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Caças F-35B começam operações noturnas no HMS Queen Elizabeth

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Caças F-35B realizam operações noturnas no HMS Queen Elizabeth
Caças F-35B realizam operações noturnas no HMS Queen Elizabeth

OCEANO ATLÂNTICO NORTE — Caças F-35B Lightning II realizaram suas primeiras experiências de voo noturno no maior navio de guerra do Reino Unido, o HMS Queen Elizabeth.

O porta-aviões, que recebeu os jatos F-35 Lightning II pela primeira vez a bordo na semana passada, está atualmente realizando testes de voo na costa leste dos Estados Unidos.

Imagens mostram como os testes noturnos, que até agora só tinham sido feitos em simuladores ou no solo, foram realizados com tecnologia de visão noturna de última geração, com pilotos e manipuladores de aeronaves guiando com sucesso o caça supersônico no convés de voo.

Alguns ensaios também foram realizados sem tecnologia de visão noturna para garantir a capacidade dos jatos em qualquer eventualidade.

O Cmdr. James Blackmore da Marinha Real Britânica, também conhecido como Wings, o Commander Air na HMS Queen Elizabeth, disse: “O conceito de voo noturno não é difícil para nós – o que estamos vendo é como as novas luzes a bordo do HMS Queen Elizabeth se parecem à noite a partir da perspectiva dos F-35.

“Já fizemos isso com as aeronaves de asa rotativa no início deste ano, mas agora é crucial que entendamos como elas são adequadas para os F-35 operarem à noite a partir porta-aviões. As primeiras indicações são de que elas estão em boa ordem tanto para as perspectivas auxiliadas quanto para as não assistidas”.

Andrew Maack, engenheiro-chefe de testes da Força Integrada de Testes F-35 Pax River, organização responsável pela condução e análise dos testes de voo, disse: “Durante o dia há sinais que informam ao cérebro do piloto qual é o movimento relativo entre o avião e o navio.

À noite, especialmente à noite muito escura, todos esses sinais vão embora e você se torna dependente de exatamente quais são as luzes e como é a visão dessas luzes. É algo que você não pode traduzir em sua mente com antecedência – você não sabe até ver isso.”

Os pilotos inicialmente voaram usando apenas a luz ambiente e as luzes no convés porta-aviões antes de conduzirem os pousos usando a capacidade de visão noturna em seus capacetes.

O HMS Queen Elizabeth foi equipado com luzes LED especialmente projetadas em seu convés de voo para auxiliar no pouso noturno.

O Cmdr. Nathan Gray da Marinha Real e o Sq. Ldr. Andy Edgell da Royal Air Force, ambos pilotos de teste do F-35 Pax River ITF, foram os primeiros pilotos a fazer história pousando suas aeronaves no convés de voo da porta-aviões em 25 de setembro.

O HMS Queen Elizabeth deixou seu porto de Portsmouth, no Reino Unido, em agosto, cruzando o Atlântico para realizar os testes de voo, além de treinar com a Marinha dos EUA.

FONTE: Royal Navy / FOTOS: U.S. Department of Defense (DoD)

36 COMMENTS

    • Washington, já eu acho a única versão realmente necessária!! O ganho operacional de um caça STOVL supersônico é imensa.

      Pra mim é a única versão realmente que vale a pena gastar mais de 100 milhões de Trumps por aparelho!!!

      • concordo, das 3 é a única que justifica o valor cobrado. Para as versões convencionais e CATOBAR, existem opções com melhor custo benefício.

    • Ele até pode decolar verticalmente com quase nada de carga/combustível, mas, para
      ser útil ele precisa de uns bons 150 metros de pista e/ou uma rampa na parte dianteira do convés de voo.
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      O F-35B permite que grandes navios de assalto anfíbio ou NAes que não disponham de catapultas como é o caso da marinha italiana e agora da britânica de operar com aeronaves de asa fixa, nesse caso, uma aeronave que não apenas é mais veloz que o “Harrier” e sua versão americana o “AV-8”, mas, principalmente pelos sistemas embarcados.
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      No caso da US Navy que conta com NAes com catapultas, uma versão com maior alcance e outras características que a tornam mais indicada para operar a bordo de tais NAes foi desenvolvida, a versão “C”, mas, apenas a US Navy e o USMC, Corpo de fuzileiros navais dos EUA, irão adquiri-la e estes últimos os utilizarão a bordo dos NAes, já que há ocasiões em que uma ala aérea não contenha os 4 Esquadrões de caça e ataque então um esquadrão dos fuzileiros complementa o esquadrão faltante.
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      A versão “A” utilizada por Forças Aéreas será mais barata que a versão “C” já que haverá um número muito maior de usuários e terá características próprias de aeronaves baseadas em terra…daí a necessidade de se ter 3 versões de uma única aeronave.

      • Dalton eu fiz mais dois ou três comentários que foram apagados pelo moderador, e eu comentava que achava que seria melhor colocar um “CATOBAR” ao invés da versão B, considerando que ainda que mais caro a construção e manutenção do NA, seria melhor para as marinhas que os terão em NA e não em LPD ou eventualmente em um LHD. Abraços!

        • A versões A e C foram desenvolvida da B, acredito que por isso sejam tão caras que os futuros concorrentes, logo sem a B seriam outro projeto(s).
          Vantagens da B
          1- mesmo sendo 5°g ainda seu custo de operação mais do navio será inferior ou igual a um de 4°g mais navio CATOBAR;
          2-Poderá realizar mais missões/dia que a C;
          3-O espaço no navios podem melhor aproveitado, poi não dispositivos de catapultas e nem dispositivos de paradas;
          4- podem pousar em espaços reduzidos e/ou estados de mar muito agitados (VTOL);
          5-Pouso SRVL;
          6- ALIS;
          7- “Aliados” quem atacar o ALIS atacar todos…
          Desvantagens:
          1- Para pouso VTOL necessita de “jogar parte da carga”;
          2- ALIS, sem o sistema as aeronaves ficar sem “celebro”, são responsável pelo check-up dos sistemas, fora que poderiam espalhar dados falsos para toda a frota;
          3- “Aliado” quem atacar o ALIS atacar todos os utilizadores;
          4- AEW&C mais fraco (baseados em VHF, por causa da altura, não sei sobre radares quânticos);
          5- Sem COD (por enquanto pois já estão com planos para os CMV-22,mas esses parece que tem pouco alcance/autonomia)
          6-Sem revo (futuramente terá provavelmente baseado no V-22)

          http://www.thedrive.com/the-war-zone/22921/navy-details-plans-for-carrier-onboard-delivery-cmv-22-osprey-squadrons-as-tests-continue?iid=sr-link1

          • O F-35B não precisa alijar sua carga interna (configuração stealth) para pousar na vertical. Precisaria alijar parte de seus combustível, mas não a carga, tida como sendo de 1,3 t.

          • Pra ser mais preciso, o F-35B pode operar VTOL (pousando ou decolando na vertical) com 1,3 t de carga interna e 2 t de combustível interno (de um total de 6 t).

    • Washington,
      Um caça VTOL que opera no modo STOVL (pro Ivan não reclamar rssss) não se presta só a operações embarcadas. Quando operando de terra ele pode se dispersar sobre grande área, além de prescindir de pistas de pouso longas, que serão destruídas ou seriamente danificadas no primeiro dia de guerra.
      A melhor defesa contra uma chuva de Iskanders e Kalibrs é a dispersão e ocultação.

      • Só agora vi seu comentário Washington por conta dos comentários do Bosco…e
        acrescento que de fato a maior parte dos F-35Bs do USMC (fuzileiros navais) irão operar de bases terrestres e sempre que possível utilizarão pistas convencionais pois uma decolagem vertical consumiria muito combustível afetando consideravelmente a permanência da aeronave no ar, mesmo se um potencial inimigo estiver nas vizinhanças da base, mas, poderão decolar após uma corrida bem curta o que também é uma vantagem.
        .
        O F-35C, mesmo os futuros 4 esquadrões de linha de frente do USMC irão operar apenas a partir de NAes da US Navy, já que nenhuma outra marinha aliada dos EUA tem em seu radar a construção de um NAe com catapultas no futuro próximo fazendo da versão “B” a única opção.
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        abraços

  1. Um exemplo emblemático nessa nova era dos NAes que se descortina e da possibilidade de seus usuários é esse dos modernos e impressionantes, sob vários aspectos, Porta-Lightning II-B da RN. Que representam de forma incontroversa um extraordinário avanço na capacidade expedicionária da Marinha Real, mas não lhe permite, por diversos fatores, uma autonomia militar tal, que dispense o apoio de uma coalizão naval contra uma hipotética oposição de forças equivalentes, isso para pensar em cenários estratégicos que justifiquem sua vultosa aquisição.

    Um equipamento de R$ 12 bilhões, sem considerar sua ala aérea e seu custo de operação e manutenção ao longo de sua vida útil, de uma nação economicante rica, socialmente desenvolvida, tradicionalmente marítima, com expressivos interesses ultramarinos, mas que não traz autonomia integral ao seu operador fora de uma aliança internacional.

    Não basta querer, tem que precisar. Não basta precisar, tem que poder. Não basta poder, tem que cooperar, como bem demonstram as lindas fotos dessa matéria cujo título alternativo bem poderia ser: “DoD Save the Queen”.

    • “que dispense o apoio de uma coalizão naval contra uma hipotética oposição de forças equivalentes”
      .
      E o que seria essa tal “força equivalente”, que vai ameaçar a RN no mar?
      Russos?
      Chineses?
      Não são equivalentes… E um conflito envolvendo estes, é assunto para o mundo todo se preocupar. Para este conflito, que seria de escala mundial, existem alianças.
      Fora isso, sobram quais ameaças “equivalentes”?
      .
      A Royal Navy vai possuir a maior capacidade expedicionária da Europa na próxima década.
      https://1.bp.blogspot.com/-2Y9A8sW7Yyo/VgsLRWYgOXI/AAAAAAAAFgY/WcL1EMVlhWM/s1600/Royal%2BNavy%2B2020.jpg
      .
      Se isso não proporcionar autonomia, não tenho a menor ideia do que poderia proporcionar…

      • Não sei Bardini, se há grande mérito no fato da Royal Navy vir a ter “a maior capacidade expedicionária da Europa”…independente da “fraqueza” das demais marinhas, no sentido de que ” em terra de cego quem tem um olho é rei “há de se considerar o seguinte penso eu:
        .
        Apenas 1 dos 2 “LPDs” encontra-se “ativo” e o outro não pode ser reativado rapidamente, então, quando o que encontra-se “ativo” precisa passar por manutenção de rotina ,não se tem nenhum.
        .
        Com dois NAes que terão uma importante capacidade anfíbia, espera-se que na maior parte do tempo, um estará disponível ao menos nos primeiros anos quando períodos de manutenção não precisarem ser muito longos e com 3 “LSDs” normalmente um ou dois no máximo poderão estar disponíveis.
        .
        A grosso modo a Royal Navy poderia reunir uma capacidade similar a um único “Grupo Anfíbio” da US Navy e seus 3 componentes, 1 LHD/LHA, 1 LPD e 1 LSD,
        com 1 NAe, 1LPD e 1 LSD ou 1 NAe e 2 LSDs e no pior cenário nenhum NAe.
        .
        Só que o “Grupo Anfíbio”da US Navy treina em conjunto durante meses e partem juntos para uma missão, enquanto a Royal Navy apenas consegue enviar seus “anfíbios” isoladamente para regiões diferentes e quando um deixa determinada região , dificilmente há outro para ocupar o lugar.
        .
        Sem dúvida a Royal Navy continuará relevante dentro de uma aliança militar, mas,
        com tão poucos meios disponíveis e a necessidade de se querer estar em tantos lugares ao mesmo tempo, diluindo as forças consistentemente, não me parece haver muito a se comemorar.

    • Seu texto, s.m.j., é contraditório ou, então, encerra a resposta à sua própria pergunta e confirma minha tese. Se os russos ou chineses não são equivalentes e não ameaçam a Royal Navy, por que o mundo deve se preocupar com suas oposições? E por que então alianças, se a Royal Navy, sozinha, se lhes opõe?

      Não disse que a capacidade expedicionária da RN é desprezível ou de menor expressão com seu Grupo de Batalha centrado nos Porta Lightning II-B, pelo contrário. Só destaquei, e reafirmo, que cenários estratégicos onde sua capacidade militar for efetivamente demandada jamais será sem o auxílio de uma coalizão internacional, especialmente a americana.

      Nao, isso não é “autonomia”, é “parceria”.

      • Russos e Chineses estão em um patamar superior de ameaça. Nem os americanos atuariam por conta própria neste embate. Seria algo de escala mundial, um prelúdio do fim do mundo. Afetaria a todos e, você entendeu o que eu escrevi.
        .
        Toda essa sua argumentação é uma tentativa de denegrir a necessidade de um Porta Aviões, justificando que a aquisição deste não gera condições para que uma Marinha venha a operar com autonomia. Isso não se sustenta, já que o próprio passado recente da Royal Navy refuta essa linha de pensamento, se for analisada sua atuação na Guerra das Malvinas.

        • Por isso que esse tipo de combate não existira, perdem todos. Mais do que obvio. Pergunte ao Putin se Ele quer perder a boquinha.

          Os Ingleses tem o poderio necessário para os seus interesses. Isso basta.

      • Você replica, treplica e, sim, se contradiz, para, em nada, mudar minha posição, pelo contrário, confirmá-la: a posse de navios aeródromos não traz qualquer autonomia militar sequer aos países centrais, com desenvolvimento econômico, social, compromissos geo-políticos e interesses ultramarinos, quanto mais aos países periféricos sem quaisquer daqueles elementos estratégicos que justifiquem um equipamento de tal envergadura.

        E se deseja trazer à baila a Guerra das Malvinas, não faça a comparação da RN com a MB, mas desta com a AA, à época a mais forte, no papel, da América Latina, inclusive com a posse de porta-aviões CATOBAR, com dois modelos de aeronaves a jato em suas alas aéreas, tendo que se recolher pela simples presença de um submarino nuclear oponente que lhe negou o uso do mar. O exempo de uma nação periférica se opondo a uma nação central com a presença, teórica, de um porta-aviões . . .

        Por derradeiro, não estou aqui para “denegrir” a necessidade do porta-aviões, mas para apresentar meus argumentos quando da sua desnecessidade, como serve um blog de discussão a todos os pensamentos, algo que você insiste em não querer entender.

        • Você replica, treplica e, sim, se contradiz, para, em nada, mudar minha posição, pelo contrário, confirmá-la: a posse de navios aeródromos traz autonomia militar aos países centrais, com desenvolvimento econômico, social, compromissos geo-políticos e interesses ultramarinos, quanto mais aos países periféricos que necessitam desenvolver e proteger estes elementos estratégicos, justificando assim um equipamento de tal envergadura.

          E se deseja trazer à baila a Guerra das Malvinas, não faça a comparação da RN com a MB, mas desta com a AA, à época a mais forte, no papel, da América Latina, inclusive com a posse de um porta-aviões CATOBAR, com dois modelos de aeronaves a jato em sua ala aérea, tendo que se recolher pela simples presença de uma força oponente que lhe negou o uso do mar e dos céus. O exemplo de uma nação periférica se opondo a uma nação central com a presença, teórica, de um porta-aviões lutando contra uma força que dominava os céus e o mar, acima e abaixo dela superfície. . .

          Por derradeiro, não estou aqui para “denegrir” a necessidade do porta-aviões, mas para apresentar meus argumentos quando da sua necessidade, como serve um blog de discussão a todos os pensamentos, algo que você insiste em não querer entender.

        • É a contradição no último estágio: a negação dos fatos, a negação da História e, por fim, a reprodução quase integral dos argumentos alheios com recortes gramaticais toscos pelo simples espírito da emulação.

          • Caro Flávio,

            Quando falo em “força equivalente”, penso no conjunto da obra do opositor, afinal, numa guerra, não haverá uma simples oposição “super-trunfo”, de NAe x NAe ou DDG x DDG, mas o uso recíproco e indistinto da força disponível, na hipótese extrema de um conflito – convencional – entre países centrais. Se partirmos para o debate nuclear não há discussão, muito menos sobre porta-aviões.

            Repito, a RN com a reestruturação de seus “Grupos de Batalha” ou “Forças Expedicionárias Anfíbias”, conforme a conveniência estratégica de Sua Magestade, é um oponente respeitável, mas isso por si só – a um custo financeiro altíssimo a que poucas nações convém despender, exceto com um nível sócio econômico estruturado no aspecto interno e compromissos geo-estratégicos no aspecto externo – não traz qualquer autonomia militar sequer às ilhas britânicas.

            E quanto às Malvinas, em apertadissima síntese, do lado argentino, seu aeródromo naval tornou-se inútil com a presença de um único submarino nuclear na força oponente, por outro giro, do lado britânico, a coalizão anglo-americana com o prestimoso auxílio dos satélites militares americanos, e a coalizão pan-européia, com o prestimoso embargo militar à Argentina, especialmente o francês em face dos Super Étendard, só confirmam a falácia dessa “autonomia” ou “onipotência” pela posse de um navio aeródromo.

            É o que penso.

        • Caro Ozawa;
          Quando você fala em força equivalente deve considerar que a outra força não tenha posse de um NAe CATOBAR, no máximo STOBAR como esse mesmo não operar jato de 5°g então ele estará em desvantagem em relação a um NAe SVTOL + F-35B….

          Vale salientar que embora os argentinos tiver-se 1 NAe CATOBAR os Ingleses tinham 2 SVTOL e um SSN, ou seja, mesmo que não tivesse um SSN ainda estariam em desvantagem, somado o fato que pede-rá o Belgrano o que deve ter contributo a volta ao porto. E ainda deve considera que a guerra foi trava em um arquipélago próximo ao continente e em uma aérea relativamente pequena…Se a guerra fosse em uma aérea maior ou mais distante seria ainda mais vital ter NAe.

          • Caro Flávio,

            Quando falo em “força equivalente” penso no conjunto da obra dos opositores, afinal, numa guerra, não haverá uma simples oposição “super-trunfo”, de NAe x NAe ou DDG x DDG, mas o uso recíproco e indistinto da força disponível, na hipótese extrema de um conflito convencional entre países centrais.

            Repito, a RN com a reestruturação de seus “Grupos de Batalha” ou “Forças Expedicionárias Anfíbias”, conforme a conveniência estratégica de Sua Magestade, é um oponente respeitável, mas isso por si só – a um custo financeiro altíssimo a que poucas nações convém despender, exceto com um nível sócio econômico estruturado no aspecto interno e compromissos geo-estratégicos no aspecto externo – não traz qualquer autonomia militar sequer às ilhas britânicas.

            E quanto às Malvinas, do lado argentino, seu aeródromo naval tornou-se inútil com a presença de um único submarino nuclear na força oponente, por outro giro, do lado britânico, a coalizão anglo-americana com o prestimoso auxílio dos satélites militares americanos, e a coalizão pan-européia, com o prestimoso embargo militar à Argentina, especialmente o francês em face dos Super Étendard, só confirmam a falácia dessa “autonomia” ou “onipotência” pela posse de um navio aeródromo.

            É o que penso.

          • “a um custo financeiro altíssimo a que poucas nações convém despender, exceto com um nível sócio econômico estruturado no aspecto interno e compromissos geo-estratégicos no aspecto externo – não traz qualquer autonomia militar sequer às ilhas britânicas.”
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            Guerra é Guerra…
            Na época das Malvinas, eles estavam com a economia as mil maravilhas, como você está pintando?
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            “E quanto às Malvinas, do lado argentino, seu aeródromo naval tornou-se inútil com a presença de um único submarino nuclear na força oponente”
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            Isso é uma falácia. O primeiro navio britânico a chegar no front foi um SSN. Mesmo assim, a ARA atuou e os Tracker do 25 de Mayo detectaram a FT Britânica. Não puderam lançar o ataque por conta das condições climáticas que afetaram o desempenho do navio, no dia 1 de Maio. No dia 2 de Maio, o Belgrano foi afundado FORA da zona de exclusão das 200 milhas, vitimando 320 homens. Guerra é Guerra… Isso obrigou a ARA a se recolher.
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            “por outro giro, do lado britânico, a coalizão anglo-americana do lado britânico, a coalizão anglo-americana com o prestimoso auxílio dos satélites militares americanos, e a coalizão pan-européia, com o prestimoso embargo militar à Argentina, especialmente o francês em face dos Super Étendard,”
            .
            Então vamos falar do possível auxílio soviético no afundamento do HMS Coventry e HMS Atlantic Conveyor, por meio do fornecimento de dados coletados via satélite…
            .
            Então vamos falar da coalizão entre Argentina, Peru, Israel, Líbia, Cuba, Brasil, Espanha, França e outros tantos, que auxiliaram os argentinos no conflito, direta ou indiretamente…

          • “E quanto às Malvinas, do lado argentino, seu aeródromo naval tornou-se inútil com a presença de um único submarino nuclear na força oponente”
            .
            HMS Spartan
            HMS Splendid
            HMS Conqueror
            HMS Valiant
            HMS Courageous
            HMS Onyx
            .
            Isso foi em ordem, o que a RN mandou para a Região, de 1 Abril de 1982 até 12 Maio de 1982.

  2. Queria ver como vai ficar o convés depois de aguentar o fogo dessas turbinas cuspindo sem parar bem em cima, o material deve ser muito bom.

  3. Na realidade ele veio principalmente para substituir o AV-8 Harrier da USMC e Royal Navy. O Harrier sempre teve limitações de pouso/decolagem vertical e não seria com ele diferente. Quem sabe no futuro ainda nebuloso no horizonte, quando dominarmos o magnetismo a gente consiga inverter a polaridade abaixo de modo a fazer flutuar sem utilização de motores. Em teoria é possível, só esbarra na prática com a quantidade de energia necessária para tal. Enfim… Seja bem vindo F-35. Vamos adiante porque não somos caranguejos para andar de lado e nem para trás.

  4. É Brasil, aprenda com os ingleses, porta aviões não são pra qualquer um, tem que ter $$$$$$$$ e vontade de guerrear, como já disse o brasileiro tem outras prioridades.

  5. A RN, assim como foi com o Harrier está testando o conceito da operação do F-35B, na função de caça principal da frota, ao contrário da operação dos Marines americanos onde opera como apoio às forças de terra (duvido que os F-35B dos Marines vão precisar operar o AIM-120 por exemplo). Se for exitosa, muitas Marinhas a seguirão, talvez inclusive a brasileira, em um futuro indeterminado, já que adquirir um NAe para caças VTOL ou mesmo um LHD parede ser mais barato e no caso dos LHDs, muitos projetos de muitos países competindo entre si deve diminuir o preço. NAes puros, poucos fazem.

  6. Os ingleses farão o mesmo uso dos Americanos, o F-35 é tudo, menos um avião de ataque por excelência. Para isso a Marinha Americana está repleta de Hornets.

    Um F-35 é capaz de gerar superioridade aérea em qualquer cenário alem de funcionar com um pequeno AWACS para as forças de ataque apoiando os Marines. Sim, irão armados com AIM-120 e tudo o mais que coloque um avião inimigo no chão.

    Costumo dizer que a Marinha Chinesa hoje não passa de um alvo muito interessante. Como poderia ser uma “marinha de aguas azuis” sem cobertura aérea??? Alguém acha que os Ingleses cometeriam o mesmo engano?

    Para as suas pretensões o F-35 poderá gerar o minimo de cobertura aérea necessária para o grupo de combate principal da frota

    • Verdade Ricardo…ano passado o Esquadrão VMFA-121 que fornece um destacamento de 6 F-35Bs para o LHD/LHA baseado no Japão, atualmente o USS Wasp teve algumas de suas aeronaves portando o AIM-120 em um exercício.
      .
      A versão “B” é um tanto quanto prejudicada no alcance e menor tonelagem de armas que pode transportar, mas, já é muito superior ao AV-8B.
      .
      O “problema” com os “ingleses” é que apenas um esquadrão de F-35Bs, 12 aeronaves,
      será embarcado…o plano é ter dentro de alguns anos, 4 esquadrões, 2 da Royal Navy e 2 da RAF o que permitirá que um esquadrão deva estar disponível para cada NAe e um segundo esquadrão possa ser embarcado em caso de extrema necessidade no NAe que estiver em missão.
      .
      Qualidade é importante, mas, quantidade também é, até porque nunca se terá todas as
      12 aeronaves disponíveis a bordo do NAe…sempre haverá algumas passando por manutenção, mas, apesar de longe do ideal é o que se pode fazer.

  7. Aos colegas,
    Não seria mais vantajoso à Royal Navy ter feito um porta aviões de decolagem mais convencional, catapultado?O avião seria menos complicado, teria um alcance bem maior.

    Sei que isso foi discutido uns 6 anos atrás e eles optaram por esta versão. E até sei que desde os anos 70- que não operam este tipo de navio. Qual a razão?

    • A razão curisco é que um NAe equipado com catapultas, maquinário e cabos de retenção,
      é mais caro de adquirir, manter e também tripular e falta à Royal Navy recursos e também pessoal…ainda mais em se tratando de duas unidades…para que na maior parte do tempo, um esteja disponível, ainda mais que ambos terão uma importante capacidade anfíbia também.
      abs

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