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Argentina protesta contra exercícios militares do Reino Unido nas Malvinas

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Buenos Aires (EFE) — A Argentina comunicou no dia 9 de outubro um protesto à embaixada do Reino Unido contra a futura realização de manobras militares na área das ilhas Malvinas, cuja soberania está nas mãos britânicas, mas é reivindicada pelo país sul-americano.

O Ministério das Relações Exteriores argentino disse ter tomado conhecimento que o Reino Unido fará entre 15 e 29 de outubro exercícios militares que incluirão o lançamento de mísseis, por isso “protestou formalmente” e afirmou que notificará a situação ao secretário-geral da ONU e ao da Organização Marítima Internacional.

Além disso, avisou que “em meio às obrigações e responsabilidades em matéria de segurança da navegação”, o Serviço de Hidrografia Naval argentina emitirá um aviso informando sobre o desenvolvimento do exercício.

A Argentina “rejeita a realização dessas manobras em território argentino ilegitimamente ocupado”, já que desconhece as resoluções internacionais “que instam a retomar as negociações a fim de encontrar uma solução pacífica e definitiva à disputa de soberania, assim como a abster-se de realizar atos unilaterais nos territórios e espaços marítimos sob disputa”.

O Reino Unido conquistou as ilhas em 1833, e desde esse momento a Argentina reivindica a titularidade das ilhas. Em 1982, ambos os países se enfrentaram em uma guerra depois que os militares que governavam a Argentina resolveram desembarcar nas ilhas em 2 de abril.

O conflito, que terminou dois meses depois com a rendição da Argentina, deixou 649 argentinos, 255 britânicos e três nativos mortos.

FONTE: UOL/EFE

83 COMMENTS

  1. Bom sei que não podemos confiar nos Hermanos.
    Mas concordo com protesto dos Hermanos.
    ——————————————————————————-

    • Não vejo porque, vamos aos fatos historicos:

      O primeiro desembarque nas ilhas é atribuído ao capitão inglês John Strong em 1690, de 1833 em diante os ingleses assumiram as Ilhas, tudo na Ilha é Ingles. Isso é mais simples do que a nossa ocupação da Ilha de Fernando de Noronha. Simples assim. De vez em quando tenho dó dos Argentinos sobre o que aconteceu nas Malvinas, mas passa rápido.

      Daqui a pouco irão fazer biquinho de nossos exercicios realizados no Rio Grande do Sul, vão dizer que foi um “território conquistado a força” e que não se deve fazer nada por la

      • Colega, sem me posicionar a respeito, o primeiro asentamento (ocupação) das ilhas Malouines foi francesa, com a fundação de Port Louis, esse asentamento foi transferido em tratado para a Espanha em 1766 que rebatizou a cidade como Puerto soledad. Na independencia da Argentina as ilhas eram dela, que não conseguiu mantelas na época da expansão do Imperio Britanico pelo mundo. Sobre o descobrimento existem muitas controversias, dizem os espanhois que foi Fernão de Magalhães, os franceses tem o seu descobridor e os ingleses também, dai existem controversias sem fim… atendendo aos mais diversos interesses que tendem conforme o leitor para o lado de quem publica mais, etc. Um abraço.

  2. Sugestão ao poder naval: fazer um artigo falando das ilhas britânicas militares no mundo todo. Os argentinos se tivessem mais SUE + exocet tudo seria diferente

    • Sim, tudo seria diferente a guerra teria durado 2 semanas mais, em todo caso se eles tivessem levado alguma vantagem com isso, Buenos Aires teria levado uma bomba atómica o que seria correto dado o ataque covarde que eles fizeram.

      Não se iludam, as Falkland sempre foram britanicas.

      • Esse negócio de bomba atômica é bobagem, eles jamais fariam algo assim, teria sido o suicídio geopolítico dos ingleses. Ninguém, nem a própria Europa, iria toler algo do tipo.

      • Sempre ? Tem certeza ?
        O territorio do Brasil atual também sofreu invasões de potencias européias, a holandesa, a francesa, mas foram repelidas com o tempo pela nossa valentia e disponibilidade de recursos bélicos, essa valentia moldou o povo brasileiro. Não acho que aqueles que não conseguiram repelir invasões de seus territorios não possam lutar pelo que acreditam, especialmente no que se refere a antiga Albion.

    • Pelo visto você não leu o relatório do General Rattenbach. Senão saberia que a Argentina não passou perto da vitória.
      Deixo como sugestão ao poder naval, para acabar com alguns mitos da guerra.
      OBS: Deixando claro que os pilotos (profissionais) e principalmente os garotos mal treinados e de arma na mão, foram valorosos.

  3. Uma solução para esse problema seria a partição das Malvinas ao meio, estilo Chipre, com administração conjunta .Um pouco de boa vontade dos dois lados, e pronto. Mas infelizmente, nesse mundo do capeta só se respeitam aqueles que possuem poderio bélico massivo, assim como a capacidade de projeção e vontade de usar.
    Como disse Chairman Mao, “O poder procede da boca do rifle.”

    • Cara, tá brincando? Aquelas ilhas estão sobre controle britânico( que reafirmaram posse) 1833. Os habitantes se consideram britânicos. Você fala em partilhar, isso é piada. E mais ainda, os ingleses ensaiam entregar o controle para os Argentinos, que não concordaram com os termos e resolveram ir a guerra. Agora, depois de todo o sangue derramado, só se os ingleses forem muito idiotas para compartilhar qualquer coisa com os argentinos.
      Obs: Os argentinos só estão nessa choradeira toda, prq descobriram uma grande quantidade de petróleo por lá, e apenas isso. Fora esse “detalhe”, vão levar a pobreza para o povo do arquipélago.

      • O povo do arquipélago não existe , cerca de 1500 pessoas que vivem e dependem para tudo basicamente da força que o Reino unido mantem la , as ilhas por si só são insustentáveis como habitação , não existe atividade econômica viável , não existe agricultura etc
        Simplificando uma força de ocupação plantada e mantida para dar legitimidade acupação e só

      • Até prova contrária o arquipélago faz parte da plataforma continental argentina localizado no Atlântico Sul,a pouco menos de 500km do continente, não vejo sentido de alguns defenderem resquícios da colonização britânica em uma área geográfica da América do Sul. Se estão nessa choradeira por causa dos recursos naturais é direito deles, como qualquer nação faria, ainda mais em uma área situada na própria plataforma continental, que já foi deles e dos espanhóis dos quais são herdeiros . A América para os americanos .
        Geopolítica amigo, aprendam com os grandes, Monroe ensina.
        Learn the rules of the game; then play better than everyone else.
        Julgarmos propícia esta ocasião para afirmar, como um princípio que afeta os direitos e interesses dos Estados Unidos, que os continentes americanos, em virtude da condição livre e independente que adquiriram e conservam, não podem mais ser considerados, no futuro, como suscetíveis de colonização por nenhuma potência europeia […] (Mensagem do Presidente James Monroe ao Congresso dos EUA, 1823)

        • Thiago,

          Acha que devemos devolver parte do Rio Grande do Sul, por exemplo, para a Argentina?!

          Os americanos deveriam devolver boa parte do oeste aos mexicanos, não é?

          • Não esqueça, temos que devolver o Acre para a Bolívia e retomar o Uruguai. Rs
            Não sei por que tanto ódio dos ingleses por parte do pessoal aqui.

  4. Azar dos argentinos. Enquanto insistirem nesse assunto, vão continuar com péssimas relações com os ingleses, e isso os priva por tabela de laços econômicos e diplomáticos decentes com os EUA e com países da Europa ocidental. Os argentinos terão que vender a alma aos chineses, tudo isso porque insistem em afirmar que as Falklands são deles, ainda que isso nunca mais volte a acontecer. Não percebem o tempo que perdem nessa bobeira. Que o Brasil seja esperto e não gaste sua energia defendendo a Argentina neste protesto estúpido.

  5. A Argentina tinha tudo para ter conseguido as Malvinas igual a China obteve Hong Kong, aquela época não se sabia de petróleo na região e as ilhas só causavam prejuízo, a ditadura argentina acreditou que o país de sua majestade não iria entrar em guerra pela Falklands e viram na retomada daquelas terras uma forma de desviar a atenção dos problemas internos e demonstrar força.

    • Correto.
      A meu ver a guerra das Falklands foi muito boa para o povo Argentino: machucou seu ego, mas foi o que acabou com a Ditadura Militar naquele pais que diferente da do Brasil, queria se perpetuar no país e mandou recrutas para as ilhas justamente para desviar a atenção de todos os problemas socio-econômicos que assolavam a Argentina na época.

      A vida daqueles recrutas foi o passaporte da Argentina para a democracia, quer para o bem, quer para o mau.
      Galtiere era um homem de ação, mas burro pra @*%@$!

  6. As Falklands pertencem a Inglaterra, e as pessoas que lá habitam decidiram isso em plebiscito em 11/03/2013, No total, 92% dos 1.672 eleitores das ilhas votaram e 98,8% disseram “sim” à permanência das Falklands como território autônomo britânico. Ta na hora de acabar com esse choro e aceitar logo, reatar as relações com a Inglaterra.

    • Miami está lotada de brasileiros.
      Se nós nos organizamos e enviarmos mais 1 ou 2 milhões de brasileiros para lá, e pedirmos um plebiscito, e a maioria votar que Miami pertence ao Brasil, os EUA irão aceitar a auto determinação dos povos???

      Cada piada que aparece.

      • Luis Henrique, esse exemplo de Miami foi uma piada mal redigida, volte para a “prancheta”

        A rapaziada toda das Malvinas são Ingleses, deve ter uma meia duzia de cinco ou seis argentinos por lá que tenho certeza não querem mais voltar para a terra da ex-presidenta.

      • Essa de plebiscito em Miami foi de doer! Como é possível que a inteligência esteja se degenerando a passos tão largos? Não tem nada a ver com a comparação das Malvinas,, os ingleses estavam lá antes de uma “Argentina” e os habitantes de lá são ingleses, enquanto não quiserem “uma independência” , coisa q não faz sentido pra eles, irá continuar assim e ponto final.

      • Miami fica nos EUA, onde tem uma qualidade de vida alta, ganham em dólar, nem pensar que ficariam com vontade de ser parte de um lixo como o Brasil, e os Brasileiros não estão em Miami a gerações, e se pudessem escolheriam a naturalidade americana. o que os Argies querem é roubar terreno dos outros, só pq está perto não significa que pertence ao reclamante, se for isso bora pedir a argentina e o Paraguai.

      • Nossa amigo, que exemplo mais infeliz que você usou. kkkkkkkkkkkkk
        é mais fácil os brasileiros de Miami declararem que o Brasil pertence aos EUA.

        cada uma, só rindo mesmo

        • Certo porque a população civil e militar foi expulsa depois da dominação britânica, só uma pequena minoria permaneceu. Não é muito difícil de entender.

          • Ninguem foi expulso dali, a ilha estava desabitada quando foi conquistada pelos europeos, somente os marxistas que defendem a chamada patria grande vem com essa milonga de que os Argentinos foram expulsados dela.

            Por essa regra de 3 Uruguai seria brasileiro já que a primeira cidade dali foi fundada pelos portugueses e Cisplatina chegou a fazer parte do imperio brasileiro.

          • marxistas? …onde que eu atiro agora nesses malditos malvados. Vou chamar o Hoover, o FBI e CIA para eles caçarem esses bandidos
            Desde 1766 até o 1833 as ilhas Malvinas estiveram baixo jurisdição espanhola/argentina , quando os britânicos voltaram e expulsaram a guarnição argentina e seu comandante José Maria Pinedo.

        • Sim eu sei.
          Nós somos, talvez, o povo mais para pau de gringo de todo o mundo. Tem alguns aqui que dormem enrolados na bandeira americana.

          Tudo que é brasileiro não presta. Tudo que é americano, britânico, nós pagamos muito mais do que vale, pelo status.

          Os argentinos foram expulsos da ilha. Os ingleses se instalaram lá. Colocaram familias INGLESAS lá. E agora falam em referendo??? É tão piada esse referendo, como o meu exemplo de Miami.

          Se a América do Sul fosse mais unida, seríamos muito mais fortes. É seríamos levados a sério.
          Colônias no século 21?
          Vocês acham normal e até concordam com um país que está a 14 MIL quilômetros distância, vir aqui na nossa região e explorar seus recursos. É um absurdo.

          Se a América do Sul se unisse, poderíamos ter as Malvinas de volta para os argentinos e até a Guiana francesa para nós. Acabariamks com a concorrência da base de lançamentos Logrou.
          E tudo isso sem guerra.
          Bastaria todos os países da nossa região proibir o comércio com Inglaterra e França. E não permitir navios destes países em nenhum local da AS.

          • Seu exemplo foi ridículo. As FALKLANDS não foram ocupadas de forma permanente até os ingleses começarem à assentar o local. Houveram tentativas por parte dos Franceses, por parte dos Espanhóis e até mesmo por parte das províncias unidas (que depois veio à se tornar Argentina), mas todas as vezes ficaram pouco tempo e saíram. Houve inclusive um caso de um pretendente à colonizador que pediu permissão tanto à Inglaterra quanto às Províncias Unidas para iniciar uma colonização permanente das ilhas. E ambos os países acreditavam que ele iria colonizar as ilhas em seu nome, ou seja, tanto Ingleses quanto ‘Argentinos’ acreditavam que sua bandeira tremularia nas ilhas.

            Houve outro episódio em que uma pequena frota de navios estava pronta para zarpar de Buenos Aires para as ilhas para iniciar um assentamento permanente, mas não puderam nem sair do continente porque o Rio da Prata estava sob bloqueio do Império Brasileiro hehehehe.

            Então, se você julga a autodeterminação dos povos, um conceito internacional cuja a Argentina diz defender, como algo que não faz sentido (só para você, à julgar pelo seu exemplo ridículo), vamos colocar então o conceito do ‘Utis Possidetis.’ Pode pesquisar no Google que não tem problema e de quebra ele já resolveria essa questão de uma vez por todas.

  7. A Inglaterra está a 14 MIL km de distância. As ilhas fazem parte do continente argentino.
    Somos rivais no futebol, mas somos vizinhos.
    E os invasores que continuam com colônias em pleno século 21, não são os argentinos.

    Devido à corrupção altíssima em nosso continente, e ao desprezo pelos militares, a Argentina não possui poder militar para negociar.
    Uma pena. Pois um país enorme como a Argentina poderia ter um poder militar parelho com o do Reino Unido.

    • Negativo, tire o Brasil dessa batata quente. Isso é problema dos argentinos, e somente deles. As Falklands são inglesas e ponto final. Não gostam? Que tentem a sorte novamente com a RN e RAF. Não têm poderio militar para isso? Então que fiquem quietos e aceitem. Isso não é o jardim de infância: é o mundo real.

      O povo brasileiro não tem NADA a ganhar apoiando essa maluquice dos argentinos, e se os papéis fossem invertidos, tenho certeza que não teríamos apoio daquele país. O Brasil deve sim priorizar um estreitamento dos laços com os ingleses, até porque boa parte da nossa marinha e dos Gripen E/F da FAB terão componentes ou serão totalmente ingleses.

  8. A Argentina somente conquistará as Malvinas investindo muito em material militar e fazendo grandes exercícios no mar, isto obrigará a Inglaterra investir mais ainda na defesa da ilha, ou seja, fazer os custos subirem as alturas, ai vão chegar na conclusão que é mais barato negociar uma alternativa que seja boa para ambos os lados.
    Mimimi não vai resolver nada.

    • Perfeito , isto deveria ter acontecido desde o inicio , mas não te esqueças que os Ditadores argentinos e a Argentina estava nas mãos de um General Alcoolatra !

  9. Como já disse em outra reportagem, se a Argentina e a Bolívia querem as Falklands e um acesso ao mar respectivamente, eles que invistam nas suas forças armadas e declarem guerra a Inglaterra e ao Chile respectivamente. Só pra lembrar nossos dois “hermanos”, a Inglaterra tem armas nucleares e o apoio dos EUA e do Chile. Tá OK?

  10. Julgarmos propícia esta ocasião para afirmar, como um princípio que afeta os direitos e interesses dos Estados Unidos, que os continentes americanos, em virtude da condição livre e independente que adquiriram e conservam, não podem mais ser considerados, no futuro, como suscetíveis de colonização por nenhuma potência europeia […] (Mensagem do Presidente James Monroe ao Congresso dos EUA, 1823)

    Doutrina Monroe

    Quase dois séculos depois os brasileiros ainda não conseguem entender a lição básica de geopolítica da maior potência do planeta.
    Aprendam as regras básicas do jogo .

    • Você convenientemente não escreveu o restante…
      .
      ” With the existing colonies or dependencies of any European power we have not interfered, and shall not interfere.”
      .
      Ou seja, as Falklands já eram britânicas antes de 1823 , portanto, uma colônia já existente então está de acordo com a declaração.

      • Meu prezado Dalton, mesmo que fosse assim (e não é, pois as Malvinas desde 1766 até 1833 estiveram baixo jurisdição espanhola/argentina) o que importa é o conceito e lição que eles nos ensinaram. O que importa é que essas são as bases teóricas e ideológicas das sucessivas ( corolário Roosevelt, destino manifesto, banana Wars…etc) atuações geopolíticas americanas. Afirmar a própria supremacia sobre o continente, declarar que esse pedaço de mundo pertence aos americanos, bem sabendo que eram a maior potência nesse espaço geográfico onde eles sériam o Dominus e expulsar qualquer tentativo de intromissão de potencias estrangeiras. Adquirir força e legitimação no próprio espaço “vital” sem intromissões de rivais potencialmente perigosos para depois projetar esse poder fora.

        • È claro que em relação a Argentina eles iriam preferir e dar prioridade a potência irmã britânica, em contradição (somente aparente) com os próprios princípios mas não aos próprios interesses.

        • Tudo é uma questão de interpretação Thiago…” baixo jurisdição espanhola/argentina” como você escreveu, por exemplo… e em 1823 os
          EUA não eram assim tão dominantes e tinham motivos legítimos para preocupar-se com algumas potências europeias.
          .
          Fizeram eles, os EUA, algo diferente de outras potências ? Certamente que não e provavelmente foram até mais benignos que muitas, mas, aí, também é uma questão de interpretação e um “prato cheio” para quem tem um viés antiamericano, o que é um direito de todos.

    • Cidadão, por esse viés, o que você falaria sobre a Guiana Francesa? Foi uma colônia francesa até 1947 e então passou a ser um departamento ultramarino francês. É parte integrante da república francesa, com representantes na assembleia nacional e no senado franceses. Seus habitantes votam nas eleições francesas, sua moeda é o euro e é considerada parte da União Européia. Ou seja, temos um país europeu dentro da américa do sul. Isso, para você e sua defesa da Doutrina Monroe, é algum problema?

  11. “A Argentina “rejeita a realização dessas manobras em território argentino ilegitimamente ocupado”

    Essa frase tá parecendo aquele discurso do seriado do Chaves, mexeu e depois apanhou, mas sai dizendo que deu uma narigada na mão do outro

    já tá ficando patético essa birrinha com os ingleses por causa dessa ilha, se os argentinos não tivessem atacado, hoje muito provavelmente essa ilha se chamaria Malvinas, mas é isso que dá ser arrogantes, os ingleses devem morrer de rir desse chororô

  12. E…se um dos 2 NAes britânicos tivesse sido incapacitado, os EUA iriam interferir…não deixariam seu principal aliado ser humilhado em plena “guerra fria” e não seria apenas com mais mísseis “sidewinder” , informações repassadas através de satélites, etc, e sim até mesmo com o empréstimo de um “porta helicópteros” o então USS Iwo Jima certificado para operar com a versão americana do “Harrier” o AV-8.
    .
    Dificilmente o conflito teria acabado bem para os argentinos mesmo com alguns mísseis a mais,
    apenas teria prolongado o inevitável apenas com mais sangue derramado em ambos os lados.

  13. poxa vida quantas vezes terei q dizer q o nome das ilhas são falklands e não este do titulo da materia peço por gentileza q esse titulo seja alterado pois muitos britânicos depositaram suas vidas no sagrado altar da liberdade para q as ilhas falklands fossem falklands e continuassem sendo falklands para sempre pois de fato e direito sempre foram falklands… argentina falar q as falklands os pertecem é o mesmo q o brasil falar q as ilhas ascenção e santa helena nos pertecem.

  14. Sem duvida, se os Argentinos tivessem se organizado melhor teriam impedido a retomada e humilhado os ingleses. Algumas poucas açoes que poderiam ter feito toda diferença:

    – ampliado o aeroporto de Stanley para operar avioes de combate (as placas de metal para isso, foram levadas mas nunca instaladas)

    – ter colocado os navios obsoletos (cruzador Belgrano e contratorpedeiros classe Gearing e Summer) proximo das ilhas para atuarem contra navios de desembarque e para bombardear alvos em terra. Os ingleses tinham poucos meios para afundar esses navios blindados.

    – ao inves de lotar a ilha com recrutas inexperientes e mal armado, trazer tanques de combate e artilharia para ilha nos primeiros dias da invasao, junto com os fuzileiros navais mais experiente. Tudo que os ingleses trouxeram foram uns poucos blindados Scorpion e artilharia leve que poderia ter sido facilmente combatida com Shermans da segunda guerra mundial. Um contingente 5 ou 6 vezes menor, mas melhor armado e suprido teria sido suficiente.

    – ter colocado em condiçao de uso ao menos um submarino Type209

    Certamente, os EUA viriam em apoio se os ingleses fossem derrotados mas ficaria essa marca para sempre.

    Se os argentinos, na merda que estao, ainda sao tao confiantes e arrogantes, imagina se tivessem derrotados os ingleses!

    • “Se os argentinos, na merda que estao, ainda sao tao confiantes e arrogantes, imagina se tivessem derrotados os ingleses!”
      Seríamos os próximos. Porrisso todo mundo na época torcia pelos brits.

    • pm…
      .
      mas, não foi o medo da ameaça de submarinos de propulsão nuclear da Royal Navy que manteve à armada argentina em sua base ? E o “Belgrano” apesar de blindado ainda assim era considerado um “cruzador leve” e antiquado e os contratorpedeiros das classes que você mencionou não eram nada blindados…teriam sido alvos fáceis.
      .
      Os argentinos ampliaram sim a pista com “placas de metal”, mas não foi o suficiente, seria necessário algo mais longo e mais demorado e os argentinos não tiveram tempo
      e pouco depois os submarinos da Royal Navy iriam efetuar um bloqueio que teve sérias consequências no abastecimento da ilha.
      .
      E argentinos e chilenos não estavam exatamente em paz…apenas 4 anos antes quase haviam entrado em guerra e a junta argentina temia que os chilenos pudessem auxiliar os britânicos, assim, foi prudente manter um bom número de tropas no continente.
      .
      Tudo isso e mais já foi discutido e sempre será assunto, mas, na verdade, sempre haverá muita especulação de nossa parte…os britânicos se pressionados também poderiam ter feito mais ou improvisado mais…a guerra foi muito curta…menos de dois meses se contar a partir do momento que os britânicos apareceram de fato.

    • Os argentinos enviaram veículos blindados e artilharia para as Falklands.

      Implantaram 2 grupos de artilharia com 18 obuseiros 105 mm cada (36 peças ao todo) e mais tarde enviaram mais 2 obuseiros 155 mm.

      Também enviaram 12 blindados leves de reconhecimento AML-90 Panhard.

      Os britânicos enviaram um grupo de artilharia composto por 18 peças do L-118 “Light Gun” e um esquadrão de cavalaria leve com 4 Scorpions e 4 Scimitars.

      Os blindados usados por ambos os lados não ultrapassavam as 8 toneladas e ainda assim encontraram dificuldades para se mover pelo solo instável das ilhas. Um Sherman pesa pelo menos 30 toneladas dependendo da versão, logo não há garantia de que adiantaria muita coisa te-los no terreno.

      De qualquer forma, a infantaria britânica estaria devidamente equipada para lidar com eles, já que dispunha de uma ampla gama de armamento anticarro: míssil anticarro Milan, canhão sem-recuo Carl Gustav 84mm e lança-foguete portátil M72.

      Uma força 5 ou 6 vezes menor teria levado a uma derrota mais rápida.

      Ao todo os argentinos tinham cerca de 14 mil homens nas ilhas quando do desembarque britânicos.

      Os britânicos, por sua vez, implantaram aproximadamente 9 mil homens em terra, a maior parte dos quais integravam talvez as melhores unidades de infantaria da época (PARAs e Royal Marines Commandos).

      O que 3 mill homens fariam? Mesmo que de alto nível, a experiência do conflito aponta que enviar unidades de elite não teria feito muita diferença, apenas acirrado mais os combates.

      E sobre as forças argentinas:

      É verdade que a maior parte das tropas argentinas eram recrutas com pouco tempo de treinamento, mas nem todas as unidades que combateram lá tinham baixos níveis de operacionalidade.

      Em Mount Longdon (um dos engajamentos mais duros), os britânicos enfrentaram membros do 7º Regimento de Infantaria (RI 7) da 10ª Brigada de Infantaria Mecanizada. Reservistas convocados pouco antes da invasão, tinham mais de 1 ano de treinamento e haviam participado de exercícios de larga escala e simulações de combate em treinamento para um possível conflito contra o Chile. Um grupo (aproximadamente 60 homens) recebeu treinamento dos comandos, para serem tipo um PELOPES.

      A 1º Compañía do Regimiento de Infantería 25, que combateu em Goose Green, era uma unidade bem treinada e adestrada. Seu desempenho em combate foi considerado muito bom e deram mais trabalho aos paraquedistas do 2 PARA do que as demais subunidades envolvidas.

      Em Mount Tumbledown, enfrentaram o Batallón de Infantería de Marina 5 (BIM-5), uma das melhores unidades de infantaria do país. Apesar de serem conscritos, os fuzileiros navais argentinos tinham um melhor nível de treinamento e adestramento do que a maioria do pessoal do exército (iam mais a campo para realizar exercícios). Eram bem equipados para o combate e tinham uniformes adequados ao clima. Também já estavam devidamente aclimatados, já que o batalhão fica localizado em Río Grande, na Província da Terra do Fogo.

      ps: note que nesse caso não adiantou muito ter fuzileiros navais.

      Na escaramuça de Top Malo foi Comando (Royal Marines do Mountain and Arctic Warfare Cadre) vs Comando (Compañía de Comandos 602).

  15. Para os Colonizados que em Bando postaram mostrando formação colonizada acima ; LAS MALVINAS SON ARGENTINAS Y DE LATINO AMÉRICA ! Breve elas farão parte do Mapa de Argentina , será não somente a Vitória argentina , nossa e de de todos os povos latino americanos !

  16. “Malvinas” serão a eterna distração para os problemas argentinos.
    .
    “Se” a argentina fizesse isto ou aquilo, “talvez” tivesse ganho… “se” e “talvez” não existem.
    .
    Se abdicar de reclamar das “Malvinas” será melhor negócio. Parafraseando Franco sobre Gibraltar, as Malvinas não valem uma guerra, são uma fruta que cairá de madura.
    .
    Se os argentinos venderem a alma á China, aí que os brits não saem dali, e com reforço americano.

  17. As Falklands/Malvinas nunca estiveram sobre a jurisdição espanhola, nunca !
    Quando os espanhóis reivindicaram a ilha, ingleses e americanos já tinham passado por lá.
    Inclusive antes da colônia do rio da prata se tornar independente já existia presença britânica no leste do arquipélago.
    Os britânicos para ajudarem os argentinos na sua independência pediram em às Malvinas, isso é história.
    Depois que muito tempo, lá por 1880 que os argentinos começaram a reivindicar a ilha.
    Ou seja, antes da independência uma parte da ilha já era britânica, depois passou a ser toda.
    Á a doutrina Monroe não batia de frente com a doutrina de não intervenção nas colônias já estabelecidas.
    Tanto que os britânicos sempre mantiveram colônias nas Américas, mesmo após a política de “special relationship” estabelecida em 1903.

  18. É ridículo essa invenção de unir a AL em armas.
    Países desunidos com interesses conflitantes entre eles, e brasileiro querendo meter o Brasil no meio dessa farofa cucaratcha…
    O Brasil deve ser isento de confusões, soberanamente.
    As Malvinas são problema da Argentina…
    A Inglaterra reconheceu a soberania ESPANHOLA, e não Argentina sobre as ilhas.
    Após a independência Argentina, eles NÃO assumiram as ilhas. Acham q é deles, como se herança fosse.
    A Inglaterra viu a oportunidade e abocanhou seu bolo novamente.
    Agora, já era….
    O povo das Falklands (kelpers) nasceram lá e escolheram ser britânicos.
    A Argentina poderia realmente conquistar a ilha, mas foram extremamente amadores em diversos aspectos, e perderam a oportunidade.
    Já era….
    Concordo totalmente em nao existir colônias aqui, mas não é problema nosso.

  19. Não tivesse havido aquela guerra diversionista por uma cúpula militarista-belicista – na versão portenha de “Fazer a Argentina Grande Outra Vez”, cuja tese tão rasa quanto estúpida vem se propagando em diversas versões pelo planeta, inclusive no Brasil – a ideia de uma administração binacional seria uma proposta bem factível, e poderia já ter sido referendada pelos organismos internacionais nas últimas três décadas.

    Mas depois daquela guerra, que a Argentina aguente indefinidamente o preço da insensatez de seus militares, cuja limitação de discernimento combinada com a extensão de poder político é sempre um desastre para qualquer democracia, e se preocupe com seu território continental, onde a soberania está muito mais ameaçada pela hostilidade endêmica do ambiente político, com gestões espúrias de todas as direções ideológicas.

    “Don’t Cry For Me, Argentina”, dirão os malvinenses ainda por muito tempo.

  20. Esses argentinos não dão nem conta de cuidar da parte continental, e ainda insistem nessa novela.
    O perigo são os chineses, que os “hermanos” fizeram o desfavor de deixar com que instalassem uma base “científica” por lá.
    O Reino Unido tem é que ampliar sua presença nas Falklands, de modo a dissuadir os demônios vermelhos comunistas, que planejam tomar, sub-repticiamente, nosso continente.

  21. Opinião pessoal, considero os britânicos alados muito mais confiáveis que os arrogantes argentinos que vizinhos com mania de superioridade do querem uma chance de nos ver pelas costas.

  22. Os hermanos podem se espernear do jeito que for, gritar berrando como “hirro” mimado, mas a verdade é que o Reino Unido tá pouco se lixando para os protestos deles. As Malvinas ou Falklands para os ingleses são do Reino Unido e nada mudará isso!

  23. Tem que falar a verdade oras.
    Os Argentinos , seu exercito, foi peitar quem não podiam, fato !
    Tomaram nos olhos…foram a lona.
    Não tinham(exercito argentino) , recursos físicos, competência e preparo…. foi o samba do crioulo doido dos pampas.
    Agora…eles tem que engolir o passeio britânico por lá.

  24. existem alguns mitos ou teses em que uma das possibilidades era empregar o Belgrano como plataforma de artilharia fundeado ou se movendo nos diversos entrecortes e canais das ilhas….

    Isto o manteria longe de uma guerra de misseis e tambem de incursoes de ataques por submarinos…se é verdade eu não sei, mas sem duvidada seria um exemplo de guerra de doutrinas…

    De um lado a moderna guerra oceanica, com misseis sea skiming e SSN, de outro, um navio que embora fosse um cruzador leve ao seu tempo de construção, representava naquele momento uma bateria de 15 canhões de 152 mm com um alcance de até 24 km …e 08 canhões de 5 pol com 13 km e alcance….um negocio deste incrustado naqueles recortes poderia ser um boa dor de cabeça….

    Ou seja, ele estaria 100% dentro de seu ambiente de guerra litoranea, fazendo o que seu projeto foi idealizado para fazer….marretar forças costeiras…os navios britanicos ficariam inviabilizados de chegar proximo….

  25. existem alguns mitos ou teses em que uma das possibilidades era empregar o Belgrano como plataforma de artilharia fundeado ou se movendo nos diversos entrecortes e canais das ilhas….

    Isto o manteria longe de uma guerra de misseis e tambem de incursoes de ataques por submarinos…se é verdade eu não sei, mas sem duvidada seria um exemplo de guerra de doutrinas…

    De um lado a moderna guerra oceanica, com misseis sea skiming e SSN, de outro, um navio que embora fosse um cruzador leve ao seu tempo de construção, representava naquele momento uma bateria de 15 canhões de 152 mm com um alcance de até 24 km …e 08 canhões de 5 pol com 13 km e alcance….um negocio deste incrustado naqueles recortes poderia ser um boa dor de cabeça….

    Ou seja, ele estaria 100% dentro de seu ambiente de guerra litoranea, fazendo o que seu projeto foi idealizado para fazer….marretar forças costeiras…os navios britanicos ficariam inviabilizados de chegar proximo….

  26. Exercicio militar nas Malvinas , para que ? Sera que os 5 SUE e as 3 Gowind compradas pela Argentina apresentam uma ameaça séria à colonia britanica ? Parece ridiculo! Além disso foram provocar a China navegando pelo seu reivindicado mar, estaremos voltamos a guerra fria ?

    • Treinamento precisa ser feito, independentemente de ameaças, até por conta de novatos substitutos…caso contrário, não faz sentido manter todo aquele aparato militar nas Falklands.

  27. Poderiam treinar com a Irlanda ou a Escócia eles não os admiram tanto (sic) ? Aliás pelo que sei tem treinado regularmente nos exercicios da OTAN, o que demonstra que não passa de uma intimidação, temos um país europeu treinando suas tropas em territorio sul americano e bem próximo da Antartida onde temos base científica, não devem ter lugar melhor… coitadinhos.

  28. Prezados, por mais estranho que pareça, o Brasil também pode ser arvorar em direitos sobre essas ilhas.(!) Afinal nossa corveta ‘Parnahyba’ lá esteve, em 1866, salvo engano.

  29. Dá pra entender o protesto pois por geografia as ilhas são Argentinas mais por mérito se tornaram britânicas; Fazer o que os Argentinos perderam….., é bem verdade que por pouco não saíram vencedores, se tivesse sido mais bem planejada toda a ação poderia ter forçado os ingleses a negociação, a começar pelo momento da ação foi equivocado naquela época a “Dama de ferro” precisava de afirmação e mostrar poder e não deixou a chance passar ao dar uma resposta pra Argentina.

  30. pincher ladrando contra pitbull, no começo até ia a favor dos argentinos, mas, aí pensei o seguinte….. com aquela “presidenta” que eles tinham, as Malvinas seriam uma base naval chinesa a esta altura, prefiro os ingleses próximo ao nosso quintal do que os chinas, que no meu entender já passou da hora de freá-los por aqui.

    • supondo é claro que os argentinos tivessem sido vitoriosos no conflito, com o passar dos anos o “bolivarianismo” que quase tomou posse da América do Sul, então……aquela “mulher” no comando, seria uma gde risco, imagino “ela” entregando as Malvinas aos chinas como base de pesquisas e etc, coisa que ainda tb não engoli e está estória de radar na patagônia, e tem gente que reclama de Alcântara na mão dos “mericanos”

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