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Navios de guerra na Revista Vruum de 1976

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A revista Vruum da editora Abril publicada em 1976, trazia na última capa fichas técnicas com fotos de navios de guerra da Marinha do Brasil. A publicação, que teve apenas 6 números, ainda poder ser encontrada por colecionadores no Mercado Livre

A Vruum sempre trazia um poster ou uma página inteira com foto de um avião da Segunda Guerra, contos de Arthur Clark, curiosidades sobre carros, aviões, barcos, motos.

Nas reproduções deste post, vemos as fichas do Navio-Aeródromo Ligeiro (NAeL) Minas Gerais – A11, o contratorpedeiro Sergipe – D35, o submarino Amazonas – S16 e o submarino Humaitá – S20, publicadas na revista.

Com exceção do NAeL Minas Gerais, os outros navios tinham sido adquiridos no Plano de Renovação e Ampliação dos Meios Flutuantes do início dos anos 1970, através do qual a Marinha recebeu muitas unidades usadas da US Navy, navios novos construídos na Europa, como as fragatas classe Niterói, os submarinos classe Oberon e os navios-varredores classe Aratu.

O Plano também realizou a construção de navios-patrulha e navio-tanque no Brasil.

Clicar nas imagens para ampliar.

25 COMMENTS

  1. Eu achava bonito os CT da Marinha, tenho uma revista tecnologia e defesa de 2004, e tem uma matéria da Esquadrex 2004 na qual se encontrava o CT Pará, o porta aviões SP estava participando mas só tinha 1 Skyhawk disponível pra vôo, sim, apenas um, por isso que o tema defesa no Brasil desanima.

  2. Minas Gerais “full strength’.
    O que são as estruturas que se parecem com varas ou lanças, duas, deitadas a estibordo na embarcação?

    • Roberto,
      Sem querer chato mais já sendo…o termo correto para lado direito das embarcações é boreste.
      Este termo estibordo, creio que venha de um “aportuguesamento” do termo inglês Star Board, que tem o mesmo significado – lado direito das embarcações.
      Fale “estibordo” para um marinheiro, e ele no minimo vai rir de vc…
      O termo é comum na imprensa não especializada e traduções de textos e filmes.
      Não me pergunto porque o lado oposto, bombordo, não foi “aportuguesado” ao pé da letra do inglês Port Board.
      Abraços!

      • Obrigado pela correção.
        Se eu estivesse num barco seria jogado ao mar!
        Estou tentando lembrar de um filme que vi, era sobre um camarada disfarçado de capitão de uma embarção do século XVIII, ele não sabia nada sobre embarcações. Na hora de “zarpar” foi um completo desastre. Era uma comédia.

        • Lembrei agora do trecho do livro de Jorge Amado: Os Velhos Marinheiros.
          Quem leu, sabe que trecho me refiro. A hora da chegada do Lloyd a Belém, onde o “comandante”já com total desconfiança do imediato manda a tripulação usar todos os cabos para atracar o navio. E o que parecia um mico náutico, torna se a salvação do navio pela tempestade que cai a noite e assim torna se o único navio a se safar.
          Mais um livro fantástico de Jorge Amado…

          • Fica à dica…”O duelo” de 2015 com o excelente José Wilker,
            filme baseado nessa obra de Jorge Amado adaptado para tempos
            de hoje.

      • E antes que você me corrija, era um filme, afinal, eu não sei se o comando à tripulação, com todos os termos nauticos, é feito pelo comandante ou pelo imediato.
        Enfim.

  3. Tive todas essas revistas,pena que não cuidei delas.Foram poucos números.Se não me engano tinha um álbum de aviões junto.
    No número um tinha uma reportagem sobre o porta aviões hovercraft, que deslisaria nos oceanos a 180km por hora.Eram chamados navios de efeito de superfície,parece que não foi levado adiante pelos Estados Unidos.
    Bons tempos aqueles.

  4. Só me restou a edição com o submarino “Humaitá”, mas, relembrando e relendo sobre o Ct Sergipe, consta como armamento secundário 4 canhões de 76 mm…só que isso deve ter sido
    antes do programa de modernização, “FRAMM II”, quando estes canhões foram retirados e portanto, nunca fizeram parte do armamento do “Sergipe”…um erro, mas, que de maneira
    alguma desqualifica essa excelente revista !

  5. Amigos. Essas estruturas nos dois bordos do Minas Gerais eram antenas de comunicação. Ficavam, geralmente, erguidas verticalmente. Em postos de voo eram rebatidas para a posição horizontal por manivelas. Nas fotos postadas pelo Galante, tiradas antes da modernização do navio nos anos 70, eram estruturas mais rígidas. Depois foram trocadas por outras de forma tubular, mais modernas. Ficavam a vante e a ré, nos dois bordos. Abraços.

  6. Prezados,

    Muito interessante. Também lembro dessa revista.

    Interessante verificar aquilo que sempre escrevo aqui: A MB não tem como obter navios somente por construção no Brasil. É preciso construir meios novos no Brasil, construir meios novos no exterior e recorrer as compras de oportunidade.

    Isso ocorre a cerca de cerca de 100 anos. Ainda não temos como construir tudo o que precisamos no Brasil, seja por falta de dinheiro ou por capacidade tecnológica/técnica, infelizmente.

    Quem sabe nas próximas décadas.

    Grande abraço

  7. Vixi !!!
    Tá batendo um pouco de saudozismo nos editores/comentaristas ou é impressão minha !!!
    KKKKKKKKKKKK
    Bons tempos !!!
    Brincadeiras à parte eu fui desse tempo também !!!
    Acredito também que foi a melhor época da MB nos idos dos anos 80/90 dai pra diante o “Angu” só desandou.
    Mas acho que as autoridades acordaram e tão dando um “upgrade” na “Briosa”.

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