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Sem canhões, destróieres classe ‘Zumwalt’ terão missão redefinida

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Destróier de mísseis guiados USS Zumwalt (DDG 1000)
Destróier de mísseis guiados USS Zumwalt (DDG 1000)

O almirante William Merz disse ao Senado dos EUA que enquanto a Marinha trabalha em torno de questões com o Sistema Avançado de Canhões, a embarcação está ‘indo bem e em vias de estar operacional em 2021’

03 de dezembro (UPI) – A Marinha dos EUA disse ao Congresso em uma audiência recente que o Advanced Gun System no destróier da classe “Zumwalt” é uma letra morta no futuro previsível, apesar da arma de longo alcance projetada para o bombardeio em terra ser um dos pedras angulares do conturbado destróier stealth.

Mesmo com o segundo navio da classe USS Michael Monsoor saindo de Guantánamo para San Diego para fazer testes de comissionamento e combate, a Marinha está apenas começando a descobrir o que eles farão com o destróier de vários bilhões de dólares.

O Zumwalt foi considerado o destróier mais avançado já construído, com capacidades furtivas e um sistema de armas que poderia fornecer apoio de fogo de precisão no litoral, antes do avanço das forças anfíbias.

Também é equipado com um sistema de propulsão elétrica que a Marinha espera poder alimentar sistemas que consomem muita energia, como os lasers. Para um combatente de superfície, desloca quase 15.000 toneladas, tornando-se o mais pesado destróier já construído pelos Estados Unidos.

Mas o sistema de canhões do Zumwalt foi colocado em segundo plano – se algum dia ele for ativado – suas características furtivas podem estar degradadas e de um total de 32 navios planejados originalmente, apenas dois foram construídos, com mais um a caminho. Destes três, apenas um é considerado ativo e nenhum ainda está pronto apesar dos anos de atraso.

Durante uma audiência perante o subcomitê do Senado na semana passada, o vice-almirante William Merz disse que o Sistema de Canhão Avançado (AGS) de 155 mm nunca atingiu as capacidades desejadas e que se a Marinha não conseguir encontrar munição econômica a arma poderia ser descartada completamente e o espaço ser substituído por outra coisa.

A munição especial de 155 mm do AGS acabou ficando muito cara

Ele disse que o navio está sendo reaproveitado como uma plataforma de ataque à superfície, usando seu sistema vertical de lançamento de mísseis para acertar alvos terrestres e marítimos com mísseis de cruzeiro de longo alcance.

O Zumwalt tem dois sistemas de canhão avançados para fins de bombardeio em terra e antinavio. Projetado para disparar até dez tiros por minuto, forneceria um suporte intenso e preciso contra ataques aéreos anfíbios e bombardeios em terra, de acordo com a Marinha e a projetista de armas BAE.

O AGS foi originalmente projetado para usar o Projétil de Ataque Terrestre de Longo Alcance (LRLAP – Long Range Land Attack Projectile) com um alcance máximo de mais de 60 milhas. O projétil de 155 mm produzido pela Lockheed Martin é assistido por foguetes, guiado com precisão e foi bem-sucedida nos testes, mas os custos inflacionários deixaram o projétil custando mais de US$ 800.000 a unidade, aproximadamente o mesmo que um míssil de cruzeiro Tomahawk.

Isso o deixou insustentável como uma arma de apoio de fogo em massa, que era uma grande parte da missão do Zumwalt, e a Marinha decidiu cessar as compras em 2016 depois de comprar apenas alguns LRLAPs para testes.

Os problemas levaram a Marinha a designar a classe Zumwalt como uma plataforma antinavio e de ataque, em vez de uma embarcação de bombardeio em terra. As modificações incluem a integração do míssil de longo alcance SM-6, que possui capacidade antiaérea e antinavio.

Destróier Zumwalt DDG-1000

O alto custo da munição LRLAP deixou a Marinha em busca de alternativas. Estão em consideração algumas munições já implantadas, como a munição Excalibur de 155 mm guiada por GPS, que exigiria extensas modificações no AGS e teria um alcance muito menor.

Autoridades da Marinha disseram que, embora não tenham desistido do AGS, decidiram adiar as munições de substituição para o futuro imediato.

A Marinha teve uma história conturbada tentando desenvolver uma nova munição de longo alcance para apoio de fogo naval. Em uma tentativa de estender o alcance e a precisão do canhão Mk 46 padrão de 5 polegadas já em uso a bordo dos destróieres da classe Arleigh Burke, a Marinha desenvolveu a Munição Guiada de Longo Alcance.

O projétil era um míssil guiado disparado de canhão que se impelia a altitudes extremamente altas antes de descer sobre seu alvo usando orientação por GPS.

Longos tempos de desenvolvimento, custos excessivos e problemas de confiabilidade levaram ao cancelamento do ERGM em 2008. O projétil enfrentou muitos dos mesmos problemas de custo que o LSRAP por ser muito caro para usar em treinamento ou em um papel massivo de apoio ao fogo como a doutrina tradicional de ataque anfíbio pede.

Merz ressaltou que o Zumwalt ainda é capaz de carregar muito poder de fogo em seu sistema de lançamento vertical de 80 células Mk 41, incluindo mísseis de cruzeiro Tomahawk, mísseis superfície-ar e foguetes ASROC antissubmarino além de armas menores.

Merz testemunhou que o resto do navio “está indo bem” e que estará operando como uma classe até 2021. Ele sustentou que o navio reteria mísseis significativos e outras capacidades de arma com ou sem o canhão, e que seu sistema VLS de células maiores pode receber armas futuras.

“Nós determinamos que o melhor futuro para esse navio é fazê-lo com a capacidade que ele possui e separar o Advanced Gun System, deixando todo o resto no lugar”, disse Merz.

O canhão não é o único problema enfrentado pelo navio. Devido a modificações e equipamentos adicionais colocados em sua superestrutura e casco, o navio não é tão furtivo como originalmente projetado, com equipamento extra sendo adicionado em vez de construído em um perfil furtivo, conforme relatado pelo site The Drive.

O muito elogiado sistema elétrico, destinado a alimentar as armas do futuro, também enfrentou vários problemas. Tanto o USS Zumwalt quanto o futuro USS Michael Monsoor sofreram sérios problemas de turbina e propulsão, levando a falhas de testes e atrasos na incorporação.

A Marinha e o Corpo de Fuzileiros Navais, no entanto, sustentam que o navio ainda será altamente capaz e útil para os comandantes de teatro.

O futuro USS Michael Monsoor (DDG 1001) em provas de mar
O futuro USS Michael Monsoor (DDG 1001) em provas de mar

FONTE: UPI

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Willber Rodrigues
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Willber Rodrigues

A 4° foto mostra os 2 dos sistemas mais caros já construídos.
A USN parece desesperada pra achar um “papel” pro Zumwalt.

Jorge Augusto
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Jorge Augusto

Fico me perguntando quantos trilhões jogados fora tem só naquela foto.

Willber Rodrigues
Visitante
Willber Rodrigues

Acredito que nenhum investimento em P&D seja em vão, e que o F35 e o Zumwalt são armas fantásticos e anos a frente de qualquer coisa.
Mas não muda o fato de que…bem…o preço disso tudo beira o absurdo. US$ 800.000 Trumps por uma “bala de canhão´´? Essa 4º foto tem mais dinheiro do que 90% de todas as FA´s do mundo.

DOUGLAS TARGINO
Visitante
DOUGLAS TARGINO

Acho que se arrependeram amargamente em ter feito esse navio!

Tomcat4.0
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Tomcat4.0

Coisa de ficção científica este navio. Caaaaro pacas, problemático e custoso mas quando entregar tudo o que se espera será insuperável. Bichão lindo !!!!

Jr
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Jr

Esses navios são totalmente sem sentido, não é por nada que eles pararam no terceiro. Fico imaginando quantas Arleigh Burkes não dariam para comprar com todo o dinheiro investido nesse projeto. Se arrependimento matasse……

Luís Henrique
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U$ 22,5 bi (quase 10 em p&d e mais de 4 bi por navio)
Daria aproximadamente 11 Arleigh Burke, sem incluir custos de p&d.

PAULO
Visitante
PAULO

O Arleigh Burke está custando quanto hoje?

Farley Diego Andrade Xavier
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Parece o Destróier estelar classe Imperial direto da ficção de Star Wars.

Guilherme Poggio
Editor
Noble Member

Chamar um navio de 15.000 toneladas de “destróier” é forçar a barra.

Luís Henrique
Visitante

A China está seguindo o exemplo com o type 055 e suas 13.000 toneladas.

_RR_
Visitante
_RR_

Guilherme Poggio,

Depois dos “destróieres porta-helicópteros” japoneses da classe ‘Izumo’ ( que, aliás, eram “contratorpedeiros de convés corrido” ), creio que dá pra esperar de tudo…

andrepoa2002
Visitante
andrepoa2002

Parece um caso de antecipação de futuro, o brilhantismo do projeto esbarra nas questões mundanas do dia a dia. Naturalmente que este design estará consolidado daqui a 20 anos sendo copiado pelos concorrentes, mas o preço a pagar pelo ineditismo é alto demais.
Apesar de ultra moderno o casco lembra os velhos couraçados da primeira guerra.

Blackbird
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Concordo,a fragata omega da Damen já lembra um pouco esse navio.

Tupinambá
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Tupinambá

Resumindo, um projeto extremamente custoso que serve basicamente prá lançamento de “mísseis para acertar alvos terrestres e marítimos com mísseis de cruzeiro de longo alcance”, é isso, então ?

Jorge Augusto
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Jorge Augusto

Que isso cara. Esse é o preço do futuro, daqui a uns 30 anos, essas tecnologias serão consolidadas.
Como no caso do F35, não ficou caro, o projeto não foi um fracasso. É o preço do progresso e da criação de novas tecnologias!!!1!

Você não pode falar mal do Zumwalt ou do F-35, eles são o que há de mais novo na tecnologia, logo todo centavo gasto nele, mesmo que seja pra fazer o que todo mundo já faz, é justificado!

É sarcasmo.

Eduardo dos Anjos
Visitante

Sei que pode parecer loucura, porém estas armas cinéticas fariam mais sentido se disparadas do espaço, o estrago seria muito maior e o alcance seria total, visto que não há propulsão como um míssil comum, isso aliado a gravidade faria um enorme estrago, bastando dimensionar o projetil para um estrago cirúrgico ou de ampla destruição, há muitos estudos acadêmicos referenciando a aplicabilidade destas armas que seriam implementadas no Zumwalt… talvez com o sinal verde de Trump para o emprego de armas no espaço seria esta estrategia, isso se não já existam similares pois todo mundo sabe que ambos os lados(EUA… Read more »

Marcos R.
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Marcos R.

Eduardo, lançando fio espaço não precisa de um míssil, um simples projétil sólido acelerado pela gravidade pode causar extremoo dano, são as chamadas andas de energia cinética.

Bruno Vinícius Campestrini
Visitante

Os americanos assinaram um acordo com os russos para não colocarem armas no espaço, o que incluí as cinéticas. Imagino que se não fosse por isso já teríamos algo do tipo. Seria bem útil para uma resposta quase imediata a um ataque convencional/terrorista.

andrepoa2002
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andrepoa2002

O lançamento de um projetil cinético requer grande energia, não parece viável do espaço, quanto a aceleração da gravidade como único meio de movimentar um projetil com objetivo destrutivo não é prático: As diferenças atmosféricas não apenas freiam o projetil como o desviam do alvo.

Vovozao
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Vovozao

05/12 – quarta-feira, btarde, ainda veremos muitos desta classe, claro que irão resolver os problemas da mesma maneira que estão resolvendo dos F-35, o ineditismo do projeto leva a alguns erros ( neste caso não há erro) sim uma munições muito cara, mais fácil usar um.missil. porém, podem acreditar que o problema será resolvido.

Kemen
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Kemen

Bonito ele é, mas quanto a sua validade custo / beneficio só o futuro dira.

Delfim
Visitante
Delfim

Qual a vantagem de ser usar um canhão que dispara um projétil que custa o mesmo que um Tomahawk ?
Os EUA querem um “gunship” para mandar chumbo a baixo custo ? Com 15.000 toneladas de deslocamento dá para fazer tranquilo cruzadores com canhões modernos de 8″ a 10″, talvez 12″, que possam abrir crateras.

FABIO MAX MARSCHNER MAYER
Visitante

Avançado demais para o seu tempo… ou à frente demais do seu tempo.

andrepoa2002
Visitante
andrepoa2002

exato

Willber Rodrigues
Visitante
Willber Rodrigues

Se, no final, a missão do Zumwalt mudou para disparar contra alvos em terra, com “balas de canhão´´ do mesmo preço de um Tomahawnk, seria mais barato tirar os Couraçados Iowa da aposentadoria. haha

Delfim
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Delfim

Cada projétil de 406mm abre uma cratera do tamanho de um campo de futebol.

ScudB
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ScudB

Amigo Delfim!
Correção : 406 mm abre uma área de tamanho de campo de futebol (ou mais ate).A cratera (para projetil de 1000 quilos mais ou menos) daria em torno de 1000 metros cúbicos de terra retirada : fica uns 12-15m de diâmetro (menor que área central do campo de futebol) com 5-6 m de profundidade. Isso com TNT. Com carga de hexógeno flegmatizado daria efeito multiplicado , obviamente.Mas mesmo assim a cratera seria menor que campo de mini-futebol :).
Um grande abraço!

Delfim
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Delfim

Eu lembro desta informação na época que um dos Iowa atuou no Líbano. Foi na Veja. Procurei uma cratera no Google e não achei.

ScudB
Visitante
ScudB

Americanos abriam as pistas de pouso para heli’s com tiro de Mk8. Isso sim. Dava raio de 150-180 m. Mas cratera – não. Posso ate dar uma olhada nos meus cadernos e tabelas. Mas não devo ter errado por muito.
Exemplo : 7 quilos de hexogeno levantam 25-30 metros cúbicos. Isso de espoleta com atraso de 0,1s. Com TNT seriam ate 10 metros.
Um grande abraço!

Doug385
Visitante

Especula-se que poderão receber um canhão eletromagnético num futuro próximo.

nonato
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nonato

Daqui a pouco os chineses aparecem com um igual e munição a preço de banana…
Reitero um problema sério que ninguém dá valor.
A defesa ocidental está em risco.
Produz pouco, não desenvolve nenhum game changer, quando o faz não faz com qualidade ou demora demais e cobra muito caro.
Essa história de bala de canhão por 800 mil dólares e perda da discricionáriedade do navio são duas bizarrices.
Trump precisa dar um jeito.
Talvez russos, chineses e George soros estejam sabotando a defesa ocidental por dentro.

Almeida
Visitante
Almeida

George Soros kkkkk

O cara virou bode expiatório pra incompetência do Pentágono de manter seus projetos dentro do orçamento!

nonato
Visitante
nonato

Muito amadorismo.
Gasta 20 bilhões para depois tirar o stealth e descobrir que as balas são caras?
Todo projeto deve ter um estudo de viabilidade.
Como seria essa munição inteligente?

Washington Menezes
Visitante

Esta porcaria não presta, tanto que pararam a produção e lógico ninguém vai dizer isto depois de todo o gasto realizado, como disse um amigo nos comentários acima imagina quantas Arleigh Burke ou Submarinos muito mais letais poderiam ser feitos .

carvalho2008
Visitante
carvalho2008

Não consigo entender….parece o caso da esferografica da Nasa de milhões Versus o Giz de Cerza na Soyuz….tudo bem, vamos desenvolver tecnologia, mas isto não pode comprometer a massa critica do plano como um todo….

Usar as GLSDB´s não trariam alcance igual ou ate superior, com a mesma capacidade NSFS por um custo absurdamente menor?

ScudB
Visitante
ScudB

Amigo carvalho2008!
Essa historia de caneta tem nada a ver com realidade.
Tanto os russos como americanos desde 1969 usavam a caneta de Phisher “Space pen” que custava menos de 3 Dollar. Ate então os dois lados usavam lápis : russos de cera e papel , americanos – de grafite (pagando 100 dólar por unidade).
Um grande abraço!

Bruno Vinícius Campestrini
Visitante

Apenas complementando o que o camarada scudb falou, não só a caneta era mais barata (a empresa que fez assumiu os custos de desenvolvimento porque ganhou em publicidade) mas também os lápis geravam partículas que entravam nos filtros de ar das espaçonaves e causavam certa dor de cabeça, tanto para soviéticos quanto para americanos.

carvalho2008
Visitante
carvalho2008

Se é Stealth, a melhor invisibilidade seria a submarina….um submersivel….

Se é ataque com fogo sustentado e não quer resgatar canhões num submersivel, usem as GLSDB´s pois elas tem alcance de até uns 120 km, mas são pequenas e podem ser armazenadas em grande quantidade….maior que o arsenal para canões, mas muito menor que misseis pesados…

Um pequeno SSK de umas 1500 ton poderia carregar uns 120 destes….se for um arsenal ship submersivel, mais ainda….

_RR_
Visitante
_RR_

carvalho,

Não me ocorre que exista uma versão dessa arma lançada de submarino. E mesmo que houvesse, poderia se tornar tão cara quanto um míssil disparado de TT…

A GLSDB poderia teoricamente ser adaptada para ser disparada de um silo de um destróier, mas isso iria justamente consumir o espaço necessário a outros mísseis.

A LRLAP seria a única solução viável para a classe ‘Zumwalt’. Se conseguissem reduzir o custo ao do lote piloto ( cerca de US$ 476.000 ), valeria a pena…

carvalho2008
Visitante
carvalho2008

Mestre RR, Mesmo que o “Arsenal Submarine” tenha de emergir para lançar as GLSDBs nao seria pecado algum….ainda assim seria muito mais stealth que o Zumwalt…qualquer ssk na superficie é ainda assim muito mais stealth que um navio….se tiver o minimo de concepção de design baseada neste tipo de misão, mais ainda….com 120 ou 90 km de alcance, mesmo sendo plotado, ate que um heli ou vetor se dirija a sua ultima posição conhecida, ele ja estaria longe….a distancia de lançamento é muito grande e em grande parte era isto o que o Zumwalt pretendia simular com o alcance de… Read more »

James Marshall
Visitante
James Marshall

O navio feio da *****, como disseram acima parece ficção científica.

Munhoz
Visitante
Munhoz

Apenas operação de desinformação para implantar dois potentes laser em cada navio e com a capacidade de se aproximar do território inimigo, carregando ainda uma boa salva de mísseis de cruzeiro com ogivas táticas nucleares, soma duas capacidades; a de atacar e ao mesmo tempo interceptar mísseis balísticos com os lasers.

Na verdade isso aí deve ser um laser disfarçado.

carvalho2008
Visitante
carvalho2008

laser não se conjuga com este tipo de projeto….

ele foi montado com design e material stealth onde é muito dificil ser plotado a distancia…e seus canhões serviam exatamente para ele martelar sustentadamente a distancia de 90 a 150 km….

e nesta distancia, a trajetoria da bala/projetil é parabolico….tiro reto mal a mal uns 25 km….horizonte radar é de 35 km….

e como laser não faz curva……ele teria de atirar pertinho….ou seja….não tem sentido….

o arsenal dele tem de ser canhão (ortodoxo ou magnetico) e misseis…ambos de longo alcance e muito….muito…muito longe ….

Munhoz
Visitante
Munhoz

O laser é para interceptar mísseis balísticos.

carvalho2008
Visitante
carvalho2008

Ai então ok….

MGNVS
Visitante
MGNVS

Enquanto americanos produzem apenas 1 Zumwalt de cada vez, os chineses produzem pelo menos 10 destroyers de uma so vez. Tendo em vista q a China tem pelo menos 01 bilhao e meio de habitantes, entao, nesse caso, a quantidade vai fazer uma grande diferença em relacao a qualidade. Mesmo q os navios chineses sejam menos avançados tecnologicamente, no quantitativo eles vao ter uma grande vantagem.

Dalton
Visitante
Dalton

Quando os chineses começarem a construir NAes de propulsão nuclear e catapultas eletromagnéticas e grandes navios de assalto anfíbio de convés corrido similares ao
“América” e suas respectivas alas aéreas incluindo um similar ao F-35B, mais a manutenção para tudo isso, muito provavelmente eles terão que “desacelerar” a construção de outros navios…mesmo a China tem seus limites.

carvalho2008
Visitante
carvalho2008

correto…mas no momento a China tem algo que reduz seu esforço pela metade ou menos ainda….

Ela disputa pertinho de casa…praticamente no seu quintal….ao menos neste momento e nos proximos 10 anos….então muito da reconhecida superioridade americana em que pese ser fato, fica dificultada….a coisa realmente esta ficando dificil….a zona quente nao esta distante milhares de milhas para ambos….isto complica muito….

MGNVS
Visitante
MGNVS

Dalton Duvido muito q a China tenha metas de possuir a mesma quantidade de porta-avioes e forças tarefas q os EUA. O que eles vao fazer é coalhar o Mar da China de destroyers e submarinos para negar aos EUA o acesso ao continente. No maximo eles deverao ter uns 3 porta-avioes para sua propria defesa e nao para o ataque e a razao disso sera impedir a interferencia americana na area de influencia chinesa. O projeto chines é de dominio a longo prazo atraves de influencia economica e atualmente tbm cultural, visto q eles estao investindo ate msmo em… Read more »

Dalton
Visitante
Dalton

Os chineses tem declarado que pretendem ter 6 NAes…mas, mais importante que o número final é que os futuros NAes deverão ser mais avançados e consequentemente mais caros e haverá necessidade de múltiplas “alas aéreas” com aeronaves mais avançadas, além de aeronaves extras para treinamento, reposição…isso ainda está um pouco distante, mas, se essa é a meta certamente haverá um impacto na construção de outros tipos de navios e submarinos. . Os chineses também pretendem aumentar o número de submarinos de propulsão nuclear, que são bem mais caros que o “convencional”, principalmente os “estratégicos” e seus mísseis igualmente caros. .… Read more »

MGNVS
Visitante
MGNVS

Dalton Na sua opiniao, caso o Brasil faça um planejamento estrategico e geopolitico serio e comprometido com a defesa, nós conseguiriamos ter esses 6 NAEs msmo que fossem pequenos e so para defesa de ponto? Tipo NAEs com no maximo 20mil ton com alas aereas pequenas(18caças), onde 3 NAEs ficariam em patrulhamento constante na nossa ZEE, 1 seria usado para adestramento, 1 seria usado para missoes no estrangeiro e 1 ficaria na manutencao ou atualizacao. Em relacao aos subs, 3 nucleares e 9 convencionais seriam suficientes para proteger nossa costa? Na seu ponto de vista qual seria a configuracao ideal… Read more »

Dalton
Visitante
Dalton

Desculpe pela demora MGNVS… veja que a marinha brasileira não quer NAes tão pequenos como os da classe “Invincible”, mas, supondo que a marinha brasileira tenha de abrir mão do chamado NAe “CATOBAR”, o menor navio considerado capaz de operar com o F-35B parece ser o “Juan Carlos I” da Espanha, seja como for, ele não teria condições de operar com 18 F-35Bs além dos 2 helicópteros “obrigatórios” para busca e salvamento. . Ter 6 NAes “pequenos” exigiria a mesma quantidade de navios de escolta que 6 NAes maiores ou o triplo de escoltas para apenas 2 NAes maiores e… Read more »

MGNVS
Visitante
MGNVS

Dalton
Saudacoes

Excelente sua analise!
Sua argumentacao foi extremamente assertiva e esclarecedora!
Obrigado por compartilhar seus conhecimentos conosco!
Abraços

Carlos Campos
Visitante

Bom eles já tem a tecnologia, só precisa baratear, essas coisas que fazem o EUA estarem sempre a frente, o problema fica em chineses roubando a tecnologia deles.

Diego Képler
Visitante
Diego Képler

Tão escondendo o ouro, militares americanos sempre querem mais grana, ainda mais agora com a China ascendendo. Pra mim esse navio esconde tecnologias que ou não conhecemos, ou se conhecemos não vimos usar numa plataforma marítima. E na matéria mesmo da uma dica, geração grande de energia, lasers, armas eletromagnéticas. Só dá pra ver encima dele, quem sabe o que ele trás embaixo? Pode ser um sistema avançado de motor que usa da água do mar etc.. Militares americanos podem ser amadores, mas os cientistas deles não.

Hugo
Visitante
Hugo

Amigo, os “cientistas” das empresas grandes e privadas inventam isso e aquilo pra arrancar dinheiro das forças armadas e do governo americano, eles criam tecnologias “nunca antes vistas” e cobram o preço que eles quiserem por ela, milhões, bilhões, não importa, oq importa é o lobby dar certo pros manés comprarem e pagarem por essa “tecnologia”

José Luiz
Visitante
José Luiz

É sério, muitos podem pensar que é brincadeira. Mas os EUA tem muita coisa em absoluto segredo. Quem não acredita, cito dois exemplos recentes o F 117 e o B 2 que ninguém viu uma foto antes de serem divulgados. O alto custo destes produtos podem certamente esconder custos de desenvolvimento de outros sistemas atualmente secretos. E este navio não é um destróier é na verdade um cruzador. Este costume de cada marinha dar aos seus navios a sua classificação gera paradoxos absurdos que confundem a cabeça de quem não conhece nada de navios militares, tendo em vista por exemplo… Read more »

Dalton
Visitante
Dalton

O “Zumwalt” é chamado de “destroyer” porque não executa/executará a principal função de um cruzador para a US Navy, que é coordenar a defesa de um Grupo de ataque baseado em Navio Aeródromo. . Não apenas “americanos” não conseguem fazer nada “barato”, mas, no caso específico da munição, era previsto inicialmente que até 32 navios fossem adquiridos…um total de 64 canhões…é a chamada economia de escala e até pensou-se em cancelar o terceiro navio, mas, depois das multas impostas, pouco se economizaria. . Não adianta chorar pelo leite derramado…o negócio agora é encontrar uma função para os 3 navios e… Read more »

carvalho2008
Visitante
carvalho2008

Estes ai eram para ser os Iowa Battleship do seculo 21…..

Delfim
Visitante
Delfim

Isso é uma solução para um problema que não existe.

João Borges Queiroz Júnior
Visitante

Precisamente!

paulo costa
Visitante
paulo costa

Recado para US NAVY :
Nao inventa …
volta para um canhão simples e eficaz

Dalton
Visitante
Dalton

Em 2012 a US Navy recebeu o que poderia ter sido o último “Arleigh Burke”, o USS Michael Murphy DDG 112…mas…com o cancelamento da classe “Zumwalt” , nenhum outro projeto de grande combatente e necessitando manter os 2 estaleiros que constroem “DDGs” em funcionamento, ainda antes de 2012 já se havia tomado a decisão de voltar a construir “Arleigh Burkes F IIA”, os que possuem hangares para helicópteros.
.
Entre 2015 e hoje, 4 novos já foram incorporados e muitos mais estão em construção ou encomendados e todos com o indefectível canhão de 127 mm.

Diego K
Visitante
Diego K

O complexo de hj amanhã torna o simples e eficaz. O simples de hj já foi complicado e se alguém nao desse o passo pioneiro de novas tecnologias não teríamos o que nos orgulhar e consequentemente evolução tecnológica, social, militar. Inovação nos move.

bobchester
Visitante
bobchester

Tem um erro, na matéria diz os lançadores são MK 41 e na verdade são MK 57.

Br
Visitante
Br

Com 15 mil tonelada, já não seria vantajoso usar a propulsão nuclear? Haja óleo para fazer isso navegar.

Luis Galvão
Visitante
Luis Galvão

Voce leu a materia e entendeu o que leu sobre a propulsão ? Pelo visto não .

Dalton
Visitante
Dalton

Navios de propulsão nuclear são caros de adquirir, manter, exigem alguns tripulantes
especializados que são caros e é caro até para inativar o navio, ainda mais com o óleo relativamente barato, então, aparentemente a US Navy não tem a menor vontade de voltar a construir combatentes de propulsão nuclear…os últimos foram retirados de serviço no fim da década de 1990, alguns ainda com menos de 20 anos de serviço, mas, não se quis pagar pelo reabastecimento dos reatores.

CVN76
Membro
Noble Member

@Dalton
Para atualizar as suas listas, caso vc ainda não esteja sabendo:
Confirmado; LHD 1 voltando para o ATL fins de 2019….:-)

Dalton
Visitante
Dalton

Sim Franz…já tivemos essa “conversa” o “América” ficará no lugar dele em Sasebo e o “Tripoli” ficará no lugar do “América” em San Diego…não fazia sentido manter dois no Japão…e 4 são necessários na Frota do Atlântico, daí o retorno do “Wasp”.
.
Para 2019 ao menos considerando o ano fiscal…dá para ter quase certeza que a US Navy cumprirá o que foi anunciado … serão retirados de serviço o USS Pittsburgh e o USNS Lawrence Gianella.
.
abraços

CVN76
Membro
Noble Member

O SSN 723 também estava programado de dar baixa em 2019…não sei se mudaram os planos…
Por outro lado, contrato assinado para a construção do E-TPF 13 e do T-EPF 14.

CVN76
Membro
Noble Member

Creio que o “Gianella” era o último da classe que ainda estava ativo.

Helio Eduardo
Visitante
Helio Eduardo

Quando vejo um Zumwalt e um F-35 não penso nas críticas – algumas batidíssimas – que sempee aparecem. Penso é no quanto os EUA acumularam de conhecimento e aprendizado em dois projetos tão complexos e ambiciosos. E não duvido que os problemas serão sanados, ou seja, é como falaram acima: estamos vendo o futuro.

Luiz Floriano Alves
Visitante

Quando vierem para o Brasil, via FMS, os nossos Çabios vão colocar uns 40 mm. e estará tudo resolvido com o bom e velho Bofors da WWII.

carvalho2008
Visitante
carvalho2008

Delfim 5 de dezembro de 2018 at 22:19 Isso é uma solução para um problema que não existe. :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::: existe sim Mestre Delfin, Como os combates WWII e pos guerra eram proximos…os navios eram repletos de artilharia pesada de tubo….. Com o advento dos misseis guiados, percebeu-se um ou poucos misseis seriam sufientes para dar cabo ao inimigo…e assim, a artilharia de tubo no combate naval perdeu muita importancia….principalmente porque na sequencia os misseis passaram a ser cirurgicos contra alvos terrestres tambem…. Mas o problema da operação NSFS se agravou….sairam os tubos de canhoes que tinham pouco alcance , mas… Read more »

Matheus de Oliveira
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Matheus de Oliveira

O problema é o seguinte esse navio foi projetado para usar canhões eletromagnéticos (railgun), mas esses canhões ainda não existem, estam em estudos, já realizaram tiros com grande poder de fogo e destruição, mas cadencia de tiro, materiais mais resistentes ao atrito e calor, e capacidade de carregar os capacitores rapidamente para disparo rápido ainda são entraves para o projeto! Esperem uns 10-15 anos esses navios estaram dominado os mares!

Luiz Trindade
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Luiz Trindade

Enquanto aqui no Brasil temos a nossa Marinha do Brasil com problemas orçamentários, a Marinha do EUA faz uma lambança dessas. Vai ser muito triste ver um navio desses ser subutilizado por falta de planejamento adequado. Espero do fundo do meu coração que os EUA encontrem o caminho apropriado e digno para esse grande vaso de guerra do século XXI.

Dalton
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Dalton

É uma pena mesmo…os 2 primeiros foram até retirados da lista da chamada “Força de Batalha” ,mas, eventualmente serão reintegrados e mesmo não dispondo dos seus canhões…que poderão no futuro ser substituídos por alguma outra arma,a capacidade para gerar energia extra existe, ainda contam com 80 silos verticais de mísseis. . Os 80 silos poderão ser preenchidos principalmente pelo “Tomahawk”, talvez como uma certa compensação para quando daqui 7 anos os 4 grandes “SSGNs” forem retirados de serviço…algo como 64 “Tomahawks” ainda deixa espaço para 8 silos contendo “ASRoc” e 8 silos contendo 32 ESSMs, 4 por silo. . Também… Read more »

Paulo costa
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Paulo costa

Sinceramente,

Acho que esse ‘ERRO” algo muito difícil de aceitar como sendo verdade …

Um projeto como esse passa por milhares de mãos, milhares horas de planejamentos, cálculos, projetos, orçamentos, revisões e ninguém fez um calculo sobre valor final das munições.

Acho que os EUA estão escondendo algo … sao apenas 3 uo 6 AGS que seriam ativos num orçamento de trilhões de dólares acho tudo isso muito suspeito

Dalton
Visitante
Dalton

Paulo… . a ideia original era ter 32 navios e 64 canhões…mesmo quando se pensou em reduzir para 24 navios e 48 canhões ainda haveria uma certa economia de escala…mas…com apenas 3 navios é natural que a munição viesse a custar mais caro e por mais planejamentos que se faça, sempre haverá a probabilidade de se chegar a um valor maior ainda…um exemplo que me vem fácil à mente é o mais novo NAe, o USS Gerald Ford. . Não apenas a munição tornou-se cara demais como também o alcance ficou abaixo do que se desejava e finalmente chegou-se à… Read more »