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Preocupações críticas de segurança com o projeto da fragata F100

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KNM Helge Ingstad
Fragata KNM Helge Ingstad da classe “Nansen”

3 DE DEZEMBRO DE 2018 – Investigadores sondando o incidente de 8 de novembro que levou ao naufrágio da fragata norueguesa KNM Helge Ingstad após uma colisão com o petroleiro Sola TS identificaram questões críticas de segurança relacionadas aos compartimentos estanques ​​da fragata que requerem atenção imediata.

O Conselho de Investigação de Acidentes da Noruega (AIBN) diz que deve ser assumido que as questões também se aplicam às outras quatro fragatas classe “Nansen” da Noruega e que “não se pode excluir que o mesmo se aplique a navios com um projeto similar entregue pela Navantia ou que o conceito de projeto continua a ser usado para modelos de vasos semelhantes.”

As fragatas da classe Nansen baseiam-se na fragata da classe “Álvaro de Bazán” da Navantia, classe F100, que também serviu de base para o destróier da classe Hobart da Austrália e é a embarcação mãe de um projeto na disputa pelo programa FFG(X) da Marinha dos EUA.

A AIBN afirma que supõe que suas descobertas não estão em conformidade com o padrão de estabilidade de danos exigido para as fragatas da classe “Nansen”.

F-100 design
F100 design
Navantia F100
HMAS Hobart, da Marinha Australiana
Fragata KNM Helge Ingstad
Fragata KNM Helge Ingstad

“Para começar”, diz AIBN, “as inundações ocorreram em três compartimentos estanques a bordo da KNM Helge Ingstad: o compartimento do gerador de popa, os alojamentos da tripulação e o paiol de manutenção. Havia alguma incerteza se o compartimento da máquina do leme também foi alagado. Além disso, a tripulação, apoiada pelos documentos de estabilidade da embarcação, avaliou a mesma como tendo um status de “baixa estabilidade”, mas que poderia ser mantida em funcionamento. Se mais compartimentos fossem inundados, o status seria avaliado como ‘navio perdido’ por conta de perda adicional de estabilidade.

“Em seguida, a tripulação descobriu que a água da compartimento do gerador de popa estava correndo para o compartimento de engrenagens através dos eixos ocos da hélice e que ele estava alagando rapidamente. A partir do compartimento de engrenagens, a água correu e inundou a popa e compartimentos de motores de vante e de ré através das “stuffing box” nas anteparas. Isso significava que a inundação se tornou substancialmente mais extensa do que o indicado pelo dano original. Com base na inundação do compartimento de máquinas, foi decidido se preparar para a evacuação.”

Rombo no casco da fragata norueguesa
Rombo no casco da fragata norueguesa

A AIBN emitiu as duas recomendações a seguir:

Recomendação de segurança provisória MARINE Nº 2018/01

O Conselho de Investigação de Acidentes da Noruega recomenda que a Agência Norueguesa de Materiais de Defesa, em cooperação com a Marinha da Noruega e a Autoridade de Segurança de Material das Forças Armadas da Noruega (NAFMSA), conduzam investigações sobre as questões identificadas durante a investigação inicial e implementem medidas necessárias para tratar da segurança.

Recomendação de segurança provisória MARINE Nº 2018/02

O Conselho de Investigação de Acidentes da Noruega recomenda que a Navantia, o projetista da embarcação, conduza investigações sobre os problemas identificados durante essa investigação inicial e verifique se esta também é uma questão relacionada a outras embarcações. Além disso, que a Navantia publique uma notificação aos estaleiros, proprietários e operadores de construção naval, aconselhando sobre as medidas necessárias para abordar a segurança.

Você pode baixar as recomendações de segurança da AIBN aqui

Você pode baixar o relatório preliminar da AIBN sobre a colisão aqui

FONTE: Marine Log

34 COMMENTS

  1. Vixi, então aquele papo de botar “na conta da Navantia´´ não era apenas pra tirar a culpa de cima da tripulação, e houve mesmo um erro de projeto?
    Já há uma previsão de quando eles vão tirar a embarcação debaixo d´água?

    • Pois é Wilber, ontem falei exatamente isto, que os Noruegueses fizeram uma grande cag…no choque com o tanqueiro, mas que aquele navio não poderia ter afundado tão rápido, não poderia.
      A tropa de choque do “politicamente correto do PN’ entrou em ação e começou a malhação de judas” aos noruegueses e taí,o tempo mostrando mais uma vez, senhor da verdade.

      • Juarez, eu tinha feito um comentário no vídeo do canal “Hoje no Mundo Militar” sobre esse caso.
        Vou repetir o comentário. Existem vários exercícios militares ao redor do mundo em que se usa navios descomissionados com o alvos. Esses exercícios são chamados “Sinking Exercices” ou SINKEX, têm vários vídeos deles no youtube. Eis um exemplo: “https://www.youtube.com/watch?v=xn_lWeRRocM”

        Os navios alvos estão sem combustível e sem armas, o que lhe dar um sobrevida aos ataques, mas mesmo assim, eles são atacados implacavelmente diversas vezes por mísseis mar-mar, mísseis ar-mar, mísseis terra-mar, torpedos, canhões e bombas. Com base nesses exercícios se pode constatar o quão resistente um navio militar pode ser. Afundar uma fragata não é tarefa fácil.

        Mas essa Fragata da Noruega afundou muito rápido. Não aguentou um trombada. Sem dúvidas a falha foi da tripulação, mas não foi apenas dela. Existe uma falha grotesca de projeto ou de construção nessa Fragata da Noruega.

  2. Realmente não é de se esperar que um vaso desse porte, de construção padrão militar, vá a pique tão facilmente com um dano desse tipo, ao menos era de se esperar que o afundamento não ocorresse, ou se viesse a ocorrer, demorasse bem mais tempo.

    A impressão é de que foi um OPV gigante que tomou a pancada.

    • Exato. Foi o que comentei no ultimo post, aonde alguns leitores inclusive faziam comentarios ofensivos a Noruega e aos noruegueses.

      Nao e tentativa de transferir a culpa. Os danos causados ao SOLAS, provavlemente serao pagos pela marinha real, mas o navio afundar por conta de danos (se realmente for por falhas de projetos), e uma outra historia. Isso e direito maritimo em seu melhor.

      Nada e tao simples, 8 ou 80, como tudo hoje em dia em discussoes de internet.

  3. Realmente, se compararmos os danos causados nos cascos das OHP americanas que serviram de alvo ou até mesmo da Fragata Type 22 batch que a MB utilizou como alvo em exercícios recentes, esta F100 não suportaria nada similar ao que estes cascos aguentaram.

    Estão fazendo navios de guerra como se fossem iates de passeio, pouco armamento e muita tecnologia (computadores) … um tiro em uma antena destes novos navios eles ficam inúteis….

    Penso que os conceitos tenham que ser revistos, olhem a Zumwalt.

      • Muita sorte isso, estaleiro que faz fragata com compartimentos estanques que não vedam, patrulha oceânica que esbarra é é um Coral e dá PT e submarino que submerge e não emerge mais é melhor não gastar nossos parcos recursos aí.

  4. OoooOÔHH BELEZA! Virou o Tomozoru, encheram tanto o peso do navio que virou um “Top Heavy”, durante um tufão ele se inclinou de forma abrupta e quase que aconteceu o mesmo que esse, embora não foi um dano no casco, mas sim um problema de estabilidade por excesso de peso.

    Não é de se esperar e nem de impressionar, os navios de hoje em dia necessitam de um deslocamento maior que um contratorpedeiro antigo, uma fragata moderna pesa o mesmo que um IJN Agano ou HMS Leander, um cruzador leve de 5500 a 8000 toneladas.

    Aegis Destroyer então nem se diga, o Zumwalt desloca o mesmo que um Takao ou Baltimore carregados, não vou duvidar que num futuro não tão distante, teremos DDGs pelo mundo, deslocando os mesmo 36,600 a 50,000 toneladas de um encouraçado, posso estar enganado por causa dos equipamentos mais compactos, mas estão cada vez mais equipando com bastante tranqueira, inclusive a era dos canhões “Médium caliber” de 155mm em diante estão voltando, que na minha opinião até gosto, lembra mais os navios de antigamente. Mas o século 21 não era pra ser a era dos navios compactos, versáteis, leves e alta ocultação? Huuumm

    • Realmente eu não consigo entender. Era stealth e da velocidade e ocultação porém se constrói Zumwalts, de 15 mil tons e tão grande que deve dar pra ver da Estação Espacial o bicho navegando.

      Dai você para e pensa: Se a ideia era bombardear a costa com algo stealth, porque não usar submarinos com mísseis de cruzeiro?

      Como o amigo disse ali em cima. Tão jogando todas as responsabilidades de um navio bom em cima da eletrônica. Faz navio de papelão, do tamanho de um Titanic, e joga todas as responsabilidades do navio valer a pena em cima dos computadores e sensores internos.

      Dai se o sensor da pau, já era o navio.

      • Opa, gostei da resposta!

        Sem dúvida, o Zumwalt é um elefante branco, um Destroyer enorme, maior que o encouraçado Nevada, mas como eu disse, o destróier não era para ser versátil? Jajá estamos beirando um navio encouraçado, e se for isso, me diz que proteção um navio moderno tem, contra arma de fogo? Eu sei que hoje em dia utilizasse o titânio no cinturão, mas é uma plaquinha mínima, parece que estão regredindo pra época das batalhas de superfície.

        Como você disse, o submarino é mais ágil, sem dúvida e com menor possibilidade de ser detectado, dependendo do caso.

        Na minha opinião até fico feliz pela volta dos canhões gigantescos, não sou muito fã de míssil, mas é bem supérfluo para hoje em dia, seria útil para destruição de áreas terrestres, como Kongou, Haruna, New Jersey fizeram em bases aéreas terrestres. E também para evaporar navios mercantes e lanchas de ataque,afinal um projétil convencional é mais barato que o míssil.

        E é bem isso, navios modernos são bem protegidos pelo Close in, radar e míssil, mas um ataque de canhão naval, muito bem dado, é difícil que o cinturão irá suportar, e se tiver blindagem no Arleigh Burle e Zumwalt é igual os DD de antigamente, 25mm e olhe lá.

        • “(…)afinal um projétil convencional é mais barato que o míssil.”
          A menos que seja o projétil do canhâo do Zumwalt. Haha

          • Os projéteis de 155mm calibre 61 deve ser osso, do convencional “High Capped”, deve custar uma facada. KKK

            Mas ninguém seria louco de dispersar uma trolha de mísseis de longo alcance, contra um torpedo boat ou lanchas somalis. Kkkkkk

        • Renan…o “Nevada” deslocava mais de 30.000 toneladas principalmente depois de modernizado que o deixou com a aparência de um “South Dakota”
          menor…e os “grandes canhões” não estão retornando…os 6 de 155 mm
          encomendados para os 3 “Zumwalts” são inúteis…munição cara demais e
          o alcance ficou abaixo da expectativa.

          • Sim, exatamente os canhões de 155mm/61 também provaram ter uma baixa taxa de disparo, perante os de 127/54 ou 127/62. No caso o que nós podemos perceber, é que o diâmetro de boca está no tamanho de 5″, mas o comprimento de cano maior. Algo que um DD antigo tinha 127mm/38 (4,60m de cano) ou 127mm/50 (6,30m), hoje em dia um BAE Mk45 Mod.4 tem o mesmo tamanho de cano, de um canhão naval Vickers 152mm calibre 50 (7,65m ou 7,80m)

            O Nevada realmente ficou com um visual excelente, com aquelas Mk30 127mm/38, ao invés das antigas armas secundárias Mk8 127mm/51 que eram boas de superfície, mas deficiente como um equipamento “Tipo-B” (AA). As 127mm calibre 38 era um pouco menor, mas pelo fato de ter culatra deslizante ao invés de Wellin Breech, a taxa de disparo era muito satisfatória.

            Falando de armas DP, não entendo porque o Japão não utilizou as armas Type I ou V 127mm/50 de montagem gêmea, que era superior ao 127mm/50 Type III, afinal essa arma podia disparar 15 a 18 rodadas por minutos, com alcance na vertical de 15km e horizontal 23km, com o novo projétil especial de 27kg (sustentado chegava aos 38kg), se tivessem instalado essa arma nos contratorpedeiros Isokaze, Hamakaze, Asashimo, Yukikaze e Hatsushimo, seriam até superiores até mesmo aos próprios Type-B Kuchiku-kan Akizuki, durante a operação Ten-Go, afinal de contas é como eu disse acima, Wellin breech é inadequado para essa finalidade.

          • Renan…os japoneses só desenvolveram “radares” efetivos para lidar com à ameaça aérea muito tarde e a mentalidade japonesa estava mais voltada para a guerra de superfície…daí por exemplo os canhões de 5 polegadas inúteis para defesa AA e o desenvolvimento de torpedos como os de 24 polegadas que foram uma surpresa desagradável para os aliados no início.
            .
            Você provavelmente conhece os DDs classe Akizuki…tenho um modelo dele em metal, navios elegantes e armados com 8 canhões de 3,9 polegadas…esse mesmo canhão também foi utilizado pelo NAe “Taiho” incorporado em 1944…mas…não se pôde fazer muito mais que isso e vários DDs mais antigos acabaram perdendo parte dos canhões de 5 polegadas substituídos por mais canhões de 25
            mm que tornaram-se à arma AA mais comum.
            .
            O encouraçado “Yamato” por exemplo perdeu duas torretas com canhões de 6 polegadas substituídas por canhões de 5 polegadas “DP” que proporcionavam melhor defesa contra aeronaves, mas, o irmão dele o “Musashi” apenas recebeu canhões de 25 mm no lugar…tal era a falta de canhões.
            .

    • Nem precisava ir tão longe, Camargoer.
      O Almirante Barroso usou essas estratégia para vencer os paraguaios na Batalha do Riachuelo.

    • Na 1ª a na 2ª guerras mundiais, tivemos navios mercantes que escondiam armamentos p/ atacar de surpresa navios mercantes, submarinos ( foi saída que os ingleses encontraram de combater os U-boats na 1ªGM, pois não ainda haviam desenvolvido táticas e armamentos efetivos contra essa nova ameaça ) e até navios de guerra ( o alemão Kormoran afundou o HMAS Sydney em 1941, matando todos a bordo ), pelo que estamos vendo recentemente, eles não mais escondem armamentos, eles se tornaram a própria arma. Poderíamos chamá-los de torpedos mercantes, rs?

  5. 05/12 – quarta-feira, bnoite, que a nossa.marinha tome.conhecimento, e, baseado no que aconteceu sejam tomadas medidas para sanar qualquer problema futuro nas CCT ( caso realmente saia a construção), de cada acidente aprendemos como evitar no futuro as mesmas ocorrências.

  6. Vasos fortes são as OHP, que aguentam impactos de Petroleiros, lanchas Kamikaze xiitas, ombradas do Godzilla, impactos de mísseis Patriot, Astros 2020, Panzerfaust, marteladas com o Mjolnir do Thor, croques do Hulk e ainda continuam boiando, continuando a cuspir mísseis SM-1 até a esvaziar o paiol! Bem capaz do nosso MONITOR PARNAÍBA, nosso Highlander do Pantanal, bater de bico com a fragatinha e rachar ela no meio… SALVE NOSSO JAÚ DO PANTANAL, isso sim barco de verdade! APRENDE AÍ NAVANTIA!!!

  7. É um pouco dificil de entender o relatório, mas fiquei sem saber algumas coisas por exemplo, pelo relatório os compartimentos estanques funcionaram ou seja o corte também atingiu abaixo da linha de água ? A água entrou pelo tubo que tem o eixo da hélice entrando em outros compartimentos não estanques. Se a água entrou pelo tubo do eixo da hélice, o mesmo deve ter sido danificado e, quando foi que aconteceu isso ? Quando embarrancaram a fragata ou antes ? Entretanto a recomendação para prover o tubo do eixo da hélice de proteção contra entrada de água quando danificado acho válida, uma boa observação.

  8. Excelente matéria. A questão é que um navio de guerra de 5.200 toneladas colidiu com um petroleiro de CASCO DUPLO de quase 60.000 toneladas especialmente projetado para aguentar qualquer tipo de dano em seu casco.

    Tudo bem que os navios da NAVANTIA tem fama de terem “casco de papel”, segundo seus concorrentes. Mas acho que a agência está perdendo um pouco o foco ao deixar de culpar os verdeiros culpados: uma tripulação TEORICAMENTE altamente treinada que não conseguiu ver um petroleiro de 60.000 toneladas. O projeto pode ter problemas? Até pode. A tripulação foi de uma incompetência extrema? Com certeza. E não adianta culpar a NAVANTIA pela incompetência de sua tripulação.

    • Caso se interessem, esse vídeo apresenta a conversa entre o petroleiro, a fragata e o controle de tráfego durante a colisão: https://www.youtube.com/watch?v=iJHOpO2iEY4&t=7s . A conversa começa aos 4:44 minutos do vídeo. Peço desculpas aos moderadores por colocarem um vídeo de outro site, mas foi o único lugar que eu achei que possui essa conversa legendada.

      • Eu imaginava que poderiam estar em condições visuais que não permitissem a visualização ou em área sem controle algum, mas foi em área controlada e com advertencia verbais antes da colisão, o medo das rochas os fez preferirem passar perto(tirar uma fina) do navio bem maior, interessante é que o controlador não sabia que navio era aquele.

    • A tripulação tem culpa, sendo isso uma coisa óbvia! Mas, a matéria mostra que o projeto tem falhas, sim. Portanto, nem 8 nem 80. A tripulação tem culpa, mas a Navantia, também!!

  9. realmete está superada a questão da culpa da tripulação da fragata na barbeiragem.

    Mas o projeto parece realmente ter problemas. e são assuntos diferentes.

    Semanas atrás perguntei porque fragatas e tudo mais é tão mais caro que um navio civil. E além de armamento e sensores, uma coisa que as torna mais caras é justamente um projeto que permita o navio levar umas pancadas (pensando em tiros e mísseis) e ter razoável capacidade pelo menos de estanqueidade. e a fragata aí não aguentou muito não…

    COmparo com air bag de carro. mesmo que vc seja culpado da colisão, o air bag tem que funcionar.

  10. Aos que estão fazrndo comparações com o acidente das OHP, no caso do acidente noruegues o choque foi abaixo da linha d’agua rasgando vários compartimentos o que faz toda a diferença.
    .
    No caso das duas OHP, uma recebeu um inpacto acima da filha d’agua. https://encrypted-tbn2.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcT-xF1amluBbLHrIVHVApUCGNwTKghdJlaygvqMrTRt1bf8uj_D-VWQXRIP
    .
    E a outra recebeu um impacto lateral que atingiu um só compartimento, sem maiores danos a ponto de afundar. https://encrypted-tbn1.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcRSdJU9EVMiSDfSwjA39T-0UW2wxUt7qSbeKNzIzDR3QRgQ0CFRuMAXHQUh

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