos que seja de conhecimento público) que o faça ser “especial”. Claro, sem dúvida deve ter recursos de navegação e ECCM bem avançados, mas parece não agregar nada de diferente. Como todo míssil guiado por radar tem uma assinatura radar que não pode ser muito reduzida além do fato de ser “emissivo”, o que denuncia sua presença. No meu modo de entender, se for fazer um míssil guiado por radar, que seja supersônico. Se for subsônico, que se opte pelo IIR e sistemas passivos de RF. A… Read more »

Wellington Góes
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Wellington Góes

E se for um PESA?!

Bosco
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Bosco

Wellington,
Se for PESA também a “antena” pode ser disposta inclinada de modo a evitar a reflexão do feixe de radar inimigo para a origem, mas por incrível que pareça nunca utilizaram essa tecnologia em seeker de míssil.

Almeida
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Almeida

Suas colocações são pertinentes, mas ainda assim o RBS-15 Mk3 é bem mais capaz que sua concorrência direta, os Exocet block III e Harpoon block II, tanto em alcance, quanto em eletrônica embarcada.

Bosco
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Bosco

Sem dúvida!

Carlos Alberto Soares
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Carlos Alberto Soares

O Gabriel V é a versão NG.

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RBS 15 MKIII comprado pelos Alemães:

Quality Certificate

Almeida
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Almeida

Essa classe de corvetas alemã deveria ser o modelo a ser seguido pela MB na classe Tamandaré. Nada muito sofisticado (e caro), porém muito capaz.

Ao invés de uma combinação de canhões CIWS, usam dois lançadores de mísseis CIWS com 22 mísseis cada, capazes de engajar alvos à uma distância superior à dos canhões, capacidade de engajamento múltiplo e sem necessidade de radares diretores de tiro. Dá até pra dispensar a defesa de área provida por um VLS, bem mais caro.

Dalton
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Dalton

Os alemães tem alguns poucos navios maiores como seus principais combatentes de superfície… essas corvetas constituem os combatentes secundários…então, na minha opinião, é uma situação diferente, à marinha brasileira precisará de algo mais “intermediário” entre um principal e um secundário combatente, já que não se sabe quando se terá navios “maiores”, então uma corveta maior com maior autonomia, capacidade de embarcar um helicóptero de cerca de 10 toneladas, etc , parece o ideal.

Bosco
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Bosco

Interessante,
A corveta alemã não tem radar de controle de tiro para o canhão.

AL
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AL

Então faz como Bosco? A olho?

Bosco
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Bosco

AL,
Como ele é muito bem armado com dois lançadores de mísseis RAM eles devem ter relegado a função antiaérea do canhão a segundo plano. No caso, contra alvos aéreos só utilizam o canal eletroóptico. O que é uma pena porque degrada muito o desempenho do canhão nessa função.
Já contra alvos na superfície ele pode usar dados dos outros radares.