domingo, maio 16, 2021

Saab Naval

Esquadrões HS-1 e VF-1 aperfeiçoam guerra eletrônica na MB

Destaques

Alexandre Galante
Ex-tripulante da fragata Niterói (F40), jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br

Militares do Centro de Guerra Eletrônica da Marinha, 1° Esquadrão de aviões de Interceptação e Ataque, 1° Esquadrão de Helicópteros Anti Submarino e Grupo de Fiscalização e Recebimento das Aeronaves AF-1/1ª
Militares do Centro de Guerra Eletrônica da Marinha, 1° Esquadrão de aviões de Interceptação e Ataque, 1° Esquadrão de Helicópteros Anti Submarino e Grupo de Fiscalização e Recebimento das Aeronaves AF-1/1ª

Em 21 de setembro, em um esforço conjunto e coordenado pelo Grupo de Fiscalização e Recebimento de aeronaves AF-1/1A, Centro de Guerra Eletrônica da Marinha (CGEM), 1° Esquadrão de Helicópteros Antissubmarino (HS-1) e 1° Esquadrão de aviões de Interceptação e Ataque (VF-1), com o apoio da Comissão Coordenadora do Programa Aeronave de Combate, a Marinha do Brasil realizou uma inédita Ação de Guerra Eletrônica nas instalações do Complexo Aeronaval, em São Pedro da Aldeia.

Essa atividade consistiu na coleta dos parâmetros reais de emissões, em todos os modos de transmissão, do novo Radar instalado nas aeronaves modernizadas AF-1B/C.

As emissões foram recebidas, identificadas e armazenadas pela aeronave SH-16 (Esquadrão HS-1), que possui capacidade de Inteligência Eletrônica. Os dados serão analisados minuciosamente pelo CGEM, responsável em prover a biblioteca de guerra eletrônica dos meios no âmbito da Marinha do Brasil (MB).

O objetivo primário desse Ensaio em Solo foi permitir o desenvolvimento de uma Biblioteca de Guerra Eletrônica (Biblioteca de Ameaças) necessária para ser carregada nas aeronaves AF-1B/C, as quais realizarão, em breve, um Ensaio em Voo visando à validação final do novo Sistema Radar Warning Receiver (RWR). Oportunamente, serão realizados exercícios com o AH-15B (Super Cougar), incrementando de forma contínua as capacidades de guerra eletrônica da MB.

O resultado desse evento representa um incremento do Poder Naval, com o acréscimo nas capacidades do Porta-Helicópteros Multipropósito “Atlântico” e sua Ala Aérea embarcada, e aumento nas capacidades operacionais do AF-1B/C, permitindo a participação mais eficaz em diversas operações.

Militar do 1° Esquadrão de Helicópteros Antissubmarino analisa dados do ensaio
Militar do 1° Esquadrão de Helicópteros Antissubmarino analisa dados do ensaio

FONTE: Marinha do Brasil

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Willber Rodrigues

Sempre bom saber que, apesar de tudo, as FA´s estão treinando e se adestrando com o que tem. Melhor do que nada.
Pergunta meio off-topic , mas a FAB participa dessa criação de doutrina da marinha, como consultoria ou algo do tipo?

Bruno Correia

Sou leigo, mas acredito que no treino de BVR, que aconteceu mês passado, eles tenham feito isso.
https://www.aereo.jor.br/2018/08/30/fab-treina-combate-alem-do-alcance-visual-na-ala-2/

Abraços.

Roberto Santos

Vou dar um chute: Estamos atrasados em pelo menos 50 anos.

Wilson França

Engano seu.
Daqui a 50 anos nossa marinha não vai ser como as dos EUA, China ou mesmo França ou Rússia são hoje.

LucianoSR71

Caros editores, não consigo postar comentários no PA, no post do Spitfire. Abs.

Leandro Costa

Luciano, estou tendo problema semelhante, mas acredito que seja o filtro anti-spam agindo novamente. Meus comentários ficam travados, mas quando aparece algum editor, eles liberam tudo de uma vezada só. Então acho que pode ficar tranquilo que eventualmente seus comentários devem aparecer por lá.

LucianoSR71

Meu objetivo era alertá-los do problema e já foram liberados juntamente c/ vários de outros comentaristas. Abs.

Nilson

Algum colega entendedor do assunto poderia fazer um comparativo entre o A-4 modernizado da MB e o AMX modernizado da FAB, quais as vantagens de um e de outro no tocante às missões de ataque ao solo e reconhecimento. Conforme notícias recentes, a aviação de ataque nacional (exceto T-29s) será composta por 6 A-4 e 14 AMX modernizados, além dos futuros 36 Gripen, que também poderão efetuar tal função.

Nilson

Perdão, A-29, não T-29.

Ronaldo de souza gonçalves

Apesar dos equipamentos não os top tecnológicos,o que importa e o pessoal é a organização.Creio que assim que isto for possível o Brasil terá equipamentos próximos o que tem as grandes potências nossas forças superam essa lacuna.

ALEXANDRE

Esses af 1 depois da chegada dos gripens poderia servir como jato de treinamento?

Dalton

Já foram encomendados jatos Gripen NG de treinamento que é a versão F do Gripen …do lote inicial de 36 aeronaves, 8 serão da versão “F” de dois lugares.
.
Dos 7 AF-1 que será o total de unidades modernizadas, todos os 3 três de dois lugares
adquiridos do Kuwait, 20 anos atrás serão modernizados o que é o bastante para treinar os pilotos da marinha.

ALEXANDRE

Saquei,valeu

José Juscelino de Oliveira Neto

Por que a qualidade da foto principal é tão ruim? (falta de nitidez).
Se observarmos as fotos expostas por chineses, americanos, russos, coreanas, etc. de suas forças armadas, sempre há a preocupação da qualidade da foto como forma de demonstração de força, sabemos que fotos sem nitidez nos leva a impressão de fragilidade (isso é inquestionável, não só de armas militares, mas qualquer outra coisa que se quer demonstrar). Parece que no Brasil não há muita preocupação com isso.

Foca

Amigos, ouvi hoje de fonte bem segura. Dois dos finalistas do Programa Corveta Classe Tamandaré (CCT) já estão definidos, são eles a DAMEN e a Ficantieri. A última vaga será decidida entre Naval Group e TKMS.

Foca

Ouvi hoje, de uma fonte ligada ao Programa das Corvetas Classe Tamandaré, que dois dos finalistas já foram decididos, são eles a DAMEN e a Ficantieri. A última vaga está entre a Naval Group e a TKMS.

Roberto Bozzo

Interessante Foca. Mas a Fincantieri vai de NAPIP ou com o projeto do CPN ? Sabe dizer ?

VBC

Ficantieri foi de CPN

Luiz Trindade

Apesar de tudo e de todos, a Marinha do Brasil bem como suas Forças irmãs continuam treinando com pouco que dão. Imaginem se tivesse todo material que precisam. Teríamos umas Forças Armadas de respeito mundial. Pena que apesar do esforços dos nossos nobres guerreiros, ainda continuamos patinando no cenário mundial isso para não dizer em termos de defesa de nosso território.

Flanker

Eu não entendo o motivo de os canhões de 20 mm terem sido suprimidos nas aeronaves AF-1 modernizadas. O único armamento ar-ar disponível à essas aeronaves é o AIM-9H Sidewinder. Sem um canhão, os pilotos não podem sequer treinar contra uma biruta rebocada. Se alguém souber o morivo real de os canhões terem sido retirados, gostaria que pudesse partilhar conosco.

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