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Esquadrão VF-1 participa do Exercício Cruzex 2018

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Dois jatos AF-1 do 1° Esquadrão de Aviões de Interceptação e Ataque (VF-1) da Força Aeronaval da Marinha do Brasil estão participando do Exercício Multinacional Cruzex 2018, organizado pela Força Aérea Brasileira em Natal-RN.

Cruzeiro do Sul Exercise (CRUZEX) visa ao treinamento conjunto de cenários de conflito, promovendo trocas de experiências entre os países participantes.

A edição de 2018, que acontece entre os dias 18 a 30 de novembro, na Ala 10, em Natal (RN), reúne 13 países, além do Brasil, em torno de cem aeronaves militares brasileiras e estrangeiras.

A Marinha do Brasil enviou dois jatos AF-1 modernizados pela Embraer (ex-A-4KU da Força Aérea do Kuwait), um monoposto AF-1B e um biposto AF-1C.

O AF-1C usa o esquema de pintura tradicional, enquanto o AF-1B emprega a nova pintura de baixa visibilidade.

Os AF-1 modernizados receberam, além de um glass cockpit e vários outros equipamentos modernos, o radar israelense EL/M 2032, que possui os modos de operação. Ele pode fazer busca ar-ar, ar-mar, ar-solo e navegação, e tem como principal tarefa detectar e rastrear alvos aéreos e de superfície, além de fornecer medida de distância ar-solo para o subsistema de pontaria de armas.

O radar, no sub-modo TWS (Tracking While Scan), possui capacidade de localizar e rastrear automaticamente 64 alvos, simultaneamente, marítimos ou terrestres. No modo SAR (Abertura Sintética), é possível fazer o mapeamento terrestre em operações de esclarecimento (reconhecimento).

A Força Aeronaval da Marinha do Brasil vai operar apenas seis caças McDonnell Douglas Skyhawk modernizados (três AF-1B monopostos e três AF-1C bipostos), em vez de nove AF-1Bs e três AF-1Cs como originalmente planejado em abril de 2009 em contrato com a Embraer. A redução foi necessária por falta de verbas.

Novo cockpit do AF-1
Novo cockpit do AF-1
Novo radar EL/M 2032 dos AF-1
Novo radar EL/M 2032 dos AF-1

Comandante do VF-1 Cap. de Fragata (FN) Brito Coelho e seu imediato CAP. de Fragata Eduardo Luís
Comandante do VF-1 capitão de fragata (FN) Brito Coelho e seu imediato capitão de fragata Eduardo Luís

FOTOS: Valter Andrade

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Guizmo
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Guizmo

Eu acho esse avião lindo, e nessa pintura do biposto, mais ainda

Gabriel
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Gabriel

É a história do “meio copo cheio/meio copo vazio”.
A Marinha está com mais “poder aéreo” que a Força Aérea Argentina!
Hauhauhauh

joseano
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Exemplo claro de desperdício de dinheiro publico. A MB não tem a mínima necessidade de ter aviões de caça simplesmente por não ter no cenário do Atlantico Sul nada que justifique isso no contexto geopolítico que se insere o Brasil, simplesmente não tem função, até mesmo que se fosse pra ter era pra ter algo que justificasse o nome caça, e não 06 de aviões subsônicos da década de 70, ainda que reformados( e a reforma nem foi tudo isso, ficou muito aquém da reforma dos Mike por exemplo). Qualquer situação que se justifique o uso da caça no contexto… Read more »

Eduardo von Tongel
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Eduardo von Tongel

Assino em baixo. Desperdício de dinheiro público!! O que farão 6 aeronaves obsoletas? Gastar dinheiro em tempos de paz e ser trucidados em tempos de guerra. Sem noção ter uma força aérea obsoleta e com falta de meios e querer ter aviação naval. Ainda mais sem Navio aeródromo! Se é pra basear a aviação em terra que se use a FAB e se cortem custos! Parece que está sobrando dinheiro… Que deixem a aviação para a FAB. Somos um país pacífico, sem ameaças externas e sempre tivemos forças armadas para defesa e não ataque. É só situar aviões da FAB… Read more »

Gilbert
Visitante
Gilbert

Esperamos que que assim que o Kwait ponha a venda seu F-18 que serão substituídos em breve a MB possa adquiri-los e a modernização se for necessário poderia ser feita pela Embraer/Boeing no Brasil e assim teríamos um caça tampão de qualidade até ser definido e construído um novo NAe para quando o o novo NAe for entregue possamos algumas meses antes receber os primeiros SEA-Gripem, que só deve acontecer lá por volta de 2030…..( acredito que não antes de 2035).

Dalton
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Dalton

Inicialmente todos os 18 A-4s adquiridos do Kuwait em condições de voo seriam modernizados…depois o número foi fixado para 12 e agora 7…um dos quais já modernizado foi perdido em um acidente…detalhe…os A-4s foram adquiridos 20 anos atrás e apenas 3 foram entregues modernizados até o momento…e provavelmente não vale a pena cancelar a modernização dos restantes diante de tudo o que já foi investido e multas contratuais.
.
Por que seria diferente e/ou possível com os FA/18C do Kuwait mais rodados que os próprios A-4s ?

Gilbert
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Gilbert

Se você tem dados das horas de vôo do F-18 do Kwait, compartilha os links com a gente agora se for suposição, dedução ou algo do tipo aí vamos ficar 2 semanas aqui discutindo se resultado algum. Fato o A-4 é peça de museu a muito tempo portanto não são fabricadas muitas peças e quem tem vende a preço de obra-de-arte, foi colocado a corcunda no A-4 porque já não havia espaço para novos aviônicos e isso já de fábrica afinal é projeto dos anos 50. O F-18 é uma aeronave muito superior em tudo em relação ao A-4. A… Read more »

Dalton
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Dalton

E você tem os dados do futuro orçamento da marinha brasileira ou mesmo tem conhecimento da mesma ter se manifestado pela compra de aeronaves que estarão com cerca de 30 anos de uso quando forem substituídas pelos
“Super Hornets”…para daí serem modernizadas pela EMBRAER ?

Dalton
Visitante
Dalton

Gilbert… . depois de ter escrito ocorreu-me perguntar se você vive no Brasil…já que alguns aqui são brasileiros vivendo em outros países e podem não ter o mesmo contacto com a realidade. . Meu cunhado é americano e entusiasmado com o Brasil e poucos anos atrás ele caiu no conto de que” pobres andavam de avião”, etc, e …mesmo meu inglês sendo para leitura, entendi perfeitamente que ele acreditava que o Brasil havia se transformado em outra coisa, e essa não era a realidade. . Talvez seja pessimista demais…mas…o que parece claro é que o Brasil irá levar um bom… Read more »

ALEXANDRE
Visitante

Acho q o Brasil tera é mais gripens

Humberto
Visitante
Humberto

Gilbert, acho que vc não entendeu o que o Dalton postou. Se a MB não consegue manter míseros 7 A4 de uma compra de 18, como vai manter uma frota de F-18 (todos aqui sabemos que é muito superior aos A4) que tem o seu custo de hora de voo muito superior? Chutando, não vejo como a hora de voo (e não estou falando em combustível) do F-18 ser somente o dobro ou triplo do A-4. Se existia sentido em comprar os A4 na época (temos que lembrar que tinhamos o MG) hoje, sem porta aviões, tem algum sentido em… Read more »

Leandro Costa
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Leandro Costa

Gilbert, já a alguns anos os Legacy Hornets vem enfrentando problemas de manutenção. A alguns anos atrás, um amigo que era chefe de manutenção do VFA-25 “Fist of the Fleet” quando ainda operavam os F/A-18C, me disse que a manutenção dos velhos Hornets estava extremamente intensa, que as aeronaves estavam muito deterioradas e que não via a hora de receberem os Super Hornet. Estavam pensando que, caso seu recebimento fosse adiado, teriam que fazer uma visitinha à Davis-Montham AFB para tentarem conseguir aumentar o estoque de peças e alguns sobressalentes mais demorados de aparecerem pelos canais normais. Eventualmente receberam os… Read more »

Gilbert
Visitante
Gilbert

Obrigado pela unica resposta sensata, enquanto outros atacam a gente por postar um opinião.

Luiz Floriano Alves
Visitante

A MB tem suas competências e suas responsabilidades. Nada indica que aviões de asa fixa não sejam necessários para a MB. Todas as marinhas dos países mais industrializados tem frota aérea especializada em cenário marítimo. O aviador naval tem que conhecer bem o alvo naval. O armamento, por mais sofisticado que seja, vai necessitar do aperto do dedo no gatilho (ou botão), com o conhecimento militar naval. Temos nossos aeródromos navais/naturais, nossa ampla costa e as ilhas oceânicas como Fernando de Noronha, que pode ser convertida em um gigantesco aeródromo. Os chineses fizeram bases maiores nas ilhas Spratley. Tudo questão… Read more »

Mauro
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Mauro

Ok, mas não esqueça que “alvos navais” e “armamento sofisticado” não podem estar na mesma frase quando se fala dos A-4 da Marinha. Eles sequer possuem integração com misseis ar-mar.

Alisson Mariano
Visitante
Alisson Mariano

A Marinha adquiriu capacetes DASH ou algo do tipo?

Saudações.

José Luiz
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José Luiz

Prezado Sr. Luiz Floriano Alves, concordo plenamente sobre a necessidade das aeronaves de asa fixa na nossa aviação naval. A qual além destes jatos, na minha modesta opinião também deveria ter aeronaves de esclarecimento marítimo de grande porte e UAV’s de longo alcance. No entanto, faço uma ressalva, mesmo em que pese que o Skyhawk não seja a melhor opção para se manter nos dias hoje, um ponto mais sério é o fato de que: Aparentemente a Marinha esta descuidando das armas para estas aeronaves, pois não é anunciado em nenhum momento a integração destes ou a aquisição de qualquer… Read more »

Bardini
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Bardini

Muito bom… Quem mais vai ganhar com a Cruzex de 2018 será o VF-1.

Nilson
Visitante
Nilson

22 e 08, votos de sucesso na Cruzex.
Lógico que seria melhor F-18 ou F-39, mas, já que não os temos, vivamos com o que temos.
Melhor 6 A-4 modernizados do que nada, serão poucos mas somar-se-ão aos também poucos e também antigos/modernizados F-5 e AMX, compondo o conjunto da força de defesa aérea nacional.

Gabriel
Visitante
Gabriel

Alguns comentaristas, por vezes, esquecem o contexto brasileiro, na hora de fazer seus comentários. A Marinha definiu que precisa ter aviação de asa fixa, seguindo um raciocínio até lógico, conforme outros países do mundo também tiveram (EUA, Rússia, China, etc). O A-4M está longe do ideal, mas é o que “cabe” no orçamento atualmente. Para o contexto sul-americano está “mais do que bom”. Grande parte dos navios sul-americanos teriam dificuldade de se defender de 1 A-4, mesmo com bombas burras. Outro detalhe é que não se desenvolve e se aperfeiçoa doutrina “da noite para o dia”. Além das questões técnicas,… Read more »

Jagderband#44
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Jagderband#44

Back to 60 – 70´s!

Alessandro H.
Visitante
Alessandro H.

No contexto geo-político-orçamentário atual, já pode ser considerado uma vitória do setor operativo dispor de um vetor para manutenção da operabilidade e doutrina básica dos nossos aviadores navais. Ainda na análise de cenário, concordo quando se afirma: Gabriel 23 de novembro de 2018 at 7:57 – “Grande parte dos navios sul-americanos teriam dificuldade de se defender de 1 A-4”. Ressalvo porém, que urge a MB definir um dispositivo de ataque anti-navio, nem que fosse o MANSUP. Se a MB conseguisse efetuar o aprontamento dos diversos aeródromos navais que possui em nosso imenso litoral, certamente, acentuaria a doutrina e melhoraria nossa… Read more »

Marcelo
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Marcelo

Ate a chegada dos Gripens na FAB, os AF-1B/C possuem o melhor radar das forcas armadas brasileiras. Orgulho de ve-los na Cruzex 2018 ! Parabens Marinha!

Fabiano
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O Capacete é HMD? Qual modelo?

Flanker
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Flanker

Não é HMD. E para que HMD? Para usar com mísseis Sidewinder AIM-9H? Quando, e se, a MB comprar mísseis da categoria de um Python IV ou V, ou seja, mísseis que sejam úteis em um cenário atual, aí talvez ela adquira capacetes do tipo DASH ou similar.

Rafael M. F.
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Guizmo
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Guizmo

Esse é o estilo chinês de negociar. E depois o pessoal aqui fica defendendo, eu quero ver quando os “malvados norte-americanos” se forem, e restará a China como player potência. Estaremos f…
Aí é que eu quero ver o chororô

Tomcat4.0
Visitante
Tomcat4.0

Isso não pode passar batido não, é grave e se tivesse afundado o navio ninguém saberia o motivo.
Navios patrulha são necessários com urgencia e aos montes. Um canhão de 40 mm ali faria aquele servicinho.

737-800RJ
Visitante
737-800RJ

Por isso que precisamos com urgência dos NPa 500-BR! Uns 20, no mínimo!
Os chineses são abusados e não estão pra brincadeira!

BILL27
Visitante
BILL27

Os pescadores vão começar a ir para o amr armados com fuzil e carabina

Alisson Mariano
Visitante
Alisson Mariano

Aparentemente, o cockpit ficou um pouco diferente do arranjo mostrado em outras matérias da “Trilogia”.

comment image

Abraços.

Dalton
Visitante
Dalton

Os A-4s foram um verdadeiro achado quando adquiridos em 1997…lembro que li em revistas da época que eles serviram à Força Aérea do Kuwait por menos de 15 anos e estavam estocados pelo menos uns 4 anos quando adquiridos pelo Brasil já que a Força Aérea do kuwait já estava então operando os FA/18 “Hornets” adquiridos no início dos anos 90.
.
Havia então toda uma expectativa de se embarcar 12 deles modernizados no “São Paulo” de maneira rotineira além de 4 aeronaves C-1 “Trader” capazes de reabastecimento aéreo e transporte e algo em torno de 10 helicópteros de vários tipos.

Luiz Galvão
Visitante
Luiz Galvão

As vezes fico pensando o que não deve passar na cabeça dos americanos, franceses e até mesmo dos chilenos, durante esses exercícios, aos ver a a 1a LInha de Defesa da FAB composta por F5´s e a MB com seus Skyhawk´s. Especificamente no caso dos pilotos americanos, certamente os avôs deles pilotaram o Skyhawk no Vietnam.

Guizmo
Visitante
Guizmo

Eu entendo essa questão de ter ou não ter o A-4 na MB de outra forma. Me parece absolutamente necessária a aviação naval, seja ela sob forma de Patrulha, EM, REVO, Transporte, ou ainda nas funções de caça e ataque. Sendo assim, pensando que a MB é um órgão de Governo, é essencial se manter a rubrica de despesas deste tema. Ou seja, se simplesmente os aviões são desativados sem outros na reposição, a previsão de despesa alocada para este fim desaparece, e será um parto conseguir novamente a alocação de recursos para este fim. Sendo assim, é essencial que… Read more »

cwb
Visitante
cwb

Uma vez comentando com um amigo que hoje é da reserva,indaguei porque o exército ou as forças armadas não adquirem equipamentos de ponta.A resposta que ele deu foi que as forças armadas não podem ser maiores que seu povo.
Meu sonho era mísseis,submarinos porta avião e caças …tudo no estado da arte.
Não quero entrar na seara de pensões e corrupção,mas será que nossos conscritos saberão operar essa tecnologia durante seu ano de alistamento?
Com a palavra os especialistas.

BILL27
Visitante
BILL27

OFF
PHM Atlantico ja suspendeu e parece estar a caminho de Santos ,se é que ja não chegou .Sua ultima posição a quase 4 horas atrs era na entrada da baia da Guanabara.

https://www.marinetraffic.com/en/ais/home/shipid:5601727/zoom:10

BILL27
Visitante
BILL27

Corrigindo info anterior
24/11/2018 07:00/13:00 OUTEIRINHOS 1/2 PHMATLANTICO ATRACACAO 9016/2018

Blackbird
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Enquanto isso alguém sabe como anda o projeto do Gripen naval?

Nilson
Visitante
Nilson

Parado, somente há esboços para apresentar a possíveis clientes. Não há clientes para comprar o produto, então logicamente a SAAB não vai gastar milhões de dólares para desenvolver um projeto sem garantia de vender o produto. Só Brasil e Índia seriam possíveis interessados, e nenhum deles decidiu colocar grana nesse projeto. Pelo menos por enquanto…

Blackbird
Visitante

Que pena,obrigado Nilson pela informação.

Juarez
Visitante
Juarez

Não anda.

carvalho2008
Visitante
carvalho2008

Parado aguardando cliente firme que possa finalizar os ultimos estagios do projeto. De certa forma, estão parados praticamente no estagio do prototipo fisico, pois os estudos e desenvolvimentos haviam se arrastado desde 2008 e finalizados em 2012 junto a engenheiros e consultoria britanica. Houve momentos em que ate a Inglaterra chegou a ser cogitada como cliente, em meio aos imbroglios e brigas destes com os americanos sobre o F-35B….mas o caso solucionou-se e sobraram de intenções apenas India e Brazil….e o Brazil esfriou devido suas contingencias ja sabidas…. O F-39 continuou evoluindo na sua versão terrestre e ja esta ai….o… Read more »

paulo costa
Visitante
paulo costa

Acredito ser essencial que o esquadrão VF-1 seja mantido ativo com no minimo 08 aviões, para que a Marinha mantenha a doutrina da aviação naval asa fixa ativa e treinamentos e as capacidades de Patrulha, REVO, Transporte e caça e ataque. Sendo que assim, se mantendo ate no futuro com a MB tendo recursos e condições de construir seu novo porta-aviões e compra novo caça naval Tenho certeza que a versão modernizada do A4 deve estar agradando e muito os pilotos, mecânicos e aqueles que verdadeiramente lidam com a aeronave e no contexto geo-politico do atlântico sul e mais do… Read more »

Maurício.
Visitante
Maurício.

Eu ainda acho o Skyhawk um bom avião de ataque, mas não com as bombas burras empregadas pela Marinha, não custa nada comprar algumas bombas inteligentes ou até mesmo alguns Maverick, o problema é que a Marinha demorou muito com essa modernização, guardadas as devidas proporções, Argentina, Singapura e Nova Zelândia já tinham essas capacidade e até mais já na década de 90.
Aqui Skyhawks da Nova Zelândia armados com bombas inteligentes e Maverick.
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Juarez
Visitante
Juarez

“A Marinha definiu que precisa ter aviação de asa fixa, seguindo um raciocínio até lógico, conforme outros países do mundo também tiveram (EUA, Rússia, China, etc).”

Gabriel, ela precisa definir é como fará para manter e operar anvs de asa fixa, porque até , pelo que se viu, ela, MB não tem as mínimas condições de operacionalizar sequer um esquadrão de A 4.

Luiz Floriano Alves
Visitante

No curto prazo, acho que a MB, deveria, humildemente, recorrer aos estoques de reserva do deserto do Arizona, e trazer umas dezenas de F-18 Hornet. Modelo antigo, mesmo. Poderia equipar suas bases e adotar misseis já integrados nos F-18. Reformar aqui mesmo, na Embraer ou nas oficinas da aviação comercial.

carvalho2008
Visitante
carvalho2008

os A-4 foram uma boa….estavam novinhos e pouquissimas horas… avião Pé duro, faz o que promete , desde que troque os freios, ponha gasolina e troque o oleo na km correta….é o sinonimo naval do F-5…. se não conseguiram trocar o oleo não é culpa dele….isto é prova que tambem não conseguiriam com nenhum outro…. Se atualizado, não deixa a dever em nada para modernos LIFTs…..se elogiam uns, não se pode desdenhar dele….outra coisa é querer que o desempenho de um LIFT seja utilizado como espinha dorsal….coisas bem diferentes….mas ja que os A-4 estavam ai, as atualizações faziam todo o… Read more »