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Resgate da fragata KNM Helge Ingstad pode levar três semanas

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A fragata da Marinha Real Norueguesa KNM Helge Ingstad ficou quase completamente submersa após uma colisão com um petroleiro no fiorde de Hjeltefjorden, em 8 de novembro.

Se prosseguirem com os planos, a fragata será içada e carregada em uma barcaça comercial de 140 metros e transportada para a base de Haakonsvern na primeira semana de dezembro.

Planos para salvar a fragata começaram logo após a colisão, enquanto o mapeamento do fundo do mar já estava em andamento. De acordo com relatos da mídia norueguesa, obras de dragagem que permitiriam que a barcaça se aproxime da fragata também estão em andamento.

Em uma atualização em 14 de novembro, a Marinha Norueguesa disse que a Helge Ingstad estava em perigo de afundar ainda mais.

Após a colisão na quinta-feira, a fragata foi intencionalmente encalhada e sete pontos de fixação foram posteriormente estendidos ao casco da fragata e fixados a âncoras no solo. No entanto, como a fragata continua a embarcar água, o peso do navio torna-se maior.

A empresa norueguesa BOA Management e a consultora marítima DNV GL estão agora trabalhando com a Marinha para planejar e executar uma operação em que a fragata será içada e transportada para a base de Haakonsvern para uma primeira avaliação de danos. A Marinha ainda não deu informações se a fragata será consertada ou descartada, já que a maioria dos sistemas do navio ficou submersa.

FONTE: Naval Today

12 COMMENTS

  1. Acho que é mais para segurança da navegação mesmo pq quase nada vai ser reaproveitado e para efeitos de estudos para alguma correção na estanqueidade do projeto ou para efeitos de estudos jurídicos e tribunal marítimo (investigação).

    • Acho que nem se conseguissem provar que o petroleiro intencionalmente foi em direção a fragata; a diferença de velocidade, manobrabilidade e tempo de resposta torna impossível qualquer argumento.

  2. Essa deu PT. Todo sistema eletrônico, motor baterias, tudo foi pro saco. Só o casco que pode ter lá salvação. Melhor mesmo tira lá daí porque é o certo mas leva lá para o fundo do mar. Imagina o gasto para recupera lá da pra pagar outra dessa.

  3. Acho que eles estão a priori visando a contenção de contaminantes ambiental da embarcação como diesel, nitretos e nitratos dos explosivos dos paiois enfim, quanto o a integridade dos componentes não há salvação mas se conseguirem retira la do mar e se avaliarem que o casco não sofreu algum empenamento crítico o mesmo poderá ser restaurado e preenchido por novos componentes e armamentos. Dinheiro não é problema lá.

  4. para colocar em operação novamente terao que cortar o casco para retirar os motores e equipamentos volumosos vai ser a mesma coisa que colocar um carro que afundou para funcionar ,vai torrar o preço de um novo e ainda por cima nunca mais vai funcionar direito

  5. Digamos que o navio consiga ser resgatado e colocado numa doca seca, e constatarem que não dá pra reformá-lo, ou que o xusto não valeria a pena. O que seria feito do navio? Alvo de teste?

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