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Japão lança submarino movido a baterias de íons de lítio

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O 11º submarino da classe “Soryu”, Oryu (SS-511), foi lançado no estaleiro da Mitsubishi Heavy Industries em Kobe no dia 4 de outubro. O Oryu apresenta uma significativa atualização de projeto: é o primeiro submarino do Japão alimentado por baterias de íons de lítio.

O Oryu, construído para a Força Marítima de Autodefesa do Japão (JMSDF) é o sexto construído pela MHI, os outros cinco foram construídos pela Kawasaki Shipbuilding Corporation, subsidiária de construção naval da Kawasaki Heavy Industries. A quilha do Oryu foi batida em novembro de 2015 e o submarino está previsto para ser entregue à JMSDF em março de 2020.

A quilha do primeiro submarino da classe, Soryu (SS-501), foi batida em março de 2005. Foi lançado em dezembro de 2007 e comissionado em março de 2009.

O mais recente submarino classe “Soryu”, o Seiryu (SS-509) foi incorporado à JMSDF em 12 de março de 2018.

Todos os submarinos da classe são batizados com nomes de dragões: Soryū significa Dragão Azul, Hakuryū (2º da classe) Dragão Branco, Sekiryū (8º na classe) Dragão Vermelho. Shoryu (10º na classe) Dragão Voador.

Oryu (お う り ゅ う ou 凰 龍 em kanji) significa Dragão Fênix.

Doze submarinos da classe “Soryu” estão planejados para a JMSDF. Os décimo primeiro e décimo segundo submarinos terão autonomia subaquática aprimorada graças às baterias de íons de lítio. A classe é uma versão melhorada do submarino da classe “Oyashio”. Os submarinos da classe “Soryu” são os maiores submarinos convencionais do mundo até a presente data.

Eles têm um excelente histórico operacional e estão equipados com tecnologias de última geração, incluindo sistemas de propulsão independentes da atmosfera (AIP) que permitem que permaneçam totalmente submersos por longos períodos de tempo e tecnologias stealth avançadas que os tornam mais difíceis de detectar.

Em comparação com os submarinos anteriores da classe “Soryu”, o Oryu não usa baterias de chumbo-ácido, mas as de lítio, projetadas pela GS Yuasa. Diz-se que essas baterias de alto desempenho armazenam o dobro da energia.

Características principais
Comprimento: 84,0 m
Boca: 9,1 m
Deslocamento: 2.950 Toneladas
Velocidade: 20 nós

FONTE: Navy Recognition

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Luciano Bittencourt
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Luciano Bittencourt

Muito show !

BMIKE
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BMIKE

Qual a principal vantagem desse tipo de baterias? Elas são totalmente Secas? Caso sim devem ser mais leves que as tradicionais “molhadas”. Quanto a durabilidade e manutenção? Confesso que sobre baterias entendo só o básico, de equipamentos comuns como carro e aparelhos eletrônicos (celulares) agora para aplicação em subs a história e outra…

Br
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Br

É o mesmo tipo de bateria usada nos eletrônicos e carros, elas são secas e leves, além de ter grande capacidade. O problema é que elas se incendeiam com certa facilidade, ainda mais de entrar em contato com o ar, ela queima da mesma maneira que a pólvora e tem Vida útil limitada.

Jr
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Jr

Uma verdadeira bomba relógio dentro de um submarino

Zorann
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Zorann

Eu não sei como são estas do submarino. Mas devem ter semelhanças com as usadas em celulares. . Mas as baterias Li Ion (ion de Litio) são altamente confiáveis, compactas e seguras. Existe ainda as baterias Li Po (íon polímero) que possuem maior densidade de carga que as Li Ion, ou seja pode fornecer muito mais quantidade de energia, tendo as mesmas dimensões (as vezes 40% a mais de capacidade). As Li Po também possuem maior capacidade de descarga/segundo, ou seja é capaz de fornecer amperagens em pico bem maiores. . As baterias de Li Po são substancialmente mais caras,… Read more »

Fellipe
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Fellipe

Tô torcendo para um segundo lote de submarinos tipo Scorpene, um novo lote com mais 4 ou 8 submarinos Scorpene dotados de AIP seria um sonho .

Off : e o tal Barracuda AIP que a DCNS diz que é o maior e mais poderoso submarino não nuclear ? … Como está andando isso ???

Camargoer
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Camargoer

Caro Felipe. Não faz sentido a MB investir em AIP já que ela está desenvolvendo submarinos nucleares. Mesmo que eles sejam mais caros, o programa está tão avançado (projeto do reator, tecnologia de combustível, projeto do casco) que é melhor continuar nele do que começar um outro projeto do zero. Segundo inúmeros posts e comentários aqui do PN, um submarino nuclear ainda será superior a um AIP.

Fellipe
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Fellipe

Acredito que os submarinos nucleares são sim superiores aos AIP, mas creio que no nosso caso uma esquadra só com submarinos nucleares é impossível, 4 submarinos nucleares de ataque + 12 submarinos convencionais seria o ideal . Meu sonho seria uma esquadra com 12 submarinos nucleares de ataque, mas isso demandaria de no mínimo US$ 30 bilhões e no mínimo uns 15 anos .

Tupinambá
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Tupinambá

Está mesmo avançado o desenvolvimento do reator brasileiro para submarinos ? Tem certeza ? Nem o pessoal envolvido no projeto tem ideia de quanto tempo levará para ele ficar pronto.

Marcelo
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Marcelo

o Barracuda com propulsão convencional, ganhou o nome de Shortfin Barracuda, derrotou esse submarino japonês aí na concorrência para a Austrália. A última notícia que eu li foi que a DCNS está com dificuldades para encontrar empresas na Australia com capacidade para absorver o ToT previsto no contrato, pois a construção de submarinos na Australia parou já a muitos anos. Isso acontece quando não há continuidade nos projetos, parecido co o que temos aqui, mas creio que lá o problema é pior porque o Barracuda é um submarino maior e mais sofisticado que o Scorpene que compramos com ToT.

Renan
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Renan

Isso é como um carro novo com novas tecnologias. Teremos problemas e recall. Mas quando emplacar, teremos um modelo líder de série a ser copiado e seguido.

Com certeza por ser novidade sem escala de produção deve ser proibitivo o valor.
Mas com o tempo será o padrão a ser adotado.

Brasil poderia pensar nisso para o segundo lote de submarinos.

Camargoer
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Camargoer

Caro Renan. Acho improvável que a MB adote baterias ion-lítio para nos próximos submarinos. A industria brasileira domina a fabricação das baterias chumbo-ácido e algumas universidades brasileiras têm excelentes especialistas em baterias chumbo-ácido. A MB mantém intenso contato com estas universidades há bastante tempo. Não vejo sentido em substituir as baterias de chumbo-ácido que são eficientes e homologadas para os Scorpenes por outro tipo de baterias. Acho que até os submarinos nucleares terão baterias chumbo-ácido

Nozor Boletti
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Pode ser. Mas a médio-longo prazo, que é o que os militares trabalham, será preciso reavaliar isso. Analogamente, tínhamos um excelente know-how em carroças levando canhões, mas…

Camargoer
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Camargoer

Caro Nozor. O planejamento da MB a longo prazo passa necessariamente pelas universidades e em uma outra etapa, pelo setor industrial. Pelo que sei, o foco da MB são as baterias chumbo-ácido. Conheço alguns grupos de pesquisa sobre célula combustível e outros que se dedicam a baterias ion-litio e até ion-sódio, mas não lembro de ter visto qualquer protótipo de grande porte. Eu mesmo desenvolvi alguns eletrodos para baterias íon-litio, mas não há setor industrial brasileiro que produza esse material. Sei também que o pessoal de Itaipu está investindo bastante em carros elétricos usando baterias chumbo-ácido de nova geração. Pelo… Read more »

marcelo kiyo
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marcelo kiyo

Não acho boa ideia; será que essas baterias suportam danos de combate.
Pelo menos um avião de carga e um veleiro esportivo já foram destruídos por problemas em baterias de íon lítio.

Daglian
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Daglian

Que dano de combate danificaria uma bateria sem ser catastrófico para o submarino? Não se combate mais com cargas de profundidade; um submarino será atingido por um torpedo se for encontrado, e isso provavelmente já será suficiente para afundá-lo de uma vez, pouco importando o tipo de baterias.

No mais, é de se esperar que essas baterias tenham sido desenvolvidas com tecnologia militar e não sejam iguais a baterias de veleiros esportivos.

John Paul Jones
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John Paul Jones

Essas baterias são muito menores que a de chumbo acido, só para comparação um elemento de liOH é quase 06 vezes menor que um elemento de bateria chumbo acido, ou seja, um classe tupi que tem 440 elementos de bateria poderia levar quase 3000 de LiOH, ou seja, um verdadeiro submarino “Nokia” (para quem se lembra da diferença de capacidade dos celulares motorola e Nokia rs …). Associar estas baterias a uma propulsão AIP praticamente dão uma capacidade semelhante a um SSN, o Japão também está perseguindo o uso de super condutores nestas conexões, o que reduziria significativamente as perdas… Read more »

Moriah
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Moriah

É por aí mesmo e como eu já comentei, ainda nem estão na bateria de estado sólido ou mesmo na chamada lítio-air, intermediária entre a atual e a primeira que citei. brincando, três meses de turno com poder de ir até 20 nós se necessário. inviabiliza qq investimento em sub nuc e transforma um AIP numa arma ainda mais poderosa e silenciosa…

Camargoer
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Camargoer

Caros Colegas. As baterías de ion-litio são mais leves que as baterias de chumbo-ácido, possuem uma grande capacidade de armazenamento de energia e também são capazes de sustentar uma corrente de alta amperagem. A tecnologia chumbo-ácido é bem conhecida e de domínio geral, enquanto que as baterias ion-litio ainda são restritas a poucos fornecedores. A fonte de explosão era os eletrodos de litio metálico que foram substituídos por eletrodos de grafite e cerâmicos. A vantagem da bateria íon-lítio é que são mais leves que as baterias de chumbo-ácido, o que torna seu uso mais eficiente para veículos (sejam carros ou… Read more »

Luciano
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Luciano

Olá, Camargoer. Mas e a manutenção? Qual a mais em conta?

Camargoer
Visitante
Camargoer

Olá Luciano. Acho complicado fazer uma comparação direta. A MB opera baterias chumbo-ácido há décadas, tem muita experiência e pessoal qualificado. Isso faz que a sua operação seja mais barata para a MB, até porque elas são mais baratas de fabricar do que as de lítio. Baterias têm o ciclo de vida determinado pelo número de ciclos de carga-descarga. Creio que as baterias de chumbo-ácido ainda são superiores ás íon-lítio quanto à densidade de carga e ciclos de carga-descarga, apesar do problema de serem muito mais pesadas. Creio que para a MB, a operação de chumbo-ácido ainda é mais vantajoso… Read more »

Renato Gioseffi Soares da Cunha
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Não são as mesmas dos Boeing 787?

Moriah
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Moriah

São essas baterias que irão mover os carros daqui pra frente…já estava demorando seu uso em submarinos. O custo, no entanto, é bem mais elevado. Se a JMSDF investir no desenvolvimento da bateria de estado sólido (a Toyota já faz isso), será ainda mais vantajoso, pois em snorkel, o tempo de recarga será incrivelmente (incrível mesmo!) menor, assim como a autonomia submerso será muito elevada, arrisco a dizer que um AIP com células de estado sólido permitiria turnos de patrulha de dois a três meses.

willhorv
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willhorv

Acredito eu, que se mantendo a voltagem das baterias, seria um futuro a substituição das de chumbo ácido pelas de íon lítio…bastando alguns upgrades. Mas isso, só os especialistas poderiam advogar.
Com isso, estabelecendo a segurança de operação das mesmas, um ganho significativo de armazenamento de energia poderia ser alcançado, proporcionando com o mesmo espaço físico usado atualmente pelas baterias, maiores autonomia…velocidade….desempenho.
Mas isso a médio/longo prazo…

Moriah
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Moriah

A capacidade produtiva de baterias de lítio daqui para frente será muito ampliada por causa da indústria automobilística, então, o custo e o uso de células de lítio para subs deverá aumentar também. O único fator limitante no momento é o uso do cobalto, que tende a custar cada vez mais caro, mas isso as pesquisas já trabalham no momento. essas baterias evoluíram muito nos últimos oito anos. Para ter uma ideia, um carro elétrico não passava de 160 km de autonomia com densidade de 22 kWh, hoje está em 644 km com 111 kWh. Basta olhar o Tesla Semi,… Read more »

Luiz Floriano Alves
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A Yuasa após pesquisas declarou resolvido oproblema de superaquecimento das baterias L-I. Com isso se descortina um novo tipo de submarino que suplanta todas as outras classes,e, melhor, a um custo reduzido. Até os nucleares perdem em possuir uma emissãao de ruído que os elétricos não possuem. Poderíamos obter esse acumulador e transformas os demais Scopena para essa configuração elétrica. O ganho de peso e espaço iria para mais combustível, viveres e armamentos. O custo tb se reduz. Quem duvida deve lembrar que todos os carroas elétrico possuem essas baterias. Tb aviões e embarcações de superfície.O nuclear fica obsoleto.

JT8D
Visitante
JT8D

O subnuc ficará obsoleto? Ah tá. Quando os EUA começarem a substituir seus subnucs por subs convencionais com baterias de lítio a gente conversa …

Cangaceiro
Visitante
Cangaceiro

Obsoleto não ficará, mas as baterias de lítio + AIP, vão tornar a distância entre os Subnuc e os sub convencionais menor.
Imagine um IKL 209 ou um Scórpene com 50% a mais de velocidade submerso e o dobro do alcance submerso.

Japoneses pensando fora da Caixa.

Esteves
Visitante
Esteves

Não é novidade.

al DCNS pesquisa baterias de Li-ion para os submarinos Scorpène
NOTICIÁRIO INTERNACIONALTECNOLOGIA
DCNS pesquisa baterias de Li-ion para os submarinos Scorpène
5 de dezembro de 2008 560

A Saft fornece baterias de lítio para a DCNS. Se o ToT do Prosub está sendo feito com baterias de chumbo…deve ser uma decisão financeira do lado de cá e uma decisão estratégica do lado de lá.

Franceses também pesquisam baterias de carbono. Duram…centenas de anos.

Comparar o Brasil com P&D feita no Japão ou na França, não dá. Vamos com o que temos. E com o que podemos pagar.

Esteves
Visitante
Esteves

2008.

Home Sistemas de Armas Sea 1000: os futuros “super submarinos” australianos e suas novas tecnologias
SISTEMAS DE ARMASTECNOLOGIA
Sea 1000: os futuros “super submarinos” australianos e suas novas tecnologias
4 de dezembro de 2008 550 0

Marcelo Andrade
Visitante
Marcelo Andrade

Peraí, colocaram o mesmo tipo de bateria que se alto incendiava no Boeing 787, dentro de um submarino?

Cara, esses japoneses são abusados pacas!!!!

Luiz Floriano Alves
Visitante

JT8D
Veja as publicações. Até na Popular Mechanics já estão comentando que a US Navy está orçando subs a la Soryu. Até porque o custo de um Nuc paga cinco grandes de L-I. Também nas manobras com sub Suecos AIP os porta aviões foram atacados e “afundados” nas manobras, devido aos meios de furtividade dos elétricos. Abço.

Moriah
Visitante
Moriah

esse é o caminho para o futuro do sub AIP, que ainda usa o hidrogênio. quero ver quando começarem a troca-lo pelo etanol (SOFC da Nissan), custo menor ainda, mas não se sabe ainda se será de fato mais eficiente em sub, no protótipo, pode usar até 55% de água…. mas isso, já é para outra evolução do sub AIP hehe

James Marshall
Visitante
James Marshall

”Os nossos japoneses são mais criativos que os japoneses dos outros.”

Se o brasileiro tivesse metade da perseverança e disciplina dos japoneses seríamos um dos participantes do G7, 8, etc. Mas fazer o que, temos outras prioridades…

Carlos Campos
Visitante

Junto dos A26 para mim são os melhores submarinos convencionais, mas depois dessa notícia talvez o Japão construiu o melhor sub do mundo, pq não acredito que um reator nuclear seja tão silencioso assim, e mesmo o reator durando décadas, a tripulação precisa comer, precisa sair as vezes, talvez no futuro um sub um pouco maior, consiga atingir o mesmo nível de permanência no oceano que os diesel-elétricos, só que os nucleares pelo que sei são mais rápidos conseguem navegar em alta velocidade por um longo período de tempo.

Defensor da Liberdade
Visitante
Defensor da Liberdade

Kkkkkkkkk vai ser o galaxy note 7 dos submarinos, pegar fogo sem motivo aparente. Os chineses agradecem!

Guizmo
Visitante
Guizmo

Na verdade este celular é fabricado na China….o sub foi feito no Japão; fica tranquilo

Defensor da Liberdade
Visitante
Defensor da Liberdade

Mas o projeto não é chinês, o projeto do celular é coreano, se foi mal projetado, obviamente que na fabricação irá sair errado.

Masa
Visitante
Masa

Os submarinos dessa classe (Soryu/Li) não usam AIP. As baterias de Lithium além de terem uma capacidade de carga muito maior, são muito mais rápido de recarregarem, pra se ter uma ideia, um conjunto de 240kw é possível carregar em 5 minutos com uma carga de 800 amperes. O grande problema dessas baterias é a temperatura, opera no máximo até 46C (temp ambiente) precisam ser monitorados, acima de 40C existe risco de incêndio, geralmente sistemas de grande porte operam com um sistema de refrigeração em conjunto. O custo dessas baterias estão caindo, hj está abaixo de $200 por kWh (baterias… Read more »

ciceropavei
Visitante
ciceropavei

Porque uma empresa privada se envolve no campo militar do Japão, isso é algo inadimissivel. Será que o Japão nunca vai aprender mesmo depois de 2 bombas atômicas

Mário
Visitante
Mário

Amigo, não é questão de aprender com as derrotas na 2ª guerra e sim, das ameaças vindas da China, Coreia do Norte e Rússia. Os japoneses estão certos ao defenderam seu território que não é apenas constituída pelo seu arquipélago mas também pelo vasto mar territorial que sabe-se que tem muitas riquezas lá embaixo.

sub-urbano
Visitante
sub-urbano

Pessoal as baterias de Lítio hoje são bem mais confiáveis que as de antigamente que corriam risco de incendiar. Chaves de carro, relógios a quartzo, celulares e afins já utilizam baterias de Lítio. Para essas aplicações as opções de baterias eram: de mercúrio (extremamente tóxicas se abertas), alcalinas e óxido de prata. – Uma comparação acima sobre a competitividade com a energia nuclear ainda continua inconcebível com a tecnologia atual. Um exemplo: o robô “Spirit” enviado para Marte era movido a energia solar armazenada em uma bateria recarregável de Lítio. Ele quase foi perdido em uma tempestade de areia (duram… Read more »

Delfim
Visitante
Delfim

O Japão não utilizará subs convencionais com AIP e baterias de lítio pq “são melhores que os nucleares”, e não são.
A questão é que o Japão renunciou à propulsão nuclear. Em 1972 o Japão lançou o mercante nuclear Mutsu, mas além de protestos o reator atingiu criticalidade dois anos depois, nenhum porto queria recebê-lo. Em 1995 o reator foi retirado, o navio foi descontaminado, recebeu propulsão convencional e foi rebatizado de Mirai.
Ou seja, a opção do Japão em aperfeiçoar a propulsão convencional em seus submarinos é política.

Masa
Visitante
Masa

Não é somente política, tbem é estratégica…
O Japão não precisa de um submarino nuclear. A doutrina naval deles é defensiva, seus submarinos sempre estarão operando perto do território japonês ou estarão protegidos pela USN, que possui supremacia dos mares.
O único ponto fraco dos submarinos a diesel é a necessidade de emergirem pra recarregarem suas baterias. Enquanto os EUA tiverem dominando os mares, isso não será um risco.

LEONEL TESTA
Visitante
LEONEL TESTA

6 Sub nuclear mais 12 convencionais ? Se chegarmos a 6 conv e 3 nucleares ja estaria muito bom

Blindmans Bluff
Visitante
Blindmans Bluff

Ate que enfim. Significa que encontraram uma maneira segura de operar essas baterias volateis.