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A modernização das fragatas OHP da Turquia

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TCG Gaziantep (F490) em Cartagena, 2010
TCG Gaziantep (F490) em Cartagena, 2010

Atualmente existem 8 fragatas da classe Oliver Hazard Perry (OHP) em serviço na Turquia. Estas formam a espinha dorsal da Marinha Turca, juntamente com 8 fragatas MEKO 200 de projeto alemão.

O primeiro lote de três navios da classe OHP foi entregue à Marinha Turca em 12 de janeiro de 1998. O primeiro navio partiu para a Turquia e chegou em março de 1998. Desde então, esses navios receberam uma série de grandes atualizações e mudanças.

Primeiro, esses navios eram a versão de casco curto antes de sua transferência, pois estavam operando helicópteros SH-2 Seasprite no serviço da US Navy. As plataformas de voo foram estendidas e o auxílio de pouso de helicóptero ASIST foi integrado pelo Estaleiro Naval de Istambul, para que esses navios possam operar os helicópteros S-70-B2 Seahawk.

Em segundo lugar, com a implementação do programa de modernização do sistema de gerenciamento de combate GENESIS, esses navios receberam uma capacidade de controle de armas totalmente integrada, com capacidade aprimorada de rastreamento, detecção automática de ameaças e links de dados táticos aprimorados.

Por último, quatro navios desta classe, TCG Giresun F491, TCG Gediz F495, TCG Gökova F496 e TCG Göksu F497, receberam o sistema lançador vertical (VLS) de 8 células Mk41, além do lançador Mk.13 existente e um novo radar Thales SMART-S Mk2 3D no lugar do radar AN/SPS-49 (V) 4. O sistema de controle de tiro Mk92 STIR Mod2 desses quatro navios será atualizado para o nível Mod12.

Desde o seu comissionamento na Marinha Turca, as fragatas da classe “Gabya” se tornaram o cavalo de batalha da força. Todos eles foram enviados pelo menos por um período para o Golfo de Aden para combater a pirataria ao largo da costa da Somália.

TCG Gaziantep navegando ao lado do destróier USS Donald Cook (DDG 75)
TCG Gaziantep navegando ao lado do destróier USS Donald Cook (DDG 75)
TCG Gelibolu F493
TCG Gelibolu F493
TCG Gelibolu F493 operando com fragata do Paquistão
TCG Gelibolu F493 operando com fragata do Paquistão
A fragata TCG Gediz (F495) da classe Gabya da Marinha Turca e a fragata HDMS Niels Joel (F363) da classe Iver Huitfeldt da Marinha Dinamarquesa
TCG Gediz (F495) da classe Gabya da Marinha Turca e a fragata HDMS Niels Joel (F363) da classe Iver Huitfeldt da Marinha Dinamarquesa
TCG Gökova F496
Fragata turca classe Gabya lançando míssil SM-1 RIM-66 Standard
Fragata turca classe Gabya lançando míssil SM-1 RIM-66 Standard
Fragata OHP turca lançando míssil ESSM de lançador Mk41
Fragata OHP turca lançando míssil ESSM de lançador Mk41
Indicativo Nome Lançamento Incorporação
F490 GAZİANTEP 16 Fevereiro 1980
24 Julho 1998
F491 GİRESUN 27 Março 1979
24 Julho 1998
F492 GEMLİK 15 Maio 1980
24 Julho 1998
F493 GELİBOLU 27 Junho 1981
22 Julho 1999
F494 GÖKÇEADA 7 Fevereiro 1981
27 Setembro 1999
F495 GEDİZ 20 Outubro 1979
1 Setembro 2000
F496 GÖKOVA 4 Dezembro 1978
11 Abril 2002
F497 GÖKSU 3 Novembro 1979
4 Abril 2003

Modernização do sistema de combate

Layout do CIC original das fragatas OHP
Layout do CIC original das fragatas OHP
Centro de informações de combate (CIC) da fragat USS Ford (FFG 54)
Centro de informações de combate (CIC) de uma fragata classe OHP

A segunda fase de modernização das fragatas OHP da Turquia foi o projeto GENESIS. Derivado do nome turco do projeto (Sistema Integrado de Gestão de Combate do Navio –Gemi Entegre Savaş İdare Sistemi), o GENESIS significa, de certo modo, uma segunda vida para as fragatas Perry.

O objetivo deste projeto é atualizar o CIC (Centro de Informações de Combate) dessas fragatas, substituir todos os consoles e displays legados por modernos consoles de operador multifuncionais.

A empresa de software da Turquia, Havelsan, desenvolveu o software de comando e controle. Participações de trabalho no projeto Genesis (todas empresas turcas):

  • 29% Havelsan
  • 25% Ayesas
  • 29% Yaltes
  • 5% Milsoft
  • 12% Vestel

Mais importante, com a implementação do GENESIS, todos os sensores e sistemas de armas existentes dessas fragatas poderão se comunicar uns com os outros. A fragata TCG Gemlik F492 foi o primeiro navio a receber o sistema GENESIS. Ela foi entregue à Marinha Turca em maio de 2007. Logo depois, a TCG Giresun F491 e a TCG Gaziantep F490 também receberam a suíte GENESIS.

A terceira fase da modernização foi a instalação dos módulos táticos MK 41 (VLS) Baseline VII em 4 fragatas de classe Perry. O VLS permite que as fragatas Perry usem o míssil Evolved Sea Sparrow Missile (ESSM) RIM-162. Os sistemas de controle de armas antigos não podiam lidar com o ESSM e precisavam de uma atualização também.

Layout do CIC GENESIS das fragatas OHP
Layout do CIC GENESIS modernizado das fragatas OHP
CIC com o sistema GENESIS
CIC com o sistema GENESIS

28 COMMENTS

  1. 02/11 – sexta-feira, btarde, mas uma vez serei criticado, mais olhem Perry’s, com 40 anos, sendo novamente atualizadas. Os turcos não gastariam dinheiro com elas se não esperacem usá-las por pelo menos mais 10 anos. Para nós não serve, enquanto isso, como segredo de estado temos quantas fragatas operacionais 2/3, estamos contando com as Lá Fayettes, que nem sabemos se viram, sou a favor da compra de 2/3 PERRY’S, desdentada, e, aqui usaríamos, sistemas e armas das Niterói.

    • Dez OHP para serem colocadas no Arsenal da Marinha e também em estaleiros privados, para passarem por trabalhos de recuperação de chapas do casco, e das estruturas internas com assistencia da marinha americana não compensaria?
      A marinha Americana poderia indicar operários especiliazados que trabalharam na construção das OHP’S.

  2. Boa tarde colega Vovozão e demais do PN,

    Anteriormente disse que deveríamos cogitar e aquisição de todas as OHP disponíveis e ainda as T23.
    Não vou escrever tudo novamente pois não tenho tempo para fazer replay de meus comentários.
    Fato é: Não temos nada parecido hoje em termos de defesa AA, logo as Niteroi vão estar em pior estado do que já se encontram e seremos uma Guarda Costeira muito mal aparelhada.
    Não são as aquisições que gostaríamos para nossa Gloriosa Marinha de Guerra, mas lamentavelmente é o que temos para o agora! Se dermos vacilo, nem mesmo isto teremos!

    CM

  3. Ouvi dizer de um conhecedor do mercado que de escoltas usadas que só os japoneses tem algo a se aproveitar, o resto tá muito no osso.

  4. 02/11 – sexta-feira, Cláudio, btarde concordo plenamente, hoje temos Perú, Chile, Argentina, Uruguai, todos correndo atrás de escoltas, com a crise no Mar da China, ninguém da área, Coreia, Taiwan, Japão, irão disponibilizar meios, Alemanha, RN, tiveram alguns problemas com os navios recebidos, Canadá, e, USA, falam em aumentar vida útil seus navios, nossas corvetas, não sabemos se saíram, os nossos primos ricos estão reclamando que não participam do botim, de repente podem até cancelar, agora eles acreditam que Israel vai resolver nossos problemas, não esqueçam eles são judeus, dinheiro primeiro, e, é coisa que não temos. Vai de Fusca ( PERRY’S), não podemos ir de Toyota.

  5. Olha como ficaram estas OHP’s ,tô babando aqui. Por que não podemos fazer algo assim???
    TBM tem ,como mencionado acima, o aproveitamento de armamentos/equipamentos das Niterói class que derem baixa e tal. Sabe se que o casco destas máquinas é hiper resistente. É caro manter, sim, mas se quer ter marinha de guerra tem que se arranjar.
    Sei da necessidade urgente de mais navios patrulhas ( Napa500 e etc).

  6. Por que será que as nossas Niteróis, da mesma geração tecnológica das resistentes OHPs em serviço, estão um bagaço? Inconcebível, pois atuam em cenários mais tranquilos que as ex-americanas, logo são menos exigidas.

    • Grato pela lembrança Marujo…e o que esse “Almirante de poltrona” tem a escrever é que enquanto a classe “Niterói” foi incorporada entre 1976 e 1980, a classe “OHP” foi incorporada entre 1977 e 1989 portanto haviam unidades mais novas.
      .
      E muitas delas não foram tão “pesadamente” usadas como se acredita, já que gradualmente cederam lugar aos “Arleigh Burkes” na escolta de NAes e em muitas outras missões…à ex USS Gary descomissionada em 2015 e imediatamente adquirida por Taiwan deixou o Japão ainda em 2007, outra prova, de que já não eram vistas pela US Navy como elementos de vanguarda.
      .
      Também passaram à auxiliar a Guarda Costeira contra o narcotráfico…não por esse motivo, mas, o lançador de mísseis foi retirado e no lugar instalado um canhão de 25 mm e o paiol abaixo utilizado para armazenar drogas que eventualmente fossem apreendidas.
      .
      Para países que já operam com navios da classe como a Turquia e Taiwan, vale a pena investir nelas para que se mantenham úteis por mais alguns anos, mas, para à marinha brasileira o ideal seria se tivessem sido adquiridas quando deram baixa, como ocorreu com todos os outros combatentes de superfície adquiridos de segunda mão e isso seria apenas como “desespero” pois dificilmente poderiam durar 20 anos ou mais como já duram por exemplo as duas “T-22s” remanescentes.
      .
      Seriam um “tapa buracos” para cobrir novas baixas que virão e possivelmente um atraso na entrega das 4 “Tamandarés”…agora…porque há uma certa ânsia pelas “T-23s” britânicas eu não entendo já que não há provas de que estarão em melhores condições
      quando forem retiradas de serviço com mais de 32 anos de muito uso.
      .
      abraços

  7. Em Mersin na Turquia !!!
    Atracou uma OHP turca a nosso contrabordo (F 42 na UNIFIL III )!!!
    Elas tão bem no osso se assim poderia dizer !!!
    Hediondo engano quem fala que uma revitalização para estender a vida útil delas por mais 10 ou 15 anos !!!
    O destino das Americanas é servir de alvo mesmo ou algum país que compre oi revitalize por conta própria como é o caso das OHPS Turcas aí !!!

  8. As OHP é gastar recursos atoa não aguentam muito tempo, é tem custo hora muito alto (propulsão a turbina) tem as francesas 2,para ser estudadas,esperemos as tipo 23 que o Brasil é mais familiarizadas,construir as tamandarés.Penso que o Almiratado poderia adquirir as patrulhas batc 1,fazer pequena outra na traseira e por um convôo se isto é tão importante assim.Isto tudo nos daria tempo para quando as coisas melhorarem construímos umas fragatas novas.

  9. Como sabem, no meio militar, o que determina o poder de um vazo de guerra não é sua idade, mas sim o “recheio”, ou seja o quanto modernizado estar? Assim o que importa é que esteja em boa situação de “casco” e com “recheio” novo!

  10. Senhores, boa noite!
    No forum sobre as OHP do site pertencente ao “Svatera Instituto de Tecnologias e Estratégia de Defesa” – da Turquia – há relevantes observações dos participantes, cuja tônica é oposta à alguns comentários. Disponível em .
    Obrigado, De Luca, Vicente Roberto.

  11. Li a pouco que a fragata classe santa maria (Espanha) é baseada na OHP. Opinião: o problema é simplesmente orçamentário, falta de dinheiro em ter mão de obra qualificada (mesmo em contratar técnicos e engenheiros estrangeiros e instruir os nossos) Nosso AMRJ precisa ser modernizado e não servindo a cabide de empregos0. Não desmerecendo nossos funcionários, mas muitos já se aposentaram(levando muito conhecimento; os IKls são exemplos). Política de Estado de dar continuidade aos projetos e não de governos que entram e modificam ao bel-prazer realizações em curso. Dinheiro, caros colegas, mão de obra qualificada é isto que precisamos para obtermos belonaves com desejamos. A MB sempre foi subestimada, colocada em segundo plano, o que dirá as outras Forças. o projeto das CCT está em curso. Temos de priorizar também nossos Navios patrulhas. Nesses 20 anos foram cometidos erros monstruosos. Compras de PA obsoleto, quebra de acordos na obtenção de submarinos convencionais, projetos megalomaníacos. tivemos oportunidade de se obter compras de oportunidades. Nossas fragatas indo cada vez mais para inoperância. Corveta sendo construída em 14 anos, fora meios fluviais esquecidos, tudo desagregado. Enfim falta dinheiro não só pela questão previdenciária mais pela “roubalheira e desvio de verbas para outros fins por governantes que tiveram tudo para construir e desenvolver o país , porém por mero narcisismo e ganância de se manter no poder não aproveitaram as oportunidades. não sejamos ingênuos. Não houve avanço algum no período citado anteriormente. 80% das cidades continuam sem saneamento, nossa Saúde preventiva foi para o espaço, idem com Educação. Segurança Pública em frangalhos, estrelismos por parte de representantes dos três poderes, criminalidade sem controle. Sem contar a inversão de valores às quais principalmente nossos jovens foram submetidos tal qual lavagem cerebral. Deturpou-se a palavra “elite” como sendo de pessoas ricas e desonestas, entretanto sabemos que Elite de uma nação é o que se tem de melhor e por aí vai. Para mudarmos temos de reestruturar nossa sociedade em pelo menos duas gerações dessa sujeira que foi fomentada durante os últimos 30 anos. Sou a favor de termos as OHP com ajuda e modernização americana, pelo menos quatro. Vai demorar as CCT. Deveríamos rever a modernização e construção de pelo menos dois submarinos IKls e manter o Prosub. Reafirmo, porém que isto requer planejamento e sobretudo dinheiro e isto o próximo governo deverá resolver: há países os quais são devedores, há países que desejam investir no Brasil, tudo vai depender do próximo governo. abraços a todos meus colegas comentaristas e editores.

  12. Acho que nossa marinha está perdendo tempo em não adquirir algumas OHP,s além das duas Laffaytes.
    Poderíamos fazer como os turcos e modernizar nossas OHP,s e Laffaytes com o sistema nacional Siconta fênix, Mansup dentre outros sistemas nacionais prontos ou em fase de conclusão.
    Com a aquisição de umas 4 OHP,s , 2 Laffaytes, 4 CCT,s já estaríamos mais tranquilos em relação a forsup.
    Dividindo os navios da seguinte forma 2 OHP,s , 1 Laffaytes, 2 CCT,s, Bahia para 2 esquadra ( Base naval de Aratu ou outra base no nordeste), somado a 2 SBR.
    Do restante no Rio de Janeiro.
    Quanto ao consumo das turbinas das OHP,s, a MB pode utilizar bio combustíveis, recentemente a Us Navy voou um Super Hornet com QAV de bio diesel.
    Parabéns aos turcos que estão lentamente se tornando mais uma força militar expressiva e tecnológica mundial, e isso autonomamente.
    Será que retomarão a grandeza do império que eram na antiguidade?

    • Fox, adquirir 3 Navios de classes diferentes em curto prazo não seria uma boa, em termos logísticos…
      A Base Naval de Aratu é muito pequena para comportar os meios que você listou… por exemplo, fiquei atracado por lá com a saudosa V33 em meados de 2000… tomamos quase todo o cais…
      Sobre biocombustível, o IPqM tem um projeto, mas ainda em fase inicial… daí pra queimar em TG, vai demorar… até porque TG é um bicho danado, cheias de filtros, qualquer impureza causa trauma… abraço…

    • Não pude deixar de lembrar com seu comentário Fox, sobre como dividir os navios da marinha, da época e nem faz tanto tempo assim, que esparramava pela casa miniaturas de navios da escala 1:6000 e mesmo recriava com papelão os piers de Norfolk e San Diego, nada muito bonito, mas, ao menos estavam na mesma escala, quais “navios” estavam nas bases, quais em manutenção, quais grupos de NAes e anfíbios estavam em missão ou treinamento…bons tempos…
      .
      Quanto ao “biocombustível” de fato a US Navy tem realizado testes em aeronaves e navios, mas, está longe de ser viável se é que um dia será.
      .
      E quanto à Turquia, está fazendo o dever de casa, mas, não poderia ser diferente, sendo membro da OTAN, ocupando um lugar estratégico e mesmo tendo divergências com outro membro da Aliança que é a Grécia.
      abs

  13. Sempre a mesma viagem: por quê não isso, por que nao aquilo, por que não assim, por quê não assado, …? Bolsonaro já avisou que não vai ter mais dinheiro alocado pros militares; a posição que o Brasil ocupa na divisão internacional do trabalho (entenda-se, seu papel no capitalismo internacional) o rebaixa ao ponto da dispensa (incapacidade de posse) de força militar (senão aquela necessária pra manutenção da ordem interna decidida de fora). Uma nação voluntariamente medíocre (independente do seu tamanho e riquezas estocadas) não terá jamais a força militar significativa desejada, antes pelo contrário, apenas nações formidáveis podem possuir tais forças. E ponto.

  14. Somente como adendo; na realidade a Turquia adquiriu 9 unidades dessa classe.
    Uma porém, foi somente comprada para servir de doadora de peças para as demais unidades.

  15. Certamente esta classe, por estar bastante desgastada possuir elevado consumo de combustível não vai de encontro aos novos parâmetros da marinha. Melhor seria investir na revitalização das FCN que ainda podem aguentar mais uma década, pois todos os problemas e limitações já são bem conhecidos, evitando-se comprar uma caixa de surpresas (indesejáveis).

  16. Me impressiona o avançado conhecimento da indústria bélica da Turquia, tenho visto armamentos de ponta sendo lançados recentemente, não sabia da capacidade da Turquia nessa área.

  17. É apenas um pressentimento, apesar de não gostar desse, mas creio eu que ainda veremos essas OHP na MB. Somente pelo fato que estamos entrando em novos tempos, novos alinhamentos, “pragmatismo” entre outras coisas.

  18. Bem que Trump poderia facilitar a aquisição de 4 a 6 dessas embarcações dessas a nossa Marinha, sem dúvida seria de grande ajuda …

  19. Prezado Parabellum, o problema é que três FCN estão na capa da gaita, a Niterói só não deu baixa ainda no papel, mas pode dar adios a ela. As três que ficarão também não vão muito longe, ou seja, de 2019 até a entrada efetiva em operação da primeira CCT vamos ter um apagão de escoltas. As duas T 22 são enfeite de esquadra, a única coisa que opera a contento são os sistemas ASW, o resto é para inglês ver.
    Teremos duas CCI, a Barroso e as três FCN restantes, lembrando que a Barroso terá de passar por manutenção e duas FCN também(a Defensora já passou), ou seja teremos só quatro escoltas disponíveis e olha que eu estou contanto com as duas Inhauma restantes, que sabe-se lá como estão.
    E melhor “jair” se costumando porque lá pelas tantas quatro contemporâneas dos bico fino poderão adentrar pela barra da baía da Guanabara.

  20. Bem que poderíamos estudar melhor a construção destas OHP. Mas que casco resistente! O dano de combate que aguentam é impressionante. Fizeram uma de alvo e encheram-na de bomba: Harpoon, torpedo, bomba guiada…e nada. O barco aguentou horas na superfície. Essas outras fragatas e destroyers que servem de alvo é só receber um Harpoon a meia nau que partem ao meio e afundam.

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