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Esquadrões HS-1 e VF-1 aperfeiçoam guerra eletrônica na MB

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Militares do Centro de Guerra Eletrônica da Marinha, 1° Esquadrão de aviões de Interceptação e Ataque, 1° Esquadrão de Helicópteros Anti Submarino e Grupo de Fiscalização e Recebimento das Aeronaves AF-1/1ª
Militares do Centro de Guerra Eletrônica da Marinha, 1° Esquadrão de aviões de Interceptação e Ataque, 1° Esquadrão de Helicópteros Anti Submarino e Grupo de Fiscalização e Recebimento das Aeronaves AF-1/1ª

Em 21 de setembro, em um esforço conjunto e coordenado pelo Grupo de Fiscalização e Recebimento de aeronaves AF-1/1A, Centro de Guerra Eletrônica da Marinha (CGEM), 1° Esquadrão de Helicópteros Antissubmarino (HS-1) e 1° Esquadrão de aviões de Interceptação e Ataque (VF-1), com o apoio da Comissão Coordenadora do Programa Aeronave de Combate, a Marinha do Brasil realizou uma inédita Ação de Guerra Eletrônica nas instalações do Complexo Aeronaval, em São Pedro da Aldeia.

Essa atividade consistiu na coleta dos parâmetros reais de emissões, em todos os modos de transmissão, do novo Radar instalado nas aeronaves modernizadas AF-1B/C.

As emissões foram recebidas, identificadas e armazenadas pela aeronave SH-16 (Esquadrão HS-1), que possui capacidade de Inteligência Eletrônica. Os dados serão analisados minuciosamente pelo CGEM, responsável em prover a biblioteca de guerra eletrônica dos meios no âmbito da Marinha do Brasil (MB).

O objetivo primário desse Ensaio em Solo foi permitir o desenvolvimento de uma Biblioteca de Guerra Eletrônica (Biblioteca de Ameaças) necessária para ser carregada nas aeronaves AF-1B/C, as quais realizarão, em breve, um Ensaio em Voo visando à validação final do novo Sistema Radar Warning Receiver (RWR). Oportunamente, serão realizados exercícios com o AH-15B (Super Cougar), incrementando de forma contínua as capacidades de guerra eletrônica da MB.

O resultado desse evento representa um incremento do Poder Naval, com o acréscimo nas capacidades do Porta-Helicópteros Multipropósito “Atlântico” e sua Ala Aérea embarcada, e aumento nas capacidades operacionais do AF-1B/C, permitindo a participação mais eficaz em diversas operações.

Militar do 1° Esquadrão de Helicópteros Antissubmarino analisa dados do ensaio
Militar do 1° Esquadrão de Helicópteros Antissubmarino analisa dados do ensaio

FONTE: Marinha do Brasil

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Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
2 anos atrás

Sempre bom saber que, apesar de tudo, as FA´s estão treinando e se adestrando com o que tem. Melhor do que nada.
Pergunta meio off-topic , mas a FAB participa dessa criação de doutrina da marinha, como consultoria ou algo do tipo?

Bruno Correia
Bruno Correia
Reply to  Willber Rodrigues
2 anos atrás

Sou leigo, mas acredito que no treino de BVR, que aconteceu mês passado, eles tenham feito isso.
https://www.aereo.jor.br/2018/08/30/fab-treina-combate-alem-do-alcance-visual-na-ala-2/

Abraços.

Roberto Santos
Roberto Santos
2 anos atrás

Vou dar um chute: Estamos atrasados em pelo menos 50 anos.

Wilson França
Wilson França
Reply to  Roberto Santos
2 anos atrás

Engano seu.
Daqui a 50 anos nossa marinha não vai ser como as dos EUA, China ou mesmo França ou Rússia são hoje.

LucianoSR71
LucianoSR71
2 anos atrás

Caros editores, não consigo postar comentários no PA, no post do Spitfire. Abs.

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  LucianoSR71
2 anos atrás

Luciano, estou tendo problema semelhante, mas acredito que seja o filtro anti-spam agindo novamente. Meus comentários ficam travados, mas quando aparece algum editor, eles liberam tudo de uma vezada só. Então acho que pode ficar tranquilo que eventualmente seus comentários devem aparecer por lá.

LucianoSR71
LucianoSR71
Reply to  Leandro Costa
2 anos atrás

Meu objetivo era alertá-los do problema e já foram liberados juntamente c/ vários de outros comentaristas. Abs.

Nilson
Nilson
2 anos atrás

Algum colega entendedor do assunto poderia fazer um comparativo entre o A-4 modernizado da MB e o AMX modernizado da FAB, quais as vantagens de um e de outro no tocante às missões de ataque ao solo e reconhecimento. Conforme notícias recentes, a aviação de ataque nacional (exceto T-29s) será composta por 6 A-4 e 14 AMX modernizados, além dos futuros 36 Gripen, que também poderão efetuar tal função.

Nilson
Nilson
Reply to  Nilson
2 anos atrás

Perdão, A-29, não T-29.

Ronaldo de souza gonçalves
Ronaldo de souza gonçalves
2 anos atrás

Apesar dos equipamentos não os top tecnológicos,o que importa e o pessoal é a organização.Creio que assim que isto for possível o Brasil terá equipamentos próximos o que tem as grandes potências nossas forças superam essa lacuna.

ALEXANDRE
2 anos atrás

Esses af 1 depois da chegada dos gripens poderia servir como jato de treinamento?

Dalton
Dalton
Reply to  ALEXANDRE
2 anos atrás

Já foram encomendados jatos Gripen NG de treinamento que é a versão F do Gripen …do lote inicial de 36 aeronaves, 8 serão da versão “F” de dois lugares.
.
Dos 7 AF-1 que será o total de unidades modernizadas, todos os 3 três de dois lugares
adquiridos do Kuwait, 20 anos atrás serão modernizados o que é o bastante para treinar os pilotos da marinha.

ALEXANDRE
Reply to  Dalton
2 anos atrás

Saquei,valeu

José Juscelino de Oliveira Neto
2 anos atrás

Por que a qualidade da foto principal é tão ruim? (falta de nitidez).
Se observarmos as fotos expostas por chineses, americanos, russos, coreanas, etc. de suas forças armadas, sempre há a preocupação da qualidade da foto como forma de demonstração de força, sabemos que fotos sem nitidez nos leva a impressão de fragilidade (isso é inquestionável, não só de armas militares, mas qualquer outra coisa que se quer demonstrar). Parece que no Brasil não há muita preocupação com isso.

Foca
Foca
2 anos atrás

Amigos, ouvi hoje de fonte bem segura. Dois dos finalistas do Programa Corveta Classe Tamandaré (CCT) já estão definidos, são eles a DAMEN e a Ficantieri. A última vaga será decidida entre Naval Group e TKMS.

Foca
Foca
2 anos atrás

Ouvi hoje, de uma fonte ligada ao Programa das Corvetas Classe Tamandaré, que dois dos finalistas já foram decididos, são eles a DAMEN e a Ficantieri. A última vaga está entre a Naval Group e a TKMS.

Roberto Bozzo
Roberto Bozzo
Reply to  Foca
2 anos atrás

Interessante Foca. Mas a Fincantieri vai de NAPIP ou com o projeto do CPN ? Sabe dizer ?

VBC
VBC
Reply to  Roberto Bozzo
2 anos atrás

Ficantieri foi de CPN

Luiz Trindade
Luiz Trindade
2 anos atrás

Apesar de tudo e de todos, a Marinha do Brasil bem como suas Forças irmãs continuam treinando com pouco que dão. Imaginem se tivesse todo material que precisam. Teríamos umas Forças Armadas de respeito mundial. Pena que apesar do esforços dos nossos nobres guerreiros, ainda continuamos patinando no cenário mundial isso para não dizer em termos de defesa de nosso território.

Flanker
Flanker
2 anos atrás

Eu não entendo o motivo de os canhões de 20 mm terem sido suprimidos nas aeronaves AF-1 modernizadas. O único armamento ar-ar disponível à essas aeronaves é o AIM-9H Sidewinder. Sem um canhão, os pilotos não podem sequer treinar contra uma biruta rebocada. Se alguém souber o morivo real de os canhões terem sido retirados, gostaria que pudesse partilhar conosco.