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Mostra de Desarmamento do Navio-Aeródromo São Paulo

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Navio-Aeródromo São Paulo
Navio-Aeródromo São Paulo

MARINHA DO BRASIL
DIRETORIA DE COMUNICAÇÕES E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO
DA MARINHA

BOLETIM DE ORDENS E NOTÍCIAS
Nº 905 DE 22 DE NOVEMBRO DE 2018

BONO ESPECIAL
GERAL

ESTADO-MAIOR DA ARMADA
BRASÍLIA, DF.

Em 22 de novembro de 2018.

ORDEM DO DIA Nº 8/2018

Assunto: Mostra de Desarmamento do Navio-Aeródromo “São Paulo”

Em cumprimento ao disposto na Portaria nº 347, de 21NOV2018, do Comandante da Marinha, realiza-se na presente data a Mostra de Desarmamento do Navio-Aeródromo “São Paulo” (NAe SPaulo).

Capitânia de um grupo seleto de Marinhas, os Navios-Aeródromos (NAe) tiveram sua origem no biênio 1910-1911, quando ocorreram a primeira decolagem, a partir de um cruzador atracado, e o primeiro pouso. No ano seguinte, ocorreu a primeira decolagem, em navio em movimento.

Naquela época, a aviação militar, concebida para reconhecimento de posições inimigas, estava limitada às regiões costeiras, sendo inexequível abranger as dimensões dos espaços oceânicos. Mesmo com o advento dos hidroaviões e sua aplicação pelos meios navais, seu emprego acarretava elevado risco, pois impunha uma parada para o lançamento e recolhimento das aeronaves na água, para posterior decolagem e aterrissagem.

Na 1ª Guerra Mundial, os aviões eram vistos como “olhos da Esquadra”, servindo basicamente para reconhecimento e ajustes na pontaria dos canhões dos dreadnoughts, o mais potente armamento a disposição das marinhas daqueles tempos.

Após a 1ª Guerra Mundial, os países vencedores e detentores dos maiores poderes navais, como a Grã-Bretanha, os Estados Unidos e o Japão, começaram a planejar e a executar programas de construção de novos encouraçados e cruzadores de batalha.
Tais programas sublinharam o risco da ocorrência de uma nova corrida naval, nos moldes daquela provocada pelos dreadnoughts do início do século, o que levou à realização, nos Estados Unidos da América, entre novembro de 1921 e fevereiro de 1922, da Conferência Naval de Washington.

As limitações impostas pelo Tratado de Washington padronizaram a forma de emprego da aviação embarcada e incentivaram, sobretudo, o desenvolvimento do que seria, como atualmente existem, os NAe. Em 1922, singrou os mares o primeiro navio concebido especificamente como um Navio-Aeródromo, operando, no final da década de 1930, com três tipos de aviões: torpedeiros, bombardeiros de mergulho e caças.

A experiência na 2ª Guerra Mundial provou o importante papel da aviação naval, como no afundamento do encouraçado Bismarck e na proteção dos comboios. Em época em que a tecnologia dos submarinos possibilitava curtos períodos submersos, os aviões podiam localizar e atacar com grande eficiência. A mesma relevância foi alcançada, entre outras, nas principais batalhas do Pacífico: Pearl Harbor, que provocou a entrada dos Estados Unidos da América na guerra e Midway, esta considerada como o ponto de inflexão no Pacífico.

O NAeL Minas Gerais
O NAeL Minas Gerais

Em 1956, a Marinha do Brasil, sempre procurando manter o nosso Poder Naval, no estado da arte e em patamar correspondente à magnitude dos interesses nacionais, adquiriu da Marinha Real Britânica, o NAeL Minas Gerais, primeiro Navio-Aeródromo de nossa Marinha. Construído entre 1942 e 1945, com 212 metros de comprimento, capacidade para 1.300 homens e com ala aérea de até 20 aeronaves, entre aviões e helicópteros.

Incorporado à Armada Brasileira, em 06DEZ1960, tornou-se o “elemento básico do 1º Grupo de Caça e Destruição de Submarinos”, como citado na ordem do dia da sua Mostra de Armamento. Permaneceu no serviço ativo até 09OUT2001.

Para substituição do NAeL Minas Gerais, foi adquirido o NAeSPaulo, “Foch”, na Marinha Nacional da França, que teve o batimento de sua quilha em 15FEV1957, no estaleiro I’ Atlantique, em Saint Nazaire. O seu lançamento ao mar ocorreu em 13JUL1959, e a Mostra de Armamento realizada em 28ABR1962.

PA Foch
PA Foch

Na Marinha Nacional da França, participou de diversas operações navais, das quais merecem destaque:

– A Operação “OLIFANT”, no ano de 1982, quando atingiu a marca de 178 dias de mar, com períodos de até 37 dias consecutivos entre atracações, com a finalidade de assegurar a presença francesa próxima ao Líbano;
– Missão de ajuda humanitária “CAPSELLE”, em agosto de 1989, próximo ao Líbano;
– Operação “BALBUZARD”, no período de 1993 a 1995, quando, supriu a ausência do “Clemenceau”, que se encontrava em prolongado período de reparos;
– Operação “TRIDENT”, realizada entre os anos de 1997 e 2000; e
– Operação “MYRRHE” 2000, conduzida nos Oceanos Índico e Atlântico, e no Mar
Mediterrâneo.

Em 37 anos de serviço na Marinha Nacional da França, o NAe “Foch” atingiu as expressivas marcas de 3.000 dias de mar e 1.009.095 milhas navegadas.

NAe São Paulo recém incorporado à MB, em 2001
NAe São Paulo recém incorporado à MB, em 2001
NAe São Paulo e NAeL Minas Gerais
NAe São Paulo e NAeL Minas Gerais

No dia 15NOV2000, na cidade de Brest, na França, foi realizada a cerimônia da Mostra de Armamento do NAeSPaulo, presidida pelo então Chefe do Estado-Maior da Armada,
Almirante de Esquadra José Alberto Accioly Fragelli.

Em 17FEV2001, navegou pela primeira vez na Baia da Guanabara, fundeando nas proximidades da Escola Naval, ocasião em que foi visitado pelo então Ministro de Estado da Defesa, Geraldo Magela da Cruz Quintão, pelos ex-Ministros da Marinha, Almirantes de Esquadra Alfredo Karam, Henrique Sabóia e Ivan da Silveira Serpa, pelo Comandante da Marinha, Almirante de Esquadra Sérgio Gitirana Florêncio Chagasteles, Comandante do Exército, General de Exército Gleuber Vieira e Comandante da Aeronáutica, Tenente-Brigadeiro do Ar Carlos de Almeida Baptista.

O NAeSPaulo foi o terceiro navio da Marinha do Brasil (MB) a receber esse nome. O primeiro foi um navio de casco de madeira, de propulsão a vapor, que foi afretado pelo Governo Imperial para servir de transporte, durante a Guerra do Paraguai. O segundo, um encouraçado do tipo Dreadnought, construído na Inglaterra e incorporado em 23AGO1910. O Encouraçado São Paulo participou das 1ª e 2ª Guerras Mundiais, tendo servido à MB até 02AGO1947.

Caças AF-1 a bordo do NAe São Paulo
Caças AF-1 a bordo do NAe São Paulo
NAe São Paulo na ARAEX, com aeronave S-2T argentina na catapulta, em 2002
NAe São Paulo na ARAEX, com aeronave S-2T argentina na catapulta, em 2002
S-2T argentino decolando do NAe São Paulo
S-2T argentino decolando do NAe São Paulo

Em sua vida ativa, na MB, podemos destacar a sua participação nas seguintes operações:

– URUEX I / ARAEX VI, em abril de 2002, realizadas em águas uruguaias e argentinas;
– TROPICALEX-02, realizada em setembro de 2002, quando visitou o porto de Santos e operou com as seguintes aeronaves: AF-1 Skyhawk, três SH-3A/B Sea King, três UH-14 Super Puma, dois UH-12 Esquilo, dois IH-6B Jet Ranger e dois S-2T Turbo Tracker da Escuadrilla Aeronaval Antissubmarina da Armada Argentina;
– CATRAPO-02, realizada em novembro daquele mesmo ano;
– ASPIRANTEX-03, em janeiro de 2003, capitaniando um Grupo-Tarefa (GT) constituído pelas Fragatas Constituição, União, Rademaker, Contratorpedeiro Pernambuco, Navio de Desembarque Doca Ceará, Navio-Tanque Almirante Gastão Motta e o Submarino Tapajó, ocasião em que visitou o porto de Fortaleza;
– TROPICALEX-03, em maio de 2003, realizada na área entre o Rio de Janeiro e Salvador, como capitânia da Força-Tarefa 705, composta por um Navio de Desembarque de Carro de Combate (NDCC), cinco Fragatas, dois Contratorpedeiros, três Submarinos, dois Navios-Tanque, dois Navios-Patrulha, além de aeronaves do 1º Esquadrão de Esclarecimento e Ataque, do 1º Esquadrão de Instrução, 1º Esquadrão Antissubmarino, do 1º e 2º Esquadrões de Emprego Geral e do Esquadrão de Aviões de Interceptação e Ataque;
– HELITRAPO e CATRAPO, em fevereiro de 2004;
– Operação PASSEX-RONALD REAGAN, em junho de 2004, quando fez parte do GT 706.1, junto com o Submarino Tapajó, sob o Comando da 1ª Divisão da Esquadra, operou com o NAe Nuclear USS Ronald Reagan e o Cruzador AEGIS USS Thomas S. Gates; e
– ESQUADREX-04, em agosto de 2004, realizada na área marítima entre o Rio e Vitoria.

NAe São Paulo e USS Ronald Reagan
NAe São Paulo e USS Ronald Reagan

NAeSPaulo, após 18 anos de serviços prestados à MB, 206 dias de mar, 53.024,6
milhas navegadas e 566 catapultagens, ao arriar do Pavilhão Nacional, ato solene que
encerra a vida operativa do “Obelix”, exalto o legado deixado pelos marinheiros que
operaram em seus conveses, os quais contribuíram para formar a sua alma guerreira.
Dessa forma, como homenagem e dever de justiça, a Marinha do Brasil apresenta os
agradecimentos pelos relevantes serviços prestados.

Como nas ordens de serviço de passagem e assunção de comando, temos a expressão “permanecem em vigor as ordens emanadas pelo meu antecessor”, tenho certeza que o recém-incorporado PHM Atlântico, atual Capitânia da Esquadra, navegará conduzindo um legado de tradição, honra por servir à pátria do Cruzeiro do Sul e, principalmente, pela capacidade de avançar na direção do equacionamento dos desafios das Marinhas do amanhã e do futuro.

A Marinha do Brasil reverencia a bravura e o profissionalismo das tripulações do NAeSPaulo e, à semelhança do realizado no passado, mantém a tradição de estar na vanguarda do atendimento dos interesses nacionais, ao incorporar os conhecimentos obtidos durante o emprego da asa fixa embarcada, com as capacidades decorrentes do aprofundamento da interação com aeronaves do Exército Brasileiro e Força Aérea Brasileira, análise do emprego de aeronaves de decolagem vertical, de sistemas de vigilância, por satélites e radares além do horizonte, e de sistemas de aeronaves remotamente pilotadas, pela incorporação de submarinos convencionais e de propulsão nuclear e de navios de superfície de águas azuis, as Corvetas Classe Tamandaré; assim como, de tecnologias da informação, que ampliam a capacidade de execução das tarefas básicas do Poder Naval.

Pintura retratando o NAe São Paulo como capitânia da Esquadra Brasileira
Pintura retratando o NAe São Paulo como capitânia da Esquadra Brasileira

INVICTA MARINHA DE TAMANDARÉ, NON DUCOR, DUCO! – NÃO SOU CONDUZIDO, CONDUZO!

BRAVO ZULU!

ILQUES BARBOSA JUNIOR
Almirante de Esquadra
Chefe do Estado-Maior da Armada

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José Carlos David
José Carlos David
1 ano atrás

Vamos torcer para que a Marinha possa adquirir no médio prazo um navio-aeródromo, a fim de que a doutrina e a filosofia adquirida não se percam.

BMIKE
BMIKE
Reply to  José Carlos David
1 ano atrás

Desde quando ocorreu seu problemas mais graves e não se pode navegar se perde a cada dia doutrina e experiência. Sou dos que pensam que só se poderia desativar esse com a entrada em operação de outro. A MB solicitou inspeção do casco e pagou por isso, como também pagou para substituir o piso do convés e manutenção nas catapultas. Problemas pontuais somente na propulsão e caldeiras que poderiam ser substituídos em separado sem a necessidade de alteração em toda a embarcação como proposta francesa de $1,5 bi. Depois de se investir o que se investiu e desativar sem utilizar… Read more »

Jose carlos fernandes mangabeira
Reply to  BMIKE
1 ano atrás

Concordo,quem sabe se o novo Comandante da Marinha não reverte essa situação.

Matheus
Matheus
Reply to  BMIKE
1 ano atrás

acho improvável vista a idade de o custo para modernização do navio,visto que ele tem sérios problemas no seu sistema de cadeiras e no seu sistema de catapultas o custo de tudo ultrapassa a marca de 1BI para a marinha ou seja e inviável por questões financeiras e pela idade da embarcação, e ela era apenas um “barco modelo” visto que o Brasil não pode projetar poder aeronaval pois a Constituição assegura que as forças de segurança militar são encarregadas de da segurança do país ou seja não há necessidade de projeção aero naval

jodreski
jodreski
Reply to  BMIKE
1 ano atrás

Discordo radicalmente de você. Sim a MB pagou pela avaliação do casco e tudo mais, mas de forma errada! Não é pq ela errou que tem que continuar errando, simples assim! Não temos que pensar somente no estado do NAe e só nisso, temos que pensar no seu valor estratégico que hoje é nulo, não só de reparos e melhorias ele carece mas sim tb de toda a reestruturação da sua ala aérea. Não há dinheiro para isso e ponto! É preciso que vocês defensores do SP entendam isso de uma vez por todas. É sempre a mesma conversa de… Read more »

Charles Dickens
Charles Dickens
1 ano atrás

Várias vezes li nos comentários do blog queixas relativas ao desinteresse da sociedade brasileira por temas militares (queixas com as quais, aliás, concordo). Também tenho lido elogios às tradições militares, com os quais igualmente concordo. No entanto, creio que, para despertar o interesse da sociedade sobre temas de defesa, cabe às Forças Armadas chegar ao povo, à sociedade, e não o contrário, que seria adotar uma posição de passividade à espera de que a sociedade venha até os militares. Nesse sentido, imagino que seria positiva a adoção de termos menos técnicos e mais próximos daqueles de mais fácil compreensão pela… Read more »

Victor Moraes
Victor Moraes
Reply to  Alexandre Galante
1 ano atrás

Eu sugeri não sei aonde que as forças armadas brasileiras, atendendo aos interesses da nação, desapropriasse algum canal de televisão aberto, via satélite para se comunicar com o povo. Poderia ser a TV Verde Oliva. Filmes de guerra, documentários, notícias, debates, e , repito, e, vender propaganda, ou receber apoio institucional ($$$). O povo quer isto. Neste últimos anos temos visto que uma enorme parcela da sociedade nutre extrema confiança nas forças e as tem como modelo de credibilidade. Já tem o canal das putas e dos gays. O canal dos crimes. O canal do pastor. O canal do bispo.… Read more »

James Marshall
James Marshall
Reply to  Victor Moraes
1 ano atrás

Parceirinho, não precisa usar termos chulos para identificar nossos problemas, desnecessário ao blog esse tipo de comentário.

Victor Moraes
Victor Moraes
Reply to  James Marshall
1 ano atrás

É a realidade. Nossa realidade é chula. Pedantismo até hoje não resolveu nada, exceto elevou o garbo dos auto confiantes narcisistas. Não usar termos chulos, quando eles melhor identificam a realidade, é “tapar o sol com a peneira”

James Marshall
James Marshall
Reply to  Victor Moraes
1 ano atrás

Só acho que aqui não é lugar pra esse tipo de linguagem, beleza campeão. Quer comentar usando o canal retal, tem o Facebook para isso, já que a maioria dos assinantes lá são “glúteos flácidos”. “Tendeu”?

James Marshall
James Marshall
Reply to  Victor Moraes
1 ano atrás

Certo, mas se você não sabe existe as chamadas REGRAS DO BLOG, leia e divirta se, ou continue escrevendo excrementos e poluindo o blog. BELEZA CAMPEÃO?

Victor Moraes
Victor Moraes
Reply to  James Marshall
1 ano atrás

Nem nome de brasileiro você tem!

CLAUDIO DE LIMA SANTOS
CLAUDIO DE LIMA SANTOS
Reply to  Victor Moraes
1 ano atrás

Belíssimo comentário!
Parabéns!

Andre
Andre
Reply to  Victor Moraes
1 ano atrás

O mesmo senhor que teve postagem deletada estes dias repetindo o erro.

Isso afasta leitores.

Thiago Afonso
Reply to  Victor Moraes
1 ano atrás

Eu acho deprimente ter postagens com conteúdo de baixo calão no blog, aqui é e sempre foi, um lugar para discussões saudáveis, debates acalorados, sempre com muito referencial técnico, respeito e com uma dose de humor saudável. Acho que qualquer preconceito e palavreado baixo calão não condiz com esse belo portal.

Concordo com os colegas James e André, este tipo de comentário, definitivamente afasta leitores!

No mais, obrigado pelo serviço NAe São Paulo, sentiremos faltas dessas belas imagens. Vida longa a Marinha! 🙂

Charles Dickens
Charles Dickens
Reply to  Alexandre Galante
1 ano atrás

Caro Galante, sou testemunha do esforço do blog para popularizar temas de defesa, inclusive com a adoção de linguagem mais acessível para o público leigo, porém interessado no assunto. Refiro-me mais especificamente às próprias FFAA brasileiras. Claro que toda instituição tem uma linguagem particular, referente às atividades que lhes são peculiares, destinada ao público interno. Porém, quando o objetivo é chegar ao público leigo, linguagem mais acessível pode ser uma forma mais eficiente de atingir este objetivo. Ou então, no mínimo, linguagem técnica, mas com a explicação de seu significado em linguagem comum.

RAWICZ
1 ano atrás

Não dá para desmontar logo antes de 2019??????? Medo absurdo de resolvem reativa-lo e gastar todo o escasso dinheiro nele….

A Tripulação, BRAVO ZULO.

Tomcat4.0
Tomcat4.0
Reply to  RAWICZ
1 ano atrás

Pra mim depois de tudo ele deveria ter sido reformado/modernizado e nisso com nossa participação , já adquirindo experiência pra construir um novo no futuro mas…..
Pra mim as desculpas dadas para a não modernização do SP são toscas perante a grandeza do Brasil.
Faltou como sempre,a vontade política, tomara que a partir do ano que vem não vejamos mais o descaso do GF com a defesa e suas necessidades.

ALDO GHISOLFI
1 ano atrás

Espero que não seja sucateado como o A-11.

Tiago Silva
Tiago Silva
Reply to  ALDO GHISOLFI
1 ano atrás

Vai parar em Alang com certeza!

Marcelo
Reply to  ALDO GHISOLFI
1 ano atrás

Poderia ser usado como alvo para treinar tiro real de torpedo, Exocet, canhão……se bem que do jeito que a MB está ruim das pernas, se usar armamento real para treino, não vai ter pra usar depois caso venhamos a precisar numa situação de combate!!

Paulo B
Paulo B
1 ano atrás

Gostei de quem assina o documento.

Marcelo R
1 ano atrás

Ta encerrada uma era…A era dos porta aviões como nucleo de grupos tarefas, agora no seculo 21 devemos esperar por navios multi funções e por OPV’s com aeronaves sem piloto… Devidos aos custos….. Não ha mais necessidade de por o elemento humano dentro de uma aeronave, nem de decolar pelo modo com catapulta, nem de escoltas pesadas, nem de navios tanques para abastecer um porta aviões a cada tres dias. Pelo menos para marinhas sem dinheiro, vai tudo se parecer como uma Guarda Costeira, mas com a presença de alguns navios anfibios…….

Valim
1 ano atrás

Muito linda a penúltima foto. Salvo engano, na época dessa foto só haviam 5 pilotos que pousavam no “São Paulo”. Um desses pilotos enganchou e logo depois decolou em um “Guerreiro” e foi para a BAeNSPA para então vir com outro AF-1. Na revoada aconteceu o contrário, decolou para a BAeNSPA e depois veio num “Guerreiro” buscar o último AF-1.
Saudades

Pedro Bó
Pedro Bó
1 ano atrás

Visitei o A-12 no Porto do Rio em 2001, e lembro da visita com carinho, pois estava enfrentando um sério problema de saúde que persistia por uns meses e aquela visita ajudou muito a levantar meu astral na época. Uma pena a sua desativação.

Bravo Zulu A-12!!!!

Vovozao
Vovozao
1 ano atrás

22/11 – quinta-feira, bnoite, Parabéns almte Ilques, começou a limpar o AMRJ, uma sucata já está indo embora, agora temos que tirar também as FCN, FCG, temos que acabar com meios navais que não tem mais condições de empurrar água, só ocupando lugar como fossem operacionais.

luiz antonio picholaro
1 ano atrás

Os Porta-Aviões ainda serão utilizados por muito tempo pelas Marinhas de países como EUA, CHINA e Russia. Nenhuma “solução nova” será capaz de substituí-los como projeção de poder e presença ostensiva, pois são verdadeiras bases aéreas incontestavelmente decisivas em quaisquer tipos de conflitos de média ou grande intensidade pela diversidades de meios que um PA pode oferecer. Além de tudo isso, as proas com o prolongamento dos cascos dessas belonaves (vejam na foto principal da matéria) remetem à Enterprise do Capitão Kirk ( na verdade inspirada nesses belos navios). Espero que não sucateiem esse maravilhoso barco. Poderiam transforma-lo em um… Read more »

Alessandro H.
Alessandro H.
Reply to  luiz antonio picholaro
1 ano atrás

Off topic, Só um breve registro: Nós brasileiros fazemos, de modo geral, muitas referências ao “capitão Kirk” do seriado televisionado e do cinema, quando nós, os mesmos brasileiros, temos um herói também chamado “Capitão Kirk”. Trata-se do Tenente Ricardo J. Kirk (capitão post-mortem), diretor da então Escola de Aviação dos Afonsos, vitimado no teatro de operações da Guerra do Contestado em 1º de março de 1915, na localidade hoje parte do Município de General Carneiro/PR, este o primeiro conflito no Brasil a fazer uso da Aviação militar. Desta forma, baseado no seu pioneirismo e bravura em combate, o “Capitão Kirk”… Read more »

Dalton
Dalton
Reply to  Alessandro H.
1 ano atrás

Mesmo os britânicos que compartilharam com os EUA o pioneirismo do NAe…ambos seguiram caminhos próprios adequados às respectivas necessidades…não preservaram nenhum NAe…nem o “Illustrious” de 1940 de cujo convés decolaram aeronaves que atacaram a frota italiana em Taranto…nem o “Ark Royal IV” da década de 1950, o último NAe clássico, nem o pequeno porém vital “Invincible” da campanha pelas Falklands.
.
Os franceses também não preservaram o irmão do “São Paulo” o Clemenceau,,,nem os australianos preservaram seu “Melbourne” !
.

Victor Moraes
Victor Moraes
Reply to  Alessandro H.
1 ano atrás

Bom comentário!

Marcell Wasman
Marcell Wasman
1 ano atrás

O que vão fazer com esse navio?Vender,leilouar???

Freitas N
1 ano atrás

Ganhamos o BZ do Alte Ilqye e das demais autoridades e ex comandantes do A12 pela vibração e garbo do nosso ultimo desfile para o cais .Tenho orgulho de dizer que fiz parte dessa última tripulação e independente das críticas guardarei boas lembranças do nosso antigo Capitânea.

Larri Gonçalves
Larri Gonçalves
1 ano atrás

Como Contribuinte e admirador acho um desperdício abandonar o Nae São Paulo, apesar dos pesares ele ainda teria condições de ser recuperado, talvez não com o grupo Francês, porque é muito caro o serviço, mas tentar com o novo governo brasileiro que tomará posse em janeiro de 2019 um contrato com estaleiros americanos para substituir as caldeiras e a catapulta do Nae São Paulo, vai demorar muito tempo para termos outro Porta Aviões para substituí-lo e vai se perder a proficiência no treinamento de pilotos embarcados de caças e aeronaves de apoio, acho que o almirantado deveria levar isso em… Read more »

Delfim
Delfim
1 ano atrás

Navio-Aeródromo em um país cuja Constituição praticamente castra o uso do poder militar como projeção de poder.
Em algum momento teremos que assumir uma mentalidade, ou ser gigante pela própria natureza ou deitar eternamente em berço esplêndido.

Br
Br
1 ano atrás

Bem que poderiam usá-lo para colher dados como os EUA faziam, usá-lo como alvo para treinamento anti-navio também seria muito bom, o São Paulo dará um belo recife de coral.

Juarez
Juarez
1 ano atrás

O tempo, a vontade e a realidade, novamente………….

James Marshall
James Marshall
1 ano atrás

Sinceramente, os franceses são os nossos inimigos, só nos venderam porcaria (salvo o Bahia que até agora cumpriu sua função) do resto só porcaria. Desculpem os saudosistas e defensores deles mas espero que os Scorpene/Riachuelo pelo menos tenham sucesso na Armada. Choradeira centenária que nós conquistamos o Amapá deles e do “quiprocó” da Guerra da Lagosta.
C’est la vie.

James Marshall
James Marshall
Reply to  James Marshall
1 ano atrás

O Brasil devia devolver a França até de graça essa sucata flutuante, impregnada de amianto, nos deram um elefante branco e podre.

James Marshall
James Marshall
Reply to  James Marshall
1 ano atrás

US$ 12 milhões jogados no lixo, nosso dinheiro.

Dalton
Dalton
Reply to  James Marshall
1 ano atrás

O “Minas Gerais” foi comprado praticamente novo, com pouquíssimo uso e antes de ser incorporado à marinha brasileira passou por uma modernização razoável. . O “São Paulo” foi adquirido com 37 anos de muito uso pela marinha francesa…por uma bagatela de 12 milhões de dólares, preço de 4 dos 18 A-4s adquiridos em condições de voo…20 anos atrás e até hoje, apenas 3 foram entregues modernizados pela EMBRAER ! . Até eu sabia que no máximo em 5 anos, após adquirido, o “São Paulo” teria que ser revitalizado…em um período de tempo onde a pequena corveta “Barroso” já estava sofrendo… Read more »

James Marshall
James Marshall
Reply to  Dalton
1 ano atrás

Realmente, me desculpe, a culpa é do ZÉ POVINHO auto intitulado brasileiro que só se interessa em PUTARIA (já que as regras do blog não valem mais) e se esquecem da pátria que lhes dá o pão, leite, carne, arroz, feijão e peixe de todos os dias. Quero ver a tal “Armada Invencível de Tamandaré” se virar com escoltas de 40 anos. Amigos temos muitos, quero ver na hora do “vamo ver” se esse povo honrará a tal pátria mãe gentil.

Dalton
Dalton
1 ano atrás

Larri… . o que você está sugerindo é rebocar o “São Paulo” até Norfolk/Newport News que está sobrecarregada construindo o “John Kennedy”, modernizando o “George Washington”, executando a manutenção pós comissionamento do “Gerald Ford”, preparando-se para colocar em doca seca o “George Bush” e ainda não se sabe quando os compartimentos de reatores do “ex – Enterprise” serão removidos para só então iniciar o desmantelamento ? . Acho que você não tem ideia da infraestrutura e mão de obra adicional necessária para tentar ressuscitar um navio de 55 anos que há muito não navega que nem mesmo é de origem… Read more »

Tomcat4.0
Tomcat4.0
Reply to  Dalton
1 ano atrás

Chineses e indianos trabalharam cascos de Naes usados/encostados e estão e estarão por ae por boas décadas,mas por aqui é tudo dificultoso e tal. Pra mim estamos desfazendo de um símbolo de ma administração e programação pois creio que desde a aquisição já era sabido da necessidade de uma extensa modernização.

Dalton
Dalton
Reply to  Tomcat4.0
1 ano atrás

Coisas completamente diferentes…no caso chinês tratava-se de um casco incompleto muito mais jovem que o ‘São Paulo” e justamente por estar incompleto nunca enfrentou os rigores do mar e pousos de aeronaves e muito mais simples de operar por não contar com catapultas e todos os sistemas periféricos.
.
No caso indiano…eles pagaram uma fortuna para os russos converterem um “cruzador” em um NAe de convés corrido , também tratando-se de um navio muito mais jovem que o “São Paulo” , comissionado na marinha francesa em 1963 e igualmente não dispondo de catapultas.

Luiz Floriano Alves
1 ano atrás

Saudades do Minas Gerais, aquelee que era um barco safo. Os ingleses quando fazem seus barcos poem a alma e a expertise de séculos. Desde que Nelson derrotou os franceses em Trafalgar que a França tente se igualar á Inglaterra, nos seus navios. Um dia chegará lá….espero.

celso96
celso96
1 ano atrás

18 anos de serviço e só 200 dias de mar…

MARCOS KLEBER
MARCOS KLEBER
1 ano atrás

o Brasil possui extensão continental no Atlântico Sul , por isso , deveria ser obrigatório pelo menos Hum porta aviões na ativa , mesmo que não tenhamos no momento ameaças . A Austrália com dimensões próximas ao Brasil , é um grande exemplo a ser seguido , com seus porta aviões sem catapultas , compactos e táticos . portanto muito mais baratos de construir .
Vamos aguardar o dia primeiro de janeiro de 2019 , quando teremos um novo governo , centrado agora no país . Avante !!!

Otto Lima
Reply to  MARCOS KLEBER
1 ano atrás

A Classe Canberra não é um NAe, mas um LHA com capacidade para operar aeronaves de asa fixa V/STOL como o F-35B Lightning II. Uma escolha muito sensata da Royal Australian Navy, pois lhe permitiu obter navios com capacidade multimissão, adequado aos cenários previstos para a sua atuação, sem arrombar o seu orçamento, como aconteceu com a Royal Navy, por exemplo. Creio que a MB deveria focar nesse tipo de navio a partir de 2014, quando o PHM Atlântico precisar ser substituído.

Otto Lima
Reply to  Otto Lima
1 ano atrás

Errata: onde está escrito LHA, lê-se LHD.

Dalton
Dalton
Reply to  Otto Lima
1 ano atrás

Otto…você não está errado…na classificação americana, um “LHD” obrigatoriamente tem uma doca, daí a letra “D”.
.
Um LHA pode ou não ter uma doca…foi o caso dos LHAs da classe “tarawa” que tinham uma doca e agora os dois primeiros da classe “América” que não possuem, mas, será reintroduzida no terceiro da classe que já foi encomendado e a classificação “LHA” será mantida.
.
Quanto aos australianos eles ainda não se decidiram pelo F-35B…adquirir alguns poucos pode não fazer muita diferença, mas, poderia diminuir o número de F-35As da Força Aérea o que não seria bom.
.

adauto Rodrigues da Silva Júnior
adauto Rodrigues da Silva Júnior
1 ano atrás

Servi na marinha em 1983, quando o nael minas gerais estava em pleno vapor, fiquei triste pois acabou virando sucata lá em nang, deveriam oferecer a virar museu.
O caso do são Paulo, esperaria o próximo governo
e faria as reformas aos poucos, no caso das catapulta, utilizaria os Harriers, as caldeiras bravo
Compraria uma embarcação com preços módicos ou de ocasião, ou reformaria aqui mesmo no Brasil
Mesmo que levasse mais anos, pois não temos como construir um porta aviões ou comprar um novo na situação que encontramos a nossa querida marinha abraços a todos. e safos.

Antonio
Antonio
1 ano atrás

18 anos na MB e 206 dias de mar? É isso mesmo? “Excelente” relação custo/benefício. Mais um tiro n’água da marinha. Deus que me livre.

adauto Rodrigues da Silva Júnior
adauto Rodrigues da Silva Júnior
1 ano atrás

Tomara que façam ele como museu, não deveria virar sucata

Esteves
Esteves
1 ano atrás

Após ler dezenas de posts sobre o A12, Penso que custaria muito mais que 12 milhões aos franceses para desmantelar o porta-aviões. Vender por 12 foi um ganho extraordinário. Se um novo custa 5 ou 6 bilhões de dólares, dar destino a um meio com quase 40 anos e botar 12 milhões de dólares no caixa foi um negócio da China. Azar de quem comprou o macaco. Não cumpriu missão. Mal desfilou. Custou vidas. Deu vexame. Homenagear o que? Por que? Guerreiro? De qual guerra? Não sei a quantidade de amianto usado nos porta-aviões atuais. Nem se há. Sei que… Read more »

Larri Gonçalves
Larri Gonçalves
1 ano atrás

O NDD Ceará a manutenção “recuperação” foi feito aqui no Brasil, o que estou propondo é uma revitalização do sistema de propulsão, ainda que seja com caldeiras, pois os Franceses haviam feito proposta para troca por motores diesel, o que acarretaria em uma atualização, mas sem saber se iria funcionar adequadamente; e recuperação do sistema de catapultas e de parada, que são universais, trocando apenas o fornecedor de Made in France por Made in USA, ponto final. Quanto recursos citei a fonte a curto prazo, que seria a venda para país amigo dos submarinos scorpene diesel-elétricos que são quatro um… Read more »

Flávio Henrique
Flávio Henrique
Reply to  Larri Gonçalves
1 ano atrás

Um PA sem escolta é só um alvo beeeemmmmm grande seja no sonar passivo….Um PA precisa de escolta e as nossas já estão fazendo hora extra…A MB deve se focar em ter uma força de superfície suficiente para provê defesa para o Atlântico, Bahia e para NApLog já na força de Submarinos essa tem que dá continuidade dos projetos existentes (2°lote + SSN’s).

Dalton
Dalton
Reply to  Larri Gonçalves
1 ano atrás

Bom Larri…cada um acredita no que quer…os EUA apenas constroem e modernizam NAes em um único lugar…e eles estão voltados apenas para NAes de propulsão nuclear…não seria viável o Brasil pagar para mudar radicalmente isso e não seria tão fácil assim, por conta de apenas um único e vetusto NAe de construção francesa. E pode-se vender todos os submarinos em construção no caso de se encontrar um comprador que não pagaria por tudo o que precisa ser feito, sem garantia de total sucesso …sem mencionar o que seria necessário para pagar por aeronaves capazes de operar a partir dele. .… Read more »

Bruno
1 ano atrás

https://www.naval.com.br/blog/2014/02/09/marinha-vai-comprar-dois-porta-avioes-para-os-novos-cacas/
Não se preocupem, conforme já noticiado por aqui, estão a caminho dois novos Nae para o Brasil(é verdade esse bilhete)…

Alfredo RCS
Alfredo RCS
1 ano atrás

Infelizmente, para nós, os porta aviões serão cada vez mais utilizados pelas potências estrangeiras nas próximas décadas devido ao crescimento populacional e a busca dê recursos para sustentar suas populações. Apenas os países sem projeto estratégico ou com visão medíocreda realidade futura ,fundamentada em TODO o tipo de conflito, deixam de pensar na existência de beligerâncias sobre os países detentores de recursos naturais tão importantes para a sobrevivência política e física de populações de outras nações. Para mim a capacidade de projetar força é uma garantia de que qualquer aventura estrangeira sobre nossas riquezas não será passivamente aceita, e digo… Read more »

EduardoSP
EduardoSP
Reply to  Alfredo RCS
1 ano atrás

Nenhuma potência estrangeira terá crescimento populacional nas próximas décadas. Se derem sorte devem manter a população atual. Talvez os EUA, dada a elevada imigração tenham um pequeno incremento populacional.
A população mundial vai crescer na África e nos países muçulmanos. Cheque no site da Divisão de População da ONU.

Bruno
1 ano atrás

Sobre o afundamento, como um alvo, proposto por alguns blogueiros, o mesmo não é possível pelo excesso de amianto e outros materiais tóxicos em sua construção. Pelo mesmo motivo também não poderá ser utilizado como museu (imaginem a possibilidade de contaminação de uma criança visitante…). E novamente por causa desses matériais não poderá ser vendido facilmente como sucata, pois o custo de descontaminação é altíssimo. Provavelmente o destino mesmo será a onerosa contratação de algum local especializado em procedimentos de descontaminação e desmanches(há poucos no mundo), que mesmo com o repasse e aproveitamento de todo material de sucata sairá mesmo… Read more »

Observador
Observador
1 ano atrás

Nos meus devaneios sonhadores, esperançosos e patrióticos…. ao ver o Sampa se despedindo, enfim, vou dividi-los com os amigos: E se tivéssemos pego, na época, lá nos idos anos 1998/2000, o USS Independence ao invés do Foch (São Paulo), ou melhor, ter esperado poucos anos e poupado uns milhares e milhares de dólares (inclusive com as vários $$ gastos em reformas e reformas, e várias manutenções no ex-Foch que ficou muito docado), para “pegar” o USS Kitty Hawk, talvez ( um sonoro e bom talvez), hoje, teríamos um melhor Nae ou então melhores experiências adquiridas, e mais dias navegados. Enfim,… Read more »

Bardini
Bardini
Reply to  Observador
1 ano atrás

Shitty Kitty…

Dalton
Dalton
Reply to  Observador
1 ano atrás

Observador… . “Dizem” que o “Independence” teria sido disponibilizado para o Brasil em 1997…nunca vi em fóruns estrangeiros discussões a respeito e isso teria sido um “prato cheio” pois a US Navy é ou era a única marinha capaz de operar os chamados “Super Carriers” então mas…vamos supor por um momento que ele seria liberado para venda ao invés de ir para a reserva como obrigatoriamente exigido e como de fato aconteceu. . O preço colocado por ele segundo li não lembro onde, nem sei se “oficialmente”seria de 80 milhões de dólares, bem mais que os 12 milhões pagos pelo… Read more »

Dalton
Dalton
Reply to  Dalton
1 ano atrás

Esqueci um detalhe importante…o “Kitty Hawk” só foi descomissionado em 2009,
com 48 anos de muito uso…ou seja, mesmo que fosse liberado pelos EUA, mesmo que coubesse no bolso da marinha brasileira, não estava disponível para venda quando a marinha decidiu substituir o “Minas Gerais”.

Helio Eduardo
Helio Eduardo
Reply to  Observador
1 ano atrás

Observador, estaria na mesma condição se não fosse modernizado e revitalizado no contrato de compra. O problema não é o que compramos, mas os inúmeros planos que não executamos…… O São Paulo deveria ter sido revitalizado logo após a compra porque se sabia que o navio não estava em condições mas ai……

sergio ribamar ferreira
1 ano atrás

Concordo com o Sr. Delfin e com o Sr. Dalton. Adeus NA São Paulo. Dinheiro, nosso dinheiro jogado fora para satisfazer egos. Culpo o Sr. FHC por isso. este conseguiu se safar , pois deveria se juntar a determinado Sr. que está preso em Curitiba.

Emerson Miura
1 ano atrás

Saudações a todos.
Embora alguns comentários seja hostis a respeito do NAe A-12 São Paulo, nos do instituto São Paulo/Foch, estamos nos empenhando em transformá-lo em Museu.
A gestão será através do terceiro setor.
Todo atenção foi dada ao projeto.
Embora não satisfaça muitos que criticam a ideia, existe a simpatia de milhares de pessoas e o projeto segue de vento em popa.
Forte abraço

Alessandro H.
Alessandro H.
Reply to  Emerson Miura
1 ano atrás

Gostaria de saber quantos já aderiram ao projeto via site.
Poderia postar aqui um novo convite para novas adesões.

Esteves
Esteves
1 ano atrás

Contaminar as crianças. O A12 não é radioativo. E o amianto e seus asbestos só contamina por inalação e contato. São fibras. Capacidade aeroespacial. Eu nem sabia disso. Nem de uma nem da outra. Programa espacial e espaço. Vixi. Deixa o National Kid saber disso. Arrisco a dizer que o futuro governo não entende muito mais de defesa. 80% = despesa com gente e 9% é investimento. Elevar a despesa com defesa para 2% ou mais meio % = 20 a 25 bilhões de reais adicionais por ano. Não tem de onde tirar. É metade da grana roubada da Petrobras… Read more »

Bavarian Lion
1 ano atrás

Serviu razoavelmente bem, apesar de alguns marujos terem perdido a vida a bordo dele. Foi barato e todo mundo sabia da reforma de meia vida necessária para a continuação de sua utilização. O Dalton explicou muito bem acima sobre o ótimo negócio que ele foi. Talvez, se a França liberasse, poderia ser vendido a Índia ou China para revitalização. As catapultas e a doutrina seriam valiosas para ambos, e eu particularmente preferia vê-lo em outras mãos a se tornar sucata em um porto asiático. Merece uma reportagem de vida operacional, do início com os F-8J e Entertards até a operação… Read more »

Carlos Goes
Carlos Goes
1 ano atrás

Realmente uma grande perda isso nao posso negar…ainda mais de tão expressivos valores gastos para mante-lo e treinar siua tripulação. Mas a realidade da marinha é outra. Não temos condições nenhuma de no médio prazo termos um porta aviões. A realidade financeira é proibitiva. Se colocarmos ainda na conta o SUBNUC então talvez no longo prazo assim o será. O fato é que mal temos meios navais operacionais. NOssa marinha primeiro precisa garantir o patrulhamento básico de nossos mares e rios (lembrando que este tambem é responsabilidade da nossa MB). Ou seja, nao adianta investir em meios cuja finalidade militar… Read more »

Evandro Oliveira
Evandro Oliveira
1 ano atrás

Investimento muito alto que durou muito pouco!!! Provavelmente uma compra mal feita na época!!! Uma retomada de investimentos para compra de um novo navio deste vai ser difícil agora.

Nilson
Nilson
1 ano atrás

56 anos de vida, parabéns, foi bom (mais ou menos) enquanto durou, mas era mesmo hora de aposentar. Difícil entender os colegas que defendem revitalizar o navio, a custos altíssimos, durante 4 ou 5 anos, para então operá-lo dos 61 aos 75 anos de idade (aposentadoria compulsória do servidor público agora é aos 75…). Ainda mais com a experiência do Ceará, teria que ser um cabra muito doido mesmo para autorizar essa aventura bilionária num meio tão idoso (mesmo que existisse grana, que, sabemos, não há).

Pavan
Pavan
1 ano atrás

A marinha precisa se reestruturar e se reaparelhar com os meios de maior necessidade,digo no geral, dentro do possível e depois quem sabe voltar a ter um porta aviões… Não adianta querer ter o que não pode e ser o que não é !!
A doutrina pode ser mantida de outras formas…

Helio Eduardo
Helio Eduardo
1 ano atrás

Off: Por falar em aviação embarcada… São 09:32 horas e o PHM Atlântico desfila, com toda a sua altivez, em frente ao Aeroporto Santos Dumont…. Tenho uma visão privilegiada do 38º andar….

Edson Medeiros de Almeida
Edson Medeiros de Almeida
1 ano atrás

Acho uma pena ver tanto dinheiro parado. Mas vamos lá ,se que sabe usar o São Paulo pra desmontar e estudar pra fazer outros mais modernos? Como fez a China com o seu. Se não fosse a corrupção neste país teríamos umas das melhores forças armadas do mundo. Só a lava a jato foi noticiado 8 trilhões de reais desviados. Considerando que o Porta aviões nuclear Americano: Gerald R.Ford custou 17,5 bilhões de dólares. Em reais em cotação de hoje 66.6 bilhões de reais,poderíamos comprar vários né?

Luiz Floriano Alves
1 ano atrás

Mas o amianto é utilizado por muitas industrias brasileiras. Fazemos freios e telhas de amianto. Existe produção nacional de amianto. Podem negar, mas que tem, tem. Doar esse amianto para alguma industria interessada seria uma saída. Nos dutos de vapor dos sub nucs, também se usa o amianto. Se devidamente protegido, o trabalhador pode manipular amianto. Até urânio se trabalha. Ainda acho que as plantas de força nucleares que a MB desenvolve poderiam se instalar no São Paulo. Dois módulos e fornecendo vapor para as turbinas existentes. Os tubos e caldeiras podem ir para a sucata. O amianto misturado com… Read more »

Dalton
Dalton
1 ano atrás

Muita gente esquece ou não sabe que o “Foch” foi adquirido para servir de “tampão” entre o “Minas Gerais” e um futuro NAe que nesse ano de 2018, estaria na fase inicial de construção… essa era a ideia original e vista com os olhos de 20 anos atrás fazia ao menos algum sentido. . Comparações entre o “São Paulo” e o “Minas Gerais” são absurdas pois o segundo foi adquirido quase novo e passou par uma modernização antes de chegar ao Brasil…já o “São Paulo” foi adquirido com 37 anos de muito uso para talvez operar por 20 anos sendo… Read more »

Esteves
Esteves
1 ano atrás

4 marinheiros mortos e 13 acidentados. Não lembro de nota oficial. Nem de homenagens. Nem dos nomes. Não sei se verdade é. Sei do silêncio. Como em um cemitério. Leio, todo dia, que foi barato. 12 milhões, pegou fogo, vazou gás e vapores, derramou óleo, parou, não liga e correm dele pensando que pegam amiantoatividade. Apesar de alguns marujos terem perdido a vida…foi barato. Missão não teve. Marinha que só pensa em escolta, asa fixa, mísseis e contas pra pagar. Tudo bem. Quando o deus ToT permitir a assinatura das 4 escoltas, a marinha enfiará 113 marinheiros em cada uma… Read more »

Parabellum
Parabellum
1 ano atrás

Na época a compra do Foch foi uma decisão acertada. Hoje, já que não temos condições de transformá-lo em nuclear, a melhor escolha é a sua desativação. Na esteira desta decisão devemos nos livrar também de toda sua ala de asa fixa que seria embarcada, pois não serve nem para manter a expertisse adquirida pelos pilotos, uma vez que estes vetores jamais serão utilizados em um futuro porta-aviões a ser adquirido ou construído. Nem se sabe ainda se utilizaríamos aeronaves com pilotos embarcados. Que toda a nova doutrina de emprego aero-naval seja construída para a nova realidade do A-140. E… Read more »

FABIO MAX MARSCHNER MAYER
Reply to  Parabellum
1 ano atrás

A aquisição do Foch foi a confirmação do velho ditado do “o barato, sai caro”.

Helio Eduardo
Helio Eduardo
1 ano atrás

Dalton 23 de novembro de 2018 at 9:00
Parabellum 23 de novembro de 2018 at 10:29

Assino embaixo. Comentários precisos e pragmáticos.

Luis Galvão
Luis Galvão
Reply to  Helio Eduardo
1 ano atrás

Prezado, você pode assinar em baixo do que você quiser, mas achar correto o que o rapaz aí acima disse a respeito de transformar o A12 em nuclear, só com muito pragmatismo e falta de conhecimento. Não vejo outra explicação.

Helio Eduardo
Helio Eduardo
Reply to  Luis Galvão
1 ano atrás

Prezado Luis Galvão,

Entendi a colocação dele como uma ironia, afinal nem os defensores do F-35 no PHM Atlântico consideraram esta hipótese.

Sendo assim, perdoe-me se o ofendi, vamos colocar o “erro” na conta da minha “falta de conhecimento”. (modo irônico ativado, só para constar)

Luiz Galvão
Luiz Galvão
Reply to  Helio Eduardo
1 ano atrás

Prezado Helio Eduardo,

De forma alguma me ofendeu, apenas fiquei surpreso e achei muito estranho que você tenha endossado o que o outro comentarista escreveu, levando-se em conta os bons comentários que você sempre faz aqui no blog.

Desta forma, retiro o que eu disse a respeito de sua falta de conhecimento, mas lhe confesso que esse negócio de “modo irônico on” já deu e ainda vai dar muita confusão aqui no blog.

Abs.

Carlos Eduardo Oliveira
Carlos Eduardo Oliveira
1 ano atrás

Duvido que coloquem o A-12, como museu.
Esse navio tem uma mancha negra na Esquadra (o acidente fatal em 2005).

Dalton
Dalton
Reply to  Carlos Eduardo Oliveira
1 ano atrás

Carlos… vários navios museus nos Estados Unidos também sofreram acidentes fatais mesmo quando passando por manutenções, vitimas de incêndios em tempo de paz , etc, com mortos e feridos…um que lembro agora ocorreu com o encouraçado, então recém modernizado e reincorporado à Us Navy, o USS Iowa, no fim da guerra fria quando da explosão de uma das torres de canhões de 16 polegadas que matou e feriu dezenas de tripulantes. . Acho pouco provável que o “São Paulo” venha tornar-se um navio museu, mas, as causas para isso, serão muitas outras, como as que tem impedido outros navios com… Read more »

Rennany Gomes
Rennany Gomes
1 ano atrás

A ideia de transformar o NAE São Paulo em museu me agrada, desde que a organização que se dispôs a isso consiga os fundos, o Rio de Janeiro/ Brasil ganharia um belo museu do período da guerra fria com um belo serviço a França e a OTAn não tanto ao Brasil, mas independente da controvérsia da compra um belo navio.

Wlton
Wlton
1 ano atrás

Eu gastaria US$1Bi nele…..
Minha opinião.
É o que temos, sem ele não teremos nada por muito tempo……

EduardoSP
EduardoSP
1 ano atrás

Depois de uma década atracado, durante a qual se perdeu qualquer “doutrina” que seus apologistas apregoam, o São Paulo já vai tarde.

sergio ribamar ferreira
1 ano atrás

Só o Sr. Esteves lembrou muito bem sobre os mortos e acidentados. Isto realmente não valeu nada!? Quem pagou a vida desses marujos? Sei que acidentes acontecem em qualquer profissão mas o preço foi alto. Como o Sr. Fábio Max comentou: “o barato, sai caro”. Adeus NA São Paulo. Abraços a todos .

Luiz Galvão
Luiz Galvão
Reply to  sergio ribamar ferreira
1 ano atrás

Sergio, com todo o respeito devido aos marinheiros que morreram e os que ficaram feridos nos acidentes ocorridos no A12, quem opta por entrar na carreira militar sabe os riscos que podem correr. Acidentes com mortos e feridos ocorrem em qualquer Força Militar , em qualquer lugar do mundo, mesmo em tempos de paz. Como exemplo mais significativo do que estou falando, veja o caso dos submarinos. Apesar de serem muito seguros, apenas voluntários servem nos mesmos, porque em caso de sinistro é que nem acidente aéreo : Salvam-se muito poucos, quando há sobreviventes. Citei o exemplo dos submarinos, mas… Read more »