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EXCLUSIVO: Japão oferece à MB o destróier classe Asahi e outros equipamentos

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Destróier Asahi, primeiro de sua classe
Destróier Asahi, primeiro de sua classe

Por Roberto Lopes
Especial para o Poder Naval

Agora a Marinha do Brasil (MB) entendeu porque as autoridades do Ministério da Defesa japonês vêm, há meses, enfatizando as “ótimas taxas de juros e o parcelamento de longo prazo” oferecidos aos seus “parceiros estratégicos” que desejarem contar a alta tecnologia dos produtos da Indústria de Material de Defesa do Japão.

Poder Naval apurou junto a uma fonte do Ministério da Defesa, em Brasília, que o governo do Primeiro-Ministro Shinzo Abe está disponibilizando para as Forças Armadas brasileiras alguns de seus produtos mais modernos – todos de custo (para os padrões brasileiros) bem elevado.

Eis a relação dos equipamentos sugeridos aos chefes militares do Brasil:

  1. Submarino classe Soryu;
  2. Destróier classe Asahi;
  3. LPD Classe Osumi;
  4. NApLog Classe Mashu;
  5. Radares navais fixos AESA e sistemas de combate;
  6. Aeronaves de patrulha Kawasaki P-1; e
  7. Aeronaves de transporte Kawasaki C-2.

Entre todos esses itens, apenas os destróieres tipo Asahi, de 151 m de comprimento e 5.100 toneladas vazios (6.800 toneladas a plena carga), além dos radares e sistemas de combate, se encaixariam de imediato no rol de necessidades brasileiras.

Ocorre que, no Orçamento de Defesa japonês de 2015, cada Asahi teve seu custo estimado em 893 milhões de dólares (com a moeda americana cotada por seu valor em 2009), o que torna o navio impossível para a MB – mesmo com “ótimas taxas de juros e o parcelamento de longo prazo”.

O Comandante da Marinha, almirante Eduardo Leal Ferreira, enviou seus subordinados para perguntarem aos japoneses sobre a possibilidade de “compras de oportunidade” entre as quatro classes de destróieres com 20 anos ou mais, hoje em operação na frota da Força Marítima de Autodefesa do Japão (JMSDF).

A resposta foi curta e direta: não há, no momento, previsão de baixa para esses navios.

Todos são requeridos para as missões de vigilância das águas jurisdicionais japonesas e o cumprimento de compromissos internacionais. A ameaça que se agiganta no horizonte asiático é, evidentemente, a vigorosa expansão naval da China.

Asahi (DD-119) no Mitsubishi Heavy Industries Nagasaki Shipyard em 25 de novembro de 2017
Asahi (DD-119) no Mitsubishi Heavy Industries Nagasaki Shipyard, em 25 de novembro de 2017
LPD classe Osumi
LPD classe Osumi

Turbinas a Gás – Projetados para enfrentar os rigores da guerra antissubmarino, os Asahi começaram a ser construídos em 2015, e acabaram dotados de bons recursos também para o enfrentamento de ameaças aéreas e a eliminação de alvos de superfície.

Na Força Naval japonesa a classe transporta três sistemas de mísseis e um lançador de despistadores, além de um canhão de proa de 127 mm, tubos lança-torpedos e um moderno sistema anti-torpedos. A JMSDF opera dois desses navios e tenciona, agora, obter o terceiro.

A propulsão COGLAG, que se vale de dois eixos, está apoiada no funcionamento de duas turbinas a gás modelo GE LM2500 (variante do conhecido propulsor aéreo General Electric CF6), fabricado em três versões pela GE Aviation.

As turbinas LM2500 já são conhecidas da Marinha do Brasil e são empregadas nas corvetas classe Inhaúma e Barroso.

Submarino classe Soryu
Submarino classe Soryu

Soryu – A MB não esperava, mas também recebeu proposta para comprar submarinos Tipo Soryu – que chamam a atenção dos almirantes da Índia –, e uma classe de navio-doca de Assalto Anfíbio – a Osumi –, cujo projeto se assemelha ao de um porta-aviões leve (14.000 toneladas carregado).

Essas duas ofertas competem, entretanto, com navios que a MB já encomendou.

A Classe Soryu está constituída por submarinos convencionais de 84 m de comprimento, que têm quase uma vez e meia o deslocamento dos navios franceses Scorpène (que o Brasil está construindo no complexo industrial naval de Itaguaí): 2.900 toneladas à superfície e 4.200 toneladas em imersão.

Os japoneses gostam de dizer que o Soryu dotado de tecnologia AIP é submarino que está um patamar acima da Classe Scorpène (argumentaram dessa forma na concorrência aberta pela Marinha Australiana, em 2015); já os franceses garantem que o Scorpène é um dos submarinos mais silenciosos em operação.

JS Mashū (AOE-425)
JS Mashū (AOE-425)

Os japoneses também ofertaram para a Marinha do Brasil – por venda a preços de mercado, bem entendido – o projeto do navio de Apoio Logístico tipo Mashu, de 220,98 m de comprimento e 25.000 toneladas de deslocamento (a plena carga).

Nesse momento os chefes navais brasileiros preferem apostar na chegada de uma oferta acerca do Wave Ruler, navio reabastecedor e logístico, de aproximadamente 31.500 toneladas, que a Marinha Real mantém na reserva e, ano que vem, será repassado à marinha de alguma “nação amiga” do Reino Unido.

Autoridades navais britânicas já conversaram com militares brasileiros, informalmente, sobre o assunto. Os contatos aconteceram durante o período em que chefes navais do Brasil se encontravam no sul da Inglaterra para o recebimento do porta-helicópteros Atlântico (ex-HMS Ocean).

Consultado, o almirante Leal Ferreira deu aprovação ao negócio. Seus assessores estão na expectativa de que a carta formalizando a oferta do navio chegue a Brasília ainda no primeiro semestre de 2019.

Kawasaki P-1
Kawasaki P-1

Kawasaki – No capítulo das aeronaves japonesas ofertadas ao Brasil – o jato de Patrulha Marítima P-1 e o jato cargueiro C-2 – também nada existe a destacar.

Substituto do P-3C Orion na Aviação Naval japonesa, o moderníssimo quadrirreator Kawasaki P-1 –, competidor direto do famoso Poseidon americano –, é tão caro – cerca de 145 milhões de dólares a unidade – que ainda não ganhou nenhum operador fora do Japão.

França, Alemanha e Nova Zelândia se assustaram com os custos de aquisição e operacionais. Tailândia e Vietnã mantém o interesse na aeronave, mas é só.

O jato de transporte Kawasaki C-2 tem um perfil operacional ligeiramente superior ao do Embraer KC-390. A aeronave japonesa transporta 36,7 toneladas de carga útil, enquanto o 390 embarca 26 toneladas.

Mas a grande vantagem do jato brasileiro sobre o C-2 está no valor de aquisição.

Fontes americanas estimam o dispêndio por um Kawasaki em 138 milhões de dólares. Em abril de 2013, durante uma coletiva de imprensa no Rio de Janeiro, um dirigente da Embraer (em rara manifestação sobre o assunto preço) estimou que o 390 chegará ao mercado por menos de 90 milhões de dólares.

Kawasaki C-2
Kawasaki C-2

107 COMMENTS

  1. Ou seja, produtos que não são para o nosso bico e alguns até concorrentes nossos, como os submarinos e o cargueiro. Desse mato não sai coelho

  2. Assédio muito fora de hora, enquanto a conversa estava nas compras de oportubidade estava bom, agora, é obvio que o Brasil não tem como pagar, HOJE, por isso. Se fosse em 2013, hoje teríamos muito desses equipamentos, mas hoje não dá, não existe caixa. Será que os japoneses são estavam acompanhando a novela ocean? Se tivessem oferecido antes da compra do Atlântico, talvez tivesse saído alguma coisa.
    Sobre o C2, nem sem dinheiro e nem com dinheiro, essa função tem que ser do Kc390.

      • Se era para oferecer meios novos, antes eles tivessem oferecido aquela nova fragata leve da Mitsubishi que eles vão comprar para marinha deles, pelo menos no futuro teríamos condições de pagar por elas, tendo em visto que estão na faixa de 500 milhões de dólares

    • Um submarino convencional jamais pode ser uma “alternativa” ao nuclear. Ou se tem uma doutrina para operação somente de submarinos convencionais, ou o nuclear será necessário para conferir novas capacidades à ForSub. O Soryu, por melhor que seja, não substitui o SNBR nem em capacidades, nem em tecnologia desenvolvida no nosso próprio país.

      No mais, não acredito que o SNBR foi “supercaro”: tecnologia nuclear, especialmente para uso militar, é cara em si e difícil de conseguir, portanto se você esperava que o SNBR fosse barato, foi muito inocente.

      Por fim, pra que todo o gasto com ToT e com a indústria nacional, se iríamos comprar o submarino japonês de prateleira? Não tem sentido algum. Ou vamos de Scorpène agora, ou ficamos sem nada (na minha opinião). Enfim, os japoneses estão fazendo o papel de vendedores e têm todo o direito de oferecer seus produtos; mas no caso do Soryu, a MB tem o dever de não aceitá-los.

  3. Esquece as canoas Tamandaré e vai nesse destroyer Asahi, oportunidade de ouro! Não é tão caro assim para um navio novo, que duraria mais de 4 décadas, e considerando que tem gente que quer reformar a velharia do Nae SP por U$ 1.5 bilhões.

  4. “A resposta foi curta e direta: não há, no momento, previsão de baixa para esses navios.

    Todos são requeridos para as missões de vigilância das águas jurisdicionais japonesas e o cumprimento de compromissos internacionais.”

    Mas se não há disponibilidade de meios mais antigos para venda, por que estão oferecendo um navio “novinho em aço” ???? Meio estranha está história.
    O projeto do Mashu seria bom, produzindo um NApLog novo, que teria uns 40 anos de uso na MB tranquilamente. Com certeza será mais caro que o Wave usado, mas seria novo.
    Quanto as aeronaves não vejo vantagem alguma. Nada que não tenhamos ou que não possamos desenvolver sobre os nossos produtos.

    • Concordo!
      Estão oferecendo muita coisa!
      Não se sabe qual o real interesse dos japoneses.
      É bom deixar a barba de molho!
      Eles possuem uma tecnologia muito avançada e estão muitos anos a nossa frente.
      Alarme Amarelo!!

  5. Acho q tudo depende do financiamento … dessa ”listinha de sonhos” dos itens oferecidos ,uma atenção especial ao Destróier classe Asahi ( qual seria o preço ?) ..seriam o q ? …6 unidades novas ? construídos la ”obviamente ”o q acho valido e importante , uma vez q …provavelmente nossa industria naval esteja focada nos Subs e na classe Tamandaré ao longo dessa próxima década …. provavelmente em relação ao LPD classe Osumi .o q acho e q seriam 2 unidades ”usadas” ..tudo financiado e ”pago” ao longo de 15 anos (chute )….e o q acho ,quando ao NApLog embora se encaixa com perfeição no q a MB pretente .. vamos ficar com a Classe Wave .. uma pra agora 2019 e a segunda da classe em algum momento da proxima década (um pouco de fé) o q seria perfeitamente natural….

  6. Pega logo esses destroyers. E caso o wave não venha levem esse NPaLog. e que venha um governo que preste e chame os japoneses para o prosuper-2 com navios novos comparáveis ao arleigh burke

    • Caro de operar, caro de manter e caro de comprar também, não deve sair por menos de 1 bilhão cada um, no momento atual e futuro próximo, sem chances, o que teria de bom ai seria a classe Osumi se não tivéssemos comprado o Bahia e o Ocean e a classe Mashū, se a oferta de um classe Wave não fosse uma possibilidade, caso a oferta da classe Wave se concretize, creio que seja preferível essa

    • Pode ter certeza que hoje é mais barato de operar que a Classe Niterói. Vocês não fazem ideia dos custos para a MB manter navios da Classe N e da Classe G, além das Cornetas. Atualmente dos navios de escolta de superfície, só a Barroso tem custos operacionais pequenos, pois é um navio novo. Se tivéssemos capacidade de aquisições de novas belonaves os custos operacionais da MB seriam suficientes para operar muito mais navios a contento.

      Cícero Beserra(FN)

      Adsumus

      • Bezerra
        De fato, manter uma velharia funcionando torna-se mais caro do que um novo em folha.
        Apenas o custo de aquisição que seria alto, 800 milhões de dolares.
        O japa disseram juros bons e prazo a perder de vista?
        Bem, quem sabe o próximo presidente dê essa tranquilidade para a MB dar um passo maior em 2019 e os Asahi virem pelo prosuper.

  7. Vejo se a MB, tiver condições poderia tentar pegar os dois, sei que o preço é elevado, porém levando em conta que estão com 2 anos de uso, seria uma aquisição que se pagaria nos próximos 35 anos de uso, conseguindo um financiamento longo. Só tenho uma ressalva, por que os Japoneses estão oferecendo destróieres tão novo??? A MB tem que investigar.

    • Amigo, você deve ter lido a matéria e não ter entendido, os Japoneses ofereceram o projeto da classe asahi para o Brasil, seriam destroieres novos e não os da marinha japonesa, muito provavelmente estariam na casa de 1 bilhão de dólares cada um

  8. Prezados,

    Um único destroyer desses deve estar aí na casa do US$ 1 bilhão… Uma nova classe, só se fosse com prestações a perder de vista e a juros camaradas, e olhe lá…

    Não custa lembrar que a década que vem vai ser pesada. Iniciar-se-á a construção do submarino nuclear, haverá a classe ‘Tamandaré’ com que arcar, Gripen pra pagar, entre as principais necessidades… Francamente, não vejo uma classe de novos vasos antes dos anos 30…

    Fora isso, o ‘Asahi’ é magnífico… Da nova geração, é um dos mais belos…

    Pra mim, a classe ‘Mashu’ é o mais interessante dessa lista… Contudo, se algum navio da classe ‘Wave’ consolidar-se como opção, penso valer mais a pena o vaso britânico, que poderá operar ainda por uns 25 anos e certamente viria por uma fração do preço do vaso japonês…

  9. Caraca….estava falando no Murasame estar de bom tamanho….
    Aí, este foi sucedido pelo Takanami e depois pelo Akizuke e aí sim o Asahi…
    Mas são apenas 2 desta classe…um parece estar em construção ainda ou vai ser comissionado.
    Acho que seria de mais não….
    Mas que sonhamos, sonhamos!!!
    É top hein….

    • Se eles só tem dinheiro para comprar dois…
      E nós?
      A não ser que o Brasil faça um acordo bom.
      Um negócio da China.
      Trocar navio por carne de porco ou algo do gênero.
      Pagar um bilhão talvez haja mais barato por aí…

  10. Infelismente está fora da realidade da MB….é um baita Destroyer mas está muito caro. É oferta e tonelagem para o Prosuper. Deixa para quando desenterrarem o Prosuper. Por um outro lado aproveitando as diversidades de produtos de alta qualidade japonesa e módicos preços e prazos, a MB poderia comprar uns 04 Phalanx CIWS sendo 02 para o NPH 140 Atlântico e 02 para NDM Bahia com prazos longos e taxa de juros baixíssimas. Ai sim valeria a pena.

  11. Quanto a uma nova aeronave ASW, não sei porque raios ainda não se lançou alguma variante baseada na família E-Jets…

    Lembro-me da proposta do P-99, baseado no ERJ-145… Me pergunto se não teria sido mais interessante esse produto nacional ao P-3BR, mesmo que fosse uma aeronave de performance algo inferior… Certamente teria dado a industria nacional considerável impulso, incentivando o desenvolvimento de novos produtos nessa área, puxando em vários ramos. E cumpriria missão de uma forma ou de outra…

  12. “Agora a Marinha do Brasil (MB) entendeu porque as autoridades do Ministério da Defesa japonês vêm, há meses, enfatizando as “ótimas taxas de juros e o parcelamento de longo prazo” oferecidos aos seus “parceiros estratégicos” que desejarem contar a alta tecnologia dos produtos da Indústria de Material de Defesa do Japão.”
    .
    Como assim, só agora a MB entendeu isso?
    .
    “Ocorre que, no Orçamento de Defesa japonês de 2015, cada Asahi teve seu custo estimado em 893 milhões de dólares (com a moeda americana cotada por seu valor em 2009)”
    .
    Esse valor da Wikipédia se refere ao navio errado…
    .
    O Asahi é uma versão mais econômica do Akizuki.
    https://www.japantimes.co.jp/news/2016/10/20/national/new-fuel-efficient-msdf-destroyer-asahi-launched-nagasaki/#.W5BsyuhKi00
    “The 5,100-ton vessel built by Mitsubishi Heavy Industries Ltd. measures 151 meters in length and 18.3 meters in maximum width, the MSDF said, adding the building cost of the ship was approximately ¥76 billion ($732 million).”
    .
    “O Comandante da Marinha, almirante Eduardo Leal Ferreira, enviou seus subordinados para perguntarem aos japoneses sobre a possibilidade de “compras de oportunidade” entre as quatro classes de destróieres com 20 anos ou mais, hoje em operação na frota da Força Marítima de Autodefesa do Japão (JMSDF).

    A resposta foi curta e direta: não há, no momento, previsão de baixa para esses navios.”
    .
    Eu já estava alimentando esperanças…
    “EXCLUSIVO: Próximos escoltas da MB podem vir do Japão”
    .
    “A JMSDF opera dois desses navios e tenciona, agora, obter o terceiro.”
    .
    Apenas um Classe Asahi foi comissionado, então a JMSDF só opera um…
    Não vi nada sobre a aquisição de um terceiro. Deveria ter circulado uma notícia.

  13. É muito melhor investir em material britânico que vem nos ajudando a manter uma frota a séculos do que comprar navios japoneses. O pessoal lê mas não entende, os japoneses disseram que não tem nada usado disponível. Teria que ser construído novo.

  14. O texto não deixou claro se os japoneses pretendem disponibilizar os dois Asahi já construídos ou se iriam construir novos caso a MB se interessar.

    • Creio que todos os navios oferecidos a MB nessa matéria sejam novos e não usados da marinha japonesa, por isso a ênfase japonesa nos juros baixos e prazos longos para pagar.

  15. Quem conhece o modus operandi dos japoneses, sabe que eles trabalham de forma (muito) estratégica, ou seja, de longíssimo prazo.
    Sabem que o BR está em dificuldades no momento (talvez ainda o esteja durante a década vindoura…) mas sabem que o gigante, hora ou outra vai despertar e com as demandas (diga-se a cobiça) internacionais por sobre nossos esplendidos recursos, a Nação necessitará se reequipar e daí, a tendencia, pesará na decisão tendente por sobre os “canais” existentes no campo intergovernamental.
    Nesse momento, os japoneses estão iniciando um plantio, estão demonstrando “disposição”, tanto de recursos estratégicos (militares de altíssimo viés tecnológico “estado da arte”), como (e talvez principalmente…$$) de crédito, exatamente num momento delicado ao BR no quadro internacional, devido as notórias incertezas internas (desnecessário se estender…).
    Dessa forma, os japoneses jogam uma cartada importante, na minha humilde visão, pois esperam ser lembrados quando a conjuntura melhorar para o BR.
    Isso ocorre com as relações azeitadas que temos com americanos, ingleses e franceses e, por que não, com os japoneses na década de 30?
    Vamos torcer, pois a industria de defesa japonesa, historicamente, sempre foi referência, principalmente até a década de 40 do século XX, quando existia paridade tecnológico-industrial com os britânicos, americanos e alemães.
    Enfim, eu não descartaria (nada) a iniciativa do Japão para com o BR!
    Cordialmente!

    • Que viagem amigo.
      O Japão quer dinheiro, o Japão quer aumentar sua esquerda ao máximo e pra isso precisa de grana entrando por longo período. Por isso a oferta não foi só para BR mas para vários países.
      Eles estão se preparando para guerra!

  16. Oferta bem interessante mas temos que ser realistas só precisamos de alguns Destróier, Fragatas e navios tanque de apoio logístico, Radares navais fixos AESA e sistemas de combate dependendo da oferta o mais temos nossos projetos em construção.

  17. “Vende. Vende. Vende.”
    (Código de ataque comercial japonês)

    “Hoje, dia 5 de setembro de 2018, uma data que viverá na exorbitância, o Brasil foi repentinamente e deliberadamente assustado pela oferta de forças navais e aéreas do Japão.”
    (Nota da Presidência)

  18. itens 2, 4, 5 e 6 são interessantes. Pergunta, cabe na MB Destróier e Fragata?
    MB com Destróier, Fragatas e Covertas modernas, além do Prosub, só faltaria mesmo o NAe.

  19. Brasil nunca vai adquirir nada disso. A única coisa que era possível com o orçamento era comprar usado, mas eles não vai se livrar tão cedo, vão usar até o osso. A China lança 4 navios de guerra por ano, o Japão vai ter que abrir muito o olho pra esse avanço chinês. O jogo virou, a China não é a mesma de 1930, quando o Japão invadiu o quanto quis. Hoje em dia é mais fácil acontecer o contrário.

  20. “Eis a relação dos equipamentos sugeridos aos chefes militares do Brasil:

    …..
    ……
    5 – Radares navais fixos AESA e sistemas de combate;
    …..
    …..

    Apostaria e me interessaria apenas por este item…. RADAR Naval fixo AESA..

    Os demais itens ou são de custos proibitivos ou concorrem com modelos já em andamento na MB (Fabricação, implementação etc).

  21. Rapaiz!!!!!

    Ou os japas não tinham a menor ideia do que é o Brasil;
    Ou os japas vão financiar isso por 200 anos;
    Ou os japas têm algum plano mirabolante para subsituir nosso presidente por um robô remotamente controlado para assinar esse contrato.

    Queria acreditar na segunda hipótese, apesar que a terceira viria a calhar muito bem. Todavia, infelizmente acho que é a primeira.

  22. Sou fiel a Rainha, se for para ter um meio de superfície de ponta prefiro uma TYPE 26, por até 350 milhões de Libras, não sei qual é o melhor no super trunfo, mas prefiro ser fiel ao Reino Unido que sempre nos alertou e vendeu meios que não eram mais de seus interesses por preços muito bons.

  23. Realmente é muita areia pro caminhãozinho do Brasil, é melhor nos contentarmos com nossas canoas e zarabatanas. Ou deveríamos desmobilizar as nossas FFAAs de vez. Triste realidade de um país cujo povo tem outras prioridades.

  24. O único interesse ou negócio que os japoneses mantém aqui é minério de ferro. Foram sócios na MBR que explorou em MG. Anos 1960 e 1970.

    São parceiros pequenos. Como a pauta de negócios externos brasileiros também é. Não passa de 6 bilhões/ano com frango. Importamos pouco. Chineses e coreanos tomaram o mercado de manufaturados dos japoneses.

    Querem vender navio de 1 bilhão? Só se compensar na conta do minério e na conta do frango.

    Os editores fizeram essa conta de compensação aqui. Não é lá muito racional.

    Japoneses sabem que o Brasil quebrou. Nossa dívida pública está chegando a 100% do PIB. Japoneses sabem que nao temos atração nem grana para manutenções. Japoneses sabem que estamos comprando usados. Sabem que nossos estaleiros faliram. Sabem que as Tamandarés…

    Não temos 10 para conservar museu e pensam em vender navio de bilhão? Deveriam ler o Poder Naval. A economia japonesa cresce pouco. Em torno de 1,7%. Contra 7% da China. Fosse para comprar, comprar da China faz sentido. Se. Somente se.

    Mas a China deu uma banana para a MB. A mesma banana que a Embraer levou.

    O Brasil está inovando. O Almirante lembrou que o Atlântico servirá às 3 Armas. Para economizar. Cada Arma usa 1/3. O Atlântico é grande, gasta diesel, veio amassado e assim que chegou deu despesa. Estamos rachando com o pessoal de terra e ar.

    Navio de 1 bilhão? De dólar? Querendo chegar a 5 reais? 5 bilhões mais operação + manutenção + adestramento + logística? A conta do Poder Naval com manutenção é 1/3 da aquisição. Seriam 1 bilhão e 300 milhões de dólares por 1 único escolta?

    Pai do céu. Os ucranianos ofereceram o Slava por 10% disso. Ocidentalizado. Os patrulhas oceânicos chineses custam 150 milhões. Dá pra comprar 10. 10 patrulhas oceânicos chineses X 1 escolta japonês.

    Bem…será que eles aceitariam o Ney…NeyMar?

  25. Como outros já disseram, ou a informação está muito errada, ou muito incompleta ou os japoneses estão totalmente fora da realidade.

    Escoltas que não temos condições de adquirir, operar nem manter?
    Submarinos novos com o prosub em andamento?
    Novos navios anfíbios após a chegada do Bahia e Atlântico?
    NApLog com o Wave Ruler parado esperando a gente ali na esquina?
    Cargueiro pra competir com o KC-390?

    Tem certeza que essa notícia não é da década passada, quando ocorreu o surto do prosub e do prosuper?

    Ou talvez seja uma notícia do futuro, de 2028, e por engano foi postada hoje….

    • Eles estão apenas listando o que os EUA permitiram que eles vendessem, à despeito das limitações constitucionais japonesas. Há décadas que eles não podem vender armamento pra fora, agora podem e é isso aí que está liberado.

  26. Uma vergonha, em vez de estarem gastando dinheiro na compra de navios usados, a MB deveria investir em educação, qualificar brasileiros para criarem projetor próprios. Eu tenho certeza que os custos seriam mais baixos.

    • Cara..aqui é Blog NAVAL !!!!!!!!!!!!!!!!
      Tu quer discutir educação, saúde e segurança? Procura um blog que discute a execução orçamentária dessas áreas, pois dinheiro para educação e saúde não faltam. São é muito mau utilizados.
      Aqui debatemos sobre o que dá pra fazer com o orçamento da MARINHA DO BRASIL !!!

  27. Caraca, nunca que ia imaginar uma oferta dessas, compra tudo de uma vez! É muita oferta boa, praticamente uma marinha nova para a MB hahaha, fecha a conta e pede para embrulhar para presente plx.

    Que coisa boa o Brasil ter a maior comunidade japonesa fora do Japão, podem vir para cá em caso de confronto, sejam todos bem vindos.

  28. Devemos levar em consideração estes itens também.
    Isto eu considero interessante e factível.
    – “5.Radares navais fixos AESA e sistemas de combate;”
    – “além dos radares e sistemas de combate, se encaixariam de imediato no rol de necessidades brasileiras.”

  29. Se o preço especulado da classe Asahi for em torno de 750 mi doletas.. n acho nada caro .. escoltas europeias estão custando isso em euros ou mais ,só pegar o preço das Type. 26( 1bi de libras) ou mesmo as F-125… (1bi de euros)….tudo bem q e uma oferta pra prosuper ,mas uma oferta de 6 navios do tipo por exemplo pagos ao logo de 10/15 anos e perfeitamente aceitável mesmo se o acordo saísse hj …..pega outro exemplo das Sigma q custou pro México algo em torno de 550 mi de doletas

  30. Bem, eu acho que a MB deveria olhar com mais carinho para estes dois meio operativos oferecidos.
    LPD Classe Osumi;
    NApLog Classe Mashu;

  31. Eu creio que dois LPD’s no estado da arte seriam bem vindos e é claro o NapLog, apoio logístico passou da hora da MB comprar um novo.
    Se dependesse de mim, eu lascava um comprar de 3 e 2 respectivamente para não ter que se preocupar pelos próximos 30 anos.

  32. Sinceramente, com uma super oferta com o destroyer Asahi dava para cancelar de olhos fechados o projeto das fragatas e ficar com uns 5 Asahi desses para a Marinha. Eles são muito mais capazes, maiores e mais bem armados. Eu nem pensaria mais em fragata, adiaria o projeto delas para o futuro. Compensavam a manutenção cara eliminando os gastos com as fragatas.

    • Com o preço estimado de 1 Bilhão de dólares por unidade, realmente seria uma solução ótima para a MB, que dispõem de dinheiro sobrando para essa aquisição e posterior manutenção dos navios e dos armamentos.

      Realmente o seu comentário foi preciso e coerente com tudo o que se discute aqui no PN.

      Parabéns !

  33. Olha sinceramente eu tenho a impressão de que uns 5 navios desses armados até os dentes e totalmente carregados, por si mesmos formariam uma mini marinha mais poderosa do que todas as outras da América do Sul.

  34. Tentador !!!
    Mas a oferta tá “fora da casinha” se podemos assim dizer.
    A MB devia aproveitar a viagem pro Japão (negociações) e na volta podia passar na Coreia do Sul e ver o que dava pra ofertar pra nós as que tão em meia vida pra nós (Incheon, KDX I e KDX II).
    Não tem problema !!!
    Eles têm o olhinho puxado também !!!
    KKKKKKKKKKKK

  35. São todos otimos produtos.

    Mas ainda prefiro o alinhamento com a Royal Navy….pois de certa forma, os produtos deles estão mais focados e alinhados as nossas necessidades….genericamente, projetos de custos operacionais menores pois eles tambem estão vivenciando encolhimento orçamentarios e seus desenhos estão direcionados para isto….já o Japão, vive outra realidade orçamentaria e desenhos muito bons, porem mais custosos…

    isto não quer dizer que não existam oportunidades lá com eles.

  36. Esquecem de computar em suas análises os seguintes fatores:
    O mundo caminha para conflitos navais/comerciais antes de efetiva guerra mais genérica;
    O Japão é altamente dependente de matérias primas oriundas da AL, principalmente Brasil;
    Tem a maior e PROSPERA colonia japonesa no exterior;
    Esta com enormes problemas de economia estagnada e ABE viu no incremento militar a chance de “matar 2 coelhos de uma fez só”..reativação das forçar armadas, da industria de defesa, reativação econômica, pleno emprego e, o principal, DETER A CHINA!
    Pensem..pensem… É INTERESSE do Japão fornecer equipamentos e ampliar parceria militar estratégica com o Brasil; manter rotas de comércio protegidas nas duas pontas diminuiria os esforços japoneses na garantia do fluxo marítimo em tempos quentes que estão por vir.
    O mesmo conceito acima se aplicou no caso Grippen/Suécia…a Suécia precisa de uma “fabrica”, fora de seu pequeno território, para se suprir em eventual conflito, fora a amizade que gera esses acordos, propiciando um território de fuga para os investimentos e povo.
    Podem apostar que Japão “espichara”/alongará esse prazos de financiamento de “Avó rica para netinho bonzinho”, pois os japoneses vão fazer nova frota e as compras de oportunidade virão…se não vir proposta melhor ainda.

  37. Que legal…fico feliz pela oferta dos japoneses. Parabéns ao japoneses, pois tem uma marinha de respeito, incríveis embarcações, sendo que muitos são projetos japoneses em parceria com EUA e europeus, sem dúvidas é uma ótima sinergia.
    ………………….

  38. Os japoneses sao muito mal informados ou essa noticia é furada.

    Que nexo faz oferecerem submarinos se temos um programa em andamento? Que nexo faz oferecerem navios e nao participarem da concorrencia da CV-03? Pior, oferecerem um navio de transporte concorrente do KC-390?

    é o samba do japa doido???

  39. A Suécia não é pequena e não construirá nenhuma fábrica da Saab ou do Gripen no Brasil. A Embraer irá manter. E aprender.

    Partes pequenas da fuselagem do Gripen serão produzidos em São Bernardo do Campo. O acordo de ToT…anunciado…ficou reduzido ao display da israelense AEL. Nada que não pertença aos suecos será transferido. E o que pertence a eles não temos como pagar.

    Deveríamos ter feito com os franceses. O Rafalle é 100% france.

    Há milhões de japoneses vivendo aqui. E? Eles irão pagar?

    Notícias militares no Japão falam da China, da Coréia, dos ingleses, dos americanos. Um acordo militar de bilhões de dólares com o Brasil seria notícia por meses. Não tem nada lá.

    Tem gente assistindo Godzilla. Quando sai a shortlist das Tamandarés?

  40. Se o Japão financiar por um juros bem baixinho, sim, e compensaria muito!
    Se for 3%a.a num prazo de 20 anos, praticamente sairia de graça pra marinha brasileira.
    Financiamento pra casa própria é no mínimo 9%a.a no mercado brasileiro, garanto que se vc cobrar 8%a.a não faltariam interessados…
    Oras se vc captar por 3%a.a e repassar por 8%, a diferença de 5%a.a em 20 anos faria com que o valor de 800 milhões de dólares rendesse mais que dobro no mercado, ou seja, a compra sairia de graça.
    Se o governo não quer, garanto que um empresário aceitaria a oferta e daria de graça o navio pra marinha, pois ainda sim daria lucro pra ele.

  41. Ótimo trabalho investigativo do repórter nessa matéria. Aliás, gosto muito das matérias do Lopes.

    Os amigos estão fazendo confusão. Estes meios foram oferecidos para todos os países que estavam presentes na feira de exposições de produtos da indústria japonesa. O Brasil era só mais um dos presentes.

    Por isso algumas discrepâncias na oferta, como submarinos e cargueiros aéreos. Isso o Brasil não precisa, mas os outros países do sudeste asiático, Austrália e Índia talvez precisem.

    Repito, os meios foram oferecidos a todos os países convidados, cada um Que veja o que lhe interessa. Ao Brasil só escoltas e NApLog.

    • Obrigado Foca!

      Finalmente alguém esclareceu o tema. Eu estava confuso. Agora entendi a matéria. Estava achando estranho alguns meios oferecidos, mas ignora eu entendi.

    • Opa valeu pela informação Foca!

      No artigo dá a impressão de que seria uma oferta especialmente para o Brasil :p
      Por acaso tem a fonte dessa info? Queria dar uma lida nisto daí

      well, neste caso o meu comentário que fiz logo abaixo do seu não faz nenhum sentido ¬¬’

  42. Temos de considerar que a “abolição” da restrição de vendas de armas aos países estrangeiros é muito recente, se não me falha a memória, o Japão apenas está inclinada a uma parceria estratégica (entre os países em desenvolvimento) com a India (Se contrapondo a expansão militar chinesa) e em menor media com as Filipinas (que anda fazendo jogo duplo com China/USA/Japão).
    E agora é a vez do Brasil. Se a abolição da restrição de vendas de armas fosse um pouco mais cedo talvez fizesse mais sentido essa oferta de armas. Mas apenas pelo fato de sermos um dos primeiros em que o Japão abre as portas para a sua indústria bélica é algo que devemos considerar.

    Pode estar financeiramente fora da realidade da economia do Brasil, mas eles estão ofertando o que há de melhor de sua indústria bélica. Eles claramente tem outros interesses além do simples lucro, como o de um futuro provedor estável de matérias primas, assim como de uma parceria economica de longo prazo ou mesmo como uma porta de entrada para a Am. Latina (Ter a maior colônia japonesa do Japão ajuda neste ponto).

    Na África o Japão não está se dando muito bem quando tenta conquistar novos parceiros, aliados e mercados consumidores. A China, com seus bilhões ou trilhões em investimentos (e subornos), torna uma tarefa hercúlea influenciar os países africanos. A aproximação cultural do Brasil com os países africanos pode ser benéfica tanto para o Brasi, quanto para o Japão. Nós nos tornaríamos uma ponte do Japão para os países latino americanos e africanos. Ao mesmo tempo poderíamos conter a influência chinesa tanto aqui como acolá (Veja no caso da Argentina, a China substituiu o Brasil como um dos principais parceiros comerciais).

    Quanto aos navios, acho os navios japoneses sensacionais. Sempre que observo as fotos dos navios japoneses fico surpreso com o estados de conservação deles! Estão sempre impecáveis e limpos ao contrário de muitos navios americanos ou europeus, não há quase nenhuma presença de ferrugem, amassados ou pintura com má manutenção (pelo menos nunca observei nenhuma dessas negligências até hoje). Mesmo os navios mais velhos estão impecáveis, algo muito difícil levando em conta que a corrosão é implacável com os navios…

  43. Não d o momento de maiores gastos, infelizmente, estamos quase quebrados e com 1001 outras prioridades, cuidar verbas pros museus é das últimas. Levaremos mais uma ou duas gerações, pelo menos, para dispormos de condições para melhorar noss frotilha, p ex., pois precisamos aumentar nossa assistência e proteção do Norte do país.

  44. Todo mundo aqui afirmando que U$ 1 bilhão de dólares é muito caro para uma escolta bem armada de 5000-6000t.

    Esquecem que uma FREMM, uma Type 26, uma Hobart e afins não saem por menos que 1 bilhão de euros.

    Pra ser sincero, achei foi barato, embora não acredite que a MB tenha cacife pra encomendar nem uma unidade sequer. Mas tá barato pro que é.

  45. Gostei muito da compra dos destroyers e do porta-avioes leve e se fosse venda entre governos com juros irrisórios e suaves prestações a perder de vistas valeria a pena comprar.
    Talvez o japão enxerga o Brasil como um porto seguro uma zona de retaguarda em caso de uma invasão chinesa e queira se garantir.

  46. Vamos conhecer a Asahi Class Destroyer.
    Pouco menos de 1 bilhão de dolares com juros baixos e parcelas a perder de vista, financiado por um banco do Japão.
    Trata-se de uma classe compacta destinada ao combate submarino, mas com grandes capacidades de combate aéreo e de superfície (excelente escolta).

  47. risca o destroyer Asahi da lista trata-se de um destroyer de misseis guiado equipado com um canhão de 127mm 5in 62 tambem equipado com 32 cells de misseis guiados so tem um pequeno porem ele e muito caro

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