Home Marinhas de Guerra Marinha de Taiwan comissiona duas fragatas da classe OHP

Marinha de Taiwan comissiona duas fragatas da classe OHP

6577
59
A presidente Tsai Ing-wen diz que o comissionamento dos navios envia uma mensagem clara ao mundo. Foto Reuters
A presidente Tsai Ing-wen diz que o comissionamento dos navios envia uma mensagem clara ao mundo. Foto: Reuters

A Marinha da República da China (RoCN) incorporou duas fragatas de mísseis guiados classe “Cheng Kung” (ex-Oliver Hazard Perry da Marinha dos EUA) em uma cerimônia realizada em 8 de novembro na base naval de Zuoying, na cidade portuária de Taiwan, Kaohsiung.

As fragatas Ming Chuan PFG-1112 e Feng Chia PFG-1115 – ex-USS Taylor (FFG 50) e ex-USS Gary (FFG 51) – entraram em serviço em um evento liderado pela presidente taiwanesa Tsai Ing-wen e se juntarão a 146ª Flotilha da RoCN – Esquadrão de Ataque baseado em Makung, Condado de Penghu. Os navios, que são agora as 9ª e 10ª fragatas da classe operada pelo RoCN, serão responsáveis ​​por patrulhar o Estreito de Taiwan.

“Diante de desafios tradicionais e não tradicionais, fortaleceremos resolutamente nossas capacidades de autodefesa e protegeremos a liberdade do povo e do modo de vida democrático de Taiwan”, tuitou Tsai após o evento.

Construídas na década de 1980, as duas fragatas de 138,1 m de comprimento foram formalmente transferidas para a RoCN em uma cerimônia realizada em 9 de março no estado americano da Carolina do Sul. Poucos dias após a transferência, o jornal Taipei Times citou Tsai Shih-ying, o legislador do Partido Democrático Progressista, dizendo que os navios foram reformados “para prolongar sua vida útil em cerca de 30 anos, tornando-os uma opção altamente rentável para a Marinha”.

A mudança ocorreu depois que o Departamento de Estado dos EUA anunciou em dezembro de 2015 que havia aprovado a possível venda, reforma e atualização de duas fragatas da classe Oliver Hazard Perry a serem fornecidas a Taiwan como EDAs (Excess Defense Articles) por um valor estimado de US$ 190 milhões.

De acordo com um anúncio feito na época pela Agência de Cooperação de Segurança de Defesa dos EUA (DSCA), cada navio deveria ser equipado com o sistema de controle de tiro MK 92 MOD 6, o sistema de guerra antissubmarino SQQ-89V, o sistema MK 75 de canhão de 76 mm, o sistema de armamento Phalanx 20 mm (block 18), o sistema de lançamento de mísseis guiados MK 13, o sistema de guerra eletrônica AN/SLQ-32, o radar AN/SPS-49, sonar towed array rebocável SQR-19 e sonar de casco AN/SQS-56.

FONTE: Jane’s

59 COMMENTS

  1. Bom dia Senhores!

    Novamente as OHP! Vejam que foram “retrofitadas” e ” “para prolongar sua vida útil em cerca de 30 anos, tornando-os uma opção altamente rentável para a Marinha”.

    É o tempo mais que necessário para a MB arrumar a casa e tentar por os pés no chão.

    Agora que o SNB ficar na geladeira (não que eu esteja contente ou que aprove a decisão, o melhor seria continuar e também comprar escoltas, mas já que não é possível o arroz com feijão e carne, vamos só de arroz e feijão mesmo), mas como eu dizia, agora o parco orçamento da MB à permite comprar não somente as OHP e reformar, como também mantê-las ( mesmo com a baboseira das turbinas ).
    Ahhh não abro mão de minha opinião anterior em todas as postagens sobre escoltas: ” Deveríamos ter todas as OHP disponíveis e ainda as T23)

    CM

  2. Pois é, nada como um dia após o outro. Pra nós não serve né, olha o nível que ficaram estas fragatas atualizadíssimas e cujo casco todos já sabem o quanto é bom.

  3. 12/11-segunda-feira, bdia, como já falei diversas vezes as Perry’s são ótimas para a MB, só nossos almtes não vêem, se são úteis a Taiwan que vive cercado de chineses que vivem dizendo ser Taiwan uma província rebelde, tem que estar em estado de alerta permanente, que fariam estás Perry’s aqui, que são pouco usadas, é quando usadas são para empurrar água sem este perigo do mar da China.

  4. Ainda continuo achando que valia a pena a gente adquirir duas OHP via EDA totalmente modernizadas e retrofitadas.

    Estamos perdendo a oportunidade de manter a nossa capacidade de combate, enquanto planejamos o futuro.

  5. Sr. Claudio Moreno sei que você entende bem do assunto e tem informações que nós entusiastas não temos por isso ti pergunto quanto custaria para comprar umas 5 OHP e deixar elas em condições de combate como estas de Taiwan, só pra comparação pois estou pensando que seria melhor iniciar as construções de novas pois será que não seria melhor ter umas 6 zerinho e bem equipadas e modernas do que ter 10 retro fitadas, com tempo contato de uso maior consumo de combustível e sem as tecnologias oferecidas hoje numa nova sem falar que normalmente os outros países que tem dindim num período de 10 anos recebem umas 8 fragatas mais ou menos o Brasil poderia receber 6 em 15 anos, não temos muito tempo mas será que não seria melhor?

  6. O pessoal custa a entender que Taiwan só as comprou porque não tem muitas opções no mercado. Os europeus não querem se indispor com os chineses continentais e os americanos não produzem nada novo que possa ser classificado como fragata. Era o que tinha no mercado, eles já operavam e pagaram um alto valor pela modernização.

    • Mas independente da motivação da compra, a questão é que foram modernizadas e teem uma provável vida ativa de 30 anos pela frente. Isto pra MB seria o melhor dos mundos pra ter tranquilidade na construção de meios novos.

  7. Tá bom… Me convenceram. Vamos rasgar 190 milhões de presidentes mortos pra ressuscitar 2 dessas OHP, que está lá nos States apodrecendo por anos encostadas. E claro, depois desse ritual satânico de rasgação de dinheiro, vamos passar mais 30 f*king years sapatiando encima de uma poha dessas, fazendo gambiarra encima de gambiarra, pra manter isso aí girando.
    .
    Tem maluco pra tudo…

  8. Bardini, qual é a alternativa que tu vislumbra???? Sem dinheiro, sem estaleiros com condições técnicas de produzir, sem pessoal capacitado para produzir escoltas????
    Qual é a mágica? Fabricar Napaocs bombados, que não formam e não mantém doutrina de combate???

    • Vai ter navio para manter doutrina de combate até chegar coisa nova. A MB não vai crescer de uma hora para a outra pra demandar tanta gente, vai ser gradativo e isso se voltar a crescer…
      .
      E sim… Navio Patrulha. Navio barato, para empurrar muita água por um baixo custo e cumprir nossas missões de baixa intensidade, presença, treinamentos e por aí vai, poupando os Escoltas para a Guerra e seus treinamentos.

      • Vamos a gráfico de novo:

        Em 2020,provavelmente estaremos da seguinte maneira:

        Duas FCN em carga e uma em PMG
        Talvez, repito, talvez uma T22
        Duas Inhauma e CCB em PMG.

        Explica para nós como se forma pessoal que deve ser altamente qualificada em funções ASW, AA, Asup com quatro navios na ativa????

        • Vai sobrar pessoal…
          .
          Pra onde vai ir o pessoal que operar as 3 FCN e das 2 FCG ?
          Vai ser mais quadro para navegar escrivaninha em escritório ou vão pegar o trecho, largando mão dos seus benefícios?
          .
          Se não chegar nada usado, as 4 CCT vão dar baixa nas 3 FCN e 2 CCI que sobrarem. É só somar 2+2…
          .
          Se vier coisa usada, não vai fazer número. A MB não vai crescer com isso. É ilusão pensar que vai. Só vai adiar o derretimento da situação, e por um alto custo…
          Mas eis um problema: Ao invés de pessoal sobrando, vamos treinar esse mesmo pessoal para operar e manter navio que não conhecemos e que vai dar baixa logo ali, depois de 10 anos, como essa OHP que tu defende. E depois, vamos torrar mais uma grana para treinar novamente esse mesmo pessoal para operar, manter e combater os navios novos, que “vão chegar”?
          Mas alguém já fez as contas, para ver se esse mesmo pessoal não vai estar chegando na hora boa de ir para o quadro de inativos, pesar na conta da MB?
          .
          A MB só vai começar a aumentar depois de um segundo lote de CCT… E só vai aumentar com navio novo.
          .
          Navio Patrulha é barato de comprar, manter e operar, e poderia muito bem ser adquirido nessa nossa situação, para assegurar missões básicas e botar o pessoal da MB para realmente navegar, isso a um custo pagável. É navio novo, que vai fazer número, pois vai estar no quadro da MB por mais de 3 décadas.

  9. Alguém me explica, por favor, porque gastar retrofitando as OHP e não as Niterói. Se é para investir em navio velho, que seja no nosso e não no dos outros…..

    • O argumento principal é que as OHP são mais novas que as Niterói e podem operar dois helicópteros Seahawk, além de disporem de capacidade de defesa antiaérea de área com mísseis Standard. As OHP também possuem uma capacidade de guerra antissubmarino mais avançada.

      As Niterói estão muito desgastadas, principalmente no sistemas de propulsão, não compensa a modernização.

      • Galante, obrigado pela resposta.

        Na reportagem sobre a possibilidade de adiamento do PROSUB e do SNA, eu afirmei que nesses novos tempos há de se abandonar a prática do “remendo” (vamos chamar assim as compras de oportunidade “desesperadas” que surgem por aí).

        Não há como fugir dos erros do passado nem mudar a mentalidade da classe política e do povo rapidamente, então defesa ainda será uma espécie de tabu. Assim, eu defendo que a Marinha mantenha os pés no chão e o pragmatismo na alça de mira. Chega de Type 23, chega de OHP., chega de meia boca. Com planejamento e continuidade do que for planejado (a nossa verdadeira praga é parar tudo pela metade…..) vamos de Tamandaré e, quem sabe, uma fragata de 5 ou 6 mil toneladas mais para a frente.

        Vai demorar? Vai. Vamos ficar quase sem escoltas por 5 ou 7 anos? Vamos. Mas teremos uma Marinha de respeito no fim da próxima década se desenhando no porto.
        Sou contra as OHP e, naturalmente como civil que sou, contra elas ao revés de tentar algo com as FCN. Afinal, as OHP foram usadas até o osso e estão paradas a um tempão… Não podem estar tão melhor que as FCN assim.

  10. Esse papo de OHP para MB já está vencido. Com os US R$ 190 milhões para aquisição da velharia, a Marinha poderá encaminhar o aumento inicial das Tamandarés de 4 para 6. Navios que vão durar bem mais que os 30 anos previstos de vida útil, sem enfrentar falta de peças de reposição.

  11. Tb não entendo alguns comentários rangendo os dentes que fazem quando o assunto é OHP, servem para Taiwan e outros países, mas só não servem para a MB? Será que é por que são americanas? Se fossem o lixo que os corsários costumam nos empurrar aposto que tinha gente aplaudindo, basta ver aqui quem defendeu a aquisição do São Paulo, mas hoje se escondem de vergonha. Por mim o Brasil comprava todas as OHP, num pacotão pedidndo desconto, recolocava os lançadores Standard SM, Phalanx e todo o resto, e o Brasil vai ficar com uma marinha que NUNCA jamais sonhou.

  12. Em termos estratégicos, tentar desembarcar tropas e tanques em Taiwam, seria um pesadelo logístico para a China ( são 180 kilômetros de distância pelo mar as separando), acredito que a unificação, ocorrerá por meios pacíficos. Qual a opinião de vocês???

    • Concordo Tiger 777, no entanto, para que a unificação aconteça acredito que a China deverá abolir o sistema unipartidário e promover transformações para que, pelo menos, uma democracia simples tenha condições de prosperar.

      • entao nao vai acontecer…ou nao tao cedo. Ao contrario do PC sovietico, o chines soube conduzir a conversao da economia para o capitalismo, mas mantendo a ditadura politica e o cerceamento das liberdades de expressao…

  13. Em pensar que os turcos até o lançador de mísseis vertical MK41 colocaram nas OHP’s deles que somado a sistemas de combate modernos vai deixá-los tranquilos um bom tempo,mas pra nós com frota sucateada não serve. Trágico!!!
    Imaginem um apanhado do melhor de cada atualização (Turquia e Taiwan) e colocado numa versão brasuca!

  14. Senhores, ainda tento entender como é e se é feito algum planejamento de médio ou longo prazo para a aquisição dessas escoltas. É sabido que na década de 70 enquanto os projetos das Niterói estavam em curso o Brasil adquiriu diversos Allen Sumner e Gearing para compor a esquadra. A situação se repete, já vimos que o tempo de construção por aqui é por demais exagerado já vimos exemplos recentes no episódio da Barroso, então será mesmo que estamos luxando muito mesmo a ponto de fazer vista grossa às OHP’s ?
    Em tempo: Alguém sabe o que faz no momento o Ocean A 140?

  15. Chego a pensar que a MB não quer se meter a fazer manutenção. Como as ambulâncias do SAMU e os carros do Correio: se coloca o combustível e dá lhe pau. Se estragar, compra outro. Mas isso só existe no Brasil. Nos países industrializados existem fornecedores de serviços para reparos navais de qualidade e que não custam uma fortuna, como por aqui. Essas OHP nas mãos da Turquia darão uma vida longa de bons serviços. Taiwan, idem. Os asiáticos endeusam os meios flutuantes que operam e os tratam com carinho e boa técnica. Aqui ainda temos a mentalidade de possuir o carro do ano, ou nada.

  16. Amigos,
    Seria interessante pesquisar um pouco sobre as Fragatas da Classe Cheng Kung, da Republic of China Navy – ROCN, ou, se preferir, da Marinha de Taiwan.
    .
    Antes da dupla seminova Ming Chuan PFG-1112 e Feng Chia PFG-1115 os chineses de Taiwan já operam 8 – sim, oito – fragatas OHP construídas localmente sob licença, no China Shipbuilding Corporation, na cidade de Kaohsiung.
    São elas:
    – ROCS Cheng Kung – PFG-1101 de 1993;
    – ROCS Cheng Ho – PFG-1103 de 1994;
    – ROCS Chi Kuang – PFG-1105 de 1995;
    – ROCS Yueh Fei – PFG-1106 de 1996;
    – ROCS Tzu I – PFG-1107 de 1997;
    – ROCS Pan Chao – PFG-1108 de 1997
    – ROCS Chang Chien – PFG-1109 de 1998;
    – ROCS Tian Dan – PFG-1110 de 2004.
    .
    Assim sendo, eles já conhecem bem as OHP.
    Aparentemente aprovaram seu uso e gostaram da ideia de comprar mais duas.
    .
    É sempre bom lembrar que as OHP embarcam e operam 2 (dois) helicópteros SH-60 Seahawk.
    No caso da ROCN são 19 (dezenove) helicópteros S-70C (M)-1/2 Thunderhawk, versão de exportação do Seahawk, equipados com radar abaixo do nariz e sonar de imersão (dipping sonar).
    .
    No Globalsecurity:
    https://www.globalsecurity.org/military/world/taiwan/cheng-kung.htm
    .
    Forte abraço,
    Ivan, an oldinfantryman.

  17. Pessoal

    Por favor, pergunta de leigo… Se comprassemos algum navio de oportunidade tipo as OHP ou outras quais quer… O que faríamos com os nossos navios? Eles poderiam ser utilizados como o que? Dá para utilizar como navio de patrulha oceânica? Ou vira ferro-velho?

  18. Como o Atlântico não tem capacidade antiaérea, bem que umas três OHP serviriam de escolta. Até porque pode ser que algum Çabio coloque o “bom e velho 40 mm.” para abater misseis anti navio e não se fale mais na defesa deste barco.

  19. PIB 2018 FMI

    Brasil: U$ 2,138 Tri
    Taiwan: U$ 613 Bi

    Nossa economia é 3,5 vezes maior.
    Mesmo após os últimos anos de crise.
    Colocando a casa em ordem a partir de 2019, teremos um futuro muito melhor.

    Tenho esperança que nunca mais precisaremos de navios usados.

  20. A cada dia que se passa na terra eu tenho a mais firme convicção de que os almirantes brasileiros são os piores administra-dores da face de toda a galáxia, ainda que não se tenha contato com vida orgânica inteligente extraterrena.

  21. B.Santos,

    Sem perder muito tempo contigo, vou logo contando teu barato. Construir? Aonde, Brasil? Com os prazos de entrega que temos? Construir fora do país, quem? Moço ou você é muito novo ou não tem boa memória. Pesquise quanto tempo levou para a Barroso ser entregue.

    CM

    • A “Barroso” foi uma triste exceção e único navio de sua classe, não beneficiando-se também da economia de escala…os argentinos conseguiram levar até mais tempo
      construindo navios de tamanho similar, mas, as 4 “Inhaúmas” sofreram pouco atraso,
      e foram construídas em 6 anos ou pouco mais e à adoção de novas técnicas de construção deverão permitir a conclusão em menos de 5 anos.

    • Sr. Claudio Moreno eu não falo em relação a tempo pois isso não precisa ser nem muito novo pra perceber que no Brasil tudo anda a passo de lesma mas foquei no fato de utilizar um produto revitalizado e outro novo, por isso lhe fiz a pergunta pois minhas dúvidas são puramente na parte técnica se vale mais a pena construir ou revitalizar na atua situação da marinha mas não conto com o tempo de entrega pois na minha opinião a marinha poderia estar com todas estas corvetas entregues até 2022 mas isso é utopia se falando de Brasil, tem como me dar uma resposta focada mais na parte técnica mesmo pois como eu disse sou somente entusiasta e não conhecedor do meio, obrigado.

  22. Acredito que duas ou três OHP serão encomendadas e atualizadas. Seria ideal termos condições do projeto Sigma 10514 adaptado às condições da MB como corveta, fragata ou como se está construindo no México(Navio Patrulha de Longo Alcance). São conjecturas, hipóteses. Bem, saberemos mesmo a partir de 2019 com o novo governo. Abraços a todos

    • A marinha brasileira sempre adquiriu navios em “transferências quentes” ou seja, assim que deram baixa em suas respectivas marinhas o que e é o ideal, como aconteceu com as duas fragatas adquiridas por Taiwan.
      .
      Ano que vem, já fará 4 ou 5 anos desde que as últimas foram descomissionadas, para então se fazer uma revitalização…acredito que já passou da hora…em 2015, ainda fazia sentido ainda mais com a retirada de serviço da “Bosísio” e de duas “Inhaúmas” e possivelmente retirando-se a “Niterói”, assim, duas “OHPs” poderiam ocupar o lugar de 4 unidades.

  23. Senhores,

    Por que foi construído apenas uma Corveta da classe Barroso? O projeto original previa a construção de quantas Covertas V-34?

  24. OHP poderia ser uma ótima escolha para MB, exceto pelo seu altíssimo custo de manutenção e operação. Não adianta ter e não conseguir manter.

  25. Boa tarde Senhores! Grande Dalton satisfação falar contigo novamente! Brother eu até entendo que no caso das CV Inhaúma, ocorreram poucos atrasos, mas vamos tirar o lance da inflação galopante dos anos 80/90 no seu início e concentremos no que o AMRJ construiu depois da CV Barroso.
    Eu adoraria que nossa Gloriosa Marinha de Guerra, fosse aparelhada com dezenas de embarcações construídas aqui, com alto grau de conteúdo nacional, sem atrasos de entrega, sem cortes orçamentários, com encomendas do exterior.
    Mas isto não é nossa realidade lamentavelmente. Pode até vir a ser em talvez 15 ou 20 anos. Mas nossa MB não tem este tempo. Ela requer, repito, requer escoltas agora! Sejam usadas quentes ou não. Pois em menos tempo que 15 anos , ela estará reduzida a níveis que penso eu , jamais vividos por ela.

    • Entendo sua frustração Cláudio…duas das “Niteróis” foram construídas aqui e uma derivada, o “NE Brasil” e nada mais…depois falou-se em construir até 16 corvetas da classe “Inhaúma”, mas, apenas 4 o foram, seguidas tardiamente por uma derivada, “Barroso”, obrigando à marinha à adquirir mais navios de segunda mão…que ainda eram relativamente novos…coisa que está impossível de se encontrar no mercado hoje.
      .
      Não há muita alternativa penso eu…o negócio é torcer para que o projeto vingue , tenha continuidade e traga tecnologia de ponta na forma de se construir navios, gere empregos diretos e indiretos e tragam um alívio à combalida força de combatentes
      (escoltas) até meados da próxima década…provavelmente o número irá cair ainda mais,
      dos atuais 11 “comissionados”, independente de quantos estão disponíveis, para 8 ou
      mesmo menos, então poderá ser uma década difícil, mas, não será o fim do mundo.
      .
      Pior, na minha opinião, foi em 1939, quando da eclosão das hostilidades na Europa,
      a marinha brasileira perdia e muito para à marinha argentina e os seis contratorpedeiros encomendados à Inglaterra foram requisitados pela Royal Navy, deixando ao Brasil a tarefa árdua, mesmo com apoio americano de completar 3 contratorpedeiros no Rio de Janeiro…uma verdadeira façanha para a época.
      .
      abraços

      • 14/11 – quarta-feira, btarde, com referência a 1939, sobre a compra pelo Brasil de 3 contratorpedeiros na Inglaterra, “”Bryan Lavery”” em “”CHURCHILL VAI A GUERRA”” faz um relato desta ocorrência, já que a própria armada Inglesa encontrava-se carente de meios navais, tendo requisitado os contratorpedeiros comprados pelo Brasil, obrigando a construção no AMRJ.

  26. Oi B. Santos,

    Inicialmente quero pedir desculpas por minha grosseria. Não vai se repetir te garanto cara. Então sobre teu questionamento, eu sinceramente não sei o que está menos ruim, partir para um retrofit em nossa T22, nas Niteroi (se bem que estas últimas o bicho tá muito feio, tem sido as cracas quem está vedando algumas ). Em termos de casco, sem medo de errar mesmo sem ver vou de OHP, com a vantagem do equipamento AA mesmo que desatualizado e fora de fabricação (algo contornável).

    CM

  27. Esse povo gosta de ferro velho,elas estão no osso,gastar em algo que está quase obsoleto,e melhor comprar as francesas e esperar as type-23 é da sequencia nas tamandarés, e falar pro almirantado comprar as patrulhas Batch-1 e fazer um convôo na parte traseira,vai ficar mais em conta.

  28. Minha proposta pela ordem e simples:
    Aumentar ja nesse contrato o numero de 04 para 08 corvetas classe tamandaré
    Dar prosseguimento ao programa de construção dos navio-patrulha de 500 toneladas que faltam
    Desenvolver o projeto de uma nova classe Navios Patrulha Oceânicos (NPO) nacional
    E quando disponível e no preço certo comprar type 23 da Royal Navy

  29. Opinião
    Desativa 4 navios velhos e segura 1 ano.
    A economia já da para comprar um novo
    Moderno que vale por 4 em termos de combate
    Quando saí a primeira Tamandaré
    Desativa mais 4 navios velhos
    E economiza mais 1 ano.
    Compra outro navio novo.
    Resultado teremos 6 navios operacional com capacidade militar relevantes
    4 Tamandaré
    2 fragatas

    O restante fica para treinamento tipo navio escola.

    O mesmo digo para os submarinos
    Desativa para economizar
    E garantir a compra do prossub.

  30. 6 Tamandaré seriam suficientes para manter nossa atual capacidade, se viessem com CAMM-ER já seriam muito mais avançadas ainda, dando uma cobertura contra aeronaves que a MB nunca teve. Na medida do possível tanto técnico quanto financeiramente, a marinha deveria armar essas corvetas com o que a de melhor.

LEAVE A REPLY

Please enter your comment!
Please enter your name here